
Se eu sou eu e você é você….. QUEM SOMOS NÂS ?í¿?í¿
Existem pessoas que só conseguem enxergar o proprio umbigo, eu sou uma delas, e você ???????? Pra que ficar observando o umbigo alheio ????????
Movimento Liter�¡rio

Se eu sou eu e você é você….. QUEM SOMOS NÂS ?í¿?í¿
Existem pessoas que só conseguem enxergar o proprio umbigo, eu sou uma delas, e você ???????? Pra que ficar observando o umbigo alheio ????????
O Polavra contará com a presença da artista Katia Horn.

O Polavra receberá a professora Giselle Nienkí¶tter. Giselle, que é pós-graduanda em Educação na UFPR, lerá um conto inédito.
o pauloleminski
é um cachorro louco
que deve ser morto
a pau a pedra
a fogo a pique
senão é bem capaz
o filhodaputa
de fazer chover
em nosso piquenique
Soldando estou-lhes aqui o Solda, ArtEszhewskE, e +Occan, hackeando leminski: E como ARTYSCHEWSKY / Sãojoãobatavista / Vêm SÂBRIO, Artyshewsky SÂBRIO… SÂBRIO como polaco que é. LUCIDEZ, quem me compreenderá?”.
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Isso não é espetáculo – é METArealidade

Seqüelas do Alcoolismo
Paulo Leminski, Rogério Dias e Solda
1982
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poema meu (de)terminado pelo sujeito de arma zen
solda

A Janela Acesa.
Meu amigo Solda eu eu só temos uma diferença, tantas vezes discutida pelos bares da noite: eu acho o Professor Thimpor o maior humorista brasileiro vivo. Solda, não. Ele acha que é o próprio Professor Thimpor. Como distinguí-los, afinal? Enfim, aqui está, depois de um longo silêncio meditativo, a volta do Professor Thimpor í s lides joco-filosóficas. Pelo estilo, Thimpor deve ter andado lendo Joyce ou Lennon, nestes dois últimos recentes anos no seu retiro no Tibet, onde o Dalai Lama costuma recebê-lo com o mesmo calor que Fidel Castro recebe Chico Buarque ou Gabriel Garcia Marques.
Atenção, revisores, aí vem o Solda, com tudo!
Paulo Leminski
Um Tarado no Tablado.
(í maneira de um famoço musgo inglês assassinalado nos Estalos Uníssonos, num ano não muito pródigo em dezembros)
A janela acesa despintava no peitoril sinequanon. Eustáquio Teustáquio procurava um empalhador de palavras.
Eustáquio Teustáquio, sabem como é, o Nossostáquio, estava parafernaliando entre as postetutas da Rua Chuelo, aquela infestada de Mariaposas. Nostácio não andava bem do patíbulo e enroscava o balaustre nas pérgulas do pároco. Parábolas mirabolantes lhe atravessavam o mirante desabotoado, empinando coitos nas páginas amarelecidas dos Alfa Rábius.
Não cabendo em si, entrol no barboteco e pediu dois dedos de cedilhas, ao alegrete.
O barçom estranhou o trigode que escondia metade do resto de Nostácius, mas acabou servindo o pratinho feio de cedilhas, das importadas, aos solavancos e solevantes.
– Por Tutatis! Barbituricou Bosstácius.
– Por Tutatis Homeopáticus!
Estas cedilhas cedilham esôfago abaixo saltitontas, como nas fábulas fantastibulosas de toldos os ambrosebierces e millôres da riodondeza!
Restros de luz enbelheciam o barboteco í quela hera da madrugadália. Foi quando entrol Heptandria, num vestido e havido como gerúndio, embora a desconfiança fosse geral do galvão ferraz, impávido na montanha de Fócida – dessas consagradas a Apolo, Parnaso, se me entendem – repartindo o cabelo entre o paroxismo e a rubrica mal desenvolvida.
Heptandria brilhava de posméticos e ledosivos. Saiu de trás do biombro e salcudiu o açúlcaro, como se pretendesse emporcalhar o chafé soçaite. Teustáquio abalroou uma mariaposa e desferiu-lhe o supersério, acenando-lhe bipétalo. A mariaposa, rubirosa, chamou dois esmagas que faziam a renda da rendondeza e correu para os braços de Morfeltro. Formou-se a Confuciozão. Heptandria fugiu para o bardel e truncou-se em ásdecopas, dando uma de joão-de-bruços. Uma cirene argentina desatou em marlombrandos, dos magros. E vieram as leziras e os lamarões de água parada e decomposta ao sol. Tonto, embora zorro e lúcido, Nostácius estendeu todos os tentáculos e desceu a Rua Chuelo e seguiu os padrões geraes da leiteratura brazilianista actual. Um empulhador de próstatas passava pelo logar – minto muito pra não dizer palavrório e para não dizer nada – e seguiu Nosvócius pelas imperícias guindadas í s bagatelas empasteladas de genialidade, entre veraneios líquidos irresponsáveis, fórmulas escravizadas, campos de estrobérri, nevralgias retrospectivas e demais desemlapeamentos.
Enquanto isso, num bardelima, dois hímens passam em revista as contradicções empostadas, os impasses, as artimanhãs do poder, a exportação do polvo e a injustiça na Nica Dââ?¬â?¢água.
Teustáquius passa numa biga. É o altista, criador de coisas belas, a antena da raça, a porcelândia chinesa, a madre tertúlia lutando contra a mesmice das Ruas Chuelos da Cruelritiba. Artychewski foi jogado na arehiena e devorado pelos leomansos paranistas.
A jaunela acesa depintava no peitoril sinedie
Bêbado, quem me compreenderá?
Prof. Thimpor (Solda)
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Winterlude
(Solda)

clique-me
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japonesa treinada desde jovem nas artes da dança, do canto e da conversação para entreter os fregueses de casas de chá, banquetes etc., esp. do sexo masculino
a gueixa lemisnkíada e o trocadalho do carilho
solda

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eu e ele e nós sem computador
solda

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o sonho acabou. mas ainda tem cuque
solda

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um poema que não se entende é digno de nota: a dignidade suprema de um navio perdendo a rota
solda

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livros enfileirados em estante, bonitinhos não servem para porra nenhuma. têm que ser lidos, relidos, emprestados, não devolvidos, desenvolvidos e mordidos, antes de mastigados

**14.64386…_…sigo Artiswschhackeeando…
Occam
(Ei
você,
ilíada_de_Ulisses_Wake_atatauC_orãoBibliaToráMacthub_AlephArt
czschwinkyChomsky__C++
)

Um grande vetor atualmente nesta busca é o destrinchar de
grandes MATRIX
dos códigos língua
portuguesa do Brasil e seus delírios em outras fontes,
e abusando de uma metáfora do provinciano:
aquele
que não está no mapa e por isto está
em todos.
Sem apelar a demais bairrismos e contornos pretendemos recompilar
códigos fonte desta angústia
sintática que é o delirio GLOBALIZANTE no meio da
simbólica selva tropical,
ou provar pra todos que somos
provincias-pensantes, justamente
por que sabemos que NÃO SOMOS.

Somos nós. Ou melhor EU = VOCE = EU - o PRo_NOME-SUJEITO...
mAIS POESIA..cÓDIGO aBERtO.. hACKEANDo CATATAUSS...
registre-se..Compile..Flua por aqui...
Aqui a lógica
é outra. Faz metonímia, não faz
metáfora. Toma o efeito pela causa, a coisa pela
idéia, o lugar pelo agente. Não conversa com
Aristóteles. Não faz aritmética. O
pêndulo não
completa o seu percurso, a gravidade
não tem
aceleração constante. "Que a pura
percepção seja a
crítica da razão". Toma o efeito pela
causa, a parte
pelo todo, a coisa pela idéia. O giro do equinócio
reverte o fluxo
do silogismo. Faz as letras saltarem
das palavras e pularem umas sobre as outras
formando-se em comboios. A justa razão aqui delira. A
ordem de leitura das letras não
é respeitada.
octavio

Eckhout-o Brasil do europeu é holandês
CURITYBA
THE CITY OF THE I
C
H O W
L
E
S
K I
M
I N
W
E
Z
C
Y
T
R
A
Caro (a),
Leminskilink,
perhapsrap,
alhures
ou alheios, aliás,
evoco a memória do POETA e invito
os
aquiness presentes
a
miracionar
essa
lembrança,
incorporar
a situssintonia
cria-cole-tiva,
JÁ!
+:Nowounão,
in progress…
Penso,
pois, pois, in algo do além, spirit, sopro
de translíngua entorpecida,
da
vida e cultura re:he!INVENTIVA’s.
Sonhos dos quais “o bandido que sabia latim”
carregava consigo, comoumkoan.
céus,
fumaças, vapores, névoas, neblinas, no
blues / nublados paisagens
tortas,
gerundiando
concretudes nestenetnicho minifesto
acolhendo
occamsionais
obs
d’outras
inquietas almas.
Home(page)nagem,
dedicatória, offerRe:nda.
Ouautrecosa,
lógico.
Lança-se
a propdesincroleitura:
CATATAU.
Saudactions,
Artzschewski
24/08/2005
(a),
Leminskilink, perhapsrap,
alhures ou alheios, aliás,
evoco o POETA e invito
os aquiness presentes
a miracionara lembrança,
em situssintonia cria-cole-tiva,
nowounão, in progress…
penso, logo além, spirit,
sopro de translíngua entorpecida,
sonho de vida he!INVENTIVA�s
comoumkoan by “bandido que sabia latim”.
Céus, fumaças, vapores,
névoas, neblinas, no blues / nublados
entortando paisagens,
gerundiando concretudes nestenetnicho minifesto
occamsionais obs d�outras inquietas almas.
Home(page)nagem, dedicatória, offerRe:nda.
Ouautrecosa
Lança-se a prop.sincroleitura: CATATAU.