A morte da palavra ORGANISMO – strictu sensu ma non troppo

Hoje quando a turma do 4 periodo de psicologia da UFPR, fizer a prova de Psicanálise ( sobre transformações da puberdade), Simone Azeveda irá usar a palavra na prova dentro deste contexto, porém, subjetivamente com o significado de ORGANISMO que conhecemos. Seu mestre não terá este fator comum, e o SIGNIFICADO deste SIGNO irá MORRER.


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Este evento faz parte dos primeiros hackeamentos de POLAVRA na UFPR. “Hackeando o Prédio Histórico”

A morte da palavra ORGANISMO – strictu sensu ma non troppo

Hoje quando a turma do 4 periodo de psicologia da UFPR, fizer a prova de Psicanálise ( sobre transformações da puberdade), Simone Azeveda irá usar a palavra na prova dentro deste contexto, porém, subjetivamente com o significado de ORGANISMO que conhecemos. Seu mestre não tera este fator comum, e o SIGNIFICADO deste SIGNO irá MORRER.

POLAVRA na FEDERAL

HACKEANDO A FEDERAL

POLAVRA – Encontro poético-literário com a intervenção de ferramentas eletrônicas de software-livre. As performances serão captadas em arquivos de áudio e ví­deo para posterior edição e manipulação

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Sexta-feira, 07 de Outubro 19:00 hs no prédio Reitoria

Shazam!!!!

É impressão minha ou a imagem de cabeçalho do blog (“hackeando catatau”) está, de uns dias para cá, com uma espécie de faí­sca?

Script? Manifestações de Occam? Há algo í  solta? Preciso trancar a porta?

lightning

O Wake de Finn Macool

Ao sol do meio dia!

ladainha do Donaldo (tradução brasileira do Finnegans Wake)
Finn do Palito de Fósforo / Desafiatlux

“Par tido? Eu o teria dito! Macool, porra, por quiski ocê murreu?
Foi de sede em terça merdinha? Chopes aos choupos no do Finnado
veludo velório, estrelas de tod anação, a prostração na
consternação e a duodizimamente profusiva plethora de
ululação. Havia í  porfia pedreiros, casados, delgados, violeiros ,
marinheiros, cinemen, de tudo. E todos giravam na mais alto-
falante showialidade. Agogue e Magogue rodeavam o grogue.
para a continuação da celebração até í  de Gengiscão
exterminação! Alguns no tam-tam do tamborim, e mais, cancan no pranto.
pra cima no batuque pra baixo no muque . Tá duro, mas soberbo,
o Priapo dôOlin da! Se houve cabra alegre no tablado, era o Finnado. Afila
em cone a pipa de pedra, que pingue cevada! Adonde neste bosta y mundo
escuitarás loisa igual? Ir de pros fundos e dar desta í 
fé deles? Acomodaram o Salmão em seu derradeiro leito. Com um abocálipse
de finnisky aos pés. E uma genesí­aca barrica da loirespumante í  cabeça.
Té que o tutal do fluido flua no duotal do fluminado, Ué!”

Proponho que a acção aconteça na frente do cemitério AguaVerde,
levaremos o pano até (p)lá
??
Carregaremos o caixão do fósforo
Cantaremos a ladainha do Donaldo.
prepararemos a vaquinha para as paçocas do confeiteiro
* Fazer uma vaquinha entre os organismus para comprar 33 paçoquinhas de cacau do Ademir Plá.
* Daí­ Estender o pano colaborativo do DESAFIATLUX na XV e convida-lo para tocar e distribuir as paçocas.

* As paçocas do plá sempre tiveram uma mensagem do tipo biscoito da sorte com um verso,

Cemitério do Agua Verde, que separa cristãos, muçulamnos e livre-religiosos do cemitério Israelita?
Juntos na morte para terem paz em vida! Ou derrubar o muro de Berlin é mais fácil?

Afinal, Leminski, que cunhou o vocábulo “desafiatlux” está enterrado lá.

– no frontiers – ou nada!

Excelente paçoca!

Eu tenho a impressão que estamos um pouco atrasados nesta derrubada, porra!

Tem mais, essa pipoca é coisa do OcCam(Octávio Camargo).

Pela queda dos muros, dedicado ao amigo libertário.

Vire-se

DESAFIATLUX
KERNEL HACKING
RECURSIVO

Proposta flor viva -> Deixar uma placa de rede no local.

Para o amigo de carne, Luí­s Solda: uma piscadela do Bardo

Interlux SITUAÇÂO a a peça com a Claudete em praça pública.

lenha na fogueira, que venha o primeiro

culpado.

POLAVRA

cambio

😉

:: SERVIÇO FUNERíRIO MUNICIPAL::

O Cemitério Municipal do ígua Verde foi inaugurado em 1888, nas cercanias da Igreja da Paróquia do ígua Verde, onde residiam os católicos italianos, hoje praça Sagrado Coração de Jesus, s/n.ú, bairro ígua Verde (fone:242-2912). Sabe-se que o primeiro registro de sepultamento foi do falecido José Delazzari, em 27 de Abril de 1888. Desde sua criação, a administração do Cemitério ficou ao encargo da Capelania Curada do ígua Verde até o ano de 1928, quando a Prefeitura Municipal de Curitiba, através da Lei n.ú 728 de 02 de Maio de 1928 passou a administrá-lo e seu primeiro zelador, José Wenceslau Braz, foi nomeado em 25 de Maio do mesmo ano. Face a preferência da população, foi necessária uma primeira ampliação em 1930; em 1935 mais uma vez foi ampliado e em 16 de Maio de 1940, o Municí­pio adquiriu mais 3153 m2, de propriedade do Sr. Luciano Tedesco, anexando-os ao Cemitério do ígua Verde. Em 30 de Julho de 1942, a Arquidiocese de Curitiba, através da petição n.ú 7122, procurou obter do Municí­pio uma indenização no valor de 75 contos de réis, pela área. Como não tinha documentos comprobatórios, concluiu-se que a área não lhe pertencera, não havendo acordo entre o Municí­pio e a Igreja. Ainda no final do mesmo ano, a Prefeitura adquiriu novas áreas, de diversos proprietários, os quais os haviam obtido através de transferência ou de sucessão, dos proprietários primitivos: Sebastião Ceccatto e André Tedesco. Em 1997, na gestão do Prefeito Cássio Tanigushi, foram realizadas reformas na fachada deste Campo Santo e o número de capelas aumentou de 2 para 4.

A noiva do Cemitério

Era o tempo em que o Haroldo Perolla (Perolinha) ainda estava namorando. O Diário da Tarde, constantemente noticiava as aparições de uma “noiva fantasma” no Cemitério da ígua Verde. Teria ela sido abandonada por um noivo fujão, morrido de desgosto e a partir de então fadada a navegar pelo mundo terreno em busca de um noivo que a acompanhasse eternamente? Mesmo os solteiros mais atiradinhos não pensavam em responder í  pergunta e desviavam o cemitério nas noites de lua cheia, nova, minguante e crescente. Numas dessas luas, o Perolla voltava da casa da namorada e esqueceu de evitar o cemitério. Lá estava o véu da noiva tremulando no muro do cemitério. A coragem e a preguiça de retornar até a Iguaçu para encontrar com a Bento Viana o levaram a enfrentar a situação. Disse: “-Que seja o que Deus quiser!!”- e andou em direção í  noiva. Deu alguns passos e a encontrou. O reflexo de um Jornal da Tarde atiçado pelo vento era o véu da “noiva fantasma”.
Até hoje o Perolla se orgulha de tê-lo desvendado e o que é melhor, ter cortado um “baita caminho”.

Israelita

A fome assolava a Europa, o racismo fazia com que existisse perseguições anti-semitas, por isso, os judeus fugiam de suas casas e partiam em busca de paz em vários paí­ses. Em 1889 desembarcavam em Curitiba. Eles não procuravam apenas paz, queriam também oportunidades de trabalho. Foram enviados para a colônia de Thomás Coelho, a quinze quilômetros do centro da capital. No lugar vivia um grande número de poloneses que sobreviviam dos frutos colhidos da terra e dos negócios. Em 1913, inúmeras famí­lias israelitas já moravam em Curitiba e se reuniam para festejar, principalmente a “Pessach”, Páscoa Judaica.
Naquela época, os imigrantes fundaran a União Israelita do Paraná. Mas a Primeira Guerra Mundial interrompeu a imigração judaica, e os encontros da comunidade em Curitiba passam a realizar-se na residência do senhor Natan Paciornik. O processo de imigração dos judeus para Curitiba só é reiniciado a partir de 1920, perí­odo em que a comunidade se reorganiza e funda o Centro Israelita do Paraná, uma associação capaz de manter viva a milenar tradição judaica. Em 1926, a comunidade consegue o seu próprio cemitério, anexo ao cemitério do ígua Verde.
Francisco Frischmann, com recursos próprios, constrói a Sinagoga na Rua Saldanha Marinho. Em agradecimento, a comunidade deu o seu nome ao templo. Preocupado com o futuro dos imigrantes judeus que aqui chegavam, Salomão Guelmann construiu a Escola Israelita. Isto tudo mostra o espí­rito dos israelitas, pois cada famí­lia que chegava a Curitiba era amparada pelas demais e tinha as crianças encaminhadas para a escola. Assim, os judeus conseguiram integrar-se í  comunidade curitibana e ganhar destaque nas mais variadas áreas, atuando no comércio, indústria, cultura, medicina, construção civil e na polí­tica.

Pop-nos dessa!

Na verdade este post foi um misto de emoção e desespero no momento que eu percebi que NOSSO blog estorou o limite de tráfego e saiu do ar durante alguns minutos”¦5760 visitantes este mês “¦ 17263 cliques

motivos:

jeany mary corner 3.9 %
matema 3.2 %
Outras frases 85.3 %


” Não me processe!”

A Rede nó a nó

Atenção bloguistas: Voltem seus olhos para a listaleminski@estudiolivre.org –> acabam de ser calorosamente hackeados o povo que tensionou a surface-interface da performance na Casa Hoffmann esse domingo último e os rizomas espElhados pelo Brasil da Cultura Digital.

/.vírus

 

matema

.quem controla as redes de simulações? …

..existe mesmo um livre arbítrio por trás da
instituição? …
…quem se importa com o que você pensou? …
.
….quem tem poder de decisão
           

            está
preocupado com status, moral e conspirações. ..
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Porão Loquax

PORÃO LOQUAX – A voz da Palavra

O Wonka Bar inicia a partir de outubro o projeto Porão Loquax – A voz da palavra, um espaço destinado í  leitura de poesia, aliada í s afinidades com a música, o teatro, a prosa, a dança e as artes plásticas como a performance e a fotografia. O projeto conta com infra-estrutura de palco, som e iluminação.

Num claro intuito de formação não só de público mas de leitores de poesia, o Porão Loquax (idealizado e dirigido pelo poeta Mario Domingues e por Ieda Godoy, proprietária do Wonka Bar) é um espaço permanente, (toda terça-feira, í s 22h, chova chuva ou canivetes) onde poetas poderão ler seus poemas, acompanhados por músicos, fazer lançamentos e comercializar seus livros. E ao final de cada apresentação, um rápido bate-papo com o artista.

O projeto Porão Loquax deve ser visto (e lido) como um sinal de resistência: se a poesia é um gueto, agora ela tem voz, endereço e hora certa pra começar. Um pacto entre público (couvert simbólico de 1 real) e artistas: como queria Nietszche, que via a vida como uma obra de arte a ser criada, um público mais artista, um artista mais público. Em Curitiba.