zero

Notas históricas sobre a criação do zero

Tendo em vista o problema na construção dos números como 31 e 301, os hindus criaram um símbolo para representar algo vazio (ausência de tudo) que foi denominado sunya (a letra s tem um acento agudo e a letra u tem um traço horizontal sobre ela).

Dessa forma foi resolvido o problema da ausência de um algarismo para representar as dezenas no número 301 e assim passaram a escrever:

301 = 1 + ? x 10 + 3 x 100
301 = dasa sunya tri

Os hindus tinham acabado de descobrir o zero.

Porém, estas notações só serviam para as palavras e não para os números, mas reunindo essas idéias apareceram juntos o zero bem como o atual sistema de notação posicional.

Um dos primeiros locais onde aparece a notação posicional é um tratado de cosmologia denominado: Lokavibhaga, publicado na data de 25 de agosto de 458 do calendário juliano, por um movimento religioso hindú para enaltecer as suas próprias qualidades científicas e religiosas. Neste texto, aparece o número 14.236.713 escrito claramente:

triny ekam sapta sat trini dve catvary ekakam
três um sete seis três dois quatro um

Escrever tais números na ordem invertida, fornece:

um quatro dois três seis sete um três
1 4 2 3 6 7 1 3

Números como 123.000 eram escritos como:

sunya sunya sunya tri dvi dasa

que significa:

zero zero zero três dois um

que escrito na ordem invertida fornece:

um dois três zero zero zero

No texto existe a palavra hindú sthanakramad que significa “por ordem de posição“.

Observamos que tal notação posicional já era então conhecida no quinto século de nossa era por uma grande quantidade de cientistas e matemáticos.

Para escrever este material, usamos alguns tópicos do excelente livro: “Os números: A história de uma grande invenção”, Georges Ifrah, Editora Globo, 3a.edição, 1985.

Notação Posicional

O sistema de numeração posicional indiano surgiu por volta do século V. Este princípio de numeração posicional já aparecia nos sistemas dos egípcios e chineses.

No sistema de numeração indiana não posicional que aparece no século I não existia a necessidade do número zero.

Notação (ou valor) posicional é quando representamos um número no sistema de numeração decimal, sendo que cada algarismo tem um determinado valor, de acordo com a posição relativa que ele ocupa na representação do numeral.

Mudando a posição de um algarismo, estaremos alterando o valor do número. Por exemplo, tomemos o número 12. Mudando as posições dos algarismos teremos 21.

12 = 1 × 10 + 2
21 = 2 × 10 + 1

O zero foi o último número a ser inventado e o seu uso matemático parece ter sido criado pelos babilônios. Os documentos mais antigos conhecidos onde aparece o número zero, não são anteriores ao século III antes de Cristo. Nesta época, os números continham no máximo três algarismos.

Um dos grandes problemas do homem começou a ser a representação de grandes quantidades. A solução para isto foi instituir uma base para os sistemas de numeração. Os numerais indo-arábicos e a maioria dos outros sistemas de numeração usam a base dez, isto porque o princípio da contagem se deu em correspondência com os dedos das mãos de um indivíduo normal.

Na base dez, cada dez unidades é representada por uma dezena, que é formada pelo número um e o número zero: 10.

A base dez já aparecia no sistema de numeração chinês.

Os sumérios e os babilônios usavam a base sessenta.

Alguma vez você questionou sobre a razão pela qual há 360 graus em um círculo? Uma resposta razoável é que 360=6×60 e 60 é um dos menores números com grande quantidade de divisores, como por exemplo:

D(60) = { 1, 2, 3, 4, 5, 6, 10, 12, 15, 20, 30, 60}

Os indianos reuniram as diferentes características do princípio posicional e da base dez em um único sistema numérico. Este sistema decimal posicional foi assimilado e difundido pelos árabes e por isso, passou a ser conhecido como sistema indo-arábico.

Nosso sistema de numeração retrata o ábaco. Em cada posição que um número se encontra seu valor é diferente.

O Sistema Romano de Numeração

O sistema de numeração Romano é um sistema decimal, ou seja, sua base é dez. Este sistema é utilizado até hoje em representações de séculos, capítulos de livros, mostradores de relógios antigos, nomes de reis e papas e outros tipos de representações oficiais em documentos. Estas eram as primeiras formas da grafia dos algarismos romanos.

Tal sistema não permite que sejam feitos cálculos, não se destinavam a fazer operações aritméticas mas apenas representar quantidades. Com o passar do tempo, os símbolos utilizados pelos romanos eram sete letras, cada uma com um valor numérico:

Letra I V X L C D M
Valor 1 5 10 50 100 500 1000
Leitura Um Cinco Dez Cinquenta Cem Quinhentos Mil

Estas letras obedeciam aos três princípios:

  1. Todo símbolo numérico que possui valor menor do que o que está à sua esquerda, deve ser somado ao maior.

    VI = 5 + 1 = 6
    XII = 10 + 1 + 1 = 12
    CLIII = 100 + 50 + 3 = 153

  2. Todo símbolo numérico que possui valor menor ao que está à sua direita, deve ser subtraído do maior.

    IX = 10 – 1 = 9
    XL = 50 – 10 = 40
    VD = 500 – 5 = 495

  3. Todo símbolo numérico com um traço horizontal sobre ele representa milhar e o símbolo numérico que apresenta dois traços sobre ele representa milhão.


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POTENCIA ZERO DE ZERO – o BUG da MATEMíTICA



Cálculo: Quanto vale zero elevado a zero?

A expressão matemática 0º é muitas vezes considerada como uma forma indeterminada em Matemática. Outras vezes esta expressão é considerada, por convenção, como sendo igual a 1. Por exemplo, ela aparece quando se calcula o limite:

Lim f(x)g(x)

quando x tende a 0 e Lim f(x)=Lim g(x)=0.

Uma forma indeterminada é o valor numérico que pode ser atribuído ao limite de uma função h=h(x) quando se substitui a variável x pelo valor numérico onde o mesmo será calculado, sem haver um trabalho mais aprimorado com a expressão envolvida com a função h=h(x).

As principais formas indeterminadas são:

0/0,  0.inf,  inf/inf,  1inf,  inf-inf   e  0º

onde inf significa “infinito”.

Várias destas formas indeterminadas podem ser estudadas com o auxílio da Regra de L’Hôpital.

A função real f(x)=xx possui uma descontinuidade em x=0, razão pela qual não é óbvio que se tenha que

f(0) = Lim f(x) = Lim xx

quando x tende a 0.

Pode ser que, até mesmo este limite:

  1. seja determinado e igual a 1 (uma escolha natural),

  2. seja indeterminado, ou

  3. nem mesmo exista.

Quando estamos calculando

Lim f(x)g(x)

com x tendendo a 0 e lim f(x)=Lim g(x)=0, devemos fazer algumas exigências sobre as funções f e g.

Como a Regra de L’Hôpital tem íntima relação com o fato de uma f função ter desenvolvimento em série de potências (f ser analítica) em torno do ponto onde se calcula o limite, fica claro que quando esta propriedade é satisfeita nas vizinhanças deste ponto, então quase sempre é possível garantir que 0º=1.

Sem esta propriedade sobre o fato que a função deve ser analítica, nada podemos afirmar.

O fato citado acima pode ser observado se tomarmos a função definida por f(x)=exp(-1/x) se x>0 e f(x)=0 se x<0. (que não tem desenvolvimento em série de potências em torno de x=0) e g(x)=x.

Lim f(x)=0 e Lim g(x)=0 quando x tende a 0, mas:

Lim f(x)g(x) = Lim [exp(-1/x)]x = 1/e = 0,3679…

que obviamente não é igual a 1.

Substituindo o número e de Euler por 2, obteremos um resultado diferente, significando que poderemos obter o limite que desejarmos, assim, este limite é indeterminado.

Concluímos que, se x tende a 0 e Lim f(x)=0=Lim g(x), o limite

Lim f(x)g(x) é indeterminado

e nem mesmo podemos afirmar que 0º possa ser 1.



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http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/fundam/naturais/naturais1.htm

Encontro DESAFIATLUX no Sábado

Como já está chegando e alguns solicitaram, marcamos uma reunião no ESTÃ?â?¢DIO Matema

A reunião tem o propósito de definirmos as ações a serem feitas no Sesc

Sábado 06/08/05 a partir das 15:33

endereço:

Galeria Ritz, 2ú Andar – sala 207 ao lado da porta preta.

Centro – Curitiba

Lucio: 32746756 – 91812921
Glerm: 32281074 – 99889285

Confirmem a presença

Declaração dos direitos vitoriamario

vitoriamario

A indústria do espetáculo e da ordem imaterial me deve dinheiro. Não vou fazer acordos com ela até eu ter o que me é devido. Por todas as vezes em que apareci na TV, no cinema ou no rádio, como transeunte casual ou como elemento da paisagem, e minha imagem nunca foi paga; por todas as vezes em que meus rastros, inscrições, grafites, fotografias, disposição de objetos no espaço (como em acidentes catastróficos ou espetaculares, atos de vandalismo, fraudes imobiliárias etc.) foram utilizados sem o meu conhecimento em shows e telejornais; por todas as palavras e expressões de impacto comunicativo que eu criei nos bares da periferia, nas praças, nos muros, nos centros sociais, que passaram a ser siglas de programas, poderosos slogans publicitários ou nomes de sorvetes embalados, sem eu ver um tostão; por todas as vezes nas quais meu nome e dados pessoais foram colocados para trabalhar de graça dentro de cálculos estatí­sticos, para adequar í  demanda, definir estratégias de marketing, aumentar a produtividade de empresas que não poderiam me ser mais alheias; pela publicidade que faço continuamente usando camisetas, mochilas, meias, casacos, sungas toalhas com marcas e slogans comerciais, sem que meu corpo receba uma remuneração como outdoor publicitário; por tudo isso, e muito mais ainda, a indústria do espetáculo integrado me deve dinheiro! que seria difí­cil calcular singularmente o quanto me devem. Mas isso não é de jeito nenhum necessário, pois eu sou Vitóriamário, o múltiplo e multí­plice. E tudo que a indústria do espetáculo me deve, deve aos muitos que eu sou, e me deve porque eu sou muitos. Nesse sentido, podemos fechar um acordo para uma remuneração por empreitada geral. Vocês não terão paz até eu ter dinheiro! MUITO DINHEIRO PORQUE EU SOU MUITOS. RENDA DE CIDADANIA PARA VITÂRIAMàRIO!!!

Desafiatlux URGENTE

Quebrado o Jejum, vem o determinismo Desafiatlux:

1- Preciso COM MíXIMA URGÃ?Å NCIA saber o que cada um vai desenvolver no Desafiatlux, em que dia especificamente dos que seguem abaixo, pois gostaria de organizar melhor as ações dos dias e impedir que uma ação entre em conflito com outra. (algo como um “roteiro”)

2- Preciso também que me mandem uma lista dos materiais que cada um vai precisar, tenho que preparar isso até no máximo terça-feira (02 de agosto) enviar para o Sesc e ver o que eles vão disponibilizar, caso contrário cada um terá que se responsabilizar pelo seu próprio material.

Agenda

15/08 – segunda – abertura da exposição – nascimento do ORGANISMO (ritual da pulsão de vida)

Video sobre a gênese do ORGANISMO
Concerto celebração com Matema
Primeiras palavras de ORGANISMO
Produção do álbum de fotos do nascimento de ORGANISMO
Ritual de conexão do ORGANISMO no “pleroma da sociedade”
Depoimentos

19/08 – sexta – batismo na instituição ARTE. (religião – rumo – crença – psiquê)

Missa-celebração de batismo de ORGANISMO na ARTE – Sincretismo de diversas missas e anti-missas. O estádio do espelho
Ferro de batismo, água benta, etc.
Invocações, promessas e oferendas

26/08 – sexta – perda da virgindade (sexo – sexualização – gênero – escolha)

Interação para acoplamento de “armas fálicas” do ORGANISMO
Interação para acoplamento de “úteros” do ORGANISMO
Obras, discursos e desconstruções sobre gênero e escolha
O anti-édipo
Sala para coleta de esperma (com freezer e cabine)
Rituais de acasalamento e troca de genes: primeiro convite a alguma continuidade fora do espaço do Sesc

02/09 – sexta – formatura (mercado – globalização – indústria)

Ação direta simultânea em cidades diferentes em Outdoors e Webdoors
Criação de manifestos sobre “papel do artista” em “mercado”
Ativismo e lucro
MenSALÃO de arte polí­tica. Exposição de cartuns polí­ticos
Apresentação do happening “A Incrí­vel Máquina de Fazer Moedas”
Saí­da para as ruas para colagem de stickers e intervenções urbanas

09/09 – sexta – casamento (aliança de clãs – patriarcado/matriarcado – estruturalismo e parentesco)

Ações com trocas e permutações de indí­viduos
Filmes sobre encontros de “deriva” entre pessoas desconhecidas
Ritual de conexão do Organismo com algum outro ORGANISMO localizado e criado externamente ao espaço da mostra
Trabalho sobre a genealogia destes fluxos de coletividade

16/09 – sexta – reprodução (destino – impotência sobre o outro – responsabilidade)

Ritos de popularização do mito ORGANISMO pela cidade
Banalização e profanação do seu nome em manifesto
Criação e discussão de uma problemática sobre a identidade ORGANISMO e os futuros avatares
Festas simultanêas em locais distintos

22/09 – quinta – miniauditório – Teatro Guaí­ra – 21h00

Ação Secreta, Hackeando ORGANISMO

23/09 – sexta – julgamento (inscrição na história – visão do outro – espetacularização do mito)

Ritual Tribunal de Júri sobre o papel de ORGANISMO na arte contemporãnea
Julgamento sobre a ação de ORGANISMO
Iní­cio da semana de aplicação da pena
Jejum
Inscrição histórica do processo

30/09 – sexta – morte (desmonte – desmanche – inscrição no inconsciente coletivo)

Desafiatlux
Desmonte do projeto
Ritual de celebração em jam aberta
Registro final do “desencarnar” – ritual de Páscoa
Intervenções artí­sticas nos cemitérios da cidade

Pra quem ainda não sabe direito o que está acontecendo :
http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/?p=77

Sistemas decimais de numeração

do martelada:

o décimo planeta

Astrônomos descobriram ontem um objeto maior do que Plutão nos limites do sistema solar. Em 2003, já haviam descoberto um planetóide chamado Sedna, com dois terços do tamanho do planeta mais distante do sol.

No entanto, Sedna não chegou a ser considerado o décimo astro do sistema solar. Este novo, apelidado de Xena, tem mais ou menos o mesmo tamanho do regente do submundo. Logo, ou Plutão deixa de ser planeta, ou Xena também tem de ser considerado um planeta. Se isto acontecer, será curioso ver a revisão teórica a que os astrólogos serão obrigados.

codigo aberto

1000 PRIMEIRAS LINHAS DO CROMOSSOMA I

GATCAATGAGGTGGACACCAGAGGCGGGGACTTGTAAATAACACTGGGCTGTAGGAGTGA
TGGGGTTCACCTCTAATTCTAAGATGGCTAGATAATGCATCTTTCAGGGTTGTGCTTCTA
TCTAGAAGGTAGAGCTGTGGTCGTTCAATAAAAGTCCTCAAGAGGTTGGTTAATACGCAT
GTTTAATAGTACAGTATGGTGACTATAGTCAACAATAATTTATTGTACATTTTTAAATAG
CTAGAAGAAAAGCATTGGGAAGTTTCCAACATGAAGAAAAGATAAATGGTCAAGGGAATG
GATATCCTAATTACCCTGATTTGATCATTATGCATTATATACATGAATCAAAATATCACA
CATACCTTCAAACTATGTACAAATATTATATACCAATAAAAAATCATCATCATCATCTCC
ATCATCACCACCCTCCTCCTCATCACCACCAGCATCACCACCATCATCACCACCACCATC
ATCACCACCACCACTGCCATCATCATCACCACCACTGTGCCATCATCATCACCACCACTG
TCATTATCACCACCACCATCATCACCAACACCACTGCCATCGTCATCACCACCACTGTCA
TTATCACCACCACCATCACCAACATCACCACCACCATTATCACCACCATCAACACCACCA
CCCCCATCATCATCATCACTACTACCATCATTACCAGCACCACCACCACTATCACCACCA
CCACCACAATCACCATCACCACTATCATCAACATCATCACTACCACCATCACCAACACCA
CCATCATTATCACCACCACCACCATCACCAACATCACCACCATCATCATCACCACCATCA
CCAAGACCATCATCATCACCATCACCACCAACATCACCACCATCACCAACACCACCATCA
CCACCACCACCACCATCATCACCACCACCACCATCATCATCACCACCACCGCCATCATCA
TCGCCACCACCATGACCACCACCATCACAACCATCACCACCATCACAACCACCATCATCA
CTATCGCTATCACCACCATCACCATTACCACCACCATTACTACAACCATGACCATCACCA
CCATCACCACCACCATCACAACGATCACCATCACAGCCACCATCATCACCACCACCACCA
CCACCATCACCATCAAACCATCGGCATTATTATTTTTTTAGAATTTTGTTGGGATTCAGT
ATCTGCCAAGATACCCATTCTTAAAACATGAAAAAGCAGCTGACCCTCCTGTGGCCCCCT
TTTTGGGCAGTCATTGCAGGACCTCATCCCCAAGCAGCAGCTCTGGTGGCATACAGGCAA
CCCACCACCAAGGTAGAGGGTAATTGAGCAGAAAAGCCACTTCCTCCAGCAGTTCCCTGT
CTGAGCTGCTGTCCTTGGACTTGAAGAAGCTTCTGGAACATGCTGGGGAGGAAGGAAGAC
ATTTCACTTATTGAGTGGCCTGATGCAGAACAGAGACCCAGCTGGTTCACTCTAGTTCGG
ACTAAAACTCACCCCTGTCTATAAGCATCAGCCTCGGCAGGATGCATTTCACATTTGTGA
TCTCATTTAACCTCCACAAAGACCCAGAAGGGTTGGTAACATTATCATACCTAGGCCTAC
TATTTTAAAAATCTAACACCCATGCAGCCCGGGCACTGAAGTGGAGGCTGGCCACGGAGA
GAGCCAGGCAATCACTGGCTTTTCCTTAGACAGAGAGCTGGTTCCTAGGAGAAGAAGCTC
CAGGCTGGGGTCCAGGCTATGACCCAACTGTTCAGTTTTGCAACATCCAGCATGGCTGCC
TGATCAGGGGTGCATATGTCAGAGGAGCCTTCAGCTGGGAAGTGCTGACAAATGACCCAG
ACCTGACCTGCCCGATGCCAAGGCCTCCTTTAGTACATCCCATGGAGGACACTTGAGACA…

código aberto

AS 1000 PRIMEIRAS LINHAS DO CROMOSSOMA 1


GATCAATGAGGTGGACACCAGAGGCGGGGACTTGTAAATAACACTGGGCTGTAGGAGTGA
TGGGGTTCACCTCTAATTCTAAGATGGCTAGATAATGCATCTTTCAGGGTTGTGCTTCTA
TCTAGAAGGTAGAGCTGTGGTCGTTCAATAAAAGTCCTCAAGAGGTTGGTTAATACGCAT
GTTTAATAGTACAGTATGGTGACTATAGTCAACAATAATTTATTGTACATTTTTAAATAG
CTAGAAGAAAAGCATTGGGAAGTTTCCAACATGAAGAAAAGATAAATGGTCAAGGGAATG
GATATCCTAATTACCCTGATTTGATCATTATGCATTATATACATGAATCAAAATATCACA
CATACCTTCAAACTATGTACAAATATTATATACCAATAAAAAATCATCATCATCATCTCC
ATCATCACCACCCTCCTCCTCATCACCACCAGCATCACCACCATCATCACCACCACCATC
ATCACCACCACCACTGCCATCATCATCACCACCACTGTGCCATCATCATCACCACCACTG
TCATTATCACCACCACCATCATCACCAACACCACTGCCATCGTCATCACCACCACTGTCA
TTATCACCACCACCATCACCAACATCACCACCACCATTATCACCACCATCAACACCACCA
CCCCCATCATCATCATCACTACTACCATCATTACCAGCACCACCACCACTATCACCACCA
CCACCACAATCACCATCACCACTATCATCAACATCATCACTACCACCATCACCAACACCA
CCATCATTATCACCACCACCACCATCACCAACATCACCACCATCATCATCACCACCATCA
CCAAGACCATCATCATCACCATCACCACCAACATCACCACCATCACCAACACCACCATCA
CCACCACCACCACCATCATCACCACCACCACCATCATCATCACCACCACCGCCATCATCA
TCGCCACCACCATGACCACCACCATCACAACCATCACCACCATCACAACCACCATCATCA
CTATCGCTATCACCACCATCACCATTACCACCACCATTACTACAACCATGACCATCACCA
CCATCACCACCACCATCACAACGATCACCATCACAGCCACCATCATCACCACCACCACCA
CCACCATCACCATCAAACCATCGGCATTATTATTTTTTTAGAATTTTGTTGGGATTCAGT
ATCTGCCAAGATACCCATTCTTAAAACATGAAAAAGCAGCTGACCCTCCTGTGGCCCCCT
TTTTGGGCAGTCATTGCAGGACCTCATCCCCAAGCAGCAGCTCTGGTGGCATACAGGCAA
CCCACCACCAAGGTAGAGGGTAATTGAGCAGAAAAGCCACTTCCTCCAGCAGTTCCCTGT
CTGAGCTGCTGTCCTTGGACTTGAAGAAGCTTCTGGAACATGCTGGGGAGGAAGGAAGAC
ATTTCACTTATTGAGTGGCCTGATGCAGAACAGAGACCCAGCTGGTTCACTCTAGTTCGG
ACTAAAACTCACCCCTGTCTATAAGCATCAGCCTCGGCAGGATGCATTTCACATTTGTGA
TCTCATTTAACCTCCACAAAGACCCAGAAGGGTTGGTAACATTATCATACCTAGGCCTAC
TATTTTAAAAATCTAACACCCATGCAGCCCGGGCACTGAAGTGGAGGCTGGCCACGGAGA
GAGCCAGGCAATCACTGGCTTTTCCTTAGACAGAGAGCTGGTTCCTAGGAGAAGAAGCTC
CAGGCTGGGGTCCAGGCTATGACCCAACTGTTCAGTTTTGCAACATCCAGCATGGCTGCC
TGATCAGGGGTGCATATGTCAGAGGAGCCTTCAGCTGGGAAGTGCTGACAAATGACCCAG
ACCTGACCTGCCCGATGCCAAGGCCTCCTTTAGTACATCCCATGGAGGACACTTGAGACA
AAGTCACAGCTCAGCCCGTTGATTTCCCATGCTCTGACTGTGCGGTGCAGCAGGACCCCT
AGCAGGCAGCATGTGTTCAAGGCAGCGATATCCAAATGCTATGAATTGCTGTCCTGATGG
TTATTTTCCTGCATACAGTAGAGCTGATCCCTGTACAATGCTGGTCCTAAATCTCACCTT
TGACAGTGCGCTGATGTGCAATGTTTGCTTTTGTTTTATTTGATGGAACATGGCTAATTG
CTAAGAAGGTGACATGCTGCCCACTGACCACCCAATGTTCATTCTCCTCTTCTTCCTTAC
TAACAAAACTGCGGTGGTGGTGGTGAGGAGAGGGAGGGGGTATAACAAATGTGCCAAGCC
AAGAGTTTATATTTGCAAGCCTCTCTTATACCTAGAGTTGATCGTGACACAGCTCTGGCC
AATGATGTGTAAGCAGAAGTTGCTTGATGTGACTTCTGGCAAAGCTCTTAAGGAGAGGAC
TGACCTGTTTCCACATATCTTTTTCCTTTCCGTGTCCTTAGTCCTGGCTGGGATGCAGAT
GAGATGCAAAAGGTGGAGCAGCCATGTTGTCATCAGGCAGTAACAGGTCTGAGGGTAGAA
GCTGCATTCTGATAATACCAGGGAAAAATAATACAAGTAGTCTAGGGCCCAGAGATATCA
CAGATGTCCATTTGAACCCCAAATTACCTGTCTCCAGATTTGCTATCAGGCAAGAAAAGG
AAATCTTTCATTAGTTTAAGCTGTAGTTTACTCCAGTTTTCTATAACTTTCGGCCAGATA
TAACCCTAAATTGACAAAGGGGGCAAGTGCTTAACTGCAAAGCAGTTAAAACTCAAACAC
AGGCCTTCATTTCTTCAGGGTTTTAGTTTTTTCTAGGGAAGAATCTTAACTACTGCTACT
AAAAGTTATAGTAGGCCAGGGATGGTGACTCACGCCTGTAATCTCAGCACTTTGGAAGCC
CAGGCAGGTGGATCACCTGAGGTCAGGAGTTCAAGACCAGCCTGGCCAACGTGGTGAAAC
CCCATCTCTACTAAAAATACAAAAATTAGCCAGGCATGATGGTGCATGCCTGTAGTCACA
CCTACTCAGGAGGCTGAGTCAGGAGAATAGCTTGACCCAGGAGGCAGAGGTGGCAGTGAG
CCAAGATCGCACCACTGCACTCCAGCCTGGGCGACAGAGCAAGACTCTGTCTCAAAAAAA
AAAAAGTCATAATCAAAGAGGAAGACTGAGATAAATGTAGAGTCAAAGGGCTAAACAGAA
ACATAACACATGGGTTTTAAGCTAAGCCTTCACATTATCCCTTATACAATTTTATCTACA
CCGATTTCACCAAAGCTCAAAGTTATATTATTGGCTGAGATTGGCATTGGGATGGAGTGG
TGAAGCTAAGAAATTCGTTATCCCTTTGTTCCAGTGCTGCTGGACTTTTCACTAAGTGAA
GAGGTAAATGCTGAGTCTCCCAGGAGGCTGACTCCTCCTGGCTCTGGGTGTGCATTCTGA
TGAAGGTTCTTTATTGTAGGCACCAACAGAAGGCTCATGAGAGGGCAACATGGATCTCCA,,,

Sistema de arte ou sistemas de arte?

sesc

Sistema de arte ou sistemas de arte?

Existe o sistemão e me parece que tudo que surge de novo fora dele gera um novo sistema… Outrora, seriam movimentos, hoje vejo-os como sistemas. Sim e não, ainda não tenho certeza disso, mas uma coisa me parece certa – se tentarmos arrolar todos os tipos de trabalhos e ações artí­sticas veremos que desde as mais antigas formas de nosso mercado, as galerias, í s intermediárias, as instituições, até as mais novas, que lidam com processos abertos, polí­tica, intervenções no espaço público – encontra-se um ponto comum: a nossa total inabilidade para lidar e criar no contexto econômico-financeiro. Seja para lidar com sistemas já existentes e/ou ultrapassados ou para criar novas formas de conduta, nos colocamos sempre fora, como se o contexto econômico não fosse polí­tico e como se o pensar e criticar (n)essa esfera não pudesse ser matéria de nosso trabalho. Essa questão é imensa e mexe desde com o próprio sentido do trabalho até com a herança histórica do mecenato e das nossas relações com o poder.

O artista de galeria hoje não assina contrato, não tem controle sobre o preço final de sua obra e vê a mais-valia de seu trabalho bancando a inépcia dos galeristas em lidar com novas formas de comércio de arte na contemporaneidade.

O artista de instituição não recebe pelo seu trabalho e muitas vezes paga para ver o seu trabalho devidamente montado e iluminado. Eventualmente, recebem em forma de escambo alguns produtos como textos, catálogos, convites. Recebimento integral e em espécie, que cubra a execução da obra e cachê, é rarí­ssimo!

O artista que lida com outras formas de atuação geralmente pratica uma mescla de várias coisas, enquanto segue o seu processo e busca novas respostas para velhas perguntas: Como produzir livremente? Algum dia fomos livres para produzir? Algum ser humano é incondicionalmente livre?

Alguns de nós ainda criam produtos. Os produtos mudaram, mas o mercado os engessam perseguindo ainda a tal aura do objeto único, insistindo em tiragens mí­nimas, que não mais se relacionam com o processo e limitação do suporte, mas apenas com a demanda do mercado. Outros prestam serviços, mas não são agenciados e nem remunerados devidamente. Existe uma total confusão temporal atingindo o nosso mercado de trabalho e nunca nos detemos para analisar suas causas e conseqüências.

Como exemplo de uma tentativa de remuneração por serviço, temos o Canal Contemporâneo, cujo processo já leva quatro anos e meio; sua cobrança de assinaturas, que funciona como uma espécie de vaquinha entre a comunidade para promover a sua autosustentabilidade, ainda não é capaz, depois de três anos em vigor, de gerar sua auto-suficiência. Ou seja, aquilo que ele oferece a sua comunidade não é suficiente para gerar sua independência financeira e, para seduzir outras contribuições, seria necessário oferecer mais. Para oferecer mais, é preciso mais recursos para investir nessa demanda. Aí­ entram as parcerias com instituições e patrocinadores… Faz parte do processo, certo, mas como entrar em contato com outras esferas do sistema sem prejudicar a substância do trabalho?

Tenho pesadelos ao pensar na situação atual do PT, que, como partido, pretendia obter os seus recursos de campanha na própria coletividade, através das contribuições vindas de seus integrantes. Em que momento isso mudou? Em que momento o crescimento do partido gerou uma demanda maior do que a que a sua própria coletividade podia bancar?

Enfim, pensar o nosso contexto com o ruí­do dos acontecimentos nacionais, pensar micro e macro cruzando todas as experiências e resultados, não é mole, não…

Abraços,
Patricia Canetti

chat 25/07/2005

Last Message 2 minutes ago

* lucio de araujo : tava no posto, tirei umas fotos e desloquei uma cadeira que na verdade é um posto
* lucio de araujo : dae
* guest_7624 : já que seu telefone não tá ligado Glerminho, vou deixar pra encontrar vcs outro dia ;-(
* guest_7624 : vcs ainda estão por aí­? voltei da aula agora e acabei de passar no posto e não tinha ninguém
* organismo : blz
* glerm : falou… lucio, vamos combinar de deixar seu computador na minha casa esta semana pra eu tentar fazer a placa de ví­deo funcionar
* organismo : ok valeu, melhoras ai
* glerm : blargh to podre. vo nessa
* organismo : blz
* glerm : vou tentar colocá-lo daqui a poco
* organismo : ok
* glerm : é que eu não to com o meu computador aqui agora. ele ta fora da net
* glerm : í«linkí»
* glerm : decobri este esquema: í«linkí»
* organismo : mando por email
* glerm : mas ja passei pra ogg
* glerm : nao da agora
* glerm : parece um filme
* organismo : da pra manda um trexo agora (interr)
* glerm : eu escutei tudo, 1:40
* glerm : é muito masssa a espacialização dos dois microfones em stereo
* glerm : ficou ótimo
* glerm : a do nascimento, da ultima quarta
* organismo : qual delas
* glerm : fiquei ouvindo ontem a gravação
* organismo : boa
* glerm : 16/09 – sexta – reprodução (destino – impotência sobre o outro – responsabilidade) Ritos de popularização do mito ORGANISMO pela cidade Banalização e profanação do seu nome em manifesto Criação e discussão de uma problemática sobre a identidade ORGANISMO e os futuros avatares Festas simultanêas em locais distintos
* organismo : por mim tudo bem (octavio)
* glerm : ces vão no posto?
* glerm : ok
* organismo : ok (interrogaçao)
* organismo : o rafael volta na quarta das 18 as 19 e 30
* organismo : ecumeniada 19 de agosto de 2005
* organismo : outra coisa que ta rolando e a proposta do octavio de fala sacra no dia do batismo
* glerm : du caralho isso

O fim da Segunda Feira está próximo

como acordei esta segunda feira vomitando, isto é, não morri… Acredito que a pajelança tem funcionado, a onça espreita mas mantém a respeita e preciso logo tirar este monstro da minha pança. Portanto, Alguémukarãngmãiepari convida hoje as 19 e TRINTA E TRÃ?Å S:

PARA mais um final de

2a

, afinal estamos TRABALHANDO:

vomitei hoje

Afastado da terra, o morto deve ir secando gradativamente, perdendo o que ainda lhe restava de substâncias vitais para o conjunto de seres metafí­sicos que passam a rondar os cadáveres, alimentando-se daquilo que antes dava vitalidade ao defunto. A funerária Ukarãngmã é, assim, uma espécie de devolução das substâncias vitais que os humanos extraem do mundo; uma troca ou reciprocidade escatológica para com os demais seres do mundo.

Segunda Feira
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25/07/2005

ECOGRAFIAS DE ORGANISMO

Filmagens para uso na concepção de Organismo – Levem + cameras ( temos 2)

Logí­stica para a festa de Crisma-Mitzvah-Ramadã-Iepari-PERDA DO CABAÇO de ORGANISMO NA SEQUENCIA…

Local:
ESTUDIO MATEMA
Rua Marechal de ODORo ao lado da c and A – Prédio da Galeria Ritz

2o andar – 207

19:33
dúvidas: 99889285 (glerm)


e na sequencia:
CELEBRAÇÃO DO FIM DE MOONDAY – O DIA DA LUA

LOCAL:
NOSSO POSTO ABANDONADO

23:59hs
R. Solimões esquina
 com Rua Tapajós

Os Ukarãngmã não possuem um termo especí­fico para “aldeia”, reunião de casas em um espaço comum. A indistinção entre casa e aldeia aponta também para o fato de que, como no passado, e não muito remoto, uma única casa pode ser toda a extensão da moradia de um grupo local; sem o reconhecimento de uma “aldeia” propriamente dita, espaço de reunião de diferentes moradias, os Ukarãngmã vêem como co-extensivas, a casa e a aldeia.

Sirius B: inária

Talvez a mudança misteriosa da cor de Sirius tenha algo a ver com a estrela companheira de Sirius, já que ela é uma estrela binária. No iní­cio de 1844 o astrônomo alemão Friederich Bessel notou que Sirius não se movia no céu de uma forma reta, como as outras estrelas fixas, mas sim seguia um caminho serpenteado. Bessel concluiu que Sirius teria uma companheira invisí­vel cujos efeitos gravitacionais provocavam este comportamento. Foi somente em 1862 que esta companheira, chamada de Sirius B, foi realmente descoberta através de um telescópio e apareceu como um pequeno ponto de luz perto da luminosa Sirius A.

Eye for an I

Sirius Funesta

insculpiu nele os céus e o mar e a terra;
Nele as constelações, do pólo engastes,
Orion valente, as Hiadas, as Pleias,
A Ursa que o vulgo denomina Plaustro,
A só que não se lava no Oceano

iliada xviii O.M.

Edna Leigh argumenta que os 45 regimentos detalhados no catalogo das naus, no canto II da Ilí­ada, representam as 45 constelações conhecidas na antiguidade clássica na Grécia. Parte desta evidência deriva de um poema entitulado “phaenomena” escrito por Aratus no ano 270 a.c e dedicado ao grande matemático Eudoxus, do século IV a.c, colaborador de Platão. Este poema nomina estas 45 constelações, porém as situa nas posições correspondentes ao céu de 3000 – 1800 a.c. Não somente as constelações combinam em número com os regimentos da ilí­ada, este poema de Aratus é também mais uma evidência do alcance da poesia no conhecimento astronômico da época. A isto segue-se uma comparação entre os regimentos e as constelações. As estrelas individualmente são representadas por heróis, sendo que as mais brilhantes em cada constelação representam os principais chefes. Aquiles é Sirius na constelação de Cão Maior. Odysseus, Arcturus. Menelau, a estrela vermelha gigante Antares em Escorpião. Agamemnom, Regulus em Leão. O enredo da ilí­ada também corresponde ao movimento destas constelações no céu noturno ao longo de milênios. Porém o argumento mais contundente proposto por Edna é a identificação na Ilí­ada das mudanças no céu decorrentes da precessão do eixo da terra, um ciclo de aproximadamente 26.000 anos, mais conhecido como “precessão dos equinócios.
As primeiras mudanças observáveis causadas pela precessão dos equinócios são primeiramente: o giro das constelações heliacais (constelações que surgem com o sol durante o equinócio ou solstí­cio). Segundo, o surgimento ou desaparecimento de um grupo especifico de estrelas, dependendo da sua latitude, e terceiro, o movimento da estrela polar.
De acordo com Leigh, Homero descreve o movimento das constelações heliacais através da morte ou vitoria dos seus heróis. Assim, por exemplo, Menelaus de Escorpião é atacado por Pândaro de Sagitário. Menelau vence e Pândaro morre, espelhando a mudança de sagitário para escorpião nas constelações heliacais no equinócio de outono ocorrida por volta de 4400 a.c. O giro das constelações heliacais vernais também é registrado da mesma maneira assim como as mudanças que ocorreram no seguinte giro equinocial por volta do ano 2200 a.c
A morte de Osí­ris possivelmente representa o desaparecimento de Orion das constelações heliacais por volta do ano 6700 a.c.
Ã?Ë? o retorno de Aquiles ao campo de batalha que nos remete no calendário astronômico até 8700 ac. Sirius, a estrela mais brilhante do hemisfério norte desapareceu dos céus da grécia por volta de 15 000 anos antes de cristo em função da precessão dos equinócios. O seu ressurgimento certamente foi dramático, se é que esta memória permaneceu na mente dos antigos. A autora argamenta convincentemente, que a importância dada ao retorno deste herói na ilí­ada representa este mega evento astronômico
Uma das mais elaboradas descrições deste evento na ilí­ada esta no canto XVIII, na descrição do novo escudo de Aquiles confeccionado por Vulcano
É aqui que Homero nos apresenta uma imagem astronômica direta: “Ele esculpiu os céus, a terra, e o mar. A lua cheia e o Sol incansável, com todos os signos que glorificam o rosto do céu. As plêiades, as Hiades, o imenso Orion, a Ursa, que sempre se volta ao mesmo ponto em direção a Orion, e é a única que jamais repousa no Oceano.” Estas estrelas em particular marcam a região dos céus noturnos na qual Sirius e sua constelação, Cão Maior, ressurgiram

ASPAS

O Em-si

Segundo a fenomenologia e o existencialismo, o mundo é povoado de seres Em-si. Podemos entender um Em-si como qualquer objeto existente no mundo e que possui uma essência definida. Uma caneta, por exemplo, é um objeto criado para suprir uma necessidade: a escrita. Para criá-lo, parte-se de uma ideia que é concretizada e o objecto construí­do enquadra-se nessa essência prévia. Um ser Em-si não tem potencialidades nem consciência de si ou do mundo. Ele apenas é. Os objectos do mundo apresentam-se í  consciência humana através das suas manifestações fí­sicas (fenómenos ).

O Para-si

A consciência humana é um tipo diferente de ser, por possuir conhecimento a seu próprio respeito e a respeito do mundo. É uma forma diferente de ser, chamada Para-si. É o Para-si que faz as relações temporais e funcionais entre os seres Em-si e ao fazer isso constrói um sentido para o mundo em que vive. O Para-si não tem uma essência definida. Ele não é resultado de uma idéia pré-existente. Como o existencialismo sartriano é ateu, ele não admite a existência de um criador que tenha predeterminado a essência e os fins de cada pessoa. É preciso que o Para-si exista e durante essa existência ele define, a cada momento o que é sua essência. Cada pessoa só tem como essência imutável, aquilo que já viveu. Posso saber que o que fui se definiu por algumas caracterí­sticas ou qualidades, bem como pelos atos que já realizei, mas tenho a liberdade de mudar minha vida deste momento em diante. Nada me compele a manter esta essência, que só é conhecida em retrospecto. Podemos afirmar que meu ser passado é um Em-si, possui uma essência conhecida, mas essa essência não é predeterminada. Ela só existe no passado. Por isso se diz no existencialismo que “a existência precede e governa a essência”. Por esta mesma razão cada Para-si tem a liberdade de fazer de si o que quiser.

Relativo ao Carbono 14

Carbono 14

Calendário
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Para outros significados de Calendário, ver Calendário (desambiguação) .

Um calendário é um sistema de medida para longos perí­odos de tempo. Calendários geralmente definem unidades de espaço em termos de dias, com unidades maiores para múltiplos dias. Essas unidades recebem nomes ou números para facilitar a lembrança de eventos ou acontecimentos históricos e planejar eventos futuros. A palavra calendário é usada também para descrever o aparato fí­sico (geralmente de papel) para o uso do sistema (por exemplo, calendário de mesa), e também um conjunto particular de eventos planejados.

Um momento é um perí­odo muito curto de tempo (o quanto não importa, já que é menor que o menor perí­odo de tempo). Um dia é um conjunto de momentos; normalmente, um dia tem 24 horas. Uma data é um nome de um dia, de acordo com algumas convenções. Um calendário é uma convenção nominal de dias.

Praticamente todos os sistemas de calendário utilizam uma unidade coloquialmente chamada de “ano” que se aproxima do ano tropical da Terra (ou seja, o tempo que leva um completo ciclo de estações) para facilitar o planejamento de atividades agrí­colas. Muitos calendários também usam uma unidade de tempo chamada ” mês” baseado nas fases da Lua no céu; um calendário lunar é aquele no qual os dias são numerados dentro de cada ciclo de fases da Lua. Como o comprimento do mês lunar não se encaixa em um divisor exato dentro do ano tropical, um calendário puramente lunar rapidamente se perde dentro das estações. Os calendários lunares compensam isso adicionando um mês extra quando necessário para realinhar os meses com as estações.

No ocidente, o calendário juliano baseado em anos foi adotado. Ele numera os dias dentro dos meses, que são mais longos que o ciclo lunar, por isso não é conveniente para seguir as fases da Lua, mas faz um trabalho melhor seguindo as estações. Infelizmente, o ano tropical da Terra não é um múltiplo exato dos dias (é de aproximadamente 365,2422 dias), então lentamente cai fora de sincronia com as estações. Por essa razão, o calendário gregoriano foi adotado mais tarde na maior parte do ocidente. Por usar um sistema flexí­vel de ano bissexto, pode ser ajustado para fechar com as estações como desejado.

Calendários podem definir outras unidades de tempo, como a semana, para o propósito de planejar atividades regulares que não se encaixam facilmente com meses ou anos.

Calendários podem ser completos ou incompletos. Calendários completos oferecem um modo de nomear cada dia consecutivo, enquanto calendários incompletos não. O primeiro calendário romano — que não tinha tinha nenhum modo de designar os dias dos meses de inverno que não fosse agrupar todos juntos como “inverno” — é um exemplo de um calendário incompleto, enquanto o calendário gregoriano é um exemplo de calendário completo.

Calendários em uso na Terra são freqüentemente lunares, solares, luni-solares ou arbitrários. Um calendário lunar é sincronizado com o movimento da Lua; um exemplo disso é o calendário islâmico. Um calendário solar é sincronizado com o movimento do [[Sol]; um exemplo é o calendário persa . Um calendário luni-solar é sincronizado com ambos os movimentos do Sol e da Lua; um exemplo é o calendário hebraico. Um calendário abritrário não é sincronizado nem com o Sol nem com a Lua. Um exemplo disso é o calendário juliano usado por astrônomos. Há alguns calendários que parecem ser sincronizados com o movimento de Vênus, como o calendário egí­pcio; a sincronização com Vênus parece ocorrer principalmente em civilizações próximas ao equador.

Calendários podem ser pragmáticos, teóricos ou mistos. Um calendário pragmático é o que é baseado na observação; um exemplo é o calendário religioso islâmico. Um calendário teórico é aquele que é baseado em um conjunto estrito de regras; um exemplo é o calendário hebraico. Um calendário misto combinas ambos. Calendários mistos normalmente começam como calendários teóricos, mas são ajustados pragmaticamente quando algum tipo de assincronia se torna aparente; a mudança do calendário juliano para o calendário gregoriano é um exemplo, e o próprio calendário gregoriano pode ter que receber algum ajuste próximo ao ano 4000 (como foi proposto por G. Romme para o calendário revolucionário francês revisado). Houveram algumas propostas para a reforma do calendário, como o calendário mundial ou calendário perpétuo. As Nações Unidas consideraram a adoção de um calendário reformado por um tempo nos anos 50, mas essas propostas perderam muito de sua popularidade.

O calendário gregoriano, como um exemplo final, é completo, solar e misto.
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Sistemas de calendário

* Calendário asteca
* Calendário chinês
* Calendário egí­pcio
* Calendário gregoriano
* Calendário hebraico
* Calendário islâmico
* Calendário juliano
* Calendário maia
* Calendário romano
* Calendário solar
* Calendário lunar

Chamada NOVA

Segunda Feira
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25/07/2005

ECOGRAFIAS DE ORGANISMO

Filmagens para uso na concepção de Organismo – Levem + cameras ( temos 2)
Sessão de Cinema aleatório ( trechos randômicos de Waking Life, PI, Idade da Terra, Revolution Os e o que + levarem)
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Que legaaaalllll!!!

zumbibola

É preciso perceber que o seu hálito é ruim. E você ainda tem o hábito de falar muito próximo í s pessoas…. consulte um dentista ou pergunte com sinceridade í  alguma amigo ou amiga como é o seu hálito, e eles te dirão. Você leu numa revista que mascar um dente de alho pela manhã faz muito bem í  saúde, mas e os outros que são obrigado a sentir o cheiro de alho em sua boca o dia todo? Você gosta de sanduí­che de mortadela com guaraná sem gelo. Isso pode ser do seu gosto, mas a mortadela fermentando em seu estômago o faz arrotar azedo a tarde toda…

Você perdeu a noção do ridí­culo e pensa que é engraçado(a) o tempo todo. Faz piadinhas de todo mundo, ironiza com a roupa dos colegas, põe apelido no primeiro que passa í  sua frente. Todos riem e você pensa que é engraçado…. Muitas pessoas riem é “de vocꔝ e não das gracinhas que você faz. Aquela sua mania de contar piadas toda vez que chega perto de um grupo, saiba que muitas vezes é ridicularizada por todos. Você deixa de ser levado(a) a sério e fica conhecido como o(a) engraçadinho(a) de mau gosto e só!

Ah, e cuidado! Decididamente você não freqüentou uma pré-escola pois é incapaz de saber que pessoas educadas, no mí­nimo, pedem desculpas, dizem “por favor” e “obrigado” e além disso pedem licença ao passar ou ao interromper uma conversa. Você não! Você parece que saiu de uma estrebaria! Você é grosso(a) e não percebe. Você entra no meio das conversas sem pedir licença. Você passa na frente dos outros atropelando todo mundo como uma motoniveladora. Você pede as coisas sem dizer “por favor” e quando recebe parece nunca ter ouvido a palavra “obrigado” que da sua boca nunca foi ouvida. “Desculpe-me” então, jamais alguém ouvirá. Você não se subordina a essas “bobagens”….

Mais uma coisa. Você não se apercebe, mas as pessoas já colocaram em você o apelido de “gambᔝ! Você não usa desodorante; não lava suas roupas com a necessária freqüência. Você cheira a cigarro. Seu cabelo parece uma caixa ambulante de charutos! Não custa usar um perfume. Hoje existem lavandas que não são caras e que podem tirar aquele odor de corpo que o(a) caracteriza e que todos notam. As células olfativas se adaptam com muita rapidez e você não sente o próprio cheiro que todos abominam. Vivemos num paí­s tropical e nem sempre temos ar condicionado í  nossa disposição em todos os lugares. Assim, o suor é normal e quase sempre tem um cheiro não muito agradável. Pense nisso. Invista num bom desodorante e perca o medo de tomar um bom banho todos os dias…. Seus colegas de trabalho ficarão muito gratos!

Desculpe, mas eu sou seu amigo e tinha que dizer isso, pro seu próprio bem.