código aberto

AS 1000 PRIMEIRAS LINHAS DO CROMOSSOMA 1


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Sistema de arte ou sistemas de arte?

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Sistema de arte ou sistemas de arte?

Existe o sistemão e me parece que tudo que surge de novo fora dele gera um novo sistema… Outrora, seriam movimentos, hoje vejo-os como sistemas. Sim e não, ainda não tenho certeza disso, mas uma coisa me parece certa – se tentarmos arrolar todos os tipos de trabalhos e ações artí­sticas veremos que desde as mais antigas formas de nosso mercado, as galerias, í s intermediárias, as instituições, até as mais novas, que lidam com processos abertos, polí­tica, intervenções no espaço público – encontra-se um ponto comum: a nossa total inabilidade para lidar e criar no contexto econômico-financeiro. Seja para lidar com sistemas já existentes e/ou ultrapassados ou para criar novas formas de conduta, nos colocamos sempre fora, como se o contexto econômico não fosse polí­tico e como se o pensar e criticar (n)essa esfera não pudesse ser matéria de nosso trabalho. Essa questão é imensa e mexe desde com o próprio sentido do trabalho até com a herança histórica do mecenato e das nossas relações com o poder.

O artista de galeria hoje não assina contrato, não tem controle sobre o preço final de sua obra e vê a mais-valia de seu trabalho bancando a inépcia dos galeristas em lidar com novas formas de comércio de arte na contemporaneidade.

O artista de instituição não recebe pelo seu trabalho e muitas vezes paga para ver o seu trabalho devidamente montado e iluminado. Eventualmente, recebem em forma de escambo alguns produtos como textos, catálogos, convites. Recebimento integral e em espécie, que cubra a execução da obra e cachê, é rarí­ssimo!

O artista que lida com outras formas de atuação geralmente pratica uma mescla de várias coisas, enquanto segue o seu processo e busca novas respostas para velhas perguntas: Como produzir livremente? Algum dia fomos livres para produzir? Algum ser humano é incondicionalmente livre?

Alguns de nós ainda criam produtos. Os produtos mudaram, mas o mercado os engessam perseguindo ainda a tal aura do objeto único, insistindo em tiragens mí­nimas, que não mais se relacionam com o processo e limitação do suporte, mas apenas com a demanda do mercado. Outros prestam serviços, mas não são agenciados e nem remunerados devidamente. Existe uma total confusão temporal atingindo o nosso mercado de trabalho e nunca nos detemos para analisar suas causas e conseqüências.

Como exemplo de uma tentativa de remuneração por serviço, temos o Canal Contemporâneo, cujo processo já leva quatro anos e meio; sua cobrança de assinaturas, que funciona como uma espécie de vaquinha entre a comunidade para promover a sua autosustentabilidade, ainda não é capaz, depois de três anos em vigor, de gerar sua auto-suficiência. Ou seja, aquilo que ele oferece a sua comunidade não é suficiente para gerar sua independência financeira e, para seduzir outras contribuições, seria necessário oferecer mais. Para oferecer mais, é preciso mais recursos para investir nessa demanda. Aí­ entram as parcerias com instituições e patrocinadores… Faz parte do processo, certo, mas como entrar em contato com outras esferas do sistema sem prejudicar a substância do trabalho?

Tenho pesadelos ao pensar na situação atual do PT, que, como partido, pretendia obter os seus recursos de campanha na própria coletividade, através das contribuições vindas de seus integrantes. Em que momento isso mudou? Em que momento o crescimento do partido gerou uma demanda maior do que a que a sua própria coletividade podia bancar?

Enfim, pensar o nosso contexto com o ruí­do dos acontecimentos nacionais, pensar micro e macro cruzando todas as experiências e resultados, não é mole, não…

Abraços,
Patricia Canetti

chat 25/07/2005

Last Message 2 minutes ago

* lucio de araujo : tava no posto, tirei umas fotos e desloquei uma cadeira que na verdade é um posto
* lucio de araujo : dae
* guest_7624 : já que seu telefone não tá ligado Glerminho, vou deixar pra encontrar vcs outro dia ;-(
* guest_7624 : vcs ainda estão por aí­? voltei da aula agora e acabei de passar no posto e não tinha ninguém
* organismo : blz
* glerm : falou… lucio, vamos combinar de deixar seu computador na minha casa esta semana pra eu tentar fazer a placa de ví­deo funcionar
* organismo : ok valeu, melhoras ai
* glerm : blargh to podre. vo nessa
* organismo : blz
* glerm : vou tentar colocá-lo daqui a poco
* organismo : ok
* glerm : é que eu não to com o meu computador aqui agora. ele ta fora da net
* glerm : í«linkí»
* glerm : decobri este esquema: í«linkí»
* organismo : mando por email
* glerm : mas ja passei pra ogg
* glerm : nao da agora
* glerm : parece um filme
* organismo : da pra manda um trexo agora (interr)
* glerm : eu escutei tudo, 1:40
* glerm : é muito masssa a espacialização dos dois microfones em stereo
* glerm : ficou ótimo
* glerm : a do nascimento, da ultima quarta
* organismo : qual delas
* glerm : fiquei ouvindo ontem a gravação
* organismo : boa
* glerm : 16/09 – sexta – reprodução (destino – impotência sobre o outro – responsabilidade) Ritos de popularização do mito ORGANISMO pela cidade Banalização e profanação do seu nome em manifesto Criação e discussão de uma problemática sobre a identidade ORGANISMO e os futuros avatares Festas simultanêas em locais distintos
* organismo : por mim tudo bem (octavio)
* glerm : ces vão no posto?
* glerm : ok
* organismo : ok (interrogaçao)
* organismo : o rafael volta na quarta das 18 as 19 e 30
* organismo : ecumeniada 19 de agosto de 2005
* organismo : outra coisa que ta rolando e a proposta do octavio de fala sacra no dia do batismo
* glerm : du caralho isso

O fim da Segunda Feira está próximo

como acordei esta segunda feira vomitando, isto é, não morri… Acredito que a pajelança tem funcionado, a onça espreita mas mantém a respeita e preciso logo tirar este monstro da minha pança. Portanto, Alguémukarãngmãiepari convida hoje as 19 e TRINTA E TRÃ?Å S:

PARA mais um final de

2a

, afinal estamos TRABALHANDO:

vomitei hoje

Afastado da terra, o morto deve ir secando gradativamente, perdendo o que ainda lhe restava de substâncias vitais para o conjunto de seres metafí­sicos que passam a rondar os cadáveres, alimentando-se daquilo que antes dava vitalidade ao defunto. A funerária Ukarãngmã é, assim, uma espécie de devolução das substâncias vitais que os humanos extraem do mundo; uma troca ou reciprocidade escatológica para com os demais seres do mundo.

Segunda Feira
–>
25/07/2005

ECOGRAFIAS DE ORGANISMO

Filmagens para uso na concepção de Organismo – Levem + cameras ( temos 2)

Logí­stica para a festa de Crisma-Mitzvah-Ramadã-Iepari-PERDA DO CABAÇO de ORGANISMO NA SEQUENCIA…

Local:
ESTUDIO MATEMA
Rua Marechal de ODORo ao lado da c and A – Prédio da Galeria Ritz

2o andar – 207

19:33
dúvidas: 99889285 (glerm)


e na sequencia:
CELEBRAÇÃO DO FIM DE MOONDAY – O DIA DA LUA

LOCAL:
NOSSO POSTO ABANDONADO

23:59hs
R. Solimões esquina
 com Rua Tapajós

Os Ukarãngmã não possuem um termo especí­fico para “aldeia”, reunião de casas em um espaço comum. A indistinção entre casa e aldeia aponta também para o fato de que, como no passado, e não muito remoto, uma única casa pode ser toda a extensão da moradia de um grupo local; sem o reconhecimento de uma “aldeia” propriamente dita, espaço de reunião de diferentes moradias, os Ukarãngmã vêem como co-extensivas, a casa e a aldeia.

Sirius B: inária

Talvez a mudança misteriosa da cor de Sirius tenha algo a ver com a estrela companheira de Sirius, já que ela é uma estrela binária. No iní­cio de 1844 o astrônomo alemão Friederich Bessel notou que Sirius não se movia no céu de uma forma reta, como as outras estrelas fixas, mas sim seguia um caminho serpenteado. Bessel concluiu que Sirius teria uma companheira invisí­vel cujos efeitos gravitacionais provocavam este comportamento. Foi somente em 1862 que esta companheira, chamada de Sirius B, foi realmente descoberta através de um telescópio e apareceu como um pequeno ponto de luz perto da luminosa Sirius A.

Eye for an I

Sirius Funesta

insculpiu nele os céus e o mar e a terra;
Nele as constelações, do pólo engastes,
Orion valente, as Hiadas, as Pleias,
A Ursa que o vulgo denomina Plaustro,
A só que não se lava no Oceano

iliada xviii O.M.

Edna Leigh argumenta que os 45 regimentos detalhados no catalogo das naus, no canto II da Ilí­ada, representam as 45 constelações conhecidas na antiguidade clássica na Grécia. Parte desta evidência deriva de um poema entitulado “phaenomena” escrito por Aratus no ano 270 a.c e dedicado ao grande matemático Eudoxus, do século IV a.c, colaborador de Platão. Este poema nomina estas 45 constelações, porém as situa nas posições correspondentes ao céu de 3000 – 1800 a.c. Não somente as constelações combinam em número com os regimentos da ilí­ada, este poema de Aratus é também mais uma evidência do alcance da poesia no conhecimento astronômico da época. A isto segue-se uma comparação entre os regimentos e as constelações. As estrelas individualmente são representadas por heróis, sendo que as mais brilhantes em cada constelação representam os principais chefes. Aquiles é Sirius na constelação de Cão Maior. Odysseus, Arcturus. Menelau, a estrela vermelha gigante Antares em Escorpião. Agamemnom, Regulus em Leão. O enredo da ilí­ada também corresponde ao movimento destas constelações no céu noturno ao longo de milênios. Porém o argumento mais contundente proposto por Edna é a identificação na Ilí­ada das mudanças no céu decorrentes da precessão do eixo da terra, um ciclo de aproximadamente 26.000 anos, mais conhecido como “precessão dos equinócios.
As primeiras mudanças observáveis causadas pela precessão dos equinócios são primeiramente: o giro das constelações heliacais (constelações que surgem com o sol durante o equinócio ou solstí­cio). Segundo, o surgimento ou desaparecimento de um grupo especifico de estrelas, dependendo da sua latitude, e terceiro, o movimento da estrela polar.
De acordo com Leigh, Homero descreve o movimento das constelações heliacais através da morte ou vitoria dos seus heróis. Assim, por exemplo, Menelaus de Escorpião é atacado por Pândaro de Sagitário. Menelau vence e Pândaro morre, espelhando a mudança de sagitário para escorpião nas constelações heliacais no equinócio de outono ocorrida por volta de 4400 a.c. O giro das constelações heliacais vernais também é registrado da mesma maneira assim como as mudanças que ocorreram no seguinte giro equinocial por volta do ano 2200 a.c
A morte de Osí­ris possivelmente representa o desaparecimento de Orion das constelações heliacais por volta do ano 6700 a.c.
Ã?Ë? o retorno de Aquiles ao campo de batalha que nos remete no calendário astronômico até 8700 ac. Sirius, a estrela mais brilhante do hemisfério norte desapareceu dos céus da grécia por volta de 15 000 anos antes de cristo em função da precessão dos equinócios. O seu ressurgimento certamente foi dramático, se é que esta memória permaneceu na mente dos antigos. A autora argamenta convincentemente, que a importância dada ao retorno deste herói na ilí­ada representa este mega evento astronômico
Uma das mais elaboradas descrições deste evento na ilí­ada esta no canto XVIII, na descrição do novo escudo de Aquiles confeccionado por Vulcano
É aqui que Homero nos apresenta uma imagem astronômica direta: “Ele esculpiu os céus, a terra, e o mar. A lua cheia e o Sol incansável, com todos os signos que glorificam o rosto do céu. As plêiades, as Hiades, o imenso Orion, a Ursa, que sempre se volta ao mesmo ponto em direção a Orion, e é a única que jamais repousa no Oceano.” Estas estrelas em particular marcam a região dos céus noturnos na qual Sirius e sua constelação, Cão Maior, ressurgiram

ASPAS

O Em-si

Segundo a fenomenologia e o existencialismo, o mundo é povoado de seres Em-si. Podemos entender um Em-si como qualquer objeto existente no mundo e que possui uma essência definida. Uma caneta, por exemplo, é um objeto criado para suprir uma necessidade: a escrita. Para criá-lo, parte-se de uma ideia que é concretizada e o objecto construí­do enquadra-se nessa essência prévia. Um ser Em-si não tem potencialidades nem consciência de si ou do mundo. Ele apenas é. Os objectos do mundo apresentam-se í  consciência humana através das suas manifestações fí­sicas (fenómenos ).

O Para-si

A consciência humana é um tipo diferente de ser, por possuir conhecimento a seu próprio respeito e a respeito do mundo. É uma forma diferente de ser, chamada Para-si. É o Para-si que faz as relações temporais e funcionais entre os seres Em-si e ao fazer isso constrói um sentido para o mundo em que vive. O Para-si não tem uma essência definida. Ele não é resultado de uma idéia pré-existente. Como o existencialismo sartriano é ateu, ele não admite a existência de um criador que tenha predeterminado a essência e os fins de cada pessoa. É preciso que o Para-si exista e durante essa existência ele define, a cada momento o que é sua essência. Cada pessoa só tem como essência imutável, aquilo que já viveu. Posso saber que o que fui se definiu por algumas caracterí­sticas ou qualidades, bem como pelos atos que já realizei, mas tenho a liberdade de mudar minha vida deste momento em diante. Nada me compele a manter esta essência, que só é conhecida em retrospecto. Podemos afirmar que meu ser passado é um Em-si, possui uma essência conhecida, mas essa essência não é predeterminada. Ela só existe no passado. Por isso se diz no existencialismo que “a existência precede e governa a essência”. Por esta mesma razão cada Para-si tem a liberdade de fazer de si o que quiser.

Relativo ao Carbono 14

Carbono 14

Calendário
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Para outros significados de Calendário, ver Calendário (desambiguação) .

Um calendário é um sistema de medida para longos perí­odos de tempo. Calendários geralmente definem unidades de espaço em termos de dias, com unidades maiores para múltiplos dias. Essas unidades recebem nomes ou números para facilitar a lembrança de eventos ou acontecimentos históricos e planejar eventos futuros. A palavra calendário é usada também para descrever o aparato fí­sico (geralmente de papel) para o uso do sistema (por exemplo, calendário de mesa), e também um conjunto particular de eventos planejados.

Um momento é um perí­odo muito curto de tempo (o quanto não importa, já que é menor que o menor perí­odo de tempo). Um dia é um conjunto de momentos; normalmente, um dia tem 24 horas. Uma data é um nome de um dia, de acordo com algumas convenções. Um calendário é uma convenção nominal de dias.

Praticamente todos os sistemas de calendário utilizam uma unidade coloquialmente chamada de “ano” que se aproxima do ano tropical da Terra (ou seja, o tempo que leva um completo ciclo de estações) para facilitar o planejamento de atividades agrí­colas. Muitos calendários também usam uma unidade de tempo chamada ” mês” baseado nas fases da Lua no céu; um calendário lunar é aquele no qual os dias são numerados dentro de cada ciclo de fases da Lua. Como o comprimento do mês lunar não se encaixa em um divisor exato dentro do ano tropical, um calendário puramente lunar rapidamente se perde dentro das estações. Os calendários lunares compensam isso adicionando um mês extra quando necessário para realinhar os meses com as estações.

No ocidente, o calendário juliano baseado em anos foi adotado. Ele numera os dias dentro dos meses, que são mais longos que o ciclo lunar, por isso não é conveniente para seguir as fases da Lua, mas faz um trabalho melhor seguindo as estações. Infelizmente, o ano tropical da Terra não é um múltiplo exato dos dias (é de aproximadamente 365,2422 dias), então lentamente cai fora de sincronia com as estações. Por essa razão, o calendário gregoriano foi adotado mais tarde na maior parte do ocidente. Por usar um sistema flexí­vel de ano bissexto, pode ser ajustado para fechar com as estações como desejado.

Calendários podem definir outras unidades de tempo, como a semana, para o propósito de planejar atividades regulares que não se encaixam facilmente com meses ou anos.

Calendários podem ser completos ou incompletos. Calendários completos oferecem um modo de nomear cada dia consecutivo, enquanto calendários incompletos não. O primeiro calendário romano — que não tinha tinha nenhum modo de designar os dias dos meses de inverno que não fosse agrupar todos juntos como “inverno” — é um exemplo de um calendário incompleto, enquanto o calendário gregoriano é um exemplo de calendário completo.

Calendários em uso na Terra são freqüentemente lunares, solares, luni-solares ou arbitrários. Um calendário lunar é sincronizado com o movimento da Lua; um exemplo disso é o calendário islâmico. Um calendário solar é sincronizado com o movimento do [[Sol]; um exemplo é o calendário persa . Um calendário luni-solar é sincronizado com ambos os movimentos do Sol e da Lua; um exemplo é o calendário hebraico. Um calendário abritrário não é sincronizado nem com o Sol nem com a Lua. Um exemplo disso é o calendário juliano usado por astrônomos. Há alguns calendários que parecem ser sincronizados com o movimento de Vênus, como o calendário egí­pcio; a sincronização com Vênus parece ocorrer principalmente em civilizações próximas ao equador.

Calendários podem ser pragmáticos, teóricos ou mistos. Um calendário pragmático é o que é baseado na observação; um exemplo é o calendário religioso islâmico. Um calendário teórico é aquele que é baseado em um conjunto estrito de regras; um exemplo é o calendário hebraico. Um calendário misto combinas ambos. Calendários mistos normalmente começam como calendários teóricos, mas são ajustados pragmaticamente quando algum tipo de assincronia se torna aparente; a mudança do calendário juliano para o calendário gregoriano é um exemplo, e o próprio calendário gregoriano pode ter que receber algum ajuste próximo ao ano 4000 (como foi proposto por G. Romme para o calendário revolucionário francês revisado). Houveram algumas propostas para a reforma do calendário, como o calendário mundial ou calendário perpétuo. As Nações Unidas consideraram a adoção de um calendário reformado por um tempo nos anos 50, mas essas propostas perderam muito de sua popularidade.

O calendário gregoriano, como um exemplo final, é completo, solar e misto.
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Sistemas de calendário

* Calendário asteca
* Calendário chinês
* Calendário egí­pcio
* Calendário gregoriano
* Calendário hebraico
* Calendário islâmico
* Calendário juliano
* Calendário maia
* Calendário romano
* Calendário solar
* Calendário lunar

Chamada NOVA

Segunda Feira
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25/07/2005

ECOGRAFIAS DE ORGANISMO

Filmagens para uso na concepção de Organismo – Levem + cameras ( temos 2)
Sessão de Cinema aleatório ( trechos randômicos de Waking Life, PI, Idade da Terra, Revolution Os e o que + levarem)
Logí­stica para a festa de Crisma-Mitzvah-Ramadã-PERDA DO CABAÇO de ORGANISMO NA SEQUENCIA…

Local:
ESTUDIO MATEMA
Rua Marechal de ODORo ao lado da c and A – Prédio da Galeria Ritz

2o andar – 207

19:33
dúvidas: 99889285 (glerm)


e na sequencia:
CELEBRAÇÃO DO FIM DE MOONDAY – O DIA DA LUA

LOCAL:
NOSSO POSTO ABANDONADO

23:59hs
R. Solimões esquina
 com Rua Tapajós

Que legaaaalllll!!!

zumbibola

É preciso perceber que o seu hálito é ruim. E você ainda tem o hábito de falar muito próximo í s pessoas…. consulte um dentista ou pergunte com sinceridade í  alguma amigo ou amiga como é o seu hálito, e eles te dirão. Você leu numa revista que mascar um dente de alho pela manhã faz muito bem í  saúde, mas e os outros que são obrigado a sentir o cheiro de alho em sua boca o dia todo? Você gosta de sanduí­che de mortadela com guaraná sem gelo. Isso pode ser do seu gosto, mas a mortadela fermentando em seu estômago o faz arrotar azedo a tarde toda…

Você perdeu a noção do ridí­culo e pensa que é engraçado(a) o tempo todo. Faz piadinhas de todo mundo, ironiza com a roupa dos colegas, põe apelido no primeiro que passa í  sua frente. Todos riem e você pensa que é engraçado…. Muitas pessoas riem é “de vocꔝ e não das gracinhas que você faz. Aquela sua mania de contar piadas toda vez que chega perto de um grupo, saiba que muitas vezes é ridicularizada por todos. Você deixa de ser levado(a) a sério e fica conhecido como o(a) engraçadinho(a) de mau gosto e só!

Ah, e cuidado! Decididamente você não freqüentou uma pré-escola pois é incapaz de saber que pessoas educadas, no mí­nimo, pedem desculpas, dizem “por favor” e “obrigado” e além disso pedem licença ao passar ou ao interromper uma conversa. Você não! Você parece que saiu de uma estrebaria! Você é grosso(a) e não percebe. Você entra no meio das conversas sem pedir licença. Você passa na frente dos outros atropelando todo mundo como uma motoniveladora. Você pede as coisas sem dizer “por favor” e quando recebe parece nunca ter ouvido a palavra “obrigado” que da sua boca nunca foi ouvida. “Desculpe-me” então, jamais alguém ouvirá. Você não se subordina a essas “bobagens”….

Mais uma coisa. Você não se apercebe, mas as pessoas já colocaram em você o apelido de “gambᔝ! Você não usa desodorante; não lava suas roupas com a necessária freqüência. Você cheira a cigarro. Seu cabelo parece uma caixa ambulante de charutos! Não custa usar um perfume. Hoje existem lavandas que não são caras e que podem tirar aquele odor de corpo que o(a) caracteriza e que todos notam. As células olfativas se adaptam com muita rapidez e você não sente o próprio cheiro que todos abominam. Vivemos num paí­s tropical e nem sempre temos ar condicionado í  nossa disposição em todos os lugares. Assim, o suor é normal e quase sempre tem um cheiro não muito agradável. Pense nisso. Invista num bom desodorante e perca o medo de tomar um bom banho todos os dias…. Seus colegas de trabalho ficarão muito gratos!

Desculpe, mas eu sou seu amigo e tinha que dizer isso, pro seu próprio bem.

DE_deMOlir


Segundo os Rosacruzes, diz-se de um corpo cuja densidade é ainda inferior à do corpo vital e por meio do qual o homem exerce suas faculdades emocionais. Tal corpo amadurece no homem apenas na puberdade e tem a forma de uma esfera achatada, que circunda o corpo denso, sendo preso a este por meio do fígado. Após a morte, este corpo adquire a mesma forma do corpo denso durante a vida terrestre e permanece vivo por cerca de dois terços do tempo em que o indivíduo tenha vivido no mundo físico.

………..
……………..
….. dúvidas

A histeria é uma estrutura psíquica que mais se aproxima da feminilidade. O desejo no caráter histérico é, como todo o desejo humano, um desejo que se mantém eternamente insatisfeito.

……………….
…………..

Analogias – Analogias

Em Bucareste havia duas políticas, uma de demolir tudo que pudesse ser demolido (inclusive monumentos de importância histórica ou obras-primas arquitetônicas), como o Monastério VÃcÃreÃ?Ÿti, o Monastério Sfânta Vineri, o Palácio da Justiça – construído pelo principal arquiteto da Romênia, Ion Mincu – (marcado para demolição no início dos anos 90 de
acordo com os documentos de sistematização), a outra de abandonar e negligenciar as construções que não pudessem ser demolidas e deixá-las em tal estado que seria necessário demoli-las. Mesmo a Gara de Nord, uma das mais belas estações de trem do mundo, listada entre a Lista dos Patrimônios Arquitetônicos Romenos, estava marcada para ser demolida e substituída por uma nova no início de 1992. Quer a negligência sistemática ou a demolição total que tenham afetado 70% da Bucareste histórica, incluindo áreas como Magheru-Universitate (o coração de Bucareste), Lipscani, Halelor, Domenii, a Catedral de São João, Grivitei e a Gara de Nord, a sistematização só foi interrompida pela Revolução de 1989. Muitos dos marcos Bucareste têm sido desde então parcialmente reparados e consolidados, começando com a Gara de Nord em 1993, o Palácio da Justiça em 1997 e a Universidade em 1999, mas a maioria das construções está em séria necessidade de reconstrução até hoje.

 ———  a negligência sistemática ou a demolição total?

Mythologias: Eric Raymond

What Is a Hacker?
http://www.catb.org/~esr/faqs/hacker-howto.html

The Jargon File contains a bunch of definitions of the term ââ?¬Ë?hackerââ?¬â?¢, most having to do with technical adeptness and a delight in solving problems and overcoming limits. If you want to know how to become a hacker, though, only two are really relevant.

There is a community, a shared culture, of expert programmers and networking wizards that traces its history back through decades to the first time-sharing minicomputers and the earliest ARPAnet experiments. The members of this culture originated the term ââ?¬Ë?hackerââ?¬â?¢. Hackers built the Internet. Hackers made the Unix operating system what it is today. Hackers run Usenet. Hackers make the World Wide Web work. If you are part of this culture, if you have contributed to it and other people in it know who you are and call you a hacker, you’re a hacker.

The hacker mind-set is not confined to this software-hacker culture. There are people who apply the hacker attitude to other things, like electronics or music ââ?¬â? actually, you can find it at the highest levels of any science or art. Software hackers recognize these kindred spirits elsewhere and may call them ââ?¬Ë?hackersââ?¬â?¢ too ââ?¬â? and some claim that the hacker nature is really independent of the particular medium the hacker works in. But in the rest of this document we will focus on the skills and attitudes of software hackers, and the traditions of the shared culture that originated the term ââ?¬Ë?hackerââ?¬â?¢.

There is another group of people who loudly call themselves hackers, but aren’t. These are people (mainly adolescent males) who get a kick out of breaking into computers and phreaking the phone system. Real hackers call these people ââ?¬Ë?crackersââ?¬â?¢ and want nothing to do with them. Real hackers mostly think crackers are lazy, irresponsible, and not very bright, and object that being able to break security doesn’t make you a hacker any more than being able to hotwire cars makes you an automotive engineer. Unfortunately, many journalists and writers have been fooled into using the word ââ?¬Ë?hackerââ?¬â?¢ to describe crackers; this irritates real hackers no end.

The basic difference is this: hackers build things, crackers break them.

If you want to be a hacker, keep reading. If you want to be a cracker, go read the alt.2600 newsgroup and get ready to do five to ten in the slammer after finding out you aren’t as smart as you think you are. And that’s all I’m going to say about crackers.

Porque vindo de você?

Porque eu mantenho os documentos How
To Become A Hacker
, A Brief
History of Hackerdom
, o Jargon File,
e sou mais ou menos o historiador resident dos hackers. É o meu trabalho
pensar nessas coisas.

Eric Raymond

——
lembrando a todos que levi strauss ainda vive: http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss

how to become: levi strauss ainda vive.

hacker emblem

# The glider graphic in PIC
#
# Designed by ESR, October 2003.
# The only free parameters are the box width, the line width, and the
# ratio of the dot diameter to the box width.
#
# Render with pic2graph(1) or similar tool.
#
define dot {circle filled 1}
boxwid=boxht
circlerad = 0.4 * boxht
B1: box
B2: box
B3: box
move to B1.s; down
B4: box
move to B4.e; right
B5: box
B6: box
move to B4.s; down
B7: box
move to B7.e; right
B8: box
B9: box
dot at B2
dot at B6
dot at B7
dot at B8
dot at B9

Porque vindo de você?

Porque eu mantenho oo documentos How
To Become A Hacker
, A Brief
History of Hackerdom
, o Jargon File,
e sou mais ou menos o historiador resident dos hackers. É o meu trabalho
pensar nessas coisas.

Eric Raymond

——
levi strauss ainda vive: http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss

9. Conteúdo:
O curso toma como fio condutor a história dos estudos de parentesco, iniciando com o autor que é pioneiro nessa área e considerado fundador da antropologia, L. H. Morgan. Em seguida, familiariza os alunos com as principais correntes teóricas que marcam o desenvolvimento desses estudos, conhecidas como “teoria da descendência” e “teoria da aliança”, através dos principais expoentes de cada uma. Uma vez familiarizados com as principais conceitos e abordagens dos estudos de parentesco, os alunos podem acompanhar seus desenvolvimentos mais recentes, nas “terras baixas” sul-americanas.

http://www.fflch.usp.br/da/fla0326.html

da nossa asssimetria

í¨ quem estamos aqui, agora é que são elas, eu quero leite, leite puro sem açucar, marco, claudia, gabriela, glerm, lucio, otavio, occam, nillo, estamos tudo na mesma, novas prolixas serpentes, a creolização, fotos, imagens, o corpo humano como a exemplificação e ideal alemão, Jesus, as notas falsas, vende-se uma máquina de fazer moedas, novas lí­nguas, pausa para o cigarro, a arte quanto custa, indio quer apito, data igual a dia mes ano, txt=a maça, novas formas de enxergar o mundo lentes de aumento, lentes bifurcais, um processo, uma mania, não olhar para trás, a unha de Gullar, 90 bilhoes de dolares, superficies obscura slashslash, java, levado para si um organismo, qual seu tanino, teria orfeu, acrescentemos uma nova regra, uma linha obscura cordão umbilical, tenia, sabão em pó um veneno, copro, cobro um corpo ali bem encostado entre a gorjeta que o cordão não foi cortado, tá estourando tudo, espalhou por todo um espaço, matema, recôndito, redondo consultório, consultoria, mizinfim troglodita cafateira, pausa para o café, não consigo fazer funcionar, a nota atual.

occamorganismo 20/07/2005