Persistência da Memória

1. soldenstein Says:
September 12th, 2005 at 9:43 am

Aí­, meu velho amigo Censor:

Apanhei-te, cavaquinho!

2. glerm Says:
September 12th, 2005 at 11:23 am

Continuo dizendo que a Yoko é minha Beatle Preferida.

3. glerm Says:
September 12th, 2005 at 11:24 am

que papo é esse de Censor, com C maiúsculo?
Internet não tem dono não.
Qualquer coisa passa lá em casa.

4. glerm Says:
September 12th, 2005 at 11:25 am

e mais + uma: eu sou o glerm sim, mas pra conferir vai ter que ser olhando no olho.

Benvindos a Internet.

5. Censor Says:
September 12th, 2005 at 11:25 am

Solda, vide comentário abaixo, houve um mal entendido. Censura nunca mais!

Abraço fraterno,

Censorzinho.

6. not Censor == !=ceNsOR Says:

September 12th, 2005 at 11:29 am

!= em c quer dizer “não igual”
== em c quer dizer “igual” ( porque igual é usado para “atribuir valor a” )

agora procurem lá o que quer dizer “peer to peer” ou “p2p”
só pra achar o QUALÉ da intenção

glerm:=Guilherme

7. not Censor == !=ceNsOR Says:

September 12th, 2005 at 11:30 am

;

random acess memory

braZiu

Aprenda a cantar o hino!

HIMNO NACIONAL BRASILEÂO
(música del silva de Francisco Manuel Da –
letra de duque Road de Joaquí­n Osório)
I
Habí­an oí­do hablar del Ipiranga los bordes apacibles
De una gente heroica el grito que truena
E el sol de la libertad, en rayos de los fúlgidos,
Brilló en el cielo de la tierra nativa en este instante.
Si el distrain de esta igualdad
Obtenemos para conquistar con el brazo fuerte,
En su seio, libertad del ó,
áDesafí­a nuestro pecho a la muerte apropiada!
Amó Â Nativo,
Idolatrada,
áAhorra! áAhorra!
El Brasil, de un sueí±o intenso, un rayo vivo
De amor y de esperanza a la tierra va abajo,
Si en su cielo del formoso, risonho lí­mpido y,
La imagen de los brillos de la travesí­a.
Gigante para la naturaleza apropiada,
Usted es hermoso, usted es fuerte, colossus audaz,
áE su espelha futuro este largeness!
Tierra adorada
Entre otros mil,
Usted es, El Brasil,
áAmó Â Nativo!
De los nií±os de esta tierra usted es madre gentile,
Amó la tierra nativa,
áEl Brasil!
II
Mentira perpetua en horquilla espléndida,
Al sonido del mar y a la luz del cielo profundo,
Fulguras, ó el Brasil, florão de América,
áIluminó el sol del mundo nuevo!
De eso la tierra del garrida más
Sus risonhos, los campos bonitos tienen más flores;
Nuestros bosques tienen más vida,
Nuestra vida en su seio más amors.
Amó Â Nativo,
Idolatrada
áAhorra! áAhorra!
El Brasil, del amor perpetuo es sí­mbolo
Lábaro que usted exhibe cubrió con la estrella,
E dice el verde-loro de este flammule:
áPaz en el futuro y gloria en el pasado!
Pero si usted aumento del clava de la justicia él fuerte,
Usted verá que un hijo que el tuyo no funciona lejos a la lucha,
áNi teme quién le adora la muerte apropiada!
Tierra adorada
Entre otros mil,
Usted es, El Brasil,
áAmó Â Nativo!
De los nií±os de esta tierra usted es madre gentile,
Amó la tierra nativa,
áEl Brasil!

Independência dos Namorados – Newspeak yo soy I am EU.

Q

uando a pení­nsula ibérica foi invadida pelos romanos, os lusitanos da Serra da Estrela se opuseram í  dominação. Resistiram bravamente durante dez anos, liderados por Viriato, até que Roma envia Cipião, que suborna três embaixadores do chefe luso – Audax, Ditalkon e Minuros que, em 140 AC, o assassinam enquanto dormia.

Assim, décadas depois, em 61 AC, seria necessário o próprio Júlio César para submeter os povos do noroeste, transformando a região numa proví­ncia romana, a Lusitânia.

A bandeira dos lusos, como se vê, é o que há de mais simples: um pano com o desenho do animal sí­mbolo.

A cor branca deve ter sido escolhida por acaso, sem intenção de querer expressar algo.

Para os primitivos, as cores não representavam os grupos, ao invés, pelo emblema – algum instrumento, vegetal, animal ou astro. O branco realçava o dragão verde.

O dragão dos lusos pode ter esta pauta de idéias: os pés do leão significam a fortaleza; as asas de águia, a sabedoria, a velocidade; a cauda da serpente a astúcia, a estratégia, a vigilância.

O verde foi inspirado na exuberante natureza da Lusitânia. Cabe ressaltar que o dragão é o elemento mais rico da simbologia.

Na batalha de Aljubarrota, em 14 de agosto de 1385, D João I, de Portugal, derrotou decisivamente o Rei de Castela e garantiu a independência de Portugal. Os cavaleiros da Ala dos Namorados, comandados pelo Condestável Nuno ílvares Pereira lutavam sob uma bandeira verde como o velho dragão lusitano.

O verde permanece na última bandeira portuguesa e na atual Bandeira do Brasil.

Não há nenhum registro escrito com a forma correta da Bandeira dos Lusos, surgindo divergência entre os autores sobre a forma do dragão e seu posicionamento na bandeira. A versão apresentada é a mais aceita.

– É lindo, destruir palavras. Naturalmente, o maior desperdí­cio é nos verbos e adjetivos mas há centenas de substantivos que podem perfeitamente ser eliminados. Não apenas os sinônimos; os antônimos também. Afinal de contas, que justificação existe para a existência de uma palavra que é apenas o contrário de outra? Cada palavra contém em si o contrário. “Bom”, por exemplo. Se temos a palavra “bom,” para que precisamos de “mau”? “Imbom” faz o mesmo efeito – e melhor, porque é exatamente oposta, enquanto que mau não é. Ou ainda, se queres uma palavra mais forte para dizer “bom”, para que dispôr de toda uma série de vagas e inúteis palavras como “excelente” e “esplêndido” etc. e tal? “Plusbom” corresponde í  necessidade, ou “dupliplusbom” se queres algo ainda mais forte. Naturalmente, já usamos essas formas, mas na versão final da Novilí­ngua não haverá outras. No fim, todo o conceito de bondade e maldade será descrito por seis palavras – ou melhor, uma única. Não vês que beleza, Winston?

Naturalmente, foi idéia do Grande Irmão, – acrescentou, í  guisa de conclusão.

Jorge Orwell – 1984

“(…)Entre esses povos no rio Negro, os homens costumam falar de três a cinco lí­nguas, ou mesmo mais, havendo poliglotas que dominam de oito a dez idiomas. Além disso, as lí­nguas representam, para eles, elementos para a constituição da identidade pessoal. Um homem, por exemplo, deve falar a mesma lí­ngua que seu pai, ou seja, partilhar com ele o mesmo “grupo lingüí­stico”. No entanto, deve se casar com uma mulher que fale uma lí­ngua diferente, ou seja, que pertença a um outro “grupo lingüí­stico”. (…)”

rizomas bloody rizomas – Roots SQUARE roots – semana da pátria – Casamento e Levi-Stausp no DESAFIATLUX 09/09

Meu bisâvo alemão Bernardino Soares (pai-do-pai-do-meu-PAI), eu e meu IRMÃO portuga Rodrigo e-MANUEL Soares:

Heráldica


Arme Shimidts – samba meiner GroÃ?Ÿmutter Mutter.


Lourival RODRIGuí¨z DA SILVA: pAI dA MÃE do meu pai.

meu polaco do barigüi agradece…

Square root

 
Roooooooooots
square roots …

00000001010101010101010100100101011001001010100101010101010
eu sou o número
que multiplicado por mim mesmo me compõe
00000001010101010101010100100101011001001010100101010101010
 
enquanto na matriz um novo mapa de primos se elege
       
    .
o vértice   

    .aqui
        .eu
   
           
       
.você

 
operando
 
operando operando
 
operando operando
 operando operando
  operando
 operando
   operando
  
operando

  operando
 

one
 by
one
_________
carry one

Mi �frica querida



Pronomes pessoais

É possí­vel diferenciar oito pessoas gramaticais no Caboverdiano
de Santiago moderno.


Cinco pessoas do singular:

1. eu

2a. tu

2b.

o senhor, você (tratamento cortês)
   

2c.
a senhora, você
(tratamento cortês)

3. ele/ ela/ aquilo

Três pessoas do plural:

1.
nós

2.
vocês

3.
eles/ elas

Pronomes pessoais tónicos


a-mi

a-bo

a-nhó

a-nha

a-el

a-nós

a-nhós

a-ês

eu

tu

o
senhor


a
senhora


ele/ela

nós

vocês


eles/

elas


 

Pronomes pessoais sujeitos

m-kanta

eu
cantei


nu
kanta

nós
cantámos


bu
kanta

tu
cantaste


nhós
kanta

vocês
cantaram


nhu
kanta

o
senhor cantou


nha
kanta

a
senhora cantou


e/
el
kanta

ele/
ela cantou


ês
cantaram

eles/
elas cantaram


N.B.: O
verbo sér ,
ser ,
conjuga-se no presente com pronomes pessoais ligeiramente diferentes.

 

Pronomes pessoais
complemento

Encontra-se apenas uma forma para o pronome
pessoal de objecto directo e para o de objecto indirecto. Estes pronomes vêm
sempre depois do verbo.

Após o verbo na forma do presente

el
fla-m


ele
disse-me


el
flá-nu


ele
disse-nos


el
fla-u


ele
disse-te


el
flá-nhós


ele
disse-vos


el
fla-nhó

ele
disse-lhe


el
fla-nha


ele
disse-lhe


el
fla-l


ele
disse-lhe


el
fla-s


ele
disse-lhes


 

Após o verbo na forma passada

el
flába-mi


ele
tinha-me dito


el
flába-nós


ele
tinha-nos ditp


el
flába-bo


ele
tinha-te dito


el
flába-nhós


ele
tinha-vos dito


el
flába-nhó

ele
tinha-lhe dito


el
flába-nha


ele
tinha-lhe dito


el
flába-el


ele
tinha-lhe dito


el
flába-ês


ele
tinha-lhes dito


 

Directo + Indirecto na forma do presente

el
fla-nh-el


ele
disse-mo

el
flá-nu-el


ele
disse-no-lo

el
fla-u-el


ele
disse-to


el
flá-nhos-el


ele
disse-vo-lo


el
fla-nho-el


ele
disse-lho


el
fla-nha-el


ele
disse-lho

el
fla-l-el


ele
disse-lho


el
fla-s-el


ele
disse-lho


 

Directo + Indirecto na forma do passado

el
flába-mi-el


ele
tinha-mo dito


el
flába-nós-el


ele
tinha-no-lo dito


el
flába-bo-el

ele
tinha-to dito


el
flába-nhós-el

ele
tinha-vo-lo dito


el
flába-nhó-el


ele
tinha-lho dito


el
flába-nha-el


ele
tinha-lho dito


el
flába-el-el


ele
tinha-lho dito

el
flába-ês-el


ele
tinha-lho dito

 

Precedidos de preposição

pa
mi

pa
bo

pa
nhó

pa
nha

pa
el

pa
nós

pa
nhós

pa
ês

para
mim


para
ti


para
si (masc.)


para
si (fem.)


para
ele/ela


para
nós

para
vós


para
eles/elas


Lançamento de exposição de charges do SOLDA no Desafiatlux 02/setembro no SESC

Estaremos lançando no Desafiatlux, dentro da temática de arte polí­tica de ORGANISMO ( o recém denunciado “menSALÃO de charges polí­ticas” – onde segundo o bardo Retamozzo o prêmio vai para o cartunista eleito como mais Honesto ) , uma exposição de 150 charges recentes do cartunista ativo agitador destas redes: o
Solda
.

Invocamos também o espí­rito do Bando do Porco, que ao contrário do que diz a legenda, não foi extinto! 🙂

Massssssssssa!

DIVULGUEM: Ferramentas Livres – Cultura Livre – Software Livre

é um evento que acontece em Curitiba ( com conexão virtual no Rio no IP) durante setembro e o í­nicio de outubro, com palestras, oficinas e debates, explicando como é possí­vel ultilizar ferramentas de software livre para uma maior autonomia e articulação do artistas no meio digital. As palestras e um debate final estarão acontecendo na Escola de Belas Artes do Paraná (EMBAP) e a oficina estará ocorrendo no SESC simultaneamente e em conexão via rede com outro importantante evento de midiatática, o HackLabImmersion.

mais detalhes em:
http://www.organismo.art.br/culturalivre/

Arte Política no Desafiatlux 02/09 – 14h as 17 na EMBAP – a partir das 19hs no Sesc da Esquina

Karinna Bueno
to sul, minc
More options Aug 29 (1 day ago)

Oi
O pessoal da Celepar e outros estão realizando a Latinware nos dias 18
e 19 de Novembro em Curitiba e ofereceram um espaço para
participarmos. O que acha?
bjos
Kah


(…)

Seguem importantes discussões sobre corporativismo no Software Livre, modelos de gestão e Autogestão, na lista dos implementadores da ação Cultura Digital.

(…
)

Fabianne Balvedi
to minc

como se dará esta participação tendo em vista as
caracterí­sticas do evento. se minha idéia de subverter não é uma boa,
o que vcs sugerem então?

Glerm Soares
to minc

Autogestão não se aprende em MBA nem em livro da coleção ” Baderna”. Como já foi dito, é um impulso de coragem e equilí­brio de objetivos pessoais com consciência da responsabilidade do seus atos. Não é pelo “salário”, é pela tranformação dele em REAL VALOR.

Quanto ao Latinware ( e alguma tal ” subversão” necessária ): Eu já falei com a Fabs sobre isso e acho que fica aí­ pra vocês pensarem: Por que Curitiba, tendo mantenedores do Kernel na cidade, empresas pioneiras de SL, grupos organizadí­ssimos como PSL, MSL, e milhares de techs ultra competentes de SL, não tem um movimento CULTURAL forte em torno do Software Livre? Além dos berimbaus e hip hops todos, garanto a vocês que a resposta desta pergunta é uma das essenciais pra entender o “Brasil” ( s’il exist).
Sem querer dar uma de tadinho, mas “artista” aqui é sempre “entre aspas” ou Maldito (capital M). É a cultura das ” pessoas frias”, a “formiga e a cigarra” e outras estórinhas do bestiário.

Mas porque eu estou desviando o assunto? Ai é que tá. Não estou. Será que não é jogo para nós do “Brasil”, conseguirmos tirar estas “aspas” daqui onde está a maior concentração de nerds, organizadinhos, certinhos, fazendo SL funcionar por metro quadrado? Parece que fazer um lance ducaralho na LatinWare, integrando ativos artistas locais com com os techies ultracorporativos da região pode ser no mí­nimo um choque cultural. O que seria no mí­nimo importante. Mas acho que vai além: vizinhos podem se descobrir e inventar alguma festa inédita.

Quanto ao evento internacional paralelo: Acho importantí­ssimo a participação da Cultura Digital nisso, mas por questões de “Autogestão” ( com perdão das aspas), Eu sou um dos que se candidata a ficar no Brasil dando suporte pros kits dos pontos.

No mais, convido quem quiser pra passar um mês aqui em casa, só pra ver que não estou mentindo. 🙂

abraço

glerm

Leo germani
to minc
More options 7:48 pm (14 minutes ago)

Ha!!

Gostei da sua provocação Glerm.

E depois dela meu voto vai para que a LatinWare? entre para nosso calendário com força total: Mesma força q Piaui, Aracaju, LacFree e afins.

Leo,,

Leo germani
to minc
More options 7:49 pm (13 minutes ago)

Complementando…

ou seja. Fazer o LabLivre lá. Convidar pontos da região. Modelo de produção de software livre para cultura.. videos.. musicas… bagunça…

Arte Política no Desafiatlux 02/09 – Sesc da Esquina

http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/wp-images/homemnu.jpg

Karinna Bueno
to sul, minc
More options Aug 29 (1 day ago)
Oi
O pessoal da Celepar e outros estão realizando a Latinware nos dias 18
e 19 de Novembro em Curitiba e ofereceram um espaço para
participarmos. O que acha?
bjos
Kah

(…)

Seguem importantes discussões sobre corporativismo no Software Livre, modelos de gestão e Autogestão. ( Vale a pena buscar na lista)

(…)

Fabianne Balvedi

como se dará esta participação tendo em vista as
caracterí­sticas do evento. se minha idéia de subverter não é uma boa,
o que vcs sugerem então?

Glerm Soares

Autogestão não se aprende em MBA nem em livro da coleção ” Baderna”. Como já foi dito, é um impulso de coragem e equilí­brio de objetivos pessoais com consciência da responsabilidade do seus atos. Não é pelo “salário”, é pela tranformação dele em REAL VALOR.

Quanto ao Latinware ( e alguma tal ” subversão” necessária ): Eu já falei com a Fabs sobre isso e acho que fica aí­ pra vocês pensarem: Por que Curitiba, tendo mantenedores do Kernel na cidade, empresas pioneiras de SL, grupos organizadí­ssimos como PSL, MSL, e milhares de techs ultra competentes de SL, não tem um movimento CULTURAL forte em torno do Software Livre? Além dos berimbaus e hip hops todos, garanto a vocês que a resposta desta pergunta é uma das essenciais pra entender o “Brasil” ( s’il exist).
Sem querer dar uma de tadinho, mas “artista” aqui é sempre “entre aspas” ou Maldito (capital M). É a cultura das ” pessoas frias”, a “formiga e a cigarra” e outras estórinhas do bestiário.

Mas porque eu estou desviando o assunto? Ai é que tá. Não estou. Será que não é jogo para nós do “Brasil”, conseguirmos tirar estas “aspas” daqui onde está a maior concentração de nerds, organizadinhos, certinhos, fazendo SL funcionar por metro quadrado? Parece que fazer um lance ducaralho na LatinWare?, integrando ativos artistas locais com com os techies ultracorporativos da região pode ser no mí­nimo um choque cultural. O que seria no mí­nimo importante. Mas acho que vai além: vizinhos podem se descobrir e inventar alguma festa inédita.

Quanto ao evento internacional paralelo: Acho importantí­ssimo a participação da Cultura Digital nisso, mas por questões de “Autogestão” ( com perdão das aspas), Eu sou um dos que se candidata a ficar no Brasil dando suporte pros kits dos pontos.

No mais, convido quem quiser pra passar um mês aqui em casa, só pra ver que não estou mentindo. 🙂

abraço

glerm

Leo germani
to minc
More options 7:48 pm (14 minutes ago)
Ha!!

Gostei da sua provocação Glerm.

E depois dela meu voto vai para que a LatinWare? entre para nosso calendário com força total: Mesma força q Piaui, Aracaju, LacFree? e afins.

Leo,,

Leo germani
to minc
More options 7:49 pm (13 minutes ago)
Complementando…

ou seja. Fazer o LabLivre? lá. Convidar pontos da região. Modelo de produção de software livre para cultra.. videos.. musicas… bagunça…

Glerm Soares confirma a presença em Polavra

Glerm Soares fará leitura inédita de trechos de seu primeiro, único e último romance, que nunca será terminado: “A incrível Máquina de Fazer Moedas”, no dia 02 de setembro, no evento DesafiatLux – SESC da Esquina.

(…)Você me diz que isso não tem graça.

Eu digo que a graça esta nos pequenos momentos. Desta história e de todas as histórias que fazem parte da sua vida. Viva esta história. Construa sua história. Participe dela. Aqui e agora. E isso é tudo.

Mas e a arte? Você me pergunta? Como fica a arte???

A arte está morta, 7. Vou buscar a pá.

Enterramos aquela ninfa numa vala funda.
Ela ainda sorri e eu sei que respira.
Da sua tumba florescem pés de copos de leite que vertem sangue. Ligo a teve e todos os eletrodomésticos. Abro o jornal. Consulto meu saldo bancário.
Devo morrer agora.

Ela me beija. Eu estou morto. Mas sonho.
Sonho que morri. Mas sonho.

Começo.

Glerm Soares confirma a presença em Polavra


Glerm Soares fará leitura inédita de trechos de seu catatau que nunca será terminado: ” A í­ncrivel Máquina de Fazer Moedas” em Desafiatlux, neste dia 02 no SESC.
(…)
Você me diz que isso não tem graça.

Eu digo que a graça esta nos pequenos momentos. Desta história e de todas as histórias que fazem parte da sua vida. Viva esta história. Construa sua história. Participe dela. Aqui e agora. E isso é tudo.

Mas e a arte? Você me pergunta? Como fica a arte???

A arte está morta, 7. Vou buscar a pá.

Enterramos aquela ninfa numa vala funda.
Ela ainda sorri e eu sei que respira.
Da sua tumba florescem pés de copos de leite que vertem sangue. Ligo a teve e todos os eletrodomésticos. Abro o jornal. Consulto meu saldo bancário.
Devo morrer agora.

Ela me beija. Eu estou morto. Mas sonho.
Sonho que morri. Mas sonho.

Começo.

Um satélite na mão e blablabla cabeça

De nasa a Gaza ou De Debord a MTV ou onde você estava em 77:

BREVE CRONOLOGIA

1977

“¢ Com a intenção de fazer a conexão entre artistas através de meios eletrônicos,Willoughby Sharp, Liza Bear e Keith Sonnier criaram em Nova York, o Send/Receive Satellite Network . O “nó” da rede de artistas em São Francisco foi coordenado por Sharon Grace e Carl Loeffler. Nesse mesmo ano eles produziram 15 horas de transmissão entre as duas cidades . O primeiro trabalho do Send/Receive Satellite Network: í«Two-Way Demoí» ligou artistas de Nova York e São Francisco, durante três horas, em 11 setembro de 1977. Foi a primeira comunicação bidirecional por satélite entre artistas. As imagens foram transmitidas por redes de televisão de São Francisco e de Nova York. Segundo W. Sharp , transmissões como Two-Way Demo eram eventos muito complexos, muito caros e faltavam pessoas especializadas para coordenar os intercâmbios.
“¢ Também em 1977, Douglas Davis em colaboração com Nam June Paik e Joseph Beuys, realiza na inauguração da Documenta 6, em Kassel na Alemanha, um programa de televisão em direto que foi transmitido via satélite para mais de trinta paí­ses. No final, o autor convidava os espectadores a passar através da tela para se juntar aos outros participantes .
“¢ Igualmente em 1977, Kit Galloway e Sherry Rabinowitz apresentaram pela primeira vez uma imagem composta interativamente por satélite: uma performance entre dançarinos das duas Costas dos Estados Unidos (Maryland e California), onde graças a uma mixagem de imagens puderam dançar “juntos”, em direto. O projeto Satellite Arts Projets foi feito em colaboração com a agência espacial americana N.A.S.A.

Enquanto isso numa republiqueta da América do sul, articulando a tentativa de levar geisel para um porrete de scotch com Tarcí­sio Meira chapado de diamba:

A IDADE DA TERRA: SINOPSE

No princí­pio era o Verbo / versão Bí­blica da Origem do Mundo / Gênesis / montagem verso materialista / precipitação de imagens contraditórias, Cosmos, Planetarium, Terra, tí­tulos
fusão ——- ARTE TER AR ARTER

John Brahms, o Presidente dos Estados Unidos, e sua mulher Margarida Madalena: Futuro/crise total do imperialismo: Brahms tenta preservar seu Poder e para isto tentará todos os tipos de aliança. A um dado momento rompe com seu Partido e assume posição revolucionária. Margarida Madalena não o apóia, o trai, conspirando contra ele, aliada a Generais e Polí­ticos.

Um golpe de Estado liderado pelo General Philiph Brooks, amante de Margarida Madalena, depõe Brahms que resiste mas é assassinado no Palácio.

Uma junta toma o poder. O General Douglas Taylor Fernandes, o mais jovem, nomeia o Senador Ricardo Viacharelli Primeiro Ministro e o General Philiph Brooks Comandante Geral das Tropas de Intervenção Africana, sediada em Ogalagadan, paí­s de origem de Margarida Madalena.

Em Ogalaganda camponeses e proletários estão divididos por questões tribalistas: religião, cultura, etc. impedem uma unidade. Representantes da China, URSS e outros paí­ses socialistas e capitalistas disputam os movimentos de massa em Ogalagadan. Surge um lí­der camponês, profético, espécie de reencarnação de Cristo, que contesta as velhas leis e anuncia Novas Visões do Futuro. Em torno dele organizam-se grupos que ameaçam a estabilidade do paí­s sob intervenção militar do general Brooks. As insurreições lideradas tanto por Cristo quanto por outros lí­deres despertam a simpatia de Madalena que consegue adesão de Brooks, submetido í s orgias que o paralisam. O General Douglas chama Brooks a Washington. Douglas necessita de intervenção urgente na República Latino-Americana de Santa Cruz, em rebelião. Brooks executa a operação e coloca um Governo controlado por Washington. O Senador Ricardo Viacharelli vem denunciado por Brooks como implicado na insurreição de Santa Cruz. Viacharelli se suicida. Devido a rebeliões na Europa, Douglas obriga Brooks a se casar com sua irmã, Elizabeth, e o nomeia Comandante da Nato.

Em Ogalaganda um grupo de militares comandados pelo Coronel Rassam Mahjoux depõe Madalena, toma o poder e reprime os adeptos de Cristo, que se refugia nas montanhas com colunas guerrilheiras. O Coronel Rassam tem petróleo em Ogalaganda, é contra os Estados Unidos e a União Soviética. Mas é um fascista religioso. Tomando conhecimento do golpe, o General Brooks levanta vôo na mesma noite em direção a Ogalaganda, e lá chegando bombardeia o Palácio de Rassam e lança pára-quedistas pra salvar Madalena. Explode a Guerra Civil.

Rassam pede ajuda aos EUA. Douglas envia mariners. Brooks, Madalena encontram Cristo nas montanhas. A Guerra continua. Com o tempo os americanos são derrotados. Brooks e Madalena tomam o poder, Cristo é o Comandante dos Exércitos.

No Poder Madalena, Cristo e Brooks. Um Partido pede a organização burocaryoca, o outro a liberdade anárquica. Conflito. Contradições do processo no desenvolvimento de uma nova sociedade em Ogalaganda sob constante ameaça dos EUA.

Brooks dá a Cristo a missão de assassinar Douglas no Banquete Oriental com Farawaya e Pomenarov, na ONU.

A travessia de Cristo até a cidade grande, a prisão, a morte, a ressurreição. Ainda viverá por muito tempo o demônio. Velho, em Ogalaganda, Cristo dá suas lições aos emissários que partem, enquanto Brooks e Madalena anunciam novos tempos.

——

Estados Unidos / São Paulo
Ogalaganda / Amazonas
Santa Cruz – Rio de Janeiro
Nato / Rio Grande do Sul
Via Cristika / Bahia / Minas..

Personagens:
Brahms
Douglas
Brooks
Madalena
Ricardo
Cristo
Farawaya
Pomenorov
Maria
Marta
Maria II
Madalena
12 apóstolos / Guerrilheiros / Poteas / Cientistas / Mágicos / Afrodite / Diana / Ateneia / Ariane / Punalua / Jenny / José
Coronel Rassam Nahlou
Zumbi Lao / o lí­der negro
O Papa
A imperatriz…

(Obs.: As partes em azul foram escritas í  mão por cima ou ao lado do material datilografado)

sinopse original de IDADE DA TERRA – filmado de 77 a 80 por Glauber Rocha.

SE LIGA NA MISSÃO: Não existe governo só existe parabólica.

Se não abrir o satélite nóis rrraqueia! Democracia é só o mí­nimo…

Baixe Aqui:

Debate gravado com Antonio Albuquerque, Diretor do Departamento de Serviços de Inclusão Digital do MC, na Casa de Cultura Tainã, durante o encontro Pajelança Quilombólica Digital um dia após sua exoneração, uma importante visão sobre a ação de Hélio Costa, novo Ministro das Comunicações.

para ver o video: http://estudiolivre.org/videos/papucaia/relpi.htm

Domingão do Ogg – Mini{mi)stério das comunicações

Poizé bloguistas, se liguem no espaço que tá na mão:
Ferramentas livres – Cultura livre. Pra subir ví­deos e áudios no Estúdio Livre basta cadastrar-se e deixar fluir a recombinação pra uma nova cultura…

Baixem os videos que tão rolando por lá: http://estudiolivre.org/videos/

Não percam:

Debate gravado com Antonio Albuquerque, Diretor do Departamento de Serviços de Inclusão Digital do MC, na Casa de Cultura Tainã, durante o encontro Pajelança Quilombólica Digital um dia após sua exoneração, uma importante visão sobre a ação de Hélio Costa, novo Ministro das Comunicações.

E estreando a bateria de mí­dias que Orquestra Organismo vai estar publicando no estudiolivre.org na próxima semana nada melhor que o genesis de ORGANISMO, lido por Octávio Camargo e seu cyber parceiro 312: (Estreando também o “diretório raiz” do Octavio no Organismo.art.br ): http://www.organismo.art.br/octavio

Quem ainda não usa sistema operacional de código aberto, para ouvir ogg baixe o Winamp aqui: http://www.winamp.com/player/free.php

para ver os videos: http://estudiolivre.org/videos/papucaia/relpi.htm

Desafiatlux-gaMeTas ~ Lucida Sans – Ludica Sans – A colisão e os silêncios ~ venus IN mars AS Virgo

nao sonhei.
ou quase.

colisão
silêncio
perfeitamente elástico
no bar da esquina

nostálgica –

lucida hesitava

(…)

(…)

e agora que eu soube

é simples ficar olhando.

tivesse umas cinco
ou cinco chances de me cancelar
demitida do espaço entre racionais e números reais
tal que todos passos de uma dança
a gente pudesse chamar de ainda

como este mapa de toques
do que não era isto

acontece –
que um isto que não era foi visitado
nesta rua
neste endereço

um dia que fosse
nesse lugar

e estaria entregue a você meu idioma
desperto pelos baixos meios em nome de meu nome

e a descoberta
sem jeito e de circo
cortante por dentro e sem sapatos
não passa de estilhaço de terra
eu quis dizer céu eu quis dizer sabia
eu edito: asteriscos*de*céus*do*sul

(você pergunta. qualquer coisa.
não passo de um sintoma. qualquer)

quanto a ir até chegar ou criar mais
ou não conceber distância – – –
estou por perto afinal.

esquecer a lei de ping-pong
tudo sempre como agora em diante
menos para não lugar segredo
surpresa sem quedas
– brinquedo sob vontade

eu que não vestia simples olhos ar puro
desde um dia aí­ em que o café acabou
{eu não digo
[controle (não sei bem) eu não entendo]
o que é próprio} monomania,
monodia. nenhum mais do que nenhum mais do que isso.

destreza em função (aplicação) dos parênteses.
sem tinta sobre branco eles dissecaram amarelo
verdade sob a luz fria variáveis ocultas
as cartas como gravuras carmim
em jogos
não meus.

lixo o anjo
para me esquecer hoje eu não cruzei a rua para onde essa memória vai eu lembro
de onde vim.
eu posso continuar crescendo
amanhã
sob a mesma natureza apaixonada
primogênita

em si

sinto o gostinho,
a não-hora, o tempo recorde em que droguei meus origamis

lí­citos

(e te amo)

que caiam então todas as chaves.

Kernel Panic – Bit versus Void !!!

Kernel panic

In Linux, a “panic” is an unrecoverable system error detected by the kernel as opposed to similar errors detected by user space code. It is possible for kernel code to indicate such a condition by calling the panic function located in the header file sys/system.h. However, most panics are the result of unhandled processor exceptions in kernel code, such as references to invalid memory addresses. These are typically indicative of a bug somewhere in the call chain leading to the panic.

1 /*
2 * linux/kernel/panic.c
3 *
4 * Copyright (C) 1991, 1992 Linus Torvalds
5 */
6
7 /*
8 * This function is used through-out the kernel (including mm and fs)
9 * to indicate a major problem.
10 */
11 #include 12 #include 13 #include 14 #include 15 #include 16 #include 17 #include 18 #include 19 #include 20 #include 21
22 int panic_timeout;
23 int panic_on_oops;
24 int tainted;
25
26 EXPORT_SYMBOL(panic_timeout);
27
28 struct notifier_block *panic_notifier_list;
29
30 EXPORT_SYMBOL(panic_notifier_list);
31
32 static int __init panic_setup(char *str)
33 {
34 panic_timeout = simple_strtoul(str, NULL, 0);
35 return 1;
36 }
37 __setup(“panic=”, panic_setup);
38
39 static long no_blink(long time)
40 {
41 return 0;
42 }
43
44 /* Returns how long it waited in ms */
45 long (*panic_blink)(long time);
46 EXPORT_SYMBOL(panic_blink);
47
48 /**
49 * panic – halt the system
50 * @fmt: The text string to print
51 *
52 * Display a message, then perform cleanups. Functions in the panic
53 * notifier list are called after the filesystem cache is flushed (when possible).
54 *
55 * This function never returns.
56 */
57
58 NORET_TYPE void panic(const char * fmt, …)
59 {
60 long i;
61 static char buf[1024];
62 va_list args;
63 #if defined(CONFIG_ARCH_S390)
64 unsigned long caller = (unsigned long) __builtin_return_address(0);
65 #endif
66
67 bust_spinlocks(1);
68 va_start(args, fmt);
69 vsnprintf(buf, sizeof(buf), fmt, args);
70 va_end(args);
71 printk(KERN_EMERG “Kernel panic – not syncing: %s\n”,buf);
72 bust_spinlocks(0);
73
74 #ifdef CONFIG_SMP
75 smp_send_stop();
76 #endif
77
78 notifier_call_chain(&panic_notifier_list, 0, buf);
79
80 if (!panic_blink)
81 panic_blink = no_blink;
82
83 if (panic_timeout > 0)
84 {
85 /*
86 * Delay timeout seconds before rebooting the machine.
87 * We can’t use the “normal” timers since we just panicked..
88 */
89 printk(KERN_EMERG “Rebooting in %d seconds..”,panic_timeout);
90 for (i = 0; i < panic_timeout*1000; ) { 91 touch_nmi_watchdog(); 92 i += panic_blink(i); 93 mdelay(1); 94 i++; 95 } 96 /* 97 * Should we run the reboot notifier. For the moment Im 98 * choosing not too. It might crash, be corrupt or do 99 * more harm than good for other reasons. 100 */ 101 machine_restart(NULL); 102 } 103 #ifdef __sparc__ 104 { 105 extern int stop_a_enabled; 106 /* Make sure the user can actually press L1-A */ 107 stop_a_enabled = 1; 108 printk(KERN_EMERG "Press L1-A to return to the boot prom\n"); 109 } 110 #endif 111 #if defined(CONFIG_ARCH_S390) 112 disabled_wait(caller); 113 #endif 114 local_irq_enable(); 115 for (i = 0;;) { 116 i += panic_blink(i); 117 mdelay(1); 118 i++; 119 } 120 } 121 122 EXPORT_SYMBOL(panic); 123 124 /** 125 * print_tainted - return a string to represent the kernel taint state. 126 * 127 * 'P' - Proprietary module has been loaded. 128 * 'F' - Module has been forcibly loaded. 129 * 'S' - SMP with CPUs not designed for SMP. 130 * 'R' - User forced a module unload. 131 * 'M' - Machine had a machine check experience. 132 * 'B' - System has hit bad_page. 133 * 134 * The string is overwritten by the next call to print_taint(). 135 */ 136 137 const char *print_tainted(void) 138 { 139 static char buf[20]; 140 if (tainted) { 141 snprintf(buf, sizeof(buf), "Tainted: %c%c%c%c%c%c", 142 tainted & TAINT_PROPRIETARY_MODULE ? 'P' : 'G', 143 tainted & TAINT_FORCED_MODULE ? 'F' : ' ', 144 tainted & TAINT_UNSAFE_SMP ? 'S' : ' ', 145 tainted & TAINT_FORCED_RMMOD ? 'R' : ' ', 146 tainted & TAINT_MACHINE_CHECK ? 'M' : ' ', 147 tainted & TAINT_BAD_PAGE ? 'B' : ' '); 148 } 149 else 150 snprintf(buf, sizeof(buf), "Not tainted"); 151 return(buf); 152 } 153 154 void add_taint(unsigned flag) 155 { 156 tainted |= flag; 157 } 158 EXPORT_SYMBOL(add_taint); 159