
> grande eh não vale a pena…
opa. agora parei pra escrever o que ta me incomoDano por que o assunto é sério, se “não vale a pena e é grande” então é SEéRIO… emula a tal da VIDA, é a rede das redes do alguém-você-que-mê-le-e-se-reconhece :: É o enter que apagaria as listas de discussão ( chamariam o exercito e me torturariam no porão? amigos-meus-amigos delirando em poderes, que tal a gente sem essa merda de internet? a gente gritando sem rima nem refrão um ” você está aqui”? será que a gente ta com tempo pra pensar?? pensar pra que? oficinaoficinaoficina? “como-eu-gravo-meu-cd” – diria o “aluno-que-quer -diploma-da-cultura-digital”… raízesdoBrasil é o BraZil? eles-querem-produzir-nós-queremos-transmitir-nós- queremos-produzir-nós queremos nós sendo nós nós queremos rg e o hexa? fluir em água é sangue teu sangue é imagem e semelhança do meu laço com a terra e se esvai pro adubo e SÂ e de novo é SÂ e de novo NOVO:
eu to aqui de para raio de delírio, eu estou nos meus ultímos momentos de estagiário de um ” projeto”, eu olho a hierarquia a oligarquia as reverências aos heróis totêmicos desta casta (sejam onde ainda sonham sou tuas asas onde pensas ser meu ícaro) e canetas-canetas-canetas (o numero da besta)… olho a ” hierararquia implícita” e vejo só um desenho = uma escultura ( não há ” núcleo duro”, meu castelo de areia) , eu que amo o erro, descobri que oiés, me perdi de novo na busca por rotina porque encontrei mais nós mais de nós e ali achei de novo mais um sintoma pra amarrar, mais uma linguagem pra tecer… corpos todos que borbulham, sinapses de cachoeira e piolho, banheiro em chamas exúaxélux réu . eu que não tenho religião nem governo, me vestindo de atlas, o peso do mundo nas costas falta muito muito mesmo pra didática ser dialética ao menos diálogo em troca, no hay gobierno nem mestre, e o medo o medo da lingua portuguesa, e os óz da cidade cimentada buscando flores no concreto buscando gírias nativo-brasileiras, nem tupi nem tupã, nem Nheengatu dá conta de todo o tronco exogâmico, venha rocker, venha joker ( de nariz vermelho), desafine tudo sua guitarra, eu não me importo nem com teu show nem com teu buzZness, quebre ela na parede, minha jamaica já é da sandoz (e teu neoliberal perdeu-se em rimas), ja fiz meu juramento de hipocrátes, calculo todo dia o preço dos postes, o animal me quer vegan e eu quero vegan o animal, vendeu tuas estrelas vermelhas e logos guevara, fristão não é raul nem coelho.
CHEGA DE OFICINA. querem.OS muito ++
venham pra “regional sul”, e depois do “tal fim” segura a rede por que o corpo é a antena. eu sei quem sabem onde arruma. vamos aumentando os bits da palavra-freqüencia. rumo í além-quantica
ministério do mistério adverte – os recursos já estão em pauta, falta a pauta do curso da falta. sempre além. nãoébomnãoéruimnãoénada. sem mais mapas, atlas…
pelo fim de fausto (e ões). pela luz da estrela bailarina.
abraço aos que já me abraçam, dúvida aos que se ancoram nesta única certeza, ambos.
glerm