#!/bin/bash echo ‘Nossa! Estou vivo!’

gripe

#!/bin/bash
#
# Piano Gripe 3.0 – The Shell Music #
# OBS: Favor nao confundir com axé music ##
# Natal-RN ###
# Autor: Pablo Fernandes (fernandes_pablo@yahoo.com.br) ———- ####
# ———————————————- 28.10.2003 #####
# ######
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#
# —————
# Agradecimentos: Grupo de Discussão “Shell Script” (Yahoo)
# ESPECIAIS Aurélio Marinho Jargas (http://aurelio.net)
# ————— Seu nome (seu e-mail)
#
# [Caso de bug, melhorias no código, enxudaga, ajuda ou como seja,]
# [resultará em seu nome nos agradecimentos especiais. Ajude a man]
# [ter esse software propondo melhorias ou corrigindo erros. ]
#
###########################################################################
# Como usar: #####
# $ ./gripe * simplesmente execute-o ####
# * Verifique se você possui a permissão x ###
# no arquivo. Caso não tenha digite: ##
# “chmod +x gripe” com o dono do arquivo #
#
# Como usar As teclas A, S, D, F, G, H, J, K, L, Z, X, C, V, B,
# 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0 são usadas para representar
# as teclas de um teclado. Nele virão marcadas essas teclas.
#
# OBS2: A opção “P” (do quadro de opções), adiciona um espaço sem
# música para ajudar em suas composições.
#
# Opções: W – Toda tecla pressionada é gravada na linha de sequência.
# Essa opção toca as notas definidas na “sequência”.
#
# E – Apaga a sequência criada anteriormente, impossibilitando
# de tocar músicas até que pelo menos uma nota seja especi
# ficada novamente no espaço de sequência.
#
# T – Salva sequência no diretório $HOME/gripe/ com extensão .shm
# (ShellMusic)
#
# Q – Sai do programa e apaga o espaço sequência.
#
# P – Pausa na sequência.
#
# + – Aumenta o tempo entre notas
# – – Diminue o tempo entre as notas
#
# R – Exemplos de músicas (Beatles – Day Tripper
# e Black Sabbath – Iron Man)
#
###########################################################################
#
# ATENÇÃO1: O PIANO GRIPE 3.0 FOI TESTADO APENAS NO CONECTIVA “8++” E “9”
# E FEDORA CORE 1 e 2.
# SE VOCÃ?Å  OBTEU Ã?Å XITO TOTAL EM OUTRA DISTRIBUIÇÃO, ENVIE UM E-MAIL
# AVISANDO A SUA DISTRO. CASO VOCÃ?Å  NÃO TENHA CONSEGUIDO EXECUTí-LO
# AVISE TAMBÉM POR E-MAIL A DISTRO. OBRIGADO
# —————————————————————-
#
# ATENÇÃO2: Execute o programa em MODO TEXTO (não execute-o em um terminal
# do modo gráfico).
#
# AVISO: Na versão 4.0 do Piano Gripe, será adicionado um backspace de
# notas musicais para o teclado.
#
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# ####
# REGISTRO DE MUDANÇAS E ATUALIZAÇÃ?â?¢ES: Changelog ###
# ———————————— ##
# #
# 28.10.2003: Iniciada e concluí­da a primeira versão (0.10)
# 01.11.2003: Corrigido BUG (um ponto desconhecido flutuando
# no código (detectado por Aurélio Marinho Jargas)
# 01.11.2003: Corrigido BUG (quem usava LANG=en_US não executava
# as músicas por causa do comando sleep ,número)
# 01.11.2003: Adiciona o comando “T” possibilitando gravar as músicas
# 01.11.2003: Corrigido BUG (quem tinha o diretório home com espaços
# no nome, dava uma série de erros. Solução: Aspear
# duplamente todas as variáveis)
# 20.11.2003: Restringe em 91 notas máximas por música. Se no prompt
# SEQUÃ?Å NCIA aparecessem mais de 100 “+Sol#”s o programa
# dava txiutxi nos gráficos, pq só de notas, iria passar
# de uma tela. Mas se alguém insistir muito (que acho muito
# difí­cil, procurarei outra solução para o problema.
# 30.11.2003: Pequenos tutoriais sobre caracteres de controle espalhados
# pelo código.
# 13.12.2003: Um bug resolvido. Descrição: Se você salvasse o arquivo
# “gripe” no diretório $HOME, ele dava erros na hora de salvar
# uma sequência.
# 18.02.2004: Depois de muito tempo jogado, sem receber nenhuma atualização,
# resolvi baixá-lo do site (que nem tinha mais ele no meu comp.)
# surgiu um bug no sleep. Antigamente via que para shells com a
# variável de ambiente $LANG estava para en_US, a sintaxe do
# sleep era “sleep .10” por exemplo, e pra $LANG=pt_BR a sintaxe
# mudava para “sleep ,10”. E agora fiz o teste para ambas
# configurações e vi que funcionou com “sleep .n”
# 03.06.2004: “Bom, fazia tempo que o programa nao tinha nenhuma mudança
# pois havia perdido a versao completa e mais atualizada que
# eu tinha feito na epoca. As novidades sao:”
# 02.06.2004: Mudei de distribuiçao (do Conectiva para a Fedora Core) e
# percebi algumas mudanças. Agora retirei os acentos de todo
# o programa (aceto os que ficam dentro de arquivos, como este),
# pois o fedora tem problemas com acentos para visualizaçao
# no console. Ainda nao sei pq, dentro do vi consigo ver os
# acentos (apesar de nao conseguir digita-los) mas se fosse
# um e-mail ou mesmo no Piano Gripe, eles nao aparecem. Pois
# e, a atualizaçao foi retirada de acentos.
# 02.06.2004: Tambem tive problemas com a variavel $LANG (novamente) e a
# sintaxe do programa sleep. Agora todo o programa roda com
# LANG=en_US e na finalizaçao do Piano, ela e recuperada para o
# normal do usuario.
# 02.06.2004: Mudança nos Leds, agora quando estamos tocando, os leds Num
# Lock e Caps Lock ficam acendendo e apagando 🙂 . Quis fazer
# com o Scroll Lock tambem, mas no conectiva nao liga nem a pau
# usando setleds +scroll. No Fedora ele liga, no slack, debian
# tambem deve ligar. Mas para nao causar problemas, deixei so
# os dois mesmo.
# 02.06.2004: Marcacoes nas notas tocadas. Toda nota tocada fica marcada
# de vermelha.
# 02.06.2004: Ah, as teclas agora podem ser tocadas em tempo real. Nao
# precisa de teclar mais enter para sair o som da nota.
# 03.06.2004: Algumas mudanças no codigo, na parte de salvar arquivos.
# Criei uma funçao para fazer tudo, diminuindo o codigo.
# GNU
## #### ## ## ## ## ### ####
## ## ### ## ## ## ## ##
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#
# [FAÇA TAMBÉM UM SOFTWARE LIVRE]
# ————————————————————————
# Futuros Planos: Organizar código, e deixá-lo auto explicativo
# para estudantes (como eu) de shell Script.
#
# Adicionar exemplos de músicas conhecidas arqu
# ivada no prórpio código
#
# Testar em várias distribuições do linux.
# Até agora o Piano Gripe só foi testado no Con
# ectiva Linux 8++, 9, Fedora Core 1 e 2.
#
# Encontrar uma forma do Piano Gripe rodar no m
# odo gráfico (terminal do modo gráfico).
#
# Fazer um backspace de notas para apagar a últ
# ima nota tocada.
#
# Gringorizar passando para inglês todos os comentários
# e textos do programa (mas sem deixar a português obviamente)
# fazendo duas versões. ptBR and enUS
#
###########################################################################
#
# Pq Piano Gripe?
# —————
#
# Simplesmente pelo timbre gerado pelo auto-falante do micro.
# Parece um timbre rouco e gripado.
#
# Interesses do Piano Gripe:
# ————————–
#
# Estudo, diversão e divulgação 🙂
# Envie um e-mail para fernandes_pablo@yahoo.com.br
# se você gostou, ou se seu filho mais novo gostou 😀
#
###########################################################################
# Organização do código :
# ———————–
# O código do Piano Gripe encontra-se dividido em sessões. Cada sessão
# possui seus comentários e algumas dicas sobre algum assunto predominante
# no código fonte da sessão. Entre cada sessão, existe uma barra horizontal
# de 76 caracteres e duas quebras de linhas.
#
###########################################################################
#
# Os Comentarios do Codigo so serao atualizados nas versoes x.50
# No caso, na versao 3.50. Sempre vou fazer assim, pq exige muito
# tempo para comentar todo o codigo, e ainda mais quando e uma versao
# nova (que ainda vai ter correçoes).
#
###########################################################################
## COMEÇA O CÂDIGO ###
#####################

## Sessão:
#########################
## MODULOS NECESSARIOS ##
#########################
# Esta sessao tem os comandos necessarios para
# levantar os modulos.

# Este modulo pensei basicamente para o Fedora Core 2 que por
# padrao nao tem mais os beeps 🙁 Aposto que fizeram isso para
# boicotar o Piano Gripe do mercado. hehehe
modprobe pcspkr 2> /dev/null > /dev/null

#————————————————————————–#

## Sessão:
#######################
## MAPA DE VARIíVEIS ##
#######################
# Nesta sessão estão definidas todas as variáveis
# com seus valores iniciais.

SALVALANG=$LANG
LANG=en_US
CONTASHM=1 #Contagem de notas. Cada nota tocada, adiciona uma unidade
#desse valor. Máximo de notas permitidas:90 (CONTSHM=91 já
#o valor inicial é 1)
SHMLEDDY=1
EXEMPLOSHM=1
SLEEPSHMLANG=”sleep .4;”
BARRA40SHM=”PIANOGRIPEPABLOGRIPEPIANOGRIPEPABLOGRIPE”

## NOTAS MUSICAIS E SUAS RESPECTIVAS FREQÃ?Å?Ã?Å NCIAS ##
DO=’echo -ne \’\033[10\;132]\\a”
RE=’echo -ne \’\033[10\;148]\\a”
MI=’echo -ne \’\033[10\;165]\\a”
FA=’echo -ne \’\033[10\;176]\\a”
SOL=’echo -ne \’\033[10\;198]\\a”
LA=’echo -ne \’\033[10\;220]\\a”
SI=’echo -ne \’\033[10\;247]\\a”
DO1=’echo -ne \’\033[10\;264]\\a”
RE1=’echo -ne \’\033[10\;296]\\a”
MI1=’echo -ne \’\033[10\;330]\\a”
FA1=’echo -ne \’\033[10\;352]\\a”
SOL1=’echo -ne \’\033[10\;396]\\a”
LA1=’echo -ne \’\033[10\;440]\\a”
SI1=’echo -ne \’\033[10\;494]\\a”
DOS=’echo -ne \’\033[10\;143]\\a” #DOS? AAAAAAAAAH NÃO…!
RES=’echo -ne \’\033[10\;157]\\a”
FAS=’echo -ne \’\033[10\;187]\\a”
SOLS=’echo -ne \’\033[10\;209]\\a”
LAS=’echo -ne \’\033[10\;233]\\a”
DOS1=’echo -ne \’\033[10\;286]\\a”
RES1=’echo -ne \’\033[10\;314]\\a”
FAS1=’echo -ne \’\033[10\;374]\\a”
SOLS1=’echo -ne \’\033[10\;418]\\a”
LAS1=’echo -ne \’\033[10\;466]\\a”

######### CONSEGUINDO TIRAR SONS DO BEEP PELO COMANDO ECHO #################
#
# Para conseguir um som do speaker do seu computador, basta utilizar o
# caractere barra-letra \a (ALERTA). Se você digitar echo -ne ‘\a’, vai
# ver que um beep soará. Basta agora você definir o tom e duração
# do beep. Para isso, use:
#
# echo -ne ‘\033[10;N1]\a’ -> onde N1 é a frequência. Quanto maior o
# valor da frequência (Hz), mais agudo a nota
# sairá. Quanto menor for o valor, mais grave.
# echo -ne ‘\033[11;N1]\a’ -> onde N1 é a duração do som.
# __________________________________________
# —> O normal é \033[10;750] e \033[11;100] < --- # # OBS1: Depois de brincar com o seu beep, não esqueça de voltar para os # valores normais do beep. # # DICA: Defina a duração antes de definir o tom. # ex: echo -ne '\033[11;500]\033[10;1000]\a' # (Defina duração 500, defina tom 1000, toque um beep com \a) # # OBS2: Esse caractere de controle do beep, não toca um beep, ele apenas # define o tom e duração. Quem toca o beep é o "\a", entre outras # formas. #--------------------------------------------------------------------------# ## Sessão: ################# ## FERRAMENTAS ## ################# # Ferramentas escritas em funções feitas # para auxiliar o desenvolvimento e limpeza # do código. Elas ficarão aqui! ##### APREDENDO A MODIFICAR A POSIÇÃO DO CURSOR ############################ # # 1) Sempre que você ver um "VAIPARA N1 N2", quer dizer que o cursor muda # da linha atual, para a linha N1 e coluna N2. Exemplo: VAIPARA 1 1 ->
# Nesse caso o cursos vai para a linha 1 e coluna 1. Todo “echo” (ou o
# que seja) abaixo desse VAIPARA será inserido na linha 1, coluna 1.
# Aquele aviso inicial do programa, bem centralizado, pq está em uma das
# linhas centrais do monitor, e em uma das colunas centrais também.
# São 25 linhas e 80 colunas. Faça o teste, digite
# echo -e ‘\033[N1;N2Htexto aqui!’ substituindo N1 pela linha e N2
# pela coluna. Existem outros caracteres de controle para indicar a
# direção do cursor, mas o H é o que eu mais gosto 🙂

function VAIPARA() { echo -ne “\033[$1;$2H” ;} #1

# Deixa marcada com cores a nota tocada

function MARKNOTAUP() {
case “$MARKNOTASHM” in
DO) VAIPARA 12 4
echo -e ‘\033[37;41;1mA\033[m’ ;;
RE) VAIPARA 12 8
echo -e ‘\033[37;41;1mS\033[m’ ;;
MI) VAIPARA 12 12
echo -e ‘\033[37;41;1mD\033[m’ ;;
FA) VAIPARA 12 16
echo -e ‘\033[37;41;1mF\033[m’ ;;
SOL) VAIPARA 12 20
echo -e ‘\033[37;41;1mG\033[m’ ;;
LA) VAIPARA 12 24
echo -e ‘\033[37;41;1mH\033[m’ ;;
SI) VAIPARA 12 28
echo -e ‘\033[37;41;1mJ\033[m’ ;;
DO1) VAIPARA 12 32
echo -e ‘\033[37;41;1mK\033[m’ ;;
RE1) VAIPARA 12 36
echo -e ‘\033[37;41;1mL\033[m’ ;;
MI1) VAIPARA 12 40
echo -e ‘\033[37;41;1mZ\033[m’ ;;
FA1) VAIPARA 12 44
echo -e ‘\033[37;41;1mX\033[m’ ;;
SOL1) VAIPARA 12 48
echo -e ‘\033[37;41;1mC\033[m’ ;;
LA1) VAIPARA 12 52
echo -e ‘\033[37;41;1mV\033[m’ ;;
SI1) VAIPARA 12 56
echo -e ‘\033[37;41;1mB\033[m’ ;;
DOS) VAIPARA 7 6
echo -e ‘\033[37;41;1m1\033[m’ ;;
RES) VAIPARA 7 10
echo -e ‘\033[37;41;1m2\033[m’ ;;
FAS) VAIPARA 7 18
echo -e ‘\033[37;41;1m3\033[m’ ;;
SOLS) VAIPARA 7 22
echo -e ‘\033[37;41;1m4\033[m’ ;;
LAS) VAIPARA 7 26
echo -e ‘\033[37;41;1m5\033[m’ ;;
DO1S) VAIPARA 7 34
echo -e ‘\033[37;41;1m6\033[m’ ;;
RE1S) VAIPARA 7 38
echo -e ‘\033[37;41;1m7\033[m’ ;;
FA1S) VAIPARA 7 46
echo -e ‘\033[37;41;1m8\033[m’ ;;
SOL1S) VAIPARA 7 50
echo -e ‘\033[37;41;1m9\033[m’ ;;
LA1S) VAIPARA 7 54
echo -e ‘\033[37;41;1m0\033[m’ ;;
esac
}

# Desmarca a nota tocada

function MARKNOTADOWN() {
case “$MARKNOTASHM” in
DO) VAIPARA 12 4
echo -e ‘\033[30;47mA\033[m’ ;;
RE) VAIPARA 12 8
echo -e ‘\033[30;47mS\033[m’ ;;
MI) VAIPARA 12 12
echo -e ‘\033[30;47mD\033[m’ ;;
FA) VAIPARA 12 16
echo -e ‘\033[30;47mF\033[m’ ;;
SOL) VAIPARA 12 20
echo -e ‘\033[30;47mG\033[m’ ;;
LA) VAIPARA 12 24
echo -e ‘\033[30;47mH\033[m’ ;;
SI) VAIPARA 12 28
echo -e ‘\033[30;47mJ\033[m’ ;;
DO1) VAIPARA 12 32
echo -e ‘\033[30;47mK\033[m’ ;;
RE1) VAIPARA 12 36
echo -e ‘\033[30;47mL\033[m’ ;;
MI1) VAIPARA 12 40
echo -e ‘\033[30;47mZ\033[m’ ;;
FA1) VAIPARA 12 44
echo -e ‘\033[30;47mX\033[m’ ;;
SOL1) VAIPARA 12 48
echo -e ‘\033[30;47mC\033[m’ ;;
LA1) VAIPARA 12 52
echo -e ‘\033[30;47mV\033[m’ ;;
SI1) VAIPARA 12 56
echo -e ‘\033[30;47mB\033[m’ ;;
DOS) VAIPARA 7 6
echo -e ‘\033[37;40m1\033[m’ ;;
RES) VAIPARA 7 10
echo -e ‘\033[37;40m2\033[m’ ;;
FAS) VAIPARA 7 18
echo -e ‘\033[37;40m3\033[m’ ;;
SOLS) VAIPARA 7 22
echo -e ‘\033[37;40m4\033[m’ ;;
LAS) VAIPARA 7 26
echo -e ‘\033[37;40m5\033[m’ ;;
DO1S) VAIPARA 7 34
echo -e ‘\033[37;40m6\033[m’ ;;
RE1S) VAIPARA 7 38
echo -e ‘\033[37;40m7\033[m’ ;;
FA1S) VAIPARA 7 46
echo -e ‘\033[37;40m8\033[m’ ;;
SOL1S) VAIPARA 7 50
echo -e ‘\033[37;40m9\033[m’ ;;
LA1S) VAIPARA 7 54
echo -e ‘\033[37;40m0\033[m’ ;;
esac
}

# Liga os Leds de acordo com a nota tocada

function LEDSETI() {
case “$SHMLEDDY” in
1) setleds -caps
setleds +num
LASTL=”setleds -caps ; setleds +num”
SHMLEDDY=`expr $SHMLEDDY + 1` ;;
2) setleds -num
setleds +caps
LASTL=”setleds -num ; setleds +caps”
SHMLEDDY=`expr $SHMLEDDY – 1` ;;
esac
}

# Funcao para salvar arquivos .shm

function SALVAR_ARQUIVO() {
echo “######################################################” > $HOME/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
echo “## Piano Gripe 3.0 – http://cltfc.sites.uol.com.br ##” >> $HOME/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
echo “######################################################” >> $HOME/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
echo “## Envie agora mesmo a sua música e o seu nome para ##” >> $HOME/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
echo “## fernandes_pablo@yahoo.com.br ##” >> $HOME/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
echo “######################################################” >> $HOME/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
echo “##SUA MÚSICA ABAIXO:” >> “$HOME”/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
echo “####################” >> “$HOME”/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
echo “echo -ne ‘\\033[11;250]'” >> “$HOME”/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
echo “$SEQSHM” >> “$HOME”/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm 2> /dev/null
echo “echo -ne ‘\\033[11;100]\\033[10;750]'” >> “$HOME”/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
chmod +x “$HOME”/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm
VAIPARA 17 6
echo -e “\033[31;1mSALVANDO: “$HOME”/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm \033[m”
sleep 2
}

#————————————————————————–#

## Sessão:
###################
## AVISO INICIAL ##
###################
# 1) trap “” 2 20 é para proibir que o usuário termine a execução usando
# Ctrl+c ou Ctrl+z. Coloquei isso, por causa de comandos como stty -echo.
# se o usuário desse um Ctrl+c no meio deste aviso, ele iria voltar para
# o prompt sem conseguir ver nada que ele tecla (comando stty -echo), e
# esse comando aparece constantemente no código do Piano Gripe.
#
# 2) Para entender o que faz o comando stty -echo. Lembre no hora do login
# (no shell não interativo de login), você digita o nome do usuário (e
# consegue ver tudo que está digitando) e depois digita a senha (mas
# desta vez, o que você tecla não aparece na tela). O efeito desse comando
# é exatamente o mesmo. Coloquei ele, para o usuário não destrua os grá-
# ficos do Piano Gripe digitando coisas e aparecendo na tela. O comando
# para voltar ao normal é “stty echo”.
#
# 3) Depois de fazer todo o texto do aviso aparecer, espere 4 segundos e
# execute o programa “clear” para limpar a tela. Pois, a imagem do
# teclado e seus comandos serão os próximos gráficos.

trap “” 2 20 #1
clear
setleds -num ; setleds -caps
stty -echo #2
VAIPARA 10 15
echo -e ‘\033[46;30m Piano Gripe 3.0 \033[m’
VAIPARA 12 15
echo -e ‘\033[40;31;1m”Nao execute esse programa em um terminal\033[m’
VAIPARA 13 15
echo -e ‘\033[40;31;1mdo modo grafico. Utilize-o no MODO TEXTO.”\033[m’
VAIPARA 22 33
echo -e ‘\033[40;33;1mPablo Fernandes\033[m’
VAIPARA 23 26
echo -e ‘\033[40;34;1mfernandes_pablo@yahoo.com.br\033[m’
sleep 4 # 3
clear # 3
stty echo
echo ; echo

#————————————————————————–#

## Sessão:
#######################
## IMAGEM DO TECLADO ##
#######################
# Vou dar um jeito nas próximas versões de organizar esse código
# Ele foi construí­do a base de espaços com plano de fundo pintado.
# Uma idéia que Aurélio (aurelio.net) sugeriu, foi desenhar normalmente
# o teclado usando somente caracteres ASCII, usando caracteres do tipo
# “#”, “@”, “%” para representar as cores, e depois mapearia com o sed,
# adicionando os caracteres de controle de cores. Se alguém quiser ajudar,
# mande um e-mail.

##### APRENDENDO A COLORIR TEXTOS ##########################################
#
# Para colorir um texto usando o comando echo, veja a sintaxe:
# echo -e ‘\033[N1mTexto aqui!\033[m’
#
# Onde: N1 -> Código da cor ou propriedade.
# m -> indica que depois dele começa o texto
# \033[m -> no final do comando para que a cor volte ao normal,
# caso contrário, a cor será definida para os textos
# seguintes.
#
# Código de cores da letra -> vai de 30 a 37
# Códgio de cores do fundo -> vai de 40 a 47
# Códgio de propriedades -> 5 (pisca-pisca)
# 7 (cores invertidas)
# 1 (cor brilhante)
# 0 (sem cores)
#
# 1) Para usar um fundo azul com cor da letra vermelho e piscando?
# R: echo -e ‘\033[44;31;5mTexto aqui!\033[m’
#
# 2) Para usar somente a cor da letra vermelha?
# R: echo -ne ‘\033[31mTexto aqui!\033[m’
#
# Entendeu? Você vai misturando os números, separando-os com “;”.
#
# DICA1: A propriedade 1 (cor brilhante), deve ser usado junto com a cor
# da letra. Em alguns casos, mudam a cor e em outros casos apenas
# deixa a cor da letra mais clara.
#
# DICA2: Teste os códigos das cores e monte uma tabela para consulta 😀
# ou use o zzcores do funcoeszz (mão na roda para programadores
# Shell. Pegue em http://aurelio.net/zz)

echo
echo -e ‘ ——————————————————–\’
echo -e ‘||\033[44;39;1m Piano Gripe 3.1 – \033[44;31;5mThe ShellMusic\033[m\033[44;33;1m \033[m||’
echo -e ‘||——————————————————-||’
echo -e ‘||\033[47;37m \033[m 1 \033[47;37m \033[m 2 \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m 3 \033[47;37m \033[m 4 \033[47;37m \033[m 5 \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m 6 \033[47;37m \033[m 7 \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m 8 \033[47;37m \033[m 9 \033[47;37m \033[m 0 \033[47;37m \033[m||’
echo -e ‘||\033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m||’
echo -e ‘||\033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m||’
echo -e ‘||\033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m||’
echo -e ‘||\033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m \033[47;37m \033[m||’
echo -e ‘||\033[47;30m A \033[m \033[47;30m S \033[m \033[47;30m D \033[m \033[47;30m F \033[m \033[47;30m G \033[m \033[47;30m H \033[m \033[47;30m J \033[m \033[47;30m K \033[m \033[47;30m L \033[m \033[47;30m Z \033[m \033[47;30m X \033[m \033[47;30m C \033[m \033[47;30m V \033[m \033[47;30m B \033[m||’
echo -e ‘ \——————————————————-||’
echo -e ”
echo -e ‘ \033[40;32;1mEscolha Suas Teclas Pelas Etiquetas\033[m’

#————————————————————————–#

## Sessão:
##################################
## MENU DE CONTROLES DO USUíRIO ##
##################################
# Essas linhas abaixo são apenas os textos que aparecem no lado direito
# do teclado. Coloquei dentro de uma função, para que depois ela possa
# ser chamada no loop do “controle do teclado”. Isso para evitar que mesmo
# em qualquer BUG o usuário possa visualizar os controles como a opção
# “q”, já que Ctrl+c está travado.

function _APARENCIAOPCOES {
VAIPARA 1 1
echo -e “\\033[31;41m$BARRA40SHM$BARRA40SHM\\033[m”
VAIPARA 2 24
echo -e ‘\033[40;34;1mhttp://cltfc.sites.uol.com.br\033[m’
VAIPARA 1 77
echo -e ‘\033[44;39m[Q]\033[m’
VAIPARA 1 21
echo -e ‘\033[41;36m(P) a b l o (F) e r n a n d e s\033[m’
VAIPARA 1 1
echo -e ‘\033[41;38m-> S\033[44;32mH\033[41;38mM < -\033[m' echo -e '\033[11;250]' #Coloca o tempo da nota mais longo (normal é 100) VAIPARA 4 62 echo -e '\033[46;30;1m W \033[40;31;1m Toca Sequencia\033[m' VAIPARA 5 62 echo -e '\033[46;30;1m E \033[40;31;1m Limpa Sequencia\033[m' VAIPARA 6 62 echo -e '\033[46;30;1m T \033[40;31;1m Salva Sequencia\033[m' VAIPARA 7 62 echo -e '\033[46;30;1m P \033[40;31;1m Pausa na Musica' VAIPARA 9 62 echo -e '\033[40;33;1m TEMPO\033[m' VAIPARA 10 62 echo -e '\033[46;30;1m + \033[40;31;1m Aumentar' VAIPARA 11 62 echo -e '\033[46;30;1m - \033[40;31;1m Diminuir' VAIPARA 13 62 echo -e '\033[46;30;1m R \033[40;31;1m Exemplos (2)' VAIPARA 14 62 echo -e '\033[46;30;1m Q \033[40;31;1m Sair\033[m' } _APARENCIAOPCOES #--------------------------------------------------------------------------# ## Sessão: ######################### ## EXEMPLOS DE MÚSICAS ## ######################### # Música 2: Day Tripper dos Beatles (riffzinho do iní­cio), # Música 1: Iron Man do Black Sabbath (todo mundo conhece). # Ao pressionar a tecla R (ou r) o "case" chama essa fun # ção. Não usei a variável de espaço pq essa música fica # legal com "sleep ,3", e a variável de espaço poderia # está diferente (já que os comandos + e - alteram seu # conteúdo. Por esse motivo, escrevi o códgio da música # completo e para cada um dos dois tipos de $LANG que o # programa suporta. function _EXEMPLOSSHM { if [ "$EXEMPLOSHM" = "1" ]; then echo -ne '\033[10;247]\a';sleep .3;sleep .3; echo -ne '\033[10;296]\a';sleep .3;sleep .3; echo -ne '\033[10;296]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;330]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;330]\a';sleep .3;sleep .3; echo -ne '\033[10;396]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;374]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;396]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;374]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;396]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;374]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;396]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;374]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;296]\a';sleep .3;sleep .3; echo -ne '\033[10;330]\a';sleep .3;sleep .3; echo -ne '\033[10;330]\a';sleep .3; elif [ "$EXEMPLOSHM" = "2" ]; then echo -ne '\033[10;165]\a';sleep .3;sleep .3; #dois sleeps seguidos,é o mesmo echo -ne '\033[10;198]\a';sleep .3; #que o espaço "P" do Piano Gripe echo -ne '\033[10;209]\a';sleep .3; #pq entre uma nota e outra, tem echo -ne '\033[10;247]\a';sleep .3; #que ter um sleep, senão fica echo -ne '\033[10;330]\a';sleep .3; #inaudí­vel a música. Por isso echo -ne '\033[10;296]\a';sleep .3;sleep .3; #também,o mí­nimo de sleep,é ,1. echo -ne '\033[10;247]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;374]\a';sleep .3;sleep .3; echo -ne '\033[10;247]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;296]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;330]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;165]\a';sleep .3;sleep .3; echo -ne '\033[10;198]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;209]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;247]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;330]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;296]\a';sleep .3;sleep .3; echo -ne '\033[10;247]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;374]\a';sleep .3;sleep .3; echo -ne '\033[10;247]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;296]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;330]\a';sleep .3; echo -ne '\033[10;165]\a';sleep .3;sleep .3; fi case "$EXEMPLOSHM" in 1) EXEMPLOSHM=`expr "$EXEMPLOSHM" + 1` ;; 2) EXEMPLOSHM=`expr "$EXEMPLOSHM" - 1` ;; esac } #--------------------------------------------------------------------------# ## Sessão: ######################### ## CONTROLE DO TECLADO ##################### ######################### GUIA DO CURIOSO ## # ##################### # ############################################################################ # # OS COMENTíRIOS DESSA SESSÃO ESTÃO DESATUALIZADOS :( # NA VERSÃO 2.50 DO PIANO GRIPE, ALGUNS CÂDIGOS PROVAVELMENTE SERÃO # REFEITOS, E ESTA SESSÃO ESTARí TOTALMENTE ATUALIZADA. # # NÃO ADIANTARIA COMENTAR ESSA PARTE AGORA, POIS QUASE NINGUÉM # ATÉ O DIA 30.11.2003 (DATA DE ATUALIZAÇÃO DESSE CÂDIGO) TESTOU O # PIANO GRIPE. VOU DIVULGí-LO PARA QUE MAIS PESSOAS TESTEM E RELATEM # ERROS PARA MEU E-MAIL, PARA QUE EU POSSA FAZER UMA VERSÃO ESTíVEL # E ENTÃO, COMENTAR PASSO-A-PASSO AQUI. # # OBRIGADO! # ############################################################################ # # Aí­ começa a loucura. Algumas coisas eu ainda não consegui fazer # para enxugar o código. Mas como ficou estável mesmo assim, decidi # versionar como pronta deixando tais limpezas para próximas ver # sões. Comentar essa parte será difí­cil por falta de espaço, mas # resolvi criar uma legenda da documentação que aqui segue: # # 1) Remove o arquivo temporário criado para executar a música. mais # a frente você verá que eu ainda não consegui executar a música a # partir de uma variável (como eu queria). # # 2) Quando o usuário digita alguma, depois do enter, o texto some. # a grande mágica é essa, um caractere de controle dizendo que tudo # a partir do prompt TECLADO: seja apagado sempre que o loop voltar. # E fica assim, você digita, da enter, procura (com o case) o que você # digitou e executa os comandos, e depois volta para o começo, apagando # o que você tinha digitado. Coloquei muitos espaços, para apagar al # guma cagada que o usuário possa fazer (como digitar um monte de letras # mesmo sabendo que o Piano Gripe só aceita uma tecla de cada vez). # # 3) Tudo que é teclado (ver case) vai para, entre outros lugares, para # a variável $SEQUENCIA1SHM onde sempre vai mostrar a nota que você # digitou na tela (sempre que o loop reinicia como falado na sessão 1). # # 4) O tempo também é mostrado em tempo real :) como a SEQUÃ?Å NCIA. Esse # tempo, é a variável $SLEEPSHM, que existe entre cada nota, e na opção # "P" também são dois $SLEEPSHM. O conteúdo dessa variável eh o programa # sleep ,4 (por padrão). Mas o usuário pode modificá-la com + e -. # # 5) Explicando um, o resto das notas são o mesmo funcionamento: Quando # o usuário toca uma tecla, o "read NOTAS" lê jogando na variável NOTAS. # O case sai comparando para saber o que foi que digitou, nesse caso, foi # a letra A (ou a), que é o Dó. Primeiro ele executa o conteúdo da variável # $DO, isso é, primeiro sai o som (ver variável $DO mais acima). # Depois tem SEQSHM=... Nessa etapa, ele grava nessa variável: # ${SEQSHM} (isso é, conserve o que já existe) # ${SEQSHM}echo -ne '\\033[10;132]\\a'; (grave a nota Dó e um ; literal) # ${SEQSHM}echo -ne '\\033[10;132]\\a';$SLEEPSHM (adicione um espaço e ; # que é o conteúdo dessa # variável) # Agora se eu teclasse depois do A (Dó) a letra "S" (Ré) ficaria assim # o conteúdo da variável: # echo -ne '\033[10;132]\a';sleep ,4;echo -ne '\033[10;147]\a';sleep 4, # e assim iria até formar a música. Essa variável depois é jogada dentro # de um arquivo cujo é atribuí­do permissão x e executado. # # OBS1: Note que em vez de usar "echo -ne \033[10..." para cada nota, # eu poderia chamar a variável referente a nota, mas não consegui # fazê-lo (ainda). # # OBS2: Também não precisava jogar dentro de um arquivo para ser # executado. Bastava executar a variável, que nela já estariam # os comandos da música. Mas também ainda não consegui fazê-lo. # Bem, continuando...: # # A próxima linha é facil: SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Dó # Essa variável é pada identificar no prompt SEQUÃ?Å NCIA cada nota que # você tecla (até que a mesma seja apagada com o comando "E"). Ela # sempre conserva o que existe e adiciona um +NOTA, ficando: # +Dó+Dó#+Ré+Sol# sempre conservando a adicionando no final a nova nota. # # Recapitulando: Quando cada nota é tocada: # 1o) Toca a Nota (variáveis notas) # 2o) Adiciona a nota na sequência para execução posterior (w) # 3o) Adiciona a nota no prompt SEQUÃ?Å NCIA # # 6) - Manda o conteúdo de $SEQSHM para o arquivo $HOME/tmp/shmusic.tmp # - Da permissão de execução # - Executa o arquivo, expelindo a música # (Lembra que o conteúdo de $SEQSHM são todos os comandos gerados # quando cada nota é tocada (adiciona-se ao final da variável)?) # # 7) - Esvazia o conteúdo das variáveis $SEQUENCIA1SHM e $SEQSHM # - Apaga o arquivo $HOME/tmp/shmusic.tmp # - Apaga tudo o que tiver do prompt SEQUÃ?Å NCIA: a diante. # # 8) - Adiciona ao final de $SEQSHM mais um $SLEEPSHM # - Adiciona ao final de $SEQUENCIA1SHM um - (simbolizando um espaço # na sequência gerada pelo # prompt SEQUÃ?Å NCIA: ) # # 9) - Soa o exemplo contido na função _EXEMPLOSSHM # # - e +) - Essa opção está com o código muito sujo # Vou preferir comentar na próxima versão quando retirar # a metade desse código (mais da metade é sem necessidade) # Esse software foi fruto de um estudo sobre caracteres de # controle de cores, direção, som e a forma simples do while # e case, por isso a despreocupação inicial de um código limpo. # Ah, e o resultado foi que não consegui priorizar ALGUNS comandos # concatenados dentro do próprio if, e para deixar funcionando # bem, tive que dar pulos e voltas (resultado de código sujo e # inseguro na estabilidade do Piano Gripe). # Mas resumindo a cagada, ele soma ou diminui o valor numeral # encontrada na variável de espaço ($SLEEPSHM) deixando no # mí­nimo sleep ,1 e no máximo sleep ,9. # # q) - Define "sim" a variável $PARASHM (cuja será utilizada no final) # - Apaga o arquivo shmusic.tmp # - Deixa o beep da máquina em seu estado normal # - Sai do Piano Gripe com o cursor na linha 55 coluna 1 # # *) Caso o usuário digite qualquer coisa que não esteja entre as opções # dadas pelo Piano Gripe, as opções cotidas na função _APARENCIAOPCOES # são redefinidas, e continue :) # # 10) Se a variável $PARASHM for igual a sim, pare o programa e saia do # loop. Senão, continue a loopar :D rm -f "$HOME"/tmp/shmusic.tmp > /dev/null 2> /dev/null
[ ! -d “$HOME”/tmp ] && mkdir “$HOME”/tmp

while true
do
VAIPARA 17 15
echo -e ‘\033[0K’
VAIPARA 19 6
echo -e “\\033[40;36mSEQUENCIA:\\033[m “$SEQUENCIA1SHM””
VAIPARA 18 6
echo -e “\\033[40;36mTEMPO: “$SLEEPSHMLANG””
VAIPARA 17 6
echo -e ‘\033[40;36mTECLADO:\033[m \c’
read -n1 NOTAS
case “$NOTAS” in
[aA]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=DO ; MARKNOTAUP
$DO ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Do ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;132]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Ss]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=RE ; MARKNOTAUP
$RE ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Re ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;148]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Dd]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=MI ; MARKNOTAUP
$MI ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Mi ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;165]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Ff]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=FA ; MARKNOTAUP
$FA ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Fa ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;176]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Gg]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=SOL ; MARKNOTAUP
$SOL ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Sol ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;198]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Hh]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=LA ; MARKNOTAUP
$LA ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+La ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;220]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Jj]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=SI ; MARKNOTAUP
$SI ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Si ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;247]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Kk]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=DO1 ; MARKNOTAUP
$DO1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Do ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;264]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Ll]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=RE1 ; MARKNOTAUP
$RE1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Re ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;296]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Zz]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=MI1 ; MARKNOTAUP
$MI1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Mi ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;330]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Xx]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=FA1 ; MARKNOTAUP
$FA1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Fa ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;352]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Cc]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=SOL1 ; MARKNOTAUP
$SOL1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Sol ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;396]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Vv]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=LA1 ; MARKNOTAUP
$LA1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+La ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;440]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
[Bb]) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=SI1 ; MARKNOTAUP
$SI1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Si ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;494]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
1) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=DOS ; MARKNOTAUP
$DOS ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Do\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;143]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
2) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=RES ; MARKNOTAUP
$RES ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Re\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;157]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
3) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=FAS ; MARKNOTAUP
$FAS ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Fa\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;187]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
4) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=SOLS ; MARKNOTAUP
$SOLS ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Sol\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;209]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
5) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=LAS ; MARKNOTAUP
$LAS ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+La\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;233]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
6) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=DO1S ; MARKNOTAUP
$DOS1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Do\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;286]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
7) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=RE1S ; MARKNOTAUP
$RES1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Re\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;314]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
8) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=FA1S ; MARKNOTAUP
$FAS1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Fa\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;374]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
9) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=SOL1S ; MARKNOTAUP
$SOLS1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+Sol\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;418]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
0) [ “$CONTASHM” -lt “92” ] && {
CONTASHM=`expr $CONTASHM + 1`
MARKNOTADOWN ; MARKNOTASHM=LA1S ; MARKNOTAUP
$LAS1 ; SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}+La\# ; LEDSETI
SEQSHM=”${SEQSHM}echo -ne ‘\\033[10;466]\\a’;$LASTL;$SLEEPSHMLANG”
} ;;
####################
# TOCA A SEQUÃ?Å NCIA #
####################
[wW]) stty -echo
setleds -num ; setleds -caps
echo “$SEQSHM” > “$HOME”/tmp/shmusic.tmp
chmod +x “$HOME”/tmp/shmusic.tmp
“$HOME”/tmp/shmusic.tmp
stty echo ;;
#####################
# APAGA A SEQUÃ?Å NCIA #
#####################
[Ee]) SEQUENCIA1SHM=”” ; SEQSHM=”” ; CONTASHM=1
setleds -num ; setleds -caps
rm -f “$HOME”/tmp/shmusic.tmp
VAIPARA 19 15
echo -e ‘\033[0J’ ;;
######################
# ADICIONA UMA PAUSA #
######################
[pP]) SEQSHM=”${SEQSHM}$SLEEPSHMLANG”
SEQUENCIA1SHM=${SEQUENCIA1SHM}\- ;;
###################
# TOCA UM EXEMPLO #
###################
[Rr]) stty -echo
_EXEMPLOSSHM
stty echo ;;
###############################
# DIMINUI O TEMPO ENTRE NOTAS #
###############################
-) echo $SLEEPSHMLANG | tr “sleep .” ” ” | sed ‘s/^[ ]*//’| \
sed ‘s/;$//’ > “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp

if [ `cat “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp` -gt 1 ]; then
expr `echo $SLEEPSHMLANG | tr “sleep .” ” ” | \
sed ‘s/^[ ]*//’ | sed ‘s/;$//’` – 1 > “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp
SLEEPSHMLANG=”sleep .`cat “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp`;”
rm -f “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp
continue
fi
;;
###############################
# AUMENTA O TEMPO ENTRE NOTAS #
###############################
+) echo $SLEEPSHMLANG | tr “sleep .” ” ” | sed ‘s/^[ ]*//’| \
sed ‘s/;$//’ > “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp
if [ `cat “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp` -lt 9 ]; then
expr `echo $SLEEPSHMLANG | tr “sleep .” ” ” | \
sed ‘s/^[ ]*//’ | sed ‘s/;$//’` + 1 > “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp
SLEEPSHMLANG=”sleep .`cat “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp`;”
rm -f “$HOME”/tmp/gripeshm.tmp
continue
fi
;;
###################
# SALVA SEQUÃ?Å NCIA #
###################
[Tt]) [ ! -d “$HOME”/musicas-gripe ] && mkdir “$HOME”/musicas-gripe
[ ! -w “$HOME”/musicas-gripe ] && chmod +w “$HOME”/musicas-gripe
VAIPARA 17 6
echo -e ‘\033[40;36mNOME (“cancelar” p/ abortar):\033[m \c’
read SALVARSHM
stty -echo
if [ “$SALVARSHM” = “cancelar” -o “$SALVARSHM” = “CANCELAR” ];then
stty echo
continue
elif [ -f “$HOME”/musicas-gripe/”$SALVARSHM”.shm ];then
while true
do
VAIPARA 17 41
echo -e ‘\033[0K’
VAIPARA 17 6
echo -e ‘\033[40;36mSUBSTITUIR ARQUIVO EXISTENTE? (s/n)\033[m \c’
stty echo
read SALVARSIMOUNAO
stty -echo
case “$SALVARSIMOUNAO” in
[sS]) SALVAR_ARQUIVO
stty echo
break
;;
[Nn]) stty echo
break ;;
*) continue ;;
esac
done
else
SALVAR_ARQUIVO
stty echo
continue
fi
;;
######################
# SAI DO PIANO GRIPE #
######################
[Qq]) PARASHM=1
setleds -num ; setleds -caps
rm -f “$HOME”/tmp/shmusic.tmp
echo -e ‘\033[10;750]’
echo -e ‘\033[11;100]’
LANG=$SALVALANG
VAIPARA 55 1
stty echo
;;
*) _APARENCIAOPCOES ; continue
;;
esac
[ “$PARASHM” = “1” ] && break
done # 🙂

# Proposta de Emprego: Pablo Fernandes (fernandes_pablo@yahoo.com.br) hehehe
# http://cltfc.sites.uol.com.br
# Abraços e “Vida Longa ao Shell Script”
# Fui

PPC_T/Farkadona at the 1rst Art Biennele of Thessaloniki

sem-titulo.jpg
Claudete Pereira Jorge
Foto: Mathieu Bernard Struck

Apresentação do Canto I da Ilí­ada de Homero (na tradução completa para a lí­ngua portuguesa de Odorico Mendes, publicada em 1874), pela atriz paranaense Claudete Pereira Jorge, sob direção de Octávio Camargo, dando inicio í  participação do grupo PPC_T / Farkadona na 1ú Bienal de Tessalônica, Grécia, no dia 21 de maio de 2007. A apresentação consiste na performance dramática do Canto I da Ilí­ada, em texto integral, em forma de monólogo teatral.

A atriz Claudete Pereira Jorge tem seu trabalho artí­stico reconhecido no Brasil, tendo se destacado em produções teatrais de diretores e dramaturgos de relevância nacional, e integra a Companhia Iliadahomero de Teatro desde 2003.

A Companhia Iliadahomero de Teatro, fundada em 1999, tem por objetivo realizar a encenação completa dos 24 cantos da Iliada de Homero, em texto integral, na tradução de Odorico Mendes. Os 24 atores e atrizes que integram a companhia e sua metodologia de trabalho estão amplamente documentados nas paginas na internet da Fundação Biblioteca Nacional – Rio de Janeiro/RJ (http://www.bn.br/fbn/arquivos/doc/eventos/homero2.htm), na Biblioteca Mario de Andrade – São Paulo/SP (http://www6.prefeitura.sp.gov.br/noticias/sec/cultura/2006/08/0012) e na Biblioteca Publica do Paraná – Curitiba/PR (http://www.pr.gov.br/bpp/jornal_biblio.shtml), em jornal exclusivo sobre o projeto.

Este evento é uma extensão da participação brasileira de ativistas da cultura livre em codigo aberto no grupo PPC_T/Farkadona, em continuidade ao trabalho colaborativo realizado em 2006 por Carlos Henrique Paulino e Thiago Novaes no PPC_T Free Knowledge and Free Culture in Farkadona

507 argumentos e o exílio

Aos 22 da primavera que se abre –

“E eis que do do sol nascente

da sede do leite por mártires

enforca-se num jogo de palí­ndromos: mais nomes e nomes de heróis.

Aforismo Anônimo Descontextualizado por Anônimo
“

+

“Wanderlyne trata principalmente do tema do poder, rompendo com as concepções clássicas deste termo. Para elx, o poder não pode ser localizado em uma instituição ou no Estado, o que tornaria impossí­vel a “tomada de poder” proposta pelos marxistas . O poder não é considerado como algo que o indiví­duo cede a um soberano (concepção contratual jurí­dico-polí­tica), mas sim como uma relação de forças. Ao ser relação, o poder está em todas as partes, uma pessoa está atravessada por relações de poder, não pode ser considerada independente delas. Para Wanderlyne, o poder não somente reprime, mas também produz efeitos de verdade e saber, constituindo verdades, práticas e subjetividades.

Viquiipidyah(?)
“

E PARA OS BONS “ALUNOS”, DOS QUE GOSTAM DE ENTRELINHAS E “MESTRES”:

aforismos

�
muita atenção num mundo de hypertextos, todos relativos de contextos eternamente descontextualizados, onde num jogo ângular de espelhos, pode-se descobrir um ponto afora de istmos, onde a fuga não fala.
ââ?¬â?–

tags: materialismo dialético, microfí­sica do poder, niilismo, semiótica, psicanálise, ética da clí­nica, eixos

ââ?¬â?–

muito além das américas paira um “fantasma” chamado história, um outro deste chamado aspas

e um terceiro

chamado

seu amigo imaginário, glerm.

PS: abraços dominicais; e saudações sabáticas semióticas.

xxxfora de contexto
(merda, Godot!)
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

[eixos] semeioses – Incofidência? Descobrimento? ovo de coulomb?

Segundo

http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx

s. f.,
falta de lealdade;
abuso de confiança;
infidelidade;
acto de revelar-se segredos de outrem.

? – ponto de interrogação?

:
{
x clivagen .

s.x.,

y=ovo

}

syntax may not error;

planck, um cálculo transdisciplinar:

TESE

.ANTíTESE

if a bit was a byte
{
bit=byte
}

.SÃ?Å?NTESE

void(ovo)

sintaxe.

—————————————–
public key:
varias oficinaaaaaaaaaaaaa-a0 aaaaaaaaaaaas

“eixos” ist literatur von “axis ” und ” “

“SURFACE).(TENSIONED< ->mimoSa).(Kí¸benhavn” presents:
– eixos (snapshots … quadros)
– eixos (film … bruta-metragem )

should I be or Not to Be? – Merda!”
Rãmlet- christ of Christiania

paito
o enterro do palito de fósforo – e o retorno das faí­scas

simple as if as it was only

“chaospital”

monkey pulling monkey injured

in the way back to frighten rain

to frighten virus of the influenza-influencia

freaking that PoRRRRRRRRa

howling or sketching like an eloquent

penicillin of the injury of eloquencia:

the repetitive redundancy

banal effort

excuses to the ” ”

ponto. with point.

.

this is not pí¥, om, en, i, et verse

and your gramma-R could mold it

in the sleep of this axis

< -.->

eixo-exu

“If me, bazaar providing LiturgicarnivaL, had not taken ‘em off from the forgottememoryes to whom legends and subtitles had been voted, their center would be missing, their january beyond control, safe from fire flames, free from all fate.
Quis all. In a double stared radius, no phantom sheets to clarify my appetite for this kind of spectacle.”

Ockkqant

eixo

car
.
.
.
.
.
.

Working in network

.
.
.
eixograb.jpg
.
.
.
.
.

mimoSa are workshops to create a machine capable, even in a small scale, alter this scenario of media production and repression in Brazil. We believe that people start tho think critically about media when they start to produce their own media. And, at least in Brazil, a new system of media distribution is a way to achieve a better distribution of power, representation and visibility.

During the workshops, a group of people (participants) will work together with artists, artisand and activists to create and operate this machine.

The machine should be able to:
– record public stories throughout the mobile phone into a web server;
– record public stories throughout microphone into a database on a portable computer;
– broadcast it in FM;
– play it loud on speakers
– record movies troughout the mobile phone into a web server;
– record an Audio CD to each of the interviwed, with her/his own storie and with all the audio database
– spray on a street wall a telephone number and code and a web address where people passing by will be able to hear the stories


The plastic format of the machine really doesn’t matter. It will always have a imperfect body, because it does have living cells. It is a body without organs.

Hora Absurda

http://www.impressoesdooeste.blogspot.com/

O teu silêncio é uma nau com tôdas as velas pandas…
Brandas, as brisas brincam nas flâmulas, teu sorriso…
E o teu sorriso no teu silêncio é as escadas e as andas
Com que me finjo mais alto e ao pé de qualquer paraiso…

Meu coração é uma ânfora que cai e que se parte…
O teu silêncio recolhe-o e guarda-o, partido, a um canto…
Minha idéia de ti é um cadáver que o mar traz í  praia…, e entanto
Tu és a tela irreal em que erro em côr a minha arte…

Abre tôdas as portas e que o vento varra a idéia
Que temos de que um fumo perfuma de ócio os salões…
Minha alma é uma caverna enchida p’la maré cheia,
E a minha idéia de te sonhar uma caravana de histriões…

Chove ouro baço, mas não no lá-fora…É em mim…Sou a Hora,
E a Hora é de assombros e tôda ela escombros dela…
Na minha atenção há uma viúva pobre que nunca chora…
No meu céu interior nunca houve uma única estrela…

Hoje o céu é pesado como a idéia de nunca chegar a um pôrto…
A chuva miúda é vazia…A Hora sabe a ter sido…
Não haver qualquer coisa como leitos para as naus!…Absorto
Em se alhear de si, teu olhar é uma praga sem sentido…

Tôdas as minhas horas são feitas de jaspe negro,
Minhas ânsias tôdas talhadas num mármore que não há,
Não é alegria nem dor esta dor com que me alegro,
E a minha bondade inversa não é nem boa nem má…

Os feixes dos lictores abriram-se í  beira dos caminhos…
Os pendões das vitórias medievais nem chegaram í s cruzadas…
Puseram in-fólios úteis entre as pedras das barricadas…
E a erva cresceu nas vias férreas com viços daninhos…

Ah, como esta hora é velha!… E tôdas as naus partiram!
Na praia só um cabo morto e uns restos de vela falam
De longe, das horas do Sul, de onde os nossos sonhos tiram
Aquela angústia de sonhar mais que até para si calam…

O palácio está em ruí­nas… Dói ver no parque o abandono
Da fonte sem repuxo… Ninguém ergue o olhar da estrada
E sente saudade de si ante aquêle lugar-outono…
Esta paisagem é um manuscrito com a frase mais bela cortada…

A doida partiu todos os candelabros glabros,
Sujou de humano o lago com cartas rasgadas, muitas…
E a minha alma é aquela luz que não mais haverá nos candelabros…
E que querem ao lago aziago minhas ânsias, brisas fortuitas?…

Por que me aflijo e me enfermo?…Deitam-se nuas ao luar
Tôdas as ninfas… Veio o sol e já tinham partido…
O teu silêncio que me embala é a idéia de naufragar,
E a idéia de a tua voz soar a lira dum Apolo fingido…

Já não há caudas de pavões tôdas olhos nos jardins de outrora…
As próprias sombras estão mais tristes…Ainda
Há rastros de vestes de aias (parece) no chão, e ainda chora
Um como que eco de passos pela alamêda que eis finda…

Todos os ocasos fundiram-se na minha alma…
As relvas de todos os prados foram frescas sob meus pés frios…
Secou em teu olhar a idéia de te julgares calma,
E eu ver isso em ti é um pôrto sem navios…

Ergueram-se a um tempo todos os remos…pelo ouro das searas
Passou uma saudade de não serem o mar…Em frente
Ao meu trono de alheamento há gestos com pedras raras…
Minha alma é uma lâmpada que se apagou e ainda está quente…

Ah, e o teu silêncio é um perfil de pí­ncaro ao sol!
Tôdas as princesas sentiram o seio oprimido…
Da última janela do castelo só um girassol
Se vê, e o sonhar que há outros põe brumas no nosso sentido…

Sermos, e não sermos mais!… Â leões nascidos na jaula!…
Repique de sinos para além, no Outro Vale… Perto?…
Arde o colégio e uma criança ficou fechada na aula…
Por que não há de ser o Norte e Sul?… O que está descoberto?…

E eu deliro… De repente pauso no que penso…Fito-te…
E o teu silêncio é uma cegueira minha…Fito-te e sonho…
Há coisas rubras e cobras no modo como medito-te,
E a tua idéia sabe í  lembrança de um sabor de medonho…

Para que não ter por ti desprêzo? Por que não perdê-lo?…
Ah, deixa que eu te ignore…O teu silêncio é um leque —
Um leque fechado, um leque que aberto seria tão belo, tão belo,
Mas mais belo é não o abrir, para que a Hora não peque…

Gelaram tôdas as mãos cruzadas sôbre todos os peitos….
Murcharam mais flôres do que as que havia no jardim…
O meu amar-te é uma catedral de silêncio eleitos,
E os meus sonhos uma escada sem princí­pio mas com fim…

Alguém vai entrar pela porta…Sente-se o ar sorrir…
Tecedeiras viúvas gozam as mortalhas de virgens que tecem…
Ah, o teu tédio é uma estátua de uma mulher que há de vir,
O perfume que os crisântemos teriam, se o tivessem…

É preciso destruir o propósito de tôdas as pontes,
Vestir de alheamento as paisagens de tôdas as terras,
Endireitar í  fôrça a curva dos horizontes,
E gemer por ter de viver, como um ruí­do brusco de serras…

Há tão pouca gente que ame as paisagens que não existem!…
Saber que continuará a haver o mesmo mundo amanhã — como nos desalegra!…
Que o meu ouvir o teu silêncio não seja nuvens que atristem
O teu sorriso, anjo exilado, e o teu tédio, auréola negra…

Suave, como ter mãe e irmãs, a tarde rica desce…
Não chove já, e o vasto céu é um grande sorriso imperfeito…
A minha consciência de ter consciência de ti é uma prece,
E o meu saber-te a sorrir é uma flor murcha a meu peito…

Ah, se fôssemos duas figuras num longí­nquo vitral!…
Ah, se fôssemos as duas côres de uma bandeira de glória!…
Estátua acéfala posta a um canto, poeirenta pia batismal,
Pendão de vencidos tendo escrito ao centro êste lema — Vitória!

O que é que me tortura?… Se até a tua face calma
Só me enche de tédios e de ópios de ócios medonhos…
Não sei…Eu sou um doido que estranha a sua própria alma…
Eu fui amado em efí­gie num paí­s para além dos sonhos…

4-7-1913

Fernando Pessoa

Imagens de um ConSerto

orquestra-organismo
Orquestra Organismo
octavio_piano
Fortepiano
carne-ceu
En.carne.ceu
matagal
Jangal
alavancas
A alavancagem
janela-piano
Recortes
fagotes
O som dos fagotes
lucio-janela
Esquadro
pinneaple-ants
Entropia
astros-celestes
Gravitação Universal
passeio
A caminho
janelas
Lá fora
ch-pc
A Pulsão segundo C.H.
cartplan
Lascaux
formigapuxador
Divisão Racional do Trabalho
radio-pulso
Rádio Pulso Maestro

milho-cor-mais
Maí¯s ++
paralaxe
DDD
tanques-gasosa
Abiogênese
ceu-arame
Espinhos
cachorra
Convalescência
mathieu
Zeno
contrabaixo
Contrebasse
cemiterio-elefantes
Cemitério de Elefantes
vasos-patio
Pátio dos milagres
luzes-externas
Holos
piano-sobreposicao
Entranhas
piano-cordas-alterada
Cordas
tanques
Escadas
pinha-invertida
Pií±a colada
floresta
O Continente
vibrafone
Vibes
bife-tartaro
Tocando o Bife [Tártaro]

biostructure
Blossfeldt
two-guitas
Dí¶ppelganger
antenas
Antenas
portao-cemiterio
Barreiras
candles
O Tempo e o Vento
piano-rugosidade
Tripas
simetria_pinus
C-Bomb
ants-pd
Patch de formigas

janela-azul-micro
Ao ambientetessitura
Tessitura
boi-pdBoi-do-patch-preto
penduradores
Accrochoir
mesaSistema entérico
calcada-mateus
Volta do Pudim
onkaEncontro com Kurz
bosque
Entracte
color-board
Board of Trust
egg-dodo
Ovo de Dodô
bombardino
O Bombardino
sDSC00283
Au revoir, les enfants

homo-celeparus
O último que sair, apague a luz

———————————————————————————-
GNU_logo_small All photos by Mathieu Struck. Licensed under the
GNU-GPL.

a meia do djahdjah como polarizador


a rádio não tá rolando aqui mais
eu: to aqui com o cache de um pdf com o que eu pedi sobre a cedula de 50 no google
e entao
Como não poderia deixar de ser, a saudade aperta. E os poetas são homens. – – – – – –

e sobre a confusão desta cidade, onde a voz e buzina se confundem, lança teu claro raio
22:53 ordenador.
(to pensando na tua aparicao aqui)
Conserva em mim ao menos a metade
do que fui de nascença e a vida esgarça:
vanessa 22:54 não quero ser um móvel num imóvel,
quero firme e discreto o meu amor,
meu gesto seja sempre natural,
mesmo brusco ou pesado, e só me punja

a saudade da pátria imaginária.
22:55 Essa mesma, não muito. Balançando entre o real e o irreal, quero viver como é tua essência e nos segredas, capaz de dedicar-me em corpo e alma,
22:56 Por vezes, emudeces. Não te sinto um solo humano em seu despojamento quanto mais te penetra a realidade desprendido de imagens que se rompem a um capricho dos deuses, tu regressas ao que, fora do tempo, é tempo infindo, no secreto semblante da verdade não me fujas no Rio de Janeiro, mas abre um portulano ante meus olhos que a teu profundo mar conduza, [..],
perdi a pagina
agora o fim da cedula
22:57 quanto mais te penetra a realidade

23:00 eu: ha
Vanessa: vamo postar no blog 😉
23:01 eu: vamos
tam imagem pra isso?
podia ser sem tb
mas tem?
23:02 Vanessa: não quero ser um móvel num imóvel
perfeito!!
acho que aquela imagem que vc tava mexendo no último dia antes de eu vir embora
eu: qual era?
23:03 Vanessa: da luz do retroprojetor na cozinha
eu: tinha vc e lucio
e tinha a sombra da claudete
Vanessa: e sobre a confusão desta cidade, onde a voz e buzina se confundem, lança teu claro raio
ordenador.
eu: ordenador na espanha é……
computador
Vanessa: isso
23:04 eu: e tem o rio, que é um polarizador por si
como a meia do djahdjah
23:05 Vanessa: hahahahaha
aí­ que saudade de vcs
eu: varias guria

23:42 eu: talvez um log disso.
meu mentolado acabou.
23:43 Vanessa: um log também ia ser bacana
eu: vamosla
23:44 joguei as lampadas coloridas ali por fora
aprendi a manha de trocar os globos
vou la colocar a ultima
aguarda o organismo
Vanessa: que cor é esta última?
eu: é a primeira verde.
lembra?
Vanessa: lembro
23:45 eu: entao acho que a foto vai ser essa.

29 de março curidor e salvatiba

Salvador e Curitiba fazem aniversário no mesmo dia: 29 de março.

Salvador: 458 anos
Curitiba: 314 anos

ceia.png

enquanto isso em descentro:

gregorio1.png

Projetos Descentro 2007

* selo musical
* a obra da casa case
* cibersalao.br
* ciclo industrial facilitado por processo artesanal (ex – máquina de fazer vinil, usb storage artesanal, etc)
* maquina de fazer moedas (o filme)
* pub
* cadernos submidiaticos
* softwares de recombinacao ritual (ex. navalha)
* sistema de secretarixs atomaticxs
* imaginary futures
* projeto continuo de residencias e intercambios
* acao de traducao colaborativa
* pesquisa sobre formas alternativas de remuneracao e o yscambau!
* laboratorios des).(centralizados
* bricolab
* projeto de documentacao continua de todo o processo e contexto
* projeto croacia-polonia
* projeto medelin
* projeto cordoba
* fundo perdido de pesquisa do MCT
* projeto do pequenií±o laptop
* oficine dellarte
* submidialogia3
* infornalha

pulso.png

orquestra de assobios jam via radio web

http://estudiolivre.org:8000/orquestraorganismo

Estatuto
Analí­tica da Faculdade de Juí­zo Estético – – Kant

Primeiro momento do juí­zo de gosto, segundo a qualidade
1 – O juí­zo de gosto é estético

Segundo momento do juí­zo de gosto, segundo a quantidade
2 – O belo é o que é representado sem conceitos como objeto de uma complacência universal

Terceiro momento do juí­zo de gosto, segundo a relação
3 – Beleza é a forma da conformidade a fins de um objeto, na medida em que ela é percebida nele sem representação de um fim,

Quarto momento do juí­zo de gosto, segundo a modalidade
4 – Belo é o que é conhecido sem conceito como objeto de uma complacência necessária

simulacros e a lenda do homem que veio de bicicleta até salvador

oies.jpg

estamos aqui em Salvador, conversando bastante entre sombras, luzes e variáveis diversas buscando refluxos de entendimentos nessas buscas ao redor. Documentando para(?em?entre?após?outrapreposiçao?) um mundo que desesperadamente quer ver-se através de imagens, mas fazendo isto sobretudo por uma extensão das vizinhanças e tentando transpirar tentativas. (a pé, motorizado ou de bicicleta – caia na estrada e perigas ver )

busao.jpg

um dos videos que estamos fazendo é uma entrevista com nóis mesmos. contando o porque decidimos NÃO filmar (mesmo com a camera na mochila em mãos) um inspirador flautista que tocava no ônibus até aqui. pajé citou walter benjamin (conhecido por aqui como waltão bijuca) ao dizer que – “a fotografia rouba almas”. ainda temos nossos testemunhos. foi real.

e enquanto isso no outro lado:

janela.jpg

kruno.jpg

varanda.jpg

“Now, in order to answer the question, ‘Where do we go from here?’, we must first honestly recognize where we are now” (Martin Luther King Jr., 1967)

black_gestapo

Não é racismo se insurgir contra branco, diz ministra
Denize Bacoccina, de Brasí­lia

A ministra Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Polí­tica da Promoção da Igualdade Racial (Seppir), diz que considera natural a discriminação dos negros contra os brancos.

Em entrevista í  BBC Brasil para lembrar os 200 anos da proibição do comércio de escravos pelo Império Britânico, tido como o ponto de partida para o fim da escravidão em todo o mundo, ela disse que “não é racismo quando um negro se insurge contra um branco”.

black_panther_coloring-book

“A reação de um negro de não querer conviver com um branco, eu acho uma reação natural. Quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou”, afirmou.

Ribeiro disse que ainda vai demorar até que as polí­ticas públicas implantadas nos últimos anos comecem a dar resultados concretos e diminuam a diferença econômica e social entre as populações branca e negra do paí­s.

“Ainda temos muito o que fazer”, afirma, enumerando ações que já começaram, como na área de educação e saúde.

Ela diz que, embora a abolição da escravatura tenha chegado atrasada ao Brasil, hoje o paí­s tem uma das legislações mais avançadas do mundo em relação a direitos iguais, mas ainda falta uma mudança de postura da sociedade.

BBC Brasil – De acordo com as estatí­sticas, a proporção de negros abaixo da linha da pobreza na população brasileira é de 50%, enquanto entre os brancos é de 25%. Quando isso vai começar a mudar?

Matilde Ribeiro – As ações neste momento ainda são na ordem da estruturação das polí­ticas. Por exemplo, no Ministério da Saúde estamos incluindo o quesito cor nos formulários. Precisamos ter referência do que adoece e morre a população brasileira, para poder ter programas especí­ficos.

BBC Brasil – A secretaria já tem quatro anos, o que se pode perceber de resultado prático neste perí­odo?

Matilde Ribeiro – Na educação, uma lei de 2003 obriga o ensino da história e cultura afro-brasileiras para as crianças, desde o iní­cio. O processo de implementação está em curso. É muito difí­cil ter números, resultados concretos. Mas já tem alguns resultados. Por exemplo, o (programa) Prouni, de bolsas de estudos para alunos carentes de escolas, já concedeu em menos de três anos mais de 200 mil bolsas no Brasil, dos quais 63 mil negros e 3 mil indí­genas.


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BBC Brasil – E em quanto tempo a senhora acha que poderemos ter uma situação de igualdade, onde as pessoas sejam julgadas pelo mérito, independentemente da raça?

Matilde Ribeiro – O Brasil tem 507 anos. Há quase 120 anos, em 1888, foi assinado um decreto como este que o presidente assinou dizendo que não havia mais escravidão no Brasil. Só que não houve uma seqüência. Hoje, o fato de os negros e os indí­genas serem os mais pobres entre os pobres é resultado de um descaso histórico. Então fica muito difí­cil hoje afirmar quanto tempo.

BBC Brasil – Como o Brasil se coloca no contexto internacional? O Brasil gosta de pensar que não tem discriminação e gosta de se citar como exemplo de integração. É assim que a senhora vê a situação?

Matilde Ribeiro – É o seguinte: chegaram os europeus numa terra de í­ndios, aí­ chegaram os africanos que não escolheram estar aqui, foram capturados e chegaram aqui como coisa. Os indí­genas e os negros não eram os donos das armas, não eram os donos das leis, não eram os donos dos bens de consumo. A forma que eles encontraram para sobreviver não foi pelo conflito explí­cito. No Brasil, o racismo não se dá por lei, como foi na ífrica do Sul. Isso nos levou a uma mistura. Aparentemente todos podem usufruir de tudo, mas na prática há lugares onde os negros não vão. Há um debate se aqui a questão é racial ou social. Eu diria que é as duas coisas.

BBC Brasil – E no Brasil tem racismo também de negro contra branco, como nos Estados Unidos?

Matilde Ribeiro – Eu acho natural que tenha. Mas não é na mesma dimensão que nos Estados Unidos. Não é racismo quando um negro se insurge contra um branco. Racismo é quando uma maioria econômica, polí­tica ou numérica coí­be ou veta direitos de outros. A reação de um negro de não querer conviver com um branco, ou não gostar de um branco, eu acho uma reação natural, embora eu não esteja incitando isso. Não acho que seja uma coisa boa. Mas é natural que aconteça, porque quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou.

BBC Brasil – Neste mês, a Grã-Bretanha comemora os 200 anos da proibição do comércio de escravos, coisa que no Brasil só aconteceu muito tempo depois. O Brasil ainda continua atrasado nesta área?

Matilde Ribeiro – Não, nós temos acompanhado os fóruns internacionais. O Brasil é um dos paí­ses mais progressistas neste aspecto de legislação e de ação efetiva. A legislação no Brasil é extremamente avançada. Não é pela via legal que o racismo acontece. O que falta é mudança de postura das pessoas. Não adianta só o governo fazer. Muito já foi feito, mas como você disse no iní­cio: alterou os í­ndices? Ainda não, portanto temos muito a fazer.

martin_luther_king

ruido/mm/interluxartelivre/conserto

ruidointerlux

treinamento: s. m.,
acto ou efeito de treinar.

treinar:

do Fr. traí®ner

v. tr.,
exercitar para competições desportivas;
acostumar a ave de altanaria í  treina;
fig.,
adestrar;
acostumar;
v. refl.,
exercitar-se;
fazer exercí­cio fí­sico;
praticar determinado exercí­cio para se tornar ágil.

Conjugação do verbo
treinar

Presente do Indicativo
Pretérito Perfeito do
Indicativo
Pretérito Imperfeito do
Indicativo

treino

treinas

treina

treinamos

treinais

treinam



treinei

treinaste

treinou

treinámos

treinastes

treinaram


treinava

treinavas

treinava

treinávamos

treináveis

treinavam


Pretérito
Mais-que-Perfeito do Indicativo
Futuro do Indicativo

Condicional

treinara

treinaras

treinara

treináramos

treináreis

treinaram


treinarei

treinarás

treinará

treinaremos

treinareis

treinarão



treinaria

treinarias

treinaria

treinarí­amos

treinarí­eis

treinariam

Presente do Conjuntivo
Imperfeito do Conjuntivo

Futuro do Conjuntivo

treine

treines

treine

treinemos

treineis

treinem


treinasse

treinasses

treinasse

treinássemos

treinásseis

treinassem



treinar

treinares

treinar

treinarmos

treinardes

treinarem

Infinitivo pessoal
Imperativo

Gerúndio

treinar

treinares

treinar

treinarmos

treinardes

treinarem


treina

treine

treinemos

treinai

treinem



treinando


Particí­pio Passado
 

 

treinado


 
 

Inutensílio

foto por elefante

Inutensí­lio – Paulo Leminski

A ditadura da utilidade
A burguesia criou um universo onde todo gesto tem que ser útil. Tudo tem que ter um para quê, desde que os mercadores, com a Revolução Mercantil, Francesa e Industrial, substituí­ram no poder aquela nobreza cultivadora de inúteis heráldicas, pompas não rentábeis e ostentosas cerimônias intransitivas. Parecia coisa de í­ndio. Ou de negro. O pragmatismo de empresários, vendedores e compradores, mete preço em cima de tudo. Porque tudo tem que dar lucro. Há trezentos anos, pelo menos, a ditadura da utilidade é unha e carne com o lucrocentrismo de toda essa nossa civilização. E o princí­pio da utilidade corrompe todos os setores da vida, nos fazendo crer que a própria vida tem que dar lucro. Vida é o dom dos deuses, para ser saboreada intensamente até que a Bomba de Nêutrons ou o vazamento da usina nuclear nos separe deste pedaço de carne pulsante, único bem de que temos certeza.

Além da utilidade
O amor. A amizade. O conví­vio. O júbilo do gol. A festa. A embriaguez. A poesia. A rebeldia. Os estados de graça. A possessão diabólica. A plenitude da carne. O orgasmo. Estas coisas não precisam de justificação nem de justificativas.
Todos sabemos que elas são a própria finalidade da vida. As únicas coisas grandes e boas, que pode nos dar esta passagem pela crosta deste terceiro planeta depois do Sol (alguém conhece coisa além- Cartas í  redação). Fazemos as coisas úteis para ter acesso a estes dons absolutos e finais. A luta do trabalhador por melhores condições de vida é, no fundo, luta pelo acesso a estes bens, brilhando além dos horizontes estreitos do útil, do prático e do lucro.
Coisas inúteis (ou “in-úteis”) são a própria finalidade da vida.
Vivemos num mundo contra a vida. A verdadeira vida. Que é feita de júbilo, liberdade e fulgor animal.
Cem mil anos-luz além da utilidade, que a mí­stica imigrante do trabalho cultiva em nós, flores perversas no jardim do diabo, nome que damos a todas as forças que nos afastam da nossa felicidade, enquanto eu ou enquanto tribo.
A poesia é u principio do prazer no uso da linguagem. E os poderes deste mundo não suportam o prazer. A sociedade industrial, centrada no trabalho servo-mecânico, dos USA í  URSS, compra, por salário, o potencial erótico das pessoas em troca de performances produtivas, numericamente calculáveis.
A função da poesia é a função do prazer na vida humana.
Quem quer que a poesia sirva para alguma coisa não ama a poesia. Ama outra coisa. Afinal, a arte só tem alcance prático em suas manifestações inferiores, na diluição da informação original. Os que exigem conteúdos querem que a poesia produza um lucro ideológico.
O lucro da poesia, quando verdadeira, é o surgimento de novos objetos no mundo. Objetos que signifiquem a capacidade da gente de produzir mundos novos. Uma capacidade in-útil. Além da utilidade.
Existe uma polí­tica na poesia que não se confunde com a polí­tica que vai na cabeça dos polí­ticos. Uma polí­tica mais complexa, mais rarefeita, uma luz polí­tica ultra-violeta ou infra-vermelha. Uma polí­tica profunda, que é crí­tica da própria polí­tica, enquanto modo limitado de ver a vida.

O indispensável in-útil
As pessoas sem imaginação estão sempre querendo que a arte sirva para alguma coisa. Servir. Prestar. O serviço militar. Dar lucro. Não enxergam que a arte (a poesia é arte) é a única chance que o homem tem de vivenciar a experiência de um mundo da liberdade, além da necessidade. As utopias, afinal de contas, são, sobretudo, obras de arte. E obras de arte são rebeldias.
A rebeldia é um bem absoluto. Sua manifestação na linguagem chamamos poesia, inestimável inutensí­lio.
As várias prosas do cotidiano e do(s) sistema(s) tentam domar a megera.
Mas ela sempre volta a incomodar.
Com o radical incômodo de urna coisa in-útil num mundo onde tudo tem que dar um lucro e ter um por quê.
Pra que por quê?

In ANSEIOS CRIPTICOS, Ed. Criar, Curitiba, PR, 1986, p. 58-60.

NOTA: Este ensaio foi acrescido ao final do ensaio ARTE IN-ÚTIL, ARTE LIVRE? e publicado com pequenas modificações sob o tí­tulo A ARTE E OUTROS INUTENSíLIOS no jornal Folha de S. Paulo, caderno Ilustrada, p. 92, 18/10/1986, e apresentado como primeira aula do curso POESIA 5 LIÇÃ?â?¢ES ministrado por Leminski na Fundação Armando ílvares Penteado, em São Paulo em 20/10/1986.

http://paginas.terra.com.br/arte/PopBox/kamiquase/nindex.htm

Vai ter música ? IV Fórum Brasileiro sobre as Agências Reguladoras

Debatendo o marco legal das agências reguladoras e a regulação econômica no Brasil

“Ergo sum, aliás, Ego sum Renatus Cartesius, cá perdido, aquí­ presente, neste labirinto de enganos deleitáveis – vejo o mar, vejo a baí­a e vejo as naus. Vejo mais. Já lá vão anos III me destaquei de Europa e a gente civil, lá morituro. Isso de “barbarus – non intellegor ulli” – dos exercí­cios de exilio de Ovidio é comigo. Do parque do prí­ncipe, a lentes de luneta, contemplo a considerar o cais, o mar, as nuvens, OS ENIGMAS e OS PRODíGIOS de BRASILIA. “

P. Leminski Catatau – pg1

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Hino a Brasí­lia
Versão oficial

Letra: Geir Campos
Música: Neusa Pinho França Almeida

Todo o Brasil vibrou
e nova luz brilhou
quando Brasí­lia fez maior a sua glória
com esperança e fé
era o gigante em pé,
vendo raiar outra alvorada
em sua História

Com Brasí­lia no coração
epopéia a surgir do chão
o candango sorri feliz
sí­mbolo da força de um paí­s!

Capital de um Brasil audaz
bom na luta e melhor na paz
salve o povo que assim te quis
sí­mbolo da força de um paí­s!

Brasí­lia, Capital da Esperança
(Hino mais popular e mais interpretado)

Letra: Capitão Furtado
Música: Simão Neto

Em meio í  terra virgem desbravada
na mais esplendorosa alvorada
feliz como um sorriso de criança
um sonho transformou-se em realidade
surgiu a mais fantástica cidade
“Brasí­lia, capital da esperança”

Desperta o gigante brasileiro
desperta e proclama ao mundo inteiro
num brado de orgulho e confiança:
nasceu a linda Brasí­lia
a “capital da esperança”

A fibra dos heróicos bandeirantes
persiste nos humildes e gigantes
que provam com ardor sua punjança,
nesta obra de arrojo que é Brasí­lia.
Nós temos a oitava maravilha
“Brasí­lia, capital da esperança.”

no secreto semblante da verdade

Desprendido de imagens que se rompem a um capricho dos deuses,

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te regressas ao que, fora do tempo,

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é tempo infinito

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no secreto semblante da verdade.

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Poema de Carlos Drummond de Andrade, na cédula de 50 cruzados novos.

POUND CONFOUND VIBRAFONE – MODALISMO/SERIALISMO

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Paulo Bearzoti Filho lendo o Canto I do “The Cantos” de Ezra Pound. In ConSerto, 24/03/2007, í s 23 horas.

confound fiction and fact

confound fiction and fact

Canto I

And then went down to the ship,
Set keel to breakers, forth on the godly sea, and
We set up mast and sail on tha swart ship,
Bore sheep aboard her, and our bodies also
Heavy with weeping, so winds from sternward
Bore us out onward with bellying canvas,
Circe’s this craft, the trim-coifed goddess.
Then sat we amidships, wind jamming the tiller,
Thus with stretched sail, we went over sea till day’s end.
Sun to his slumber, shadows o’er all the ocean,
Came we then to the bounds of deepest water,
To the Kimmerian lands, and peopled cities
Covered with close-webbed mist, unpierced ever
With glitter of sun-rays
Nor with stars stretched, nor looking back from heaven
Swartest night stretched over wretched men there.
The ocean flowing backward, came we then to the place
Aforesaid by Circe.
Here did they rites, Perimedes and Eurylochus,
And drawing sword from my hip
I dug the ell-square pitkin;
Poured we libations unto each the dead,
First mead and then sweet wine, water mixed with white flour.
Then prayed I many a prayer to the sickly death’s-head;
As set in Ithaca, sterile bulls of the best
For sacrifice, heaping the pyre with goods,
A sheep to Tiresias only, black and a bell-sheep.
Dark blood flowed in the fosse,
Souls out of Erebus, cadaverous dead, of brides
Of youths and at the old who had borne much;
Souls stained with recent tears, girls tender,
Men many, mauled with bronze lance heads,
Battle spoil, bearing yet dreory arms,
These many crowded about me; with shouting,
Pallor upon me, cried to my men for more beasts;
Slaughtered the heards, sheep slain of bronze;
Poured ointment, cried to the gods,
To Pluto the strong, and praised Proserpine;
Unsheathed the narrow sword,
I sat to keep off the impetuous impotent dead,
Till I should hear Tiresias.
But first Elpenor came, our friend Elpenor,
Unburied, cast on the wide earth,
Limbs that we left in the house of Circe,
Unwept, unwrapped in sepulchre, since toils urged other.
Pitiful spirit.And I cried in hurried speech:
“Elpenor, how art thou come to this dark coast?
Cam’st thou afoot, outstripping seamen?”

And he in heavy speech:
“Ill fate and abundant wine. I slept in Circe’s ingle.
Going down the long ladder unguarded,
I fell against the buttress,
Shattered the nape-nerve, the soul sought Avernus.
But thou, O King, I bid remember me, unwept, unburied,
Heap up mine arms, be tomb by sea-bord, and inscribed:
A man of no fortune, and with a name to come.
And set my oar up, that I swung mid fellows.”

And Anticlea came, whom I beat off, and then Tiresias Theban,
Holding his golden wand, knew me, and spoke first:
“A second time? why? man of ill star,
Facing the sunless dead and this joyless region?
Stand from the fosse, leave me my bloody bever
For soothsay.”
And I stepped back,
And he stong with the blood, said then: “Odysseus
Shalt return through spiteful Neptune, over dark seas,
Lose all companions.” And then Anticlea came.
Lie quiet Divus. I mean, that is Andreas Divus,
In officina Wecheli, 1538, out of Homer.
And he sailed, by Sirens and thence outward and away
And unto Circe.
Venerandam,
In the Creatan’s phrase, with the golden crown, Aphrodite,
Cypri munimenta sortita est, mirthful, orichalchi, with golden
Girdles and breast bands, thou with dark eyelids
Bearing the golden bough of Argicida. So that:

Ezra Pound

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Confucio

ENVOI (1919)

Vai, livro natimudo,
E diz a ela
Que um dia me cantou essa canção de Lawes:
Houvesse em nós
Mais canção, menos temas,
Então se acabariam minhas penas,
Meus defeitos sanados em poemas
Para fazê-la eterna em minha voz

Diz a ela que espalha
Tais tesouros no ar,
Sem querer nada mais além de dar
Vida ao momento,
Que eu lhes ordenaria: vivam,
Quais rosas, no âmbar mágico, a compor,
Rubribordadas de ouro, só
Uma substância e cor
Desafiando o tempo.

Diz a ela que vai
Com a canção nos lábios
Mas não canta a canção e ignora
Quem a fez, que talvez uma outra boca
Tão bela quanto a dela
Em novas eras há de ter aos pés
Os que a adoram agora,
Quando os nossos dois pós
Com o de Waller se deponham, mudos,
No olvido que refina a todos nós,
Até que a mutação apague tudo
Salvo a Beleza, a sós.

(tradução de Augusto de Campos)

SAUDAÇÃO

Oh geração dos afetados consumados
e consumadamente deslocados,
Tenho visto pescadores em piqueniques ao sol,
Tenho-os visto, com suas famí­lias mal-amanhadas,
Tenho visto seus sorrisos transbordantes de dentes
e escutado seus risos desengraçados.
E eu sou mais feliz que vós,
E eles eram mais felizes do que eu;
E os peixes nadam no lago
e não possuem nem o que vestir.

(tradução de Mário Faustino)

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zhamevul beace

Canto xvi, Pound contra Trotzky:

Y lá dinha uma bolcheviki, y eles dirarum zaro dele:
Veja zó o que o zeu Trotzk veiz, ele veiz
a baz geia de bergôí±a!!
“Ele veiz a baz geia de bergôí±a, ã?
“Ele veiz a baz geia de fergôí±a?
“Um Brest-Litovsk, dá? Bocês no escuuta?
“Ele benzeu a guera.
“As dropa estón lifre do vront ozidentall, dá?
“Y entón eles veio pru vront orientall,
“Quandos dinha lá?
“E os que dinha lá estavum tón geio de rhevoluçón
“Quando os vranzeses endrarum, dá?
“Eles disserum, quê?” Y o cara dize:
“Bocês no escuuta? Eu digo, nos demos um rheffoluçón.”

(tradução de Rodolfo Brandão de Proença Jaruga)

Dey vus a bolcheviki dere, und dey dease him:
Looka vat youah Trotzk is done, e iss
madeh deh zhamefull beace!!
“He iss madeh deh zhamefull beace, iss he?
“He is madeh de zhamevul beace?
“A Brest-Litovsk, yess? Aint yuh herd?
“He vinneh de vore.
“De droobs is released vrom de eastern vront, yess?
“Un venn dey getts to deh vertern vront, iss it
“How many getts dere?
“And dose doat getts dere iss so full off revolutions
“Venn deh vrench is com dhru, yess,
“Dey Say, “Vot?” Un de posch say:
“Aint yeh heard? Say, ve got a rheffolution.”

(Ezra Pound)

( fonte do player retirado de http://www.artesonoro.org/ )

tá falando em prótese na casa de binguela?

imagens: Haroldo Viegas – Cuiabá MT

haroldo.jpg

eu: fala haroldo!
17:50 câmbio
17:52 estamos por aqui o computador vai fica aberto direto
de um oi
17:53 instala o vlc ai pra voce ouvir a gente
tem um link de radio na pagina de conSerto

18:04 eu: alo
ta me vendo aqui?
18:05 caiu meu telefone
ta me enxergando?
18:06 haroldo: não
eu: blz
já estamos no chat
vc tá em casa
?
ou numa lan house
diz ae
caiu a ligação
meu celular tá uma bósta
18:07 haroldo: tô em casa
eu: masssa
você pode ligar na radio que a gente tá transmitindo
vc tem alto falantes ligados no computador?
pra ouvir audio?
ou fone de ouvido?
haroldo: como? tenho
eu: então faz o seguinte
18:08 instala o vlc no teu computador
vou te dizendo como se faz isso
passo a passo
mas antes
diga como tão as coisas
tô com saudades
este chat é legal
é um meio da gente trocar uma ideia com mais frequência
haroldo: as coisas vão indo

18:20 melhor seria tomar uns chopps com vc
eu: com certeza
vai rolar em breve
18:21 haroldo: assim espero

18:32 dá um toque pro andre
vamos logar ele também
e por dentro da máquina
pra ficar de saci na garrafinha
18:33 e conversar com nois
18:34 haroldo: o bicho não tem computador em casa nem telefone fixo
é capaz dele estar certo…
eu: não duvido
mas os filhos dele tem
hehehe
18:35 vamo começar com as crianças primeiro
depois puxamos ele
pra dentro da máquina
na tentativa de salvar os guris
e capaz de dar certo
haroldo: é vero
18:36 o download não acabou ainda: o tal nem tá se mexendo
eu: então faz o seguinte
talvez teu processador não esteja dando conta
das duas operações
fecha tudo
18:37 volta proo link do vlc
e espera baixar
fecha o mozila
etc e tal
haroldo: tá bão

se isto não der certo
degavarinho a gente vai descobrindo as maneiras
outra coisa
neste tipo de chat
18:38 bate papo
fica mais facil
parece mais “humano”
quando vc vai escrevendo
e batendo enter
de frase em frase
parece mais uma conversa
de verdade
porque não perde o fluxo
de estar junto
uma técnica de comunicação
na rede
haroldo: então me dá um cigarro aí­
eu: vc tem telefone?
18:39 hehe
blz
vamos dar um tempo
vou dar uma volta no bosque do papa
e comer um sanduba
e volto daqui uma hora
vou tomar uma cerveja tb
haroldo: inté

haroldo2web1.jpg

afinação – temperamento – 440 ou 442?

Afinação do piano em conSerto por Mauro Carmo da Silva

os videos estão disponiveis na página de conSerto:

fotos por (Simone Bittencourt)

http://conserto.ath.cx/videos/o_afinador/

mauro1web.jpg

viu, não deu certo por isso
uma corda aqui eu não mexi
quer ver como você vai sentir a diferença?
agora bata lá outra vez
pode bate ó
essa deu certo
a outra tava baixa
aqui você sente a onda
a outra tava baixa
essa deu
e ela tava assim
por isso que não ia dar essa aqui. ó, bata mais uma vez
agora tem que erguer isso aqui ó
essa diferença aqui ó, quer ver?
vamos ter que mexer inteira
tudinho
agora vai parar
440 ó

chaves.jpg

The “Just Scale” (sometimes referred to as “harmonic tuning” or “Helmholtz’s scale”) occurs naturally as a result of the overtone series for simple systems such as vibrating strings or air columns. All the notes in the scale are related by rational numbers. Unfortunately, with Just tuning, the tuning depends on the scale you are using – the tuning for C Major is not the same as for D Major, for example. Just tuning is often used by ensembles (such as for choral or orchestra works) as the players match pitch with each other “by ear.”

The “Just Scale” (sometimes referred to as “harmonic tuning” or “Helmholtz’s scale”) occurs naturally as a result of the overtone series for simple systems such as vibrating strings or air columns. All the notes in the scale are related by rational numbers. Unfortunately, with Just tuning, the tuning depends on the scale you are using – the tuning for C Major is not the same as for D Major, for example. Just tuning is often used by ensembles (such as for choral or orchestra works) as the players match pitch with each other “by ear.”

The “equal tempered scale” was developed for keyboard instruments, such as the piano, so that they could be played equally well (or badly) in any key. It is a compromise tuning scheme. The equal tempered system uses a constant frequency multiple between the notes of the chromatic scale. Hence, playing in any key sounds equally good (or bad, depending on your point of view).

There are other temperaments which have been put forth over the years, such as the Pythagorean scale, the Mean-tone scale, and the Werckmeister scale. For more information on these you might consult “The Physics of Sound,” by R. E. Berg and D. G. Stork (Prentice Hall, NJ, 1995).

The table below shows the frequency ratios for notes tuned in the Just and Equal temperament scales. For the equal temperament scale, the frequency of each note in the chromatic scale is related to the frequency of the notes next to it by a factor of the twelfth root of 2 (1.0594630944….). For the Just scale, the notes are related to the fundamental by rational numbers and the semitones are not equally spaced. The most pleasing sounds to the ear are usually combinations of notes related by ratios of small integers, such as the fifth (3/2) or third (5/4). The Just scale is constructed based on the octave and an attempt to have as many of these “nice” intervals as possible. In contrast, one can create scales in other ways, such as a scale based on the fifth only.

Interval Ratio to Fundamental
Just Scale Ratio to Fundamental
Equal Temperament
Unison 1.0000 1.0000
Minor Second 25/24 = 1.0417 1.05946
Major Second 9/8 = 1.1250 1.12246
Minor Third 6/5 = 1.2000 1.18921
Major Third 5/4 = 1.2500 1.25992
Fourth 4/3 = 1.3333 1.33483
Diminished Fifth 45/32 = 1.4063 1.41421
Fifth 3/2 = 1.5000 1.49831
Minor Sixth 8/5 = 1.6000 1.58740
Major Sixth 5/3 = 1.6667 1.68179
Minor Seventh 9/5 = 1.8000 1.78180
Major Seventh 15/8 = 1.8750 1.88775
Octave 2.0000 2.0000

You will note that the most “pleasing” musical intervals above are those which have a frequency ratio of relatively small integers. Some authors have slightly different ratios for some of these intervals, and the Just scale actually defines more notes than we usually use. For example, the “augmented fourth” and “diminished fifth,” which are assumed to be the same in the table, are actually not the same.

The set of 12 notes above (plus all notes related by octaves) form the chromatic scale. The Pentatonic (5-note) scales are formed using a subset of five of these notes. The common western scales include seven of these notes, and Chords are formed using combinations of these notes.

As an example, the chart below shows the frequencies of the notes (in Hz) for C Major, starting on middle C (C4), for just and equal temperament. For the purposes of this chart, it is assumed that C4 = 261.63 Hz is used for both (this gives A4 = 440 Hz for the equal tempered scale).

Note
Just Scale Equal
Temperament Difference
C4 261.63 261.63 0
C4# 272.54 277.18 +4.64
D4 294.33 293.66 -0.67
E4b 313.96 311.13 -2.84
E4 327.03 329.63 +2.60
F4 348.83 349.23 +0.40
F4# 367.92 369.99 +2.07
G4 392.44 392.00 -0.44
A4b 418.60 415.30 -3.30
A4 436.05 440.00 +3.94
B4b 470.93 466.16 -4.77
B4 490.55 493.88 +3.33
C5 523.25 523.25 0

Since your ear can easily hear a difference of less than 1 Hz for sustained notes, differences of several Hz can be quite significant!