Calendário gregoriano
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
eu fico feliz quando eu quizer.
Envelheça e saboreie. Mais um momento fora do tempo. Ou é tudo um só.
Eu=você.
some ao nó, mas não morra por mim. viva.
carne humana é nóis.

Calendário gregoriano
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
eu fico feliz quando eu quizer.
Envelheça e saboreie. Mais um momento fora do tempo. Ou é tudo um só.
Eu=você.
some ao nó, mas não morra por mim. viva.
carne humana é nóis.

Então…
Chega de enrolação explicação e etecetera…
Quem tá afim de instalar softwares livres pra produção audiovisual e interagir com alguns codeiros, computeiros, curiosos eletrônicos, gambiarreiros, enfim amigos que tão tentando usar o computador de maneira mais inteligente e ativa e pelo menos em intenção – ” libertária”
apareçam no
Estudio Matema
Galeria Ritz – Segundo andar 207 – entrada pela Marechal deodoro
a porta estará fechada, mas
chame o guarda e diga que “vai no estudio, la no jr. no segundo” )
]
glerm – 41. 99889285
}
from: margit leisner
Date: 03/09/2005 19:36
Subject: [listaleminski] ENC: lusco-fusco fluxo refluxo
To: listaleminski@estudiolivre.org João:
a expressão “entre chien e loup” – ãntrre xian e lú – do francês denota,
entre outros, a hora da dúvida do universo, lusco-fusco.A negociação entre o
sol e a lua.
Há ainda um poema da Sibelle Deleí z em que um lobo crescido entre cães certa
feita cruza o olhar com o de um lobo que se aproximara da cerca da fazenda.
A Sibelle sugere que naquele momento ele sabe que foi sempre lobo entre os
cães.
a metamorfose se dá retina.
abraços sabáticos,
margarida
—–Mensagem original—–
De: João Debs [mailto:dogmaticorama@gmail.com]
Enviada em: sábado, 3 de setembro de 2005 12:50
Para: conect@mps.com.br
Assunto: lusco-fusco
Hei Margit,
Neste fluxo< ->refluxo Leminski, catei seu “e-mail” e
lembrei daquela historinha francesa do “lusco-fusco”.
Se houvesse como vc reproduzir em texto,
tanto á francesa com em nossa pátria lingua.
Essa metamorfose do cão para o lobo, me interessa.
Penso em brincar com essa imagem no “blog” organismo.
Ficarei uivando de tanta gratidão, e os meus “DOGmas” deixariam
de latir.
Amplexos,
jOÂO DEBS.
nenhuma letra vale essa lista:
-o momento rasurado
-vincos, vermelhidão,
-vaso que liga ilha a terra a
-o plano – dos autômatos do barro
-é pesado escapar e não rugir
-não tenho
-a testa dos bem lembrados
-cujo talo vem do balão
-e o olhar
-estamecatalogado a miar de guarda-pó
-eu falo dessa colina de nervos de argila de onde vejo-nenhuma letra ruge
-vincos
-vincos no gênio
-do olho para dentro em furia
-urgem.c o r r o m p e r p l e x a l t a s a n t i d a d a s a s c i r c un s t a n c i a s:
já mencionei o gesto perdido eu que nunca portanto
nem com todos os alinhaves
lhor
lhor lhor
NADA
é grandioso,
repitam,
nada
vai dar nome a isso
dado que
não há substratoviemos para ficar
princípio dos meus nervos dos pés
príncipe des mees nerves des pés
digamos já dissemos que eu produzisse oh sim toda aquela cerâmicadigamos agora a uma só voz
eu. eu. tudo eu.
só eu concedo a forma.
só eu a senhora.
sonhei que surfava uma onda altíssima e macia.mais tarde fechei a porta
depois que o mar entrou.
licita me. não tenho o que desenhar.lembro de ter telefonado emprestado
vazia
discado e discado.lucida.sans
eu.eu.tudo.eu
não vou entregar seu layout ontem
e a capa do album
a capa do superhome atada entre a besta e o penhasco
o alambique
o enxofre em frasco
a rima fácil do bardo, o quepe e o capacete do mendigo
distribuição exclusiva
do centro de tradições libertárias
a conta da virgem
sarou meu pão
ele
“O anticristo”
exuaxélux Réu
– condenado em pílulas
eu.tudo.eu
Refazendo limites da arte e da cidade
05/12/2005 Gisella HicheO EIA, Experiencia Imersiva Ambiental, realizou pelo segundo ano consecutivo, de 12 a 20 de novembro, 75 trabalhos nos espaços públicos de São Paulo. As intervenções eram de artistas de São Paulo, Rondônia, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. As ações tinham em comum a proposta de questionar a dinâmica da cidade, os abusos de poder que restringem a potencialização do espaço público, destituindo-o de sua função de agregar as pessoas.
Apesar da rua ser o denominador comum, houve uma variedade muito grande de linguagens: lambe-lambe, performances, instalações e panfletagens, o quê ampliou as possibilidades de interação com pedestres, carros e ônibus. Criou-se, dessa forma, mecanismos de legitimação para o sentido das obras e para o uso das vias públicas como espaço para livre manifestação de idéias e campo de troca.
Através da ação artística, o proibido e o permitido perdem sua inflexibilidade e passam a ser questionados de forma lúdica e cooperativa. Camille Kachani, no seu trabalho “re/SINAL/iz/AÇÃO”, pendurou ao lado de placas de trânsito da Avenida Paulista novas placas, proibindo café e banana, permitindo revólver, granada, Mickey Mouse e Coca-Cola. Para completar sua iconografia, um mapa do Brasil de cabeça para baixo foi afixado no cruzamento da Bela-Cintra com a Paulista.
Nenhum projeto tem como finalidade resolver problemas macroestruturais, mas sim plantar sementes por meio de pequenos deslocamentos de percepções. “Nós não estamos aqui para lhe salvar”, afirma o lambe-lambe do artista Lucas HQ.
Muitas obras têm como objetivo central a denúncia criativa.O grupo Alerta!, de São Paulo, pendurou na frente das câmeras de vídeo que monitoram a Avenida Paulista balões de hélio amarelos com a smile face e a frase “Deus TV”. Os balões não buscavam tapar a visão das câmeras, mas evidenciar a presença dos sistemas de vigilância nas calçadas por parte de empresas privadas. O grupo Esqueleto Coletivo, colou lambe-lambe com os dizeres “vida X propriedade” em prédios vazios do centro para denunciar o problema do déficit habitacional e o excesso de prédios inutilizados.
Nenhum trabalho do EIA tem licença para ser realizado. O fator surpresa e a proposta de realmente questionar os limites faz com que o único apoio do grupo seja o direito de livre expressão, tendo sempre como referência o outro. Muitas vezes seguranças saem de sua loja até a rua para dizer que “não pode”, mas devido ao caráter das obras, ficam confusos. A conversa com os artistas gera justamente a reflexão sobre as proibições, expondo sua arbitrariedade e muitas vezes inutilidade. O artista que sai í s ruas para elaborar seu trabalho precisa necessariamente usar a dinâmica da cidade como sua matéria prima. Não importa se o trabalho é mais diretamente político ou se atua em campos mais sensoriais. Seu processo de produção já é na origem um exercício ético que dosa a liberdade do artista com o campo onde se dará a recepção. O estranhamento pode atuar em diversas dimensões.
Um dos trabalhos mais fortes do EIA foi o de Luciana Costa, Bela Vista, no qual ela caminhou do Hospital Beneficência Portuguesa até o Cemitério da Consolação, vestida com uma roupa de hospital e levando nas costas dois reservatórios com tinta vermelha que ia escorrendo e formando uma linha na rua.
Ao reunir artistas com propostas tão variadas, o EIA precisa já no processo de organização desenvolver formas de lidar com a diversidade. Mas como o nome já diz, trata-se de uma experiência. As conseqüências são difíceis de serem avaliadas, mas duas delas são bastante estimulantes: o convívio de artistas de vários estados durante uma semana e a difusão da arte em lugares inesperados.
Fotos das ações podem ser encontradas no site www.eia05.zip.net

hoje eu tava pensando que talvez fosse digno vender pastel barato na rua.
todo mundo precisa comer.
pastel é barato.
mas é que dá colesterol e tem alguma máfia da farinha por trás.
mas saber português é o fardo e a porra é rimar com bardo e saber que não rima.
eu não sei fazer nada que alguém não dê um jeito de vender, o mendigo realmente tem a manha de fuder a minha vida com sua aristocracia displicente no seu reino do eu-me-fodo-sozinho-fodasse-você-me-deve.
tenho visto suas ações mais radicais mas quem ta encarando spray de pimenta no olho pra virar emulador de jesus acho que não fez a conta de quem paga a conta da virgem. tenho pensado na alfabetização do PM. PM também queria ser livre igual o mendigo. O mendigo é esperto e não quer estudar cálculo. Separar x de y, a merda e a dúvida. Me deixe delirar e sofra você.
ainda respeito suas nobrezas, justos mártires, me imponho distâncias em respeito aos que se importam comigo, mas bolo suas colônias de férias e seu sudário ( que não serei eu a guardar no baú da coroa). E tudo é penal. Processo o processo.
o mendigo acha que spray de pimenta é especiaria,
ele podia tocar na minha banda por que eu viciei na poética do herói. Igreja do deus morreu mas não fui eu.
quem pegaria a mulher do PM se ela desse mole?
quem contaria pra ele que ela que quis e chamaria pro porre?
A porta do alambique é a serventia da casa.
erros e tantos.

> grande eh não vale a pena…
opa. agora parei pra escrever o que ta me incomoDano por que o assunto é sério, se “não vale a pena e é grande” então é SEéRIO… emula a tal da VIDA, é a rede das redes do alguém-você-que-mê-le-e-se-reconhece :: É o enter que apagaria as listas de discussão ( chamariam o exercito e me torturariam no porão? amigos-meus-amigos delirando em poderes, que tal a gente sem essa merda de internet? a gente gritando sem rima nem refrão um ” você está aqui”? será que a gente ta com tempo pra pensar?? pensar pra que? oficinaoficinaoficina? “como-eu-gravo-meu-cd” – diria o “aluno-que-quer -diploma-da-cultura-digital”… raízesdoBrasil é o BraZil? eles-querem-produzir-nós-queremos-transmitir-nós- queremos-produzir-nós queremos nós sendo nós nós queremos rg e o hexa? fluir em água é sangue teu sangue é imagem e semelhança do meu laço com a terra e se esvai pro adubo e SÂ e de novo é SÂ e de novo NOVO:
eu to aqui de para raio de delírio, eu estou nos meus ultímos momentos de estagiário de um ” projeto”, eu olho a hierarquia a oligarquia as reverências aos heróis totêmicos desta casta (sejam onde ainda sonham sou tuas asas onde pensas ser meu ícaro) e canetas-canetas-canetas (o numero da besta)… olho a ” hierararquia implícita” e vejo só um desenho = uma escultura ( não há ” núcleo duro”, meu castelo de areia) , eu que amo o erro, descobri que oiés, me perdi de novo na busca por rotina porque encontrei mais nós mais de nós e ali achei de novo mais um sintoma pra amarrar, mais uma linguagem pra tecer… corpos todos que borbulham, sinapses de cachoeira e piolho, banheiro em chamas exúaxélux réu . eu que não tenho religião nem governo, me vestindo de atlas, o peso do mundo nas costas falta muito muito mesmo pra didática ser dialética ao menos diálogo em troca, no hay gobierno nem mestre, e o medo o medo da lingua portuguesa, e os óz da cidade cimentada buscando flores no concreto buscando gírias nativo-brasileiras, nem tupi nem tupã, nem Nheengatu dá conta de todo o tronco exogâmico, venha rocker, venha joker ( de nariz vermelho), desafine tudo sua guitarra, eu não me importo nem com teu show nem com teu buzZness, quebre ela na parede, minha jamaica já é da sandoz (e teu neoliberal perdeu-se em rimas), ja fiz meu juramento de hipocrátes, calculo todo dia o preço dos postes, o animal me quer vegan e eu quero vegan o animal, vendeu tuas estrelas vermelhas e logos guevara, fristão não é raul nem coelho.
CHEGA DE OFICINA. querem.OS muito ++
venham pra “regional sul”, e depois do “tal fim” segura a rede por que o corpo é a antena. eu sei quem sabem onde arruma. vamos aumentando os bits da palavra-freqüencia. rumo í além-quantica
ministério do mistério adverte – os recursos já estão em pauta, falta a pauta do curso da falta. sempre além. nãoébomnãoéruimnãoénada. sem mais mapas, atlas…
pelo fim de fausto (e ões). pela luz da estrela bailarina.
abraço aos que já me abraçam, dúvida aos que se ancoram nesta única certeza, ambos.
glerm
Em nossa “modernidade líquida”, como o senhor a chama, as identidades fixas se tornam cada vez mais irreais e inoperantes. No entanto, “ter uma identidade” se tornou, no mundo de hoje, uma verdadeira obsessão.
De fato, dadas as condições líquidas do mundo moderno, ter uma identidade fixa se tornou um projeto sinistro e, mais que isso, uma terrível ameaça. Veja a grande contradição em que estamos confinados! “Ter uma identidade” significa estar claramente definido, inclui continuidade e consistência. Mas, ao mesmo tempo, nas condições fluidas do mundo de hoje, almejar continuidade e consistência se tornou uma estratégia suicida e fracassada.
A idéia de identidade ganhou importância no momento em que tanto a noção de individualidade como a de coletividade começaram a falhar. Mas a idéia de identidade carrega, em si, um paradoxo, porque ela tanto aponta para o desejo de uma emancipação individual, como para o de integração a um grupo. Logo, a busca da identidade se dá sempre em duas direções. É uma busca que se faz sempre sob fogo cruzado e sob a pressão de duas forças contraditórias. É uma luta que se torna vã, já que leva os que a travam a navegar entre dois extremos inconciliáveis: o da individualidade absoluta, e o da entrega absoluta. A individualidade absoluta é inatingível. Enquanto a entrega absoluta faz desaparecer todo aquele que dela se aproxima.
Por esse motivo, a busca da identidade gera perigos potencialmente mortais, tanto para a individualidade, como para a coletividade, embora ambas apelem para ela como uma arma de auto-afirmação. A estrada para a identidade é uma rota de batalhas intermináveis entre o desejo de liberdade e o desejo de segurança, caminho, ainda por cima, assombrado pelo medo da solidão e o pavor da impotência. Por esse motivo, a “guerra pela identidade” é sempre sem conclusão e é, provavelmente, uma guerra sem vencedores, embora a “causa da identidade” possa continuar a ser ostentada.

do

fluindo”¦
excelente”¦e + : ->
conclusões sobre a dúvida plástica:
“ Eu me reconheço quando vejo meu sangue fluir. E reconheço o outro como um ser cujo sangue também flui. Nosso acordo entre sujeitos cessa quando o sangue do outro pára de fluir. “
.eu
nãoébomnãoéruimnãoénada
until

DesfiatLux.miMoSa.purosDadoz
Eu e Pixel estamos acendendo o fosfóro aqui na Bahia de uma instalação -plástica – sonora – sensorial em CóDigo AbeRto :
Uma maquina viva interativa e intinerate em fluxo de puros dados pronta pra abrir s poros para as ondas de fotóns deste planeta!
DISCURSO SOBREO MÉTODO: é usar
uma interface de Pure Data rodando em Linux, integrando um corpo
interativo, com webcans, mcrofones e, motores(?), maquinas recicladas e
orgão e tecidos(você) interagindo com isso..
FIATLUX: a genêse física do
processo vai acontecer na oficina regional de Pontos de Cultura em
Cachoeira-BA e e conexões p2p com Matema + Boitatá + í¿VoCÃ?Å – INICIO 20/11 -> jogue sasideias em ( http://www.organismo.art.br/blog
) ou reply toall nestamensagem…
A PALAVRA E A COISA: A chamada
é pra definição de conceitos ET produção de matéria-prima ( textos,
fotOs, fotóns-Imagens, sons, patches de Pure data, Interação p2p em
tempo real, Sinapses) -> integração-sistema
a faísca inicial ( contém )
{
Cartesanismo * Instinto ;
Métodos de Interação homem-natureza-linguagem (zodíacos-equações-toten-tabus
fronteiras e mapas ( “povo” * “indíviduo” * “condivíduo” );
Máquina de fazer ( conceitos / moedas );
( ILHAíada-LUSOíada-BRAZSILHA
flechas-sintomas-matemas
( EIA >Experiêcia Imersiva AmbieTaL ) ;
o Q é corpo – o Q é urbaNo onde-Si napsE $?
Q~=kill;
í¿í¿í¿í¿
ARTE(?)-ArTIVISMO-OU ISTMO.umbigo../*)))))——((( */
meTaRecicle ou HaLT!
}


link para foto-piadas e piadas do weblog “Manobra”
programação
Dia I :: 27 de outubro, quinta feira
12h00 – Quiosque Ciclo Básico
recepção, credenciamento e atividade de RE:Conhecimento
Chegue, diga alô, pegue seu mapa, seu kit de sobrevivência na Academia, almoçe e descanse da chegada!
< +>
15:00hs – Teatro de Arena e Rádio Muda
cachaça e apresentação da conferência
Aproveita-se o momento para a apresentação dos grupos e pessoas e conversações entre os participantes. a idéia é de reconhecimento mútuo e uma aproximação antes do início dos painéis. Aproveite os vales-cachaça que ganharam no cadastramento para provar uma dose da legítima aguardente de alambique. Mas não se esqueça: beba com moderação! Hora feliz com som, transmissão e cervejinha. Discotecagem de Cláudio Manoel e DJ Helder (a confirmar)
Paulo Lara – Submidia
Paul Keller – Waag
Monica Narula – Sarai
Ricardo Ruiz – IP: / /
Hernani Dimantas – Metareciclagem
20 minutos para cada um falar. Tente falar menos e curtir mais.
Paulo Lara bedeu
Ricardo Ruiz bedeu
< +>
17h00 – Casa do Lago
abertura da mostra-lab
A mostra-lab é um espaço que conta com equipamento de projeção e som que ficará í disposição para apresentação dos trabalhos de pessoas e grupos convidados í conferência. É o melhor espaço-tempo para mostrar seu trabalho antigo, ou, o que é melhor, apresentar futuros projetos e conseguir parcerias para os mesmos. Leve DVD, CD com apresentação, laptop… aproveite para conhecer um pouco do trabalho e dos projetos dos outros participantes.
Cris Scabello bedéu
Lucas Bambozzi bedéu
+ som
conversa
subradio/glaubicos * oInusitado * tainã * media sana
* Pedro Peixoto * Cláudio Manoel * Dinho K2 * Tchuna
+ TRAGA E FAÇA SEU SOM!
+ videos
conversa
contratv.net * Estudio Livre * pirex
Rogério Borovik * Daniel Lima *
+ TRAGA E FAÇA SEU VíDEO!
+ arte em geral conversa
Metareciclagem * A revolução não será televisionada * Orquestra Organismo * Matema
mimoSa * Gisele Beighelman * Lucas Bambozzi * Daniel Seda
+ TRAGA E FAÇA SUA GAMBIARRA!
(+)
A Qualquer Momento!!!
Mais uma vez, perante a sociedade machista global, as mulheres tomam o espaço da forma possível. Por não possuírem um horário fixo na programação, elas se infiltrarão e tomarão alguma mesa ou espaço de relance. Cuidado! As palestras, o restaurante, o dormitório, a rádio… tudos os terrenos são um alvo em potencial
g2g
bater um papo e pensar mais sobre colaborações, atividades e ações possíveis na área de gênero e tecnologia
pauta – retomar algumas conversas que já começamos, falar e atinarmos sobre quem está fazendo-propondo-pensando o quê, e finalmente, o mais importante, decidir o que vamos FAZER!
Tori Holmes
Toya
Fernanda Weiden
Giselle Biguelman
Tatiana Wells
Luciana Fleischman
Tati G
Quem mais?
Aonde?
(+)
Dia II :: 28 de outubro, sexta feira
10h02 Encontrar-se na sala do ciclo básico CB01 para partir
visita tainã + almoço
Expresso 411 bedéis
< +>
14h07 Sala do Ciclo Básico CB01
teoria, cadê?
Aonde vai a teoria que perpassa as idéias e ações, qual o papel das idéias no período tecnofóbico e de especialismos ? Trata-se, com efeito, de uma questão premente, visto que existe, de fato, uma aparente dissociação entre prática e teoria, como se a “gente que faz” não tivesse tempo, interesse ou inclinação para pensar e a “gente que pensa” simplesmente não conhecesse a realidade prática daquilo sobre o que pensa. Mas seria mesmo o caso de opor os dois grupos de pessoas, como se o Submidialogia fosse colocar a prática de uns em contato com a teoria dos outros? Será que não existe, na própria teoria, uma prática ainda pouco percebida, e na prática, uma teoria que merece mais atenção?
Tati Wells – IP:/ / moderadora
Paulo José Lara – Submídia moderador
Pedro Ferreira – Subrádio – CTeMe
Dalton Martins – Metarecicagem
Renato Ortiz – UNICAMP
André Parente – UFRJ
Giselle Beighelman – PUC/SP
Mauro Almeida – UNICAMP
10 minutos para cada um expor seus pontos. 30 minutos de perguntas e respostas
< +>
15h33
cachaça
< +>
15h46 Sala do Ciclo Básico CB01
quando meus amigos se tornaram .gov – problemas e soluções:
Após a explosão da dita bolha da internet, muitos teóricos buscaram quais seriam os novos rumos da internet. No Brasil, terra de samba, pandeiro e desigualdade, a passagem da falência das empresas extrangeiras í s novas tendências da sociedade compartilhada na prática é um fenômeno com menos de três anos de existência. Em um curto período de tempo, dezenas de iniciativas e centenas de pessoas que participavam de movimentos de comunicação independente, mídia tática, software livre e movimentos de base foram, direta ou indiretamente, incorporados nas agendas e contratos governamentais. Qual o motivo dessa rápida incorporação? Como direcionar tais ações em um governo como o brasileiro? quais as consequências? E como o governo tem lidado com os projetos e ideologias dos envolvidos com as pesquisas e implantações? Qual a atual situação de projetos como o da TV Digital e GESAC (Ministério das Telecomunicações) e Pontos de Cultura (Ministério da Cultura)
Pablo Ortellado – USP – CMI moderador
Ricardo Ruiz – Cultura Digital/Min C moderador
Takashi Tomei – CPq D
Cláudia Schmidt – CPq D
Antônio Albuquerque – sociólogo ex-GESAC
Elaine Silva – GESAC
Thiago Novaes – Min C
Cláudio Prado – Cultura Digital/Min C – Pontos de Cultura
30 minutos para gesac, 30 minutos para CPq D, 30 minutos para Pontos de Cultura. Sobra quase 1 hora e meia para discussões
< +>
18h11 – IFCH
jantar na cantina + som
Bate papo sobre leis e repressão, com petiscos, cerveja, som…
Armando Coelho Neto – Polícia Federal
Vishwas – Alternative Law Forum
Caio Mariano – RE: Combo
conclusão certa: deixe as leis e repressões de lado e venha ser ilegal no:
Media [umatic] Sana não é possível
dj x (cineaudioclubismo com transmissãonocanal3)
André Bodinho bedéu
(+)
Dia III :: 29 de outubro, sábado
09h09 Sala do Ciclo Básico CB01
oxalá shiva!
Como é possível operacionalizar e quais os caminhos a serem percorridos em um plano de colaboração entre os países do sul? E seriam só os países do sul?
Mônica Narula – Sarai
Fernado Henrique – xsl4v3
Bia – Metareciclagem
15 minutinhos pra cada um, no máximo… o resto do tempo de conversinha
< +>
10h06 Sala do Ciclo Básico CB01
O balanço das redes:
Debate centrado na criação, manutenção e desenvolvimento de redes colaborativas e abertas por parte de grupos e comunidades socias. As questões técnicas, teóricas e políticas levantadas a fim de estabelecer uma discussão permanente e contínua sobre novas formas de atuação sócio-cultural
Felipe Fonseca – metareciclagem moderador
Rhatto – radiolivre.org moderador
Rafael Juba Diniz – Sub>mídia
Dalton Martins – metareciclagem
Toya – CMI
Patrícia Canetti – canal contemporâneo
José Balbino – Casa da Alegria
20 minutos para cada um expor seus pontos, 1h40 de perguntas ávidas
< +>
12h28
Almoço
< +>
14h32 Sala do Ciclo Básico CB01
populações diferentes e tecnologias similares:
Como a cultura – práxis diversa e única – se situa perante a unidade dos mecanismos e formas de transmissão de conteúdo? Brasil significa práticas e vidas diferentes e modos -improvisos de sobreviver. As tecnologias proporcionam o quê, potencializam o quê e atrofiam o quê, quando relacionadas a culturas específicas e como trabalhar com isso?
Alejandra Ana Rotaina – Comissão Nacional de ética em pesquisas do CNS
Arnaldo – GTA Grupo de Trabalho Amazônico
TC – Casa de Cultura Tainã
Atiely e Marcinha – Joinha Filmes
Orlando Lopes – Associação Salvamar
Tori Holmes – openknowledge
Dinho K2 – Enraizados / Mhhob
Fabianne Borges – Catadores de Histórias
Chico Caminati – suBRádio moderador
15 minutos para cada um expor problemas e 40 min de confusão geral
< +>
16h56
cachaça
< +>
17h10 Sala do Ciclo Básico CB01
Licenças, propriedade, patentes e repressão – copyleft, cc e conhecimento aberto:
A criação de mecanismos tecnológicos de informação re:volve completamente a visão clássica sobre propriedades e direitos. Os fundamentos práticos e teóricos tendem a caminhar com as movimentações que a sociedade dinamiza. Quais são as novidades em relação a estas novas formas de entender e encarar o conhecimento e a propriedade espiritual. Como se relaciona o autor, artista, produtor, conhecedor etc. em confronto com potencialidades de alteração das relações de produção e recepção existentes até hoje?
Paulo Lara – Submidia moderador
Thiago Novaes – Submídia moderador
Glerm – OrganismoBR
Caio Mariano – KFC Advogados
Bernardo Ferreira – BNegão
Fernanda Weiden – Debian
De-Leve – Quinto Andar
Rubens Queiróz – UNICAMP
Volker Grassmuck – Wizards of OS/Alemanha
Dr. Gorila – Sabotagem
10 min para cada um se expressar e uma hora para impressões de todos
< +>
19h58
cachaça
< +>
Jantar na Borda de Ouro
Como preparação para a noite que desponta, nada melhor que uma gorda pizza na tradicional taberna do chorinho, mpb e metal. Com clima aconchegante, decoração semi-rústica e aparência de germinado quintal-garagem, o Borda de Ouro é, em Barão Geraldo, a sua segunda casa!
Francisco Caminati bedeu
Ricardo Ruiz bedeu
< +>
22h00 EVENTOFESTIVO (em construção)
+ som::: SÂ Dí MALUCO
liberte os maus espíritos nos braços do que há de melhor no xamanismo colaborativo!
Dj Paulão
Media Sana Out of Control
B Negao * DJ Castro * De Leve * Dinho k2
letícia bedéia
djahdja bedeu
pajé bedeu
(+)
Dia III :: 30 de outubro, domingo
10h37
Café da manhã sobre o dia anterior com rádio-arte
< +>
11h48 Sala do Ciclo Básico CB01 / Casa do Lago
Tecnologia, produção local e arte. Brasil?
Não seriam as discussões sobre mídia-arte no brasil centrados em uma perspectiva urbana, focadas em um pequeno mercado cultural ditado por diretores de marketing de companias de petróleo e telecomunicações? E, acreditando que as grandes empresas movem um sistema financeiro como uma parte de um sistema geral, onde até os artistas são ocultados das reais possibilidades dos meios-subjéteis com que trabalham, como estas relações podem acontecer dentro de uma perspectiva que não repita o modelo de comunicação brasileiro, e que permita uma interconexão entre os diversos cenários artísticos-regionais do país? Incentivos fiscais? Governamentais? Acadêmicos? E quem é o artista de mídia no começo do século XXI? Quem expõe em museus? ou quem produz conteúdo local? E quem será ele em 30 anos? Stelarc? Todos? E o que a TV Digital tem a ver com isso?
Ricardo Ruiz – midiatatica.org / IP: / / moderador
Giseli Vasconcelos – midiatatica.org
Ricardo Rosas – midiatatica.org
Giselle Beighelman – PUC/SP
Chico Caminati – Sub>mídia
Graziela Kunsch – foda_se_o_pessoal_do_design
Daniel Lima – A Revolução Não Será Televisionada
Lucas Bambozzi – COBAIA
Tulio Tavares – Menossao
< +>
13hs36
Almoço com molho de devir
Lunch with becoming-sauce
esporros, gritos e silêncios –
sem hora pra acabar…



::segue rumo a não-cidade::
D=o Homem nú ao São Brazzzzzzzz ( Brasílio Kumon )
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1975 – 1992 Walks throught the deserts searching for knowledge and fighting with demons and heroes. Sketches of the same that will ever disturb his search: cartoonish caligraphy literature, chaotic sound structures, dislexic mathematics.
1992-1998 His first ” professional” musical tries with the group Boi Mamao. With this partners he had an intense Recording experience ( as musician and producer of 4 albums ). Boi Mamao travelled all over Brazil playing important independent musical festivals of 90’s. With this group he also began his videomaker experiences, directing and writing 5 videoclips.
1999-2002 Founds the company Malditos Acaros do Microcosmos, where experience dramaturgy writing, directing and acting in the play ” Malditos Somos Nos Tentando Ser nos Mesmos” ( Damned are us Trying to be Ourselves ), that stared in the 2001 Curitiba Theater Festival. Born the groups Vitoriamario and Radio Macumba, with an huge production of Media Poetry(Audio, Video and Internet ) where he composed, writed, draw, coded, edited, directed and produced a lot of works.
2002-2003 Goes to Unirio (University of Rio de Janeiro ) to begin studies for became a reseacher in Art Media & Technology. With Vania Dantas Leite studied Max/Msp, where researched programming computers for Performance Arts.
Joined the band Jason and did a Tour through West Europe playing German, Austria, Croatia ans Slovenia.
2003-2005 Began to build with his partners musicians Lucio Araujo and Nillo Ferreira the Matema Studio. The studio is pioneer in Brazil in works with Open Source Multimedia Software, wich Glerm researches nowadays.
2004-2005 Began to study programming languages as C and C++ in the Computer Science course of UFPR ( University of Parana ).
2005 Works as lecturer in Multimedia Production Open Sorce Software in Worls Social Forum, in Porto alegre, Brazil.
Began his works in Estudio Livre, a group of researches that are structuring possibilities of media production in Free Software in Brazil.
2005 Founded with Octavio Camargo the Multimedia Art Laboraty – EmbapLab, in EMBAP (University of Belas Artes do Parana ).
2005 Works on the SESC with Installation Art – Desafiatlux.
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Quem precisa da identidade#
Estamos observando, nos últios anos, uma verdadeira explosão discursiva em torno do conceito de “identidade”. o conceito tem sido submetido, ao mesmo tempo a uma severa crítica. Como se pode explicar esse paradoxal fenômeno# onde nos situamos relativamente ao conceito de “identidade”# Está-se efetuando uma completa descontrução das perspectivas identitárias em uma variedade de áreas disciplinares, todas as quais, de uma forma ou outra, criticam a idéia de uma identidade integral, originária e unificada. Na filosofia tem-se feito, por exemplo, a crítica do sujeito auto-sustentável, que está no centro da metafísica ocidental pós-cartesiana. No discurso da crítica feminista e da crítica cultural influenciadas pela psicanálise têm-se destacado os processos inconscientes de formação da subjetividade, colocando em questão, assim, as concepções racionalistas de sujeito. As perspectivas que teorizam o pós-modernismo têm celebrado, por sua vez, a existência de um “eu” inevitavelmente performativo. Têm-se delineado, em suma, no contexto da crítica antiessencialista das concepções étnicas, raciais e nacionais da identidade cultural e da “política da localização”, algumas das concepções teóricas mais imaginativas e radicais sobre a questão da subjetividade e da identidade. onde está, pois, a necessidade de mais uma discussão sobre a “identidade”# Quem precisa dela#
Existem duas formas de se responder a essa questão. A primeira consiste em observar a existência de algo que distingue a crítica desconstrutiva í qual muitos destes conceitos essencialistas têm sido submetidos. Diferentemente daquelas formas de crítica que objetivam superar conceitos inadequados, substituindo-os por conceitos “mais verdadeiros” ou que aspiram í produção de um conhecimento positivo, a perspectiva desconstrutiva coloca certos conceitos-chave “sob rasura”. O sinal de “rasura” (X) indica que eles não servem mais – não são mais “bons para pensar” – em sua forma original, não-reconstruída. Mas uma vez que eles não foram dialeticamente superados e que não existem outros conceitos, inteiramente diferentes, que possam substituí-los, não existe nada a fazer senão continuar a se pensar com eles – embora agora em suas formas dsetotalizadas e desconstruídas, não se trabalhando mais no paradigma no qual eles foram originalmente gerados (Hall, 1995). As duas linhas cruzadas (X) que sinalizam que eles estão cancelados permitem, de forma paradoxal, que eles continuem a ser lidos. Derrida descreve essa abordagem como “pensando no limite”, como “pensando no intervalo”, como uma espécie de escrita dupla. “Por meio da escrita dupla, precisamente estratificada, deslocada e deslocadora, devemos também marcar o intervalo entre a inversão que torna baixo aquilo que era alto […] e a emergência repentina de um novo “conceito” que não se deixa mais – que jamais se deixou – substituir pelo regime anterior” (Derrida, 1981, p. 42). A identidade é um desses conceitos que operam sob “rasura”, no intervalo entre a inversão e a emergência: uma idéia que não pode ser pensada da forma antiga, mas sem a qual certas questôes-chave não podem ser sequer pensadas.
Um segundo tipo de resposta exige que observemos onde e em relação a qual conjunto de problemas emerge a irredutibilidade do conceito de identidade. Penso que a resposta, neste caso, está em sua centralidade para a questão da agência[1] e da política. Por “política” entendo tanto a importância – no contexto dos movimentos políticos em suas formas modernas – do significante “identidade” e de sua relação primordial com uma política da localização, quanto as evidentes dificuldades e instabilidades que têm afetado todas as formas contemporâneas da chamada “política de identidade”. Ao falar em “agência”, não quero expressar nenhum desejo de retornar a uma noção não-mediada e transparente do sujeito como o autor centrado da prática social, nem tampouco pretendo adotar uma abordagem que “coloque o ponto de vista do sujeito na origem de toda historicidade – que, em suma, leve a uma consciência transcendental” (Foucault, 1970, p. XIV).
Concordo com Foucault quando diz que o que nos falta, neste caso, não é “uma teoria do sujeito cognoscente”, mas “uma teria da prática discursiva”.
(até a página 105)
do segundo parágrafo: Hall concorda com a proposta de descentramento de Foucault, onde se enfatiza uma teoria ad prática discursiva” ao invés de uma teoria do sujeito cognoscente.
A sua posição deve ser repensada no interior do paradigma – EM SEU DESCENTRAMENTO OU DESLOCAMENTO
“na tentativa de REARTICULAR a relação entre sujeitos e práticas discursivas que a questão da identidade […] volta a aparecer.
“Não um abandono, mas uma reconceptualização do sujeito”VER O CONCEITO DE IDENTIFICAÇÃO
de acordo com o senso comum, a “identificação é construída a partir do reconhecimento de alguma origem comum, ou de características que são partilhadas com outros grupos ou pessoas, ou ainda a partir de um mesmo ideal. É em cima dessa fundação que ocorre o natural fechamento que forma a base da solidariedade e da fidelidade do grupo em questão.de acordo com a abordagem discursiva, identificação é “um processo nunca completado – como algo sempre em processo” – indeterminada, condicional, “ela está, ao fim e ao cabo, alojada na contingência. Uma vez assegurada, ela não anulará a diferença. A FUSÃO TOTAL ENTRE O “MESMO” E O “OUTRO” QUE ELA SUGERE É, NA VERDADE, UMA FANTASIA DE INCORPORAÇÃO (Freud sempre falou dela em termos de “consumir o outro”[…]).
então a identificação é um processo de articulação, “suturação, sobredeterminação, e não uma subsunção, (…)” nunca o ajuste, nunca a totalidade, sempre sobredeterminação ou uma falta.
O JOGO DA DIFFÉRANCE. “Ela obedece í lógica do mais-que-um.
“trabalho discursivo, fechamento, marcação de fronteiras simbólicas, produção de efeitos de fronteiras. Para consolidar o processo, ela requer aquilo que é deixado de fora – o exterior que a constitui”LEGADO SEMÂNTICO PSICANALíTICO
> expressão remota de laço emocional,
no édipo, os pais são objeto de amor e competição e frud atribui ao processo de identificação esses traços, essa ambivalência> a identificação seria algo que prende o indivíduo í escolhe de um objeto perdido
> “TRATA-SE, NO PRIMEIRO CASO, DE UMA “MOLDAGEM DE ACORDO COM O OUTRO”, COMO UMA COMPENSAÇÃO PELA PERDA DOS PRAZERES LIBIDINAIS DO NARCISISMO PRIMAL. ELA ESTí FUNDADA NA FANTASIA, NA PROJEÇÃO E NA IDEALIZAÇÃO. SEU OBJETO TANTO PODE SER AQUELE QUE É ODIADO QUANTO AQUELE QUE É ADORADO. COM A MESMA FREQÃ?Å?Ã?Å NCIA COM QUE ELA É TRANSPORTADA DE VOLTA AO EU INCONSCIENTE, ELA ‘EMPURRA O EU PARA FORA DE SI MESMO’. FOI EM RELAÇÃO à IDÉIA DE IDENTIFICAÇÃO QUE FREUD DESENVOLVEU A DISTINÇÃO ENTRE ‘TER’ E ‘SER’ O OUTRO. ELA SE COMPORTA ‘COMO UM DERIVADO DA PRIMEIRA FASE DA ORGANIZAÇÃO DA LIBIDO, DA FASE ORAL, EM QUE O OBJETO QUE PREZAMOS E PELO QUAL ANSIAMOS É ASSIMILADO PELA INGESTÃO, SENDO DESSA MANEIRA ANIQUILADO COMO TAL’ (Freud, 1921/1991: p.208)de acordo com laplanche/pontalis, as identificações nãop constituem um corpo coerente. No superego coexistem forças contraditórias assim como no ego ideal identificações compõem-se de ideais culturais ‘não necessariamente harmoniosos’.
o conceito de identidade de HALL:
(não)>>
– estratégico e posicional e não essencialista
– sua concepção de identidade ‘não assinala aquele núcleo estável do eu que passa do início ao fmi sem qualquer mudança (…) não se refere aquele segmento do eu que permanece (…) idêntido a si mesmo ao longo do tempo
– com relação a identidade cultural, sua concepção de identidade também não se refere a um eu coletivo e verdadeiro mantido em comum por um povo, “capaz de estabilizar, fixar ou garantir o pertencimento cultural ou uma unidade imutável QUE SE SOBREPÃ?â?¢E A TODAS AS OUTRAS DIFERENÇAS – SUPOSTAMENTE SUPERFICIAIS.(sim)>>
– identidades nunca são unificadas
– são cada vez mais fragmentadas e fraturadas
– são multiplamente construídas ao longo de DISCURSOS, PRíTICAS E POSIÇÃ?â?¢ES que podem se cruzar ou ser antagônicos.
– são sujeitas a uma historicização radical, estando constantemente em processo de mudança e transformação.PROCESSOS DE GLOBALIZAÇÃO + PROCESSOS DE MIGRAÇÃO FORÇADA
“é apenas por meio da relação com o Outro, da relação com aquilo que não é, com precisamente aquilo que falta, com aquilo qu tem sido chamado de seu exterior constitutivo, QUE O SIGNIFICADO “POSITIVO” DE QUALQUER TERMO – e assim sua identidade – PODE SER CONSTRUíDO” (lACLAU, DERRIDA, BUTLER…)$ refere-se a identidade do excluído como aquilo que é peculiar sendo reduzido a função de um acidente.
Hall utiliza o termo identidade para se referir a um ponto de sutura entre:
1- “os discursos e as práticas que tentam nos ‘interpelar’, nos falar ou nos convocar para que assumamos nossos lugares como os sujeitos sociais de discursos particulares
e, por outro lado,
2- os processos que produzem subjetividades, que nos constroem como sujeitos aos quais se pode ‘falar’
– as identidades são então PONTOS DE APEGO TEMPORíRIO àS POSIÇÃ?â?¢ES-DE-SUJEITO QUE AS PRíTICAS DISCURSIVAS CONSTROEM PARA NÂS”
– as identidades são o resultado de uma fixação ou articulação bem-sucedida DO SUJEITO AO FLUXO DO DISCURSO – UMA INTERSECÇÃO (conforme HEATH)–
Uma Experiência de Imersão ambiental (EIA)??

Prelúdio Onírico:
6:17 da manhã na praça do japão – sol nascente rumo ao padeiro. Início do não-domingo.
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Partindo as 09:59 da Praça 19 de Dezembro ( Homem Nu) em Direção da Cidade Pós Industrial

no retorno da ação do homem nu
retornaremos para uma ceia no Estudio Matema as 19:00, complementando com:
* instalação de Demudi/linux ( leve sua máquina, basta ter uns 3 giga de Hd sobrando )
* Sonz ao vivo dos interessados
* transmissão online do som na net pela Radio Boitatá

{
Estudio Matema
Galeria Ritz – Segundo andar 207 – entrada pela Marechal deodoro
a porta estará fechada, mas
chame o guarda e diga que “vai no estudio, la no jr. no segundo” )
}
na sequencia -> rumo a uma não-segunda


CONCLUSÂO -> “Ponto de Cultura na UPE” :
From: glerm soares
Mailed-By: gmail.com
To: listaleminski@estudiolivre.org
Date: Oct 18, 2005 11:23 AM
Subject: SubUltraMidialogia, pós-hackerismos e o tempero da sua vó – TELECENTRO é o caralho – morte a internetPode rolar sim. Ta na mão. Só que os caras com a chave da UPE tem que se coçar…O Paulo e a ONG só levaram os computadores de volta por que ninguem dos ” chaveiros do casarão “se definiu ” formalmente ” ( NEM PRA ASSISTIR AS OFICINAS! quem vai ser o root do sistema? eu de novo lavando o chão e o banheiro pra galera da chave e da “balada”? ah vocês não podem ir lá né? vocês ” trabalham”).
Chega de espetáculo. Tem muita gente vivendo simulacro dos outros. Cadê vocês? Porque foi tão pouca gente nas oficinas???.. tudo é tão simples… tem muita gente complicando pra caralho… Cadê o pessoal da Situação que só foi lá pra ” festa”? Fiquei meio decepcionado com ausência de vocês galera. Só vi o Rafael por lá. “Trabalhar ” não é desculpa, porque o Lucio trampa de professor o dia inteiro e foi lá toda noite. O Nilo e Gus tambem vacilaram de não se envolver… Ces são tudo uns UMBIGO. (o leo bozo é muito menos pois foi lá e interagiu com todo mundo)…
Depois todo mundo quer brincar de ” hacker-radio” , né? Cade vocês? Porque a gente não fez ainda? Porque fica todo mundo esperando a princesa encantada.
“Festa” é o caralho. Não to aqui pra animar circo. Ou come ou não come quem ces tão a fim e fora isso ache seres humanos. Não to trabalhando pra industria da cerveja.
Se liga galera. Ta tudo ali do lado é só pegar. Parem de esperar as ” decisões”. Alguem quer algum numero de telefone? o meu é 99889285.Mas foi massa… Valeu tudo, e continua valendo. Vamoae por mais pilha…
Quem mais pra rolar?
*Agilizar um EMBAPLab decente pra galera aprender duma vez a usar as ferramentas ( eu não acredito que vocês não instalaram a porra do Demudi ainda)
* Orquestra de Impressoras
* Situação + Situacionista
* Orquestra Organismo]
* Toca aquela do Matema
* Radio Boitata
***> SUBMIDIALOGIA -> http://radiolivre.org/submidia/submidialogia/programa.html
–> vamo se agitar pra agilizar essa convergencia em campinas
* Vai me perguntar o que é midiatática ainda?
* Vai ficar nessa de CD com capinha e porcentagem das radios, ainda?
* Pelamor de deus irmão, to falando contigo. Venha comer um bolo da minha vó. Prestatenção. A mídia é só o novo aperto de mão que você bolou.E Não criem flames nesse lixo de post. Isso aqui é só uma porra de um BLOG. Só to falando a real. me liguem. Vamo sair dessa porra de século 20.
glerm – 15 dias de sono atrasado. não levem a mal.
fodam-se irmãozinhos… ( e escolham bem com quem)
té mais
love
truly yours
glerm
Se eu, bazar provendo quermesse, não os tivesse tirado do esquecimento a que os votavam lendas e lendas, seu centro estava ausente, seu janeiro além do contrôle, a salvo de incêndios, de todo destino isento. Quis al. Num raio de dois olhares, nenhum lençol de fantasma para serenar meu gôsto por êsse tipo de espetáculo.
