O Mapa da Mina

Historia Naturalis Brasiliae
A primeira enciclopedia sobre o Brasil publicada em Amsterdam em 1648

clique no link para acessar o texto traduzido por José Procopio de Magalhaes. É uma versao em portugues da HISTORIAE RERUM NATURALIUM BRASILIAE de Georg Marcgrav de Leibstad, publicado em Leiden e em Amsterdam in 1648, prerservando o formato original, ilustrações, e em boa parte, a tipografia
capitulo iv – dos peixes do Brasil – de georg marcgrav

A Justa Razão Aqui Delira

O paisagista Frans Post, na comitiva de Nassau, divulgou estas imagens paridisí­cas do cenário brasileiro nos palácios neerlandeses. Não faltou açucar!
As telas são referidas como: moinho de açucar, paisagem pernambcana com rio, e engenho de cana de açucar.



A Justa Razão Aqui Delira

Novos avós para o Brasil

As invasões holandesas í  costa brasileira no século XVII foram responsáveis pelo maior empreendimento editorial da época sobre o “novo mundo”. Até então os portugueses tinham apenas reunido cartas e documentos esparços sobre a imensa “ilha”. A Companhia das Indias Ocidentais, comandada por Mauricio de Nassau, trouxe consigo pintores, cientistas, gravadores, que prepararam a primeira publicação de caráter enciclopédico sobre o Brasil.

Este foi o primeiro passo substancial na formação do conceito de brasilidade no ambiente europeu. Primeiro espelho do Brasil e seu eixo de alteridade.

Pintores como Eckhout e Frans Post, e o naturalista Marcgrav, produziram as primeiras coleções de telas e gravuras retratando os habitantes, a fauna e a flora do “misterioso território”

A dança dos tapuias. Quadro emblemático de Eckhout, e do Brasil!
óleo sobre madeira [oil on wood] 168x294cm coleçâo The National Museum of Denmark, Copenhague

POLAVRA



23 de setembro no desafiatLux


Lí­gia Borba
Paulo Bearzoti

Laura Moosburger
Octávio Camargo
Giselle Nienkí¶tter

João Debs
Quem quiser
Glerm Soares

Mario Domingues
Sálvio Nienkí¶tter
Lucio Araujo

Patricia Reis Braga
Katia Horn

Os federais

Nils Skare
Marcel
Jorge Brant

Claudete Pereira Jorge
Jorge Pique
Irene Boschiero


Inscreva-se no Polavra®


C de ducarAAlho _SuNdAY-MoondAy

thus, the calendar.
O Calendário. Voltou.
Quando Voltei aquI.
NãoNão.Não.

Maná

fé na SeMANA

fénaleitura

linear da …………………………………prosa

agora

útil

últil

um comentário

ÚTIL PARA O CALENDíRIO –>

segundaFEIRA-p//3a

AMIGOnumlampeJO

TEM FÉ NISSSSSSSSSSSSSSSSO

quem sabe que sou paOlavra

comotufoi VOCÃ?Å , você.

tei su_jei_te_o que escreveu

missa.

fora.

doominicus.

nem naife. nem nada. durma.

2a.

Morro por Vocês – Mato pelo meu Sobrinho – Curitiba é C ducaraalho – ou Ai ai ai, lá vem + haikai… :)

Falae Nóis Nós Nodos –

Segue carta que acabo de enviar a lista de trabalho dos implementadores da Cultura digital – trampo que faço para a ONG – IPTI que serve ao MinC. Foi Levantada Depois de alguns Cutucos meus a possibilidade de trazer pra Curitiba uma força tarefa de ” Imersão Multí­midia”, pra dar uma Jam do estado da arte atual nos softwares livres para produção Multimí­dia. Vamos ver no que dá.

From: glerm soares
Reply-To: organismo@gmail.com
To: minc@estudiolivre.org, “fabianne.balvedi@minc.gov.br” , Fabianne Balvedi , sul@estudiolivre.org
Date: Sep 18, 2005 7:26 PM
Subject: URGENTE: Imersão Multimí­dia em Curitiba – A Missão

Pois bem locos,

Começo citando um trecho da minha carta anterior, retornando aos motivos do porque esta cidade esta sendo subestimada:

(…)Eu já falei com a Fabs sobre isso e acho que fica aí­ pra vocês pensarem: Por que Curitiba, tendo mantenedores do Kernel na cidade, empresas pioneiras de SL, grupos organizadí­ssimos como PSL, MSL, e milhares de techs ultra competentes de SL, não tem um movimento CULTURAL forte em torno do Software Livre? Além dos berimbaus e hip hops todos, garanto a vocês que a resposta desta pergunta é uma das essenciais pra entender o “Brasil” ( s’il exist).
Sem querer dar uma de tadinho, mas “artista” aqui é sempre “entre aspas” ou Maldito (capital M). É a cultura das ” pessoas frias”, a “formiga e a cigarra” e outras estórinhas do bestiário. Mas porque eu estou desviando o assunto? Ai é que tá. Não estou. Será que não é jogo para nós do “Brasil”, conseguirmos tirar estas “aspas” daqui onde está a maior concentração de nerds, organizadinhos, certinhos, fazendo SL funcionar por metro quadrado?(…) integrando ativos artistas locais com com os techies ultracorporativos da região pode ser no mí­nimo um choque cultural. O que seria no mí­nimo importante. Mas acho que vai além: vizinhos podem se descobrir e inventar alguma festa inédita.(…)

Hoje fiz vários telefonemas, fechando conexões para podermos fundir um movimento cultural autêntico nesta história toda de pontos de cultura com a cidade mirror do source forge.

vou agora falar de alguns vetores de convergência, que a tempos venho cutucando e que podem ser faí­sca neste bigbang (pensemos na convergência de datas):

1. A mostra que OrquestraOrganismo vem articulando no SESC da Esquina tem tido grande significância na comunidade artí­stica local. Alguns que leem este texto podem confirmar relatos sobre a intervenção no dia 02/09 ( Karinna filmou). Grande empolgação de poetas e atores locais lendo seus textos para microfones abertos em Ardour processados por Pure Data. Esta mostra tem sido catalisadora de um grande envolvimento de artistas de gerações e improbabilidades impensadas de se topar sem a inclusão digital que está promovendo. Para saber mais sobre a mostra “DesafiatLux” visite o link: http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/?p=77 . Quem sabe o dia 30 pode ser linkado de alguma maneira com a Imersão. Algumas Fotos: http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/wp-images/batismo.a/
http://www.organismo.art.br/blog/wp-images/Gestacao/

2. O blog Hackeando Catatau, que tem promovido o envolvimento com as redes de artistas ( entre eles ilustres figurinhas carimbadas da musica, dramaturigia, literatura, cartum e fotografia) que nunca sonharam em brincar com um html sequer. E da-lhe Nvu, Gimp e Word Press pra essa galera multiplicadora. Vortex sempre. Algo próximo do que vi no IP de Ruiz e DjahDjah no Rio, pero ( por enquanto ) “virtual”.

3. O evento ” Ferramentas Livres – Cultura Livre – Software Livre ” que estou articulando junto com Octavio Camargo na EMBAP. Vejam aqui a programação: http://www.organismo.art.br/glerm/cartaz/cartazevento2.png .
No dia 06 estaremos fazendo um debate sobre propriedade intelectual, com ativas figurinhas locais. Contactei o Alexandre Pesserl para assessoria jurí­dica do debate e peço aqui ajuda ao Caio Mariano para deixá-lo a par de coisas que estão sendo discutidas em nossas listas.
Vale lembrar que este evento é continuidade do trabalho que eu e Octavio iniciamos na EMBAP ( tradicional conservatório da cidade) e que já está rendendo outros frutos no meio acadêmico-erudito dos quais falerei mais adiante. Sobre o EMBAPLab : http://organismo.art.br/embap/index.html .

4. O Envolvimento do Grupo de Usuários Debian-PR na ação da EMBAP possibilita que articulemos para a semana de Imersão uma Install-Fest de Software Livre e um integração ja discutida para melhor fluxo da idéia da Distro. ( A experiência do GUD-PR em Install Fests é imensa ). O Trampo da galera da Situação, com a organização de “eventos-quermesse” (hehe) faria um link lindo com este fluxo.

5. Gostaria de propor alguns links práticos para Imersão com alguns fluxos-festa que são ducaralho aqui na cidade e ajudam a tornar a Cultura Digital palpável aos artistas locais:

5a) Grande Garagem que Grava ( http://www.obule.com.br/noticias/1103171687.shtml ) – É um projeto tocado por dois grandes articuladores conhecidos pelo seu trampo nos 80 com o Beijo aa Força: Rodrigão e Ferreira. A garagem foi incentivado pela polí­tica municipal de Residências Culturais do Rebouças e hoje faz um trampo animal, gravando bandas ao vivo em shows numa garagem de um estúdio e lançando o CD na mesma noite. Tem se tornado um evento da cidade. O Matema ( http://www.organismo.art.br/matema ) estará marcando um concerto-gravação para a mesma data em que estiver acontecendo a Imersão Multimí­dia. Seria ducaralho se conseguí­ssemos simultanêamente fazer uma gravação com as ferramentas livres, mostrando para toda a classe artí­stica ” produtora” da Cidade que isto é possí­vel. A açãoja está combinada com o pessoal da Garagem. Só me faltam as datas da Imersão para fechar. Convidei também o Ruido /mm , que uma celebrada banda da nova geração – ponto pací­fico que é uma das melhores da cidade atualmente. Matema nunca fez show depois do album. Evento chamariz na cena independente da cidade, com certeza. Vale lembrar que os articuladores da Garagem também produzem o programa Radiocaos, Oásis na Radio Rock da cidade. ( http://www.radiocaos.com.br/ )

5b) Queria convidar os VJ’s da lista para fazerem algo no Era Só o que Faltava – na tradicional festa rock que rola nas Segundas no Lugar, que vai estar com a banda residente Black Maria e provavelmente a convidada gaúcha Ultramen ou Bidê ou Balde…
Habib, Palm, DjahDjah… Mais idéias… Grafitti e Afins posso fazer o link com os artistas de Rua do Interlux Arte Livre, que são fera. Cultura Brasil-Roots tem o povo dos Garibaldis e Sacis, a galera marcatueira do Divino e varios outros links. Mais propostas, mais contatos…

5c) Durante a palestra da Fabs na Embap apareceu um cineasta que também tem uma Residência Cultural no Rebouças ( A Fabs deve ter o contato), que inclusive vai ser ponto de cultura na próxima leva. Seria legal conctar com os Cinelerraers…

5d) Finalmente o ponto de cultura da vez – a UPE ( UNE do Paraná). Eles Irão receber o Kit da Cultura Digital. Ideal o espaço deles ser utilizado. Vale MUITO lembrar que o espaço é um casarão do século 19 reformado, lindo, espaçoso e que é tradicionalmente ligado a movimentos culturais na cidade nos anos 70 e 80. Foi frequentado por todos artistas e boêmios da Cidade e palco de shows antológicos quando era o BARDO CARDOSO. Oficinas, Apresentações e etc. lá seria duca.

6. Como falei anteriormente, acho interessante quebrarmos preconceitos com o meio acadêmico-erudito, para dar um fluxo das ferramentas nos formadores de Opinião ” Strictu Sensu”. Recentemente usamos ferramentas livres num concerto de piano de Salete Chiamulera em homenagem a Villa Lobos no Museu Oscar Niemeyer. Seria o Equivalente a Hackear o Teatro Municipal no Rio de Janeiro… http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/?p=705 .
Brincamos inclusive com a poética do ShellScript e das toolbox, como eu tenho falado – computador também é pincel e instrumento musical. Código também é poesia.
Podemos tentar algo do genêro tambem… Os contatos estão na mão.

7. No dia 22 de Setembro estaremos fazendo apresentação-Jam única no Teatro Guaí­ra. teatro sí­mbolo da Cidade. TEMA: Poeta Sí­mbolo da cidade: Leminski. –> Streaming!!! HELP!

8. Os contatos que Fabs e Karinna tem na ESSEI, PSL, MSL, Conectiva ( Mandriva), MONO Brasil, são a outra ponta do Iceberg para juntarmos estas pontas todas… É aí­ que dobra-se o cabo da boa esperança. Gostaria de aproveitar pra tembém envolver a UFPR que ao mesmo tempo que tem um centro de Computação Cientí­fica em Software Livre ( http://www.c3sl.ufpr.br/ ), tem um lindo núcleo de Produção Sonora ( http://www.artes.ufpr.br/musica/index.htm ) , Cheio de Macs e PCs novos, mesas estúdio e mics, e Pronto pra ser hackeado.

9 –> Aqui já tem muita informação… Tenho mais algumas idéias na manga, mas pensem nestas e me ajudem… Principalmente dizendo as datas… Penso no Ideal ser em torno do dia 06 de Outubro… Me digam algo sobre a Data Jí. bitte.

To falando com o Rodrigão amanha pra fechar data na Garagem que Grava e na sequencia to contactando o povo da UPE. Me deêm retorno.

vanguarda também é cultura: http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/?p=602 . Oiés.

abrasss

glerm

Tá legal, já que eleito (condenado) a ombudsman, não me furto. Mas que fique declarado que o mandato seja de (no máximo) duas semanas. Sejamos democráticos.

O pior dos últimos tempos: O homem Polavra. Essas suas postagens de poesia visual tem pelo menos um anacronismo de 4 ou 5 décadas, mais manjadas que caixinha de Maizena. Sálvio, se não tem nada pra dizer cala, a galera agradece. Nem vamos comentar as postagens í  “Caras” do cara né? E aquela malfadada iniciativa Censor? Noiés!

Nem tudo são sombras no Blog do Glerm, patrão de todos nós. Além do alvissareiro crescimento do número de postagens, há a chegada de novos blogadores. A chegada do Mathieu deu um “plus” (Mathieu, esse ââ?¬Ë?plusââ?¬â?¢ pensei em francês não em latim, tá?) inegável nas postagens, pelo menos na profundidade conteudí­stica, formalí­stica e estética. Talvez, com o tempo, ele acabe fazendo blogagens mais enxutas, com links para o que for mais extenso. Aí­…

Se o Glerm é o dono, o Solda é pai, irmão e professor nosso. Além de amigo do Polaco, que deve estar nos mirando e enviando arrotos acres e malcriados lá dos í­nferos… aiaiai, medo! Eu que não vou falar das postagens dele, mesmo porque nem tenho altura para arrostá-lo. Solda, você, o Gilson Camargo e o Lusko.Fusko (João Debs) têm compromisso com a questão estética-visual sempre. Oiés.

Gilson Camargo, vai abrir a gaveta? Vai publicar o acervo? Ou está esperando que paguemos direitos autorais?

Octávio Camargo, o obscuro – e próximo ombudsman -, não pára de postar em latim hein, pode? Frangos-Housseins e Panos inteiros condizem mais com o que esperamos do fabro-mestre.

Da Giselle-Flusser não vou falar, porque hoje é domingo (batucada na certa).

E o patrão? Glerm, a postar um código inteiro de HTML… Somos mais a bandeira argenti-verdamarela. Mas o Organismo é a única “empresa” em que o patrão é quem mais trabalha, e pros outros…

A Sans? Desapareceu? Não desenhou mais nada? Bloga Sans, bloga.

E o Lucio de Araujo? Agora só fica na diretoria, com aquele sorriso zen. Bloga, Lucio, bloga mais…


ABAIXO A CENSURA! BLOG É DIVERSÃO E CULTURA

Réplicas no comments ou: salvio.luiz@gmail.com – Mas saiba que tudo será publicado.

Grendel redivivo é o Software Proprietário?

Falando francamente.

O que seria disso:

Beowulf Cluster

Sem isso:

Beowulf

Beowulf é o herói Gotlandês do poema Anglo-Saxão (Old English), titulado Beowulf. A datação do poema tem sido alvo de debate, porque o poema sobreviveu em um único manuscrito do século XI, no entanto a composição sugere uma data bem mais antiga. As datas variam entre o século VII e o século X, a época que a lí­ngua Anglo-Saxônica (Old English) era falada.

Beowulf é filho de Ecgtheow e da irmã de Hrethel (não nomeada). Beowulf foi educado por Hrethel, rei da Gotlândia (ilha de Gotland, Suécia). Beowulf ascendeu ao trono de seu tio, Hygelac, que foi rei após a morte de seu segundo irmão.

Seu nome sugere que pode significar, “urso” (em inglês moderno, “bear”). Como ele um urso, poderia esmagar seus inimigos. Ele matou um guerreiro Franco, Dí¦ghrefn, com um abraço-de-urso. Beowulf é conhecido por sua forte garra, como é visto quando ele combate Grendel. O poema mostra o herói como o homem mais forte e valente do mundo.

Beowulf foi para Heorot, na ilha de Zealândia, para auxiliar o rei Danes, Hrothgar, a caçar o monstro, Grendel, que estava matando camponeses e guerreiros de Hrothgar.

Após sua luta com Grendel, Beowulf foi comparado com o herói Nórdico, Sigmundr (Sigemund no Beowulf), que matou um dragão neste poema (mas não no mito Nórdico).

Beowulf Page
(Fac-sí­mile de um dos primeiro registros preservados do Mito de Beowulf)

Hrothgar recompensou Beowulf com muitos presentes, após a morte de Grendel, e a mãe do monstro. Hrothgar fez de Beowulf seu herdeiro para sucedê-lo, após sua esposa ter convencido-o a não deixar um de seus filhos subir no trono.

O poema freqüentemente chama-o de prudente ou sábio, mas para as escolas modernas, ele seria antes imprudente e despreocupado. Em sua juventude é entendido que ele era imprudente, por não ter responsabilidade, fazendo tudo para ganhar glória através de heroí­smos. Mas quinze anos depois de matar Grendel, ele era um rei, um governante justo para seu povo e reino. Mas continuava a ser imprudente, e foi lutar com um dragão sem auxilio, perecendo na luta, pois já era velho, e sua morte provavelmente trouxe ruí­na para seu povo, apesar dele ter matado o dragão, antes de cair.

Os Gotlandeses se envolveram em duas guerras, uma contra os Frí­sios e outra contra os Suedos. Com a morte de Beowulf, os Gotlandeses foram atacados por estes inimigos, logo que souberam da queda de seu rei diante do dragão. Não há dúvida acerca da valentia de Beowulf no campo de batalha e lutando contra monstros. Mas apesar dele ter salvado seu povo do dragão, isto custou a queda de todo o reino diante da hostilidade dos inimigos vizinhos. Portanto sua imprudência o acompanhou até a morte.

http://www.valholl.hpg.ig.com.br/herois_beowulf.htm

e agora desafiatlux?

Julgamento 23/09/2005 no Sesc as 19h00
23/09 – sexta – julgamento (inscrição na história – visão do outro – espetacularização do mito)
Ritual Tribunal de Júri sobre o papel de ORGANISMO na arte contemporãnea
Julgamento sobre a ação de ORGANISMO em DESAFIATLUX
Iní­cio da semana de aplicação da pena
Jejum
Inscrição histórica do processo

Psitacose Organística

Anderson
Ian Anderson, em um de seus mais recentes trabalhos, The Secret Language of Birds.

A Linguagem dos Pássaros

Um grupo de pássaros desejava encontrar a seu rei; então pediram í  poupa sábia (um pássaro com crista em forma de abano) que lhes ajudasse em sua busca. A poupa lhes disse que o rei que estão procurando se chama Simurgh (que significa em persa “Trinta Pássaros”) e que vive escondido na montanha de Kaf, porém é uma viajem muito difí­cil e perigosa. Os pássaros imploram í  poupa que os guie. A poupa aceita e começa a ensinar a cada pássaro de acordo com seu ní­vel e temperamento. Ela lhes diz que para alcançar o alto da montanha, necessitam atravessar cinco vales e dois desertos; quando tiverem passado o segundo deserto, entrarão no palácio do rei.

sacred birds
Nota: Pássaros Sagrados. írvore Sagrada. Coisa básica.

Os de vontade débil, temerosos da viagem, começam a por desculpas. O louro, que é egocêntrico e egoí­sta, diz que no lugar de ir em busca do rei, buscará o Santo Gral. O pavão real, a ave legendária do paraí­so, exclama que tem sonhado que voltará ao céu e que vai esperar pacientemente esse dia. A pata, se lamenta porque sua vida depende de estar próxima da água e morreria se si separasse dela. A garça tem uma desculpa similar; não lhe é possí­vel viajar longe do mar, porque seu amor pela água é tão grande que, embora permaneça sentado durante anos í  sua margem, não tem ousado beber nem uma gota, se não o mar acabaria sem água. A coruja declara que prefere ficar e buscar as ruí­nas com a esperança de encontrar um tesouro algum dia. O rouxinol diz que não necessita viajar, porque está enamorado da rosa e este amor é suficiente para ele. Possui os segredos do amor que nem outra criatura tem; e com uma voz maravilhosa canta ao amor:

– Conheço os segredos do amor. Toda noite derramo meu canto de amor. A música mí­stica da flauta se inspira em meu lamento, e sou eu quem faz desabrochar a rosa e comover os corações dos namorados. Ensino mistérios com minhas tristes notas, e quem me ouve se perde em êxtase. Ninguém conhece os meus segredos, unicamente a rosa. Tenho me esquecido de mim mesmo e só penso na rosa. Alcançar a Simurgh está acima de mim! O amor da rosa é suficiente para o rouxinol!

flamingo
(Pink Flamingos)

A poupa que escutou pacientemente responde ao rouxinol:

– Tu estás preocupado com a forma exterior das coisas, pelos prazeres de uma forma sedutora. O amor da rosa tem lançado espinhos a teu coração. Não importa quão grande seja a beleza da rosa, se desvanecerá em poucos dias; e o amor a algo tão passageiro só pode causar repulsa ao perfeito. Se a rosa te sorri é só para enxerte de dor, porque ela rir-se de ti a cada primavera. Abandona a rosa e seu quente calor.

“O que quer dizer Attar com esta simples conversação? Nós humanos temos o desejo de buscar a perfeição, mas muitas vezes tendemos a parar o processo tão logo detectamos o mais ligeiro sinal de progresso. Isto é especialmente certo nos aspirantes ao caminho espiritual: muitos buscadores estão encantados com as primeiras etapas do despertar e o confundem com a completa iluminação. Attar nos adverte de tais perigos: não devemos confundir o amor do imaginário com o amor do Real. Por esta razão, o rouxinol tem que abandonar seu enganoso apego pela rosa para buscar ao eterno Amado.”

tucanos
(Tucanos)

A poupa deleita os pássaros com maravilhosas histórias daqueles que têm feito a perigosa viagem.

Depois de ter ouvido as histórias da poupa, os pássaros estão inspirados para começar sua viajem até o primeiro vale.

Entretanto, logo começam a ter problemas, e se dão conta de que o caminho vai ser mais difí­cil do que haviam imaginado. Alguns voltam a por desculpas. Um afirma que a poupa não é suficientemente sábia para conduzi-los. Outro se queixa que satanás lhe tem possuí­do e lhe está pondo as coisas difí­ceis. E outro expressa seu desejo de ter dinheiro e a comodidade de uma vida de luxo.

Ibis
(Ibis, o pássaro sagrado, em registro fotográfico pí­fio, bem condizente com sua carreira futebolí­stica)

O quinto vale é o Vale da Unidade. O viajante experimenta nele que todos os seres são unos em essência, que toda variedade de idéias, experiências e criaturas da vida tem realmente uma só fonte.

O viajante chega ao Deserto do Medo. Então se esquece da existência de si mesmo e de todos os demais. Vê a luz, não com os olhos da mente, sim com os olhos do coração. A porta do divino tesouro, o segredo dos segredos, se abre. Nesta terra, o intelecto já não funciona. Aqui se pergunta ao viajante quem é e o que és, responde: “Não sei nada.”

Finalmente chega ao Deserto do Aniquilamento e da Morte. Neste ponto, o aspirante entende finalmente como uma gota se funde no oceano da unidade com o Amado. Tem encontrado o destino da viajem para encontrar ao rei.

Depois de ouvir a descrição da poupa sobre o que lhes espera, os pássaros se animam tanto que imediatamente continuam sua viajem.

No caminho alguns morrem pelo calor e se jogam no mar. Outros se cansam e não podem continuar; um grupo é caçado por animais selvagens e outros mais se distraem tanto pelo atrativo das terras que atravessam, que se perdem e ficam para trás. Só trinta alcançam seu destino: a montanha de Kaf.

DEBIAN
(As cruzadas debianas e outras sagas codificadoras tem ou não um “quê” da busca sempiterna do homem pela linguagem secreta dos pássaros?)

No palácio real, o guarda da entrada trata cruelmente os trinta pássaros. Mas os pássaros, que têm passado o pior, são tolerantes e não se permitem sentir-se molestados por sua dureza. Finalmente, o servidor pessoal do rei sai e conduz os pássaros ao salão real. Ao entrar, os pássaros olham tudo assustados. Não sabem o que ocorre, porque no lugar de ver a Simurgh, “Trinta Pássaros”, tudo o que vêm é… Trinta Pássaros.

Finalmente compreendem que, olhando-se a si mesmos, têm encontrado ao rei, e que em sua busca do rei, têm encontrado a si mesmos.

Os que atravessam as sete cidades do amor se purificam. Quando chegam ao palácio real, encontram ao rei que se revela a seus corações.

“Fariduddin Attar” (extraí­do do livro: História de la Tierra de los Sufí­es)

Fonte: http://www.sertaodoperi.com.br/poesiasufi/estorias/linguagem_passaros.htm

HAL are you?

do post anterior:

(…) o Hal do BC tem a arquitetura pós-moderna dos tempos da microeletrônica. São três servidores e cinco CPUs de diversas marcas trabalhando simultaneamente, no que se costuma chamar de cluster. (…)

Pergunta: Quantos computadores temos por aqui? 7 ou mais?


orquestraorganismo-CLUSTER ??

{

PoEmA- pós-modernismo postpolaco: encontrar os poetas do politécnico.

Departamento de
Informática

Foi criado com o nome de Departamento de Estatí­stica e
Computação Eletrônica í s 14 horas do dia 20/08/1971, através
de uma reunião plenária com quatorze professores presentes,
presidida pela professora Zélia Milléo Pavão e secretariada
pelo prof. Flávio Bernini.

Na época, além das disciplinas de estatí­stica, o Departamento
ofertava as disciplinas:

  • Cálculo Numérico ministrada pelos professores Armando Muniz
    Teixeira de Freitas, Eurico Dacheux de Macedo e
    Theodócio Jorge Atherino;
  • Computação
    Eletrônica ministrada pelo professor Paulo Cesar
    Busnardo.
  • Introdução
    í  Computação Eletrônica I ministrada pelo professor
    Olavo Del Claro Filho;
  • Introdução
    í  Computação Eletrônica II ministrada pelos
    professores Leônidas Aniceto de Souza e Carlos Alberto
    Picanço de Carvalho;

E as aulas
práticas eram realizadas no CCE – Centro de Computação Eletrônica que era presidido pelo prof. Euro Brandão e tinha na
sua infra-estrutura um equipamento IBM 1130 com 8 kbytes de memória, onde os alunos processavam os seus programas
codificados em cartões perfurados na linguagem Fortran.

Em 10/04/1975, passou a se denominar Departamento de Informática
e nesse dia houve a sua primeira plenária, sob a presidência do
prof. Jahyr Leal e como secretária Maria Glauce Morais.

Em julho de 1975 foi realizado o primeiro exame vestibular para o
curso de Tecnólogo em Processamento de Dados com a duração de
3 anos e sob a coordenação do professor Jahyr Leal.

No dia 22/12/1988, na 95ê reunião do Departamento de
Informática sob a direção da professora Wanda Cristina Camargo
de Menezes, secretariada por Mauro Nei Fontoura, foi criado o
Departamento de Estatí­stica, separando as disciplinas e
professores desta área.

O Departamento mais recentemente oferece:

  1. O curso
    de Bacharelado em Informática, totalmente gratuito, com
    o ingresso de 110 novos alunos por ano;
  2. O
    primeiro Mestrado em Informática do Paraná, totalmente
    gratuito;
  3. Quase 6
    mil matrí­culas de alunos em turmas de graduação e
    pós-graduação por ano;
  4. O
    Laboratório de Informática que atende a todos estes
    alunos;
  5. A
    produção de conhecimento cientí­fico e tecnológico em
    Informática publicado pelo corpo docente em veí­culos
    nacionais e internacionais;
  6. A
    capacitação em Informática de equipes de técnicos e
    docentes no âmbito estadual; e muitos outros serviços.

}

Jethro Tull?

Virou nome de uma banda de rock progressivo, mas em 1701 era só um fazendeiro inglês. Ele desenvolveu uma máquina de semear puxada a cavalo e organizou a fazenda de modo a permitir sua passagem pela plantação. Viu, Sálvio? Vivendo e aprendendo.

Tears in the Rain…

Art. 7ú – São obras intelectuais protegidas as criações do espí­rito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangí­vel ou intangí­vel, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:

(omissis)

Hal, o que é espí­rito?