O mendigo e o PM – erros e tantos.

hoje eu tava pensando que talvez fosse digno vender pastel barato na rua.
todo mundo precisa comer.
pastel é barato.
mas é que dá colesterol e tem alguma máfia da farinha por trás.
mas saber português é o fardo e a porra é rimar com bardo e saber que não rima.
eu não sei fazer nada que alguém não dê um jeito de vender, o mendigo realmente tem a manha de fuder a minha vida com sua aristocracia displicente no seu reino do eu-me-fodo-sozinho-fodasse-você-me-deve.
tenho visto suas ações mais radicais mas quem ta encarando spray de pimenta no olho pra virar emulador de jesus acho que não fez a conta de quem paga a conta da virgem. tenho pensado na alfabetização do PM. PM também queria ser livre igual o mendigo. O mendigo é esperto e não quer estudar cálculo. Separar x de y, a merda e a dúvida. Me deixe delirar e sofra você.
ainda respeito suas nobrezas, justos mártires, me imponho distâncias em respeito aos que se importam comigo, mas bolo suas colônias de férias e seu sudário ( que não serei eu a guardar no baú da coroa). E tudo é penal. Processo o processo.
o mendigo acha que spray de pimenta é especiaria,
ele podia tocar na minha banda por que eu viciei na poética do herói. Igreja do deus morreu mas não fui eu.

quem pegaria a mulher do PM se ela desse mole?
quem contaria pra ele que ela que quis e chamaria pro porre?
A porta do alambique é a serventia da casa.

erros e tantos.

nadatudo ou pra onde vai o mundo daqui a um segundo… costura ae! {Ã?¿was ist pontogov?} ponto. :: Ã?¿creo, pero no hay?


> grande eh não vale a pena…

opa. agora parei pra escrever o que ta me incomoDano por que o assunto é sério, se “não vale a pena e é grande” então é SEéRIO… emula a tal da VIDA, é a rede das redes do alguém-você-que-mê-le-e-se-reconhece :: É o enter que apagaria as listas de discussão ( chamariam o exercito e me torturariam no porão? amigos-meus-amigos delirando em poderes, que tal a gente sem essa merda de internet? a gente gritando sem rima nem refrão um ” você está aqui”? será que a gente ta com tempo pra pensar?? pensar pra que? oficinaoficinaoficina? “como-eu-gravo-meu-cd” – diria o “aluno-que-quer -diploma-da-cultura-digital”… raí­zesdoBrasil é o BraZil? eles-querem-produzir-nós-queremos-transmitir-nós- queremos-produzir-nós queremos nós sendo nós nós queremos rg e o hexa? fluir em água é sangue teu sangue é imagem e semelhança do meu laço com a terra e se esvai pro adubo e SÂ e de novo é SÂ e de novo NOVO:

eu to aqui de para raio de delí­rio, eu estou nos meus ultí­mos momentos de estagiário de um ” projeto”, eu olho a hierarquia a oligarquia as reverências aos heróis totêmicos desta casta (sejam onde ainda sonham sou tuas asas onde pensas ser meu í­caro) e canetas-canetas-canetas (o numero da besta)… olho a ” hierararquia implí­cita” e vejo só um desenho = uma escultura ( não há ” núcleo duro”, meu castelo de areia) , eu que amo o erro, descobri que oiés, me perdi de novo na busca por rotina porque encontrei mais nós mais de nós e ali achei de novo mais um sintoma pra amarrar, mais uma linguagem pra tecer… corpos todos que borbulham, sinapses de cachoeira e piolho, banheiro em chamas exúaxélux réu . eu que não tenho religião nem governo, me vestindo de atlas, o peso do mundo nas costas falta muito muito mesmo pra didática ser dialética ao menos diálogo em troca, no hay gobierno nem mestre, e o medo o medo da lingua portuguesa, e os óz da cidade cimentada buscando flores no concreto buscando gí­rias nativo-brasileiras, nem tupi nem tupã, nem Nheengatu dá conta de todo o tronco exogâmico, venha rocker, venha joker ( de nariz vermelho), desafine tudo sua guitarra, eu não me importo nem com teu show nem com teu buzZness, quebre ela na parede, minha jamaica já é da sandoz (e teu neoliberal perdeu-se em rimas), ja fiz meu juramento de hipocrátes, calculo todo dia o preço dos postes, o animal me quer vegan e eu quero vegan o animal, vendeu tuas estrelas vermelhas e logos guevara, fristão não é raul nem coelho.

CHEGA DE OFICINA. querem.OS muito ++

venham pra “regional sul”, e depois do “tal fim” segura a rede por que o corpo é a antena. eu sei quem sabem onde arruma. vamos aumentando os bits da palavra-freqüencia. rumo í  além-quantica

ministério do mistério adverte – os recursos já estão em pauta, falta a pauta do curso da falta. sempre além. nãoébomnãoéruimnãoénada. sem mais mapas, atlas…

pelo fim de fausto (e ões). pela luz da estrela bailarina.

abraço aos que já me abraçam, dúvida aos que se ancoram nesta única certeza, ambos.

glerm

Thy Name is Thy, NoWhEReMEn… (there’s no place like one-ono-onu-om-own)

http://nominimo.ibest.com.br/notitia/servlet/newstorm.notitia.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=31&textCode=19673&date=currentDate&contentType=html

Em nossa “modernidade lí­quida”, como o senhor a chama, as identidades fixas se tornam cada vez mais irreais e inoperantes. No entanto, “ter uma identidade” se tornou, no mundo de hoje, uma verdadeira obsessão.

De fato, dadas as condições lí­quidas do mundo moderno, ter uma identidade fixa se tornou um projeto sinistro e, mais que isso, uma terrí­vel ameaça. Veja a grande contradição em que estamos confinados! “Ter uma identidade” significa estar claramente definido, inclui continuidade e consistência. Mas, ao mesmo tempo, nas condições fluidas do mundo de hoje, almejar continuidade e consistência se tornou uma estratégia suicida e fracassada.

A idéia de identidade ganhou importância no momento em que tanto a noção de individualidade como a de coletividade começaram a falhar. Mas a idéia de identidade carrega, em si, um paradoxo, porque ela tanto aponta para o desejo de uma emancipação individual, como para o de integração a um grupo. Logo, a busca da identidade se dá sempre em duas direções. É uma busca que se faz sempre sob fogo cruzado e sob a pressão de duas forças contraditórias. É uma luta que se torna vã, já que leva os que a travam a navegar entre dois extremos inconciliáveis: o da individualidade absoluta, e o da entrega absoluta. A individualidade absoluta é inatingí­vel. Enquanto a entrega absoluta faz desaparecer todo aquele que dela se aproxima.

Por esse motivo, a busca da identidade gera perigos potencialmente mortais, tanto para a individualidade, como para a coletividade, embora ambas apelem para ela como uma arma de auto-afirmação. A estrada para a identidade é uma rota de batalhas intermináveis entre o desejo de liberdade e o desejo de segurança, caminho, ainda por cima, assombrado pelo medo da solidão e o pavor da impotência. Por esse motivo, a “guerra pela identidade” é sempre sem conclusão e é, provavelmente, uma guerra sem vencedores, embora a “causa da identidade” possa continuar a ser ostentada.

In His Own Write.

There once upon a time was a man who was partly Dave – he had a mission in life. I’m partly Dave be would grown in the morning which was half the battle. Over breakfast be would again say I am partly Dave’ which always unnerved Betty. Your in a rut Dave’ a voice would say on his way to work, which turned out to be a coloured conductor! It’s alright for you. Dave used to think, little realising the coloured problem.
Partly Dave was a raving salesman with the gift of the gob, which always unnerved Mary. I seem to have forgotten my bus fare, Cobber, said Dave not realising it. Gerroff the bus then’ said Basubooo in a voice that bode not boot, not realising the coloured problem him-self really. O.K. said partly Dave, humbly not wishing to offend. But would you like your daughter to marry one! A voice seem to say as Dave lept off the bus like a burning spastic.

Do livro In His Own Write & A Spaniard In The Works, Signet Book, que Paulo Leminski traduziu para Um Atrapalho No Trabalho.

Ponto de Cultura / Minc / UPE

Oficinas gratuitas de teatro na UPE

Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA) da União Paranaense dos Estudantes está com inscrições abertas para Oficina de Teatro, que acontecerá no perí­odo de férias (dezembro e janeiro).As oficinas serão ministradas pela atriz Eliane Berger e as inscrições são gratuitas.

“A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”

A idéia dos CUCAs que estão espalhados em todo o Brasil é articular uma rede de centros culturais organizada a partir da estrutura do movimento estudantil, pois é um projeto vinculado í  União Nacional dos Estudantes. O intuito é criar um circuito de atuação múltipla, com um trabalho permanente, capaz de discutir e incentivar a produção artí­stica dos estudantes, além de estimular a participação dos jovens na elaboração de polí­ticas públicas para esta área.
Projeto recebe homenagem do governo federal
Recentemente, o projeto CUCA recebeu das mãos do ministro Gilberto Gil e do presidente Lula a Ordem do Mérito Cultural, considerada uma das mais importantes condecorações do Governo Federal

Lúcio de Araújo no Pedro Macedo

Dia 30 de novembro o Lúcio esteve no Colégio Estadual Pedro Macedo, colaborando com o I Simpósio de Informática. Ele falou sobre o software livre e quebrou alguns tabus quanto a rejeição inicial que o software pode causar. Levando seu “laptop” (computador reciclado), demonstrou como é viável rodar programas pesados e de ponta numa máquina antiga. O mais interessante é que o Lúcio foi bastante aberto í s questões do grupo (alunos do ensino médio integrado e subseqüente de informática) e suas considerações suscitaram novas perspectivas de uso do software no colégio.
No dia seguinte, fiquei sabendo que esta palestra foi uma das mais elogiadas, sendo sugerido que se faça uma oficina básica para o uso do software livre.
Esta já era a proposta inicial, quando fiz alguns dos contatos para que esse simpósio acontecesse. Pro ano que vem, com a instalação de dois novos laboratórios de informática – rodando linux – vamos nos organizar e fazer uma semana de oficinas. Agradeço ao Glerm, Simone, Octávio, Rodrigo e a todos que se propuseram em participar. Mas esse ano não tí­nhamos possibilidades de viabilizar o projeto.
Lúcio, foi muito legal tê-lo conosco. Obrigada, também em nome da Jussara e de todos os meninos da informática.

o pobre dos dentes de ouro


imagine, o pobre dos dentes de ouro
quer sim, quer sim, quer sim
um pouco de dente de ouro michelin

mas ele gosta de ouro,
mesmo sendo dos outros,
amanhã quem sabe ele consiga
uma ponte emprestada
para brilhar sorrindo
para brilhar sorrindo
o que importa é se o sujeito fica lindo
(cidadão instigado)

Anonimato na Rede

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(Imagem ampliada)

A liberdade plena na grande rede continuará a ser uma ficção enquanto não for possí­vel a manifestação de idéias sob o escudo do anonimato, tal como acontece fora da arena virtual.

A afirmação é especialmente verdadeira quando se considera a necessidade de muitos de nossos contemporâneos combaterem os tantos regimes tirânicos e ditatoriais existentes no mundo (e que, contraditoriamente, são os maiores próceres do controle multilateral na rede, mote da recente Cúpula da Informação na Tuní­sia, organizada pela ONU).

Há outros fatores limitadores, como as recentes denúncias de que o Partido Comunista Chinês teria entrado em entendimentos com os motores de busca Google e Yahoo, para “limitar qualitativamente” (e de acordo com um Códex elaborado pelo próprio governo chinês) os resultados das buscas de homepages em tais portais. Leia mais a respeito neste site da Universidade de Harvard.

Foi pensando nesses problemas que a respeitada entidade Réporteres sem Fronteiras elaborou uma apostila para blogagem em regimes totalitários, denominada “Handbook for bloggers and cyberdissidents

A apostila, bastante interessante, pode ser acessada aqui, em Acrobat Reader.

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Handbook offers tips for cyberdissidents
By Alorie Gilbert, CNET News.com
Published on ZDNet News: September 22, 2005, 1:38 PM PT

Free-speech advocate Reporters Without Borders has published a guide for blogging in China, Iran and other countries that strictly censor the Web.

The 87-page booklet, titled “The Handbook for Bloggers and Cyber-Dissidents,” includes chapters on how to blog anonymously and on technical ways to get around censorship. Released on Thursday, the handbook is available for free online in English, French, Chinese, Arabic and Farsi.

“Bloggers are often the only real journalists in countries where the mainstream media is censored or under pressure,” Reporters Without Borders’ Julien Pain writes in the handbook’s introduction. “Only they provide independent news, at the risk of displeasing the government and sometimes courting arrest.”

At least 70 “cyberdissidents” have been imprisoned to date, according to the Paris-based group. China has jailed the most, with a total of 62 sent to prison, the group said.

Arash Sigarchi, a contributor to the handbook, may soon be one of them. The Iranian government sentenced him this year to 14 years in jail for writing critically about the regime. He is free, pending an appeal.

In addition to bloggers’ personal stories, the booklet offers technical information for dodging government censors, including tips for thwarting filtering technology that can block access to select Web pages. The book also covers e-mail encryption, online pseudonyms and anonymous proxies, discussing ethics and how to attract an audience.

“This advice is, of course, not for those (terrorists, racketeers or pedophiles) who use the Internet to commit crimes,” Pain writes. “The handbook is simply to help bloggers encountering opposition because of what they write to maintain their freedom of expression.”

U.S. journalist Dan Gillmor, Canadian specialist in Internet censorship Nart Villeneuve and U.S. blogger Jay Rosen all helped produce the book, Reporters Without Borders said.

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Links:

http://en.wikipedia.org/wiki/Anonymity
http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_privacy
http://en.wikipedia.org/wiki/Crypto-anarchism
http://www.eff.org/Privacy/Anonymity/
http://www.governmentsecurity.org/articles/AnonymitycompleteGUIDE.php
http://www.freehaven.net/anonbib/
http://www.usatoday.com/tech/columnist/ericjsinrod/2004-09-22-sinrod_x.htm

sem vergonha o não digo

Dá a terra lusitana Cipiões,
Césares, Alexandros, e dá Augustos;
Mas não lhe dá contudo aqueles dois
Cuja falta os faz duros e robustos.
Octávio, entre as maiores opressões,
Compunha versos doutos e venustos.
Não dirá Fúlvia certo que é mentira,
Quando a deixava A