sonhos de uma noite paulistana

———- Forwarded message ———-
From: Alexandre Freire <freire@gmail.com>
Date: May 17, 2007 5:20 PM
Subject: sonhos de uma noite paulista
To: glerm soares <organismo@gmail.com>, simone <lucidasans@gmail.com>, Lúcio de Araújo <lucio.matema@gmail.com>

queridos,

escrevo pra contar pra vocês um sonho que tive ontem a noite.

como sabem, nunca fui pra curitiba, mas desse ano não passa. ontem sonhei que estava por ai, com vocês, paseando pelos espaços da cidade.

em particular, lembro de pegar um onibus nesses pontos doidos que tem por ai, e ir a um museu.

no museu, o lúcio estava com uma mostra, e o grande lance era uma caixa enorme (uns 6 metros de altura) de sucrilhos, só que totalmente alterada, não se via o tigre nem o sucrilhos, ao invés disso, um monte de coisas que, de longe, pareciam fazer parte da caixa normal, mas de perto percebia-se como recortes de jornal, colagens, stickers e stencils, todos com mensagens politicas e artisticas, uma coisa bem doida mesmo. falhei por nao anotar as lembranças frescas logo ao acordar, era uma loucura.

no mesmo museu, saimos pra passear, e encontramos um grupo de pessoas que propunha um desafio, montar uma máquina que fizesse desenho elipticos que se cruzassem em um piso de gelo. alguem ai patina no gelo? sabe aquele passo de andar pra trás cruzando as pernas? era mais ou menos isso, fazer uma maquininha que simula-se esses passos e deixa-se duas minhoquinhas se cruzando num zig-zag atrás dela.

com dois motores de floppy, madeira, moedas, uma lata de nescau e solda, conseguimos montar uma paradinha que ligava no USB de um laptop e saia rodopiando e pintando o gelo. fiquei muito feliz.

na sequência, depois de muitas conversas por lá, com esse pessoal estranho (tinha um amigo meu do colegial no meio, designer que não vejo desde que se casou) e mais contemplação da enorme caixa de sucrilhos (q não era, mas que a tv veio filmar e achava que era, enquanto o lúcio declamava poesia pra câmera e eu, glerm e simone riamos nos bastidores) resolvemos ir conhecer mais da cidade.

eu queria nadar, e vcs me levaram pra um complexo aquático, com várias piscinas cobertas, aquecidas, uma delí­cia.

chegando lá, acho que algumas pessoas do grupo estranho acompanharam, e quando fui nadar parei pelo salão e comecei a fazer uma performance. somente de sunga e de nariz de palhaço eu simulava altos saltos, só que em vez de cair na água me espatifava no chão. tudo isso era filmado e fotografado por uma menina, que não tenho a mí­nima idéia de quem seja.

só me lembro de, por mais que me machucava um pouco ao cair no chão, estava me divertindo horrores, dando saltos pra uma platéia desacreditada, de sunga e nariz de palhaço, tentanto fazer uma foto na qual parecesse mesmo que estava me lançando em uma piscina. quando cansei, fui com a menina nadar na piscina de verdade, e acostumado como estou de me trocar antes de cair na água, tirei a única peça de roupa que estava usando, e só fui perceber que estava pelado quando fui mergulhar na água de verdade. fiquei meio sem graça, e rapidamente achei minha sunga, pra visti-la antes de nadar..

na saida, levamos a máquina que escrevia no gelo no onibus, e lembrei da mimosa de salvador, que no primeiro upgrade deu rolê dentro do busão.

acordei feliz, e certo que desse ano, curitiba não passa!

abraços e beijos
ale

ps. glerm, sei q já até chato insitir, mas cara, falei com o kon hj sobre o navalha quando ele pediu pra eu distribuir uns cartazes do simposio brasileiro de computacao musical. e ele sugeriu que vc fizesse um poster pra conferência! a data de submissao é dia 3 de junho, e um poster seria tranquilo, um A2 com imagens e poucos textos explicando o trampo do navalha.

http://gsd.ime.usp.br/sbcm/2007/portugues/index.html

sei que a academia é um velho dinossauro que insiste em evitar a extinção, mas enquanto existe, vale a pena tentar infiltrá-la. o navalha é um puta dum trampo, e poder divulga-lo no simposio pode ser muito bom pra atrair colaboradores que manjam da parada. enfim, sem querer ser chato, mas só pq acho que é uma boa oportunidade mesmo.

x

pps. o lúcio falou que não era sonho, e pra publicar aqui, então to hackeando o catatau 😉

mimoSa Iberica

Mimosa en el Hackirulo
Posted in Barcelona on November 17th, 2006

hackmeeting'06A la Mimosa que creó la gente de Estudio Livre que el pasado verano vino al Hangar le pusimos de nombre Gazpacho. Como es una preciosidad la invitamos a venir unos dí­as con nosotr*s en el Hackiruloââ?¬â?¢06, el hackmeeting de la Peninsula Ibérica que se realizo simultáneamente en Mataró (Catalunya), Santiago de Chile y Chicago durante los dí­as 13-15 de octubre. La gente disfrutó mucho con ella y la estuvimos utilizando esos dias. Ahora está descansando én mi casa hasta su próxima salida. Aquí­ os pongo algunas fotos para que veáis lo bien que se lo pasó. Son fotos hechas por tod*s y que se han subido a la red. Yo recogi aquí­ las suyas para mostraros. 
 
 

por aquí­ andabamos en el csoa La fibraEsta es la zona donde estuvo, la de cacharreo. Aquí­ se hicieron diferentes talleres, algunos en la programación, otros que surgí­an espontáneamente. Hubo uno de hacer ordenadores desde reciclaje, como Gazpacho pero sin ruedas :)
 

recien llegadaPara venir la tuvimos que desmontar porque no cabí­a en el coche. La pobre andaba sin cabeza, tarjetas y memoria.
Pero pronto la recompusimos para disfrutar junt*s :)
recien llegada

gazpachogazpachogazpachogazpachogazpachogazpachoUnas cuantas fotos de ella sola. Como véis, no paraban de hacerle fotos O.O
 
 
 
 
 

>gazpachogazpachoY dió bastantes vueltas, aunque yo no se que pensaréis de alguna de sus compaí±í­as.

Tumbalalá

tumbalala

O sistema ritual dos Tumbalalá está baseado no culto aos encantos e no uso de um tipo de jurema (Pithecolobium diversifolium; Mimosa artemisiana) do qual se faz o “vinho” ingerido durante o toré. Esta planta, um arbusto de porte médio a grande tí­pico do sertão do Nordeste, é central para a religiosidade indí­gena regional e apresenta algumas variedades que fazem parte do universo religioso de cultos afro-brasileiros, notadamente o catimbó ou candomblé de caboclo.

Os encantos, ou encantados – e ainda, mestres ou guias – tumbalalá são entidades sobrenaturais originadas do processo voluntário de “encantamento” de alguns í­ndios ritual ou politicamente importantes, ao deixarem a existência humana, distinguindo-se dos espí­ritos produzidos pela inexorabilidade da morte. Neste caso eles são seres ontologicamente hí­bridos que transitam bem entre os homens e o sobrenatural porque não morreram – o que quer dizer que não assumiram completamente uma não-humanidade – e gozam de predicados inacessí­veis a um humano. Também podem ser seres que sempre existiram e que mantêm comunicação com os homens por meio de sonhos ou quando se fazem presentes mediante um mestre de toré que os incorpore. O “encantamento” pode ser ainda um estado transitório permitido a alguns mestres competentes o suficiente para dominar forças sobrenaturais e adquirir capacidade polimorfa ou simplesmente tornarem-se invisí­veis.
Essas transformações ocorrem em algum ponto entre as realidades oní­rica e empí­rica e, aparentemente, possibilitam ao mestre o trânsito entre ambas, devendo ele estar preparado para possí­veis confrontos com encantos perigosos, arredios ou para visitar suas moradas em castelos, cachoeiras no rio ou lugares oclusos situados quase sempre dentro dos limites da aldeia tumbalalá. A imagem mais adequada para os encantos e encantamentos é a de uma realidade que transcorre numa dimensão cruzada com o plano empí­rico; os seres e objetos encantados estão nos lugares em presença, mas não em corpo, dependendo do poder do mestre para vê-los, tocá-los e se comunicar com eles. O acionamento destas capacidades decorre da manutenção de certas práticas regulares, especialmente a oferta cotidiana de fumaça, o contato com os encantados e a boa condução das atividades rituais.

tumba

Apesar da forte presença de seu culto como traço diacrí­tico do Nordeste indí­gena, as representações que são dedicadas a estes seres variam bastante conforme o grupo ou a rede de trocas rituais e ainda de acordo com os elementos e análogos não-indí­genas com os quais se pretende marcar diferenças, principalmente espí­ritos de mortos de cultos espí­ritas ou entidades que freqüentam cultos afro-brasileiros. As variações para os encantos estão radicadas no plano das interpretações locais para um repertório simbólico voltado ao sobrenatural que muitas vezes se repete, não só porque inúmeros encantos estão presentes em vários grupos (além do Velho Ká e Mestre Viajeiro, o Manuel Maior, a Caiporinha, o Mestre Lí­rio, o Mata Verde etc.), mas devido í  ampliação dos circuitos de trocas rituais dinamizadas durante encontros nacionais ou regionais de lideranças indí­genas promovidos por Ong’s indigenistas (notadamente o CIMI), o que demonstra o cruzamento entre o universo sobrenatural tumbalalá e as redes interétnicas das quais eles vêm participando.

A classificação reservada aos encantos tumbalalá é simples; eles são do brabio ou das águas. Os encantos do brabio habitam a caatinga, são considerados mais fortes e poderosos porque são criaturas não domesticadas (ou semi domesticadas). Comumente são retratados como espí­ritos dos antigos í­ndios da aldeia tumbalalá e de outras (por vezes não nomeados) e seu gênio indômito é reforçado pela rudeza de seu habitat. Também são espí­ritos de vaqueiros (vaqueiro João, Manuel Salomão) cuja proximidade com a caatinga torna-os indistintos em qualidade dos encantos de í­ndios ancestrais. Já os encantos das águas possuem como caracterí­stica fundamental o princí­pio da culturalização; dominam a lí­ngua – enquanto os encantos do brabio não falam o português ou são mudos –, habitam palácios, lugares belos e conhecem bastante a ciência do í­ndio, afastando-se relativamente dos emblemas ligados í  natureza rude que cerca seus correlatos do brabio.

Esta dupla classificação existe para os Tumbalalá porque sua aldeia é considerada mista, pertencendo í s águas e í  caatinga, o que exige dos mestres de toré habilidade para identificar o encanto e lidar corretamente com ele, aplicando os procedimentos rituais adequados í  sua natureza. Não obstante as diferenças, a rigor são criaturas cismadas e geniosas, ostentando uma ampla variedade de temperamento, podendo assumir ou não atitudes benéficas, auxiliar os enfermos, trazer doenças sobrenaturais quando se sentirem desprezados ou fazer revelações através de sonhos.

Os vários empréstimos presentes na cosmologia tumbalalá – sobretudo o compartilhamento de encantos com outros grupos indí­genas – revelam a dinâmica e intensidade de suas relações externas. Regionalmente, a polissemia presente nos sí­mbolos compartilhados pelas cosmologias permite a fixação do sentido que melhor demarca uma especificidade local, uma identidade diferenciada dentro da unidade genérica, aproximando variantes interpretativas, mas nunca fundindo-as totalmente. E é deste resquí­cio que brota a identidade tumbalalá como algo exclusivo.

http://www.socioambiental.org/pib/epi/tumbalala/ritual.shtm

Die unendliche Geschichte (or How I learned to stop worrying and love to shoot Wafaa Bilal)

iraq

Internauta pode atirar em artista com bala de tinta – Iraquiano ficará todo mês de maio levando tiro de bala de tinta

Um artista iraquiano está trancado em uma sala onde internautas podem atirar nele com uma arma de paintball através de uma interface web. Wafaa Bilal ficará durante todo o mês de maio na peça, que fica em uma galeria de Chicago, nos Estados Unidos, recebendo balaços de tinta disparados via Internet.

É possí­vel assistir ao artista 24 horas por dia, podendo opcionalmente atirar nele. A instalação, chamada de “Tensão Doméstica”, chama atenção para a vida confinada e sempre com medo do povo iraquiano.

Bilal é famoso por suas instalações interativas e polêmicas. Seu objetivo é chamar pessoas normalmente não engajadas polí­ticamente para um diálogo através da mí­dia de massa.

Para participar da instalação e atirar em Bilal com balas de tinta, visite o site http://75.57.160.175/ ou http://www.wafaabilal.com/. O site pode estar lento ou fora do ar em virtude do grande número de acessos que está recebendo.


bilal

Wafaa Bilal, Ajrass, 2002.

Wafaa Bilal�s unabashedly political art seeks to provoke. His images of suffering, repression, distortion, and excess draw on symbolism and surprise to make their point, but even as they press the allegorical towards the surreal, their intent to raise issues and spark dialogue remains consistently clear. The pictures range formally from the very painterly to the exactingly photographic and occasionally include the artist as subject.

Bilal was born in Iraq in 1966 and came to the United States in 1992. He studied geography and geology at the University of Baghdad before completing a BFA from the University of New Mexico, Albuquerque (1999) and an MFA from the School of the Art Institute of Chicago (2003). Recent solo exhibitions of his work include In the Shadow of the Surreal, Flatfile Galleries, Chicago; Intamachine, Art Interactive Gallery, Cambridge, Massachusetts; and Perseverance Implied, Arts Media & Engineering, Arizona State University, Tempe. In addition to his activity as a performance artist, video artist, and curator, Bilal is also a professor at the School of the Art Institute of Chicago. – Kendra Greene
http://www.crudeoils.us/

Iraqi-born man gets shot for art
May 10, 2007

CHICAGO, IL, USA — An Iraqi-born Chicago artist has set up a project allowing Internet users to shoot him with a paintball gun.

Wafaa Bilal said he originally wanted to call the art project “Shoot an Iraqi,” but the director of the art gallery where the shooting takes place vetoed the idea, The Chicago Tribune reported Thursday.

Bilal said that, as of lunchtime Wednesday, about 1,850 rounds had been fired into the room by visitors to the gallery’s Web site, which allows users to point and fire the paintball gun.

The artist said the project, titled “Domestic Tension,” is a statement on how people in the United States view the war in Iraq.

“I want it to be far removed,” he said. “I want it to be videogame-like. That’s how we see this war, as a videogame. We don’t see the mutilated bodies or the toll on the ground.”

The project can be viewed – and interacted with – at flatfilegalleries.com.

domestic-tension

Wafaa Bilal, Domestic Tension , installation, 2007

dirty ear wagon / ST_Copenhagen / brandon labelle

Exposição movel de arte sonora percorrendo as ruas de Copenhagen. O objeto causou um certo estranhamento no centro da cidade. Materias em audio recombinados de programas de radio, canções, documentação urbana, barquilheiros, conversas de bar & etc.

dirty-ear-wagonweb1.jpg

riots marching bands public speeches street sellers church bells traffic shouts overheard music food vendors street musicians secret dances whispers foghorns cycles buses street fights demonstrations singing in the rain flea markets block parties radio broadcasts public ranting daydreams pedestrian meetings neon lights alarms signals traffic lights cross walks construction demolitions street cleaning graffiti midnight phone calls thieves in the night dogs water pipes rowdy kids fountains helicopters waterfront picnics bass systems jugglers bumping into strangers talking advertisements public art outdoor cafés coffee on benches circuses coming to town audible interventions footsteps plastic bags in trees water clogs ducks in the park corner football games broken bottles laughter handmade wagons cobblestones under the feet or in the air sleeping on benches dropped keys puddle splashes eavesdropping imagined silence tapping the knees

dirty-ear-wagonweb21.jpg

http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/?p=426#comments

Desafiatlux, mimoSa: no princípio era (x)= bit. Cantaremos.

Imagens da Primeira Ida de Carlos Henrique G. Paulino, Thiago Novaes e Otavio Savieto í  Farkadona, Grécia. Abaixo.

CHGP no momento se encontra na Grécia já movendo moinhos para a Bienal de Thessaloniki. 9s parece que estava a caminho.

Desejo que a cia IliadaHomero trombe com nossos amigos em breve…

E la nave va…segue o baile, no convés e em terra firme…

Relatos de Otavio Savieto e fotos do bravo CHGP hackeando com os amigos repatriados.

do blog da mimoSa (23/06/2006) —>

http://turbulence.org/Works/mimoSa/blog/?p=43

Chegamos em Atenas e fomos muito bem recebidos por Hariklia Hari, arquiteta e Ph D da Universidade de Atenas, figura que conhecemos em Tunis. Ela coordena o programa “Post Programmed City_ Territory”. Seu trabalho trata de participação e auto organização de comunidades excluí­das para repensar e redesenhar o ambiente em que vivem, o que seria o vetor da transformação da realidade destas pessoas. Tem muita gente da academia na Europa e outros paises envolvidos no processo, uma pesquisa que já dura 4 anos. Arquitetos, ativistas, a fundação pistoletto, artistas, polí­ticos locais, estudantes, ongs e alguns representantes da União Européia já foram mobilizados, em diferentes graus de participação.

Farkadona é uma comunidade pequena de repatriados vivendo atualmente em containeres que foram usados previamente por doze anos como abrigos emergenciais para os atingidos pelo terremoto de 1981, em Kalamata. O governo grego convidou os expatriados que viviam em paises do antigo bloco comunista e outros para retornarem a sua pátria mãe. Muitos voltaram, e em Farkadona os containeres eram uma solução provisória, mas eles já vivem nas caixas de metal a mais de 12 anos”¦

O maior problema é a segregação dos repatriados pela população de Farkadona e arredores. É um gueto. Existe muito preconceito, albaneses são mal vistos, russos também. Tem gente da Geórgia, da Bósnia, da Armênia .
Muitos voltaram com famí­lia e alguns cônjuges não são gregos. Mas, a impressão de muitos dos repatriados é de que as coisas estão melhorando, as crianças nascidas nos últimos 12 anos destas “duas” comunidades cresceram juntas e são amigos. Tudo pode melhorar.

um

dois

quatro

No Primeiro dia em Farkadona pedimos um carrinho de mão pros oficinandos, e eles arrumaram este fodão aí­”¦

cinco

seis

Que eles isolaram com pneu de bicicleta. Estilo puro.

sete

oito

nove

Conhecemos um professor da Universidade de Atenas, Richard Kwenskin , criador do HELLUG (Hellenic Linux Users Group), que havia sido mobilizado e foi envolvido com o projeto pela hariklia e novaes. nos esperava no apartamento-sede do HELLUG com as maquinas doadas, separadas para montarmos o tele centro de Farkadona. Foi destas maquinas que tiramos o LCD e todo o hardware usado na mimoSa.

dez

onze

doze

treze

quatorze

CHGP pirou com a dremmel, muito fino!

quinze

sixteen

seventeen

eighteen

Os caras piraram, não queriam sair nem pra comer. Lindo.

vinte

vinteum

É isso,
Voltei pra terrinha pra ver o resto da copa em solo amado, namorar um pouco, trabalhar muito e continuar na luta.

Fortes abraços libertários
OS

Fotos: Otavio Savietto, Thiago Novaes e Hariklia Hari.

O Vermelho, o Negro e os primeiros 248 versos – Canto I da Ilíada de Homero e Odorico Mendes (por Claudete Pereira Jorge e Octávio Camargo – 14/05/2007)

clau11

Apresentação do Canto I da Ilí­ada, na tradução de Odorico Mendes.

Realização: Companhia Iliadahomero.

Com Claudete Pereira Jorge.

Direção: Octavio Camargo.

Vila de 25ú25’04 S 49ú14’30, 14 de maio de 2007.

clau23

Photos: Mathieu Struck
(Released by the author on Public Domain/Domí­nio Público/Úí¿í¹í½ÃÅ? úÏâ??í®üí± – This applies worldwide)

clau1

Ã?Å?á¿â? í½í¹í½ á¼â??õí¹ôõ, í¸õí¬, í í·í»í·í¹í¬ôõÏâ?° á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»Ã¡Â¿â? í¿Ãâ??
í¿Ã¡Â½Âí»í¿üí­í½í·í½, á¼£ üÏâ?¦ÃÂí¯Ã¢â?¬â?¢ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿Ã¡Â¿â??Ïâ?? á¼â??í»óõââ?¬â?¢ á¼â?í¸í·úõ,
Ïâ?¬í¿í»í»Ã¡Â½Â°Ãâ?? ôââ?¬â?¢ á¼°Ïâ? í¸í¯üí¿Ãâ?¦Ãâ?? ÏË?Ïâ?¦Ãâ?¡Ã¡Â½Â°Ãâ?? á¼Å?ÏŠôí¹ Ãâ?¬ÃÂí¿Ã¡Â¿â??í±ÃË?õí½
ἡρώÏâ?°í½, í±Ã¡Â½ÂÃâ??í¿Ã¡Â½ÂºÃâ?? ôá½² á¼â??í»ÃÅ½ÃÂí¹í± Ïâ??õῦÏâ?¡õ úύí½õÏÆ?ÏÆ?í¹í½
í¿Ã¡Â¼Â°Ãâ?°í½í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¯ Ãâ??õ Ïâ?¬Ã¡Â¾Â¶ÃÆ?í¹í· Ã?â?í¹Ã¡Â½Â¸Ãâ?? ôââ?¬â?¢ ἐÏâ??õí»õí¯õÏâ??í¿ í²í¿Ãâ?¦í»í®í· 5
Ã¡Â¼Âí¾ í¿Ã¡Â½â?? ôá½´ Ïâ??á½° Ïâ?¬ÃÂÃ¡Â¿Â¶Ãâ??í± ôí¹í±ÃÆ?Ïâ??í®Ãâ??í·í½ ἐρí¯ÃÆ?í±í½Ãâ??õ
á¼Ë?Ïâ??ρõíôí·Ãâ?? Ïâ??õ á¼â??í½í±í¾ á¼â?¬í½ôÃÂÃ¡Â¿Â¶í½ úí±Ã¡Â½Â¶ ôá¿â??í¿Ãâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»í»õύÏâ??.

í¤í¯Ãâ?? Ïâ??í¬ÃÂ ÏÆ?Ïâ? Ãâ?°õ í¸õÃ¡Â¿Â¶í½ Ã¡Â¼â?ÃÂí¹ôí¹ í¾Ãâ?¦í½í­í·úõ üí¬Ãâ?¡õÏÆ?í¸í±í¹;
Ã?â?ºí·Ãâ??í¿Ã¡Â¿Â¦Ãâ?? úí±Ã¡Â½Â¶ Ã?â?í¹Ã¡Â½Â¸Ãâ?? Ïâ?¦Ã¡Â¼Â±ÃÅ?Ïâ??í· Ã¡Â½Æ? óὰρ í²í±ÃÆ?í¹í»Ã¡Â¿â? í¹ Ïâ?¡í¿í»Ãâ?°í¸õá½¶Ïâ??
í½í¿Ã¡Â¿Â¦ÃÆ?í¿í½ á¼â?¬í½Ã¡Â½Â° ÏÆ?Ïâ??ρí±Ãâ??Ã¡Â½Â¸í½ Ã¡Â½Â¦ÃÂÃÆ?õ úí±úí®í½, á½â?¬í»í­úí¿í½Ãâ??í¿ ôá½² í»í±í¿í¯, 10
í¿Ã¡Â½â?¢í½õúí± Ãâ??Ã¡Â½Â¸í½ çρύÏÆ?í·í½ á¼ Ïâ??í¯üí±ÃÆ?õí½ Ã¡Â¼â?¬ÃÂí·Ãâ??á¿â? ÃÂí±
á¼Ë?Ïâ??ρõíôí·Ãâ??í· Ã¡Â½Æ? óὰρ ἦí»í¸õ í¸í¿Ã¡Â½Â°Ãâ?? ἐÏâ?¬Ã¡Â½Â¶ í½Ã¡Â¿â? í±Ãâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹Ã¡Â¿Â¶í½
í»Ãâ?¦ÃÆ?ÏÅ?üõí½ÃÅ?Ïâ?? Ïâ??õ í¸ÃÂóí±Ãâ??ÃÂí± Ãâ? í­ÃÂÃâ?°í½ Ïâ??ââ?¬â?¢ á¼â?¬Ãâ?¬õρõí¯ÃÆ?í¹Ã¢â?¬â?¢ á¼â??Ïâ?¬í¿í¹í½í±,
ÏÆ?Ïâ??í­üüí±Ãâ??’ á¼â?Ãâ?¡Ãâ?°í½ Ã¡Â¼Âí½ Ãâ?¡õρÏÆ?Ã¡Â½Â¶í½ Ã¡Â¼â??úí·í²ÃÅ?í»í¿Ãâ?¦ á¼Ë?Ïâ?¬ÃÅ?í»í»Ãâ?°í½í¿Ãâ??
Ïâ?¡ÃÂÃâ?¦ÃÆ?í­Ã¡Â¿Â³ á¼â?¬í½Ã¡Â½Â° ÏÆ?úí®Ãâ?¬Ãâ??ρῳ, úí±Ã¡Â½Â¶ í»í¯ÃÆ?ÏÆ?õÏâ??í¿ Ãâ?¬í¬í½Ãâ??í±Ãâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿ÃÂÃâ??, 15
á¼Ë?Ïâ??ρõá¿â??ôí± ôá½² üí¬í»í¹ÃÆ?Ïâ??í± ôύÏâ?°, úí¿ÃÆ?üí®Ãâ??í¿ÃÂõ í»í±Ã¡Â¿Â¶í½í·

í« Ã¡Â¼Ë?Ïâ??ρõá¿â??ôí±í¹ Ïâ??õ úí±Ã¡Â½Â¶ á¼â??í»í»í¿í¹ ἐÏâ?¹úí½í®üí¹ôõÏâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿í¯,
á½â??üá¿â??í½ üÃ¡Â½Â²í½ í¸õí¿Ã¡Â½Â¶ ôí¿Ã¡Â¿â??õí½ Ã¡Â½Ë?í»ÃÂüÏâ?¬í¹í± ôÏŽüí±Ãâ??ââ?¬â?¢ á¼â?Ãâ?¡í¿í½Ãâ??õÏâ??
ἐúÏâ?¬í­ÃÂÃÆ?í±í¹ í ÃÂí¹í¬üí¿í¹í¿ Ïâ?¬ÃÅ?í»í¹í½, õá½â?? ôââ?¬â?¢ í¿Ã¡Â¼Â´úí±ôââ?¬â?¢ á¼±úí­ÃÆ?í¸í±í¹í·
Ïâ?¬í±Ã¡Â¿â??ôí± ô’ ἐüí¿Ã¡Â½Â¶ í»ÃÂÃÆ?í±í¹Ãâ??õ Ïâ? í¯í»í·í½, Ïâ??á½° ôââ?¬â?¢ á¼â??Ïâ?¬í¿í¹í½í± ôí­Ãâ?¡õÏÆ?í¸í±í¹, 20
ἁí¶ÃÅ?üõí½í¿í¹ Ã?â?í¹Ã¡Â½Â¸Ãâ?? Ïâ?¦Ã¡Â¼Â±Ã¡Â½Â¸í½ á¼â??úí·í²ÃÅ?í»í¿í½ á¼Ë?Ïâ?¬ÃÅ?í»í»Ãâ?°í½í±. í»

á¼Å?í½í¸’ á¼â??í»í»í¿í¹ üÃ¡Â½Â²í½ Ãâ?¬í¬í½Ãâ??õÏâ?? ἐÏâ?¬õÏâ?¦Ãâ? í®üí·ÃÆ?í±í½ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿Ã¡Â½Â¶
í±Ã¡Â¼Â°ôõá¿â??ÏÆ?í¸í±í¯ í¸Ã¢â?¬â?¢ á¼±õρá¿â? í± úí±Ã¡Â½Â¶ á¼â?¬óí»í±Ã¡Â½Â° ôí­Ãâ?¡í¸í±í¹ á¼â??Ïâ?¬í¿í¹í½í±í·
á¼â?¬í»í»’ í¿Ã¡Â½Âú á¼Ë?Ïâ??ρõíôá¿Æ? á¼Ë?óí±üí­üí½í¿í½í¹ á¼¥í½ôí±í½õ í¸Ãâ?¦üá¿·,
á¼â?¬í»í»Ã¡Â½Â° úí±úá¿¶Ïâ?? á¼â?¬Ãâ? í¯õí¹, úρí±Ãâ??õÃÂÃ¡Â½Â¸í½ ôââ?¬â?¢ ἐÏâ?¬Ã¡Â½Â¶ üῦí¸í¿í½ á¼â?Ãâ??õí»í»õí· 25

í« Ã?Å?í® ÃÆ?õ, óí­ÃÂí¿í½ úí¿í¯í»Ã¡Â¿Æ?ÏÆ?í¹í½ ἐóá½¼ Ïâ?¬í±ÃÂÃ¡Â½Â° í½í·Ãâ?¦ÃÆ?á½¶ úí¹Ãâ?¡õí¯Ãâ?°
á¼¢ í½Ã¡Â¿Â¦í½ ôí·í¸ÃÂí½í¿í½Ãâ??ââ?¬â?¢ á¼¢ á½â?¢ÃÆ?Ïâ??õρí¿í½ í±Ã¡Â½â??Ïâ??í¹Ãâ?? á¼°ÏÅ?í½Ãâ??í±,
üí® í½ÃÂ Ïâ??í¿í¹ í¿Ã¡Â½Â Ïâ?¡ÃÂí±í¯ÃÆ?üá¿Æ? ÏÆ?úá¿â? Ãâ?¬Ãâ??ρí¿í½ úí±Ã¡Â½Â¶ ÏÆ?Ïâ??í­üüí± í¸õí¿Ã¡Â¿â??í¿í·
Ïâ??Ã¡Â½Â´í½ ôââ?¬â?¢ ἐóá½¼ í¿Ã¡Â½Â í»ÃÂÃÆ?Ïâ?°í· Ïâ?¬ÃÂí¯í½ üí¹í½ úí±Ã¡Â½Â¶ óá¿â? ÃÂí±Ãâ?? á¼â?Ãâ?¬õí¹ÃÆ?í¹í½
ἡüõÏâ??í­ÃÂÃ¡Â¿Â³ ἐí½Ã¡Â½Â¶ í¿Ã¡Â¼Â´úῳ Ã¡Â¼Âí½ Ã¡Â¼Å?ρóõÏŠ, Ïâ??í·í»ÃÅ?í¸í¹ Ïâ?¬í¬Ãâ??ρí·Ãâ??, 30
á¼±ÏÆ?Ïâ??Ã¡Â½Â¸í½ Ã¡Â¼ÂÃâ?¬í¿í¹Ãâ?¡í¿üí­í½í·í½ úí±Ã¡Â½Â¶ ἐüÃ¡Â½Â¸í½ í»í­Ãâ?¡í¿Ãâ?? á¼â?¬í½Ãâ??í¹ÃÅ?Ïâ?°ÃÆ?í±í½í·
á¼â?¬í»í»Ã¢â?¬â?¢ á¼´í¸í¹ üí® üââ?¬â?¢ ἐρí­í¸í¹í¶õ, ÏÆ?í±ÃÅ½Ãâ??õρí¿Ãâ?? á½¥Ïâ?? úõ í½í­í·í±í¹. í»

clau2

ὫÏâ?? á¼â?Ãâ? í±Ãâ??ââ?¬â?¢í· á¼â?ôõí¹ÃÆ?õí½ ôââ?¬â?¢ ὁ óí­ÃÂÃâ?°í½ úí±Ã¡Â½Â¶ ἐÏâ?¬õí¯í¸õÏâ??í¿ üύí¸Ã¡Â¿Â³í·
í²Ã¡Â¿â?  ôââ?¬â?¢ á¼â?¬úí­Ãâ?°í½ Ïâ?¬í±ÃÂÃ¡Â½Â° í¸Ã¡Â¿â??í½í± Ïâ?¬í¿í»Ãâ?¦Ãâ? í»í¿í¯ÃÆ?í²í¿í¹í¿ í¸í±í»í¬ÃÆ?ÏÆ?í·Ãâ??í·
Ïâ?¬í¿í»í»Ã¡Â½Â° ôââ?¬â?¢ á¼â?Ãâ?¬õí¹Ãâ??ââ?¬â?¢ á¼â?¬Ãâ?¬í¬í½õÏâ?¦í¸õ úí¹Ã¡Â½Â¼í½ ἠρᾶí¸Ã¢â?¬â?¢ ὁ óõρí±í¹Ã¡Â½Â¸Ãâ?? 35
á¼Ë?Ïâ?¬ÃÅ?í»í»Ãâ?°í½í¹ á¼â??í½í±úÏâ??í¹, Ïâ??Ã¡Â½Â¸í½ Ã¡Â¼Â ÃÂúí¿üí¿Ãâ?? Ïâ??í­úõ Ã?â?ºí·Ãâ??ÏŽí·

í« Úí»Ã¡Â¿Â¦í¸í¯ üõÏâ?¦, á¼Ë?ρóÏâ?¦ÃÂÃÅ?Ïâ??í¿í¾Ã¢â?¬â?¢, á½Æ?Ïâ?? çρύÏÆ?í·í½ á¼â?¬üÏâ? í¹í²í­í²í·úí±Ãâ??
Úí¯í»í»í¬í½ Ïâ??õ í¶í±í¸í­í·í½ í¤õí½í­ôí¿í¹ÃÅ? Ïâ??õ á¼¶Ïâ? í¹ á¼â?¬í½í¬ÃÆ?ÏÆ?õí¹Ãâ??,
ãüí¹í½í¸õῦ, õá¼´ Ïâ?¬í¿Ãâ??í­ Ãâ??í¿í¹ Ïâ?¡í±ÃÂí¯õí½Ãâ??ââ?¬â?¢ ἐÏâ?¬Ã¡Â½Â¶ í½í·Ã¡Â½Â¸í½ á¼â?ÃÂõÏË?í±,
á¼¢ õá¼° ôí® Ãâ?¬í¿Ãâ??í­ Ãâ??í¿í¹ úí±Ãâ??á½° Ïâ?¬í¯í¿í½í± üí·ÃÂí¯Ã¢â?¬â?¢ á¼â?úí·í± 40
Ïâ??í±ÃÂÃÂÃâ?°í½ á¼ ôââ?¬â?¢ í±Ã¡Â¼Â°óá¿¶í½, Ïâ??ὸôõ üí¿í¹ úρí®í·í½í¿í½ ἐí­í»ôÏâ?°ÃÂí·
Ïâ??í¯ÃÆ?õí¹í±í½ Ã?â?í±í½í±í¿Ã¡Â½Â¶ ἐüá½° ôí¬úρÏâ?¦í± ÏÆ?í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹ í²í­í»õÏÆ?ÏÆ?í¹í½. í»

ὫÏâ?? á¼â?Ãâ? í±Ãâ??ââ?¬â?¢ õὐÏâ?¡ÃÅ?üõí½í¿Ãâ??, Ïâ??í¿Ã¡Â¿Â¦ ôââ?¬â?¢ á¼â?úí»Ãâ?¦õ í¦í¿Ã¡Â¿â??í²í¿Ãâ?? á¼Ë?Ïâ?¬ÃÅ?í»í»Ãâ?°í½,
í²Ã¡Â¿â?  ôá½² úí±Ãâ??ââ?¬â?¢ Ã?Ÿá½í»ÃÂüÏâ?¬í¿í¹í¿ úí±ÃÂí®í½Ãâ?°í½ Ïâ?¡Ãâ?°ÃÅ?üõí½í¿Ãâ?? úá¿â? ÃÂ,
Ïâ??ÏÅ?í¾Ã¢â?¬â?¢ ὤüí¿í¹ÃÆ?í¹í½ á¼â?Ãâ?¡Ãâ?°í½ á¼â?¬üÏâ? í·ÃÂõÏâ? í­í± Ïâ??õ Ïâ? í±ÃÂí­Ãâ??ρí·í½í· 45
á¼â?úí»í±óí¾í±í½ ôââ?¬â?¢ á¼â??ρââ?¬â?¢ á½â?¬í¹ÃÆ?Ïâ??í¿Ã¡Â½Â¶ ἐÏâ?¬Ã¢â?¬â?¢ ὤüÏâ?°í½ Ïâ?¡Ãâ?°í¿üí­í½í¿í¹í¿,
í±Ã¡Â½ÂÃâ??í¿Ã¡Â¿Â¦ úí¹í½í·í¸í­í½Ãâ??í¿Ãâ??í· Ã¡Â½Â ôââ?¬â?¢ ἤí¹õ í½Ãâ?¦úÏâ??á½¶ ἐí¿í¹úÏŽÏâ??í·
á¼â?¢í¶õÏâ??ââ?¬â?¢ á¼â?Ãâ?¬õí¹Ãâ??ââ?¬â?¢ á¼â?¬Ãâ?¬í¬í½õÏâ?¦í¸õ í½õá¿¶í½, üõÏâ??á½° ôââ?¬â?¢ Ã¡Â¼Â°Ã¡Â½Â¸í½ Ã¡Â¼â?¢í·úõí·
ôõí¹í½Ã¡Â½Â´ ôá½² úí»í±óóá½´ óí­í½õÏâ??ââ?¬â?¢ á¼â?¬ÃÂóÏâ?¦ÃÂí­í¿í¹í¿ í²í¹í¿Ã¡Â¿â??í¿í·
í¿Ã¡Â½ÂÃÂÃ¡Â¿â? í±Ãâ?? üÃ¡Â½Â²í½ Ãâ?¬ÃÂÃ¡Â¿Â¶Ãâ??í¿í½ ἐÏâ?¬Ã¡Â¿Â´Ãâ?¡õÏâ??í¿ úí±Ã¡Â½Â¶ úύí½í±Ãâ?? á¼â?¬ÃÂóí¿ÃÂÃâ??, 50
í±Ã¡Â½ÂÃâ??ὰρ á¼â?Ãâ?¬õí¹Ãâ??ââ?¬â?¢ í±Ã¡Â½ÂÃâ??í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹ í²í­í»í¿Ãâ?? ἐÏâ?¡õÏâ?¬õÏâ?¦úá½²Ïâ?? ἐÏâ? í¹õá½¶Ïâ??
í²í¬í»í»Ã¢â?¬â?¢í· í±Ã¡Â¼Â°õá½¶ ôá½² Ïâ?¬Ãâ?¦ÃÂí±Ã¡Â½Â¶ í½õúύÏâ?°í½ úí±í¯í¿í½Ãâ??í¿ í¸í±üõí¹í±í¯.

á¼Ë?í½í½Ã¡Â¿â? üí±ÃÂ üÃ¡Â½Â²í½ Ã¡Â¼â?¬í½Ã¡Â½Â° ÏÆ?Ïâ??ρí±Ãâ??Ã¡Â½Â¸í½ Ã¡Â¾Â¤Ãâ?¡õÏâ??í¿ úá¿â? í»í± í¸õí¿Ã¡Â¿â??í¿,
Ïâ??á¿â?¡ ôõúí¬Ãâ??á¿Æ? ô’ á¼â?¬óí¿ÃÂÃ¡Â½Â´í½ ôá½² úí±í»í­ÃÆ?ÏÆ?í±Ãâ??í¿ í»í±Ã¡Â½Â¸í½ á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»í»õύÏâ??í·
Ïâ??á¿· óὰρ ἐÏâ?¬Ã¡Â½Â¶ Ïâ? ÃÂõÏÆ?á½¶ í¸Ã¡Â¿â? úõ í¸õá½° í»õÏâ?¦úÏŽí»õí½í¿Ãâ?? Ἥρí·í· 55
úí®ôõÏâ??í¿ óὰρ Ã?â?í±í½í±Ã¡Â¿Â¶í½, á½â?¦Ãâ??í¹ Ã¡Â¿Â¥í± í¸í½í®ÃÆ?úí¿í½Ãâ??í±Ãâ?? ὁρᾶÏâ??í¿í·
í¿Ã¡Â¼Â³ ôââ?¬â?¢ ἐÏâ?¬õá½¶ í¿Ã¡Â½â??í½ Ã¡Â¼Â¤óõρí¸õí½ Ã¡Â½Âüí·óõρí­õÏâ?? Ïâ??ââ?¬â?¢ ἐóí­í½í¿í½Ãâ??í¿,
Ïâ??í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹ ôââ?¬â?¢ á¼â?¬í½í¹ÃÆ?Ïâ??í¬üõí½í¿Ãâ?? üõÏâ??í­Ãâ? í· Ïâ?¬ÃÅ?ôí±Ãâ?? á½ úὺÏâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»í»õύÏâ??í·

í« Ã¡Â¼Ë?Ïâ??ρõá¿â??ôí·, í½Ã¡Â¿Â¦í½ á¼â??üüõ Ïâ?¬í±í»í¹üÏâ?¬í»í±óÏâ?¡í¸í­í½Ãâ??í±Ãâ?? á½â?¬í¯Ãâ?°
á¼â??ÏË? á¼â?¬Ãâ?¬í¿í½í¿ÃÆ?Ïâ??í®ÃÆ?õí¹í½, õá¼´ úõí½ í¸í¬í½í±Ãâ??ÏÅ?í½ óõ Ïâ? ÃÂóí¿í¹üõí½, 60
õá¼° ôá½´ ὁüí¿Ã¡Â¿Â¦ Ïâ?¬ÃÅ?í»õüÏÅ?Ïâ?? Ïâ??õ ôí±üá¾· úí±Ã¡Â½Â¶ í»í¿í¹üὸÏâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿ÃÂÃâ??í·
á¼â?¬í»í»Ã¢â?¬â?¢ á¼â??óõ ôí® Ãâ??í¹í½í± üí¬í½Ãâ??í¹í½ ἐρõí¯í¿üõí½ Ã¡Â¼Â¢ á¼±õρá¿â? í±,
á¼¢ úí±Ã¡Â½Â¶ á½â?¬í½õí¹ÃÂí¿Ãâ?¬ÃÅ?í»í¿í½, úí±Ã¡Â½Â¶ óí¬ÃÂ Ïâ??ââ?¬â?¢ á½â??í½í±ÃÂ ἐú Ã?â?í¹ÃÅ?Ïâ?? ἐÏÆ?Ïâ??í¹í½,
á½â?¦Ãâ?? úââ?¬â?¢ õá¼´Ïâ?¬í¿í¹ á½â?¦ Ïâ??í¹ Ãâ??ÏÅ?ÏÆ?ÏÆ?í¿í½ ἐÏâ?¡ÃÅ½ÃÆ?í±Ãâ??í¿ í¦í¿Ã¡Â¿â??í²í¿Ãâ?? á¼Ë?Ïâ?¬ÃÅ?í»í»Ãâ?°í½,
õá¼´ Ïâ??í±ÃÂ á½â?¦ óââ?¬â?¢ õὐÏâ?¡Ãâ?°í»Ã¡Â¿â? Ãâ?? ἐÏâ?¬í¹üí­üÏâ? õÏâ??í±í¹ á¼ ôââ?¬â?¢ á¼â??úí±Ãâ??ÏÅ?üí²í·Ãâ??, 65
í±Ã¡Â¼Â´ úí­í½ Ïâ?¬Ãâ?°Ãâ?? á¼â?¬ÃÂí½Ã¡Â¿Â¶í½ úí½í¯ÃÆ?í·Ãâ?? í±Ã¡Â¼Â°óÃ¡Â¿Â¶í½ Ãâ??õ Ïâ??õí»õí¯Ãâ?°í½
í²í¿ÃÂí»õÏâ??í±í¹ á¼â?¬í½Ãâ??í¹í¬ÃÆ?í±Ãâ?? ἡüá¿â??í½ Ã¡Â¼â?¬Ãâ?¬Ã¡Â½Â¸ í»í¿í¹óÃ¡Â½Â¸í½ Ã¡Â¼â?¬üῦí½í±í¹. í»

clau3

ἬÏâ??í¿í¹ á½â?¦ óââ?¬â?¢ á½£Ïâ?? õá¼°Ïâ?¬Ã¡Â½Â¼í½ úí±Ãâ??ââ?¬â?¢ á¼â??ρââ?¬â?¢ á¼â?¢í¶õÏâ??í¿í· Ïâ??í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹ ôââ?¬â?¢ á¼â?¬í½í­ÃÆ?Ïâ??í·
Úí¬í»Ãâ?¡í±Ãâ?? Ã?Ë?õÏÆ?Ïâ??í¿ÃÂí¯ôí·Ãâ??, í¿Ã¡Â¼Â°Ãâ?°í½í¿Ãâ?¬ÃÅ?í»Ãâ?°í½ á½â??Ïâ?¡Ã¢â?¬â?¢ á¼â??ρí¹ÃÆ?Ïâ??í¿Ãâ??,
á½Æ?Ïâ?? á¾â?ôí· Ãâ??í¬ Ãâ??ââ?¬â?¢ ἐÏÅ?í½Ãâ??í± Ãâ??í¬ Ãâ??ââ?¬â?¢ ἐÏÆ?ÏÆ?ÏÅ?üõí½í± Ïâ?¬ÃÂÃÅ? Ïâ??ââ?¬â?¢ ἐÏÅ?í½Ãâ??í±, 70
úí±Ã¡Â½Â¶ í½í®õÏÆ?ÏÆ?ââ?¬â?¢ ἡóí®ÃÆ?í±Ãâ??ââ?¬â?¢ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹Ã¡Â¿Â¶í½ á¼¼í»í¹í¿í½ õá¼´ÏÆ?Ïâ?°
Ã¡Â¼Â£í½ ôí¹Ã¡Â½Â° üí±í½Ãâ??í¿ÃÆ?ύí½í·í½, Ïâ??í®í½ í¿Ã¡Â¼Â± Ïâ?¬ÃÅ?ρõ í¦í¿Ã¡Â¿â??í²í¿Ãâ?? á¼Ë?Ïâ?¬ÃÅ?í»í»Ãâ?°í½í·
á½â?¦ ÏÆ?Ïâ? í¹í½ ἐὺ Ïâ? ÃÂí¿í½í­Ãâ?°í½ á¼â?¬óí¿ÃÂí®ÃÆ?í±Ãâ??í¿ úí±Ã¡Â½Â¶ üõÏâ??í­õí¹Ãâ?¬õí½í·

í« Ã¡Â½Â® á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»õῦ, úí­í»õí±í¯ üõ, Ã?â?í¹Ã¡Â¿â?? Ïâ? í¯í»õ, üÏâ?¦í¸í®ÃÆ?í±ÃÆ?í¸í±í¹
üá¿â? í½í¹í½ á¼Ë?Ïâ?¬ÃÅ?í»í»Ãâ?°í½í¿Ãâ?? á¼â??úí±Ãâ??í·í²õí»í­Ãâ??í±í¿ á¼â??í½í±úÏâ??í¿Ãâ??í· 75
Ïâ??í¿Ã¡Â½Â¶ óὰρ ἐóÃ¡Â½Â¼í½ Ã¡Â¼ÂÃÂí­Ãâ?°í· ÏÆ?ὺ ôá½² ÏÆ?ύí½í¸õí¿ úí±í¯ üí¿í¹ á½â??üí¿ÃÆ?ÏÆ?í¿í½
ἦ üí­í½ üí¿í¹ Ïâ?¬ÃÂÃÅ?Ïâ? ÃÂÃâ?°í½ á¼â?Ãâ?¬õÏÆ?í¹í½ úí±Ã¡Â½Â¶ Ïâ?¡õρÏÆ?Ã¡Â½Â¶í½ Ã¡Â¼â?¬ÃÂí®í¾õí¹í½í·
ἦ óὰρ á½â?¬í¯í¿üí±í¹ á¼â??í½ôÃÂí± Ãâ?¡í¿í»Ãâ?°ÃÆ?í­üõí½, á½Æ?Ïâ?? üí­óí± Ãâ?¬í¬í½Ãâ??Ïâ?°í½
á¼Ë?ρóõí¯Ãâ?°í½ úρí±Ãâ??í­õí¹ úí±í¯ í¿Ã¡Â¼Â± Ïâ?¬õí¯í¸í¿í½Ãâ??í±í¹ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿í¯í·
úρõí¯ÃÆ?ÏÆ?Ïâ?°í½ óὰρ í²í±ÃÆ?í¹í»õὺÏâ?? á½â?¦Ãâ??õ Ïâ?¡ÃÅ½ÃÆ?õÏâ??í±í¹ á¼â?¬í½ôρὶ Ïâ?¡í­ÃÂí·í¹í· 80
õá¼´ Ïâ?¬õρ óí¬ÃÂ Ïâ??õ Ïâ?¡ÃÅ?í»í¿í½ óõ úí±Ã¡Â½Â¶ í±Ã¡Â½ÂÃâ??á¿â? üí±ÃÂ úí±Ãâ??í±Ãâ?¬í­ÃË?á¿Æ?,
á¼â?¬í»í»í¬ Ïâ??õ úí±Ã¡Â½Â¶ üõÏâ??ÏÅ?Ïâ?¬í¹ÃÆ?í¸õí½ Ã¡Â¼â?Ãâ?¡õí¹ úÏÅ?Ïâ??í¿í½, á½â??Ïâ? ÃÂí± Ïâ??õí»í­ÃÆ?ÏÆ?á¿Æ?,
Ã¡Â¼Âí½ ÃÆ?Ïâ??í®í¸õÏÆ?ÏÆ?í¹í½ á¼â??í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹í· ÏÆ?ὺ ôá½² Ïâ? ÃÂí¬ÃÆ?í±í¹ õá¼´ üõ ÏÆ?í±ÃÅ½ÃÆ?õí¹Ãâ??. í»

í¤Ã¡Â½Â¸í½ ôââ?¬â?¢ á¼â?¬Ãâ?¬í±üõí¹í²ÃÅ?üõí½í¿Ãâ?? Ïâ?¬ÃÂí¿ÃÆ?í­Ãâ? í· Ïâ?¬ÃÅ?ôí±Ãâ?? á½ úὺÏâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»í»õύÏâ??í·
í« Ã?Ë?í±ÃÂÃÆ?í®ÃÆ?í±Ãâ?? üí¬í»í± õá¼°Ïâ?¬Ã¡Â½Â² í¸õí¿Ãâ?¬ÃÂÃÅ?Ïâ?¬í¹í¿í½ á½â?¦ Ïâ??í¹ í¿Ã¡Â¼Â¶ÃÆ?í¸í±í· 85
í¿Ã¡Â½Â üá½° óὰρ á¼Ë?Ïâ?¬ÃÅ?í»í»Ãâ?°í½í± Ã?â?í¹Ã¡Â¿â?? Ïâ? í¯í»í¿í½, á¾§ Ïâ??õ ÏÆ?ὺ, Úí¬í»Ãâ?¡í±í½,
õὐÏâ?¡ÃÅ?üõí½í¿Ãâ?? Ã?â?í±í½í±í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹ í¸õí¿Ãâ?¬ÃÂí¿Ãâ?¬í¯í±Ãâ?? á¼â?¬í½í±Ãâ? í±í¯í½õí¹Ãâ??,
í¿Ã¡Â½â? Ïâ??í¹Ãâ?? ἐüõῦ í¶Ã¡Â¿Â¶í½Ãâ??í¿Ãâ?? úí±Ã¡Â½Â¶ ἐÏâ?¬Ã¡Â½Â¶ Ïâ?¡í¸í¿í½Ã¡Â½Â¶ ôõρúí¿üí­í½í¿í¹í¿
ÏÆ?í¿Ã¡Â½Â¶ úí¿í¯í»Ã¡Â¿Æ?Ïâ?? Ïâ?¬í±ÃÂÃ¡Â½Â° í½í·Ãâ?¦ÃÆ?á½¶ í²í±ÃÂõí¯í±Ãâ?? Ïâ?¡õá¿â??ρí±Ãâ?? ἐÏâ?¬í¿í¯ÃÆ?õí¹
ÏÆ?Ïâ?¦üÏâ?¬í¬í½Ãâ??Ïâ?°í½ Ã?â?í±í½í±Ã¡Â¿Â¶í½, í¿Ã¡Â½Âôââ?¬â?¢ Ã¡Â¼Â¢í½ Ã¡Â¼Ë?óí±üí­üí½í¿í½í± õá¼´Ïâ?¬Ã¡Â¿Æ?Ïâ??, 90
á½Æ?Ïâ?? í½Ã¡Â¿Â¦í½ Ïâ?¬í¿í»í»Ã¡Â½Â¸í½ á¼â??ρí¹ÃÆ?Ïâ??í¿Ãâ?? á¼â??í½Ã¡Â½Â¶ ÏÆ?Ïâ??ρí±Ãâ??á¿· õá½â?Ãâ?¡õÏâ??í±í¹ õá¼¶í½í±í¹. í»

Úí±Ã¡Â½Â¶ Ïâ??ÏÅ?Ïâ??õ ôá½´ í¸í¬ÃÂÃÆ?í·ÃÆ?õ úí±Ã¡Â½Â¶ í·Ã¡Â½â?ôí± üí¬í½Ãâ??í¹Ãâ?? á¼â?¬üύüÏâ?°í½í·
í« Ã?Ÿá½â? Ïâ??í±ÃÂ á½â?¦ óââ?¬â?¢ õὐÏâ?¡Ãâ?°í»Ã¡Â¿â? Ãâ?? ἐÏâ?¬í¹üí­üÏâ? õÏâ??í±í¹ í¿Ã¡Â½Âôââ?¬â?¢ á¼â??úí±Ãâ??ÏÅ?üí²í·Ãâ??,
á¼â?¬í»í»Ã¢â?¬â?¢ á¼â?¢í½õúââ?¬â?¢ á¼â?¬ÃÂí·Ãâ??á¿â? ÃÂí¿Ãâ??, á½Æ?í½ Ã¡Â¼Â Ãâ??í¯üí·ÃÆ?ââ?¬â?¢ á¼Ë?óí±üí­üí½Ãâ?°í½,
í¿Ã¡Â½Âôââ?¬â?¢ á¼â?¬Ãâ?¬í­í»Ãâ?¦ÃÆ?õ í¸ÃÂóí±Ãâ??ÃÂí± úí±Ã¡Â½Â¶ í¿Ã¡Â½Âú á¼â?¬Ãâ?¬õôí­í¾í±Ãâ??ââ?¬â?¢ á¼â??Ïâ?¬í¿í¹í½í±í· 95
Ïâ??í¿Ã¡Â½â?í½õúââ?¬â?¢ á¼â??ρââ?¬â?¢ á¼â??í»óõââ?¬â?¢ á¼â?ôÏâ?°úõí½ Ã¡Â¼â?¢úí·í²ÃÅ?í»í¿Ãâ?? á¼ ôââ?¬â?¢ á¼â?Ãâ??í¹ ôÏŽÏÆ?õí¹,
í¿Ã¡Â½Âôââ?¬â?¢ á½â?¦ óõ Ïâ?¬ÃÂÃ¡Â½Â¶í½ Ã?â?í±í½í±í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹í½ á¼â?¬õí¹úí­í± í»í¿í¹óÃ¡Â½Â¸í½ Ã¡Â¼â?¬Ãâ?¬ÃÅ½ÃÆ?õí¹
Ïâ?¬ÃÂí¯í½ óââ?¬â?¢ á¼â?¬Ãâ?¬Ã¡Â½Â¸ Ïâ?¬í±Ãâ??ρὶ Ïâ? í¯í»Ã¡Â¿Â³ ôÏÅ?üõí½í±í¹ á¼â??í»í¹úÏŽÏâ?¬í¹ôí± úí¿ÃÂÃÂí·í½
á¼â?¬Ãâ?¬ÃÂí¹í¬Ãâ??í·í½ á¼â?¬í½í¬Ãâ?¬í¿í¹í½í¿í½, á¼â??óõí¹í½ í¸Ã¢â?¬â?¢ á¼±õÃÂÃ¡Â½Â´í½ Ã¡Â¼â??úí±Ãâ??ÏÅ?üí²í·í½
ἐÏâ?? çρύÏÆ?í·í½í· Ïâ??ÏÅ?Ïâ??õ úí­í½ üí¹í½ á¼±í»í±ÃÆ?ÏÆ?í¬üõí½í¿í¹ Ïâ?¬õÏâ?¬í¯í¸í¿í¹üõí½. í» 100

ἬÏâ??í¿í¹ á½â?¦ ó’ á½£Ïâ?? õá¼°Ïâ?¬Ã¡Â½Â¼í½ úí±Ãâ??’ á¼â??ρ’ á¼â?¢í¶õÏâ??í¿í· Ïâ??í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹ ô’ á¼â?¬í½í­ÃÆ?Ïâ??í·
ἥρÏâ?°Ãâ?? á¼Ë?Ïâ??ρõíôí·Ãâ?? õὐρὺ úρõí¯Ãâ?°í½ á¼Ë?óí±üí­üí½Ãâ?°í½
á¼â?¬Ãâ?¡í½ÃÂüõí½í¿Ãâ??í· üí­í½õí¿Ãâ?? ôá½² üí­óí± Ãâ? ÃÂí­í½õÏâ?? á¼â?¬üÏâ? í¹üí­í»í±í¹í½í±í¹
Ïâ?¬í¯üÏâ?¬í»í±í½Ãâ??’, á½â??ÏÆ?ÏÆ?õ ôí­ í¿Ã¡Â¼Â± Ïâ?¬Ãâ?¦ÃÂÃ¡Â½Â¶ í»í±üÏâ?¬õÏâ??ÏÅ?Ïâ?°í½Ãâ??í¹ Ã¡Â¼ÂíúÏâ??í·í½í·
Úí¬í»Ãâ?¡í±í½Ãâ??í± Ãâ?¬ÃÂÃÅ½Ãâ??í¹ÃÆ?Ïâ??í± úí¬ú’ á½â?¬ÃÆ?ÏÆ?ÏÅ?üõí½í¿Ãâ?? Ïâ?¬ÃÂí¿ÃÆ?í­õí¹Ãâ?¬õí· 105

í« Ã?Å?í¬í½Ãâ??í¹ úí±úÃ¡Â¿Â¶í½ í¿Ã¡Â½Â Ïâ?¬ÃÅ½ Ïâ?¬í¿Ãâ??í­ üí¿í¹ Ïâ??ὸ úρí®óÏâ?¦í¿í½ õá¼¶Ïâ?¬í±Ãâ??í·
í±Ã¡Â¼Â°õí¯ Ãâ??í¿í¹ Ïâ??á½° úí¬ú’ ἐÏÆ?Ïâ??á½¶ Ïâ? í¯í»í± Ïâ? ÃÂõÏÆ?á½¶ üí±í½Ãâ??õύõÏÆ?í¸í±í¹,
ἐÏÆ?í¸í»Ã¡Â½Â¸í½ ô’ í¿Ã¡Â½â?Ãâ??í­ Ãâ??í¯ Ãâ?¬Ãâ?° õá¼¶Ïâ?¬í±Ãâ?? á¼â?Ãâ?¬í¿Ãâ?? í¿Ã¡Â½â?Ãâ??’ ἐÏâ??í­í»õÏÆ?ÏÆ?í±Ãâ??í·
úí±Ã¡Â½Â¶ í½Ã¡Â¿Â¦í½ Ã¡Â¼Âí½ Ã?â?í±í½í±í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹ í¸õí¿Ãâ?¬ÃÂí¿Ãâ?¬í­Ãâ?°í½ á¼â?¬óí¿ÃÂõύõí¹Ãâ??
ὡÏâ?? ôá½´ Ïâ??í¿Ã¡Â¿Â¦ô’ á¼â?¢í½õúí¬ ÃÆ?Ïâ? í¹í½ á¼â??úí·í²ÃÅ?í»í¿Ãâ?? á¼â??í»óõí± Ãâ??õύÏâ?¡õí¹, 110
í¿Ã¡Â½â?¢í½õú’ ἐóá½¼ úí¿ÃÂÃÂí·Ãâ?? çρÏâ?¦ÃÆ?í·íôí¿Ãâ?? á¼â?¬óí»í¬’ á¼â??Ïâ?¬í¿í¹í½í±
í¿Ã¡Â½Âú á¼â?í¸õí»í¿í½ ôí­í¾í±ÃÆ?í¸í±í¹, ἐÏâ?¬õá½¶ Ïâ?¬í¿í»Ã¡Â½Âº í²í¿ÃÂí»í¿üí±í¹ í±Ã¡Â½ÂÃâ??á½´í½
í¿Ã¡Â¼Â´úí¿í¹ á¼â?Ãâ?¡õí¹í½í· úí±Ã¡Â½Â¶ óí¬ÃÂ Ã¡Â¿Â¥í± Úí»Ãâ?¦Ãâ??í±í¹üí½í®ÃÆ?Ïâ??ρí·Ãâ?? Ïâ?¬ÃÂí¿í²í­í²í¿Ãâ?¦í»í±
úí¿Ãâ?¦ÃÂí¹ôí¯í·Ãâ?? á¼â?¬í»ÃÅ?Ïâ?¡í¿Ãâ?¦, ἐÏâ?¬õá½¶ í¿Ã¡Â½â? á¼â??í¸í­í½ ἐÏÆ?Ïâ??í¹ Ãâ?¡õρõí¯Ãâ?°í½,
í¿Ã¡Â½Â ôí­üí±Ãâ?? í¿Ã¡Â½Âôá½² Ïâ? Ãâ?¦í®í½, í¿Ã¡Â½â?Ãâ??’ á¼â??ρ Ïâ? ÃÂí­í½í±Ãâ?? í¿Ã¡Â½â?Ãâ??í­ Ãâ??í¹ Ã¡Â¼â?ÃÂóí±. 115
á¼â?¬í»í»Ã¡Â½Â° úí±Ã¡Â½Â¶ á½§Ïâ?? ἐí¸í­í»Ãâ?° ôÏÅ?üõí½í±í¹ Ïâ?¬í¬í»í¹í½ õá¼° Ïâ??ÏÅ? ó’ á¼â??üõí¹í½í¿í½í·
í²í¿ÃÂí»í¿ü’ ἐóá½¼ í»í±Ã¡Â½Â¸í½ ÏÆ?Ã¡Â¿Â¶í½ Ã¡Â¼â?üüõí½í±í¹ á¼¢ á¼â?¬Ãâ?¬í¿í»í­ÃÆ?í¸í±í¹í·
í±Ã¡Â½ÂÃâ??ὰρ ἐüí¿Ã¡Â½Â¶ óí­ÃÂí±Ãâ?? í±Ã¡Â½ÂÃâ??í¯Ãâ?¡’ á¼â??Ïâ??í¿í¹üí¬ÃÆ?í±Ãâ??’ á½â??Ïâ? ÃÂí± üá½´ í¿Ã¡Â¼Â¶í¿Ãâ??
á¼Ë?ρóõí¯Ãâ?°í½ á¼â?¬óí­ÃÂí±ÃÆ?Ïâ??í¿Ãâ?? á¼â?Ãâ?°, ἐÏâ?¬õá½¶ í¿Ã¡Â½Âôá½² á¼â?í¿í¹úõí·
í»õύÏÆ?ÏÆ?õÏâ??õ óὰρ Ïâ??ÏÅ? óõ Ïâ?¬í¬í½Ãâ??õÏâ?? á½â?¦ üí¿í¹ óí­ÃÂí±Ãâ?? á¼â?ÃÂÃâ?¡õÏâ??í±í¹ á¼â??í»í»Ã¡Â¿Æ?. í» 120

clau4

í¤Ã¡Â½Â¸í½ ô’ á¼ üõí¯í²õÏâ??’ á¼â?Ãâ?¬õí¹Ãâ??í± Ãâ?¬í¿ôí¬ÃÂúí·Ãâ?? ôá¿â??í¿Ãâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»í»õύÏâ??í·

í« Ã¡Â¼Ë?Ïâ??ρõíôí· úύôí¹ÃÆ?Ïâ??õ, Ïâ? í¹í»í¿úÏâ??õí±í½ÃÅ½Ãâ??í±Ãâ??õ Ïâ?¬í¬í½Ãâ??Ïâ?°í½,
Ïâ?¬Ã¡Â¿Â¶Ãâ?? óí¬ÃÂ Ïâ??í¿í¹ ôÏŽÏÆ?í¿Ãâ?¦ÃÆ?í¹ óí­ÃÂí±Ãâ?? üõóí¬í¸Ãâ?¦üí¿í¹ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿í¯;
í¿Ã¡Â½Âôí­ Ãâ??í¯ Ãâ?¬í¿Ãâ?¦ á¼´ôüõí½ í¾Ãâ?¦í½í®ÃÅ í± úõí¯üõí½í± Ïâ?¬í¿í»í»í¬í·
á¼â?¬í»í»Ã¡Â½Â° Ïâ??á½° üÃ¡Â½Â²í½ Ãâ?¬í¿í»í¯Ãâ?°í½ ἐí¾õÏâ?¬ÃÂí¬í¸í¿üõí½, Ïâ??á½° ôí­ôí±ÃÆ?Ïâ??í±í¹, 125
í»í±í¿Ã¡Â½ÂºÃâ?? ô’ í¿Ã¡Â½Âú ἐÏâ?¬í­í¿í¹úõ Ïâ?¬í±í»í¯í»í»í¿óí± Ãâ??í±Ã¡Â¿Â¦Ãâ??’ ἐÏâ?¬í±óõí¯ÃÂõí¹í½.
á¼â?¬í»í»Ã¡Â½Â° ÏÆ?ὺ üÃ¡Â½Â²í½ í½Ã¡Â¿Â¦í½ Ïâ??á¿â? í½ôõ í¸õá¿· Ïâ?¬ÃÂÃÅ?õÏâ??í· í±Ã¡Â½ÂÃâ??ὰρ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿Ã¡Â½Â¶
Ïâ??ρí¹Ãâ?¬í»Ã¡Â¿â?¡ Ïâ??õÏâ??ρí±Ãâ?¬í»Ã¡Â¿â?¡ Ïâ??’ á¼â?¬Ãâ?¬í¿Ãâ??õí¯ÃÆ?í¿üõí½, í±Ã¡Â¼Â´ úí­ Ãâ?¬í¿í¸í¹ ÂõὺÏâ??
ôá¿·ÏÆ?í¹ Ãâ?¬ÃÅ?í»í¹í½ í¤ÃÂí¿í¯í·í½ õὐÏâ??õí¯Ãâ?¡õí¿í½ ἐí¾í±í»í±Ãâ?¬í¬í¾í±í¹. í»

í¤Ã¡Â½Â¸í½ ô’ á¼â?¬Ãâ?¬í±üõí¹í²ÃÅ?üõí½í¿Ãâ?? Ïâ?¬ÃÂí¿ÃÆ?í­Ãâ? í· úρõí¯Ãâ?°í½ á¼Ë?óí±üí­üí½Ãâ?°í½í· 130

í« Ã?Å?á½´ ô’ í¿Ã¡Â½â?¢Ãâ??Ïâ?°Ãâ?? á¼â?¬óí±í¸ÃÅ?Ïâ?? Ïâ?¬õρ Ã¡Â¼ÂÃ¡Â½Â¼í½ í¸õí¿õí¯úõí»’ á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»í»õῦ
úí»í­Ãâ?¬Ãâ??õ í½ÃÅ?ῳ, ἐÏâ?¬õá½¶ í¿Ã¡Â½Â Ïâ?¬í±ÃÂõí»õύÏÆ?õí±í¹ í¿Ã¡Â½Âôí­ üõ Ïâ?¬õí¯ÃÆ?õí¹Ãâ??.
ἦ ἐí¸í­í»õí¹Ãâ?? á½â??Ïâ? ÃÂ’ í±Ã¡Â½ÂÃâ??ὸÏâ?? á¼â?Ãâ?¡Ã¡Â¿Æ?Ïâ?? óí­ÃÂí±Ãâ??, í±Ã¡Â½ÂÃâ??ὰρ á¼â?ü’ í±Ã¡Â½â?Ãâ??Ïâ?°Ãâ??
á¼§ÏÆ?í¸í±í¹ ôõÏâ?¦ÃÅ?üõí½í¿í½, úí­í»õí±í¹ ôí­ üõ Ïâ??á¿â? í½ô’ á¼â?¬Ãâ?¬í¿ôí¿Ã¡Â¿Â¦í½í±í¹;
á¼â?¬í»í»’ õá¼° üÃ¡Â½Â²í½ ôÏŽÏÆ?í¿Ãâ?¦ÃÆ?í¹ óí­ÃÂí±Ãâ?? üõóí¬í¸Ãâ?¦üí¿í¹ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿Ã¡Â½Â¶ 135
á¼â??ρÏÆ?í±í½Ãâ??õÏâ?? úí±Ãâ??á½° í¸Ãâ?¦üÃ¡Â½Â¸í½ Ã¡Â½â?¦Ãâ?¬Ãâ?°Ãâ?? á¼â?¬í½Ãâ??í¬í¾í¹í¿í½ á¼â?ÃÆ?Ïâ??í±í¹í·
õá¼° ôí­ úõ üá½´ ôÏŽÏâ?°ÃÆ?í¹í½ ἐóá½¼ ôí­ úõí½ í±Ã¡Â½ÂÃâ??ὸÏâ?? á¼â?¢í»Ãâ?°üí±í¹
á¼¢ Ïâ??õÃ¡Â½Â¸í½ Ã¡Â¼Â¢ Âá¼´í±í½Ãâ??í¿Ãâ?? Ã¡Â¼Â°Ã¡Â½Â¼í½ óí­ÃÂí±Ãâ??, á¼¢ á½Ë?ôÏâ?¦ÃÆ?á¿â? í¿Ãâ??
á¼â??í¾Ãâ?° á¼â??í»ÃÅ½í½í· á½Æ? ôí­ úõí½ úõÏâ?¡í¿í»ÃÅ½ÃÆ?õÏâ??í±í¹ á½â?¦í½ úõí½ Ã¡Â¼ÂµúÏâ?°üí±í¹.
á¼Ë?í»í»’ ἤÏâ??í¿í¹ üÃ¡Â½Â²í½ Ãâ??í±Ã¡Â¿Â¦Ãâ??í± üõÏâ??í±Ãâ? ÃÂí±ÃÆ?ÏÅ?üõÏÆ?í¸í± úí±Ã¡Â½Â¶ í±Ã¡Â½â??Ïâ??í¹Ãâ??, 140
í½Ã¡Â¿Â¦í½ ô’ á¼â??óõ í½Ã¡Â¿â? í± üí­í»í±í¹í½í±í½ ἐρύÏÆ?ÏÆ?í¿üõí½ õá¼°Ïâ?? á¼â?¦í»í± ôá¿â??í±í½,
Ã¡Â¼Âí½ ô’ ἐρí­Ãâ??í±Ãâ?? ἐÏâ?¬í¹Ãâ??í·ôá½²Ïâ?? á¼â?¬óõí¯ÃÂí¿üõí½, ἐÏâ?? ô’ á¼â??úí±Ãâ??ÏÅ?üí²í·í½
í¸õí¯í¿üõí½, á¼â??í½ ô’ í±Ã¡Â½ÂÃâ??Ã¡Â½Â´í½ çρÏâ?¦ÃÆ?í·íôí± úí±í»í»í¹Ãâ?¬í¬ÃÂÃ¡Â¿Æ?í¿í½
í²í®ÃÆ?í¿üõí½í· õá¼·Ïâ?? ôí­ Ãâ??í¹Ãâ?? á¼â?¬ÃÂÃâ?¡Ã¡Â½Â¸Ãâ?? á¼â?¬í½Ã¡Â½Â´ÃÂ í²í¿Ãâ?¦í»í·Ãâ? ÃÅ?ρí¿Ãâ?? á¼â?ÃÆ?Ïâ??Ïâ?°,
á¼¢ Âá¼´í±Ãâ?? á¼¢ Ἰôí¿üõí½õὺÏâ?? á¼¢ ôá¿â??í¿Ãâ?? á½Ë?ôÏâ?¦ÃÆ?ÏÆ?õὺÏâ?? 145
á¼ á½² ÏÆ?ὺ í í·í»õíôí· Ãâ?¬í¬í½Ãâ??Ïâ?°í½ ἐúÏâ?¬í±óí»ÃÅ?Ïâ??í±Ãâ??’ á¼â?¬í½ôρῶí½,
á½â??Ïâ? ÃÂ’ á¼¥üí¹í½ á¼â??úí¬õρóí¿í½ á¼±í»í¬ÃÆ?ÏÆ?õí±í¹ á¼±õρὰ á¿¥í­í¾í±Ãâ??. í»

í¤Ã¡Â½Â¸í½ ô’ á¼â??ρ’ á½â??Ïâ?¬ÃÅ?ôÃÂí± Ã¡Â¼Â°ôÃ¡Â½Â¼í½ Ãâ?¬ÃÂí¿ÃÆ?í­Ãâ? í· Ïâ?¬ÃÅ?ôí±Ãâ?? á½ úὺÏâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»í»õύÏâ??í·

í« Ã¡Â½Â¬ üí¿í¹, á¼â?¬í½í±í¹ôõí¯í·í½ ἐÏâ?¬í¹õí¹üí­í½õ úõρôí±í»õÏÅ?Ïâ? ÃÂí¿í½
Ïâ?¬Ã¡Â¿Â¶Ãâ?? Ïâ??í¯Ãâ?? Ïâ??í¿í¹ Ïâ?¬ÃÂÃÅ?Ïâ? ÃÂÃâ?°í½ á¼â?Ãâ?¬õÏÆ?í¹í½ Ïâ?¬õí¯í¸í·Ãâ??í±í¹ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹Ã¡Â¿Â¶í½ 150
á¼¢ ὁôÃ¡Â½Â¸í½ Ã¡Â¼Âí»í¸í­üõí½í±í¹ á¼¢ á¼â?¬í½ôρí¬ÃÆ?í¹í½ á¼¶Ïâ? í¹ üí¬Ãâ?¡õÏÆ?í¸í±í¹;
í¿Ã¡Â½Â óὰρ ἐóá½¼ í¤ÃÂÃÅ½Ãâ?°í½ á¼â?¢í½õú’ ἤí»Ãâ?¦í¸í¿í½ í±Ã¡Â¼Â°Ãâ?¡üí·Ãâ??í¬Ãâ?°í½
ôõÃ¡Â¿Â¦ÃÂí¿ üí±Ãâ?¡í·ÃÆ?ÏÅ?üõí½í¿Ãâ??, ἐÏâ?¬õá½¶ í¿Ã¡Â½â? Ïâ??í¯ üí¿í¹ í±Ã¡Â¼Â´Ãâ??í¹í¿í¯ õá¼°ÏÆ?í¹í½í·
í¿Ã¡Â½Â óὰρ Ïâ?¬ÃÅ½Ãâ?¬í¿Ãâ??’ ἐüá½°Ïâ?? í²í¿Ã¡Â¿Â¦Ãâ?? ἤí»í±ÃÆ?í±í½ í¿Ã¡Â½Âôá½² üÃ¡Â½Â²í½ Ã¡Â¼ÂµÃâ?¬Ãâ?¬í¿Ãâ?¦Ãâ??,
í¿Ã¡Â½Âôí­ Ãâ?¬í¿Ãâ??’ Ã¡Â¼Âí½ í¦í¸í¯Ã¡Â¿Æ? ἐρí¹í²ÃÅ½í»í±úí¹ í²Ãâ?°Ãâ??í¹í±í½õí¯ÃÂÃ¡Â¿Æ? 155
úí±ÃÂÃâ?¬Ã¡Â½Â¸í½ ἐôí·í»í®ÃÆ?í±í½Ãâ??’, ἐÏâ?¬õá½¶ ἦ üí¬í»í± Ïâ?¬í¿í»í»Ã¡Â½Â° üõÏâ??í±í¾Ã¡Â½Âº
í¿Ã¡Â½â?ÃÂõí¬ Ãâ??õ ÏÆ?úí¹ÃÅ?õí½Ãâ??í± í¸í¬í»í±ÃÆ?ÏÆ?í¬ Ãâ??õ á¼ Ïâ?¡í®õÏÆ?ÏÆ?í±í·
á¼â?¬í»í»Ã¡Â½Â° ÏÆ?í¿Ã¡Â½Â¶ ὦ üí­ó’ á¼â?¬í½í±í¹ôá½²Ïâ?? á¼â?¦ü’ á¼â??ÏÆ?Ïâ?¬ÃÅ?üõí¸’ á½â??Ïâ? ÃÂí± ÏÆ?ὺ Ïâ?¡í±í¯ÃÂÃ¡Â¿Æ?Ïâ??,
Ïâ??í¹üÃ¡Â½Â´í½ Ã¡Â¼â?¬ÃÂí½ÃÂüõí½í¿í¹ Ã?Å?õí½õí»í¬Ã¡Â¿Â³ ÏÆ?í¿í¯ Ïâ??õ úÏâ?¦í½Ã¡Â¿Â¶Ãâ?¬í±
Ïâ?¬ÃÂÃ¡Â½Â¸Ãâ?? í¤ÃÂÃÅ½Ãâ?°í½í· Ïâ??Ã¡Â¿Â¶í½ í¿Ã¡Â½â? Ïâ??í¹ üõÏâ??í±Ãâ??ρí­Ãâ?¬Ã¡Â¿Æ? í¿Ã¡Â½Âô’ á¼â?¬í»õóí¯í¶õí¹Ãâ??í· 160
úí±Ã¡Â½Â¶ ôí® üí¿í¹ óí­ÃÂí±Ãâ?? í±Ã¡Â½ÂÃâ??ὸÏâ?? á¼â?¬Ãâ? í±í¹ÃÂí®ÃÆ?õÏÆ?í¸í±í¹ á¼â?¬Ãâ?¬õí¹í»õá¿â??Ïâ??,
á¾§ á¼â?Ãâ?¬í¹ Ïâ?¬í¿í»í»Ã¡Â½Â° üÏÅ?óí·ÃÆ?í±, ôÏÅ?ÏÆ?í±í½ ôí­ üí¿í¹ Ïâ?¦Ã¡Â¼Â·õÏâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹Ã¡Â¿Â¶í½.
í¿Ã¡Â½Â üÃ¡Â½Â²í½ ÃÆ?í¿í¯ Ïâ?¬í¿Ãâ??õ á¼¶ÏÆ?í¿í½ á¼â?Ãâ?¡Ãâ?° óí­ÃÂí±Ãâ?? ὁÏâ?¬Ãâ?¬ÃÅ?Ïâ??’ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹í¿Ã¡Â½Â¶
í¤ÃÂÃÅ½Ãâ?°í½ ἐúÏâ?¬í­ÃÂÃÆ?Ïâ?°ÃÆ?’ õá½â?? í½í±í¹ÃÅ?üõí½í¿í½ Ïâ?¬Ãâ??í¿í»í¯õí¸ÃÂí¿í½í·
á¼â?¬í»í»Ã¡Â½Â° Ïâ??ὸ üÃ¡Â½Â²í½ Ãâ?¬í»õá¿â??í¿í½ Ïâ?¬í¿í»Ãâ?¦í¬ÃÅ úí¿Ãâ?? Ïâ?¬í¿í»í­üí¿í¹í¿ 165
Ïâ?¡õá¿â??ρõÏâ?? ἐüí±Ã¡Â½Â¶ ôí¹í­Ãâ?¬í¿Ãâ?¦ÃÆ?’í· Ã¡Â¼â?¬Ãâ??ὰρ Ã¡Â¼Â¤í½ Ãâ?¬í¿Ãâ??õ ôí±ÃÆ?üὸÏâ?? á¼µúí·Ãâ??í±í¹,
ÏÆ?í¿Ã¡Â½Â¶ Ïâ??ὸ óí­ÃÂí±Ãâ?? Ïâ?¬í¿í»Ã¡Â½Âº üõá¿â??í¶í¿í½, ἐóá½¼ ô’ á½â?¬í»í¯óí¿í½ Ïâ??õ Ïâ? í¯í»í¿í½ Ïâ??õ
á¼â?ÃÂÃâ?¡í¿ü’ á¼â?Ãâ?¡Ãâ?°í½ ἐÏâ?¬Ã¡Â½Â¶ í½Ã¡Â¿â? í±Ãâ??, ἐÏâ?¬õí¯ úõ úí¬üÏâ?° Ïâ?¬í¿í»õüí¯í¶Ãâ?°í½.
í½Ã¡Â¿Â¦í½ ô’ õá¼¶üí¹ í¦í¸í¯í·í½ ô’, ἐÏâ?¬õá½¶ ἦ Ïâ?¬í¿í»Ã¡Â½Âº Ïâ? í­ÃÂÃâ??õρÏÅ?í½ Ã¡Â¼ÂÃÆ?Ïâ??í¹í½
í¿Ã¡Â¼Â´úí±ô’ á¼´üõí½ ÃÆ?Ã¡Â½Âºí½ í½í·Ãâ?¦ÃÆ?á½¶ úí¿ÃÂÃâ?°í½í¯ÃÆ?í¹í½, í¿Ã¡Â½Âôí­ ÃÆ?’ á½â?¬íÃâ?° 170
ἐí½í¸í¬ô’ á¼â??Ïâ??í¹üí¿Ãâ?? Ã¡Â¼ÂÃ¡Â½Â¼í½ Ã¡Â¼â??Ïâ? õí½í¿Ãâ?? úí±Ã¡Â½Â¶ Ïâ?¬í»í¿Ã¡Â¿Â¦Ãâ??í¿í½ á¼â?¬Ãâ? ÃÂí¾õí¹í½. í»

í¤Ã¡Â½Â¸í½ ô’ á¼ üõí¯í²õÏâ??’ á¼â?Ãâ?¬õí¹Ãâ??í± Ã¡Â¼â??í½í±í¾ á¼â?¬í½ôÃÂÃ¡Â¿Â¶í½ Ã¡Â¼Ë?óí±üí­üí½Ãâ?°í½í·

í« í¦õῦóõ üí¬í»’, õá¼´ Ïâ??í¿í¹ í¸Ãâ?¦üὸÏâ?? ἐÏâ?¬í­ÃÆ?ÏÆ?Ïâ?¦Ãâ??í±í¹, í¿Ã¡Â½Âôí­ ÃÆ?’ á¼â?óÏâ?°óõ
í»í¯ÃÆ?ÏÆ?í¿üí±í¹ õá¼µí½õú’ ἐüõá¿â??í¿ üí­í½õí¹í½í· Ïâ?¬í¬ÃÂ’ á¼â?üí¿í¹óõ úí±Ã¡Â½Â¶ á¼â??í»í»í¿í¹
í¿Ã¡Â¼Âµ úí­ üõ Ïâ??í¹üí®ÃÆ?í¿Ãâ?¦ÃÆ?í¹, üí¬í»í¹ÃÆ?Ïâ??í± ôá½² üí·Ãâ??í¯õÏâ??í± ÂõύÏâ??. 175
á¼â?Ãâ?¡í¸í¹ÃÆ?Ïâ??í¿Ãâ?? ôí­ üí¿í¯ ἐÏÆ?ÏÆ?í¹ ôí¹í¿Ãâ??ρõÏâ? í­Ãâ?°í½ í²í±ÃÆ?í¹í»í®Ãâ?°í½í·
í±Ã¡Â¼Â°õá½¶ óí¬ÃÂ Ïâ??í¿í¹ á¼â?ÃÂí¹Ãâ?? Ïâ??õ Ïâ? í¯í»í· Ïâ?¬ÃÅ?í»õüí¿í¯ Ïâ??õ üí¬Ãâ?¡í±í¹ Ïâ??õí·
õá¼° üí¬í»í± úí±ÃÂÃâ??õρÏÅ?Ïâ?? ἐÏÆ?ÏÆ?í¹, í¸õÏÅ?Ïâ?? Ïâ?¬í¿Ãâ?¦ ÏÆ?í¿Ã¡Â½Â¶ Ïâ??ÏÅ? ó’ á¼â?ôÏâ?°úõí½í·
í¿Ã¡Â¼Â´úí±ô’ Ã¡Â¼Â°Ã¡Â½Â¼í½ ÃÆ?Ã¡Â½Âºí½ í½í·Ãâ?¦ÃÆ?í¯ Ãâ??õ ÏÆ?á¿â?¡Ãâ?? úí±Ã¡Â½Â¶ ÏÆ?í¿Ã¡Â¿â??Ïâ?? á¼â??Ïâ??í¬ÃÂí¿í¹ÃÆ?í¹
Ã?Å?Ïâ?¦ÃÂüí¹ôÏÅ?í½õÏÆ?ÏÆ?í¹í½ á¼â??í½í±ÃÆ?ÏÆ?õ, ÏÆ?í­í¸õí½ ô’ ἐóá½¼ í¿Ã¡Â½Âú á¼â?¬í»õóí¯í¶Ãâ?°, 180
í¿Ã¡Â½Âô’ á½â??í¸í¿üí±í¹ úí¿Ãâ??í­í¿í½Ãâ??í¿Ãâ??í· Ã¡Â¼â?¬Ãâ?¬õí¹í»í®ÃÆ?Ïâ?° ôí­ Ãâ??í¿í¹ á½§ôõí·
ὡÏâ?? á¼â?ü’ á¼â?¬Ãâ? í±í¹ÃÂõá¿â??Ïâ??í±í¹ çρÏâ?¦ÃÆ?í·íôí± í¦í¿Ã¡Â¿â??í²í¿Ãâ?? á¼Ë?Ïâ?¬ÃÅ?í»í»Ãâ?°í½,
Ïâ??Ã¡Â½Â´í½ üÃ¡Â½Â²í½ Ã¡Â¼Âóá½¼ ÏÆ?Ã¡Â½Âºí½ í½í·í Ïâ??’ ἐüá¿â?¡ úí±Ã¡Â½Â¶ ἐüí¿Ã¡Â¿â??Ïâ?? á¼â??Ïâ??í¬ÃÂí¿í¹ÃÆ?í¹
Ïâ?¬í­üÏË?Ïâ?°, ἐóá½¼ ôí­ ú’ á¼â??óÏâ?° Âρí¹ÃÆ?í·íôí± úí±í»í»í¹Ãâ?¬í¬ÃÂÃ¡Â¿Æ?í¿í½
í±Ã¡Â½ÂÃâ??ὸÏâ?? Ã¡Â¼Â°Ã¡Â½Â¼í½ úí»í¹ÃÆ?í¯í·í½ ôá½² Ïâ??ὸ ÏÆ?Ã¡Â½Â¸í½ óí­ÃÂí±Ãâ?? á½â??Ïâ? ÃÂ’ ἐῢ õá¼°ôá¿â?¡Ãâ?? 185
á½â?¦ÃÆ?ÏÆ?í¿í½ Ïâ? í­ÃÂÃâ??õρÏÅ?Ïâ?? õá¼°üí¹ ÃÆ?í­í¸õí½, ÏÆ?Ïâ??Ïâ?¦óí­Ã¡Â¿Æ? ôá½² úí±Ã¡Â½Â¶ á¼â??í»í»í¿Ãâ??
á¼¶ÏÆ?í¿í½ ἐüí¿Ã¡Â½Â¶ Ïâ? í¬ÃÆ?í¸í±í¹ úí±Ã¡Â½Â¶ ὁüí¿í¹Ãâ?°í¸í®üõí½í±í¹ á¼â??í½Ãâ??í·í½. í»

clau5

ὫÏâ?? Ïâ? í¬Ãâ??í¿í· í í·í»õíÃâ?°í½í¹ ô’ á¼â??Ïâ?¡í¿Ãâ?? óí­í½õÏâ??’, Ã¡Â¼Âí½ ôí­ í¿Ã¡Â¼Â± ἦÏâ??í¿ÃÂ
ÏÆ?Ïâ??í®í¸õÏÆ?ÏÆ?í¹í½ í»í±ÃÆ?í¯í¿í¹ÃÆ?í¹ ôí¹í¬í½ôí¹Ãâ?¡í± üõρüí®ÃÂí¹í¾õí½,
á¼¢ á½â?¦ óõ Ïâ? í¬ÃÆ?óí±í½í¿í½ á½â?¬í¾Ã¡Â½Âº ἐρÏâ?¦ÃÆ?ÏÆ?í¬üõí½í¿Ãâ?? Ïâ?¬í±ÃÂÃ¡Â½Â° üí·ÃÂí¿Ã¡Â¿Â¦ 190
Ïâ??í¿Ã¡Â½ÂºÃâ?? üÃ¡Â½Â²í½ Ã¡Â¼â?¬í½í±ÃÆ?Ïâ??í®ÃÆ?õí¹õí½, á½Æ? ô’ á¼Ë?Ïâ??ρõíôí·í½ ἐí½í±ÃÂí¯í¶í¿í¹,
ἦõ Ïâ?¡ÃÅ?í»í¿í½ Ïâ?¬í±ÃÂÃÆ?õí¹õí½ Ã¡Â¼ÂÃÂí·Ãâ??ύÏÆ?õí¹í­ Ïâ??õ í¸Ãâ?¦üÏÅ?í½.
á¼§í¿Ãâ?? á½Æ? Ïâ??í±Ã¡Â¿Â¦í¸’ ὥρüí±í¹í½õ úí±Ãâ??á½° Ïâ? ÃÂí­í½í± úí±Ã¡Â½Â¶ úí±Ãâ??á½° í¸Ãâ?¦üÏÅ?í½,
á¼â?¢í»úõÏâ??í¿ ô’ ἐú úí¿í»õí¿Ã¡Â¿â??í¿ üí­óí± í¾í¯Ãâ? í¿Ãâ??, ἦí»í¸õ ô’ á¼Ë?í¸í®í½í·
í¿Ã¡Â½ÂÃÂí±í½ÃÅ?í¸õí½í· Ïâ?¬ÃÂÃ¡Â½Â¸ óὰρ á¼§úõ í¸õá½° í»õÏâ?¦úÏŽí»õí½í¿Ãâ?? Ã¡Â¼Â­ÃÂí· 195
á¼â??üÏâ? Ãâ?° ὁüá¿¶Ïâ?? í¸Ãâ?¦üá¿· Ïâ? í¹í»í­í¿Ãâ?¦ÃÆ?í¬ Ãâ??õ úí·ôí¿üí­í½í· Ïâ??õí·
ÏÆ?Ïâ??á¿â?  ô’ á½â??Ïâ?¬í¹í¸õí½, í¾í±í½í¸Ã¡Â¿â? Ãâ?? ôá½² úÏÅ?üí·Ãâ?? á¼â?¢í»õ í í·í»õíÃâ?°í½í±
í¿Ã¡Â¼Â´Ã¡Â¿Â³ Ïâ? í±í¹í½í¿üí­í½í·í· Ïâ??Ã¡Â¿Â¶í½ ô’ á¼â??í»í»Ãâ?°í½ í¿Ã¡Â½â? Ïâ??í¹Ãâ?? ὁρᾶÏâ??í¿í·
í¸í¬üí²í·ÃÆ?õí½ ô’ á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»õύÏâ??, üõÏâ??á½° ô’ ἐÏâ??ρí¬Ãâ?¬õÏâ??’, í±Ã¡Â½ÂÃâ??í¯úí± ô’ á¼â?óí½Ãâ?°
í í±í»í»í¬ô’ á¼Ë?í¸í·í½í±í¯í·í½í· ôõí¹í½Ã¡Â½Â¼ ôí­ í¿Ã¡Â¼Â± á½â??ÏÆ?ÏÆ?õ Ïâ? í¬í±í½í¸õí½í· 200
úí±í¯ üí¹í½ Ïâ? Ãâ?°í½í®ÃÆ?í±Ãâ?? á¼â?Ãâ?¬õí± Ãâ?¬Ãâ??õρÏÅ?õí½Ãâ??í± Ãâ?¬ÃÂí¿ÃÆ?í·ÃÂôí±í·

í« í¤í¯Ãâ?¬Ãâ??’ í±Ã¡Â½â??Ïâ??’ í±Ã¡Â¼Â°óí¹ÃÅ?Ïâ?¡í¿í¹í¿ Ã?â?í¹Ã¡Â½Â¸Ãâ?? Ïâ??í­úí¿Ãâ?? õá¼°í»í®í»í¿Ãâ?¦í¸í±Ãâ??;
ἦ á¼µí½í± á½â?¢í²ÃÂí¹í½ á¼´ôá¿Æ? á¼Ë?óí±üí­üí½í¿í½í¿Ãâ?? á¼Ë?Ïâ??ρõíôí±í¿;
á¼â?¬í»í»’ á¼â?ú Ïâ??í¿í¹ ἐρí­Ãâ?°, Ïâ??ὸ ôá½² úí±Ã¡Â½Â¶ Ïâ??õí»í­õÏÆ?í¸í±í¹ á½â?¬íÃâ?°í·
á¾â??Ïâ?? á½â??Ïâ?¬õρí¿Ãâ?¬í»í¯Ã¡Â¿Æ?ÏÆ?í¹ Ãâ??í¬Ãâ?¡’ á¼â??í½ Ãâ?¬í¿Ãâ??õ í¸Ãâ?¦üÃ¡Â½Â¸í½ Ã¡Â½â?¬í»í­ÃÆ?ÏÆ?á¿Æ?. í» 205

í¤Ã¡Â½Â¸í½ ô’ í±Ã¡Â½â??Ïâ??õ Ïâ?¬ÃÂí¿ÃÆ?í­õí¹Ãâ?¬õ í¸õá½° óí»í±Ãâ?¦úá¿¶Ïâ?¬í¹Ãâ?? á¼Ë?í¸í®í½í·í·

í« Ã¡Â¼Â¯í»í¸í¿í½ ἐóá½¼ Ïâ?¬í±ÃÂÃÆ?í¿Ãâ?¦ÃÆ?í± Ãâ??ὸ ÏÆ?Ã¡Â½Â¸í½ üí­í½í¿Ãâ??, í±Ã¡Â¼Â´ úõ Ïâ?¬í¯í¸í·í±í¹,
í¿Ã¡Â½ÂÃÂí±í½ÃÅ?í¸õí½í· Ïâ?¬ÃÂÃ¡Â½Â¸ ôí­ ü’ á¼§úõ í¸õá½° í»õÏâ?¦úÏŽí»õí½í¿Ãâ?? Ἥρí·
á¼â??üÏâ? Ãâ?° ὁüá¿¶Ïâ?? í¸Ãâ?¦üá¿· Ïâ? í¹í»í­í¿Ãâ?¦ÃÆ?í¬ Ãâ??õ úí·ôí¿üí­í½í· Ïâ??õí·
á¼â?¬í»í»’ á¼â??óõ í»Ã¡Â¿â? ó’ á¼â?ÃÂí¹ôí¿Ãâ??, üí·ôá½² í¾í¯Ãâ? í¿Ãâ?? á¼â?¢í»úõí¿ Ãâ?¡õí¹ÃÂí¯í· 210
á¼â?¬í»í»’ ἤÏâ??í¿í¹ á¼â?Ãâ?¬õÏÆ?í¹í½ üÃ¡Â½Â²í½ Ã¡Â½â?¬í½õí¯ôí¹ÃÆ?í¿í½ ὡÏâ?? á¼â?ÃÆ?õÏâ??í±í¯ Ïâ?¬õρí·
á½§ôõ óὰρ ἐí¾õρí­Ãâ?°, Ïâ??ὸ ôá½² úí±Ã¡Â½Â¶ Ïâ??õÏâ??õí»õÏÆ?üí­í½í¿í½ á¼â?ÃÆ?Ïâ??í±í¹í·
úí±í¯ Ïâ?¬í¿Ãâ??í­ Ãâ??í¿í¹ Ïâ??ρὶÏâ?? Ïâ??ÏÅ?ÏÆ?ÏÆ?í± Ãâ?¬í±ÃÂí­ÃÆ?ÏÆ?õÏâ??í±í¹ á¼â?¬óí»í±Ã¡Â½Â° ôῶρí±
á½â?¢í²ÃÂí¹í¿Ãâ?? õá¼µí½õúí± Ãâ??á¿â? ÃÆ?ôõí· ÃÆ?ὺ ô’ á¼´ÏÆ?Ïâ?¡õí¿, Ïâ?¬õí¯í¸õí¿ ô’ ἡüá¿â??í½. í»

í¤Ã¡Â½Â´í½ ô’ á¼â?¬Ãâ?¬í±üõí¹í²ÃÅ?üõí½í¿Ãâ?? Ïâ?¬ÃÂí¿ÃÆ?í­Ãâ? í· Ïâ?¬ÃÅ?ôí±Ãâ?? á½ úὺÏâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»í»õύÏâ??í· 215

í« çρὴ üÃ¡Â½Â²í½ ÃÆ?Ïâ? Ãâ?°íÃâ??õρÏÅ?í½ óõ í¸õá½° á¼â?Ãâ?¬í¿Ãâ?? õἰρύÏÆ?ÏÆ?í±ÃÆ?í¸í±í¹
úí±Ã¡Â½Â¶ üí¬í»í± Ïâ?¬õρ í¸Ãâ?¦üá¿· úõÏâ?¡í¿í»Ãâ?°üí­í½í¿í½í· á½§Ïâ?? óὰρ á¼â??üõí¹í½í¿í½í·
á½â?¦Ãâ?? úõ í¸õí¿Ã¡Â¿â??Ïâ?? ἐÏâ?¬í¹Ãâ?¬õí¯í¸í·Ãâ??í±í¹ üí¬í»í± Ïâ??’ á¼â?úí»Ãâ?¦í¿í½ í±Ã¡Â½ÂÃâ??í¿Ã¡Â¿Â¦. í»

á¼® úí±Ã¡Â½Â¶ ἐÏâ?¬’ á¼â?¬ÃÂóÏâ?¦ÃÂí­Ã¡Â¿Æ? úÏŽÏâ?¬Ã¡Â¿Æ? ÏÆ?Ïâ?¡í­í¸õ Ïâ?¡õá¿â??ÃÂí± í²í±ÃÂõá¿â??í±í½,
á¼â??ÏË? ô’ ἐÏâ?? úí¿Ãâ?¦í»õÃ¡Â½Â¸í½ Ã¡Â½Â¦ÃÆ?õ üí­óí± í¾í¯Ãâ? í¿Ãâ??, í¿Ã¡Â½Âô’ á¼â?¬Ãâ?¬í¯í¸í·ÃÆ?õ 220
üύí¸Ã¡Â¿Â³ á¼Ë?í¸í·í½í±í¯í·Ãâ??í· Ã¡Â¼Â£ ô’ Ã?Ÿá½â?í»Ãâ?¦üÏâ?¬í¿í½ ôá½² í²õí²í®úõí¹
ôÏŽüí±Ãâ??’ ἐÏâ?? í±Ã¡Â¼Â°óí¹ÃÅ?Ïâ?¡í¿í¹í¿ Ã?â?í¹Ã¡Â½Â¸Ãâ?? üõÏâ??á½° ôí±í¯üí¿í½í±Ãâ?? á¼â??í»í»í¿Ãâ?¦Ãâ??.

í í·í»õíôí·Ãâ?? ô’ ἐí¾í±Ã¡Â¿Â¦Ãâ??í¹Ãâ?? á¼â?¬Ãâ??í±ÃÂÃâ??í·ÃÂí¿Ã¡Â¿â??Ïâ?? ἐÏâ?¬í­õÏÆ?ÏÆ?í¹í½
á¼Ë?Ïâ??ρõíôí·í½ Ïâ?¬ÃÂí¿ÃÆ?í­õí¹Ãâ?¬õ, úí±Ã¡Â½Â¶ í¿Ã¡Â½â? Ïâ?¬Ãâ?° í»Ã¡Â¿â? óõ Ïâ?¡ÃÅ?í»í¿í¹í¿í·

í« Ã?Ÿá¼°í½í¿í²í±ÃÂí­Ãâ??, úÏâ?¦í½Ã¡Â½Â¸Ãâ?? á½â??üüí±Ãâ??’ á¼â?Ãâ?¡Ãâ?°í½, úρí±ôí¯í·í½ ô’ ἐí»í¬Ãâ? í¿í¹í¿, 225
í¿Ã¡Â½â?Ãâ??í­ Ãâ?¬í¿Ãâ??’ ἐÏâ?? Ïâ?¬ÃÅ?í»õüí¿í½ á¼â?¦üí± í»í±Ã¡Â¿Â· í¸Ãâ?°ÃÂí·Ãâ?¡í¸Ã¡Â¿â? í½í±í¹
í¿Ã¡Â½â?Ãâ??õ í»ÃÅ?Ïâ?¡í¿í½ ô’ á¼°í­í½í±í¹ ÏÆ?Ã¡Â½Âºí½ Ã¡Â¼â?¬ÃÂí¹ÃÆ?Ïâ??í®õÏÆ?ÏÆ?í¹í½ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹Ã¡Â¿Â¶í½
Ïâ??í­Ãâ??í»í·úí±Ãâ?? í¸Ãâ?¦üÃ¡Â¿Â·í· Ãâ??ὸ ôí­ Ãâ??í¿í¹ úὴρ õá¼´ôõÏâ??í±í¹ õá¼¶í½í±í¹.
ἦ Ïâ?¬í¿í»Ã¡Â½Âº í»ÃÅ½ÃÅ ÃÅ?í½ Ã¡Â¼ÂÃÆ?Ïâ??í¹ úí±Ãâ??á½° ÏÆ?Ïâ??ρí±Ãâ??Ã¡Â½Â¸í½ õÃ¡Â½ÂÃÂÃ¡Â½Âºí½ Ã¡Â¼Ë?Ïâ?¡í±í¹Ã¡Â¿Â¶í½
ôῶρ’ á¼â?¬Ãâ?¬í¿í±í¹ÃÂõá¿â??ÏÆ?í¸í±í¹ á½â?¦Ãâ?? Ïâ??í¹Ãâ?? ÏÆ?í­í¸õí½ Ã¡Â¼â?¬í½Ãâ??í¯í¿í½ õá¼´Ïâ?¬Ã¡Â¿Æ?í· 230
ôí·üí¿í²ÃÅ?ρí¿Ãâ?? í²í±ÃÆ?í¹í»õὺÏâ?? ἐÏâ?¬õá½¶ í¿Ã¡Â½ÂÃâ??í¹ôí±í½í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹í½ á¼â?¬í½í¬ÃÆ?ÏÆ?õí¹Ãâ??í·
ἦ óὰρ á¼â??í½ Ã¡Â¼Ë?Ïâ??ρõíôí· í½Ã¡Â¿Â¦í½ á½â?¢ÃÆ?Ïâ??í±Ãâ??í± í»Ãâ?°í²í®ÃÆ?í±í¹í¿.
á¼â?¬í»í»’ á¼â?ú Ïâ??í¿í¹ ἐρí­Ãâ?° úí±Ã¡Â½Â¶ ἐÏâ?¬Ã¡Â½Â¶ üí­óí±í½ á½â?¦ÃÂúí¿í½ á½â?¬üí¿Ã¡Â¿Â¦üí±í¹í·
í½í±Ã¡Â½Â¶ üá½° Ïâ??ÏÅ?ôõ ÏÆ?úá¿â? Ãâ?¬Ãâ??ρí¿í½, Ïâ??ὸ üÃ¡Â½Â²í½ í¿Ã¡Â½â? Ïâ?¬í¿Ãâ??õ Ïâ? ÃÂí»í»í± úí±Ã¡Â½Â¶ á½â??í¶í¿Ãâ?¦Ãâ??
Ïâ? ÃÂÃÆ?õí¹, ἐÏâ?¬õá½¶ ôá½´ Ïâ?¬ÃÂÃ¡Â¿Â¶Ãâ??í± Ãâ??í¿üÃ¡Â½Â´í½ Ã¡Â¼Âí½ Ã¡Â½â??ρõÏÆ?ÏÆ?í¹ í»í­í»í¿í¹Ãâ?¬õí½, 235
í¿Ã¡Â½Âô’ á¼â?¬í½í±í¸í·í»í®ÃÆ?õí¹í· Ïâ?¬õρὶ óí¬ÃÂ Ã¡Â¿Â¥í¬ Ã¡Â¼â?? Ïâ?¡í±í»úὸÏâ?? á¼â?í»õÏË?õ
Ïâ? ÃÂí»í»í¬ Ïâ??õ úí±Ã¡Â½Â¶ Ïâ? í»í¿í¹ÃÅ?í½í· í½Ã¡Â¿Â¦í½ í±Ã¡Â½â??Ïâ??í­ üí¹í½ Ïâ?¦Ã¡Â¼Â·õÏâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹Ã¡Â¿Â¶í½
Ã¡Â¼Âí½ Ãâ?¬í±í»í¬üá¿Æ?Ïâ?? Ïâ? í¿ÃÂí­í¿Ãâ?¦ÃÆ?í¹ ôí¹úí±ÃÆ?Ïâ?¬ÃÅ?í»í¿í¹, í¿Ã¡Â¼Âµ Ïâ??õ í¸í­üí¹ÃÆ?Ïâ??í±Ãâ??
Ïâ?¬ÃÂÃ¡Â½Â¸Ãâ?? Ã?â?í¹Ã¡Â½Â¸Ãâ?? õἰρύí±Ãâ??í±í¹í· á½Æ? ôí­ Ãâ??í¿í¹ üí­óí±Ãâ?? á¼â?ÃÆ?ÏÆ?õÏâ??í±í¹ á½â?¦ÃÂúí¿Ãâ??í·
ἦ Ïâ?¬í¿Ãâ??’ á¼Ë?Ïâ?¡í¹í»í»Ã¡Â¿â? í¿Ãâ?? Ïâ?¬í¿í¸Ã¡Â½Â´ á¼µí¾õÏâ??í±í¹ Ïâ?¦Ã¡Â¼Â·í±Ãâ?? á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹Ã¡Â¿Â¶í½ 240
ÏÆ?ύüÏâ?¬í±í½Ãâ??í±Ãâ??í· Ãâ??ÏÅ?Ïâ??õ ô’ í¿Ã¡Â½â? Ïâ??í¹ ôÏâ?¦í½í®ÃÆ?õí±í¹ á¼â?¬Ãâ?¡í½ÃÂüõí½ÃÅ?Ïâ?? Ïâ?¬õρ
Ïâ?¡ÃÂí±í¹ÃÆ?üõá¿â??í½, õá½â??Ïâ??’ á¼â??í½ Ãâ?¬í¿í»í»í¿Ã¡Â½Â¶ á½â??Ïâ? ‘ ἝúÏâ??í¿ÃÂí¿Ãâ?? á¼â?¬í½ôρí¿Ãâ? ÃÅ?í½í¿í¹í¿
í¸í½í®ÃÆ?úí¿í½Ãâ??õÏâ?? Ïâ?¬í¯Ãâ?¬Ãâ??Ïâ?°ÃÆ?í¹í· ÏÆ?ὺ ô’ á¼â?í½ôí¿í¸í¹ í¸Ãâ?¦üÃ¡Â½Â¸í½ Ã¡Â¼â?¬üύí¾õí¹Ãâ??
Ïâ?¡Ãâ?°ÃÅ?üõí½í¿Ãâ?? á½â?¦ Ïâ??’ á¼â??ρí¹ÃÆ?Ïâ??í¿í½ á¼Ë?Ïâ?¡í±í¹Ã¡Â¿Â¶í½ í¿Ã¡Â½ÂôÃ¡Â½Â²í½ Ã¡Â¼â?Ãâ??í¹ÃÆ?í±Ãâ??. í»

ὫÏâ?? Ïâ? í¬Ãâ??í¿ í í·í»õíôí·Ãâ??, Ïâ?¬í¿Ãâ??á½¶ ôá½² ÏÆ?úá¿â? Ãâ?¬Ãâ??ρí¿í½ í²í¬í»õ óí±í¯Ã¡Â¿Æ? 245
Ïâ?¡ÃÂÃâ?¦ÃÆ?õí¯í¿í¹Ãâ?? á¼¥í»í¿í¹ÃÆ?í¹ Ãâ?¬õÏâ?¬í±ÃÂüí­í½í¿í½, á¼â?¢í¶õÏâ??í¿ ô’ í±Ã¡Â½ÂÃâ??ÏÅ?Ïâ??í·
á¼Ë?Ïâ??ρõíôí·Ãâ?? ô’ á¼â??Ïâ??í­ÃÂÃâ?°í¸õí½ Ã¡Â¼Âüí®í½í¹õí· Ãâ??í¿Ã¡Â¿â??ÏÆ?í¹ ôá½² íí­ÃÆ?Ïâ??Ïâ?°ÃÂ
ἡôÏâ?¦õÏâ?¬Ã¡Â½Â´Ãâ?? á¼â?¬í½ÃÅ?ρí¿Ãâ?¦ÃÆ?õ í»í¹óὺÏâ?? í Ãâ?¦í»í¯Ãâ?°í½ á¼â?¬óí¿ÃÂí·Ãâ??í®Ãâ??,

clau10

Canta-me ó deusa, do Peleio Aquiles
A ira tenaz, que, lutuosa aos Gregos,
Verdes no Orco lançou mil fortes almas,
Corpos de heróis a cães e abutres pasto:
Lei foi de Jove, em rixa ao discordarem
O de homens chefe e o Mí­rmidon divino.

Nume há que os malquistasse? O que o Supremo
Teve em Latona. Infenso um letal morbo
No campo ateia; o povo perecia,
Só porque o rei desacatara a Crises.
Com ricos dons remir viera a filha
Aos alados baixéis, nas mãos o cetro
E a do certeiro Apolo í­nfula sacra.
Ora e aos irmãos potentes mais se humilha:
“Atridas, Vós Aqueus de fina greva,
Raso o muro Priâmeo, assim regresso
Vos dêem feliz do Olimpo os moradores!
Peço a minha Criseida, eis seu resgate;
Reverentes a prole do Tonante,
Ao Longe-vibrador, soltai-me a filha.”

Que, aceito o preço esplêndido, se acate
O sacerdote murmuraram todos;
Mas desprouve a Agamêmnon, que o doesta
E expele duro: “Em cerco í s naus bojudas
Não me apareças mais, quer ouses, velho,
Deter-te ou retornar; nem áureo cetro.
Nem í­nfula do deus quiçá te valha.
Nunca a libertarei, té que envelheça
Fora da pátria, em meu palácio de Argos
A urdir-me teias e a compor meu leito.
Sai, não me irrites, se te queres salvo.”

Taciturno, o ancião treme e obedece.
Busca as do mar flutissonantes praias.
Ao que pariu pulcrí­coma Latona
Afastando-se impreca: “Arcitenente,
Ouve, Esminteu, que Tênedos enfreias.
Crisa proteges e a divina Cila,
Se de festões colguei teu santuário,
Se de cabras e touros coxas pingues
Te hei queimado, compraze-me os desejos,
A tiros teus meu choro os Dânaos paguem.”

Febo, a tais preces, arco e aljava cruza,
Do vértice do céu baixa iracundo;
Vem semelhante í  noite, e a cada passo
Tinem-lhe ao ombro as frechas. Ante a frota
Suspenso, a farpa do carcás descaixa,
Terrí­vel o arco argênteo estala e zune:
Moles primeiramente a cães e mulos,
Depois com vira acerba ataca os homens,
De cadáveres sempre a arder fogueiras.
As tropas dias nove asseteadas,
Ao décimo as convida e ajunta Aquiles;
Inspiração da bracení­vea Juno,
Que seus Dânaos morrer cuidosa via.
Ele, em pinha o congresso, velocí­pede
Se alça e diz: “A escaparmos, julgo, Atrida,
Retrocedermos errabundos cabe:
Peste os nossos consome e os ceifa a guerra.
Eia, adivinho, arúspice, ou de sonhos
(Jove os envia) conjector se inquira,
Que explique a ofensa do agastado Febo:
Se a votos e hecatombes lhe faltamos;
Se, para desarmar-se, olor de assados
Cordeiros nos reclama e nédias cabras.”

clau7

A seu lugar tornou. De íugures mestre,
No passado e presente e porvir sábio,
Surgiu Calcas Testórides, que í  Tróia
Por influxos de Apolo as naus guiara,
E concionando exordiou prudente:
“Mandas-me, ó caro a Júpiter, o agravo
Do Grã frecheiro expor. Aqui prometas
Com braço e voz cobrir-me: o fel eu temo
Do amplo-reinante que domina os Graios;
E ao fraco se um monarca ódio concebe,
Cose-o e concentra, enquanto o não sacia.
Tu me assegura. “ – “Afouto, brada Aquiles,
Vaticina. Por Febo, a Jove grato,
A quem rogas e oráculos te ensina,
Nenhum, desfrute eu vivo o térreo aspecto,
Nenhum violentas mãos te porá, Calcas;
Nem que seja Agamêmnon, que entre Aquivos.
De mais prestante e augusto se ufaneia.”

Anima-se o bom velho: “Sacrifí­cios
Nem votos pede Apolo; em nós o ultraje
Punindo vai do Atrida, que ao ministro
O livramento rejeitou da filha;
Nem grave a destra poupará castigos,
Se não reverte a jovem de olhos pretos,
Sem resgate ou presente, ao pai querido,
Remetendo-se a Crisa uma hecatombe.
Com isto por ventura o deus se aplaque.”

O íugur mal se abancava, o rei soberbo,
Senhor pujante, merencório ergueu-se:
Raiva as entranhas lhe intumesce e afuma,
Cintila a vista em brasa; esguelha a Calcas
Tétrico cenho: “Desastroso vate,
Nunca essa boca aprouve-me: o teu ponto
É pregoar desditas; nem palavra
Nem obra tens que preste. Agora os Dânaos,
Pena-os Febo em vingança da retida
Criseida em quem me inflamo, a quem pospunha
Clitemnestra gentil que esposei virgem,
Que não lhe cede em garbo, engenho e prendas.
Pois mais convêm, liberta a restituo;
Sadio o anseio, não padeça o povo.
Mas preparai-me um prêmio; eu só dos Gregos
Dele excluí­do ser, não me é decente;
O meu, testemunhais, me foi roubado.”

Controverte o Peleio: “Vanglorioso
Avidí­ssimo Atrida, que outra paga
Exiges dos magnânimos Aquivos?
Por dividir ignoro onde haja espólio;
Partiu-se o das cidades saqueadas;
Hoje um novo sorteio é repugnante.
Ao deus concede-a; recompensa triple,
E quádrupla terás, quando o Satúrnio
Derrocar nos outorgue a excelsa Tróia.”

clau9

Retorque o rei: “Se és bravo, ó divo Aquiles,
Com dolo e subterfúgios, não me enganes:
Possuis tua cativa, eu perco a minha;
E impões que de perdê-la me contente?
Meu peito satisfaçam de igual prenda
Os liberais Aqueus; senão teu prêmio,
De Ulisses ou de íjax, trarei comigo:
Amargará quem for. Sobrestejamos
Nisto por ora. Ao Pélago deitemos
Negra nau bem remada, que transporte
A hecatombe e Criseida esbelta e linda.
Um dos cabos, íjax, o egrégio Ulisses,
Idomeneu comande-a, ou tu Pelides,
Tremendí­ssimo herói, para que Apolo
Nos tentes granjear com sacrifí­cios.”

“Ah! Como, o vulto fecha e estronda Aquiles,
Vulpina alma sem pejo, a teus acenos.
Há quem marche a conflitos e emboscadas?
Não vim bater os valorosos Teucros
Por queixa pessoal; corcéis nem reses
Me furtaram, nem agros destruí­ram
Da altriz guerreira Ftia; entre nós muita
Serra medeia opaca e o mar sonoro.
Viemos, cão protervo, para em Tróia
A Menelau e a ti lavar a nódoa.
Alardeias, ingrato, e nos desprezas;
Audaz cominas arrancar-me a escrava,
A dádiva de Aqueus por tantas lidas.
Caia ílion famosa: embora o peso
Da guerra em mim carregue, o mais opimo
Quinhão terás; com pouco eu volte a bordo
Sem boquejar, de choques fatigado.
A Ftia me recolho e os meus navios,
Já que aviltas a mão que de tesouros
A fome te fartava: eu te abandono.”

clau15

Foge, Agamêmnon replicou-lhe, foge,
Se é teu prazer; que fiques não te imploro:
Honram-me outros, e em Júpiter confio.
Dos reis alunos dele és quem detesto;
Só respiras discórdias, rixas, pugnas.
Tens valor? Agradece-lho. Os navios
Recolhe e os teus; nos Mirmidões impera:
Não te demoro; esse rancor desdenho.
Priva-me de Criseida Febo Apolo:
Em nau minha esquipada vou mandá-la.
à tenda hei de ir-te mesmo, eu to previno,
Tomar-te a elegantí­ssima Briseida;
Sentirás em poder como te excedo,
E outrem se me antepor e ombrear trema.”

Chameja o herói, no hirsuto peito volve
Se de ante o fêmur, desbainhe o estoque
E por entre os Aqueus lho embeba todo,
Ou se o furor no coração reprima.
Já meia espada a cogitar sacava:
Eis da alva Juno, que os escuda e preza,
Por ordem Palas desce, e aos mais invisa,
Atrás o aferra pela flava coma.
Volta-se ele espantado e a reconhece
Pelo medonho olhar, e sem demora:
“A que vens, ó do Egí­fero progênie?
A assistir aos conví­cios de Agamêmnon?
Pois to declaro, e conto já fazê-lo,
Tem de acabar a vida esse orgulhoso.”

E a déia olhicerúlea: “Vim de acordo
Com Juno albinitente, amiga de ambos,
Comedir-te e amansar. Anda, em palavras
Tu desabafa, a lâmina embainha.
Por essa injúria, to predigo certo,
Inda haverás em triplo insignes prêmios.
Sê-nos pois dócil, a paixão modera.”

clau6

“Cumpre, o fogoso torna-lhe, é cordura
Mesmo irado curvar-me a tais preceitos:
Quem se submete, os deuses mais o escutam.”
Logo a pesada mão no argênteo punho
Conteve, encasa e esconde o gládio horrendo.
Ela a Júpiter se ala e í s mais deidades.

Não deposto o furor, contra Agamêmnon:
“Ébrio, acérrimo Aquiles vocifera,
Cara de perro e coração de cervo,
Nunca te armas e í  liça te abalanças,
Nunca í s ciladas os homens acompanhas:
Isto te é morte. Em vasto acampamento,
Sim, mais vale esbulhar os que te arrostam:
Cobardes reges, vorador do povo;
Senão, tanta insolência aqui findara.
Por este cetro juro, que estroncado
Jamais rebentará, pois na montanha
Folhas e casca cerceou-lhe o gume;
Por este, que os Grajúgenas arvoram
Do justo guarda e das leis divinas,
Juro, Atrida, é solene o juramento,
Suspirarão sem falta por Aquiles;
Nem lhes serás de auxí­lio, quando em barda
Esse Heitor homicida os vá segando.
Então de raiva e nojo hás de comer-te,
Porque o maior dos Gregos rebaixaste.”

clau22

Nisto, arrojando o cetro auricravado
Sentou-se. O Atrida em cólera abafava.
Nestor Pí­lio intervém, de cuja lí­ngua
Doce eloqüência mais que o mel fluí­a.
Dos falantes que, nados na alma Pilos,
Criaram-se com ele, idade duas
Decorridas, reinava na terceira.
Discreto e afável o discurso tece:
“Numes eternos, oh! que luto í  Grécia!
Oh, que júbilo a Prí­amo e a seus filhos!
Folgue ílio í  nova que assim litigam
Os de mor pulso e tino. Obedecei-me,
Sou velho, ó moços. Tido em boa conta
Com melhor que vós me dava outrora.
Varões vi nunca, nem verei, qual Drias
Das gentes regedor, Ceneu e Exádio,
Um Pirí­too, um divo Polifemo,
Teseu Egides a imortais parelho.
Outros como esses não nutria a terra:
Feros pugnaram trucidando a feros
Montí­culas Centauros. Lá de Pilos,
Da ípia eu vinha rogado; conversava-os,
Quando era em mim nas lutas me exercia.
Ninguém dos vivos de hoje os contrastara;
Atendiam contudo aos meus conselhos:
Atendê-los vos praza. Ao mais estrênuo
Tu não tomes dos nossos a só paga;
Nem de ao rei contravir, Pelides, cures;
Dos eleitos que Júpiter estima,
Cetrí­gero nenhum se lhe equipara:
Mãe deusa te gerou, valor te sobra;
Tem ele mais poder, que impera em muitos.
Eu to suplico, Atrida, a fúria amaina,
Sê brando para quem nesta árdua empresa
É baluarte e escudo aos Gregos todos.”

clau24
“Vanglorioso Avidí­ssimo Atrida, que outra paga exiges dos magnânimos Aquivos?”

do modo de existência dos objetos técnicos

maquina

“A cultura está desequilibrada porque reconhece certos objetos, como o objeto estético, e atribui o direto citá-los no mundo dos significados, enquanto repele outros objetos, e em especial os objetos técnicos, ao mundo sem estrutura dos que não possuem significados, mas apenas um uso, uma função útil.” Extrato da obra Gilbert SIMONDON “do modo de existência dos objetos técnicos”.

‘La culture est déséquilibrée parce quââ?¬â?¢elle reconnaí®t certains objets, comme lââ?¬â?¢objet esthétique, et leur accorde droit de cité dans le monde des significations, tandis quââ?¬â?¢elle refoule dââ?¬â?¢autres objets, et en particulier les objets techniques, dans le monde sans structure de ce qui ne possí¨de pas de significations, mais seulement un usage, une fonction utile.’ Extrait de lââ?¬â?¢ouvrage de Gilbert SIMONDON ‘Du
mode dââ?¬â?¢existence des objets techniques’.

.
.
.
…SIMONDON dénonce le déséquilibre injustifié entre technique et esthétique dans la sphí¨re des significations; nous avons alors constaté une caractéristique propre í  notre culture qui est de fonctionner par oppositions; comment pourrait-elle alors justifier une éventuelle insertion de la technique dans la sphí¨re des significations alors que cââ?¬â?¢est grâce í  cette méconnaissance quââ?¬â?¢elle peut justifier les
significations de la sphí¨re artistique? Malgré tout, une étude des techniques, une connaissance globale des techniques est nécessaire pour comprendre le monde dans lequel nous vivons. En effet, la technique nous entoure et si nous refoulons ce quââ?¬â?¢elle a dââ?¬â?¢humain, nous devons au moins comprendre ses enjeux. Nous pouvons alors reprendre lââ?¬â?¢expression “mécanologie” de Jacques Lafitte de 1932 et
dire que lââ?¬â?¢établissement dââ?¬â?¢une science des machines est nécessaire; en effet, í  lââ?¬â?¢heure oí¹ les technologies fusionnent, il est urgent de comprendre la nouvelle réalité dans laquelle nous entrons. Aujourdââ?¬â?¢hui, des auteurs tel Pierre LEVY analysent le cyberspace dââ?¬â?¢un point de vue anthropologique afin de ne plus penser en terme dââ?¬â?¢impact des technologies sur la société mais de projet, et va alors dans lââ?¬â?¢optique de Simondon oí¹ tous sommes impliqués dans la technique et tous se doivent de la comprendre.
.
.
extraí­do do texto:
http://web.media.mit.edu/%7Ecati/papers/Vaucelle_OnSimondon99.pdf

gilda

gilda.gif

Vi gilda rindo
Chorando
Não sei onde
Não lembro quando

Gilda não é homem
E nem mulher
Gilda é gilda
Porque pode ser o que quiser

Bailarina
Rainha
Messalina
Mendiga boa de briga

Comam sua bunda
Chupem seu pau
Chutem sua cara
No carnaval

Gilda viva
Curitiba morta
Gilda é um pecado atrás da porta

Gilda mal falada
Gilda bendita
Ainda te mordem
Os dentes da boca maldita

E eu que nunca a amei
De verdade
Hoje sei o quanto dói uma saudade

Antonio Thadeu Wojciechowski

clubeClaudete apresenta: “die Panques Ultra-Truculentxs ++”

america.jpg

o pão nosso descobrindo uma américa por dia APRESENTA,

Inaugurando o espaço pra postar canções compostas na nossa querida enCobadora, terreiro de Kantdoombleh ClaudeTe, uma sugestão dentro da incobadora – versões ultra-truculentas panques com duas baterias e mais tudo quanto é ruí­do (“die Panques Ultra-Truculentxs ++”)

Algumas Canções compostas ontem (e ISSO sem contar (ops,contei) que Thadeu Wojciechowski ja chegou a gravar uma das frases no seu movélfone çelular – pedimos encarecidamente para reavivar sua gravação e remiksá-la)

(amics, tomei a liberdade de dar tí­tulos í s músicas, que podem ser modificados, no grito, a posteriori.)

————– eU, x=o———————

eu te logrei.
eu fui sincero.

——————————————————x—————————————-

————– conversa panque – versao pós-concreta, pós-internet,pós-espetáculo-simulacro e logo-antes-do-vômito———————

#include clubeclaudete.h

/* podre */

void conversapunk (;;;)
{

def:

tudo fudido – tudo sujo!

até o kernel pânico : esssssssxsssssscarro! ESCARRO!

C DU CARA LHO

Cu de encobadora – terreiro de Kantdoombleh

tudo fudido
(tudo sujo
___________
x

esta é uma conversa punke

A gentE gosta de í¿ (- nao consigo ler esta parte no guardanapo, tem que perguntar pro Thadeu -)

y os nossos pensamentos CHEIRAM MAL.

(A FEDENTINA É í¿ !!!! – também nao anotei legí­vel esta rima tem que perguntar pro luc1 )

tudofudidotudosujoessaéumaconversapanque!
tudofudidotudosujoessaéumaconversapanque!
tudofudidotudosujoessaéumaconversapanque!
tudofudidotudosujoessaéumaconversapanque!
tudofudidotudosujoessaéumaconversapanque!
tudofudidotudosujoessaéumaconversapanque!
tudofudidotudosujoessaéumaconversapanque!

(7 vezes ou ++)

—————————————————————————x——————

————– Medéia das Mães Homéricas ———————

Ela Mandou abrir:
{
O rio Ivo pra chegar de navio
no Guaí­ra de navio

ela encurtou o pavio

ela disse: que explodiu;

}

um dia o sol raiando de manhãzinha
eu abri a porteira e olhei em frente
ela pela primeira vez na vida me disse uma coisa !=

(

OS OPERADORES RELACIONAIS

Estes operadores permitem comparar duas ou mais variáveis.

Operador Significado
== igual
!= diferente
< menor
<= menor ou igual
> maior
>= maior ou igual

ou “morreu”

)

E eu a sós confiei em Mim,

/*

em verdade, verdade vos digo: nada tenho contra meu umbigo; disse-nos nosso amigo Solda.

*/

Isola!
Amola!

fita isolante, mesa também te rima;

í¿Qual que era rima que não dimí­nuia minha auto-estima?

———————————————-x——————————————————-

—- Rima da frase e/ou ponto final em interrogação invertida ou í¿ —

não são exatas as medidas do futuro

versão PARTITURADA (ou çifrada):

{

naosaoexatas.png

1 Si
2 Do menor com 11a
3 – qualquer nota, qualquer prosa –
4 Ab
5 G#
6 F#
7 F menor
8 Si com 13a
9 A
10 C#
11 la
12 D
13 Bb
14 D
15 Bb
16 G
17 do menor

naosaoexatas_part.png

}

Um den Tisch / Mai 1rst 2007 / Studiob�¼hne

tischweb2.jpg

Um den Tisch

Um den Tisch wird auch kritisch über Politik, Religion, Krieg, Tod, Kochen und Beziehungen gesprochen.
20 Minuten Pause vom Krach der Stra�Ÿen ohne das Thema des Tages au�Ÿer Acht zu lassen.
Eine Performance aus Rhythmus und Worten von Octavio Camargo und Rafael Carletto
Mit: Colin McKenzie, Laura Mello, Martin Goth, Octavio Camargo, Kaliopy Stathakos, und Anne Kohla
Auch danken für Gernot Bubenik (Video), Birgit Russi (Ã?Å?bersetzung) und Julia Lemmle (Studibühne)

HTTP://WWW.STUDIOBUEHNE-RITTERSTRASSE.DE
HTTP://METAPHERNWERKSTATT.BLOGSPOT.COM

1

r – Der Tod kommt ohne dass wir ihn erwarten. Oft denken wir dass er uns vergessen hat.

l – Das ist egal, er gewinnt sowieso. Heutzutage entscheidet das Fernsehen wer gewinnt.

r – Es ist ja ganz normal dass man eines Tages stirbt, aber es ist traurig zu sehen dass jemand wie er so lange leiden musste. Und dann auch noch unter solchen Umstí¤nden.

l – Das weiÃ?Ÿ doch jeder. Aber das meiste Geld wird doch erst kurz vor der Wahl ausgegeben. In zwei Monaten oder weniger í¤ndern sie sowieso die í¶ffentliche Meinung.

r – Wer wird beim Begrí¤bnis ein Paar Worte sagen und den Toten beweinen? Und die andere Frau? Was wird dann mit den Kindern?

l – Leider regiert Geld die Welt. Der Kandidat der das meiste davon hat gewinnt.

r – Das ist ja morbide.

l – Mach dir keine Sorge, wenn er den Lí¶ffel abgibt, taucht bestimmt gleich der ní¤chste auf. Geld stinkt nicht. Sie haben den unbekannten Collor in einem Jahr zum Prí¤sidenten gemacht.

r – Das verlassen werden ist doch schrecklich. Sie haben sich wie Hunde und Katze geliebt. Es würde mich nicht wundern wenn die Alte auch den Lí¶ffel abgeben würde.

l – Was wir unbedingt brauchen ist eine starke Linke.

r – So oder so, jedenfalls kí¶nnen wir ohne sie nicht leben. Die Liebe ist eine Qual.

l – Die ist schwach weil es in der Partei kein Zusammenhalt gibt.

r – Er war wie ein betrunkenes Gleichgewicht dass nach Hause kommt.

l – Roberto Freire?

r – Sie wird jetzt all die kleinen Dinge vermissen, die sie zusammen gemacht haben.

l – Er ist nicht mein Favorit. Ich sehe nur das, was sich hier ganz klar abzeichnet. Er wird auf jeden Fall gewinnen.

r – (lachend, ironisch) Der Ofen war sowieso schon lange aus.

l – Naja, wenn er nicht gewí¤hlt wird, wer dann? Etwa Lula?

r – Jetzt bleibt nur noch die groÃ?Ÿe Leere übrig.

l – Und was denkst du von deiner rechten Seite?

r – Jeden Tag spürt man die Leere aufs Neue. Erst nachdem man sich ausgeweint hat realisiert man dass die geliebte Person nicht mehr wieder kommt.

l – Ich will unbedingt die Nacht mit dir verbringen.

r – (Seufz) Ach ja.

l – Das habe ich nur gesagt, um dieses leidige Thema Politik zu wechseln.

r – Der Tod ist für mich etwas worüber ich mir keine Gedanken gemacht habe.

l – Ich mí¶chte dich doch nur frí¶hlich sehen.

r – Arme Antônia, Gott steh ihr bei!

l – Wenn du willst, kann ich dir einen Witz erzí¤hlen.

tischweb13.jpg

2

r – Ich hasse ihn. Meine Stimme bekommt er nicht! Du kannst das Volk nicht so verarschen. Diese Art von Politik kí¶nnen wir nicht tolerieren.

l – Ich will unbedingt die Nationalmannschaft spielen sehen.

r – Er ist ein verbrecher. Ausserdem hat er auch noch bei den Umfragen die wenigsten Stimmen bekommen.

l – Das ist Blí¶dsinn, heutzutage sind die Stadien voll mit Frauen. Es gibt sogar Fanblí¶cke nur mit Frauen.

r – Ich wette mit dir, dass er nicht gewí¤hlt wird. Ich kann einfach nicht glauben, dass das Volk immer noch an diese Lügen glaubt.

l – Lass sie doch mit ihren Freunden gehen. Wir beide gehen zusammen dahin. Dieses gequatsche über Elfmeter, Abseits, interessiert mich überhaupt nicht. Was mich interessiert sind eigentlich nur die Beine der FuÃ?Ÿballspieler.

r – Das stimmt. Dann bleibt uns nur noch die Hoffnung, dass der Alte nicht bis zu den ní¤chsten Wahlen durchhí¤lt.

l – Wir müÃ?Ÿen uns überlegen, wo wir uns am besten hinsetzen. Einige Fanblí¶cke sind eher agressiv. Wenn sie bemerken, dass wir das andere Team anfeuern, dann nehmen sie uns vielleicht unseren Tricot weg.

r – Na gut, da stimme ich dir zu.

l – Lass uns doch in der Mitte sitzen, von da aus kann man sogar das Spiel besser sehen.

r – Aber unsere Linke ist so schwach.

l – Ja. Es ist aber sicherer. Wenn du nicht das Geld hast, kann ich dir welches leihen.

r – Es gibt einen unter ihnen, der der richtige ist. Er wird die Spitze übernehmen und unser Land erfolgreich machen.

l – Ja. Ich habe ein Trikot wí¤hrend der letzten Weltmeisterschaft geschenkt bekommen.

r – Ja, er ist intelligent und aufstrebend. Gerade gestern erst habe ich seine Rede gehí¶rt. Sie zielte auf die MiÃ?Ÿstí¤nde in unserer Gesellschaft ab und war an den Prí¤sidenten des Senats, der berühmten ACM, gerichtet.

l – Ehrlich gesagt, Ronaldinho hat alles versaut.

r – Mir ist das nicht so klar, ich tappe da noch im Dunkel.

l – Sie ist die neue Schuscha. Sie hat sogar die gleiche Kartoffelnase. Erinnerst du dich noch die Nase von der Schuscha.

r – (lachen) Nein. Es wird ein anderer sein. Womí¶glich aus der linken Partei. Wir sprachen gerade über ihn. Vielleicht sogar Cristóvão Buarque.

l – Glaubst du dass eine dumme Frau so einen Mann kriegt?

r – Was meinst du damit?

l – Sie haben schlecht gespielt. Gottseidank kam es zu nicht zu einer haushohen Niederlage.

r – Du spinnst wohl!

l – Wegen Mí¤nner zu weinen – das klingt etwas schwul…

r – Ich habe es ernst gemeint.

l – Vielleicht war er es, ist er es oder wird er es sein.

r – Du bist aber kindisch.

l – Alles klar.

r – Du Witzbold!

tischweb5.jpg

3

r – Gehst du zum Spiel am Freitag?

l – Der General hat die Macht übernommen und den Premierminister abgesetzt. Damit wurden die Friedensverhandlung mit Indien unterbrochen.

r – Marcel will nicht dass ich dahin gehe. Er meint dass das Stadium kein guter Platz für Frauen ist.

l – Wieder einmal sind wir am Rande eine Nuclearenkatastrophe.

r – Er will mit Freunden dahin gehen. Er meint dass sie normalerweise nicht ihre Frauen mitnehmen. Er denkt dass ich die ganze Zeit nach den Regeln frage – ob der Ball drinnen oder drauÃ?Ÿen ist, ob es ein StrafstoÃ?Ÿ gab und alle diese Dinge.

l – Aber jetzt ist diese Angst noch grí¶Ã?Ÿer geworden: Es gibt immer mehr Lí¤nder mit Atomwaffen und sie kí¶nnen sie jederzeit einsetzen.

r – Aber Wir müÃ?Ÿen im Stadion weit weg von den Mí¤nnern sitzen. Marcel wird das nicht gefallen, mich dort zu sehen.

l – Es ist schwer, neutral zu bleiben, wenn es um die Zerstí¶rung der Welt geht.

r – Um Gottes Willen, bloÃ?Ÿ nicht!

l – Das macht Sinn. Keiner von den beiden wird die Bombe zünden, weil sie sich gegenseitig zerstí¶ren würden.

r – Ja, aber das ist doch teurer.

l – Das ist der Krieg des 21. Jahrhunderts.

r – Danke, Lass uns das so machen. Wirst du dein Trikot anziehen?

l – Nach ihrer Ankunft in Amerika haben die Portugiesen millionen von Ureinwohner getí¶tet. Und das alles in Gottes Namen.

r – WeiÃ?Ÿt du, ich habe das letzte Spiel bisher noch nicht verstanden.

l – Kriege tí¶ten so viele Menschen.

r – Ok, die Geschichte mit ihm hat mich nie so ganz überzeugt. Was denkst du über die neue Freundin von Ronaldino? So eine Schlampe!

l – Erst hat der Westen die Indianer missioniert, dann die Afrikaner. Nun ist der Orient dran.

r – Es heiÃ?Ÿt dass sie jetzt heiratet. Ich habe sie im Fernsehen gesehen. So ein Dummchen!

l – Die Poligamie ist entgegen aller moralischen Grundsí¤tze.

r – Stimmt, eigentlich ist sie sehr clever. Wusstest du dass ââ?¬Å¾International” wieder verloren hat?S

l – Und sie denken immer noch, dass sie diesen Leuten damit helfen.

r – Als Marcel davon erfahren hat, hat er sich richtig die Kante gegeben.

l – Die Armen. Die wissen nicht was sie tun.

r – Denkst du dass Marcel schwul ist?

l – Es ist unvermeidbar.

r – Ich habe vollstes Vertrauen zu meinem Mann!

tischweb3.jpg

4

r – Hast du von der aktuellen Krise in Pakistan gehí¶rt?

l – Zuerst würfelst du die Zwiebeln, dann scheidest du die Tomaten, reibst die Kartoffeln klein, zerpresst zwei Knoblauchzehen. Dann alles zusammen in eine Pfanne mit Oliven Âl und Salz nach Belieben erhitzen.

r – Pakistan hat Atomwaffen enwickelt. Sie sind aggressiv und schlagen ihre Frauen. Dort führt nur die Vermutung des Fremdgehens zur Todestrafe.

l – GroÃ?Ÿ! Damit es auÃ?Ÿen schí¶n braun wird aber keine Vitamine aus dem Gemüse entweichen.

r – Das ist die gleiche Bedrohung wie mit Russland, Lybien, Irak, Jugoslavien und anderen Lí¤ndern.

l – Ich esse es gerne mit Rinderbraten. Aber es passt auch zu jeder Art von Fleisch.

r – Ich denke es ist nicht gut so viel darüber nachzudenken.

l – Das ist der letzte Teil. Vorm Servieren gibst du noch ein Paar Prisen Zimt und MuskatnuÃ?Ÿ dazu. Manche geben auch noch etwas Majoran dazu, aber mir persí¶nlich schmeckt das nicht.

r – Schau mal, um die Wahrheit zu sagen, glaube ich nicht dass sie die Bombe zünden werden. Jedes Land hat sie. Gerade deswegen sinkt die Wahrscheinlichkeit, weil wir sonst alle sterben würden.

l – Wenn du den Rinderbraten zubereitest, würde dir einen guten Rotwein dazu empfehlen.

r – Krieg wird heute durch einen roten Knopf verdeutlicht, oder einen Schwarzen.

l – Es hí¤ngt von deinem Geschmack ab. Ich mag es mit einem sehr trockenen Wein.

r – So viele Kriege! Aber niemand hat mehr auf dem Gewissen als die Kirche.

l – Ja, sehr gut! Es wird aus verschiedenen Traubensorten gemacht. Und wenn ich mich nicht irre kommt er sogar aus dem Tal der Weine.

r – Wegen religií¶sen Konflikten wurden in Pakistan schon viele Leute getí¶tet.

l – In diesem Fall gib einfach einen Teelí¶ffel voll Mohnsamen dazu. Es ist aphrodisierend.

r – Das ist religií¶ser Massenmord!

l – Ja, du kannst auch ein paar Rosenblí¤tter auf dem Teller verteilen.

r – Der Westen hat ein Problem mit Frauen die Kopftuch tragen.

l – Was ist damit?

r – Deswegen werfen sie gnadenlos Bomben.

l – Nur eine Prise.

r – Wie Scheinheilig

l – Du verstehst wirklich nichts davon.

r – Alles kann passieren, nichts ist unmí¶glich.

l – Schau mal, nur eine Prise, anders gesagt, das ist wie in einer Beziehung. Ein bisschen Eifersucht, eine Prise von jedem Gefühl, aber wenn du zu viel zugibst, ist es versalzen.

tischeweb20.jpg

5

r – Jonas hat mir erzí¤hlt, dass du eine wundebare Sauce machst. Verrí¤tst du mir das Rezept?

l – Diese Idee, an Gott zu glauben, wurde schon immer dazu benutzt, die Menschen auf brutale Art und Weise zu unterdrücken. Du weiÃ?Ÿt schon, viele Leute treffen sich immer an den gleichen Orten und erzí¤hlen immer wieder das Gleiche.

r – Bei groÃ?Ÿer Hitze?

l – Was nützt es mir, ein keusches und bescheidenes Leben, wenn ich dafür meine Seele hergeben muss. Wenn ich immer auf die gleiche Art lí¤cheln muss, wenn ich mich hinsetze ohne die Beine übereinander zu schlagen und mich sogar auf eine bestimmte Weise bewegen soll und meine Hí¤nde nicht aus den Hosentaschen darf?

r – Aber was isst man dazu?

l – Entschuldigung, aber Sie quatschen einfach zu viel für meinen Geschmack.Und das würde ich nicht so sagen, wenn das Thema nicht so wichtig wí¤re

r – Ich habe gehí¶rt, dass du ganz spezielle Gewürze verwendest.

l – Ich habe keine Lust mehr auf dieses Gesprí¤ch. Ich mag einfach nicht mehr über Religion sprechen, genauso wenig wie über Kreditkarte oder Lottoscheine.

r – Und welche Getrí¤nke passen dazu?

l – Ich habe dir schon gesagt, dass mich dieses Thema nicht interessiert und auÃ?Ÿerdem bringt es überhaupt nichts. Aber wenn du es genau wissen willst, ich bin katholisch getauft. Aber ich gehe nicht in die Kirche.

r – Trocken?

l – Was wí¤re eigentlich, wenn ich diesen religií¶sen Fanatikern Glauben schenken würde.

r – Hast du schon mal Miolo probiert?

l – Fanatisch, weil alles übertrieben wird, weil sie keine anderen Meinungen aktzeptieren wollen und alle Blí¶dmí¤nner sind.

r – WeiÃ?Ÿt du, ich mí¶chte diese Frau zum Essen einladen, die ich auf einer Fete kennengelernt habe. Ich hab sie da gesehen und war total scharf auf sie.

l – Oh Gott! Auf diese Argumente kann man nur sarkastisch reagieren.

r – Auf das Fleisch?

l – Es ist besser, Religion und FuÃ?Ÿball nicht mit Freunden zu diskutieren.

r – Und Salz?

l – Mí¶chtest du dich vielleicht mit mir auf Knien unterhalten?

r – Wieviel?

l – Dann denkst du also auch, dass die Position, in der man betet, eine Art Strafe ist? Es fehlt nur noch, dass man dabei geschlagen wird.

r – Eine Messespitze?

l – Ach, du willst mich wohl bedauern. Ich fange gleich an zu weinen.

r – Ã?Å?berhaupt nichts.

l – Dieses stí¤ndige Aufzí¤hlen von Tugenden ist eine ganz feige Art andere zu unterdrücken. Was habe ich dir bloÃ?Ÿ getan, dass du mich so behandeltst.

r – Brennt es?

l – Derjenige, der erlí¶st sein mí¶chte, ist schon verloren.

tischweb11.jpg

6

r – Alles was kommt, alles was wí¤chst, all das, was die Zukunft uns bringen wird, hat Gott erschaffen und nur an ihn sollen wir glauben.

l – Meine GroÃ?Ÿmutter ist schon über neunzig und sie hat einen Vertrag mit dem Tod geschlossen. Solange der Tod sie nicht erfolgt, flieht sie auch nicht vor ihm.

r – Nein, das stimmt nicht. Sie sagen nicht alle dasselbe. Sie übermitteln das Wort Gottes, sie trí¶sten die Traurigen, sie helfen einem Bruder einen Anzug zu kaufen und sie predigen ein ehrliches und würdevolles Leben.

l – Das hat er nicht verdient. Die, die Gott liebt, sterben früh.

r – Du willst mich also lí¤cherlich machen. Ich hoffe, du willst mit damit nicht beleidigen.

l – In schweren Stunden kann uns nur die Schí¶nheit Trost spenden. Ich kenne da ein Gedicht, eines über den Geburtstag: ââ?¬Å¾Zu der Zeit, als ich meinen Geburtstag noch feierte, war ich glücklich und niemand war gestorben……..”.

r – Meinst du etwa, dass ich mich als Mí¶nch verkleiden muss um über Gott sprechen zu kí¶nnen?

l – Sieh dir die Witwe an. Sie hat immer allen ganz offen gezeigt, wie sehr sie ihr Mann verachtet. Und jetzt ist sie vor Schmerzen fast ohnmí¤chtig.

r – Bist du katholisch?

l – Es gibt verschiedenen Arten, wie man jemanden lieben kann und oft ist es seltsam.

r – Ich sehe, dass du vollkommen verloren bist.

l – Es ist, als ob man mir ein Messer in die Brust stoÃ?Ÿen würde. Es fühlt sich an wie Liebe und Schmerz zugleich.

r – Was? Du nennst jemanden fanatisch, der zu Gott betet? Er, unser Schí¶pfer, unser Ratgeber, unser Weg, unser Licht, das strahlt wie die Sonne, dieselbe Sonne, die uns wí¤rmt und von ihm, dem allmí¤chtigen Schí¶pfer aller Dinge, erschaffen wurde?

l – Aber er schlí¤ft drauÃ?Ÿen. Wie oft hat er hier auf diesem Sofa übernachtet, das viel zu klein für ihn war?

r – Sei doch nicht so sarkastisch!

l – Meiner Meinung nach besteht eine Beziehung aus den kleinen Dingen des Lebens. Die groÃ?Ÿen Dinge gehí¶ren zu den Leidenschaften.

r – Das ist eine Beleidigung.

l – Die Leidenschaft verabschiedet sich zuerst.

r – Du solltest die gí¶ttliche Kunst und sein Werk nicht mit alltí¤glichen Diskussionen und dem Austausch von Eitelkeiten vergleichen.

l – Und die eisige Hitze der Bettlaken.

r – Aber ich fühle mich nicht schuldig.

l – Für uns hat nur das einen Wert, was man schon verloren hat.

r – Du weiÃ?Ÿt ja, ein Gebet kann in jeder Position gesprochen werden. Für mich ist mein ganzes Leben wie ein Gebet.

l – Ja das stimmt. Gott gibt mit der einen Hand und nimmt mit der anderen.

r – Mit dir kann man sich einfach nicht unterhalten.

l – Für mich war er immer da. Ich habe meine Eltern sehr früh verloren. Die, die ich am meisten in meinem Leben geliebt habe sind mir nach und nach genommen worden. Und kürzlich habe ich auch meine Frau verloren.

r – Ich wünsche dir ein ruhiges Leben, und hoffe, dass du auch ohne Glauben gut weiter leben kannst.

l – Ich habe Sehnsucht.

Ciclo Gambiarra – “Do Modo de Existência dos Objetos Técnicos”

“Podemos comparar a invenção do objeto técnico qualificado
corriqueiramente de “descoberta” com aquele objeto estético que será
qualificado de criação. A obra artí­stica será criação posto que ela
admite culturalmente que o gênio criador transcenda a realidade onde
não descobre uma realidade potencialmente existente, ela necessita de
um criador particular “o artista”, insubstituí­vel por natureza; de
outro lado a obra técnica não será sena descoberta qualificada
eventualmente de engenhosa, astuciosa, mas será uma descoberta, quer
dizer, poderia aparecer mais dia menos dia. O problema aqui colocado,
trata-se de um desequilí­brio injusto contra a técnica e a estética que
não encontra nenhum fundamento rigoroso, a cultura está na causa pois
é ela que está inscrita a apresentar todos os objetos do nosso meio.”

SIMONDON, Gilbert

hack.jpg

#metareciclagem

Conversas com #metareciclagem

(19:29:55) luci1 [n=casa@200.103.145.82] entrou na sala.
(19:30:10) _alex__: http://estudiolivre.org:8000/gambiarra
(19:30:11) glerm: fala novaes
(19:30:12) luci1: dae jovens festivos
(19:30:22) glerm: trocadillo
(19:30:24) mbraz [n=marc@200-162-198-96.user.ajato.com.br] entrou na sala.
(19:30:42) mbraz: oohh, de casa ?!
(19:30:49) luci1: vou colcar umas aberrações
(19:31:16) mbraz: pede pra ele cantar uma musica …
(19:31:30) glerm: alias uma das propostas que eu queria fazer
(19:31:36) glerm: remix dos dialogos da casinha
(19:31:41) glerm: em forma de conSertos sonoros
(19:31:43) luci1: como contextualizar sexualidade aos discursos na máquina?
(19:31:59) glerm: o do stalker ja da um album
(19:32:01) f4bs: o robin cook fez um romance sobre isso
(19:32:01) luci1: software livre e masturbação
(19:32:06) glerm: alias mbraz tava na area
(19:32:10) glerm: ja virou refrao tb
(19:32:17) luci1: COOK
(19:32:20) felipefonseca: glerm: remix dos dialogos eh classe
(19:32:34) glerm: cock? maturbação?
(19:32:35) f4bs: conectou um cerebro no computador e cada vez que ele acertava uma pergunta tranmitia uma sensacão de mil orgasmos
(19:32:37) mbraz: falaram em masturbacao e lembraram meu nome :{
(19:32:44) avena: ubuntu é sexista: http://blog.levhita.net/wp-content/uploads/2006/07/ubuntu-logo.jpg
(19:33:05) luci1: acho que tá faltando sacanagem
(19:33:13) glerm: faltando???
(19:33:17) glerm: caralha!
(19:33:20) f4bs: acho que o lucil tah carente
(19:33:21) mbraz: o cara falou blade rruner :`}
(19:33:38) luci1: claro essa é a questão a FALTA
(19:34:14) luci1: isso aí­
(19:34:28) luci1: a caneta bic
(19:34:41) luci1: a pilha acabou
(19:34:51) f4bs: a minha não é bic, eh papermate 😛
(19:34:52) glerm: eu queria colocar uma frase do pajé sobre as ferramentas
(19:34:58) glerm: citando o manto de ferro
(19:35:03) glerm: vou buscar a referencia
(19:35:05) glerm: ja colo aqui
(19:35:09) felipefonseca: busca ai que eu replico
(19:35:12) mbraz: max weber
(19:35:14) luci1: gambiarra mantrico
(19:35:19) glerm: isso
(19:35:35) luci1: marcelo weber
(19:35:46) mbraz: habemus papa, habemos papamovel a prova de balas
(19:36:07) luci1: a prova de gozo
(19:36:25) luci1: o pecado sacro
(19:36:30) mbraz: gozado, ne’ …
(19:36:48) luci1: o papa pecou
(19:37:03) felipefonseca: papa mata macumbeiro
(19:37:09) f4bs: po, mas eu acho que nao conseguir aplicar nenhuma funçao a nada eh muita falta de criatividade
(19:37:19) f4bs: o lance de ser soh estetico
(19:37:24) f4bs: eu acho que eh escolha
(19:37:29) luci1: ferramentas MARRETA, MARTELO, a chave da fenda
(19:37:30) f4bs: e nao situação
(19:37:46) glerm: como assim ser "só estético"?
(19:37:55) glerm: acho iso impossí­vel
(19:38:03) mbraz: felipe ta’ falando longe do microfone !!!
(19:38:12) luci1: .iso impossí­vel
(19:38:17) mbraz: martelo_braz
(19:38:47) luci1: a tecnologia da reprodução
(19:38:55) glerm: iso 9002 impossí­vel
(19:38:59) luci1: a cultura estéril
(19:39:16) felipefonseca: glerm: achou a frase do pajeh?
(19:39:24) luci1: objeto masturbatório tecnico
(19:39:40) luci1: tenho algumas aqui
(19:40:28) t2ia [n=teiacama@200.254.53.150] entrou na sala.
(19:40:35) luci1: o saco preto
(19:41:01) luci1: Por exemplo, já me explicaram, nessa linha, os verdadeiros fundamentos de minhas opiniões: eu trabalho pouco ou trabalho demais; eu não tenho uma vida sexual suficientemente ativa ou só penso nisso.
(19:41:06) luci1: farese de novaes
(19:41:10) luci1: frase
(19:41:27) luci1: sacaram
(19:41:38) luci1: velocidade e latencia
(19:41:47) f4bs: lucil voce escolhe qual opção?
(19:41:48) felipefonseca: nao foi novaes, foi alguem na lista dam uda, acho
(19:42:20) luci1: eu escolho?
(19:42:31) felipefonseca: perguntas?
(19:42:37) luci1: esc olho
(19:42:38) glerm: acho qu a frase era do novaes
(19:42:43) glerm: ou da estamira
(19:43:23) f4bs: foi da wanderlinne
(19:43:23) glerm: trocadilo!
(19:43:25) felipefonseca: alguma pergunta?
(19:43:30) luci1: como a estamira
(19:43:35) glerm: foi trocadilo!
(19:43:46) luci1: 60 anos
(19:43:50) felipefonseca: nao coma a estamira nao
(19:43:50) glerm: op cit. estamira – trocadilo
(19:44:04) t2ia: interferencias….
(19:44:07) luci1: ou a wanderlyne
(19:44:13) glerm: x wanderlyne
(19:44:21) glerm: ou o wanderlyne
(19:44:26) glerm: ou e wanderlyne
(19:44:41) luci1: xxxwanderhynen
(19:44:42) glerm: escuta ae o simondão
(19:44:54) f4bs: a wanderlynne eh com 2 enes
(19:44:57) octopus [n=oct@c92588de.virtua.com.br] entrou na sala.
(19:45:00) luci1: SIMONDÂO guarda roupa
(19:45:04) mbraz: sim, prigunta1: qual a estetica do iphone, que ainda nao existe fisicamente??
(19:45:11) luci1: 2 hí­mens?
(19:45:46) octopus: o que?
(19:45:52) octopus: 2 himens?
(19:46:01) glerm: função primitiva
(19:46:06) luci1: qual é a função essencial
(19:46:12) luci1: a pulsão essencial?
(19:46:17) luci1: dia ae simondão
(19:46:17) glerm: morte
(19:46:21) luci1: diz ae
(19:46:22) glerm: porque vida eu ja sei o queé
(19:46:35) glerm: opa sei de novo
(19:46:36) t2ia: uai, podemos ser menos t?cnicos, mais materialziados?
(19:46:37) glerm: opa
(19:46:38) glerm: de novo
(19:46:41) glerm:
(19:46:45) luci1: a morte também
(19:46:52) glerm: só a dos outros
(19:46:53) luci1: todo dia rola
(19:47:01) octopus: simondao…
(19:47:10) glerm: aí­ sim acho que cai na "estética"
(19:47:12) luci1: simon diz
(19:47:12) mbraz: isto e’… iphone nao existe fisicamente para o povao …
(19:47:18) glerm: "estética" do funeral
(19:47:29) glerm: sem ocultar suas funções
(19:47:30) luci1: xxxfuneral
(19:47:53) luci1: pra cima e pra baixo
(19:48:00) f4bs: funeral com striptease, como na china
(19:48:01) glerm: nao enendi mbraz
(19:48:06) luci1: relação com com o sagrado
(19:48:16) luci1: sagrado.com
(19:48:40) glerm: iphone não existe fí­sicamente pra qualquer um que não sabe codar voip
(19:48:54) glerm: esse conceito de "povão"
(19:48:57) luci1: vou publicar esse log no hackeando
(19:49:02) glerm: é uma ferramenta primitiva
(19:49:04) glerm: ou
(19:49:07) mbraz: porao
(19:49:12) luci1: alcorão
(19:49:14) ian_brasil: iphone e’ caixa preto
(19:49:29) t2ia: ? caix?o preto….lacrado
(19:49:32) glerm: não?
(19:49:37) f4bs: sim?
(19:49:40) octopus: simondao
(19:49:46) glerm: existe "povão"?
(19:49:53) glerm: existe "simondão"?
(19:49:56) luci1: paparcial
(19:49:58) felipefonseca: opa
(19:49:59) felipefonseca: tava fora
(19:50:08) t2ia: n?o creio q exista + pov?o, nem povinho….nem povo
(19:50:09) glerm: ou é ferramenta
(19:50:18) glerm: dos meios de comunicação
(19:50:18) felipefonseca: algum comentario pra ca?
(19:50:21) luci1: MARRETA
(19:50:24) glerm: essa idéia de massa
(19:50:41) glerm: povão no caso aqui
(19:50:42) luci1: cama pra todos
(19:50:47) mbraz: don’ t equisiste!!! existem tnovaes
(19:51:21) luci1: softwarelivre reclinável
(19:51:26) glerm: ele isola "ciência" de cultura?
(19:51:27) mbraz: bota o iphone ai’ para o 9s conceituar como objeto tecnico
(19:51:28) felipefonseca: bom, vou ali prestar atencao de novo
(19:51:31) glerm: é possí­vel?
(19:51:52) avena: Quer dizer: isto se não somente fosse capaz de emitir, como também de receber; em outras palavras, se conseguisse que o ouvinte não se limitasse a escutar, mas também falasse, não só ficasse isolado, mas relcionado.. — brecht – http://xibe.guardachuva.org/node/82
(19:51:53) felipefonseca: glerm: formula aih preu perguntar
(19:51:54) mbraz: ze’_povinho
(19:52:15) avena: esse lance do radio no brecht e doido.
(19:52:27) felipefonseca: e depois no enzensberger
(19:52:29) luci1: zé caixão preta
(19:52:42) luci1: vou achar uma do pajé
(19:52:48) glerm: aí­ é que ta
(19:52:50) glerm: pera
(19:52:53) glerm: nao perguntei
(19:52:54) mbraz: prig2: iphone nao existindo para as multidoes , e’ objeto tecnico?
(19:52:55) luci1: gostei dessa: encontro fortuito do acaso
(19:53:04) glerm: he
(19:53:08) glerm: tem uma pergunta entao
(19:53:16) glerm: no final da leitura
(19:53:28) glerm: o novaes ia explicar a leitura
(19:53:35) glerm: e falou
(19:53:41) glerm: derrepente
(19:53:42) octopus: ff le a pergunta do glerm
(19:53:43) glerm: enfim
(19:53:48) glerm: falou
(19:53:55) glerm: – "bom, ta dito"
(19:54:02) octopus: falou falou falou….
(19:54:08) glerm: entao
(19:54:27) glerm: dentro essa idéia de "explicar" ou "entender"
(19:54:30) glerm: o objeto
(19:54:46) t2ia: a tendencia ? a convergencia para o automatismo??? n?o vejo isso na pr?tica!
(19:54:55) glerm: estamos masi pra "simondon" do qe "paulo freire"
(19:55:06) glerm: ou tamo "xemelizando"
(19:55:08) mbraz: separa ciencia da tecnica ??
(19:55:10) octopus: simondao pra citação
(19:55:21) glerm: ?
(19:55:28) glerm: vou colar o paragrafo
(19:55:30) t2ia: po….aqui, s? vivo na pr?tica a coisa viva paulo freite
(19:55:34) luci1: LEGAL ISSSO
(19:55:34) glerm: que tentei tecer
(19:55:35) felipefonseca: glerm: melhor
(19:55:47) felipefonseca: poe tudo junto pra facilitar
(19:55:49) glerm: pergunta entao:
(19:56:35) luci1: mesmo a abrindo a caixa preta, isso alcança a função essencial?
(19:56:39) glerm: bom
(19:56:43) glerm: esquece minha pergunta
(19:56:55) glerm: vou elaborar ali do lado num txt
(19:56:58) glerm: e colo aqui
(19:56:59) luci1: Abrir a caixa preta é um gozo?
(19:57:22) glerm: abrir nao significa entender
(19:57:30) glerm: re-mitificar?
(19:57:34) f4bs: vc entende o gozo?
(19:57:43) glerm: sexual?
(19:57:50) f4bs: tem diferença?
(19:57:53) glerm: claro
(19:57:54) mbraz: gonzo?
(19:58:04) luci1: precisamos praticar
(19:58:15) felipefonseca: lucio comeu amendoim hoje?
(19:58:19) felipefonseca: tomou catuaba?
(19:58:22) f4bs: haha
(19:58:55) luci1: :==>
(19:59:00) mbraz: eu, ultimamente, tenho gozado o gozo, 4.0 :}
(19:59:07) t2ia: e mesmp abrindo p lacre, isso ? o aprendizado?
(19:59:23) glerm: minha pergunta então
(19:59:33) glerm: ja qe o lucio ta brincando de reichiano
(19:59:34) f4bs: _|_
(19:59:50) mbraz: abrir caixa preta e’ abrir caixa de pandora, ja’ que toda maquina e’ politica
(20:00:02) luci1: também acho que abrir a caixa preta passa pela questão do lacre
(20:00:06) glerm: vou fazer uma pergunta dentro do escopo academico da analise do discurso tecnologico
(20:00:13) glerm: e fazer uma pergunta flusseriana
(20:00:19) glerm: sobre o diabo
(20:00:30) luci1: da religiosidade
(20:00:31) mbraz: daemon
(20:00:43) glerm: – "qual a diferença entre religião, arte e ciência"
(20:00:45) glerm: ?
(20:00:57) octopus: tah ae ff
(20:01:06) octopus: faz?
(20:01:11) t2ia: e a necessidade de desobedecer, nem sempre, nos leva ao suposto conhecimento….
(20:01:16) mbraz: metareciclagem pinta caixas_pretas
(20:01:18) luci1: lembrando que flusser antes de escrever a sua filosofia da caixa fluseeriana religiosiou muito
(20:01:21) glerm: galer é strictu sensu
(20:01:29) glerm: habemus papai!
(20:01:32) glerm: eeeeee papai
(20:01:50) glerm: e a diferença entre antropologo e engenheiro
(20:01:54) glerm: eu tenho uma idéia
(20:01:59) glerm: como abrir uma caixinha preta
(20:02:06) glerm: chamada "antropologia"
(20:02:09) luci1: o papa fala mesmo portugues ou é um robo
(20:02:15) t2ia: e por que a necessidade de entender as diferencas, e se h? diferencas…
(20:02:30) glerm: alias
(20:02:31) glerm: ff
(20:02:39) glerm: voce esqueceu de falar que eu use aspas
(20:02:43) glerm: naquela pergunta
(20:02:49) glerm: usei
(20:03:12) glerm: vou fazer a pergunta entao:
(20:03:16) luci1: flertemos sobre as cócegas
(20:04:05) luci1: dar o enter???
(20:04:47) octopus:
(20:05:17) glerm: " novaes disse que arte, ciência e rteligião nao tem muita diferença… dentro da especialidade do seu discurso que ele diz ser o do antropólogo… minha pergunta é> como abrir a caixinha preta da "antropologia" – ou quando a gente fala de tecnica estmos falando só de engenharia… a ideia de "progresso" nao esta por aí­ envenenando cada camp "especializado" do saber? – mas mantenho a pergunta – como abrir a caixinha técnica da antropologia"
(20:05:27) glerm: isso
(20:05:33) glerm: a galera não le!!!!!!!!!
(20:05:37) f4bs: ow, aqui tah vindo tudo entrecortado… sou soh eu?
(20:05:37) glerm: pegou no ponto
(20:05:42) glerm: strictu sensu
(20:05:50) glerm: xemelizar é possivel?
(20:05:54) mbraz: aki blz
(20:06:04) mbraz: mas to usando mplayer
(20:06:11) glerm: ou o "povão" é preguiçoso mesmo?
(20:06:13) luci1: escreveu não leu o pau comeu
(20:06:51) mbraz: nerds sao preguicosos
(20:06:55) glerm: e se a gente acabar com atelivisão
(20:07:05) glerm: ja estudei antropologia tb
(20:07:09) glerm: me assumo
(20:07:18) octopus: Thales de Andrade foi professor do novaes?
(20:07:22) luci1: e em frente da realidade?
(20:07:24) octopus: pergunta…?
(20:07:36) luci1: Prof Novaes
(20:07:40) luci1: dar pras crianças
(20:07:49) luci1: Lewis carrol
(20:07:55) luci1: e o buraco da Alice
(20:07:55) mbraz: se acabar tv, o que entra neste espaco ??
(20:08:27) glerm: isso
(20:08:29) luci1: WONDERLAND
(20:08:33) glerm: daime?
(20:08:35) glerm: deus?
(20:08:40) glerm: tupã?
(20:08:44) luci1: dai-me
(20:08:57) luci1: í² musa –
(20:09:06) glerm: canta-me -o deusa
(20:09:08) glerm: a ira
(20:09:11) luci1: muúsic non stop
(20:09:31) luci1: nos strup
(20:09:37) mbraz: dainos?
(20:09:39) glerm: ‘armas e o os baronozes
(20:09:42) glerm: as armarares
(20:09:46) glerm: os baro
(20:09:49) glerm: os baroe
(20:09:49) luci1: as arveres
(20:09:51) glerm: as armores
(20:09:59) glerm: as arvarres
(20:10:02) luci1: nozes
(20:10:12) f4bs: felipefonseca, pergunta pro novaes se o simondon fala sobre capitalismo cognitivo
(20:10:17) glerm: que da ocidental praia
(20:10:28) felipefonseca: o que eh capitalismo cognitivo?
(20:10:30) mbraz: quanto custa ou e por kilo?
(20:10:44) luci1: desata esse nó e se liberta í² caixinha
(20:10:48) glerm: fabs, qual a definição de "capitalismo cognitivo"?
(20:10:49) luci1: PANDORA
(20:11:17) luci1: Flusser e Pandora – será que rolou?
(20:11:36) luci1: A ESPERANÇA
(20:11:38) f4bs: copiando e colando:
(20:11:40) f4bs: uma vez o banto ilustrou pra mim uma situação que mostrava muito bem a aplicação desse tipo de capitalismo pelo berlusconi na italia. O cara simplesmente usou o apelido dado pela torcida italiana ao seu time querido do coração, a seleção italiana, ou seja, a FORZA ITALIA, que levanta torcidas, para dar nome ao seu partido.
(20:11:40) f4bs: outro exemplo de uso sobre este tipo de capitalismo são os "karmas". O nome "karma" foi apropriado por softwares sociais que funcionam atraves da rede para definir pontuações ou porcentagens sobre determinado assunto relativo a determinado usuario. Nao sei quem foi o primeiro a usar essa denominação, mas eu soh soube de sua existencia quando entrei no orkut, de onde há meses estou com uma vontade imensa de sair. A
(20:11:40) f4bs: cho medonha a apropriação desse termo, não curto nada a forma como isso se deu e me recuso a usar ele para me referenciar a reputação de alguém. Sou ainda mais contra a se tentar vincular algum tipo de premio ao acumulo de "karmas", pois na real, isso inverte o valor do mesmo na sua essencia, pois as religioes que se referem a karmas geralmente estimulam as pessoas a *não* acumula-los, olha só que doidera!!! (di
(20:11:45) f4bs: zem que mesmo karmas positivos sao um peso para o espirito). Não me conformo com essa capitalização da cultura zen! Por falar em zen, descobri que a creative, fabricante de placas de som, leitores de cd, etc, tb investiu na linha de palm tops e chamou eles de ZEN. Meu, o que de zen tem um palm top? fala sério…
(20:11:49) f4bs: ainda outro exemplo de capitalismo cognitivo são os blogs pagos, em que o autor examina algum produto e dá sua opinião sobre ele. Dizem que não são obrigados a falar bem de um produto que não gostaram, mesmo sendo pagos pelo dono do produto, o que daria credibilidade maior credibilidade aos seus relatos. Este exemplo ilustra o paradoxo de Wenger, onde " seria preciso abrir mão do controle total do trabalho pelo c
(20:11:54) f4bs: apital para que o próprio capital possa ter chances de se reproduzir e acumular." (http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u614.shtml)
(20:12:00) felipefonseca: baixei um pouco que o pajeh reclamou que tava estourando
(20:12:34) avena: som aqui esta pulando….parece cd riscado
(20:12:35) avena: 🙂
(20:12:39) luci1: não leio
(20:12:47) f4bs: avena, desliga e liga de novo
(20:12:52) luci1: ficou melhor
(20:13:00) felipefonseca: eh quando
(20:13:16) avena: que gambi
(20:13:19) avena: 🙂
(20:13:29) octopus: ArlindoMachado
(20:13:39) octopus: falou tudo isso
(20:13:40) luci1: a esperança e o poder?
(20:13:42) felipefonseca: po, vou ler nao fabs
(20:13:44) octopus: antes…
(20:13:46) luci1: MARRETA
(20:13:51) f4bs: tah, beleza
(20:14:43) luci1: engrenagens do mecanismo – mobiles
(20:15:18) avena: karma então é peso?
(20:15:18) f4bs: octopus, arlindo machado falou tudo isso o que>/
(20:15:45) luci1: qual o gozo da crí­tica?
(20:15:56) felipefonseca: conheco o arlindo nighto
(20:16:09) luci1: machadão
(20:16:17) f4bs: avena: sim, isso mesmo, relativo a gravidade
(20:16:38) luci1: vou tomar café – preciso me drogar
(20:16:56) avena: então seria o seu karma ser leve….baixo.
(20:16:58) felipefonseca: mas sem catuaba dessa vez!
(20:17:04) avena: pois seria melhor.
(20:17:20) luci1: eu nasci, nos próximos 10 anos
(20:17:31) f4bs: na verdade, seria transcender a ele
(20:17:48) f4bs: nem positivo nem negativo
(20:18:12) glerm: o stream ta picotando
(20:18:17) glerm: pra vc tambem?
(20:18:20) glerm: vcs
(20:18:23) glerm: ?
(20:18:24) luci1: arlindo nightclub
(20:18:26) f4bs: glerm, liga e desliga
(20:18:33) f4bs: eu fiz isso e funcionou
(20:18:41) glerm: blza
(20:18:43) glerm: legal
(20:18:44) felipefonseca: picota
(20:18:46) glerm: rolou
(20:18:47) mbraz: picota quando buffer enche ?
(20:18:48) f4bs: tipo, da stop e depois play de novo
(20:18:52) f4bs: massa
(20:18:58) felipefonseca: se pans é o malvado do xrun aqui
(20:19:04) luci1: minha televisão tá desligada, como fica todo esse discurso? e agora?
(20:19:35) glerm: velho
(20:19:40) glerm: se liga no pao da tv digital
(20:19:41) glerm: papo
(20:19:57) felipefonseca: o pao da tv digital nos daime hoje
(20:20:01) luci1: o papa veio bater esse papo
(20:20:13) glerm: o problema ta la em cima
(20:20:19) glerm: nessa definiçã de "povão"
(20:20:30) pajeh_ [n=paje@200-168-116-11.dsl.telesp.net.br] entrou na sala.
(20:20:33) glerm: tinha "povão" na grécia?
(20:20:37) luci1: crucifixo e pí­lulas
(20:20:38) glerm: tinha tv la?
(20:20:41) pajeh_: opas !!!
(20:20:49) glerm: tinha "povão" em roma?
(20:20:50) luci1: dae pajeh
(20:21:01) luci1: tava faltando vc nessa suruba
(20:21:03) f4bs: opa, fala pajeh_
(20:21:04) glerm: soacomocaos
(20:21:11) glerm: agora com logotipo
(20:21:19) pajeh_: hehehe
(20:21:29) pajeh_: livre do poder vil
(20:21:30) luci1: chaos ad gaucho
(20:21:39) glerm: gáucho
(20:21:39) f4bs: cuidado com o lucil que hoje tah mais tarado que nunca
(20:21:44) f4bs: _)_
(20:21:55) pajeh_: livredopodervil
(20:22:17) luci1: f4bs não tpa acostumada?
(20:22:47) f4bs: acho que nunca topei contigo no IRC pra estar "acostumada", hehe
(20:22:52) felipefonseca: acumulem comentarios que vou ali beber uma agua
(20:22:58) luci1: hacker bite show
(20:23:26) glerm: e todo mundo vai estudar C?
(20:23:26) luci1: vou segurar por aqui
(20:23:36) glerm: ou eetrônica?
(20:23:48) f4bs: tão me chamando pra jantar, tem sopa quentinha, aqui tá frio pra cramba
(20:24:06) f4bs: vou lá, depois eu volto
(20:24:23) pajeh_: sopa de letrinhas ?
(20:24:33) glerm: novaes, não tou querendo derridar não 🙂 to de acordo com a importancia da galera abrir a caixinha e a caixola
(20:25:14) luci1: porque não nos incluí­mos nessa de povão?
(20:25:22) pajeh_: volta o lance do que é o digital
(20:25:31) pajeh_: e da dominação dos conceitos
(20:25:36) glerm: talvez minha pergunta seja algo como: a idéia é todo mundo aprender eletronica ou reverter o processo da idéia de "progresso". desligar tv, digital ou não e ir nadar e pesacar mais? limpar os rios?
(20:25:47) glerm: isso pajé
(20:25:51) glerm: quem ta interessado
(20:25:57) luci1: qual o problema, quem criou esse discurso de povão?
(20:26:00) glerm: em contar os dedos da mão
(20:26:08) mbraz: nao consigo engulir essa de que a tv evolui sozinha, sem intervencao politica
(20:26:09) glerm: e recriar o processo da matematica binaria
(20:26:13) glerm: ou nem precisa
(20:26:50) glerm: dom pedro mandou passar um cabão por dentro do oceano
(20:27:01) glerm: além de ser um dos primeiros fotógrafos do brasil
(20:27:03) luci1: também gosto da tv, de sacanagem,
(20:27:30) mbraz: xemelizando, porque em um pais a ferramenta de comer sao dois pauzinhos e em outros sao garfos ??
(20:27:32) luci1: era garanhão também
(20:27:54) luci1: tem até uma casa aqui na serra do mar só pra suas sacanagens
(20:27:57) glerm: enquanto isso na aldeia a galera trepava muito mais
(20:28:14) mbraz: mandar passarcabao e’ facil quando se e’ imperador (hehe)
(20:28:20) luci1: ficava xavecando as princesinhas com seu celular
(20:28:48) luci1: esses dias me flagrei vendo tv
(20:28:54) glerm: dom pedro tinha celular da portugal telecom?
(20:29:02) mbraz: legal era o padreco landelll que transmitia radio e achavam que era a voz do diabo …
(20:29:08) luci1: jogos de futebol e big brother, até estudei isso na vida
(20:29:21) glerm: o diabo!
(20:29:26) glerm: dando toque!
(20:29:50) mbraz: soprando no seu ouvido
(20:29:55) luci1: a aldeia – é esse o nome
(20:30:03) luci1: é pra lá que eu vou
(20:30:21) glerm: pajé ta só na embaixadinha
(20:30:23) luci1: o diabo tá no brasil
(20:30:27) glerm: dizae mein kommandant
(20:30:38) glerm: there’s a ball
(20:30:48) luci1: agora esse streaming virou experimental
(20:31:00) mbraz: diabao hoje, nao ? saiu um sol legal aqui em sampa
(20:31:13) luci1: vou estudar esse também
(20:31:38) luci1: todas as técnicas até a carniça
(20:31:54) glerm: apodrecer e virar a adubo!
(20:32:04) glerm: missão do sanGí»ineo
(20:32:38) luci1: fodeu o streaming –
(20:32:46) luci1: sacanagem!
(20:32:46) glerm: lucio
(20:32:52) glerm: da stop e play de novo
(20:33:04) luci1: poe e tira
(20:33:13) glerm: eu queria que o novaes fizesse uma pergunta pro alê:
(20:33:28) felipefonseca: manda ver
(20:33:32) glerm: "tem como fazer uma antropologia do codeiro?"
(20:33:38) mbraz: saca so’: unicamp e’ uma caixa_preta ?
(20:33:43) glerm: boa tambem
(20:33:51) glerm: vamo perguntar pro levi-strauss essa
(20:33:57) glerm: chama pro dialogo na casinha
(20:34:02) mbraz: ja’ to fazendo propaganda do meu tema na casinha 🙂
(20:34:07) felipefonseca: hah
(20:34:11) glerm: pergunta do novaes pro ale
(20:34:23) luci1: incesto na casinha
(20:34:28) glerm: totem e tabu!
(20:34:38) glerm: romulo e remo mordendo a teta da loba!
(20:34:42) glerm: penalti!
(20:34:44) glerm: hahahaha
(20:34:49) glerm: apita ae pajé!
(20:34:51) luci1: esse streaming bixado é o sinal
(20:34:52) mbraz: ha’ codeiros e ha’ cordeiros (haha)
(20:35:13) felipefonseca: meu X nao funciooooooooooona
(20:35:22) mbraz: troca pelo Y
(20:35:28) felipefonseca: **** alsa_pcm: xrun of at least 53.715 msecs
(20:35:28) felipefonseca: 20:30:18.867 XRUN callback (194).
(20:35:28) felipefonseca: **** alsa_pcm: xrun of at least 12.740 msecs
(20:35:28) felipefonseca: 20:30:23.120 XRUN callback (195).
(20:35:28) felipefonseca: **** alsa_pcm: xrun of at least 2.691 msecs
(20:35:28) felipefonseca: 20:30:50.937 XRUN callback (196).
(20:35:30) felipefonseca: **** alsa_pcm: xrun of at least 19.562 msecs
(20:35:32) felipefonseca: 20:30:53.393 XRUN callback (197).
(20:35:34) felipefonseca: **** alsa_pcm: xrun of at least 3.373 msecs
(20:35:36) felipefonseca: 20:32:20.362 XRUN callback (198).
(20:35:38) felipefonseca: **** alsa_pcm: xrun of at least 8.463 msecs
(20:35:40) felipefonseca: 20:33:01.177 XRUN callback (199).
(20:35:42) felipefonseca: **** alsa_pcm: xrun of at least 2.427 msecs
(20:35:44) felipefonseca: 20:33:14.389 XRUN callback (200).
(20:35:44) luci1: toca raul
(20:35:46) felipefonseca: **** alsa_pcm: xrun of at least 5.234 msecs
(20:35:48) felipefonseca: 20:34:19.538 XRUN callback (201).
(20:35:52) pajeh_: chama a maquina de minha querida que rola !!!!!!
(20:36:01) octopus: com carinho
(20:36:05) glerm: chama a programadora de minha querida!
(20:36:08) luci1: Rola na caixa preta
(20:36:09) octopus: jah dizia simondao
(20:36:11) glerm: e o programador de meu velho1
(20:36:12) glerm: !
(20:36:14) mbraz: abre essa caixapreta e gambiarra !
(20:36:15) pajeh_: hehehe
(20:36:27) mbraz: chama o codeiro de deus
(20:36:29) pajeh_: joga essa merda no chão !!!!
(20:36:54) luci1: bate nela
(20:36:56) mbraz: codeiro de deus, que limpa os pecados do mundo, dai nos a paz …
(20:37:13) octopus: xrun
(20:37:25) pajeh_: nao
(20:37:31) luci1: mamae que é o velhinho na TV
(20:37:32) luci1: ?
(20:37:35) pajeh_: a gambiarra é involuntaria
(20:37:41) pajeh_: eh cotidiana
(20:37:46) luci1: contrações
(20:37:50) pajeh_: eh um modo de fazer
(20:37:56) luci1: de quem é o filho?
(20:37:58) glerm: tenta respirar pensando em respirar
(20:38:32) luci1: filho da puta
(20:38:33) pajeh_: nao pode ser determinada
(20:38:34) pajeh_: exato
(20:38:45) pajeh_: intuiçao mais re:exixtencia
(20:38:55) luci1: exxxistencia
(20:38:56) pajeh_: eh processo de sobrevivencia
(20:39:01) pajeh_: quem ja comeu pedra ?
(20:39:10) mbraz: a gambiarra e’ necessaria
(20:39:16) octopus: eu jah fumei
(20:39:17) pajeh_: kronemberg
(20:39:20) luci1: idade da pedra furada
(20:39:24) glerm: pajé, se ralar da um temppero
(20:39:27) pajeh_: x-istence
(20:39:39) mbraz: japones faz sopa com pedras …
(20:39:41) octopus: maquinas organicas
(20:39:43) luci1: videonene
(20:39:47) pajeh_: temperinho pro caldo de cultura
(20:40:04) octopus: mas crash dele eh melhor…
(20:40:11) octopus: judd law eh tchoulas
(20:40:13) t2ia saiu da sala (quit: ).
(20:40:14) luci1: o robo foi treinado pra resistir
(20:40:29) pajeh_: nao segundo o asimov
(20:40:38) pajeh_: ele foi treinado pra obedecer
(20:40:43) pajeh_: o humano
(20:40:50) glerm: o robô nao existe, só existe a linguagem
(20:40:56) glerm: nunca vai existir
(20:40:58) pajeh_: e note, resistir nao eh re:existir
(20:40:59) glerm: o robô
(20:41:00) mbraz: huumm, delicia … 3leis da robotica
(20:41:06) glerm: nao antes do cyborgue
(20:41:24) luci1: asimov não dava no couro?
(20:41:55) glerm: asimov era codava nerds
(20:41:59) luci1: vou nadar
(20:42:02) mbraz: tnovaes ta’ falando nosso dialeto agora, presta atencao ai’
(20:42:03) glerm: asimov codava nerds
(20:42:14) luci1: nao to escutando mais nada!
(20:42:26) glerm: tamo na casinha
(20:42:33) glerm: galera do chat ta na casinha
(20:43:13) glerm: oiés
(20:43:19) glerm: sarava aos fora da casinha
(20:43:29) luci1: trovaes berra ai
(20:43:43) glerm: berra ae novaes
(20:43:45) luci1: VIXE!!
(20:43:45) glerm: raAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
(20:43:50) glerm: dae cai um raio
(20:43:57) luci1: tá meio do jeito que o diabo gosta
(20:44:01) pajeh_: pra mim ta ótimo
(20:44:19) mbraz: perai’ … to com fome… vou fazer arroz que o feijao ja’ queimou :}
(20:44:37) luci1: culpa!
(20:44:40) luci1: é isso!!
(20:44:42) glerm: RAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
(20:44:45) glerm: DIO
(20:44:48) glerm: LIBRE
(20:45:00) pajeh_: isso !!!!!
(20:45:10) pajeh_: agenciamento maquinico
(20:45:16) pajeh_: anunciação
(20:45:48) luci1: nasceu um ví­rus
(20:45:54) glerm: falando em radio livre
(20:46:11) glerm: tou deixando a caixa de som aqui na janela do apartamento
(20:46:16) luci1: livre presa
(20:46:19) glerm: que da prum quintal de predios
(20:46:53) luci1: hj tem quentão na Jamille
(20:47:05) mbraz: tira roupa e fica pelado … streaming sem video
(20:47:24) luci1: despossuido
(20:47:47) pajeh_: fala sobre isso
(20:47:51) pajeh_: ducaralho
(20:47:51) luci1: bom nome prum porno DESPOSSUIDA
(20:47:57) pajeh_: muito bom
(20:48:01) glerm: ta na jalea aqui a caixa
(20:48:13) glerm: janela
(20:48:24) luci1: regime e volta
(20:48:32) mbraz: po, vou perguntar FFF: qual a diferenca entre maquina e ferramenta?? pra fazer link com dialogo1
(20:48:43) luci1: oral e cocumental – paradoxo
(20:48:47) luci1: documental
(20:48:48) mbraz: entre tecnica e tecnologia ??
(20:49:05) felipefonseca: mbraz, nao respondo porque tu fugiu da pergunta aqui
(20:49:09) felipefonseca: mas novaes, pergunta ai
(20:49:12) felipefonseca: ou, responde
(20:49:16) luci1: fugiu a pergunta
(20:49:27) luci1: fugiu a pergunta
(20:49:28) mbraz: ff, tava vendo o feijao que tava no fogo
(20:50:03) pajeh_: radio livre nao eh midia
(20:50:03) mbraz: enton, respondo agora: so’ povao pode definir tecnologia !!!
(20:50:06) luci1: fora do humano – despossuido – dentro do humano – possuido???
(20:50:21) pajeh_: porra nego nao da a minima pra radio livre
(20:50:24) luci1: dentro da caixa preta – possuido
(20:50:30) pajeh_: fica nessa de tecnologia
(20:50:44) pajeh_: ah discussaozinha punheta
(20:50:51) luci1: não há propriedade em objetos
(20:51:03) avena saiu da sala (quit: "Leaving.").
(20:51:16) luci1: PUNHETA boa pajeh tá falando a mesma lí­ngua
(20:52:45) pajeh_: vou fumar um oregano, ja volto
(20:53:10) luci1: E sobre a tecnologia e o GOZO? o que nos diz í² simondão
(20:53:32) mbraz: eu sou mecanologo …
(20:54:10) luci1: achei a pergunta atras da tomada
(20:54:17) mbraz: inclusao digital don’ t equisiste !!!
(20:54:32) luci1: deu tá dado
(20:54:34) felipefonseca: manda lucio
(20:55:07) felipefonseca: cola a pergunta numa folha de papel, faz um aviao e manda pra cah
(20:55:11) luci1: qual é a música?
(20:55:11) f4bs: voltei
(20:55:20) luci1: ops essa foi silvio santos
(20:55:21) felipefonseca: enquanto ele avoa, fica pensando na tecnologia e na tecnica e na ferramenta disso
(20:55:40) luci1: o que vem depois do choque elétrico?
(20:55:49) luci1: eba
(20:55:57) mbraz: olha o cara aiô … bundao!
(20:56:17) luci1: por que o alesó resmunga?
(20:56:45) mbraz: ta’ chato … palestrinha .
(20:56:48) luci1: A tecnologia e a bunda?
(20:57:02) mbraz: o que abunda nao falta …
(20:57:17) luci1: MARRETA
(20:57:52) luci1: fale sobre o programa de rádio do simondao?
(20:58:53) luci1: quem com ferro ferramenta será ferido
(20:58:53) mbraz: tnovaes taô falando longe do microfone…. pou um daquele do silviosantos nele …
(20:59:39) luci1: qual a diferença entre silvio santos e simondao?
(20:59:47) luci1: simondao do silvio santos
(20:59:54) octopus: NENHUMA
(21:00:17) luci1: Quais as chances de se sair bem esta noite?
(21:00:41) f4bs: hm. a gente reproduz o automatismo pq existe a lei da inercia e gostamos da zona de conforto
(21:00:57) luci1: estamos aqui novaes
(21:01:21) luci1: te escutando, do que fala escrevemos
(21:01:25) f4bs: ow novaes
(21:01:35) mbraz: o novaes
(21:01:38) luci1: fala mais, e sobre a pag 45? o que tem a dizer?
(21:01:42) mbraz: olha pra ca’
(21:01:58) mbraz: pro povinho …
(21:02:12) luci1: é que o feijao tá no fogo
(21:02:19) luci1: e a coisa pode ficar preta
(21:02:49) luci1: vou sumir – apagão
(21:02:59) f4bs: lucil tah precisando de estimulo
(21:03:07) f4bs: no fim tudo se resume a estimulo
(21:03:08) luci1: dentro do buraco da alice
(21:03:16) f4bs: sem estimulo vc acaba nao realizando porra nenhuma
(21:03:30) luci1: F4BS: que frase estimulante
(21:03:40) f4bs: he
(21:04:04) luci1: realizaimos porra alguma
(21:04:06) mbraz: grobo e voce … tudo a ver …
(21:04:18) luci1: ogrobo
(21:04:41) luci1: essa da porra to dentro
(21:05:02) luci1: ç
(21:05:14) luci1: %
(21:05:17) pajeh_: nao
(21:05:26) pajeh_: ale que linguagem técnica !!???
(21:05:37) luci1: o que é o que é?
(21:05:41) pajeh_: isso nao eh individuacao !!!
(21:05:52) luci1: umbigo
(21:05:58) pajeh_: individuaçao nao eh producao
(21:06:01) luci1: rala umbigo
(21:06:12) pajeh_: individuacao eh um agenciamento
(21:06:19) f4bs: o que eh individuação?
(21:06:31) pajeh_: humano – humano humano – tecnica
(21:06:43) luci1: essa eu não sei responder
(21:06:46) pajeh_: eh que escrever eh foda
(21:06:53) felipefonseca: então fala e depois escreve
(21:07:03) luci1: tantas coisas sao foda
(21:07:04) pajeh_: mas eh uma unidade entre tecnica e cultura
(21:07:45) mbraz: tem essa separacao, cultura e tecnica ? de exemplos
(21:07:45) luci1: e sobre a castraçao da técnica?
(21:08:15) luci1: exemplos exemplos
(21:08:29) luci1: quem tá resmungando agora?
(21:08:42) luci1: a consciencia?
(21:08:53) mbraz: nossa, fff continua atrasado
(21:08:55) f4bs: qual a ação pra transformar o automático em dispositivo?
(21:09:01) luci1: vamos lá exemplo numero um: pandora
(21:09:03) mbraz: bundao!
(21:09:16) f4bs: haha
(21:09:49) luci1: exemplo numero dois: caixa preta e a fita isolante
(21:09:57) felipefonseca: eu sou atrasado
(21:10:07) luci1: exemplo numero tres: marreta e sua rima
(21:10:36) mbraz: mito
(21:10:36) mbraz: minto
(21:10:42) avena [i=casa@201.72.182.109] entrou na sala.
(21:10:47) f4bs: e como estimular esta mudança de comportamento?
(21:10:58) luci1: exemplo numero quatro: despossuido e casinha
(21:11:03) mbraz: oba… voltou para as ferramentas : fita isolante
(21:11:13) luci1: contextualizar a novena
(21:11:15) f4bs: pois é…
(21:11:36) mbraz: caixapreta = mito
(21:11:43) luci1: o sangue quando sangram
(21:12:00) luci1: terapia e tpm
(21:12:25) f4bs: pomessa do que?
(21:12:35) f4bs: promessa do que? nao escutei
(21:12:39) luci1: caixa preta vem da caixa de pandora
(21:12:51) f4bs: nao escuto o ale direito
(21:12:59) f4bs: ah, lucro…
(21:13:13) mbraz: tambem nao nao escuto ale ali
(21:13:15) luci1: í¨ o ale, achei que fosse a consciencia
(21:13:39) luci1: pandora sedutora
(21:13:47) f4bs: ateh ela mesma
(21:13:56) mbraz: porque a caixa e’ preta e nao azul ?
(21:14:07) luci1: muitos morreram na praia
(21:14:33) f4bs: silencio…
(21:14:40) luci1: coceira
(21:14:47) mbraz: vento soprando ….
(21:14:57) mbraz: gatinhamordendo meu dedao do pe’
(21:15:19) luci1: agora é verdade
(21:15:28) luci1: agora é verdae?
(21:15:31) mbraz: vou comer miojo com feijao queimado
(21:15:35) luci1: agora é verdade?
(21:16:00) mbraz: miojo e’ ferramenta, maquina, tecnica ou tecnologia ?
(21:16:11) luci1: vou me embriagar
(21:16:17) luci1: ninguém me entende
(21:16:36) felipefonseca: beba
(21:16:39) _alex__: galera quer ouvir sobre radio?
(21:16:40) luci1: abraço e beijo a todxa
(21:16:51) mbraz: bejo
(21:17:10) luci1 saiu da sala.
(21:18:49) octopus: steaming caiu
(21:19:01) f4bs: ow, caiu!!
(21:19:08) f4bs: felipefonseca, caiu
(21:19:16) octopus: caiu
(21:19:18) octopus: caiu
(21:19:24) felipefonseca: caiu nada
(21:19:29) felipefonseca: caiu mesmo?
(21:19:33) octopus: caiu
(21:19:36) f4bs: sim, caiu sim
(21:19:41) f4bs: nada aqui
(21:19:48) felipefonseca: tentem aí­
(21:19:54) felipefonseca: aqui continua estrimando
(21:20:06) felipefonseca: vo parar e recomeçar
(21:20:06) f4bs: ni
(21:20:13) f4bs: ae
(21:20:15) f4bs: vorto
(21:20:41) felipefonseca: reiniciei o stream
(21:20:45) f4bs: octopus, eres octavio camargo?
(21:21:09) octopus: nao
(21:21:27) f4bs: otavio de bsb?
(21:21:34) octopus: nao
(21:22:13) felipefonseca: e ae galera?
(21:22:22) f4bs: nao voltou aqui
(21:22:47) octopus: nadegas
(21:22:52) octopus: nada nada
(21:23:18) mbraz: to ouvindo ainda …
(21:23:24) octopus: access_http: error: HTTP/1.0 404 File Not Found
(21:23:24) octopus: access_http: error: HTTP/1.0 404 File Not Found
(21:23:24) octopus: access_mms: error: HTTP/1.0 404 File Not Found
(21:23:24) octopus: main: no suitable access module for `http://estudiolivre.org:8000/gambiarra’
(21:23:40) felipefonseca: eita
(21:23:45) f4bs: po eu nao to ouvindo
(21:23:49) felipefonseca: caralhjo
(21:23:51) f4bs: mas o mbraz tah
(21:23:57) felipefonseca: comelou de novo
(21:23:59) felipefonseca saiu da sala.
(21:24:09) felipefonseca [n=felipe@c951b2b1.virtua.com.br] entrou na sala.
(21:24:18) mbraz: bota o link direto no navegador … se tiver plugin rola …
(21:24:33) felipefonseca: nem sempre
(21:25:06) felipefonseca: ae
(21:25:36) octopus: nada
(21:25:38) felipefonseca: obrigado a todxs
(21:25:45) octopus: a desencana
(21:25:46) octopus saiu da sala (quit: "Snak 5.3 IRC For Macintosh – http://www.snak.com").
(21:25:55) felipefonseca: escutem o balbino!
(21:25:57) felipefonseca: http://estudiolivre.org:8000/cidadaocomum
(21:26:05) felipefonseca: aqui vou desligar logo
(21:26:16) mbraz: bundao!
(21:26:43) mbraz: bundao amigo! :)))
(21:27:04) mbraz: rolou legal, mas fica dureza acompanhar e perguntar por streaming …
(21:27:31) felipefonseca: sim
(21:27:33) mbraz: desliga o tnovaes…
(21:27:47) felipefonseca: vamos estar resolvendo
(21:27:50) mbraz: tira o microfone dele …
(21:28:15) mbraz: ele nao ri, nao ??
(21:29:07) mbraz: e-scravo somo nosotros
(21:29:07) felipefonseca: ri sim
(21:29:16) felipefonseca: desligando aqui
(21:29:20) felipefonseca: escutem o balbino!!
(21:29:25) felipefonseca: zumbi eh senhor das guerras
(21:29:29) felipefonseca: eh senhor das demandas
(21:29:31) mbraz: beijundas
(21:29:35) felipefonseca: quando zumbi chega
(21:29:41) felipefonseca mudou seu apelido para zumbi
(21:29:43) zumbi: cheguei
(21:29:45) zumbi: mandei
(21:29:46) zumbi: fui
(21:30:02) zumbi: semana que vem tudo publicado em estudiolivre, metareciclagem, descentro e blogue
(21:30:12) f4bs: ateh esse log aqui?
(21:30:17) zumbi: sim, claro!
(21:30:26) zumbi mudou seu apelido para ff
(21:30:33) mbraz: demoro!
(21:30:57) ff saiu da sala.
(21:31:15) mbraz: TV 32 Tela Plana WideScreen Philco, só 10x R$114,90! Ofertas inacreditáveis!
(21:31:21) f4bs: haha
(21:31:32) mbraz: comprafacil.com.br
(21:31:46) f4bs: intervalo comercial 🙂
(21:32:29) f4bs: alguem do cidadao comum devia estar aqui pra falar com o povo tb
(21:32:34) f4bs: queria pedir uma música
(21:32:41) mbraz: noise e’ pobri, putz o tnovaes ta’ uma maquinaô … o cara nao para, nao tem mae, nasceu de chocadeira ?
(21:33:24) f4bs: cara, ele vai assoprar, assoprar, assoprar, ateh a casinha cair :o)
(21:33:30) mbraz: musica, musica…
(21:33:48) mbraz: acabou a bateria dele ….
(21:34:01) f4bs: nada, soh entrou em spleep mode
(21:34:16) mbraz: me2
(21:34:50) mbraz: olha a cara do fff ..
(21:35:18) f4bs: xi, perdi a piada, onde?
(21:35:25) mbraz: o cara ta’ possuido ! vade retro !
(21:35:46) f4bs: po, naum to escutando 🙁
(21:35:54) f4bs: contae!
(21:36:39) mbraz: vou falar mais alto : o cara nao larga do simondao … o conjunto dos elementos, blabla
(21:37:08) mbraz: quanto vai custar o livro dele ?
(21:40:44) f4bs: hehe, o novaes vai traduzir o livro pra pt_br?
(21:42:42) mbraz: tentei ler aquela traducao no descentro, mas nao rolou …
(21:54:39) mbraz saiu da sala (quit: "Saindo").

COZINHANDO PUROS DADOS – Ciclo de Rituais Multimídia baseados no estudo de caso da Revista Eletrônica Hackeando Catatau

patrimonio

FORMULíRIO INSCRIÇÃO DO EDITAL N.ú 017/2007
SELEÇÃO DE PROJETOS NA íREA DE PATRIMÃ?â?NIO CULTURAL
“IDENTIFICAÇÃO E REGISTRO DO PATRIMÃ?â?NIO IMATERIAL”

Apresentação e Justificativa

Em meados da década de 2000, em Curitiba, verifica-se a presença de algumas iniciativas de artistas que através de ações colaborativas viabilizaram projetos de ocupação e reelaboração de espaços voltados í  pesquisa, ao relacionamento, í  criação e difusão de ações processuais abertas e participativas. Inserida neste cenário está a Orquestra Organismo, um grupo de artistas interdisciplinares que dentre seus variados fluxos empenham-se em refletir os impactos do desenvolvimento tecnológico sobre a sociedade, vivenciando a cultura digital, seja ao atuar pelos seus meios – como a Internet – ou na investigação dos seus recursos – como os hardwares e softwares livres.

A fim de potencializar idéias e canalizar convergências entre seus colaboradores, a Orquestra Organismo cria em 28 de abril de 2005 a revista eletrônica Hackeando Catatau (http://www.organismo.ar.br/blog ), que de modo dinâmico e espontâneo se torna uma importante forma de experimentação em editoração, comunicação e webart, promovendo o envolvimento de artistas e usuários multiplicadores no uso de ferramentas livres, gerando ao longo do tempo uma vasta e importante documentação digital.

Diferente de outras revistas eletrônicas, Hackeando Catatau organiza-se de modo descentralizado. Sem abrir espaço í  censura, aceita a contribuição de novos colaboradores. Até o final de abril de 2007 contava com mais de 100 nomes registrados e cerca de 1100 postagens publicadas. Esse fluxo autônomo faz com que a revista, além de ser uma relevante fonte de documentação, seja também uma referência ao público sobre a mobilização do cenário artí­stico-tecnológico de Curitiba. Artistas, compositores, poetas, historiadores, técnicos, enfim, todos os “conectados” nesta rede identificam em Hackeando Catatau uma poderosa ferramenta na exploração de novas poéticas que vertem no campo digital.

O presente projeto, Cozinhando Puros Dados – Ciclo de Rituais Multimí­dia baseados no estudo de caso da Revista Eletrônica Hackeando Catatau, consiste primeiramente na organização e contextualização do material produzido em Hackeando Catatau, em paralelo, visa gerar uma série de Rituais Multimí­dia, a serem compartilhados simultaneamente por uma rede local de artistas conectados em diversos circuitos, gerando uma reflexão sobre a era da “informação total”, ofertando ao público ambientes e situações de trocas de conhecimentos.

Todos esses Rituais Multimí­dia baseados dos conteúdos de Hackeando Catatau serão devidamente registrados e divulgados via Internet, um patrimônio cultural – conceitual e técnico – gerado por um grupo formado na cidade de Curitiba, também atores dos circuitos que pensam os novos meios, a multimí­dia e rede mundial de computadores.

O projeto propõe em seu escopo a elaboração de 6 (seis) Rituais Multimí­dia, sendo realizados um a cada mês, com iní­cio previsto em julho e término em dezembro de 2007. Cada Ritual consiste em recombinar alguns temas presentes na Hackeando Catatau, compreendidos, grosso modo, como eventos que envolverão diversas linguagens artí­sticas, como música, declamação de textos e poemas, exposição de imagens, performances, dramaturgia, debates, entrevistas, entre diversas outras possibilidades de trocas de conhecimentos.

Tudo isso sendo transmitido ao vivo de modo audiovisual pela Internet. Este processo será documentado em ví­deo gerando novos registros documentais a serem publicados na própria revista. Além disso, todo o processo técnico que envolve o uso de ferramentas tecnológicas audiovisuais, algumas delas frutos de artesanato da própria Orquestra Organismo, será documentado no sí­tio Estúdio Livre (http://www.estudiolivre.org), portal brasileiro sobre ferramentas de código aberto e software livres, que curiosamente também surgiu em Curitiba.

Cozinhando Puros Dados deve gerar de maneira lúdica uma celebração em redes virtuais combinadas as presenças fí­sicas dos encontros ritualí­sticos, a alimentação de discussões conceituais e possibilidades de extensão e intercâmbio cultural – amparando ainda como contrapartida a construção de know-how dos chamados Softwares Livres – sistemas cada vez mais populares e admirados por serem softwares de código aberto, desenvolvidos de maneira colaborativa por diversas comunidades através da Internet e em academias espalhadas no mundo todo. Estes softwares têm sido amplamente utilizados pela rede pública por trazerem maior perspectiva de soberania da informação e conhecimento compartilhado, além da melhor realocação dos recursos públicos (anteriormente destinados a licenças de softwares propretários).

As formas de atuação dos artistas comprometidos neste projeto, as situações por eles inventadas e métodos praticados fornecem material para detectar relações e peculiaridades com outros grupos e comunidades. Essas iniciativas indicam uma vontade de dialogar com o mundo por questões próprias da contermponeidade. Para isso, desempenham esforços na construção de um ambiente em constante remodelação, um circuito próprio e interdependente, onde é possí­vel agir com maior autonomia e liberdade.

O objeto deste trabalho, em suma, almeja:

* Pesquisa de técnicas artí­sticas aplicadas í  tecnologias computacionais;

* Contextualização do repertório da revista eletrônica Hackeando Catatau;

* Elaboração de 6 (seis) Rituais Multimí­dia mensais – de julho a dezembro de 2007;

* Fomentar ambientes e situações de trocas entre circuitos de arte e ativismo através do novos meios de comunicação (Internet) e cenários culturais locais;

* Documentação do processo técnico-conceitual através de textos e arquivos audiovisuais disponibilizados nos sí­tios da Orquestra Organismo, na revista eletrônica Hackeando Catatau e no Estúdio Livre (portal da comunidade de artistas e ativistas das ferramentas de software livre).

patrimonios

Contrapartida Social

Organizar eventos ritualí­sticos multimí­dia abertos ao público localmente ou na internet, gratuitos, que dialogam com conceitos e poéticas pesquisadas dentro do vasto conteúdo publicado nos últimos 2 anos na revista eletrônica Hackeando Catatau. Tais performances utilizarão técnicas computacionais totalmente baseadas em Software Livre. Disto, pretende-se ainda deixar todo um rastro de registro técnico do uso destas ferramentas para comunidade usuária destes softwares, publicando os processos no portal especializado no assunto: o Estúdio Livre (http://www.estudiolivre.org ).

Além desta excelente contrapartida para a comunidade em geral, este processo prima por um intercâmbio cultural com outros circuitos; divulgando e legitimando o conteúdo extremamente aprofundado por diversos artistas curitibanos na já citada revista, que é uma das referências em algumas comunidades de ativistas de arte digital colaborativa.

Este é um processo que coloca uma perspectiva de construção de um saber e de um movimento artí­stico coletivo, moldado de maneira fluida através dos anos por vários artistas curitibanos com interação de muitos outros colaboradores de outros sí­tios, em troca direta com as possibilidades de interação remota propiciada pelos aparatos tecnológicos de rede.

Estes rituais performáticos serão construí­dos em um processo artí­stico e didático utilizando uma idéia que foi concebida como uma metáfora da “cozinha de dados”. Vive-se em uma época de abundância de informação, por outro lado esta aparece como puro conteúdo em estado “bruto”. Um descompasso, onde não há tempo, ou costume, para digerir tais informações.

A metafóra da “cozinha de dados” nos serve como uma poética de recombinação cultural, que será potencializada por interação remota dos artistas curitibanos com outros circuitos nacionais e internacionais, potencializados por redes de artistas e ativistas que atuam em circuitos interdependentes, como Upgrade Internacional, Estúdio Livre, Descentro e Surface Tension, entre outros.

patrimonioz


Metodologia:

O projeto estabelece como metodologia:

* Adoção de estratégias de ação coletiva, primando aspecto colaborativo e não hierárquico de gestão e agenciamento; entendendo assim que todos os envolvidos (Coordenador de projeto e pesquisadores) desempenham as funções que forem necessárias para a completa execução do projeto Cozinhando Puros Dados;

* Reflexão sobre os recursos tecnológicos, sobretudo no pensamento sobre a utilização e difusão de ferramentas tecnológicas voltadas ao conhecimento aberto, criativo, contextualizado e de constante recombinação simbólica;

* Comunicação multidirecional, veloz e ampliada por ferramentas digitais;

* Ã?Å nfase em processos abertos, documentados e visí­veis publicamente, contudo sem a espetacularização gratuita das ações;

* Construção de métodos centrados no processo de pesquisa e experimentação;

* Valorização e respeito aos processos subjetivos;

* Olhar voltado í  autonomia, diversidade e liberdade;

Cronograma:

ano: 2007

* Julho – iní­cio do desenvolvimento das pesquisas de contextualização, pré-produção e realização do 1ú Ritual Multimí­dia – em local ainda a ser definido – organização de documentação e criação de relatório.

* Agosto – Continuidade do desenvolvimento das pesquisas de contextualização, pré-produção e realização do 2ú Ritual Multimí­dia – em local ainda a ser definido – organização de documentação e criação de relatório.

* Setembro – Continuidade do desenvolvimento das pesquisas de contextualização, pré-produção e realização do 3ú Ritual Multimí­dia – em local ainda a ser definido – organização de documentação e criação de relatório.

* Outubro – Continuidade do desenvolvimento das pesquisas de contextualização, pré-produção e realização do 4ú Ritual Multimí­dia – em local ainda a ser definido – organização de documentação e criação de relatório.

* Novembro – Continuidade do desenvolvimento das pesquisas de contextualização, pré-produção e realização do 5ú Ritual Multimí­dia – em local ainda a ser definido – organização de documentação e criação de relatório.

* Dezembro – Continuidade do desenvolvimento das pesquisas de contextualização, pré-produção e realização do 6ú Ritual Multimí­dia – em local ainda a ser definido – organização de documentação e criação de relatório.

ano: 2008

* janeiro e fevereiro – Finalização, organização, catalogação e publicação da documentação gerada em sí­tios já especificados e criação de relatório.

* fevereiro – Prestação de contas diante da Fundação Cultural de Curitiba, e criação de relatório final.

patrimoniz


Portfólio da Orquestra Organismo:

Orquestra Organismo é um fluxo artí­stico interdisciplinar agenciador de ações colaborativas e diretas. Em seu processo de elaboração poética empenha-se em gerar ciclos de criação autônomos que em diversos momentos se complemtentam.

Em meio í s ações que idealiza e participa, tem constantemente refletido sobre questões relacionadas a ritualização e formação de circuitos. Se dispõe a proporcionar encontros relacionais não-hierárquicos com diversos organismos coletivos, instituições e artistas, repensando também o conceito de público e as formas de colaboratividade, bem como as metodologias empregadas para cada circunstância.

Como complemento, dedica-se í  recombinação e abertura de códigos de conhecimento. Desde 2005, vem desenvolvendo pesquisas baseadas em ferramentas de software e hardware livres cujo processo criativo é voltado í  sustentabilidade de uma percepção cultural compatí­vel com a humanização da tecnologia.

Poetizando a utilização de métodos computacionais e da engenharia dos instrumentos, busca possibilitar um aprendizado mais lúdico das ferramentas cientí­ficas e desconstruir o mitificado processo industrial mercadológico.

Seus encontros são marcados por ressonâncias e discussões contí­nuas, onde poéticas abertas e processuais reatualizam as próprias práticas de invenção, despertando resistentes faí­scas de lucidez em meio aos recalques do cotidiano mediado por simulacros espetaculares.

Algumas ações idealizadas ou colaboradas pela Orquestra Organismo:

I. Desafiatlux – ocupou o 2í° andar do prédio do SESC da Esquina, região central de Curitiba – de 15 de agosto a 30 de setembro de 2005 – a iniciativa do grupo de artistas Orquestra Organismo propunha o agenciamento de trocas entre diversos artistas e coletivos.

II. Leminski: A Justa Razão Aqui Delira – ação teatral única realizada no Mini Auditório do Teatro Guaí­ra em 22 de setembro de 2005, de concepção da atriz Claudete Pereira Jorge e direção de Octávio Camargo.

III. Hackeando Catatau e ListaLeminski – ações de elaboração de método, comunicação, editoração e documentação em revista eletrônica e lista de discussão.

IV . Polavra – encontros poético-literários, de concepção de Sávio Nienkí¶tter e Nils Skare.

V. Andante Allegro – ações de caminhadas feitas em grupo pela cidade de Curitiba e região metropolitana, inicialmente propostas por João Debs.

VI. Costurando Pontos – iniciativa de ocupação e intervenção do histórico casarão da UPE em Curitiba, ocorrida entre do dias 12 a 15 de Outubro de 2005. Ação de articulação de redes, troca e experimentação artí­stico-tecnológica entre diversos grupos locais e nacionais.

VII. Cozinhando Com Puros Dados – realizado na Galeria Ybakatu com ações elaboradas pelo intercâmbio de integrantes dos coletivos Orquestra Organismo e Surface Tension: Glerm Soares, Octávio Camargo, Brandon LaBelle e Ken Ehrlich – de 14 de janeiro a 18 de fevereiro de 2006.

VIII. ConSerto – Ambiente de pesquisa em processos artí­stico-tecnológicos ocorrida no auditório do SEAE – Secretaria de Assuntos Estratégicos do Paraná, entre os dias 12 de março a 01 de abril de 2007.

copyleft_attitude

Licence Art Libre

Licença da Arte Livre

[ Copyleft Attitude ]

Versión 1.2

Preâmbulo:

Com a licença da Arte Livre, você está autorizado a copiar, distribuir e transformar livremente a obra de arte, sempre respeitando os direitos do criador.

Longe de ignorar os direitos do autor, esta licença os reconhece e protege, reformulando os seus princí­pios, tornando possí­vel ao público o uso criativo das obras de arte. Enquanto os atuais direitos de propriedade literária e artí­stica resultam na restrição do acesso público í s obras de arte, o mérito da licença da Arte Livre é encorajar este acesso.

A intensão é fazer com que a obra se torne acessí­vel e permitir o uso de seus recursos para o maior número de pessoas: para usá-la com o fim de aumentar o seu uso, para criar novas condições de criação para multiplicar as possibilidades de criação, respeitando os criadores com o reconhecimento e defesa de seus direitos morais.

De fato, com a chegada da era digital e a invenção da Internet e do Software Livre, surgiu uma nova visão sobre criação e produção. Esta licença também encoraja a continuação do processo de experimentação utilizado por muitos artistas contemporâneos.

Conhecimento e criatividade são recursos, que para serem realmente autênticos, devem permanecer livres, atividades básicas de investigação que não necessariamente estão relacionadas com aplicações concretas. Criar significa descobrir o desconhecido, inventar a realidade sem dar atenção ao realismo. Desta forma, o objeto (ou objetivo) da arte não é a obra de arte terminada e definida.
Esse é o principal objetivo da licença da Arte Livre: promover e proteger a prática artí­stica das regras da economia de mercado.

ââ?¬â?Ã¢â?¬â?–
DEFINIÇÃ?â?¢ES

A obra de arte ::
Uma obra pública que inclui a obra inicial e todas as contribuições (originais subsequentes e cópias). É criada pela iniciativa de um artista original que, por esta licença, define as condições que regerão a forma como as possí­veis contribuições serão feitas.

A obra de arte original ::
É a obra criada pelo autor inicial da obra pública, cujas cópias serão modificadas por quem quiser.

Obras subsequentes :
São as contribuições repassadas pelos artistas que participam da formação da obra utilizando as vantagens do direito de reprodução, distribuição e modificação que esta licença lhes confere.

O original (a obra fonte ou recurso) :
Um modelo datado da obra, de sua definição, de sua composição ou de seu planejamento, que autor original define como uma referência para todas futuras modificações, interpretações, cópias ou reproduções.

Cópia :
Qualquer reprodução da obra original como definida por esta licença.

Criador da obra de arte inicial :
É a pessoa que criou a obra que se encontra no coração das ramificações desta obra de arte modificada. Por esta licença, o autor determina as condições sob as quais as modificações são feitas.

Contribuidor :
Qualquer pessoa que contribui na criação da obra de arte. É o criador de um objeto artí­stico original resultante da modificação da obra inicial ou modificação de uma cópia de uma obra de arte subsequente.

1. OBJETIVOS

O objetivo desta licença é definir as condições pelas quais você poderá usar esta obra livremente.

2. EXTENSÃO DE USO

Esta obra de arte está sujeita a copyright, e o autor, por esta licença, especifica os limites com os quais você pode copiá-la, distribuí­-la e modificá-la.

2.1 LIBERDADE PARA COPIAR (OU DE REPRODUÇÃO)

Você tem o direito de copiar esta obra para o seu uso pessoal, para seus amigos ou para qualquer pessoa, aplicando qualquer técnica que você escolha.

2.2 LIBERDADE PARA DISTRIBUIR, INTERPRETAR (OU DE REPRESENTAÇÃO)

Você pode distribuir livremente as cópias destas obras, modificadas ou não, qualquer que seja a mí­dia, para onde você quiser, gratuitamente ou não, se forem respeitadas as seguintes condições:
– anexar esta licença, em sua inteireza, í s cópias ou indicar precisamente onde a licença pode ser encontrada;
– especificar ao destinatário o nome do autor da obra original;
– especificar ao destinatário onde ele será capaz de acessar as obras originais (inicial e subsequentes). O autor da obra original pode, se desejar, lhe dar o direito de distribuir a obra original seguindo as mesmas condições das cópias.

2.3 LIBERDADE PARA MODIFICAR

Você tem o direito de modificar as cópias das obras originais (inicial e subsequentes), parcialmente ou de outra forma, respeitando as condições definidas no artigo 2.2, no evento da distribuição (ou representação) da cópia modificada. O autor da obra original pode, se desejar, lhe dar o direito de modificar a obra original seguindo as mesmas condições das cópias.

3. INCORPORAÇÃO DE TRABALHO ARTíSTICO

Todos os elementos desta obra de arte devem permanecer livres. Por isso, você não está autorizado a integrar as obras originals (originals e subsequentes) em outra obra que não siga esta licença.

4. SEUS DIREITOS COMO AUTOR

O objetivo desta licença não é negar os seus direitos autorais de sua contribuição. Escolhendo contribuir para a evolução desta obra de arte, você apenas concorda em dar aos outros os mesmos direitos, que lhe foram dados por esta licença, sobre sua contribuição.

5. DURAÇÃO DA LICENÇA

Esta licença tem efeito a partir da simples aceitação das suas cláusulas. O ato de copiar, distribuir ou modificar a obra constitui um acordo implí­cito. Esta licença ficará em vigor pelo mesmo tempo que o copyright relativo a esta obra. Se você não respeitar os termos desta licença, você perde automaticamente os direitos que ela lhe confere. Se o regime jurí­dico ao qual você está submetido torna impossí­vel o seguimento dos termos desta licença, você não poderá usufruir dos direitos que ela confere.

6. VíRIAS VERSÃ?â?¢ES DA LICENÇA

Esta licença pode sofrer modificações periódicas pelos seus autores (investigadores do movimento da “atitude copyleft”), para incorporar aperfeiçoamentos na forma de novas versões numeradas.

Você terá a opção de aceitar as cláusulas contidas na versão a qual você divulgou ou, alternativamente, usar as cláusulas das versões subsequentes.

7. SUB-Licenciamento

Sub-licenças não são autorizadas por esta licença. Qualquer pessoa que deseje fazer uso dos direitos que ela confere, deve se dirigir obrigatoriamente ao autor da obra original.

8. A LEI APLICíVEL PARA ESTE CONTRATO

Esta licença é tratada pela Legislação Francesa.

ââ?¬â?Ã¢â?¬â?–

DIRETIVAS DE USO:

– Como usar a licença da Arte Livre?

Para se beneficiar da licença da Arte Livre é necessário apenas especificar em sua obra de arte:

[- Algumas linhas para indicar o nome da obra e dar uma idéia do que ela é.]
[- Algumas linhas para descrever, se necessário, a obra modificada e dar o nome do autor/artista]
Copyright é [a data] [nome do criador] (se pertinente, especificar o nome dos autores anteriores)
Copyleft: esta obra de arte é livre, você pode redistribuí­-la e/ou modificá-la de acordo com os termos da licença Arte Livre.
Você pode encontrar uma cópia desta licença no site da Copyleft Attitude http://artlibre.org assim como em outros sites.

– Porque usar a Licença da Arte Livre?

1. para dar acesso ao maior número de pessoas í  sua obra

2. permitir que sua obra seja livremente distribuí­da

3. permitir que sua obra evolua, autorizando sua transformação por outros artistas

4. permitir que você possa utilizar os recursos de uma obra quando ela seguir a licença da Arte Livre: para copiá-la, distribuí­-la ou transformá-la livremente.

5. This is not all: because the use of the Free Art License is also a good way to take liberties with the marketing system generated by the dominant economy. The Free Art License offers a useful legal protocol to prevent abusive appropriation. It will no longer be possible for someone to appropriate your work, short-circuiting the creative process to make personal profit from it. Helping yourself to a collective work in progress will be forbidden, as will monopolising the resources of an evolving creation for the benefit of a few.
5 Isso não é tudo: porque o uso da licença da Arte Livre é também uma boa forma de adquirir liberdade no sistema de marketing gerado pela economia dominante. A licença da Arte Livre oferece o protocolo legal muito útil para prevenir apropriação abusiva. Não será mais possí­vel alguém se apropriar de sua obra, restringindo o processo criativo em benefí­cio próprio. Será impossí­vel se excluir do trabalho coletivo, uma vez que isso monopoliza os recursos de uma criação evolutiva em benefí­cio de poucos.

A Licença da Arte Livre defende uma economia mais apropriada para a arte, baseada no compartilhamento e troca. O que vale na arte é também, geralmente, o que não tem valor.

– Quando usar a licença Arte Livre ?

Não é objetivo da Licença da Arte Livre eliminar copyright ou os direitos do autor, é justamente o oposto. O objetivo é reformular a relevância destes direitos levando em conta o contexto atual. Está ligada ao direito de liberdade de expressão, de copiar e transformar livremente uma obra de arte. O direito de trabalhar em liberdade para a arte e para os artistas.

1 Cada vez que você queira usar ou colocar este direito em prática, use a Licença da Arte Livre.

2 Cada vez que você queira criar obras que possam evoluir e serem livremente copiadas, livremente distribuí­das e livremente transformadas: use a Licença da Arte Livre.

3 Cada vez que você queira ter a possibilidade de copiar, distribuir ou transformar uma obra: cheque se ela está sob a Licença da Arte Livre. Se não estiver, você está sujeito a violar a lei.

– Para quais tipos de obras de arte a licença Arte Livre pode ser aplicada?

Esta licença pode ser aplicada a arte digital e não-digital. Ela nasceu da observação do mundo do Software Livre e da Internet, mas a sua aplicabilidade não é limitada í  mí­dia digital. Você pode colocar uma pintura, romance, desenho, trecho de música, poema, montagem, ví­deo, filme, receita, CDROM, site ou performance sob a Licença da Arte Livre. Resumindo, qualquer criação que tenha alguma intensão de ser uma obra de arte.

Esta licença tem uma história: ela nasceu em uma reunião “Copyleft Attitude ” que aconteceu no “Accí¨s Local” e “Public” em Paris no iní­cio do ano de 2000. Pela primeira vez, ela reuniu especialistas em computadores e ativistas do software livre com artistas contemporâneos e membros do mundo da arte.

Traducion : Lucas Rocha

Instrumento Musical szero: a ONssça mandou contar

onssssa.jpg

EM FOCO: uma importante cerimônia dos í­ndios araras, centrada num poste, erigido no pátio, em cujo topo, até tempos recentes, se punha o crânio de um inimigo, hoje substituí­do por uma bola de lama. Só isso já desperta a atenção do leitor, pois, vivendo os araras sobre o divisor que separa as águas que correm para o Iriri, afluente do Xingu, das que descem diretamente para o Amazonas (mas destas últimas retirados após lograrem o contato amistoso com os brancos), eles têm como vizinhos vários outros grupos tribais que também faziam a caça de cabeças, por uma extensa área, desde o Xingu até o Madeira. Entretanto, tais grupos pertenciam ao tronco tupi, enquanto os araras, da famí­lia caribe, constituí­ssem talvez a única exceção.

Mas o Autor opta por não comparar, permanecendo no universo dos araras, entre os quais realizou pesquisa de campo de cerca de quatorze meses em várias etapas, distribuí­das pelos anos 1987, 1988, 1992 e 1994.

Começa por uma apresentação geral da cerimônia e das condições em que é realizada. Mostra-nos como cada tipo de festa arara inclui uma festa menor e pode ser englobada por outra maior, desde aquelas festas de beber, passando para as de beber e comer, para as em que também se tocam instrumentos musicais, se canta e se dança, até chegar í  mais inclusiva e complexa, que é a do Ieipari, o poste encimado pelo crânio do inimigo.

museu_do_poste

Descreve a elaboração da bebida fermentada de tubérculos, frutas ou milho, a maneira de oferecê-la, sua relação com substâncias como leite e esperma. Examina as técnicas de caça, o contato que um xamã (todos os homens araras são mais ou menos familiarizados com as atividades xamânicas) estabelece com um ser, dono de uma espécie animal, pedindo-lhe que os dê para criá-los, abrindo a oportunidade assim para que os outros homens possam abatê-los. Descreve os instrumentos de sopro, a ordem em que tocam, os seres a que estão associadas suas músicas. Mostra como os caçadores, aguardados com a bebida fermentada, que devem retribuir com carne, entram na aldeia a fingir um ataque, uma encenação agressiva omitida na forma mais abrangente do rito, quando há o Ieipari. Expõe o tratamento do inimigo, o que lhe dizem no cântico entoado antes de matá-lo e esquartejá-lo.

Além do crânio, que integra um instrumento musical antes de vir a coroar o poste ritual, outras partes do corpo lhe são retiradas, mas seu destino, talvez por lacuna na memória dos araras atuais, é apenas esboçado: os ossos das mãos e dos pés, a pele do rosto, o escalpo, as ví­sceras.

Descreve a ereção do poste, como os homens o descascam com pancadas e palavras agressivas, e como as mulheres o abraçam fortemente e nele esfregam sensualmente suas vulvas. A carne trazida pelos caçadores disposta em torno do poste, assim como uma panela com bebida fermentada colocada ao pé do mesmo, são como ofertas do Ieipari. E as mulheres, ao tomarem desta bebida, dizem reveladoramente que estão bebendo um filho.

arara.jpg

Essa apresentação inicial, que constitui o primeiro capí­tulo, é em si mesma autônoma, não depende do que segue para ser compreendida. Dir-se-ia que o livro se compõe de partes que acrescentam mais sentido í  apresentação inicial, mas elas próprias também autônomas.

O capí­tulo referente í  cosmogonia e í  cosmologia aponta a origem de certos elementos integrantes do rito ou aspectos da condição humana que levam a sua realização: o instrumento de sopro que a divindade principal tocava para manter a calma e boa ordem no céu, onde a humanidade vivia de modo paradisí­aco, e que hoje faz a música de fundo das festas; a eclosão de um conflito que redundou na quebra da casca do céu, obrigando a humanidade a viver sobre os seus fragmentos, misturada aos seres maléficos até então mantidos do lado de fora; o ensino da festa, destinada a trazer novos filhos, pelo bicho-preguiça, que também deu aos humanos as flautas, a tecelagem em algodão e palha e povoou a mata de animais de caça; a recusa das mulheres em continuar a aplicar as técnicas destinadas a trazer de volta í  vida aqueles que morriam, como faziam antes da catástrofe, de modo que a morte se instalou definitivamente entre os humanos e serviu para que a divindade, agora transformada na vingativa onça preta, transformasse as partes em que divide os corpos dos defuntos numa série de seres danosos; a viabilização da caça por intermédio das relações de reciprocidade entre os xamãs e os espí­ritos donos de animais, em que estes dão í queles bichos para criar e por sua vez criam um certo tipo daqueles seres danosos oriundos dos mortos. Se o primeiro capí­tulo sublinha a ausência da vingança nas palavras que os araras dirigem ao inimigo, o segundo não trabalha o teor da vingança que atribui ao ser supremo.

A vingança ou sua ausência no conflito com o inimigo poderia ter sido um dos temas de discussão no terceiro capí­tulo, que se limita ao contato entre os araras e os brancos. Não tenta reconstituir as relações dos araras com outras etnias indí­genas, a não ser com os caiapós, mas estes apenas enquanto participantes das frentes de atração. Chama a atenção para o fato de os brancos não se contarem entre as ví­timas cujas cabeças serviam de centro ao rito arara, até o momento em que a construção da Transamazônica pressionou fortemente pelo estabelecimento do contacto. Que etnias indí­genas teriam sido alvo das incursões araras, que motivos os moviam contra elas, ou, ao contrário, que razões os faziam limitar-se í  defensiva são perguntas que talvez o Autor não tenha feito ou, se as fez, das respostas não tirou proveito.

No quarto capí­tulo examina a coexistência de uma classificação horizontal dos termos de parentesco, aplicada aos membros da própria unidade residencial, com uma oblí­qua, referente í s relações com outras unidades. Mostra como oferecimento ritual da bebida fermentada, que se faz entre a irmã (ou o marido dela) e o irmão, moradores de casas diferentes, é coerente com a classificação oblí­qua. Observa também que um homem, ao dar sua irmã em casamento, pode reivindicar em troca a filha daquele que a recebeu, que não precisa necessariamente ser filha dessa ou de outra irmã. E ainda, quando uma mulher, dentre aquelas com quem, pelo jogo das trocas, pode aspirar a ter como esposa, se casa com outro homem, este último passa a lhe dever uma irmã ou filha. Em outras palavras, uma esposa reivindicada que se torna cônjuge de outro gera dí­vida como se fosse uma irmã a este cedida. Sem dúvida tudo isso é muito convincente e feito com maestria, apesar de as trocas de mulheres examinadas nos casos concretos mais parecerem deduções das genealogias do que descritas em depoimentos dos araras. Mas tendo em vista o rito que constitui o tema do livro, este capí­tulo talvez fosse o lugar de examinar também certas relações como a dos amigos de guerra, que, ao sacrificarem juntos um inimigo, trocavam entre si temporariamente as esposas. Se, tal como a dos amigos de caça (recrutados entre os afins reais do mesmo grupo residencial), essa parceria tinha como protótipo genealógico a relação MB/ZS, mas escolhidos em outros grupos residenciais, no passado grupos locais distintos, ela poderia ter sido mais um motivo para o Autor examinar a guerra como um fator de articulação entre os vários grupos locais.

Quem guardava o crânio do inimigo e o usava como instrumento musical? Quem guardava os ossos dos membros, a pele da face, o escalpo? Como se fazia a circulação desses troféus? Que importância teriam estes nos ritos de passagem relativos í  idade?

São questões que poderiam ter sido exploradas neste capí­tulo.

O quinto capí­tulo na verdade abrange dois. Sua parte inicial (pp. 305-343) trata da relação entre os modos de dar, as coisas dadas e as relações sociais envolvidas, de um lado, e os valores morais, de outro. A classificação das formas de dar bens e prestar serviços mostra-se sobremodo complexa, a ponto de mal poder ser ilustrada pela clássica esfera que combina os diferentes tipos de troca com a distância social, desde o núcleo da reciprocidade generalizada caracterí­stica dos parentes próximos até a capa mais externa da reciprocidade negativa associada aos inimigos. Além disso, no caso dos araras, esse gradiente é distorcido pelos ideais de generosidade, gentileza, solidariedade, de maneira que a representação gráfica escolhida pelo Autor lembra os esquemas demonstrativos da influência do Sol e da Lua nas marés oceânicas (p. 337).

Na segunda metade do capí­tulo (pp. 343-385), o Autor retoma o grande rito anteriormente descrito e o analisa segundo três seqüências, paralelas: a sucessão de festas, a das músicas, que já apresentara anteriormente, e a ordem das fases (marcadas por tarefas ou deslocamentos dos participantes). Uma incursão na teoria da linguagem de Hjelmslev não nos parece ter trazido novas luzes para a compreensão do rito. Por outro lado, neste capí­tulo e na conclusão, que o segue, a idéia de “sacrifí­cio”, presente no tí­tulo do livro, é tratada de modo demasiado sumário; Hubert e Mauss não são convocados, e nem mesmo aquele que os seguiu no exame do mais discutido dos ritos de tratamento dos inimigos em nosso continente, Florestan Fernandes.

Tal como a classificação da bebidas de acordo com a altura das partes dos vegetais das quais são produzidas (figura da p. 62) ou tal como o poste Ieipari, centro do grande rito, poderí­amos dizer que a interpretação desenvolvida no livro passa do mais substancioso para o mais etéreo í  medida que se desloca da base para o topo. Muito de mistério ainda paira sobre a cabeça do inimigo. Mas certamente o Autor continuará a busca de mais sentido com a elaboração de outros trabalhos.

abacaxi

ATUALIDADE PROBLEMA

calculadora
Link: http://www.cienaniosdeperdon.com.ar/IO/images/calculadora.jpg

eiabel lelex

Foucault coloca na questão “O que é a nossa atualidade?” a implicação de tomar a noção de acontecimento como constitutiva desta questão. “Interrogar a atualidade é questioná-la como acontecimento na forma de uma problematização”.

Como tema principal desta rede conceitual se impõe a Ética, ou Cuidado de Si, ou tecnologias de Si, ou ainda, o modo como nos constituí­mos sujeitos. Nunca é demais destacar que este tema, por sua historicidade nada tem a ver com a moderna investigação filosófica do sujeito como sede estática e universal do conhecimento. Contudo, a constituição deste tema histórico em Foucault possui também uma história.

Que diz o tecnorrealismo? A Internet é revolucionária, mas não utópica. O Governo tem um papel importante a desempenhar na fronteira eletrônica. A Informação não é conhecimento. A Informação tem de ser protegida. Compreender a tecnologia poderá ser uma componente essencial de uma cidadania global. O problema é este: a ideologia tecnológica é romântica, mas a cultura não deveria renunciar aos intentos iluministas. Daí­ o conflito.

tecnossurrealismo traz í  boca da cena a questão do real: sub(real), hiper(real)? O que está em causa são os vários planos da realidade. Não há dúvida que a atração que a Matemática exerce ao falar de espaços multidimensionais e da coerência que os mantém, tem servido para afirmar a existência de outros planos de realidade. Haverá um outro real para além daquele que vemos e descrevemos? E se a “realidade” fosse apenas aquilo que decidimos que seja realidade dentro dos limites da experiência, isto é, do bem ver (descrever) e do bem dizer (nomear)?

concebida enquanto fato cultural, “o que é nossa atualidade?” remete í  investigação das configurações do plano da cultura nos tempos atuais e de suas implicações com as transformações acarretadas pelos processos de expansão do mercado e das redes de comunicação para a esfera global. Estudos a respeito do processo de globalização e da emergência de uma cultura denominada global servem de base para um exame da relação da publicidade com as transformações culturais e econômicas na atualidade, e de sua participação nos processos constitutivos da cultura global.

como elemento de cultura global, levantando a hipótese de uma construção, em versão publicitária, do que se chamou – de acordo com os trabalhos de Foucault em a “História da Sexualidade” – de “cuidado de si”, entendido como a elaboração cultural da relação do sujeito consigo mesmo, com seu corpo e com sua sexualidade.

Destacar consiste naquilo que Foucault define como o princí­pio ao qual se liga o cuidado de si: “o princí­pio da conversão a si” (Foucault, 1985, pp. 69-70). Através do retorno a si mesmo tem-se a ilusão de abrigo e de independência em relação ao exterior, podendo-se gozar de uma experiência pessoal associada í  posse e ao domí­nio.
(anotações aula ética estética-comdig)

http://www.google.com/search?q=0b1100101*0b1001

DIA DO NADA

nothing

Passando o recado
Rubens Pilleggi
Lançamento da proposta para o DIA DO NADA 2007

Não custa lembrar:
O DDN cai sempre na primeira segunda de maio. Este ano, portanto, cai no Dia 07 de maio. Segunda-feira.

Definição simplista:
DDN não é contra o trabalho. É contra o trabalho desprazeroso, mecânico, robotizado, escravo.
Questiona a mais-valia e o lucro, sob todos os ângulos e hipóteses.
Descrê do progresso industrial e do uso da tecnologia eletrônica como evolução da espécie.
Ri do processo civilizatório.
DDN não é para NÃO fazer nada. O desafio, aliás, e este. A idéia é: fazer nada.
Tudo é trabalho. Tudo dá trabalho. Trabalho, em fí­sica, é a energia gasta por um corpo para se movimentar entre dois pontos. Portanto, enquanto o coração bater, existe o trabalho. E a idéia do Nada e do Vazio colocada em movimento como uma ação não cartesiana, melhor, como poética, é a questão.

Constatação
Por causa do Efeito Estufa, gerado pela emissão descontrolada de gases poluentes na atmosfera, principalmente CO2, a temperatura do Planeta está se elevando. O clima está se alterando, as estações do ano perderam suas definições. As águas de março ainda não chegaram e, mesmo em maio, o verão ainda não foi fechado.

O paradoxo quente
Voltemos í  Fí­sica: se as partí­culas ficam em movimento constante, em atrito permanente, a velocidades cada vez maiores, então os corpos tendem í  combustão, gerando cada vez mais calor. Esquentando mais, faz-se necessário, na nossa sociedade de mercado, um maior uso de refrigerador, ventilador, ar-condicionado, enfim, não queremos abrir mão do conforto industrial que deus nos deu, certo? Acontece que isso acaba gerando um maior gasto de energia, aumentando, assim, o calor. E Eis, assim, montado o paradoxo que nos coloca, a todos, dentro de um circuito vicioso cujo fim não precisamos de nenhuma lâmpada mágica para adivinhar seu desfecho.

Visão crí­tica
Para Al Gore e para os mercadores da vida o desastre ambiental representa Eco_dólares. E se aproveitam do calor que está fazendo para ganhar mais dinheiro vendendo ventiladores. Ou fazendo projetos mirabolantes como a construção de guarda-sóis no espaço, sucção do CO2 da atmosfera usando como depósito as reservas exauridas de petróleo, etc. Fazem acreditar que a tecnologia de ponta pode resolver o problema do desastre ambiental e que podem resolver o problema mundial por cada um de nós. No máximo, propõem a troca do uso de produtos mais poluentes, por outros, novos, modernos e “ecológicos”. Como se o material usado na fabricação desses produtos e o lixo dos outros, descartados, não interferisse, ainda mais, no problema ambiental.
O que é preciso pensar, em primeiro lugar, é que nossa cultura foi toda construí­da sobre os alicerces do domí­nio í  natureza. E nunca de integração. O homem civilizado, ocidental, greco-judáico-cristão, sempre viu a si próprio como alguém na paisagem, mas nunca como alguém da paisagem. A natureza sempre lhe foi o fora. E o dentro sempre foi aquilo que ele construiu para vencer a natureza, chegando ao ponto que estamos vivendo agora, que é a de perder todo o contato e relação com ela e recebendo de troco um delicioso “tchau, humanidade, vocês são uns chatos”.

Proposta do DDN
Desmontar o discurso catastrofista dos apocalí­pticos que lucram com a miséria humana (neopentecostais, niilistas de plantão, comunistas endinheirados) e dos conformistas que acham que “isso não vai mudar nunca”, já é uma maneira de tornar o problema menos insolúvel. Deter imediatamente a voracidade consumista, então, já é caminhar, a passos largos, em direção de um outro tipo de relação do homem com a natureza. Isto é, de integração e harmonia.
Mas não basta apenas desligar o ventilador durante quinze minutos e ficar de braços cruzados, com tédio e raiva, passando calor. É preciso que o espaço e o tempo sejam utilizados de maneira criativa e lúdica como resposta vital a esse modo de viver que nos quer reféns do impulso de morte. É possí­vel utilizar a as energias emanadas pela própria natureza, a nosso favor, sem ter de gastar um centavo por isso. Ao contrário, para nos humanizar através delas.
E o que nos torna mais profundamente humanos é a nossa capacidade de compreender a realidade e rir, quando, ao invés de nos lamentar pela situação ou de nos perder em abstrações intelectualizadas, agimos.

Questão concreta

Para o DDN, tanto quanto para a filosofia oriental e para a cultura indí­gena, agir é não-agir. É deixar acontecer. Como na Capoeira de Angola. Como no Judô. Usar a força, o impulso e o movimento do oponente, contra ele próprio. A nosso favor.
O devir do vento, portanto, que dá movimento a essas palavras. Não só a hélice do ventilador, no caso acima descrito, para combater o calor. Mas a vela do barco. Aqui, brincando com as folhas soltas das palavras da árvore-idéia, como uma aposta no lúdico.

Recado dado

Semana passada, na casa do Jarbas Lopes – que tem uma chácara em Maricá, cujo limite de sua propriedade é uma falésia, um corte abrupto na faixa de terra, que dá diretamente em uma lagoa formada por uma cadeia de montanhas, perto de Niterói – veio a solução do paradoxo do ventilador, que me assaltava desde que comecei a pensar em um tema para o DDN deste ano. Ou seja, o que propor para alguém fazer no lugar do ficar embaixo do ventilador desligado?
Foram as próprias crianças, sobrinhas e filhos do Jarbas, quem resolveram o problema. Não que elas soubessem de toda essa elaboração mental. Não é isso. O que aconteceu foi que havia várias redes de dormir – com mosquiteiro e tudo – lá e as crianças pediram ao Jarbas para dormir fora de casa, nas redes, dependuradas na árvore que fica perto da falésia. E foi uma festa. Amarramos umas seis redes na árvore e passamos a noite lá, entre a brisa que suavizava o calor que fazia e a paisagem imponente, ao longe. Sons, só de coruja, de vez em quando, e causos, que foram contados até as crianças pegarem no sono.

Como um recado dado, o DDN me apareceu com essa idéia pronta. E eu só tive o trabalho de contar o que aconteceu, embalado pelo vento.

http://nothingday.blogspot.com

O vento veio lá do sul. Deu esse texto aí­ encima.
Caiu uma boa chuva aqui ontem, mas ainda precisa de mais água para o verde vir.
Estamos “xamando” todo mundo para fazer o DIA DO NADA com DANÇA DA CHUVA, no Espaço do ENEI, em Santa Teresa, RJ, com o pessoal do CHAVE MESTRA (a confirmar)
Ronie Peterson cheio de idéias em Londrina
Ana Lucc a, em cena, vai entrar em locais onde se consome (restaurantes, por exemplo, ela me disse) e não consumir. Ficar lá até que…
Romano vai de rádio telepatia : umadas idéias é usar a Gentil como ponto para montar a rádio e usar o celular das pessoas da rua para enviar mensagens on line para computador. Fazendo dessa uma das programações possí­veis.
Quem vai apagar as luzes da mansão do Al Gore, hein?
O start está dado. Sei que tem mais gente agitando por aí­. E por aqui vou colocando as produções no ar.
DDN 2007