Neste blog, só fotos deste fotógrafo pra cima. O resto é arremedo.
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Ex-sócio diz que contratou garotas de programa para festas de Valério
http://www.estadao.com.br/nacional/noticias/2005/ago/08/195.htm

Brasília – O empresário Ricardo Machado, ex-sócio da empresa de promoção de eventos MultiAction, confirmou nesta segunda-feira í Polícia Federal que selecionou, contratou e treinou garotas de programa para animarem pelo menos duas festas de embalo que o empresário Marcos Valério de Souza promoveu em Brasília.
A PF desconfia que as festas, que teriam contado com a participação de parlamentares, podem ter sido promovidas para comemorar grandes contratos obtidos pelas empresas. As garotas, conforme Machado, teriam sido encomendadas í cafetina Jeany Mary Corner, antiga conhecida dos círculos do poder em Brasília.
Ela será chamada para dar o nome das mulheres e dos participantes das festas. Isso porque Machado deu os dados gerais dos dois eventos, mas negou-se a fornecer detalhes. Ambas as festas foram realizadas í noite, em 2003, no Hotel Gran Bittar, no Setor Hoteleiro Norte. Na primeira, em 9 de setembro, segundo o empresário, foram gastos R$ 8 mil e na segunda, R$ 10 mil com despesas de consumo, nas quais foi embutido o pagamento das seis moças. Com as diárias do hotel, o valor total chega a cerca de R$ 30 mil. Foram reservadas mais de vinte suítes na primeira e mais de 30 na segunda festa. Mas a comemoração de novembro, apesar de mais cara, acabou resultando em fracasso.
Machado não explicou í polícia o por que do fracasso, mas informações que chegaram í CPI dão conta que, naquele dia, o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, avisado por um amigo, telefonou para um dos presentes e, aos gritos, mandou encerrar imediatamente a festa. A PF considerou o depoimento de Machado confuso.
A PF considerou o depoimento de Machado confuso.
A PF considerou o depoimento de Machado confuso.
A PF considerou o depoimento de Machado confuso.
A írvore14
+
14
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14Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão
A Abraão nasceu Isaque; a Isaque nasceu Jacó; a Jacó nasceram Judá e seus irmãos
a Judá nasceram, de Tamar, Farés e Zará; a Farés nasceu Esrom; a Esrom nasceu Arão;
a Arão nasceu Aminadabe; a Aminadabe nasceu Nasom; a Nasom nasceu Salmom
a Salmom nasceu, de Raabe, Booz; a Booz nasceu, de Rute, Obede; a Obede nasceu Jessé
e a Jessé nasceu o rei Davi. A Davi nasceu Salomão da que fora mulher de Urias;
a Salomão nasceu Roboão; a Roboão nasceu Abias; a Abias nasceu Asafe
a Asafe nasceu Josafá; a Josafá nasceu Jorão; a Jorão nasceu Ozias;
a Ozias nasceu Joatão; a Joatão nasceu Acaz; a Acaz nasceu Ezequias
a Ezequias nasceu Manassés; a Manassés nasceu Amom; a Amom nasceu Josias;
a Josias nasceram Jeconias e seus irmãos, no tempo da deportação para Babilônia.
Depois da deportação para Babilônia nasceu a Jeconias, Salatiel; a Salatiel nasceu Zorobabel;
a Zorobabel nasceu Abiúde; a Abiúde nasceu Eliaquim; a Eliaquim nasceu Azor;
a Azor nasceu Sadoque; a Sadoque nasceu Aquim; a Aquim nasceu Eliúde;
a Eliúde nasceu Eleazar; a Eleazar nasceu Matã; a Matã nasceu Jacó;
a Jacó nasceu José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama Cristo
De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para Babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para Babilônia até o Cristo, catorze gerações.(evangélio segundo mateus)

A partir do dia 09 – terça feira o SESC estará aberto para a simbiose.
apareçam. inventem roteiros- partituras. juntem cacarecos.
inundem a lista. BLEFEM . façam alguma coisa.
SEGUNDA 15/08 O BICHO VAI PARIR-SE…

cade o tal do cachorro loco DE AGOSTO?

“Dentes guardados. Não acabam nunca se guardados. Na boca apodrecem” – Hilda Hilst.

FALA SACRA No SESC 19/08/2005
Os trabalhos e os dias (tradução de Antonio Medina)
Andromaca (iliada canto 22) em grego
Rapsoda: Patricia Reis Braga
Notas históricas sobre a criação do zero
Tendo em vista o problema na construção dos números como 31 e 301, os hindus criaram um símbolo para representar algo vazio (ausência de tudo) que foi denominado sunya (a letra s tem um acento agudo e a letra u tem um traço horizontal sobre ela).
Dessa forma foi resolvido o problema da ausência de um algarismo para representar as dezenas no número 301 e assim passaram a escrever:
301 = 1 + ? x 10 + 3 x 100
301 = dasa sunya tri
Os hindus tinham acabado de descobrir o zero.
Porém, estas notações só serviam para as palavras e não para os números, mas reunindo essas idéias apareceram juntos o zero bem como o atual sistema de notação posicional.
Um dos primeiros locais onde aparece a notação posicional é um tratado de cosmologia denominado: Lokavibhaga, publicado na data de 25 de agosto de 458 do calendário juliano, por um movimento religioso hindú para enaltecer as suas próprias qualidades científicas e religiosas. Neste texto, aparece o número 14.236.713 escrito claramente:
| triny | ekam | sapta | sat | trini | dve | catvary | ekakam |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| três | um | sete | seis | três | dois | quatro | um |
Escrever tais números na ordem invertida, fornece:
| um | quatro | dois | três | seis | sete | um | três |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 4 | 2 | 3 | 6 | 7 | 1 | 3 |
Números como 123.000 eram escritos como:
sunya sunya sunya tri dvi dasa
que significa:
zero zero zero três dois um
que escrito na ordem invertida fornece:
um dois três zero zero zero
No texto existe a palavra hindú sthanakramad que significa “por ordem de posição“.
Observamos que tal notação posicional já era então conhecida no quinto século de nossa era por uma grande quantidade de cientistas e matemáticos.
Para escrever este material, usamos alguns tópicos do excelente livro: “Os números: A história de uma grande invenção”, Georges Ifrah, Editora Globo, 3a.edição, 1985.
Notação Posicional
O sistema de numeração posicional indiano surgiu por volta do século V. Este princípio de numeração posicional já aparecia nos sistemas dos egípcios e chineses.
No sistema de numeração indiana não posicional que aparece no século I não existia a necessidade do número zero.
Notação (ou valor) posicional é quando representamos um número no sistema de numeração decimal, sendo que cada algarismo tem um determinado valor, de acordo com a posição relativa que ele ocupa na representação do numeral.
Mudando a posição de um algarismo, estaremos alterando o valor do número. Por exemplo, tomemos o número 12. Mudando as posições dos algarismos teremos 21.
12 = 1 × 10 + 2
21 = 2 × 10 + 1
O zero foi o último número a ser inventado e o seu uso matemático parece ter sido criado pelos babilônios. Os documentos mais antigos conhecidos onde aparece o número zero, não são anteriores ao século III antes de Cristo. Nesta época, os números continham no máximo três algarismos.
Um dos grandes problemas do homem começou a ser a representação de grandes quantidades. A solução para isto foi instituir uma base para os sistemas de numeração. Os numerais indo-arábicos e a maioria dos outros sistemas de numeração usam a base dez, isto porque o princípio da contagem se deu em correspondência com os dedos das mãos de um indivíduo normal.
Na base dez, cada dez unidades é representada por uma dezena, que é formada pelo número um e o número zero: 10.
A base dez já aparecia no sistema de numeração chinês.
Os sumérios e os babilônios usavam a base sessenta.
Alguma vez você questionou sobre a razão pela qual há 360 graus em um círculo? Uma resposta razoável é que 360=6×60 e 60 é um dos menores números com grande quantidade de divisores, como por exemplo:
D(60) = { 1, 2, 3, 4, 5, 6, 10, 12, 15, 20, 30, 60}
Os indianos reuniram as diferentes características do princípio posicional e da base dez em um único sistema numérico. Este sistema decimal posicional foi assimilado e difundido pelos árabes e por isso, passou a ser conhecido como sistema indo-arábico.
Nosso sistema de numeração retrata o ábaco. Em cada posição que um número se encontra seu valor é diferente.
O Sistema Romano de Numeração
O sistema de numeração Romano é um sistema decimal, ou seja, sua base é dez. Este sistema é utilizado até hoje em representações de séculos, capítulos de livros, mostradores de relógios antigos, nomes de reis e papas e outros tipos de representações oficiais em documentos. Estas eram as primeiras formas da grafia dos algarismos romanos.
Tal sistema não permite que sejam feitos cálculos, não se destinavam a fazer operações aritméticas mas apenas representar quantidades. Com o passar do tempo, os símbolos utilizados pelos romanos eram sete letras, cada uma com um valor numérico:
| Letra | I | V | X | L | C | D | M |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Valor | 1 | 5 | 10 | 50 | 100 | 500 | 1000 |
| Leitura | Um | Cinco | Dez | Cinquenta | Cem | Quinhentos | Mil |
Estas letras obedeciam aos três princípios:
Todo símbolo numérico que possui valor menor do que o que está à sua esquerda, deve ser somado ao maior.
VI = 5 + 1 = 6
XII = 10 + 1 + 1 = 12
CLIII = 100 + 50 + 3 = 153
Todo símbolo numérico que possui valor menor ao que está à sua direita, deve ser subtraído do maior.
IX = 10 – 1 = 9
XL = 50 – 10 = 40
VD = 500 – 5 = 495
Todo símbolo numérico com um traço horizontal sobre ele representa milhar e o símbolo numérico que apresenta dois traços sobre ele representa milhão.

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Construída por Miriam Gongora e Ulysses Sodré. |
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A expressão matemática 0º é muitas vezes considerada como uma forma indeterminada em Matemática. Outras vezes esta expressão é considerada, por convenção, como sendo igual a 1. Por exemplo, ela aparece quando se calcula o limite:
Lim f(x)g(x)
quando x tende a 0 e Lim f(x)=Lim g(x)=0.
Uma forma indeterminada é o valor numérico que pode ser atribuído ao limite de uma função h=h(x) quando se substitui a variável x pelo valor numérico onde o mesmo será calculado, sem haver um trabalho mais aprimorado com a expressão envolvida com a função h=h(x).
As principais formas indeterminadas são:
0/0, 0.inf, inf/inf, 1inf, inf-inf e 0º
onde inf significa “infinito”.
Várias destas formas indeterminadas podem ser estudadas com o auxílio da Regra de L’Hôpital.

A função real f(x)=xx possui uma descontinuidade em x=0, razão pela qual não é óbvio que se tenha que
f(0) = Lim f(x) = Lim xx
quando x tende a 0.
Pode ser que, até mesmo este limite:
seja determinado e igual a 1 (uma escolha natural),
seja indeterminado, ou
nem mesmo exista.
Quando estamos calculando
Lim f(x)g(x)
com x tendendo a 0 e lim f(x)=Lim g(x)=0, devemos fazer algumas exigências sobre as funções f e g.
Como a Regra de L’Hôpital tem íntima relação com o fato de uma f função ter desenvolvimento em série de potências (f ser analítica) em torno do ponto onde se calcula o limite, fica claro que quando esta propriedade é satisfeita nas vizinhanças deste ponto, então quase sempre é possível garantir que 0º=1.
Sem esta propriedade sobre o fato que a função deve ser analítica, nada podemos afirmar.
O fato citado acima pode ser observado se tomarmos a função definida por f(x)=exp(-1/x) se x>0 e f(x)=0 se x<0. (que não tem desenvolvimento em série de potências em torno de x=0) e g(x)=x.
Lim f(x)=0 e Lim g(x)=0 quando x tende a 0, mas:
Lim f(x)g(x) = Lim [exp(-1/x)]x = 1/e = 0,3679…
que obviamente não é igual a 1.
Substituindo o número e de Euler por 2, obteremos um resultado diferente, significando que poderemos obter o limite que desejarmos, assim, este limite é indeterminado.
Concluímos que, se x tende a 0 e Lim f(x)=0=Lim g(x), o limite
Lim f(x)g(x) é indeterminado
e nem mesmo podemos afirmar que 0º possa ser 1.
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Construída por Ulysses Sodré. |
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http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/fundam/naturais/naturais1.htm

Como já está chegando e alguns solicitaram, marcamos uma reunião no ESTÃ?â?¢DIO Matema
A reunião tem o propósito de definirmos as ações a serem feitas no Sesc
endereço:
Centro – Curitiba
Lucio: 32746756 – 91812921
Glerm: 32281074 – 99889285
Confirmem a presença

A indústria do espetáculo e da ordem imaterial me deve dinheiro. Não vou fazer acordos com ela até eu ter o que me é devido. Por todas as vezes em que apareci na TV, no cinema ou no rádio, como transeunte casual ou como elemento da paisagem, e minha imagem nunca foi paga; por todas as vezes em que meus rastros, inscrições, grafites, fotografias, disposição de objetos no espaço (como em acidentes catastróficos ou espetaculares, atos de vandalismo, fraudes imobiliárias etc.) foram utilizados sem o meu conhecimento em shows e telejornais; por todas as palavras e expressões de impacto comunicativo que eu criei nos bares da periferia, nas praças, nos muros, nos centros sociais, que passaram a ser siglas de programas, poderosos slogans publicitários ou nomes de sorvetes embalados, sem eu ver um tostão; por todas as vezes nas quais meu nome e dados pessoais foram colocados para trabalhar de graça dentro de cálculos estatísticos, para adequar í demanda, definir estratégias de marketing, aumentar a produtividade de empresas que não poderiam me ser mais alheias; pela publicidade que faço continuamente usando camisetas, mochilas, meias, casacos, sungas toalhas com marcas e slogans comerciais, sem que meu corpo receba uma remuneração como outdoor publicitário; por tudo isso, e muito mais ainda, a indústria do espetáculo integrado me deve dinheiro! que seria difícil calcular singularmente o quanto me devem. Mas isso não é de jeito nenhum necessário, pois eu sou Vitóriamário, o múltiplo e multíplice. E tudo que a indústria do espetáculo me deve, deve aos muitos que eu sou, e me deve porque eu sou muitos. Nesse sentido, podemos fechar um acordo para uma remuneração por empreitada geral. Vocês não terão paz até eu ter dinheiro! MUITO DINHEIRO PORQUE EU SOU MUITOS. RENDA DE CIDADANIA PARA VITÂRIAMàRIO!!!

Quebrado o Jejum, vem o determinismo Desafiatlux:
1- Preciso COM MíXIMA URGÃ?Å NCIA saber o que cada um vai desenvolver no Desafiatlux, em que dia especificamente dos que seguem abaixo, pois gostaria de organizar melhor as ações dos dias e impedir que uma ação entre em conflito com outra. (algo como um “roteiro”)
2- Preciso também que me mandem uma lista dos materiais que cada um vai precisar, tenho que preparar isso até no máximo terça-feira (02 de agosto) enviar para o Sesc e ver o que eles vão disponibilizar, caso contrário cada um terá que se responsabilizar pelo seu próprio material.
Agenda
15/08 – segunda – abertura da exposição – nascimento do ORGANISMO (ritual da pulsão de vida)
Video sobre a gênese do ORGANISMO
Concerto celebração com Matema
Primeiras palavras de ORGANISMO
Produção do álbum de fotos do nascimento de ORGANISMO
Ritual de conexão do ORGANISMO no “pleroma da sociedade”
Depoimentos
19/08 – sexta – batismo na instituição ARTE. (religião – rumo – crença – psiquê)
Missa-celebração de batismo de ORGANISMO na ARTE – Sincretismo de diversas missas e anti-missas. O estádio do espelho
Ferro de batismo, água benta, etc.
Invocações, promessas e oferendas
26/08 – sexta – perda da virgindade (sexo – sexualização – gênero – escolha)
Interação para acoplamento de “armas fálicas” do ORGANISMO
Interação para acoplamento de “úteros” do ORGANISMO
Obras, discursos e desconstruções sobre gênero e escolha
O anti-édipo
Sala para coleta de esperma (com freezer e cabine)
Rituais de acasalamento e troca de genes: primeiro convite a alguma continuidade fora do espaço do Sesc
02/09 – sexta – formatura (mercado – globalização – indústria)
Ação direta simultânea em cidades diferentes em Outdoors e Webdoors
Criação de manifestos sobre “papel do artista” em “mercado”
Ativismo e lucro
MenSALÃO de arte política. Exposição de cartuns políticos
Apresentação do happening “A Incrível Máquina de Fazer Moedas”
Saída para as ruas para colagem de stickers e intervenções urbanas
09/09 – sexta – casamento (aliança de clãs – patriarcado/matriarcado – estruturalismo e parentesco)
Ações com trocas e permutações de indíviduos
Filmes sobre encontros de “deriva” entre pessoas desconhecidas
Ritual de conexão do Organismo com algum outro ORGANISMO localizado e criado externamente ao espaço da mostra
Trabalho sobre a genealogia destes fluxos de coletividade
16/09 – sexta – reprodução (destino – impotência sobre o outro – responsabilidade)
Ritos de popularização do mito ORGANISMO pela cidade
Banalização e profanação do seu nome em manifesto
Criação e discussão de uma problemática sobre a identidade ORGANISMO e os futuros avatares
Festas simultanêas em locais distintos
22/09 – quinta – miniauditório – Teatro Guaíra – 21h00
Ação Secreta, Hackeando ORGANISMO
23/09 – sexta – julgamento (inscrição na história – visão do outro – espetacularização do mito)
Ritual Tribunal de Júri sobre o papel de ORGANISMO na arte contemporãnea
Julgamento sobre a ação de ORGANISMO
Início da semana de aplicação da pena
Jejum
Inscrição histórica do processo
30/09 – sexta – morte (desmonte – desmanche – inscrição no inconsciente coletivo)
Desafiatlux
Desmonte do projeto
Ritual de celebração em jam aberta
Registro final do “desencarnar” – ritual de Páscoa
Intervenções artísticas nos cemitérios da cidade
Pra quem ainda não sabe direito o que está acontecendo :
http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/?p=77
do martelada:
o décimo planeta
Astrônomos descobriram ontem um objeto maior do que Plutão nos limites do sistema solar. Em 2003, já haviam descoberto um planetóide chamado Sedna, com dois terços do tamanho do planeta mais distante do sol.
No entanto, Sedna não chegou a ser considerado o décimo astro do sistema solar. Este novo, apelidado de Xena, tem mais ou menos o mesmo tamanho do regente do submundo. Logo, ou Plutão deixa de ser planeta, ou Xena também tem de ser considerado um planeta. Se isto acontecer, será curioso ver a revisão teórica a que os astrólogos serão obrigados.
1000 PRIMEIRAS LINHAS DO CROMOSSOMA I
GATCAATGAGGTGGACACCAGAGGCGGGGACTTGTAAATAACACTGGGCTGTAGGAGTGA
TGGGGTTCACCTCTAATTCTAAGATGGCTAGATAATGCATCTTTCAGGGTTGTGCTTCTA
TCTAGAAGGTAGAGCTGTGGTCGTTCAATAAAAGTCCTCAAGAGGTTGGTTAATACGCAT
GTTTAATAGTACAGTATGGTGACTATAGTCAACAATAATTTATTGTACATTTTTAAATAG
CTAGAAGAAAAGCATTGGGAAGTTTCCAACATGAAGAAAAGATAAATGGTCAAGGGAATG
GATATCCTAATTACCCTGATTTGATCATTATGCATTATATACATGAATCAAAATATCACA
CATACCTTCAAACTATGTACAAATATTATATACCAATAAAAAATCATCATCATCATCTCC
ATCATCACCACCCTCCTCCTCATCACCACCAGCATCACCACCATCATCACCACCACCATC
ATCACCACCACCACTGCCATCATCATCACCACCACTGTGCCATCATCATCACCACCACTG
TCATTATCACCACCACCATCATCACCAACACCACTGCCATCGTCATCACCACCACTGTCA
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CCATCATTATCACCACCACCACCATCACCAACATCACCACCATCATCATCACCACCATCA
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CTGAGCTGCTGTCCTTGGACTTGAAGAAGCTTCTGGAACATGCTGGGGAGGAAGGAAGAC
ATTTCACTTATTGAGTGGCCTGATGCAGAACAGAGACCCAGCTGGTTCACTCTAGTTCGG
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TCTCATTTAACCTCCACAAAGACCCAGAAGGGTTGGTAACATTATCATACCTAGGCCTAC
TATTTTAAAAATCTAACACCCATGCAGCCCGGGCACTGAAGTGGAGGCTGGCCACGGAGA
GAGCCAGGCAATCACTGGCTTTTCCTTAGACAGAGAGCTGGTTCCTAGGAGAAGAAGCTC
CAGGCTGGGGTCCAGGCTATGACCCAACTGTTCAGTTTTGCAACATCCAGCATGGCTGCC
TGATCAGGGGTGCATATGTCAGAGGAGCCTTCAGCTGGGAAGTGCTGACAAATGACCCAG
ACCTGACCTGCCCGATGCCAAGGCCTCCTTTAGTACATCCCATGGAGGACACTTGAGACA…

Sistema de arte ou sistemas de arte?
Existe o sistemão e me parece que tudo que surge de novo fora dele gera um novo sistema… Outrora, seriam movimentos, hoje vejo-os como sistemas. Sim e não, ainda não tenho certeza disso, mas uma coisa me parece certa – se tentarmos arrolar todos os tipos de trabalhos e ações artísticas veremos que desde as mais antigas formas de nosso mercado, as galerias, í s intermediárias, as instituições, até as mais novas, que lidam com processos abertos, política, intervenções no espaço público – encontra-se um ponto comum: a nossa total inabilidade para lidar e criar no contexto econômico-financeiro. Seja para lidar com sistemas já existentes e/ou ultrapassados ou para criar novas formas de conduta, nos colocamos sempre fora, como se o contexto econômico não fosse político e como se o pensar e criticar (n)essa esfera não pudesse ser matéria de nosso trabalho. Essa questão é imensa e mexe desde com o próprio sentido do trabalho até com a herança histórica do mecenato e das nossas relações com o poder.
O artista de galeria hoje não assina contrato, não tem controle sobre o preço final de sua obra e vê a mais-valia de seu trabalho bancando a inépcia dos galeristas em lidar com novas formas de comércio de arte na contemporaneidade.
O artista de instituição não recebe pelo seu trabalho e muitas vezes paga para ver o seu trabalho devidamente montado e iluminado. Eventualmente, recebem em forma de escambo alguns produtos como textos, catálogos, convites. Recebimento integral e em espécie, que cubra a execução da obra e cachê, é raríssimo!
O artista que lida com outras formas de atuação geralmente pratica uma mescla de várias coisas, enquanto segue o seu processo e busca novas respostas para velhas perguntas: Como produzir livremente? Algum dia fomos livres para produzir? Algum ser humano é incondicionalmente livre?
Alguns de nós ainda criam produtos. Os produtos mudaram, mas o mercado os engessam perseguindo ainda a tal aura do objeto único, insistindo em tiragens mínimas, que não mais se relacionam com o processo e limitação do suporte, mas apenas com a demanda do mercado. Outros prestam serviços, mas não são agenciados e nem remunerados devidamente. Existe uma total confusão temporal atingindo o nosso mercado de trabalho e nunca nos detemos para analisar suas causas e conseqüências.
Como exemplo de uma tentativa de remuneração por serviço, temos o Canal Contemporâneo, cujo processo já leva quatro anos e meio; sua cobrança de assinaturas, que funciona como uma espécie de vaquinha entre a comunidade para promover a sua autosustentabilidade, ainda não é capaz, depois de três anos em vigor, de gerar sua auto-suficiência. Ou seja, aquilo que ele oferece a sua comunidade não é suficiente para gerar sua independência financeira e, para seduzir outras contribuições, seria necessário oferecer mais. Para oferecer mais, é preciso mais recursos para investir nessa demanda. Aí entram as parcerias com instituições e patrocinadores… Faz parte do processo, certo, mas como entrar em contato com outras esferas do sistema sem prejudicar a substância do trabalho?
Tenho pesadelos ao pensar na situação atual do PT, que, como partido, pretendia obter os seus recursos de campanha na própria coletividade, através das contribuições vindas de seus integrantes. Em que momento isso mudou? Em que momento o crescimento do partido gerou uma demanda maior do que a que a sua própria coletividade podia bancar?
Enfim, pensar o nosso contexto com o ruído dos acontecimentos nacionais, pensar micro e macro cruzando todas as experiências e resultados, não é mole, não…
Abraços,
Patricia Canetti

Last Message 2 minutes ago
* lucio de araujo : tava no posto, tirei umas fotos e desloquei uma cadeira que na verdade é um posto
* lucio de araujo : dae
* guest_7624 : já que seu telefone não tá ligado Glerminho, vou deixar pra encontrar vcs outro dia ;-(
* guest_7624 : vcs ainda estão por aí? voltei da aula agora e acabei de passar no posto e não tinha ninguém
* organismo : blz
* glerm : falou… lucio, vamos combinar de deixar seu computador na minha casa esta semana pra eu tentar fazer a placa de vídeo funcionar
* organismo : ok valeu, melhoras ai
* glerm : blargh to podre. vo nessa
* organismo : blz
* glerm : vou tentar colocá-lo daqui a poco
* organismo : ok
* glerm : é que eu não to com o meu computador aqui agora. ele ta fora da net
* glerm : í«linkí»
* glerm : decobri este esquema: í«linkí»
* organismo : mando por email
* glerm : mas ja passei pra ogg
* glerm : nao da agora
* glerm : parece um filme
* organismo : da pra manda um trexo agora (interr)
* glerm : eu escutei tudo, 1:40
* glerm : é muito masssa a espacialização dos dois microfones em stereo
* glerm : ficou ótimo
* glerm : a do nascimento, da ultima quarta
* organismo : qual delas
* glerm : fiquei ouvindo ontem a gravação
* organismo : boa
* glerm : 16/09 – sexta – reprodução (destino – impotência sobre o outro – responsabilidade) Ritos de popularização do mito ORGANISMO pela cidade Banalização e profanação do seu nome em manifesto Criação e discussão de uma problemática sobre a identidade ORGANISMO e os futuros avatares Festas simultanêas em locais distintos
* organismo : por mim tudo bem (octavio)
* glerm : ces vão no posto?
* glerm : ok
* organismo : ok (interrogaçao)
* organismo : o rafael volta na quarta das 18 as 19 e 30
* organismo : ecumeniada 19 de agosto de 2005
* organismo : outra coisa que ta rolando e a proposta do octavio de fala sacra no dia do batismo
* glerm : du caralho isso

como acordei esta segunda feira vomitando, isto é, não morri… Acredito que a pajelança tem funcionado, a onça espreita mas mantém a respeita e preciso logo tirar este monstro da minha pança. Portanto, Alguémukarãngmãiepari convida hoje as 19 e TRINTA E TRÃ?Å S:
PARA mais um final de
, afinal estamos TRABALHANDO:

Afastado da terra, o morto deve ir secando gradativamente, perdendo o que ainda lhe restava de substâncias vitais para o conjunto de seres metafísicos que passam a rondar os cadáveres, alimentando-se daquilo que antes dava vitalidade ao defunto. A funerária Ukarãngmã é, assim, uma espécie de devolução das substâncias vitais que os humanos extraem do mundo; uma troca ou reciprocidade escatológica para com os demais seres do mundo.
Filmagens para uso na concepção de Organismo – Levem + cameras ( temos 2)
Logística para a festa de Crisma-Mitzvah-Ramadã-Iepari-PERDA DO CABAÇO de ORGANISMO NA SEQUENCIA…
Local:
ESTUDIO MATEMA
Rua Marechal de ODORo ao lado da c and A – Prédio da Galeria Ritz
2o andar – 207
19:33
dúvidas: 99889285 (glerm)
e na sequencia: CELEBRAÇÃO DO FIM DE MOONDAY – O DIA DA LUA
LOCAL:
NOSSO POSTO ABANDONADO
23:59hs
R. Solimões esquina
com Rua Tapajós

Os Ukarãngmã não possuem um termo específico para “aldeia”, reunião de casas em um espaço comum. A indistinção entre casa e aldeia aponta também para o fato de que, como no passado, e não muito remoto, uma única casa pode ser toda a extensão da moradia de um grupo local; sem o reconhecimento de uma “aldeia” propriamente dita, espaço de reunião de diferentes moradias, os Ukarãngmã vêem como co-extensivas, a casa e a aldeia.

Talvez a mudança misteriosa da cor de Sirius tenha algo a ver com a estrela companheira de Sirius, já que ela é uma estrela binária. No início de 1844 o astrônomo alemão Friederich Bessel notou que Sirius não se movia no céu de uma forma reta, como as outras estrelas fixas, mas sim seguia um caminho serpenteado. Bessel concluiu que Sirius teria uma companheira invisível cujos efeitos gravitacionais provocavam este comportamento. Foi somente em 1862 que esta companheira, chamada de Sirius B, foi realmente descoberta através de um telescópio e apareceu como um pequeno ponto de luz perto da luminosa Sirius A.
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