Enquanto isso, na Padaria…

Só pra avisar e pedir opiniões:

to sumindo uns 13 dias sem internet pra tentar traduzir o maior numero de tutoriais possí­veis do puredata, fazer alguns patches e escrever sobre o conceito ” Cozinhando Puros Dados” e sua relação com ” Site Specific < -> Sí­tio Especí­fico” e os projetos de acervo,arte e ciência da “Fundação Puros Dados”.

Minha presença na ybakatu será marcada por explosões ocasionais de signos que calculei bits das faí­scas. Distancias fí­sicas não são determinantes e virtualidade não existe. Tudo é real.

Bom apetite pra todos na minha ausência, os pratos e talheres estão na mesa; abram a caixa de pandora.

Redes e redes .add protocolos !

Débora, muito obrigado mesmo pela sua ajuda e envolvimento.

Se possí­vel gostaria de marcar a “Ceia de Puros Dados”(happening na madrugada) para a última noite da exposição: dia 17 de fevereiro. Sugiro que Todos aqui deem um jeito de mandar ao menos um bit pra lá ( em um bit cabe de um universo a um olhar), Programem-se…

Ken & Brandon: As you can see – we keep on touch. I’ll be very ” Site specific” with you fellows very soon. cheers! 🙂

Octavio: ” ninguém do seu quinhão queixar-se pode”… 🙂

além dos brindes, um tautológico abraço

glerm

Abrir-se consumir-se após a refeição: Puros Dados pré-cozidos.

site specific=sí­tio especí­fico=nomadismo psí­quico;
simbólico=imáginario=real;
Nós do fantasma: decida-nós.

—————————————————–

Por seu tí­tulo de inspiração culinária, este livro refere-se í s exigências do corpo e aos laços elementares que o homem mantém com o mundo. Por sua construção musical, que lhe dá a estatura de um oratório cujas partes evocam, sucessivamente, o tema e as variações, a sonata, a fuga, a cantata e a sinfonia, ele aproxima as operações do pensamento mí­tico das operações da música, que, dentre as artes, é a que mais se parece a uma ciência, ao mesmo tempo em que é fonte de emoções incomparáveis.
De sorte que, a partir da oposição aparentemente trivial entre o cru e o cozido, veremos primeiro a força lógica de uma mitologia da cozinha, tal como concebida pelas tribos sul-americanas que o autor estudou tão de perto; depois, veremos emergir certas propriedades gerais do pensamento mí­tico, onde se encontra em geral, uma filosofia da sociedade e do espí­rito.

ISBN – 85-11-07033-8
380 páginas

__________________________________

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Glerm meetz Octavio Camargo:

glerm:
1. What’s your trabalho? I don’t mean “what do you do for living”. Explain Octavio’s trabalho…
octavio:

to execute some kind of movement.
the lips , the hand , the legs
or the eyes while thinking

2. Que você faz para viver? ( answer in english, please)
I teach composition

3. Can you imagine a language where gender has no articles?
yes, it may be inscribed in the body of the noun as in latin
rosa, dominus

( í¿ ) Can WE wonder : Sun is a male, Moon is a female or vice-versa?
yes, we can wonder it both ways
we can wonder any type of doubles
as the pair of inverted questions marks

spanish influence of the electronic translation?
Do you mind if i spell sun without capital S?

no, though i was trained to see the diference

I mean: can I think about “the octavio” as a WORD – with “no gender ? “
depends on the parameter assigned to the code < "?> < ?">
gender also stands for oposition, invertion, mirror

I ask you to talk about gender as a construction of symethry of human language.
the male/female image is taken as a metaphor of symetry, as mutual dependence,
As in levi strauss concept of “Raw-Cooked” (opposite therms – the roots foundations of human concept of the OTHER )

to temper with salt is the distinctive sign of civilization in homer


We’re always talking about human bodies and thy topology or can we think about another kind of BORDER?

half a beat is a border,

What’s in between a surface-interface?
a person

( here you can you use mixed english-portuguese and non-english speakers can use artificial translation tools or the “portuguese speakers” to help in building this code )…4. Do you mind if i am without “capital” I?
no, though eye see the diference

Eu is diferent than eu?
yes, in gender and number

Do you live in a “capital” city?
Yes, curitiba the city of the I

do you realy live there or you “mora”?

both

Mora?
and live…

Explain quotation marks… I mean: ARE YOU there?
no, it isnôt me

5. Can you imagine beeing you and beeing where you’re stand rigth now as diferent places ( the verb TO BE) ?
to be in town and to be someone are actions assignied to diferent verbs in portuguese

6. You’re a dedicated researcher of greek paterns in language,
language matrixes, code engines
as we know with your work in translation of Homer’s Iliad for portugues-brasileiro.
Can you compare about this english we’re talking as an interface for connect cultural patterns?

it reflects the preponderance of morphology over sintax in computer logic
the words make more sense than the sentences
statistic reading of the sign, the “meaning” springs from rates of frequency

Can you talk about of some kind of surface we may tensioning with this conversation?
infinitesimal calculus

THOUGH – embora AS THOUGH – como se WHEN – quando
AS – enquanto NOW – entretanto
FOR – pois, porque HOWEVER – por mais…, contudo
IF – se LEST – do contrário
SINCE – desde que SO – assim

O lançamento de Ilusão e a consagração pública de Emiliano Perneta

“A Sagração do poeta”.

“O povo, í  maneira da fulgurante Hélade pagã de outrora, deslumbrado ante ao pináculo aurifulgente em que paira Ilusão, do alcandorado poeta paranaense Emiliano Perneta, que, semelhante a um Zeus Olí­mpico, pode ser chamado um artista inigualável, impecável, entre os mais finí­ssimos estetas que cultuam a arte, a beleza imortal, o povo, que também reconhece o que é belo, o que é fascinante, e não deixou também de prestar homenagem ao laureado mestre da poesia que inebria e arrebata.
Tanto assim, que o Passeio Público regurgitava de pessoas, pressurosas por verem de perto o ente singular que as tinha extasiado tantas vezes com a doçura extraordinária de seus versos de cristal.


Multidão no Passeio Público por ocasião das homenagens ao poeta de Ilusão.

O domingo amanhecera como nunca.
Mitra resplandecia em sua mais intensa plenitude, iluminando a limpidez do firmamento azul, que se havia revestido da túnica inspiradora do poeta festejado.
Na ilha do festival, ampla e bizarra, vicejavam risonhas engrinaldadas de ouro, e de acácias, que em aspersões suaves e delicadas, atiravam florinhas miúdas sobre aqueles que se abrigavam í  sombra benfazeja que elas proporcionam.
As águas deslizando melí­fluamente.
Tudo condizia perfeitamente com o espí­rito panteí­sta de Emiliano.
A natureza estava vivificante, e boa, e pura, e sã.
Nessa ilha chamada de Ilusão, elevava-se, estilo jônico, um templo grego, cujas colunas prendiam os festões de cedro e loureiro, que, cheios de graça, se cruzavam nos ares.
Uma caçoula onde havia incenso, despedia para o alto em espirais, eflúvios doces e embriagadores.
Ornamentavam ainda o local as estátuas de Flora, Pamona, Ceres e Vesta, cada qual representando uma estação do ano, os bustos de Minerva, a sabedoria, Vênus, a representar o amor e a beleza, e Apolo, o inspirador das belas artes.
Tudo contribuí­a para um conjunto delicioso e harmônico, fazendo lembrar os tempos das glorificações. Em pleno ar livre, aos poetas gregos na Acrópole.
Parecia reviver os tempos de Pí­ndaro, Anacreonte, e Safo; ressurgia o século de Péricles, quando Atenas atingiu o apogeu nas artes, ciências e letras.
Ao chegar, o poeta homenageado dirigiu-se, debaixo de estrepitosas palmas e aclamações, para o templo, onde tomou assento em um banco grego, sendo logo após, brilhantemente saudado pela talentosa oradora do Grêmio das Normalistas, a qual, em nome dessa agremiação, o presenteou com um chic ramalhete de flores.


Chegada de Emiliano Perneta no Passeio Público, em 20 de agosto de 1911 – data de sua coroação como prí­ncipe dos poetas paranaenses. O poeta traz nas mãos as flores oferecidas por uma criança.

Falou em seguida o orador oficial, o consagrado tribuno e homem das letras Dario Veloso, que com a palavra vibrante de que é possuidor, se incumbiu de expor em nome da coletividade os fins daquela justa e digna festa.
Via-se então, o prí­ncipe da oratória paranaense coroando com frases rutilantes e economiásticas ao prí­ncipe da poesia.
Em evocações ao passado helênico, o magistral tribuno, lembrando os jogos olí­mpicos da Grécia, mostrou que, a exemplo dos helenos, í  Curitiba cabem as glórias e os triunfos alcançados por Emiliano Perneta.
Referindo-se a Ilusão, Dario Veloso fez ver que o poeta reflete em seus versos todas as agruras, quimeras e ilusões dos primeiros anos da era cristã í  época da Renascença, e que através daquela melodia intensa, daquele sonho, durante mil e quinhentos anos – quando já í­amos galgando a escarpa terrí­fica do Calvário, para crucificá-lo como um novo Cristo – esse Gólgota se transmuda, num oceano de luz, esparsa por essa beleza esplandente de Sol, que ilumina e vivifica. O orador, voltado para o fulgor azulado deste céu pagão, exaltou a bondade da natureza, que tanto cooperou para maior encanto das festividades.
– Vede bem poeta, observai. Apolo deteve sua luminosa quádriga para contemplar-vos.
Ao finalizar, o homenageante entregou a Emiliano, em nome da cidade de Curitiba, uma finí­ssima encadernação de Ilusão, aureolada por uma coroa de louros naturais, tudo dentro de uma lavorada caixa feita de custosas madeiras do Paraná.
Em seguida três graciosas senhoritas recitaram, com o maior brilho possí­vel, alguns sonetos do poeta.
Terminando o que estava prescrito, ergueu-se o homenageado e disse não poder responder ao discurso de Dario Veloso, pois que este, não esteve admirável – afirmou, esteve assombroso.
Acrescentou que como prova da mais sincera gratidão ia ler os expressivos versos já publicados em seu livro – “para que todos que eu amo sejam felizes”. Então os espaços saturaram-se da melodia lí­mpida e sonora da sua voz argentina, enquanto o auditório, eletrizado, sentia-se ascender í s regiões empí­ricas do além.
O recitativo terminou debaixo de palmas ruidosas e aclamações febris daqueles que o escutavam, enlevados pela harmonia dos versos arrebatadores que só Emiliano sabe produzir.
Essa sublime sagração pública permanecerá inolvidada no coração de todos os paranaenses, será conservada tradicionalmente, para que nossos posteriores possam dizer, no futuro, que o Paraná, ao menos uma vez, reviveu a vida espiritual da Grécia antiga, na qual houve um Pí­ndaro, glorificado por esse novo povo helênico, robusto, belo, sereno e jovial”.

Oscar Gomes.
Fanal, Curitiba, 1 de setembro de 1911.


Banquete no Passeio Público no ígape na Ilha da Ilusão, em homenagem a Bueno Monteiro, em março de 1915.
da esquerda para a direita: Francisco Leite, Heitor França, Rodrigo Junior, Generoso Borges, Clemente Ritz, Emiliano Perneta, Celestino Junior, Bueno Monteiro e Santa Rita.


Residência d0 artista em Curitiba, í  Rua Aquidaban, 413. Atual rua Emiliano Perneta.

fonte. Revista Textura # 2 / julho 1981
ed. Secretaria do Estado da Cultura e do Esporte

1 + 1 + 1 == /* sintoma asterRisco

O MENDIGO A LIBÉLULA E @ REAL

Cena 1 ext noturna

O mendigo chega perto de um rapaz que anda sozinho pelas ruas do largo da ordem.
O rapaz esta embebido em pensamentos, a música é densa e dissonante:
Os pensamentos enchem a tela em forma de legendas e são como sombras sonoras da música ( a narrativa segue o legenda mascarada por efeitos em contraponto í  música).

Pensa:
Porque essa redundância toda os pais e a prole o capital e a prole a virtude a técnica o lucro a sobra a sombra o bronze o ouro a medalha essa redundância toda a busca a dúvida a palavra essa redundância toda o filme o espectador essa redundância toda a moral da historia e essa redundância toda a música o tom e essa redun…

Chega o mendigo em close e diz:

– Eu só toco em sol!!!

O rapaz:
E se eu quiser tocar em dó???
legenda: Essa redundância toda.

O mendigo olha pra ele com um olhar megalomaní­aco e insano e diz;

Aí­… hehhehe.. Aí­ o problema é seeeeeeeeu!!

E tem mais o tanguá … o rio tangua … o parque tangua…
O TANGUí É MEU!!!!!!!!!!!!
MEU!!!!!

Vira as costas e sai andando e falando

EU SÂ TOCO EM SOL!!!
…EM SOL!!!!


Entra a legenda de novo:

Porque essa redundância toda os pais e a prole o capital e a prole a virtude a técnica o lucro a sobra a sombra

Cena 2 int. no meio de uma festa:

Uma garota olha para o rapaz que esta em visão subjetiva

A legenda continua:

a sombra o Amor a medalha essa redundância toda a busca a dúvida a palavra essa redundância toda o filme o espectador essa redundância toda a moral da historia e essa redundância toda a música o tom e essa redun…

Chega pra menina e diz:

eu quero uma bala

A menina quebra a bala na boca. (som de bala quebrando)

Menina: Meia.

Cena 3 ext. noturna frente da festa.

Os dois caminhando tí­midos quase sem se olhar.

Legenda:

Tem fogo? ígua apaga? Tira o meu ar? Onde é o chão?
Empresta uma espada?

Rapaz: Tem caneta?

Menina: Vermelha?

Legenda: Empresta tua pele. O lado de fora. Risco.

Começa a desenhar na mão da garota.

Desenha um sol – legenda: A sol
Estrela – legenda O estrela

Segue:
O lua
A fogo
O água
O Terra

Por ultimo faz uma espiral

Legenda: redundância

Rapaz: Me dá um beijo.

A caneta preta pinta a boca da menina.

A boca da menina diz:

Mate a palavra.

Legenda: Beijo

Som de helicóptero. A voz do mendigo:

-Eu só toco em sol!!!!!

Cena Ext. parque tanguá

O rapaz e a menina dançam no parque tanguá ao som de uma vitrola.

O menino brinca imitando o mendigo:

-O TANGUí É MEU!!!!

A menina diz dançando: Eu trouxe meu livro de cálculo.

Legenda: brincar

Você estuda?

Legenda : redundância

A menina diz:

{ quando limite tende ao infinito L = 0}

legenda: Mate a palavra

Cena Int e Externa Helicóptero:

Mendigo dentro do helicóptero com um manto real grita pra fora;

– O TANGUí É MEU!!!!!!!!!!!

O helicóptero nos céus.

Legenda:
Libélula significa…(semiótica e cálculo)

Cena ext. Tangua. dia

A menina desenha equações.
Eles dançam com olhos nos olhos.
{Equações relacionadas.}

O rapaz tira a camisa.

Legenda; O corpo a soma a quí­mica essa redundância toda a palavra
Avante da palavra tentando fugir da redundância e essa redundância
Em espiral O Dna da dúvida sobre o que está sobre esta rrrrrrrrrrrrrr

O rrr vira o som do helicóptero pousando.

O MENDIGO POUSA. E GRITA:

O TANGUí É MEEEEEEEEEEEEEU!!!!!!!!!!!!

O Mendigo olha pra garota com uma cara sexy.

Legenda: genêro versus gênero.

Menina faz cara de quem não viu

O mendigo olha pro rapaz com cara amigável.

Legenda: Plural versus singular

O rapaz faz cara de descaso,

O mendigo faz cara de fúria olha pro chão e vê a caneta vermelha sobre o livro de cálculo.

Mostra a caneta pra câmera, e diz:

Fala: DE QUEM É A ESPADA???????

O câmera man oferece a câmera para o mendigo, a camera troca de mãos e passamos a ter a visão subjetiva do mendigo.

O mendigo filma o câmera man e os dois com cara de assustados e grita;

EU SÂ TOCO EM SOOOOOOOOLLL!!!!!!

Vira a câmera pro sol o filme queima.

Fim

Créditos: by VITORIAMARIO + Villa Cachorrros + Orquestra Organismo + Matema

Subliminar do mendigo indo embora com um cachorro pintado de amarelo. (3 cenas de 10 frames; diferentes planos). Legenda: subsistemas.

Volta créditos: Licença CC “Atribuição-Uso Não-Comercial-Compatilhamento pela mesma licença 2.5”. Glider logo.
Creative Commons License


hacker emblem

Uróboros Teóricos

escher-drawing-hand1
M.C. Escher – Drawing Hand

Nenhum sistema consistente pode ser utilizado para provar a sua própria consistência (2.ú Teorema de Gí¶del)

—————————————

cravos

Falsear

A falseabilidade foi desenvolvida inicialmente por Karl Popper nos anos 30 do século XX. Popper reparou que dois tipos de enunciados são de particular valor para os cientistas. O primeiro são enunciados de observações, tais como “este cisne é branco”. Na teoria da lógica chamamos a estes enunciados existenciais singulares, uma vez que afirmam a existência de uma coisa em particular. Eles podem ser analisados na forma: existe um x que é cisne e é branco.

O segundo tipo de enunciado de interesse para os cientistas categoriza todas as instâncias de alguma coisa, por exemplo “todos os cisnes são brancos”. Na lógica chamamos a estes enunciados universais. Eles são normalmente analisados na forma para todos os x, se x é um cisne então x é branco.

“Leis” cientí­ficas (mais corretamente chamadas teorias) são normalmente tidas como sendo desta forma. Talvez a questão mais difí­cil na metodologia cientí­fica é, como é que podemos chegar í s teorias partindo das observações? Como podemos inferir de forma válida um enunciado universal a partir de enunciados existenciais (por muitos que sejam)?

A metodologia indutivista supunha que se pode passar de uma série de enunciados singulares para um enunciado universal. Ou seja, que se pode passar de um “este é um cisne branco”, “ali está outro cisne branco”, e por aí­ em diante, para um enunciado universal como “todos os cisnes são brancos”. Este método é claramente inválido em lógica, uma vez que será sempre possí­vel que exista um cisne não-branco que por algum motivo não tenha sido observado.

Este era o Problema da indução, identificado por David Hume no século XVIII e cuja resolução é proposta por Popper.

Popper defendeu que a ciência não poderia ser baseada em tal inferência. Ele propôs a falseabilidade como a solução do problema da indução. Popper viu que apesar de um enunciado existencial singular como “este cisne é branco” não pode ser usado para afirmar um enunciado universal, ele pode ser usado para mostrar que um determinado enunciado universal é falso: a observação existencial singular de um cisne negro serve para mostrar que o enunciado universal “todos os cisnes são brancos” é falso. Em lógica chamamos a isto de modus tollens.

Fonte: Wikipedia

fim da expectativa.

desenho de Antonin Artaud

Tautologí­a

En lógica, la tautologí­a es un enunciado que es cierto por su propia definición, y es por lo tanto fundamentalmente no informativo. Las tautologí­as lógicas utilizan el razonamiento circular dentro de un argumento o enunciado. Por ejemplo: “El 100% de nuestros clientes compran nuestros productos”

En lingüí­stica, una tautologí­a es una redundancia debida a una cualificación superflua (p. ej. “innovación novedosa”, “mundo mundial”). Suele entenderse como una falta de estilo, aunque a veces se utiliza intencionadamente para dar énfasis, por ejemplo “Le voy a entregar un obsequio gratis”. En este sentido, también puede llamárselas ‘pleonasmos’.

Las matemáticas pueden ser consideradas como la ciencia de hacer tautologí­as particularmente elaboradas de una forma rigurosa.

Para Ludwig Wittgenstein, se trata de la proposición que necesariamente es verdadera, con independencia de que represente un hecho real o no. De este modo se acepta “a priori” y sirve de premisa obvia.

sí­tio especí­fico = “site specific” = nomadismo psí­quico.

Ninguém do seu quinhão queixar-se pode.

Uma ideia na mão e uma melancia na cabeça” V0.1 BETA


Orquestra Organismo – videoclipo – 2006

baixe o videoclipo e remixe – ele foi feito pra isso, ele fala sobre isso.
Baixe VLC pra assistir o filme se voce nao usa software livre ainda.

& A obra é feita.
Apronta-se o conví­vio.
Ninguém do seu quinhão queixar-se pode.

esse curta tem um trecho do primeiro ” videoclipe” da história, feito em 1894. Cozinhando com Puros Dados também. Este eletrodoméstico nasce com o propósito de ser desde sempre uma “obra” aberta. Ele não tem dono. Ele não tem forma. Ele não tem fim. Não é bom, não é ruim, não é nada. Não é pra consumir, é pra resolver. Vire-se.

RESPONSE TO ââ?¬Å?GRANDES CÃES DA HISTÃ?â??RIAââ?¬Â

NIPPER E A VOZ DO DONO
A imagem do provável cão mais importante da história recente da música, o garoto propaganda da RCA Victor, ex Victor Talking Machine Company, está estampada em nossa memória há gerações.

Seus dias de fama começaram em meados do século XIX, quando seu fiel dono, Marc Barraud, veio a falecer e, com muito pesar, ele entregou-se í  tutela do irmão de seu melhor amigo, o artista inglês Francis Barraud.
Os estudiosos e conhecedores da vida de nosso famoso cão contam que, num certo dia, talvez num domingo, lá pelas 3.25 p.m., o pequeno animal foi tomado por um súbito interesse pelo som emitido pelo fonógrafo. Francis, encantado, decidiu registrar o fenômeno num quadro, a que deu o singular nome de “his master voice”.

O primeiro original fora pintado a partir do modelo Nipper e de um fonógrafo da marca Edison-Bell. Barraud ofereceu a obra a esta empresa, que recusou-a, argumentando que “os cães não ouvem fonógrafos”. O artista, então, decidiu substituir o fonógrafo pelo último modelo de um gramofone, da marca Gramophone Company, de Londres. Assim que viu a bela e original pintura, William Barry Owen, o visionário dirigente da empresa, comprou o quadro e todos os direitos inerentes, pela pechincha de 100 libras, em 15 de setembro de 1899. A partir de 1900, Nipper representou a marca nos EUA, na Europa e, posteriormente, em todo o mundo. Definitivamente, Nipper entrou para o seleto grupo dos mais famosos cães do mundo.
O quadro original de Barraud encontra-se atualmente exposto em Hayes (Middlesex), nos escritórios da EMI, a sucessora da Gramophone Company.

RCA VICTOR
A RCA Victor foi responsável pela mais famosa transação comercial da história da música, quando adquiriu o contrato de exclusividade de Elvis Presley da Sun Records por US$ 35,000 em 1955. Artistas tais como, Enrico Caruso, Little Richard, Jefferson Airplane, David Bowie, Sam Cooke, Neil Sedaka e outros, também foram exclusivos da RCA.

NIPPER NÃO MORREU!


Cozinhando sopão de Dados


galera,

to finalizando um videozinho aqui no cinelerra com um remix de sons e imagens dos ” cozinhando puros dados” e + um esquema de animaçãzinha que descobri no PD um jeito massa de fazer ( estou comitando o anime.pd no svn na sequencia, xeu só dar uma traduzida na interface )…
desculpe as enrolações, mas a ideia de fazer o lance na galeria ( Ybakatu ) se mostrou problemático devido aos horarios de funcionamento desta… pra quem nao sabe ” o lance”, fí­sicamente pode ser visto como ações performáticas se conectando com cozinha, elétrodomesticos-online ( a “eletrecidad”e que isso consome/gera ) e em máquina-organismo em concerto/conserto e “psicogeografia” frente a ideia de ser-estar e de ” sentir se em casa”… deixamos tudo montado lá na sexta, e pretendemos fazer um concerto-registro agora terça dia 31 de janeiro, que ficará exposto na galeria em video e fotos… estamos pensando e fazer a parte ritualistica no estudio matema daqui em diante e seguir expondo o material gerado na galeria até fevereiro…
tou escrevendo nessa segunda umas idéias desse conceito de “agenciamento coletivo” e a metáfora da cozinha como sendo o calderão dessa fusão de identidade/sopão-batido toda. nomadismo psí­quico na veia. nóis é nós.
essa idéia vai com o verderame pra íustria como proposta de evento-mostra em maio, e espero que até maio a gente se-consiga se entender e fazer essa cozinha online pegando, streaming e outras tretas, durante uma mostra que o ev ta agitando lá… basicamente conectar alguma cozinha aqui e montar uma cozinha no espaço da Austria, e quem sabe mais algumas cozinhas espalhadas pelo planeta… o impotrtante é que cozinha é lugar de por a mão na massa por que a galera ta com fome ( ou com gula ) e por ae vai… vão esquentando o forno… a batata vai assar…

palm manda os videos, nosklo manda ver no phppd, ch cadê você, fabianno vamo hackear postes e circuitos, matema vamo fazer barulho, lucida vou colar teus rabisco na parede, organismo cheguem ++ … a justa razão aqui delira

idéias pra terça mais que bem vindas e esperadas, reply to all pra todas listas receberem

abraço

glerm

Primeiros testes para o Mocó Binario Organismo estão no ar ( servidor em CASA ) – /home / problematics of site – surface tension continuous

Endereço provisório:

http://purosdados.organismo.art.br

/*
/*

Enquanto isso a rede neural avança:
http://www.the-scientist.com/2005/2/14/27/1/
http://www.ibva.com/Step1/Step1.html#midi

/*
/*

Auto análise do servidor organismo durante a ceia puros dados ( clique para baixar o momento em que ele começa a entender-se como eletrecidade-organismo ):

/*
* linux/kernel/panic.c
*
* Copyright (C) 1991, 1992 Linus Torvalds
*/

/*
* This function is used through-out the kernel (including mm and fs)
* to indicate a major problem.
*
#include linux /config.h
#include linux /module.h
#include linux /sched.h
#include linux /delay.h
#includelinux /reboot.h
#include linux /notifier.h
#include linux /init.h
#include linux /sysrq.h
#include linux /interrupt.h
#include linux /nmi.h
#include linx/kexec.h

int panic_timeout;
int panic_on_oops;
int tainted;

EXPORT_SYMBOL(panic_timeout);

struct notifier_block *panic_notifier_list;

EXPORT_SYMBOL(panic_notifier_list);

static int __init panic_setup(char *str)
{
panic_timeout = simple_strtoul(str, NULL, 0);
return 1;
}
__setup(“panic=”, panic_setup);

static long no_blink(long time)
{
return 0;
}

/* Returns how long it waited in ms */
long (*panic_blink)(long time);
EXPORT_SYMBOL(panic_blink);

/**
* panic – halt the system
* @fmt: The text string to print
*
* Display a message, then perform cleanups.
*
* This function never returns.
*/

NORET_TYPE void panic(const char * fmt, …)
{
long i;
static char buf[1024];
va_list args;
#if defined(CONFIG_ARCH_S390)
unsigned long caller = (unsigned long) __builtin_return_address(0);
#endif

/*
* It’s possible to come here directly from a panic-assertion and not
* have preempt disabled. Some functions called from here want
* preempt to be disabled. No point enabling it later though…
*/
preempt_disable();

bust_spinlocks(1);
va_start(args, fmt);
vsnprintf(buf, sizeof(buf), fmt, args);
va_end(args);
printk(KERN_EMERG “Kernel panic – not syncing: %s\n”,buf);
bust_spinlocks(0);

/*
* If we have crashed and we have a crash kernel loaded let it handle
* everything else.
* Do we want to call this before we try to display a message?
*/
crash_kexec(NULL);

#ifdef CONFIG_SMP
/*
* Note smp_send_stop is the usual smp shutdown function, which
* unfortunately means it may not be hardened to work in a panic
* situation.
*/
smp_send_stop();
#endif

notifier_call_chain(&panic_notifier_list, 0, buf);

if (!panic_blink)
panic_blink = no_blink;

if (panic_timeout > 0) {
/*
* Delay timeout seconds before rebooting the machine.
* We can’t use the “normal” timers since we just panicked..
*/
printk(KERN_EMERG “Rebooting in %d seconds..”,panic_timeout);
for (i = 0; i < panic_timeout*1000; ) { touch_nmi_watchdog(); i += panic_blink(i); mdelay(1); i++; } /* This will not be a clean reboot, with everything * shutting down. But if there is a chance of * rebooting the system it will be rebooted. */ emergency_restart(); } #ifdef __sparc__ { extern int stop_a_enabled; /* Make sure the user can actually press Stop-A (L1-A) */ stop_a_enabled = 1; printk(KERN_EMERG "Press Stop-A (L1-A) to return to the boot prom\n"); } #endif #if defined(CONFIG_ARCH_S390) disabled_wait(caller); #endif local_irq_enable(); for (i = 0;;) { i += panic_blink(i); mdelay(1); i++; } } EXPORT_SYMBOL(panic); /** * print_tainted - return a string to represent the kernel taint state. * * 'P' - Proprietary module has been loaded. * 'F' - Module has been forcibly loaded. * 'S' - SMP with CPUs not designed for SMP. * 'R' - User forced a module unload. * 'M' - Machine had a machine check experience. * 'B' - System has hit bad_page. * * The string is overwritten by the next call to print_taint(). */ const char *print_tainted(void) { static char buf[20]; if (tainted) { snprintf(buf, sizeof(buf), "Tainted: %c%c%c%c%c%c", tainted & TAINT_PROPRIETARY_MODULE ? 'P' : 'G', tainted & TAINT_FORCED_MODULE ? 'F' : ' ', tainted & TAINT_UNSAFE_SMP ? 'S' : ' ', tainted & TAINT_FORCED_RMMOD ? 'R' : ' ', tainted & TAINT_MACHINE_CHECK ? 'M' : ' ', tainted & TAINT_BAD_PAGE ? 'B' : ' '); } else snprintf(buf, sizeof(buf), "Not tainted"); return(buf); } void add_taint(unsigned flag) { tainted |= flag; } EXPORT_SYMBOL(add_taint);

Muito além da Família Folha

three-bridges
Urban Cluster
Blocos de prédios conectados por passarelas. Centro de Curitiba-PR, imediações da Rua Cruz Machado.

Uma só palavra

– Ai, querido. Só mais uma vez. A palavra que eu tanto gosto. Diga.

– ?

– Uma doce palavrinha.

– Ah, minha cadelinha querida. Sua putinha safada. Cabriti…

– Ei, pára. Não é por aí­.

– Mas o que…

– Se você já esqueceu: Amor. Eu te amo. Só isso.

drying in the breeze
Drying in the breeze
Calcinhas secam na brisa de sábado nas Mercês, Curitiba-PR. Pouco antes do anoitecer.

Os noivos

– Foi um triste casamento. Os noivos decerto menores de 18 anos. Pareciam dois meninos perdidos. Dois lindos meninos.

Para surpresa geral, a noiva chega chorando. Entra na igreja chorando. E chora até o fim da cerimônia.

Quando os dois caminham para o altar, í  medida que passam, todos entendem o pranto da garota.

Ele tinha raspado a cabeça. E atrás, na sobra da cabeleira, estão recortadas quatro letras: R-O-S-A,

– E daí­? O nome da noiva. Um belo gesto de amor.

– Só que o nome da noiva era outro.

serro-azul
Edifí­cios na Barão do Serro Azul, centro de Curitiba-PR, vistos das imediações.

Diante do túmulo

Diante do túmulo do velho bem-querido. Cabeça trêmula, a velhinha:

– E você? Por que ainda não me enterrou?

Silêncio do velho. Ela, zangada:

– Mas o que você está esperando?

(Trechos do livro Arara Bêbada, de Dalton Trevisan)

Photos: Mathieu Bertrand Struck
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