DIA 15 DE AGOSTO DE 2005, NOS CORREDORES DO SESC….



Jà Esta na rede a idéia raiz que vai dar origem a
:
uma instalação com olhos e cameras tocando instrumento musical com o movimento dos olhos.
Por que você precisa VER a música?????? Faça se a luz – disse a palavra.
Orquestra OLHO é uma das GOELAS de
( clique no link pra fluir por ele…)
( se você não usa linux provavelmente precisará baixar e instalar o player VLC – http://videolan.org/vlc/ )
http://www.organismo.art.br/orquestraolho/desafiatlux1.ogg
http://www.organismo.art.br/orquestraolho/desafiatlux2.ogg
http://www.organismo.art.br/orquestraolho/desafiatlux7.ogg
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Inutensílio – Paulo Leminski
A ditadura da utilidade
A burguesia criou um universo onde todo gesto tem que ser útil. Tudo tem que ter um para quê, desde que os mercadores, com a Revolução Mercantil, Francesa e Industrial, substituíram no poder aquela nobreza cultivadora de inúteis heráldicas, pompas não rentábeis e ostentosas cerimônias intransitivas. Parecia coisa de índio. Ou de negro. O pragmatismo de empresários, vendedores e compradores, mete preço em cima de tudo. Porque tudo tem que dar lucro. Há trezentos anos, pelo menos, a ditadura da utilidade é unha e carne com o lucrocentrismo de toda essa nossa civilização. E o princípio da utilidade corrompe todos os setores da vida, nos fazendo crer que a própria vida tem que dar lucro. Vida é o dom dos deuses, para ser saboreada intensamente até que a Bomba de Nêutrons ou o vazamento da usina nuclear nos separe deste pedaço de carne pulsante, único bem de que temos certeza.
Além da utilidade
O amor. A amizade. O convívio. O júbilo do gol. A festa. A embriaguez. A poesia. A rebeldia. Os estados de graça. A possessão diabólica. A plenitude da carne. O orgasmo. Estas coisas não precisam de justificação nem de justificativas.
Todos sabemos que elas são a própria finalidade da vida. As únicas coisas grandes e boas, que pode nos dar esta passagem pela crosta deste terceiro planeta depois do Sol (alguém conhece coisa além- Cartas í redação). Fazemos as coisas úteis para ter acesso a estes dons absolutos e finais. A luta do trabalhador por melhores condições de vida é, no fundo, luta pelo acesso a estes bens, brilhando além dos horizontes estreitos do útil, do prático e do lucro.
Coisas inúteis (ou “in-úteis”) são a própria finalidade da vida.
Vivemos num mundo contra a vida. A verdadeira vida. Que é feita de júbilo, liberdade e fulgor animal.
Cem mil anos-luz além da utilidade, que a mística imigrante do trabalho cultiva em nós, flores perversas no jardim do diabo, nome que damos a todas as forças que nos afastam da nossa felicidade, enquanto eu ou enquanto tribo.
A poesia é u principio do prazer no uso da linguagem. E os poderes deste mundo não suportam o prazer. A sociedade industrial, centrada no trabalho servo-mecânico, dos USA í URSS, compra, por salário, o potencial erótico das pessoas em troca de performances produtivas, numericamente calculáveis.
A função da poesia é a função do prazer na vida humana.
Quem quer que a poesia sirva para alguma coisa não ama a poesia. Ama outra coisa. Afinal, a arte só tem alcance prático em suas manifestações inferiores, na diluição da informação original. Os que exigem conteúdos querem que a poesia produza um lucro ideológico.
O lucro da poesia, quando verdadeira, é o surgimento de novos objetos no mundo. Objetos que signifiquem a capacidade da gente de produzir mundos novos. Uma capacidade in-útil. Além da utilidade.
Existe uma política na poesia que não se confunde com a política que vai na cabeça dos políticos. Uma política mais complexa, mais rarefeita, uma luz política ultra-violeta ou infra-vermelha. Uma política profunda, que é crítica da própria política, enquanto modo limitado de ver a vida.
O indispensável in-útil
As pessoas sem imaginação estão sempre querendo que a arte sirva para alguma coisa. Servir. Prestar. O serviço militar. Dar lucro. Não enxergam que a arte (a poesia é arte) é a única chance que o homem tem de vivenciar a experiência de um mundo da liberdade, além da necessidade. As utopias, afinal de contas, são, sobretudo, obras de arte. E obras de arte são rebeldias.
A rebeldia é um bem absoluto. Sua manifestação na linguagem chamamos poesia, inestimável inutensílio.
As várias prosas do cotidiano e do(s) sistema(s) tentam domar a megera.
Mas ela sempre volta a incomodar.
Com o radical incômodo de urna coisa in-útil num mundo onde tudo tem que dar um lucro e ter um por quê.
Pra que por quê?
In ANSEIOS CRIPTICOS, Ed. Criar, Curitiba, PR, 1986, p. 58-60.
NOTA: Este ensaio foi acrescido ao final do ensaio ARTE IN-ÚTIL, ARTE LIVRE? e publicado com pequenas modificações sob o título A ARTE E OUTROS INUTENSíLIOS no jornal Folha de S. Paulo, caderno Ilustrada, p. 92, 18/10/1986, e apresentado como primeira aula do curso POESIA 5 LIÇÃ?â?¢ES ministrado por Leminski na Fundação Armando ílvares Penteado, em São Paulo em 20/10/1986.
http://paginas.terra.com.br/arte/PopBox/kamiquase/nindex.htm
Last Message 2 hours, 1 minute ago
* occam : chuá
* glerm : falou flow
* glerm : flw
* occam : z
* occam : l
* occam : b
* glerm : vou mostrar o orquestra olho pra vcs
* occam : blz
* occam : blz
* glerm : blz amanhã 20 hs
* glerm : logica: c > copy n > new v > paste (quaqua)
* occam : gelerm to indjo
* glerm : :
* occam : sure
* glerm : gica
* glerm : tem lo
* glerm : sim
* glerm : deu certo?
* occam : obvio, claro e cristalino
* glerm : para salvar o selecionado falça o seguinte: control c depois control n depois control v
* occam : eu também
* occam : eu também
* occam : eu também
* occam : eu também
* occam : eu vou com certeza
* occam : tamo ligados
* glerm : amanhã 20 hs
* glerm : ces tem que aparecer
* glerm : voces tão ligados que eu to marcando gravação e ação pra amanhã no matema?
* occam : como salvar em arquivo exclusivo somente o que foi selecionado?
* occam : tem que fuçar um pouco em cada um
* occam : rolou conseguimos localizar
* glerm : deu certo o efeito?
* glerm : alooooooooo
* glerm : e escolha um efeito
Facilitando a vida dos humanos, os robôs gente-boa do futuro próximo mandam dica pra inserir todos os organismos-carne no mundo dos bits —>
Seguem algumas opçoes livres MULTIPLATAFORMA ( o que quer dizer que roda em linux, win e mac no mínimo) pra vocês ja irem perderdendo o vício nas interfaces fechadas da Nasdaq…
Edição de í udio:
Audacity: http://audacity.sourceforge.net/download/
Edição de Imagens:
Gimp: http://www.gimp.org/downloads/
Editor HTML:
Nvu: http://www.nvu.com/download.html
Texto, Planilhas e Apresentações:
Open Office: http://www.openoffice.org.br/saite/
Cliente de Mensagens – Jogue fora seu lixo espião MSN
Gaim: http://gaim.sourceforge.net/downloads.php
Navegador de Internet:
Mozilla: http://www.mozilla.org.br/
Ciência e Arte em Estado BRUTO:
Puredata: http://www-crca.ucsd.edu/~msp/software.html
Este BLOG:
WordPress: http://wordpress.org/
e por fim, depois que estiver acostumado com as interfaces
você não tem mais desculpa pra usar Sistema Operacional de PREGO.
Instale algo que tem gente de verdade por trás ao invés de um monte de papel assinado:
por exemplo: http://demudi.agnula.org/wiki/InstallCdRom

Contamos com a presença de todos na ação de coleta e discussão dos gametas envolvidos em mais uma concepção de
“ORGANISMO”
************1.
CURITIBA
Quarta 20/07/05 – 20hs
Estudio Matema – Galeria Ritz
2o andar – 207 – Entrada pela Marechal Deodoro
(ao lado da c&a)
************2.
AÇÃO NA REDE
se você não mora em Curitiba entre la pelas 21:00 no IRC
SERVIDOR freenode.irc.net #orquestraorganismo
se você não tem cliente IRC instalado, instale o gaim:
http://gaim.sourceforge.net/downloads.php
se precisa mais informações sobre isso email para organismo@gmail.com
ou tente o chat do blog neste mesmo horário: http://www.organismo.art.br/blog
( sujeito a congestionamento)
************3.
Está avisado. Depois não reclame que perdeu a festa. você foi convidado.
**********************************************

í¿ qual seu real valor ?


EM FOCO: uma importante cerimônia dos índios araras, centrada num poste, erigido no pátio, em cujo topo, até tempos recentes, se punha o crânio de um inimigo, hoje substituído por uma bola de lama. Só isso já desperta a atenção do leitor, pois, vivendo os araras sobre o divisor que separa as águas que correm para o Iriri, afluente do Xingu, das que descem diretamente para o Amazonas (mas destas últimas retirados após lograrem o contato amistoso com os brancos), eles têm como vizinhos vários outros grupos tribais que também faziam a caça de cabeças, por uma extensa área, desde o Xingu até o Madeira. Entretanto, tais grupos pertenciam ao tronco tupi, enquanto os araras, da família caribe, constituíssem talvez a única exceção.
Mas o Autor opta por não comparar, permanecendo no universo dos araras, entre os quais realizou pesquisa de campo de cerca de quatorze meses em várias etapas, distribuídas pelos anos 1987, 1988, 1992 e 1994.
Começa por uma apresentação geral da cerimônia e das condições em que é realizada. Mostra-nos como cada tipo de festa arara inclui uma festa menor e pode ser englobada por outra maior, desde aquelas festas de beber, passando para as de beber e comer, para as em que também se tocam instrumentos musicais, se canta e se dança, até chegar í mais inclusiva e complexa, que é a do Ieipari, o poste encimado pelo crânio do inimigo. Descreve a elaboração da bebida fermentada de tubérculos, frutas ou milho, a maneira de oferecê-la, sua relação com substâncias como leite e esperma. Examina as técnicas de caça, o contato que um xamã (todos os homens araras são mais ou menos familiarizados com as atividades xamânicas) estabelece com um ser, dono de uma espécie animal, pedindo-lhe que os dê para criá-los, abrindo a oportunidade assim para que os outros homens possam abatê-los. Descreve os instrumentos de sopro, a ordem em que tocam, os seres a que estão associadas suas músicas. Mostra como os caçadores, aguardados com a bebida fermentada, que devem retribuir com carne, entram na aldeia a fingir um ataque, uma encenação agressiva omitida na forma mais abrangente do rito, quando há o Ieipari. Expõe o tratamento do inimigo, o que lhe dizem no cântico entoado antes de matá-lo e esquartejá-lo. Além do crânio, que integra um instrumento musical antes de vir a coroar o poste ritual, outras partes do corpo lhe são retiradas, mas seu destino, talvez por lacuna na memória dos araras atuais, é apenas esboçado: os ossos das mãos e dos pés, a pele do rosto, o escalpo, as vísceras. Descreve a ereção do poste, como os homens o descascam com pancadas e palavras agressivas, e como as mulheres o abraçam fortemente e nele esfregam sensualmente suas vulvas. A carne trazida pelos caçadores disposta em torno do poste, assim como uma panela com bebida fermentada colocada ao pé do mesmo, são como ofertas do Ieipari. E as mulheres, ao tomarem desta bebida, dizem reveladoramente que estão bebendo um filho.
Essa apresentação inicial, que constitui o primeiro capítulo, é em si mesma autônoma, não depende do que segue para ser compreendida. Dir-se-ia que o livro se compõe de partes que acrescentam mais sentido í apresentação inicial, mas elas próprias também autônomas.
O capítulo referente í cosmogonia e í cosmologia aponta a origem de certos elementos integrantes do rito ou aspectos da condição humana que levam a sua realização: o instrumento de sopro que a divindade principal tocava para manter a calma e boa ordem no céu, onde a humanidade vivia de modo paradisíaco, e que hoje faz a música de fundo das festas; a eclosão de um conflito que redundou na quebra da casca do céu, obrigando a humanidade a viver sobre os seus fragmentos, misturada aos seres maléficos até então mantidos do lado de fora; o ensino da festa, destinada a trazer novos filhos, pelo bicho-preguiça, que também deu aos humanos as flautas, a tecelagem em algodão e palha e povoou a mata de animais de caça; a recusa das mulheres em continuar a aplicar as técnicas destinadas a trazer de volta í vida aqueles que morriam, como faziam antes da catástrofe, de modo que a morte se instalou definitivamente entre os humanos e serviu para que a divindade, agora transformada na vingativa onça preta, transformasse as partes em que divide os corpos dos defuntos numa série de seres danosos; a viabilização da caça por intermédio das relações de reciprocidade entre os xamãs e os espíritos donos de animais, em que estes dão í queles bichos para criar e por sua vez criam um certo tipo daqueles seres danosos oriundos dos mortos. Se o primeiro capítulo sublinha a ausência da vingança nas palavras que os araras dirigem ao inimigo, o segundo não trabalha o teor da vingança que atribui ao ser supremo.
A vingança ou sua ausência no conflito com o inimigo poderia ter sido um dos temas de discussão no terceiro capítulo, que se limita ao contato entre os araras e os brancos. Não tenta reconstituir as relações dos araras com outras etnias indígenas, a não ser com os caiapós, mas estes apenas enquanto participantes das frentes de atração. Chama a atenção para o fato de os brancos não se contarem entre as vítimas cujas cabeças serviam de centro ao rito arara, até o momento em que a construção da Transamazônica pressionou fortemente pelo estabelecimento do contacto. Que etnias indígenas teriam sido alvo das incursões araras, que motivos os moviam contra elas, ou, ao contrário, que razões os faziam limitar-se í defensiva são perguntas que talvez o Autor não tenha feito ou, se as fez, das respostas não tirou proveito.
No quarto capítulo examina a coexistência de uma classificação horizontal dos termos de parentesco, aplicada aos membros da própria unidade residencial, com uma oblíqua, referente í s relações com outras unidades. Mostra como oferecimento ritual da bebida fermentada, que se faz entre a irmã (ou o marido dela) e o irmão, moradores de casas diferentes, é coerente com a classificação oblíqua. Observa também que um homem, ao dar sua irmã em casamento, pode reivindicar em troca a filha daquele que a recebeu, que não precisa necessariamente ser filha dessa ou de outra irmã. E ainda, quando uma mulher, dentre aquelas com quem, pelo jogo das trocas, pode aspirar a ter como esposa, se casa com outro homem, este último passa a lhe dever uma irmã ou filha. Em outras palavras, uma esposa reivindicada que se torna cônjuge de outro gera dívida como se fosse uma irmã a este cedida. Sem dúvida tudo isso é muito convincente e feito com maestria, apesar de as trocas de mulheres examinadas nos casos concretos mais parecerem deduções das genealogias do que descritas em depoimentos dos araras. Mas tendo em vista o rito que constitui o tema do livro, este capítulo talvez fosse o lugar de examinar também certas relações como a dos amigos de guerra, que, ao sacrificarem juntos um inimigo, trocavam entre si temporariamente as esposas. Se, tal como a dos amigos de caça (recrutados entre os afins reais do mesmo grupo residencial), essa parceria tinha como protótipo genealógico a relação MB/ZS, mas escolhidos em outros grupos residenciais, no passado grupos locais distintos, ela poderia ter sido mais um motivo para o Autor examinar a guerra como um fator de articulação entre os vários grupos locais. Quem guardava o crânio do inimigo e o usava como instrumento musical? Quem guardava os ossos dos membros, a pele da face, o escalpo? Como se fazia a circulação desses troféus? Que importância teriam estes nos ritos de passagem relativos í idade? São questões que poderiam ter sido exploradas neste capítulo.
O quinto capítulo na verdade abrange dois. Sua parte inicial (pp. 305-343) trata da relação entre os modos de dar, as coisas dadas e as relações sociais envolvidas, de um lado, e os valores morais, de outro. A classificação das formas de dar bens e prestar serviços mostra-se sobremodo complexa, a ponto de mal poder ser ilustrada pela clássica esfera que combina os diferentes tipos de troca com a distância social, desde o núcleo da reciprocidade generalizada característica dos parentes próximos até a capa mais externa da reciprocidade negativa associada aos inimigos. Além disso, no caso dos araras, esse gradiente é distorcido pelos ideais de generosidade, gentileza, solidariedade, de maneira que a representação gráfica escolhida pelo Autor lembra os esquemas demonstrativos da influência do Sol e da Lua nas marés oceânicas (p. 337).
Na segunda metade do capítulo (pp. 343-385), o Autor retoma o grande rito anteriormente descrito e o analisa segundo três seqüências, paralelas: a sucessão de festas, a das músicas, que já apresentara anteriormente, e a ordem das fases (marcadas por tarefas ou deslocamentos dos participantes). Uma incursão na teoria da linguagem de Hjelmslev não nos parece ter trazido novas luzes para a compreensão do rito. Por outro lado, neste capítulo e na conclusão, que o segue, a idéia de “sacrifício”, presente no título do livro, é tratada de modo demasiado sumário; Hubert e Mauss não são convocados, e nem mesmo aquele que os seguiu no exame do mais discutido dos ritos de tratamento dos inimigos em nosso continente, Florestan Fernandes.
Tal como a classificação da bebidas de acordo com a altura das partes dos vegetais das quais são produzidas (figura da p. 62) ou tal como o poste Ieipari, centro do grande rito, poderíamos dizer que a interpretação desenvolvida no livro passa do mais substancioso para o mais etéreo í medida que se desloca da base para o topo. Muito de mistério ainda paira sobre a cabeça do inimigo. Mas certamente o Autor continuará a busca de mais sentido com a elaboração de outros trabalhos.


Ciudad del Este es la típica ciudad de frontera… Entre Paraguay y Brasil, es un poco híbrida, pero al mismo tiempo, tiene su propio toque… El aroma de actividades ilegales y contrabando de todo tipo llena el aire… El calor, las calles abarrotadas, los miles y miles de objetos en venta…

cliente irc multiplataforma: http://gaim.sourceforge.net/ – baixe instale libre software…

Para o Desafiatlux cogita-se intervenção em shoppings, turne no sul ou no norte
Last Message 3 hours, 30 minutes ago
ler de baixo pra cima
* octavio : fui
* octavio : to no ar
* Lois Lancaster : Abraço a todos. FUI
* Lois Lancaster : Bom, então tá, conversamos outra hora.
* Lois Lancaster : É, mas aí não rola o processo de interação com o público, fica uma parada meio inerte.
* nillow : vc pode vir no final de semana.. e preparar com a gente e o resultado fica durante a semana
* Lois Lancaster : OK. Mas esse horário é bom. Pode ser em algum outro domingo.
* nillow : vamo marca um outro horario melhor.. esse chat ta dando creps!!
* Lois Lancaster : Em tempo – legal que dia 26 de agosto tem programação, é meu aniversário 😉
* Lois Lancaster : Não posso mais faltar ao trabalho, pra mim só dá fim-de-semana
* Lois Lancaster : PERGUNTA – é pra sacanear mesmo ou vocÃ?Å s estão colocando tudo durante a semana porque?
* glerm : da uma olha mais pra baixo naquele post com a foto do frenkeinstein. da uma lida e me pergunta.
* glerm : da uma olha mais pra baixo naquele post com a foto do frenkeinstein. da uma lida e me pergunta.
* Lois Lancaster : Qual o período da mostra mesmo?
* Lois Lancaster : Tem que ficar numa sala fechada. E por ironia, a última vez que apresentei ela usei um amp Ciclotron 🙁
* Lois Lancaster : O que? A performance? No formato da sala que a abrigar. Pode ficar rolando por 4 horas ou mais
* nillow : ta em q formato?
* lucio de araujo : tenho uma espeingarda de pressão e uns chumbinhos
* Lois Lancaster : Legal. Esse mês já gastei todas minhas economias, mas vamos ver um fim-de-semana em agosto, melhor mês do mundo
* nillow : melhor impossivel!!
* Lois Lancaster : Pode incorporar mais instrumentos do pessoal daí
* Lois Lancaster : Eu tenho uma performance com baixo baseada numa velha piada, já apresentei por aqui na bienal de dança
* glerm : sim, claro. se voce quiser pintar aqui seria massa
* nillow : claro.. demoro
* Lois Lancaster : Ou tem que ser educativo/didático?
* Lois Lancaster : Essa mostra é pro que quiser rolar? Posso mandar algum trabalho?
* nillow : 3 canais um de voz, um de teclado e um pra guita… irado
* glerm : da ideia ae. pergunta alguma coisa. FALA SÉERIO
* Lois Lancaster : Não, vocês ficam mandando um monte de coisa que não vou poder aproveitar, pescar algo aí no neio é difícil.
* glerm : c leu a parada da mostra, lois?
* Lois Lancaster : Hahahah Ciclotron é muito sarapa.
* nillow : tem um ciclotron serve?
* Lois Lancaster : Vocês têm amp Gallien – Krueger de baixo aí?
* glerm : irc
* Lois Lancaster : Isso! Nada
enviada pelo alexandre, mais farinha pro angú:
portuí±ol / portunhol
O que é o portunhol? Uma língua? Uma síntese entre o português e o
espanhol? Um diálogo espontâneo entre idiomas parecidos? Uma
necessidade recíproca de comunicação? Uma invenção de fronteiras? Uma
linguagem de viagem?
Partindo do uso do portunhol como cruzamento, como fusão, esta
convocatória o convida a pensar encontros, misturas, pontes,
sobreposições, confusões, erros, mal-entendidos, confluências,
interseções entre Brasil e Argentina.
Todos aqueles que desejarem participar da mostra portuí±ol / portunhol
poderão enviar:
objetos, palavras, fotos, desenhos, canções, vídeos, poemas, mails,
contos, pinturas, instrumentos, diários, performances, tortas, filmes,
barulhos, passos de dança, cartas, páginas web, slides, drinques,
roupa, esculturas, revistas, crônicas, instalações, movimentos,
gravações, sons, esportes, artefatos, ensaios, blogs, danças, etc.,
etc”¦.
Enviar anexo: nome, endereço, e-mail, dados da obra e informação que
julgue necessária.
O material recebido será exposto no próximo mês de agosto na Fundación
Centro de Estudos Brasileiros.
Data de inscrição: de 15 de junho ao 22 de julho de 2005
Coordenação: Karina Granieri / Ivana M. Vollaro
Fundación Centro de Estudos Brasileiros
Esmeralda 969 / Buenos Aires, Argentina
Tel. 011 4313-6715 (de 15 a 19 hs.)
e-mail : galeria@funceb.org.ar
www.funceb.org.ar

Tis we and you and ye and me and hymns and hurts and heels and shields …
— speciMEN quando JOVEnnnn

DESCOBRI!!! DESCOBRI!!! O QUE É braZil!!!!!!!!

sticker nation: http://www.worldlingo.com/wl/translate?wl_url=http://www.guerrigliamarketing.it/&wl_srclang=it&wl_trglang=pt
tu puede cambiar tu ESCUDOS por SHILLINGS ??????

+Yelling halfviewed their harps. í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥

cade a minha linguaí¿ cade a minha americaí¿ cade a minha europaí¿ QUEm FALO Euí¿ O muro caiuí¿ onde é o lesteí¿ o sal nasceuí¿

desculpe tLoquei alguns nomes e datas e peLdi as notas fiscais. mas é veLdade.

gais
Use as bandeiras ao lado pra traduzir os textos pra outros sintomas:

AS BANDEIRAS ALI EM CIMA NÃO ESSAS – EU NÃO TENHO UM DEDO PRA APONTAR – MAS SÃO AS BANDEIRAS QUE ESTÃO ALI ALI ALI DO LADO – EM CIMA A ESQUERDA… E NÃO SÃO ESSAS ACIMA MAS SÃO BEM PARECIDASSSSSSSSS. í¨ só clicarR nas bandeiras. As de cima
Cata tapuia Paulo
Não se abate a tapir.
Cata tapuia Paulo
Só teme fugir.salveO
enquanto isso nos bastidores do projeto A-atonal:

Mal tenho lapso de fugir pelas vias de fato, já se antecipam a minhas medidas de urgentes inseguranças, bananescamente, os predadores de mim! Cui haec pudet videre, omnia linces licet, nisso atento, atentado considere-se, pelo menos nos mínimos detalhes. Seja lá como fôr, faça por onde sê-lo, que é por aí que se passa ao que só narro se já souberes. Vai entrando milagros adentro da substância, cerimônias não quadram bem com as voltas que o assunto dá, nesta roda em que compadres dão o pão í s malvadezas dos companheiros de história, í reviravolta sua revelia faz girar a falta. De miudezas não se argua, que só se prezam por recheio e muito no entanto são por onde se conduz o ligeiro trânsito da vida. Quem nato em pecunha, leito de vicunha, trono de Polonha, desdenha cavalo a quem se ordena, vaca a que se ordenha sem comprar, por um tiro a êsmo no mapa em prol de qualquer Sardenha? Nenhuma outra vem sendo minha môsca. Gera quem não gala, joga quem nega que vai dizer lá fora.
catatau
go_to_goto
to listaleminski
More options Jul 12 (3 days ago)
acabei de achar aqui nos meus arquivos…
* (referência í areia posta a descoberto depois de levantados os paralelepípedos para fazer barricadas) /
[1] Essas frases de Maio de 68 foram retiradas das seguintes fontes: www.mai68.net ; http://www.dhnet.org.br/desejos/revoluc/maio68slg.htm ; e dos livros I.S Situacionista. Teoria e prática da revolução. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2002 ; I.S., BERENSTEIN JAQUES, Paola (org). Apologia da deriva. Escritos situacionistas sobre a cidade. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003 ; e COELHO, Teixeira. Guerras Culturais. São Paulo: Iluminuras, 2000.
..aperte o botão marrom…