Foto: João Debs
HAckeandO CATATAU
pROCESSo de GenÃ?ªse De Movimento/Momento Cultural onde transaparece o cÃ?³digo aberto que Ã?© a linguagem humana. Revisantando grandes MATRIX do cÃ?³digo humano como, IlÃ?Âada, o CorÃ?£o, Finnegans Wake, Biblia< TorÃ?¡, Livros dos Mortos, sua VidaLivro AAABertO, e o CATATAU ( em homenagem aas cidades Sem Contorno - Corpos sem OrgÃ?£os). Onde estÃ?¡ o homen Nu?
(cont.) Alegoria digna de nota…
“Esse programa de computador faz parte do projeto
Harpia, que vai integrar e sistematizar as bases de dados da Receita….”
Do Aurélio:
harpia (pí) [Do grego hárpya, pelo latim harpya] S. f. 1. Monstro fabuloso, com rosto de mulher e corpo de abutre: “Aquele, que gigante inda no berço/ Se mostrava í s nações, no berço mesmo/ E já cadáver de cruéis harpias/ De malfazejas fúrias”. (José Bonifácio, Poesias, p. 160) 2. Pessoa ávida, que vive de extorsões. 3 Bras. Ave falconiforme, da família dos acipitrídeos, do México, América Central e região cisandina até o Norte da Argentina, um dos maiores gaviões brasileiros.

Vida Privada – Escritos Públicos
Cartaz de propaganda aliada da WWI alertando sobre o perigo do lado-de-lá do Reno.
“Dinossauro” da Receita vai caçar sonegador
Folha de S. Paulo, 16/10/2005
Por FíTIMA FERNANDES, CLAUDIA ROLLI
DA REPORTAGEM LOCAL
O T-Rex, um supercomputador montado nos Estados Unidos que leva o nome do devastador Tiranossauro Rex, e o software Harpia, desenvolvido por engenheiros do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e da Unicamp e batizado com o nome da ave de rapina mais poderosa do país, são as mais novas armas da Receita Federal do Brasil para combater a sonegação fiscal e elevar a arrecadação. E os primeiros alvos já estão definidos: empresas brasileiras que importam e exportam.
A partir de janeiro de 2006, a Receita coloca em operação um equipamento capaz de cruzar informações -com rapidez e precisão- de um número de contribuintes equivalente ao do Brasil, dos EUA e da Alemanha juntos.
O projeto de aquisição e instalação do T-Rex, fabricado pela IBM e que pesa aproximadamente uma tonelada, levou seis meses. Está instalado no Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), em São Paulo, desde o último dia 12 de setembro.
O novo software, em desenvolvimento desde fevereiro deste ano por pesquisadores dos dois centros paulistas de tecnologia, vai permitir que, a partir de uma técnica de inteligência artificial (combinação e análise de informações de contribuintes), sejam identificadas as operações de baixo e alto riscos para o fisco -isto é, se há ou não indícios de fraude.
Esse programa de computador faz parte do projeto Harpia, que vai integrar e sistematizar as bases de dados da Receita, além de receber informações de outras fontes, como secretarias estaduais da Fazenda, e de investigações já realizadas, como a CPI do Banestado.
Informação em segundos
“Com esse computador e software, a Receita terá uma análise do contribuinte em segundos. Processos de empresas que levam até um ano para ser analisados poderão ser concluídos em uma semana”, afirma Paulo Ricardo de Souza Cardoso, secretário-adjunto da Receita, responsável pela área de fiscalização, tecnologia e administração tributária.
Na primeira fase, o supercomputador e o novo software cuidarão da área aduaneira. O setor de comércio externo foi escolhido por causa do aumento dos negócios entre o Brasil e o exterior, do peso das exportações e das importações na economia e do grande número de fraudes envolvendo o comércio internacional.
“O Brasil utiliza automação desde 1996 nas exportações e desde 1997 nas importações para inspecionar as operações. Mas a Receita entende ser imprescindível agregar mecanismos de análise de riscos a esse modelo. Pode-se dizer que, em oito anos, a rotina automática de seleção não sofria alteração substancial, permanecendo baseada na natureza da operação registrada -e não no nível de risco identificado. Agora, vamos nos antecipar a qualquer tipo de fraude que venha a ocorrer.”
Carlos Henrique Costa Ribeiro, chefe do Departamento de Teoria da Computação do ITA, que coordena uma equipe de 20 técnicos que trabalham na elaboração do software, diz que a novidade do sistema é a capacidade que ele terá de aprender com o “comportamento” dos contribuintes para detectar irregularidades.
“A partir de informações de várias fontes, o sistema vai analisar os relacionamentos das empresas, tanto com pessoas físicas (como um advogado) como com jurídicas. Terá condição de identificar se o contribuinte negocia com “laranjas” ou empresas “fantasmas'”, afirma o pesquisador do ITA.

O novo banco de dados da Receita vai armazenar informações sobre as empresas e seus negócios, como tributos recolhidos por ela e seus sócios, exportações e importações realizadas, ocorrências de falhas nas operações de compra e venda no mercado externo e até se há envolvimento com atividades ilícitas, como contrabando de armas e narcotráfico. Esses dados vão compor um histórico de cada contribuinte.
Cardoso informa que todo o arsenal tecnológico será utilizado para combater diversos crimes -lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, contrabando de armas e uso de “fantasmas” para importar ou exportar.
“É preciso ter um controle estrito sobre os fluxos cambiais. As infrações, como lavagem de dinheiro, acabam funcionando como uma espécie de incentivo a atividades criminosas, devendo ser rigorosamente combatidas.”
A Receita quer evitar, segundo Cardoso, que as empresas tragam dinheiro “sujo” para a economia, com operações super ou subfaturadas no mercado externo.
Casos como o da exportação fictícia de açúcar e de derivados de soja, que causaram rombo de cerca de R$ 2 bilhões aos cofres públicos, como revelou a Folha, e o da Daslu, maior loja de artigos de luxo do país, suspeita de subfaturar importações, poderiam ser detectados por esse novo sistema, segundo a Folha apurou com técnicos da Receita em São Paulo.
Novos alvos
A Receita já faz cruzamento de dados, mas ainda não dispunha de um serviço “inteligente” de análise de risco de cada contribuinte. Em uma segunda etapa do projeto, a nova tecnologia será estendida a todas as pessoas físicas e jurídicas -e não só í s que operam no comércio internacional.
Serão analisadas as informações sobre a capacidade econômica das pessoas -rendimento, movimentação financeira, gastos com cartão de crédito e aquisição de bens, como imóveis, carros, aeronaves e barcos- e das empresas. Essa análise não será isolada em um determinado ano fiscal -vai considerar o histórico de informações de cada contribuinte.
“Dessa forma, será possível acompanhar de perto setores que apresentam problemas, como bebidas, cigarros e combustíveis [considerados campeões de sonegação]. Se a carga tributária de um determinado setor não for compatível com a arrecadação estimada, será possível identificar quais empresas estão com “desvio de conduta”. E a fiscalização, nesse caso, será acionada”, afirma o secretário-adjunto da Receita.
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Montadora demite 11 funcionários no ABC por fotos pornográficas em PCs
da Folha Online
A DaimlerChrysler (antiga Mercedes) demitiu na semana passada 11 funcionários da unidade de São Bernardo do Campo (SP) por terem em seus computadores fotos ou vídeos pornográficos.
Segundo Tarcísio Secoli, da comissão de fábrica, a empresa já tinha comunicado aos funcionários que não permitiria esse tipo de prática e decidiu punir há cerca de 10 dias aqueles que colocaram as imagens em sua intranet.
Os 11 funcionários não foram demitidos por justa causa. Eles foram identificados porque as imagens estavam na rede da empresa e porque cada um tinha uma senha diferente para acessar essa rede.
Secoli também afirmou que a DaimlerChrysler já marcou para novembro um novo rastreamento de imagens pornográficas, desta vez não na rede mas em todos os computadores pessoais. “Espero que quem tenha algum tipo de conteúdo desse tipo em seu computador já tenha entendido que é hora de deletar.”
Segundo Secoli, a comissão de fábrica deve conversar com executivos da empresa amanhã para tentar reverter as demissões. “Não compactuamos com esse tipo de prática. Todo mundo sabe que não pode, mas faz. Agora a também empresa foi muito dura com alguns desses funcionários”, afirmou.
A DaimlerChrysler tem em sua fábrica em São Bernardo cerca de 11.500 funcionários. A empresa nunca tinha demitido ninguém por esse motivo, segundo o sindicato.
No Brasil, não há leis que regulamentem com profundidade o direito da empresa de monitorar o conteúdo digital armazenado em programas de e-mails ou microcomputadores de funcionários por empresas.
Neste ano, em caso parecido, a Primeira Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho, a instância final da Justiça trabalhista brasileira) reconheceu o direito do empregador de obter provas com o rastreamento do e-mail de trabalho do empregado para demiti-lo com justa causa.
O procedimento foi adotado pelo HSBC Seguros Brasil S.A. depois de tomar conhecimento da utilização, por um funcionário de Brasília, do correio eletrônico corporativo para envio de fotos de mulheres nuas aos colegas.
O empregado demitido, entretanto, decidiu recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal, a instância máxima da Justiça brasileira) e ainda tem chances de reverter a decisão.

Fulltário
Soneto
Cristo morreu há mil e tantos anos;
Foi descido da cruz, logo enterrado:
Mas até aqui de pedir não têm cessado
Para o sepulcro dele os franciscanos.
Tornou Cristo a surgir entre os humanos,
Subiu da terra aos céus, lá está sentado,
E ainda í saúde dele sepultado,
Bebem (o saco o paga) estes maganos.
E cuida quem lhes dá a sua esmola,
Que eles a gastam em função tão pia?
Quanto vos enganais; oh gente tola!
O altar mor com dois cotos se alumia;
E o frade com a puta que o consola,
Gasta de noite o que lhe dais de dia.
(Filinto Elísio)
Jornada da “Estrela” II: A Ira de Khan


Macacos me mordam!

Quadros de chimpanzé arrecadam R$ 61 mil em leilão
Três pinturas abstratas feitas por um chimpanzé foram vendidas por mais de 14 mil libras (cerca de R$ 61 mil). As obras de Congo, o chimpanzé, tornaram-se mais valiosas do que a de pintores importantes do século 20 como Andy Warhol e Jake e Dinos Chapman.
Congo é o primeiro chimpanzé a ter seus trabalhos vendidos em leilão, pela casa Bonhams, em Londres.
As obras foram pintadas em 1957, quando o chimpanzé tinha apenas três anos. Especialistas acreditavam que as obras seriam vendidas por cerca de 800 libras (R$ 3,6 mil) cada uma. Mas as vendas superaram as expectativas.
“Não é apenas um chimpanzé. É o Congo. Se você possui um Congo, é como você possuir um Picasso ou um Miró”, disse Howard Rutkowski, diretor de arte moderna e impressionista da Bonhams.
O leilão dos Congos foi extenso e a casa obteve preços até 17 vezes superiores ao esperado. As obras foram arrematadas por Howard Kong, um consultor de telecomunicações da Califórnia.
O americano afirmou que estava preparado para pagar duas vezes mais.
“Dizem que o que nos torna humanos é a nossa habilidade de expressar uma idéia a partir de conceitos abstratos. O trabalho de Congo põe essa teoria por água abaixo. O trabalho dele é puro Kandinsky em sua fase inicial”, diz Kong.

História
O chimpanzé artista, que morreu em 1964, vítima de tuberculose, já havia tido os seus minutos de fama nos anos 50. Suas obras fizeram parte de uma exposição sobre arte de chimpanzés, e Picasso e Miró estariam entre os pintores célebres que possuíam alguns de seus quadros.
Estimulado pelo zoólogo e artista Desmond Morris, o chimpanzé Congo produziu um total de 400 desenhos e pinturas no fim dos anos 50.
O objetivo de Morris era “entender a capacidade dos chimpanzés de criar ordem e simetria e explorar o ímpeto por trás do desejo humano de ser artisticamente criativo”, segundo a casa de leilões Bonhams.
“Eu honestamente duvido que a arte dos chimpanzés tenha sido leiloada anteriormente”, disse Rutkowsi.
Fonte: BBCBrasil.com
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A melhor frase do artigo é “o trabalho dele é puro Kandinsky em sua fase inicial”…
Stadtplanung in Curitiba

Geographische Situation der Stadt Curitiba
Die Stadt Curitiba, mit vollem Namen “Vila de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus de Pinhais“, liegt im Bundesstaat Paraná, dem ní¶rdlichsten der drei zum Süden Brasiliens gerechneten Staaten. Etwas unterhalb des 25. Breitengrades südlicher Breite gelegen, befindet sie sich auf der ersten Hochebene nach dem Gebirgszug der “Serra do Mar”, die sich an der Ostküste Brasiliens entlangzieht. Das Stadtgebiet wird von vielen Flüssen durchzogen, von denen einige auch in demselben entspringen. Durch die Hí¶he von ca. 960 m über dem Meeresspiegel wird das subtropische Klima auf eine Jahresdurchschnittstemperatur von 17 Grad Celsius gemildert, wobei in der kalten Jahreszeit von Zeit zu Zeit Frost auftreten kann. Im Stadtgebiet leben ca. 1’600’000 Einwohner, zusammen mit den umliegenden Agglomerationsgemeinden ergibt sich eine Population von über zwei Millionen.
Zusammen mit den Grossstadtregionen um São Paulo und Rio de Janeiro kann Curitiba zum “industriellen Motor Brasiliens” gerechnet werden. Ebenso wie diese bekannten Megalopolen war Curitiba wí¤hrend der industriellen Revolution Ziel grosser Siedlerstrí¶me, die der Stadt in diesem Jahrhundert erschreckende Wachstumsquoten und damit fast unkontrollierbar wachsende Stadtrandsiedlungen bescherte.
Geschichte der Stadtentwicklung und -planung bis 1965 (Menezes 1996)
Die ersten Siedlungen von Einwanderern, die mit der intensiven Suche und Ausbeutung von Bodenschí¤tzen wie Gold und Mineralien in Verbindung standen, entwickelten sich am Anfang des 17. Jahrhunderts auf dem Gebiet der heutigen Stadt Curitiba, das damals von Eingeborenen der Stí¤mme Tupi-Guarani und Jê bewohnt war. Im Abschwung des Goldzyklus fingen die Bewohner an, eine agrarische Subsistenzwirtschaft aufzubauen. Nachdem die Siedlung im Jahr 1693 offiziell registriert wurde, erlangte sie als strategischer Punkt von Viehtransporten aus dem Süden zur Versorgung von Bergbaugesellschaften etwa in Minas Gerais im 18. Jahrhundert eine neue Bedeutung, indem sie eine Mí¶glichkeit für die Ã?Å?berwinterung der Herden bot.
Im Jahr 1842, als sich die Funktion der Stadt von einem strategischen Punkt auf den Viehtransportwegen zu einem strategischen Punkt des Mate-Teehandels wandelte, wurde ihr dann offiziell das Stadtrecht verliehen. Die Favorisierung der Stadt ergab sich aus der Lage an den zwei wichtigen Bergstrassen, die Curitiba und das Innere des Staates mit der Küste verbanden. Wenig spí¤ter, im Jahr 1853, wurde die Provinz São Paulo geteilt und Curitiba wurde mit damals etwa 6000 Einwohnern zur Hauptstadt der neugegründeten Provinz Paraná. Um den neuen Anforderungen an eine Hauptstadt gerecht zu werden, wurde ein franzí¶sischer Stadtplaner namens Taulois verpflichtet, um neue Anlagen zu erstellen. Daraus resultierte ein erster Plan für Curitiba, der “Plano Taulois“, der genau definierte rechte Winkel an den Strassenkreuzungen einführte und eine erste Vorahnung der zukünftigen Verkehrsflüsse durch die Innenstadt darstellte.
Aufgrund einer Nahrungsmittelkrise fí¶rderte die damalige Regierung der Provinz in der zweiten Hí¤lfte des 19. Jahrhunderts konsequent die Ansiedlung von Einwanderern europí¤ischen Ursprungs, mit dem Ziel, einen Gürtel mit landwirtschaftlichen Kolonien um die Stadt herum anzulegen, der den Versorgungsengpass überwinden würde. Die grí¶ssten Einwanderungsgruppen bildeten zuerst Deutsche, Polen und Italiener, danach Ukrainer, Franzosen, Englí¤nder und Âsterreicher. Gemí¤ss Schí¤tzungen des Brasilianischen Instituts für Geographie und Statistik (IBGE) zí¤hlte die Stadt im Jahr 1900 schon um die 50’000 Einwohner.
In dieser Zeit diversifizierte sich der Landbau gemí¤ss der unterschiedlichen Herkunft der Einwanderer und es bildeten sich Kleinindustrien, die sich zu einer lokalen unternehmerischen Elite transformierte, deren Credo harte und hingebungsvolle Arbeit war. Innerhalb der Einwanderungsgruppen, die sich in bestimmten Vierteln um das Stadtzentrum herum niedergelassen hatten, gab es starken ethnischen Zusammenhalt.
Als Reaktion auf zwei Epidemien in den Jahren 1889 und 1891, die viele Todesopfer gefordert hatten, wurden erste Wasserversorgungs- und Abwassernetze installiert, mit Zugtieren betriebene Strassenbahnen gab es ab 1887. Der 1885 angelegte, zentral gelegene Stadtpark “Passeio Publico” war für brasilianische Verhí¤ltnisse ein sehr fortschrittliches Element im Stadtbild.
Obwohl die wichtigsten í¶konomischen Interessen sich in der ersten Hí¤fte des 20. Jahrhunderts primí¤r auf das Land richteten, die Stí¤dte hingegen mehr als strategische Basis für die Autorití¤ten und kommerzialen Eliten dienten, gab es starke Bestrebungen, die Stadt zu verschí¶nern und zu “hygienisieren”. Der Bodenpreis wurde als Selektionsstrategie verwendet, um Bordelle, Spielsalons und Pensionen aus dem zentralen Bereich fernzuhalten. “Trunkenbolde, Kranke, Bettler, Einwanderer, Gammler und Prostituierte […] stí¶rten und bedrohten die Elite von Curitiba. Für die Erhaltung der politischen Ordnung wurden diese ‘vom Weg abgekommenen’ mit Gewalt in die Vorstí¤dte entfernt” (Shaaf und Gouvêa, 1991, S. 74, zitiert in Menezes, 1996, S. 62f.). Eine urbane Politik im engeren Sinne gab es nicht.
Der erste wirkliche Stadtentwicklungsplan “Plano Agache” ist nach dem franzí¶sischen Urbanisten Donat Alfred Agache benannt, der durch seine stadtplanerischen Arbeiten, vor allem die Erschaffung der australischen Hauptstadt Canberra 1903, grosses internationales Ansehen genoss. 1940 hatte Curitiba eine Beví¶lkerung von ca. 141’000 Einwohnern erreicht. Durch die anní¤hernde Verdoppelung der Beví¶lkerungszahl seit 1920 und die í¤usserst knappen, durch eine Wirtschaftskrise limitierten Mittel hatte sich die Infrastruktur, die seit 1911 auch elektrische Trambahnen und seit 1928 Omnibuslinien umfasste, drastisch verschlechtert.
Der Plan bestand aus einem Plan der Avenidas, aus der Einrichtung verschiedener funktionaler Zentren, einem Reglement für í¶ffentliche Arbeiten und Zonierung sowie aus der Regelung von Freirí¤umen und deren Verteilung. Die funktionale Zonierung wurde als Heilmittel für die Stadt angesehen, die als Organismus wahrgenommen wurde. Dabei wurden explizit die Funktionen Wohnen, Verkehr, Erholung und Arbeiten etabliert. Die Massnahmen erstreckten sich auf drei Hauptaspekte, die für die Lí¶sung der Probleme als wesentlich angesehen wurden:
Sanierung: Drainage von Sümpfen, Kanalisation von Flüssen und Regenwasserabflüssen, Wasserversorgungsnetz
Entstauung des Verkehrs: Stadtverkehr, externe Zufahrtsstrassen, Verteilung der Produktion
Funktionale Organe: Zentralisierung der Gebí¤ude der Staatsregierung (Centro Cívico), “Ausstrahlungszentren” des kommerziellen und sozialen Lebens, Milití¤rzentrum, Sportzentrum, Versorgung (Mercado Municipal), Erziehung (Centro Politécnico), Industrie
Der Plan für die Hauptverkehrsachsen basierte auf einer ringfí¶rmigen Gliederung des Raumes, wobei die 4 Ringe durch grosse Strassen definiert wurden und gleichzeitig eine soziale Klassierung der entsprechenden Bewohner mit Gefí¤lle nach aussen bedeuteten. Die Grundidee hinter dem Plan war also eine zentrale Versorgung und eine Ausrichtung der Stadt auf das Zentrum (Rabinovitch, 1993).
Submidialogia em Campinas
programação
Dia I :: 27 de outubro, quinta feira
12h00 – Quiosque Ciclo Básico
recepção, credenciamento e atividade de RE:Conhecimento
Chegue, diga alô, pegue seu mapa, seu kit de sobrevivência na Academia, almoçe e descanse da chegada!
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15:00hs – Teatro de Arena e Rádio Muda
cachaça e apresentação da conferência
Aproveita-se o momento para a apresentação dos grupos e pessoas e conversações entre os participantes. a idéia é de reconhecimento mútuo e uma aproximação antes do início dos painéis. Aproveite os vales-cachaça que ganharam no cadastramento para provar uma dose da legítima aguardente de alambique. Mas não se esqueça: beba com moderação! Hora feliz com som, transmissão e cervejinha. Discotecagem de Cláudio Manoel e DJ Helder (a confirmar)
Paulo Lara – Submidia
Paul Keller – Waag
Monica Narula – Sarai
Ricardo Ruiz – IP: / /
Hernani Dimantas – Metareciclagem
20 minutos para cada um falar. Tente falar menos e curtir mais.
Paulo Lara bedeu
Ricardo Ruiz bedeu
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17h00 – Casa do Lago
abertura da mostra-lab
A mostra-lab é um espaço que conta com equipamento de projeção e som que ficará í disposição para apresentação dos trabalhos de pessoas e grupos convidados í conferência. É o melhor espaço-tempo para mostrar seu trabalho antigo, ou, o que é melhor, apresentar futuros projetos e conseguir parcerias para os mesmos. Leve DVD, CD com apresentação, laptop… aproveite para conhecer um pouco do trabalho e dos projetos dos outros participantes.
Cris Scabello bedéu
Lucas Bambozzi bedéu
+ som
conversa
subradio/glaubicos * oInusitado * tainã * media sana
* Pedro Peixoto * Cláudio Manoel * Dinho K2 * Tchuna
+ TRAGA E FAÇA SEU SOM!
+ videos
conversa
contratv.net * Estudio Livre * pirex
Rogério Borovik * Daniel Lima *
+ TRAGA E FAÇA SEU VíDEO!
+ arte em geral conversa
Metareciclagem * A revolução não será televisionada * Orquestra Organismo * Matema
mimoSa * Gisele Beighelman * Lucas Bambozzi * Daniel Seda
+ TRAGA E FAÇA SUA GAMBIARRA!
(+)
A Qualquer Momento!!!
Mais uma vez, perante a sociedade machista global, as mulheres tomam o espaço da forma possível. Por não possuírem um horário fixo na programação, elas se infiltrarão e tomarão alguma mesa ou espaço de relance. Cuidado! As palestras, o restaurante, o dormitório, a rádio… tudos os terrenos são um alvo em potencial
g2g
bater um papo e pensar mais sobre colaborações, atividades e ações possíveis na área de gênero e tecnologia
pauta – retomar algumas conversas que já começamos, falar e atinarmos sobre quem está fazendo-propondo-pensando o quê, e finalmente, o mais importante, decidir o que vamos FAZER!
Tori Holmes
Toya
Fernanda Weiden
Giselle Biguelman
Tatiana Wells
Luciana Fleischman
Tati G
Quem mais?
Aonde?
(+)
Dia II :: 28 de outubro, sexta feira
10h02 Encontrar-se na sala do ciclo básico CB01 para partir
visita tainã + almoço
Expresso 411 bedéis
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14h07 Sala do Ciclo Básico CB01
teoria, cadê?
Aonde vai a teoria que perpassa as idéias e ações, qual o papel das idéias no período tecnofóbico e de especialismos ? Trata-se, com efeito, de uma questão premente, visto que existe, de fato, uma aparente dissociação entre prática e teoria, como se a “gente que faz” não tivesse tempo, interesse ou inclinação para pensar e a “gente que pensa” simplesmente não conhecesse a realidade prática daquilo sobre o que pensa. Mas seria mesmo o caso de opor os dois grupos de pessoas, como se o Submidialogia fosse colocar a prática de uns em contato com a teoria dos outros? Será que não existe, na própria teoria, uma prática ainda pouco percebida, e na prática, uma teoria que merece mais atenção?
Tati Wells – IP:/ / moderadora
Paulo José Lara – Submídia moderador
Pedro Ferreira – Subrádio – CTeMe
Dalton Martins – Metarecicagem
Renato Ortiz – UNICAMP
André Parente – UFRJ
Giselle Beighelman – PUC/SP
Mauro Almeida – UNICAMP
10 minutos para cada um expor seus pontos. 30 minutos de perguntas e respostas
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15h33
cachaça
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15h46 Sala do Ciclo Básico CB01
quando meus amigos se tornaram .gov – problemas e soluções:
Após a explosão da dita bolha da internet, muitos teóricos buscaram quais seriam os novos rumos da internet. No Brasil, terra de samba, pandeiro e desigualdade, a passagem da falência das empresas extrangeiras í s novas tendências da sociedade compartilhada na prática é um fenômeno com menos de três anos de existência. Em um curto período de tempo, dezenas de iniciativas e centenas de pessoas que participavam de movimentos de comunicação independente, mídia tática, software livre e movimentos de base foram, direta ou indiretamente, incorporados nas agendas e contratos governamentais. Qual o motivo dessa rápida incorporação? Como direcionar tais ações em um governo como o brasileiro? quais as consequências? E como o governo tem lidado com os projetos e ideologias dos envolvidos com as pesquisas e implantações? Qual a atual situação de projetos como o da TV Digital e GESAC (Ministério das Telecomunicações) e Pontos de Cultura (Ministério da Cultura)
Pablo Ortellado – USP – CMI moderador
Ricardo Ruiz – Cultura Digital/Min C moderador
Takashi Tomei – CPq D
Cláudia Schmidt – CPq D
Antônio Albuquerque – sociólogo ex-GESAC
Elaine Silva – GESAC
Thiago Novaes – Min C
Cláudio Prado – Cultura Digital/Min C – Pontos de Cultura
30 minutos para gesac, 30 minutos para CPq D, 30 minutos para Pontos de Cultura. Sobra quase 1 hora e meia para discussões
< +>
18h11 – IFCH
jantar na cantina + som
Bate papo sobre leis e repressão, com petiscos, cerveja, som…
Armando Coelho Neto – Polícia Federal
Vishwas – Alternative Law Forum
Caio Mariano – RE: Combo
conclusão certa: deixe as leis e repressões de lado e venha ser ilegal no:
Media [umatic] Sana não é possível
dj x (cineaudioclubismo com transmissãonocanal3)
André Bodinho bedéu
(+)
Dia III :: 29 de outubro, sábado
09h09 Sala do Ciclo Básico CB01
oxalá shiva!
Como é possível operacionalizar e quais os caminhos a serem percorridos em um plano de colaboração entre os países do sul? E seriam só os países do sul?
Mônica Narula – Sarai
Fernado Henrique – xsl4v3
Bia – Metareciclagem
15 minutinhos pra cada um, no máximo… o resto do tempo de conversinha
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10h06 Sala do Ciclo Básico CB01
O balanço das redes:
Debate centrado na criação, manutenção e desenvolvimento de redes colaborativas e abertas por parte de grupos e comunidades socias. As questões técnicas, teóricas e políticas levantadas a fim de estabelecer uma discussão permanente e contínua sobre novas formas de atuação sócio-cultural
Felipe Fonseca – metareciclagem moderador
Rhatto – radiolivre.org moderador
Rafael Juba Diniz – Sub>mídia
Dalton Martins – metareciclagem
Toya – CMI
Patrícia Canetti – canal contemporâneo
José Balbino – Casa da Alegria
20 minutos para cada um expor seus pontos, 1h40 de perguntas ávidas
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12h28
Almoço
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14h32 Sala do Ciclo Básico CB01
populações diferentes e tecnologias similares:
Como a cultura – práxis diversa e única – se situa perante a unidade dos mecanismos e formas de transmissão de conteúdo? Brasil significa práticas e vidas diferentes e modos -improvisos de sobreviver. As tecnologias proporcionam o quê, potencializam o quê e atrofiam o quê, quando relacionadas a culturas específicas e como trabalhar com isso?
Alejandra Ana Rotaina – Comissão Nacional de ética em pesquisas do CNS
Arnaldo – GTA Grupo de Trabalho Amazônico
TC – Casa de Cultura Tainã
Atiely e Marcinha – Joinha Filmes
Orlando Lopes – Associação Salvamar
Tori Holmes – openknowledge
Dinho K2 – Enraizados / Mhhob
Fabianne Borges – Catadores de Histórias
Chico Caminati – suBRádio moderador
15 minutos para cada um expor problemas e 40 min de confusão geral
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16h56
cachaça
< +>
17h10 Sala do Ciclo Básico CB01
Licenças, propriedade, patentes e repressão – copyleft, cc e conhecimento aberto:
A criação de mecanismos tecnológicos de informação re:volve completamente a visão clássica sobre propriedades e direitos. Os fundamentos práticos e teóricos tendem a caminhar com as movimentações que a sociedade dinamiza. Quais são as novidades em relação a estas novas formas de entender e encarar o conhecimento e a propriedade espiritual. Como se relaciona o autor, artista, produtor, conhecedor etc. em confronto com potencialidades de alteração das relações de produção e recepção existentes até hoje?
Paulo Lara – Submidia moderador
Thiago Novaes – Submídia moderador
Glerm – OrganismoBR
Caio Mariano – KFC Advogados
Bernardo Ferreira – BNegão
Fernanda Weiden – Debian
De-Leve – Quinto Andar
Rubens Queiróz – UNICAMP
Volker Grassmuck – Wizards of OS/Alemanha
Dr. Gorila – Sabotagem
10 min para cada um se expressar e uma hora para impressões de todos
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19h58
cachaça
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Jantar na Borda de Ouro
Como preparação para a noite que desponta, nada melhor que uma gorda pizza na tradicional taberna do chorinho, mpb e metal. Com clima aconchegante, decoração semi-rústica e aparência de germinado quintal-garagem, o Borda de Ouro é, em Barão Geraldo, a sua segunda casa!
Francisco Caminati bedeu
Ricardo Ruiz bedeu
< +>
22h00 EVENTOFESTIVO (em construção)
+ som::: SÂ Dí MALUCO
liberte os maus espíritos nos braços do que há de melhor no xamanismo colaborativo!
Dj Paulão
Media Sana Out of Control
B Negao * DJ Castro * De Leve * Dinho k2
letícia bedéia
djahdja bedeu
pajé bedeu
(+)
Dia III :: 30 de outubro, domingo
10h37
Café da manhã sobre o dia anterior com rádio-arte
< +>
11h48 Sala do Ciclo Básico CB01 / Casa do Lago
Tecnologia, produção local e arte. Brasil?
Não seriam as discussões sobre mídia-arte no brasil centrados em uma perspectiva urbana, focadas em um pequeno mercado cultural ditado por diretores de marketing de companias de petróleo e telecomunicações? E, acreditando que as grandes empresas movem um sistema financeiro como uma parte de um sistema geral, onde até os artistas são ocultados das reais possibilidades dos meios-subjéteis com que trabalham, como estas relações podem acontecer dentro de uma perspectiva que não repita o modelo de comunicação brasileiro, e que permita uma interconexão entre os diversos cenários artísticos-regionais do país? Incentivos fiscais? Governamentais? Acadêmicos? E quem é o artista de mídia no começo do século XXI? Quem expõe em museus? ou quem produz conteúdo local? E quem será ele em 30 anos? Stelarc? Todos? E o que a TV Digital tem a ver com isso?
Ricardo Ruiz – midiatatica.org / IP: / / moderador
Giseli Vasconcelos – midiatatica.org
Ricardo Rosas – midiatatica.org
Giselle Beighelman – PUC/SP
Chico Caminati – Sub>mídia
Graziela Kunsch – foda_se_o_pessoal_do_design
Daniel Lima – A Revolução Não Será Televisionada
Lucas Bambozzi – COBAIA
Tulio Tavares – Menossao
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13hs36
Almoço com molho de devir
Lunch with becoming-sauce
esporros, gritos e silêncios –
sem hora pra acabar…
Suruba!
Autoria: desconhecida.
Ação Andante Allegro



::segue rumo a não-cidade::
D=o Homem nú ao São Brazzzzzzzz ( Brasílio Kumon )
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Protegido: miagem
Fragmentos urbanos
íguia de duas cabeças. Praça Zacarias, Curitiba. Um dos símbolos da exacerbação do poder. Representa, segundo se conta, lojas maçônicas ali concentradas.
(foto: Mathieu Bertrand Struck, outubro de 2005)
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íGUIA DE LAGASH
A “íguia de Duas Cabeças de Lagash” é o mais antigo brasão do Mundo:. Nenhum outro simbolo emblemático no Mundo pode rivalizar em antiguidade:. A sua origem remonta í antiquíssima Cidade de Lagash:. Era já utilizado há cerca de mil anos antes do Ã?Å xodo do Egipto, e há mais de dois mil anos quando foi construído o Templo do Rei Salomão:.
Com o passar dos tempos, passou dos Sumérios para o povo de Akkad, destes para os Hititas, dos recônditos da ísia menor para a posse de sultões, até ser trazida pelos Cruzados aos imperadores do Oriente e Ocidente, cujos sucessores foram os Hapsburg e os Romanoff:.
Em escavações recentes, este í«brasãoí» da Cidade de Lagash foi descoberto numa outra forma: uma águia com cabeça de leão, cujas garras se cravam nos corpos de dois leões, estes de costas voltadas:. Esta é, sem dúvida, uma variante do símbolo da íguia:.
A Cidade de Lagash situava-se na Suméria, no sul da Babilónia, entre os rios Eufrátes e Tigre, sendo perto da actual cidade de Shatra, no Iraque. Lagash possuía um calendário de doze meses lunares, um sistema de pesos e medidas, um sistema de banca e contabilidade, sendo ainda um centro de arte e literatura, para além de centro de poderes político e militar, tudo isto cinco mil anos antes de Cristo.
No ano 102 a.C., o cônsul romano Marius decretou que a íguia seria um símbolo da Roma Imperial:. Mais tarde, já como potência mundial, Roma utilizou a íguia de Duas Cabeças, uma voltada a Este e outra a Oeste, como símbolo da unidade do Império. Os imperadores do Império Romano Cristianizado continuaram a sua utilização e foi depois adoptado na Alemanha durante o período de conquista e poder imperial.
Tanto quanto sabemos, a íguia de Duas Cabeças foi primeiramente utilizada na Maçonaria em 1758, por uma facção maçónica de Paris – Os Imperadores do Oriente e Ocidente. Durante um breve período, os Imperadores Maçónicos do Oriente e Ocidente controlaram os Graus avançados então em uso, vindo a ser percussores do Rito Escocês Antigo e Aceite.
Fonte: Portal Macônico

Capa da primeira edição da peça “L’Aigle í deux têtes” (1946), de Jean Cocteau. Por sinal, virou um filmaço com Jean Marais.
eu me rendo
OMestreTakhaBagahnaSoldaNagavehta
55 dias em Peking

Em onda de censura, China proíbe acesso í Wikipedia
da Folha Online
Depois de sites e blogs, as autoridades da China bloquearam o acesso í Wikipedia –enciclopédia on-line escrita e editada por internautas voluntários de todo o mundo. A informação foi divulgada nesta sexta-feira pela organização RSF (Repórteres Sem Fronteiras).
De acordo com o grupo, usuários de diversas províncias chinesas não conseguem acessar o site desde a última terça-feira. A RSF entrou em contato com autoridades do país nesta sexta-feira, pedindo que eles liberem a visitação í Wikipedia.
Este tipo de censura já havia acontecido em junho e setembro do ano passado “por causa do conteúdo político da página”.
“Esta última onda de censura é contraditória, pois acontece no momento em que o país publica o documento ‘A Construção da Democracia Política na China'”, diz um comunicado do RSF.
O texto fala sobre direitos humanos e a democracia nas áreas urbanas e rurais. “No entanto, bloquear o acesso a uma enciclopédia livre, com a qual todos podem contribuir, representa uma violação dos direitos”, continua.
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Enquanto isso, acaba de ser lançada a página oficial do PC chinês na net.

E aqui está a Wikipedia em chinês.
E La Navel Va – Surface Tension – guarda meu cpf@/home/livre/glerm (kbytes pra algum cnpj )

1975 – 1992 Walks throught the deserts searching for knowledge and fighting with demons and heroes. Sketches of the same that will ever disturb his search: cartoonish caligraphy literature, chaotic sound structures, dislexic mathematics.
1992-1998 His first ” professional” musical tries with the group Boi Mamao. With this partners he had an intense Recording experience ( as musician and producer of 4 albums ). Boi Mamao travelled all over Brazil playing important independent musical festivals of 90’s. With this group he also began his videomaker experiences, directing and writing 5 videoclips.
1999-2002 Founds the company Malditos Acaros do Microcosmos, where experience dramaturgy writing, directing and acting in the play ” Malditos Somos Nos Tentando Ser nos Mesmos” ( Damned are us Trying to be Ourselves ), that stared in the 2001 Curitiba Theater Festival. Born the groups Vitoriamario and Radio Macumba, with an huge production of Media Poetry(Audio, Video and Internet ) where he composed, writed, draw, coded, edited, directed and produced a lot of works.
2002-2003 Goes to Unirio (University of Rio de Janeiro ) to begin studies for became a reseacher in Art Media & Technology. With Vania Dantas Leite studied Max/Msp, where researched programming computers for Performance Arts.
Joined the band Jason and did a Tour through West Europe playing German, Austria, Croatia ans Slovenia.
2003-2005 Began to build with his partners musicians Lucio Araujo and Nillo Ferreira the Matema Studio. The studio is pioneer in Brazil in works with Open Source Multimedia Software, wich Glerm researches nowadays.
2004-2005 Began to study programming languages as C and C++ in the Computer Science course of UFPR ( University of Parana ).
2005 Works as lecturer in Multimedia Production Open Sorce Software in Worls Social Forum, in Porto alegre, Brazil.
Began his works in Estudio Livre, a group of researches that are structuring possibilities of media production in Free Software in Brazil.
2005 Founded with Octavio Camargo the Multimedia Art Laboraty – EmbapLab, in EMBAP (University of Belas Artes do Parana ).
2005 Works on the SESC with Installation Art – Desafiatlux.
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Quem precisa da identidade#
Estamos observando, nos últios anos, uma verdadeira explosão discursiva em torno do conceito de “identidade”. o conceito tem sido submetido, ao mesmo tempo a uma severa crítica. Como se pode explicar esse paradoxal fenômeno# onde nos situamos relativamente ao conceito de “identidade”# Está-se efetuando uma completa descontrução das perspectivas identitárias em uma variedade de áreas disciplinares, todas as quais, de uma forma ou outra, criticam a idéia de uma identidade integral, originária e unificada. Na filosofia tem-se feito, por exemplo, a crítica do sujeito auto-sustentável, que está no centro da metafísica ocidental pós-cartesiana. No discurso da crítica feminista e da crítica cultural influenciadas pela psicanálise têm-se destacado os processos inconscientes de formação da subjetividade, colocando em questão, assim, as concepções racionalistas de sujeito. As perspectivas que teorizam o pós-modernismo têm celebrado, por sua vez, a existência de um “eu” inevitavelmente performativo. Têm-se delineado, em suma, no contexto da crítica antiessencialista das concepções étnicas, raciais e nacionais da identidade cultural e da “política da localização”, algumas das concepções teóricas mais imaginativas e radicais sobre a questão da subjetividade e da identidade. onde está, pois, a necessidade de mais uma discussão sobre a “identidade”# Quem precisa dela#
Existem duas formas de se responder a essa questão. A primeira consiste em observar a existência de algo que distingue a crítica desconstrutiva í qual muitos destes conceitos essencialistas têm sido submetidos. Diferentemente daquelas formas de crítica que objetivam superar conceitos inadequados, substituindo-os por conceitos “mais verdadeiros” ou que aspiram í produção de um conhecimento positivo, a perspectiva desconstrutiva coloca certos conceitos-chave “sob rasura”. O sinal de “rasura” (X) indica que eles não servem mais – não são mais “bons para pensar” – em sua forma original, não-reconstruída. Mas uma vez que eles não foram dialeticamente superados e que não existem outros conceitos, inteiramente diferentes, que possam substituí-los, não existe nada a fazer senão continuar a se pensar com eles – embora agora em suas formas dsetotalizadas e desconstruídas, não se trabalhando mais no paradigma no qual eles foram originalmente gerados (Hall, 1995). As duas linhas cruzadas (X) que sinalizam que eles estão cancelados permitem, de forma paradoxal, que eles continuem a ser lidos. Derrida descreve essa abordagem como “pensando no limite”, como “pensando no intervalo”, como uma espécie de escrita dupla. “Por meio da escrita dupla, precisamente estratificada, deslocada e deslocadora, devemos também marcar o intervalo entre a inversão que torna baixo aquilo que era alto […] e a emergência repentina de um novo “conceito” que não se deixa mais – que jamais se deixou – substituir pelo regime anterior” (Derrida, 1981, p. 42). A identidade é um desses conceitos que operam sob “rasura”, no intervalo entre a inversão e a emergência: uma idéia que não pode ser pensada da forma antiga, mas sem a qual certas questôes-chave não podem ser sequer pensadas.
Um segundo tipo de resposta exige que observemos onde e em relação a qual conjunto de problemas emerge a irredutibilidade do conceito de identidade. Penso que a resposta, neste caso, está em sua centralidade para a questão da agência[1] e da política. Por “política” entendo tanto a importância – no contexto dos movimentos políticos em suas formas modernas – do significante “identidade” e de sua relação primordial com uma política da localização, quanto as evidentes dificuldades e instabilidades que têm afetado todas as formas contemporâneas da chamada “política de identidade”. Ao falar em “agência”, não quero expressar nenhum desejo de retornar a uma noção não-mediada e transparente do sujeito como o autor centrado da prática social, nem tampouco pretendo adotar uma abordagem que “coloque o ponto de vista do sujeito na origem de toda historicidade – que, em suma, leve a uma consciência transcendental” (Foucault, 1970, p. XIV).
Concordo com Foucault quando diz que o que nos falta, neste caso, não é “uma teoria do sujeito cognoscente”, mas “uma teria da prática discursiva”.
(até a página 105)
do segundo parágrafo: Hall concorda com a proposta de descentramento de Foucault, onde se enfatiza uma teoria ad prática discursiva” ao invés de uma teoria do sujeito cognoscente.
A sua posição deve ser repensada no interior do paradigma – EM SEU DESCENTRAMENTO OU DESLOCAMENTO
“na tentativa de REARTICULAR a relação entre sujeitos e práticas discursivas que a questão da identidade […] volta a aparecer.
“Não um abandono, mas uma reconceptualização do sujeito”VER O CONCEITO DE IDENTIFICAÇÃO
de acordo com o senso comum, a “identificação é construída a partir do reconhecimento de alguma origem comum, ou de características que são partilhadas com outros grupos ou pessoas, ou ainda a partir de um mesmo ideal. É em cima dessa fundação que ocorre o natural fechamento que forma a base da solidariedade e da fidelidade do grupo em questão.de acordo com a abordagem discursiva, identificação é “um processo nunca completado – como algo sempre em processo” – indeterminada, condicional, “ela está, ao fim e ao cabo, alojada na contingência. Uma vez assegurada, ela não anulará a diferença. A FUSÃO TOTAL ENTRE O “MESMO” E O “OUTRO” QUE ELA SUGERE É, NA VERDADE, UMA FANTASIA DE INCORPORAÇÃO (Freud sempre falou dela em termos de “consumir o outro”[…]).
então a identificação é um processo de articulação, “suturação, sobredeterminação, e não uma subsunção, (…)” nunca o ajuste, nunca a totalidade, sempre sobredeterminação ou uma falta.
O JOGO DA DIFFÉRANCE. “Ela obedece í lógica do mais-que-um.
“trabalho discursivo, fechamento, marcação de fronteiras simbólicas, produção de efeitos de fronteiras. Para consolidar o processo, ela requer aquilo que é deixado de fora – o exterior que a constitui”LEGADO SEMÂNTICO PSICANALíTICO
> expressão remota de laço emocional,
no édipo, os pais são objeto de amor e competição e frud atribui ao processo de identificação esses traços, essa ambivalência> a identificação seria algo que prende o indivíduo í escolhe de um objeto perdido
> “TRATA-SE, NO PRIMEIRO CASO, DE UMA “MOLDAGEM DE ACORDO COM O OUTRO”, COMO UMA COMPENSAÇÃO PELA PERDA DOS PRAZERES LIBIDINAIS DO NARCISISMO PRIMAL. ELA ESTí FUNDADA NA FANTASIA, NA PROJEÇÃO E NA IDEALIZAÇÃO. SEU OBJETO TANTO PODE SER AQUELE QUE É ODIADO QUANTO AQUELE QUE É ADORADO. COM A MESMA FREQÃ?Å?Ã?Å NCIA COM QUE ELA É TRANSPORTADA DE VOLTA AO EU INCONSCIENTE, ELA ‘EMPURRA O EU PARA FORA DE SI MESMO’. FOI EM RELAÇÃO à IDÉIA DE IDENTIFICAÇÃO QUE FREUD DESENVOLVEU A DISTINÇÃO ENTRE ‘TER’ E ‘SER’ O OUTRO. ELA SE COMPORTA ‘COMO UM DERIVADO DA PRIMEIRA FASE DA ORGANIZAÇÃO DA LIBIDO, DA FASE ORAL, EM QUE O OBJETO QUE PREZAMOS E PELO QUAL ANSIAMOS É ASSIMILADO PELA INGESTÃO, SENDO DESSA MANEIRA ANIQUILADO COMO TAL’ (Freud, 1921/1991: p.208)de acordo com laplanche/pontalis, as identificações nãop constituem um corpo coerente. No superego coexistem forças contraditórias assim como no ego ideal identificações compõem-se de ideais culturais ‘não necessariamente harmoniosos’.
o conceito de identidade de HALL:
(não)>>
– estratégico e posicional e não essencialista
– sua concepção de identidade ‘não assinala aquele núcleo estável do eu que passa do início ao fmi sem qualquer mudança (…) não se refere aquele segmento do eu que permanece (…) idêntido a si mesmo ao longo do tempo
– com relação a identidade cultural, sua concepção de identidade também não se refere a um eu coletivo e verdadeiro mantido em comum por um povo, “capaz de estabilizar, fixar ou garantir o pertencimento cultural ou uma unidade imutável QUE SE SOBREPÃ?â?¢E A TODAS AS OUTRAS DIFERENÇAS – SUPOSTAMENTE SUPERFICIAIS.(sim)>>
– identidades nunca são unificadas
– são cada vez mais fragmentadas e fraturadas
– são multiplamente construídas ao longo de DISCURSOS, PRíTICAS E POSIÇÃ?â?¢ES que podem se cruzar ou ser antagônicos.
– são sujeitas a uma historicização radical, estando constantemente em processo de mudança e transformação.PROCESSOS DE GLOBALIZAÇÃO + PROCESSOS DE MIGRAÇÃO FORÇADA
“é apenas por meio da relação com o Outro, da relação com aquilo que não é, com precisamente aquilo que falta, com aquilo qu tem sido chamado de seu exterior constitutivo, QUE O SIGNIFICADO “POSITIVO” DE QUALQUER TERMO – e assim sua identidade – PODE SER CONSTRUíDO” (lACLAU, DERRIDA, BUTLER…)$ refere-se a identidade do excluído como aquilo que é peculiar sendo reduzido a função de um acidente.
Hall utiliza o termo identidade para se referir a um ponto de sutura entre:
1- “os discursos e as práticas que tentam nos ‘interpelar’, nos falar ou nos convocar para que assumamos nossos lugares como os sujeitos sociais de discursos particulares
e, por outro lado,
2- os processos que produzem subjetividades, que nos constroem como sujeitos aos quais se pode ‘falar’
– as identidades são então PONTOS DE APEGO TEMPORíRIO àS POSIÇÃ?â?¢ES-DE-SUJEITO QUE AS PRíTICAS DISCURSIVAS CONSTROEM PARA NÂS”
– as identidades são o resultado de uma fixação ou articulação bem-sucedida DO SUJEITO AO FLUXO DO DISCURSO – UMA INTERSECÇÃO (conforme HEATH)–
O CASO DO TELEFONE FANTASMA

Era uma vez uma proposição Desafitalux de mais de $2.000,00 de conta de telefone

Tatlin. Relevo de Canto, 1915
e o formalismo Russo
Andante Alegro rumo a cidade Pós Industrial
Domingo 23 de Outubro
Uma Experiência de Imersão ambiental (EIA)??

Prelúdio Onírico:
6:17 da manhã na praça do japão – sol nascente rumo ao padeiro. Início do não-domingo.
í¨í¨*******************************%%%%%%%%%%%%%
Partindo as 09:59 da Praça 19 de Dezembro ( Homem Nu) em Direção da Cidade Pós Industrial

no retorno da ação do homem nu
retornaremos para uma ceia no Estudio Matema as 19:00, complementando com:
* instalação de Demudi/linux ( leve sua máquina, basta ter uns 3 giga de Hd sobrando )
* Sonz ao vivo dos interessados
* transmissão online do som na net pela Radio Boitatá

{
Estudio Matema
Galeria Ritz – Segundo andar 207 – entrada pela Marechal deodoro
a porta estará fechada, mas
chame o guarda e diga que “vai no estudio, la no jr. no segundo” )
}
na sequencia -> rumo a uma não-segunda

Panfletagem postscript – imprima e cole
A destruição da persona individual e coletiva

A consolidação do poder taliban no Afeganistão, em meados dos anos 90, foi marcada por um episódio digno de nota.
Todos certamente lembram da destruição, via explosivos, dos budas gigantes no Afeganistão. Em um vale belíssimo, uma meia dúzia de estátuas velhas de um milenar e meio foram reduzidas a pó em poucos segundos.
Ka….
…bummmmm!
Muito mais do que meras representações de ordem religiosa, tais estátuas eram o legítimo legado simbólico dos homens que ali estiveram antes naquelas terras. E lembrança visual perpétua para os homens do “presente” de que outros ainda haverão de pisar o que consideram a sua terra.
A justificativa dos talebans (no mais das vezes estudantes de teologia de Cabul, com formação em universidades européias e que voltaram para instaurar a teocracia) foi clara: figuras humanas – quaisquer delas – são proscritas pelo dogma. Logo, devem ser destruídas.
Protestos inflamados se multiplicaram ao redor do mundo (no Brasil, evidentemente, não houve muita conversa a respeito).
O episódio levanta algumas questões, aptas a serem discutidas nesta arena. Não são as únicas, poderia pensar em algumas outras, mas essas são as que me vem í cabeça:
– O preço da vida eterna é a desumanização completa e radical? Podemos ser/ter deuses totalmente sem rosto e sem personificação? Religiões com deuses não-personificados são signicamente mais profundas ou “mais sérias” (seja lá o que for isso) do que as parcial ou totalmente antropomórficas?
– O que se esconde no ato de destruir compulsivamente imitações da figura humana? Se for uma neurose, pode este ato ser julgado ou valorado por aquele que não a vive?
– A perda da capacidade de nos auto-retratarmos simbolicamente – ainda mais quando essa perda é compulsoriamente implantada pela autocracia dos homens – não nos conduzirá í animalização? Não precisamos, desde sempre, do espelho, da água da lagoa? Podemos destruir Narciso? Podemos romper a tensão de superfície que separa o mero reflexo da morte por contemplação e nos auto-destruirmos? Quem contará o mito se o contista também cair em paixão e se afogar?

– Pode o “relativismo cultural” e outras falácias da ordem do dia serem justificativa suficiente para que sejamos condescendentes com a destruição autoritária, deliberada e irreversível de evidências sígnicas da passagem do homem no globo? Ao contrário, pode o homem se converter em policial de si mesmo alegando, contra o destruidor, “crime contra o patrimônio da humanidade” ou outra construção idiomática? É validamente concebível a idéia de uma res publica civilizacional? Quem é o curador dessa mostra leviatãnica?

– O clamor público no Ocidente (muitas vezes induzido), pelo estabelecimento de pontes de tolerância entre as civilizações recomenda que levemos mais em consideração o direito de “destruir em nome do dogma” do que o direito de “impedir a destruição em nome do dogma”. Quem fez esta escolha? Quem não impediu que esta escolha fosse feita? Quem permitiu que não fosse uma escolha?
– Está no preço da tolerância ocidental para com o Outro a permissividade absoluta para com a intolerância venal deste mesmo Outro? Na França podemos discutir se as crianças francesas muçulmanas usam ou não xadors em escolas públicas. Posso, em contrapartida, visitar a Kaaba e ver a Pedra Negra? Como ser cristão em metade da ífrica Central e sobreviver?
– A auto-determinação dos povos é absoluta?
Qual o marco delimitador deste princípio? Qual lógica existe entre invocá-lo para justificar e proteger regimes homicidas, ao longo da história recente e se emocionar com os limousine liberals *cantando”We are the world, we are the people”?
– A mesma lógica que impele a derrubada de fronteiras culturais, a derrubada de muros de cemitérios cristãos e israelitas não recomenda, por igual, a condenação – prévia, preventiva, permanente e retrospectiva – da destruição da herança simbólica homem-homem?
– Pode-se relevar o episódio sob a simples justificativa de que, simbolicamente, “construir uma estátua” é o mesmo que “destruir uma estátua”? Ou então as novas noções de civilização cooperativa (sem comunização ou abelhização, bem entendido) vedam que um dos participantes do jogo destrua autoritariamente uma das peças, impedindo que os outros que o sucederão não usufruam ou desfrutem do “item” ou “aparato”?
– Especificamente no que se refere ao debate histórico e geopolítico. A ocidentalidade não estaria se submetendo a um auto-policiamento (para dentro) e uma indulgência excessiva (para fora)? O genuíno e admirável gesto de tolerância para com o Outro – mesmo que seja para dar un tapinha nas costas dos talebans – não consiste, muitas vezes, em auto-sacrifício inútil e irreversível?
– Interessante Paradoxo. (1) No Ocidente, em nome do estado laico, debate-se a retirada dos crucifixos de um tribunal ou de uma repartição pública. As cédulas do dólar trazem estampado “in god we trust” mas diretores de escola são multados quando pedem que as crianças rezem o pai nosso em sala de aula. (2) Em contrapartida, no Oriente islâmico, em nome do estado teocrático, impõe-se a destruição dos budas gigantes com dinamite e C-4. Pior do que isso, na China, em nome da divindade Inexistente, prendem-se cristãos e fuzilam-se padres. Quem é intolerante, cara-pálida?
– É válido imputar reprimendas morais para situações pretéritas que não a violavam? Que sentido há em punir os netos dos escravistas? Quem se auto-irroga o monopólio do revanchismo cultural? Quem distribui os papéis do vingador e do punido?
– Na mesma linha, é válido imputar reprimendas morais de um sistema de princípios morais para outro? (para esta conversa, sugiro a leitura da Teoria da Justiça de John Rawls e do princípio – por ele proposto – do overlapping consensus)
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*Limousine liberals are wealthy people, usually white, who usually live in wealthy white neighborhoods, but who insist on telling the poor, minorities and the working class how to live and with whom to live. Limousine liberals or their forebearers brought us the war on drugs (million man march to prison), urban renewal (people removal), public housing (resembling prisons), the Vietnam War (mass murder), and government schools – also resembling prisons – most of them wouldnââ?¬â?¢t think of sending their children to.
Limousine liberals are elitists who think that common folk are just too stupid to live in freedom. Though their rhetoric emphasizes their deep concern and compassion for the common man, their true feeling is one of contempt for his ability to function without continual external direction from “the best and the brightest.”
So they support centralizing power in distant capitals and glorify those like Lincoln who made it all possible. (See, Mario Cuomo�s new book.) With education, centralizing power in state capitals was not enough. They had to set up a Department of Education in Washington, so the ultra-elites can issue orders to the mid-level elites. (Lew Rockwell)
A mídia é só o novo aperto de mão que você bolou.

CONCLUSÂO -> “Ponto de Cultura na UPE” :
From: glerm soares
Mailed-By: gmail.com
To: listaleminski@estudiolivre.org
Date: Oct 18, 2005 11:23 AM
Subject: SubUltraMidialogia, pós-hackerismos e o tempero da sua vó – TELECENTRO é o caralho – morte a internetPode rolar sim. Ta na mão. Só que os caras com a chave da UPE tem que se coçar…O Paulo e a ONG só levaram os computadores de volta por que ninguem dos ” chaveiros do casarão “se definiu ” formalmente ” ( NEM PRA ASSISTIR AS OFICINAS! quem vai ser o root do sistema? eu de novo lavando o chão e o banheiro pra galera da chave e da “balada”? ah vocês não podem ir lá né? vocês ” trabalham”).
Chega de espetáculo. Tem muita gente vivendo simulacro dos outros. Cadê vocês? Porque foi tão pouca gente nas oficinas???.. tudo é tão simples… tem muita gente complicando pra caralho… Cadê o pessoal da Situação que só foi lá pra ” festa”? Fiquei meio decepcionado com ausência de vocês galera. Só vi o Rafael por lá. “Trabalhar ” não é desculpa, porque o Lucio trampa de professor o dia inteiro e foi lá toda noite. O Nilo e Gus tambem vacilaram de não se envolver… Ces são tudo uns UMBIGO. (o leo bozo é muito menos pois foi lá e interagiu com todo mundo)…
Depois todo mundo quer brincar de ” hacker-radio” , né? Cade vocês? Porque a gente não fez ainda? Porque fica todo mundo esperando a princesa encantada.
“Festa” é o caralho. Não to aqui pra animar circo. Ou come ou não come quem ces tão a fim e fora isso ache seres humanos. Não to trabalhando pra industria da cerveja.
Se liga galera. Ta tudo ali do lado é só pegar. Parem de esperar as ” decisões”. Alguem quer algum numero de telefone? o meu é 99889285.Mas foi massa… Valeu tudo, e continua valendo. Vamoae por mais pilha…
Quem mais pra rolar?
*Agilizar um EMBAPLab decente pra galera aprender duma vez a usar as ferramentas ( eu não acredito que vocês não instalaram a porra do Demudi ainda)
* Orquestra de Impressoras
* Situação + Situacionista
* Orquestra Organismo]
* Toca aquela do Matema
* Radio Boitata
***> SUBMIDIALOGIA -> http://radiolivre.org/submidia/submidialogia/programa.html
–> vamo se agitar pra agilizar essa convergencia em campinas
* Vai me perguntar o que é midiatática ainda?
* Vai ficar nessa de CD com capinha e porcentagem das radios, ainda?
* Pelamor de deus irmão, to falando contigo. Venha comer um bolo da minha vó. Prestatenção. A mídia é só o novo aperto de mão que você bolou.E Não criem flames nesse lixo de post. Isso aqui é só uma porra de um BLOG. Só to falando a real. me liguem. Vamo sair dessa porra de século 20.
glerm – 15 dias de sono atrasado. não levem a mal.
fodam-se irmãozinhos… ( e escolham bem com quem)
té mais
love
truly yours
glerm

