how to become: levi strauss ainda vive.

hacker emblem

# The glider graphic in PIC
#
# Designed by ESR, October 2003.
# The only free parameters are the box width, the line width, and the
# ratio of the dot diameter to the box width.
#
# Render with pic2graph(1) or similar tool.
#
define dot {circle filled 1}
boxwid=boxht
circlerad = 0.4 * boxht
B1: box
B2: box
B3: box
move to B1.s; down
B4: box
move to B4.e; right
B5: box
B6: box
move to B4.s; down
B7: box
move to B7.e; right
B8: box
B9: box
dot at B2
dot at B6
dot at B7
dot at B8
dot at B9

Porque vindo de você?

Porque eu mantenho oo documentos How
To Become A Hacker
, A Brief
History of Hackerdom
, o Jargon File,
e sou mais ou menos o historiador resident dos hackers. É o meu trabalho
pensar nessas coisas.

Eric Raymond

——
levi strauss ainda vive: http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss

9. Conteúdo:
O curso toma como fio condutor a história dos estudos de parentesco, iniciando com o autor que é pioneiro nessa área e considerado fundador da antropologia, L. H. Morgan. Em seguida, familiariza os alunos com as principais correntes teóricas que marcam o desenvolvimento desses estudos, conhecidas como “teoria da descendência” e “teoria da aliança”, através dos principais expoentes de cada uma. Uma vez familiarizados com as principais conceitos e abordagens dos estudos de parentesco, os alunos podem acompanhar seus desenvolvimentos mais recentes, nas “terras baixas” sul-americanas.

http://www.fflch.usp.br/da/fla0326.html

da nossa asssimetria

í¨ quem estamos aqui, agora é que são elas, eu quero leite, leite puro sem açucar, marco, claudia, gabriela, glerm, lucio, otavio, occam, nillo, estamos tudo na mesma, novas prolixas serpentes, a creolização, fotos, imagens, o corpo humano como a exemplificação e ideal alemão, Jesus, as notas falsas, vende-se uma máquina de fazer moedas, novas lí­nguas, pausa para o cigarro, a arte quanto custa, indio quer apito, data igual a dia mes ano, txt=a maça, novas formas de enxergar o mundo lentes de aumento, lentes bifurcais, um processo, uma mania, não olhar para trás, a unha de Gullar, 90 bilhoes de dolares, superficies obscura slashslash, java, levado para si um organismo, qual seu tanino, teria orfeu, acrescentemos uma nova regra, uma linha obscura cordão umbilical, tenia, sabão em pó um veneno, copro, cobro um corpo ali bem encostado entre a gorjeta que o cordão não foi cortado, tá estourando tudo, espalhou por todo um espaço, matema, recôndito, redondo consultório, consultoria, mizinfim troglodita cafateira, pausa para o café, não consigo fazer funcionar, a nota atual.

occamorganismo 20/07/2005

Orquestra Olho

Jà Esta na rede a idéia raiz que vai dar origem a

orquestra olho

:
uma instalação com olhos e cameras tocando instrumento musical com o movimento dos olhos.
Por que você precisa VER a música?????? Faça se a luz – disse a palavra.
Orquestra OLHO é uma das GOELAS de

ORGANISMO

( clique no link pra fluir por ele…)

veja alguns testes:

( se você não usa linux provavelmente precisará baixar e instalar o player VLC – http://videolan.org/vlc/ )

http://www.organismo.art.br/orquestraolho/desafiatlux1.ogg
http://www.organismo.art.br/orquestraolho/desafiatlux2.ogg
http://www.organismo.art.br/orquestraolho/desafiatlux7.ogg


(*)
(-)
(+)

Inutensílio

Inutensí­lio – Paulo Leminski

A ditadura da utilidade
A burguesia criou um universo onde todo gesto tem que ser útil. Tudo tem que ter um para quê, desde que os mercadores, com a Revolução Mercantil, Francesa e Industrial, substituí­ram no poder aquela nobreza cultivadora de inúteis heráldicas, pompas não rentábeis e ostentosas cerimônias intransitivas. Parecia coisa de í­ndio. Ou de negro. O pragmatismo de empresários, vendedores e compradores, mete preço em cima de tudo. Porque tudo tem que dar lucro. Há trezentos anos, pelo menos, a ditadura da utilidade é unha e carne com o lucrocentrismo de toda essa nossa civilização. E o princí­pio da utilidade corrompe todos os setores da vida, nos fazendo crer que a própria vida tem que dar lucro. Vida é o dom dos deuses, para ser saboreada intensamente até que a Bomba de Nêutrons ou o vazamento da usina nuclear nos separe deste pedaço de carne pulsante, único bem de que temos certeza.

Além da utilidade
O amor. A amizade. O conví­vio. O júbilo do gol. A festa. A embriaguez. A poesia. A rebeldia. Os estados de graça. A possessão diabólica. A plenitude da carne. O orgasmo. Estas coisas não precisam de justificação nem de justificativas.
Todos sabemos que elas são a própria finalidade da vida. As únicas coisas grandes e boas, que pode nos dar esta passagem pela crosta deste terceiro planeta depois do Sol (alguém conhece coisa além- Cartas í  redação). Fazemos as coisas úteis para ter acesso a estes dons absolutos e finais. A luta do trabalhador por melhores condições de vida é, no fundo, luta pelo acesso a estes bens, brilhando além dos horizontes estreitos do útil, do prático e do lucro.
Coisas inúteis (ou “in-úteis”) são a própria finalidade da vida.
Vivemos num mundo contra a vida. A verdadeira vida. Que é feita de júbilo, liberdade e fulgor animal.
Cem mil anos-luz além da utilidade, que a mí­stica imigrante do trabalho cultiva em nós, flores perversas no jardim do diabo, nome que damos a todas as forças que nos afastam da nossa felicidade, enquanto eu ou enquanto tribo.
A poesia é u principio do prazer no uso da linguagem. E os poderes deste mundo não suportam o prazer. A sociedade industrial, centrada no trabalho servo-mecânico, dos USA í  URSS, compra, por salário, o potencial erótico das pessoas em troca de performances produtivas, numericamente calculáveis.
A função da poesia é a função do prazer na vida humana.
Quem quer que a poesia sirva para alguma coisa não ama a poesia. Ama outra coisa. Afinal, a arte só tem alcance prático em suas manifestações inferiores, na diluição da informação original. Os que exigem conteúdos querem que a poesia produza um lucro ideológico.
O lucro da poesia, quando verdadeira, é o surgimento de novos objetos no mundo. Objetos que signifiquem a capacidade da gente de produzir mundos novos. Uma capacidade in-útil. Além da utilidade.
Existe uma polí­tica na poesia que não se confunde com a polí­tica que vai na cabeça dos polí­ticos. Uma polí­tica mais complexa, mais rarefeita, uma luz polí­tica ultra-violeta ou infra-vermelha. Uma polí­tica profunda, que é crí­tica da própria polí­tica, enquanto modo limitado de ver a vida.

O indispensável in-útil
As pessoas sem imaginação estão sempre querendo que a arte sirva para alguma coisa. Servir. Prestar. O serviço militar. Dar lucro. Não enxergam que a arte (a poesia é arte) é a única chance que o homem tem de vivenciar a experiência de um mundo da liberdade, além da necessidade. As utopias, afinal de contas, são, sobretudo, obras de arte. E obras de arte são rebeldias.
A rebeldia é um bem absoluto. Sua manifestação na linguagem chamamos poesia, inestimável inutensí­lio.
As várias prosas do cotidiano e do(s) sistema(s) tentam domar a megera.
Mas ela sempre volta a incomodar.
Com o radical incômodo de urna coisa in-útil num mundo onde tudo tem que dar um lucro e ter um por quê.
Pra que por quê?

In ANSEIOS CRIPTICOS, Ed. Criar, Curitiba, PR, 1986, p. 58-60.

NOTA: Este ensaio foi acrescido ao final do ensaio ARTE IN-ÚTIL, ARTE LIVRE? e publicado com pequenas modificações sob o tí­tulo A ARTE E OUTROS INUTENSíLIOS no jornal Folha de S. Paulo, caderno Ilustrada, p. 92, 18/10/1986, e apresentado como primeira aula do curso POESIA 5 LIÇÃ?â?¢ES ministrado por Leminski na Fundação Armando ílvares Penteado, em São Paulo em 20/10/1986.

http://paginas.terra.com.br/arte/PopBox/kamiquase/nindex.htm

chat 190705

Last Message 2 hours, 1 minute ago

* occam : chuá
* glerm : falou flow
* glerm : flw
* occam : z
* occam : l
* occam : b
* glerm : vou mostrar o orquestra olho pra vcs
* occam : blz
* occam : blz
* glerm : blz amanhã 20 hs
* glerm : logica: c > copy n > new v > paste (quaqua)
* occam : gelerm to indjo
* glerm : :
* occam : sure
* glerm : gica
* glerm : tem lo
* glerm : sim
* glerm : deu certo?
* occam : obvio, claro e cristalino
* glerm : para salvar o selecionado falça o seguinte: control c depois control n depois control v
* occam : eu também
* occam : eu também
* occam : eu também
* occam : eu também
* occam : eu vou com certeza
* occam : tamo ligados
* glerm : amanhã 20 hs
* glerm : ces tem que aparecer
* glerm : voces tão ligados que eu to marcando gravação e ação pra amanhã no matema?
* occam : como salvar em arquivo exclusivo somente o que foi selecionado?
* occam : tem que fuçar um pouco em cada um
* occam : rolou conseguimos localizar
* glerm : deu certo o efeito?
* glerm : alooooooooo
* glerm : e escolha um efeito

Mondo LIBRE

Facilitando a vida dos humanos, os robôs gente-boa do futuro próximo mandam dica pra inserir todos os organismos-carne no mundo dos bits —>
Seguem algumas opçoes livres MULTIPLATAFORMA ( o que quer dizer que roda em linux, win e mac no mí­nimo) pra vocês ja irem perderdendo o ví­cio nas interfaces fechadas da Nasdaq…

Edição de í udio:
Audacity: http://audacity.sourceforge.net/download/

Edição de Imagens:
Gimp: http://www.gimp.org/downloads/

Editor HTML:
Nvu: http://www.nvu.com/download.html

Texto, Planilhas e Apresentações:
Open Office: http://www.openoffice.org.br/saite/

Cliente de Mensagens – Jogue fora seu lixo espião MSN
Gaim: http://gaim.sourceforge.net/downloads.php

Navegador de Internet:
Mozilla: http://www.mozilla.org.br/

Ciência e Arte em Estado BRUTO:
Puredata: http://www-crca.ucsd.edu/~msp/software.html

Este BLOG:
WordPress: http://wordpress.org/

e por fim, depois que estiver acostumado com as interfaces
você não tem mais desculpa pra usar Sistema Operacional de PREGO.
Instale algo que tem gente de verdade por trás ao invés de um monte de papel assinado:
por exemplo: http://demudi.agnula.org/wiki/InstallCdRom

foto por elefante

[urgente]AÇÃ?â??O de GENÃ?Å SE E CONCEPÇÃO DE ORGANISMO – QUARTA 20/07 – 20:00


Contamos com a presença de todos na ação de coleta e discussão dos gametas envolvidos em mais uma concepção de

“ORGANISMO”

“um corpo sem orgãos é uma linguagem sem estrutura –
– Deleuze”
“Corpo sem órgãos não tem nem sombra de organismo, mizifio!! Nem com aspas nem sem! 😉
– Alencastro”

************1.
CURITIBA
Quarta 20/07/05 – 20hs
Estudio Matema – Galeria Ritz
2o andar – 207 – Entrada pela Marechal Deodoro
(ao lado da c&a)

************2.
AÇÃO NA REDE

se você não mora em Curitiba entre la pelas 21:00 no IRC
SERVIDOR freenode.irc.net #orquestraorganismo

se você não tem cliente IRC instalado, instale o gaim:
http://gaim.sourceforge.net/downloads.php

se precisa mais informações sobre isso email para organismo@gmail.com

ou tente o chat do blog neste mesmo horário: http://www.organismo.art.br/blog
( sujeito a congestionamento)

************3.
Está avisado. Depois não reclame que perdeu a festa. você foi convidado.

**********************************************


í¿ qual seu real valor ?

Ã?ndios do Brasil – onça mandou contar

EM FOCO: uma importante cerimônia dos í­ndios araras, centrada num poste, erigido no pátio, em cujo topo, até tempos recentes, se punha o crânio de um inimigo, hoje substituí­do por uma bola de lama. Só isso já desperta a atenção do leitor, pois, vivendo os araras sobre o divisor que separa as águas que correm para o Iriri, afluente do Xingu, das que descem diretamente para o Amazonas (mas destas últimas retirados após lograrem o contato amistoso com os brancos), eles têm como vizinhos vários outros grupos tribais que também faziam a caça de cabeças, por uma extensa área, desde o Xingu até o Madeira. Entretanto, tais grupos pertenciam ao tronco tupi, enquanto os araras, da famí­lia caribe, constituí­ssem talvez a única exceção.

Mas o Autor opta por não comparar, permanecendo no universo dos araras, entre os quais realizou pesquisa de campo de cerca de quatorze meses em várias etapas, distribuí­das pelos anos 1987, 1988, 1992 e 1994.

Começa por uma apresentação geral da cerimônia e das condições em que é realizada. Mostra-nos como cada tipo de festa arara inclui uma festa menor e pode ser englobada por outra maior, desde aquelas festas de beber, passando para as de beber e comer, para as em que também se tocam instrumentos musicais, se canta e se dança, até chegar í  mais inclusiva e complexa, que é a do Ieipari, o poste encimado pelo crânio do inimigo. Descreve a elaboração da bebida fermentada de tubérculos, frutas ou milho, a maneira de oferecê-la, sua relação com substâncias como leite e esperma. Examina as técnicas de caça, o contato que um xamã (todos os homens araras são mais ou menos familiarizados com as atividades xamânicas) estabelece com um ser, dono de uma espécie animal, pedindo-lhe que os dê para criá-los, abrindo a oportunidade assim para que os outros homens possam abatê-los. Descreve os instrumentos de sopro, a ordem em que tocam, os seres a que estão associadas suas músicas. Mostra como os caçadores, aguardados com a bebida fermentada, que devem retribuir com carne, entram na aldeia a fingir um ataque, uma encenação agressiva omitida na forma mais abrangente do rito, quando há o Ieipari. Expõe o tratamento do inimigo, o que lhe dizem no cântico entoado antes de matá-lo e esquartejá-lo. Além do crânio, que integra um instrumento musical antes de vir a coroar o poste ritual, outras partes do corpo lhe são retiradas, mas seu destino, talvez por lacuna na memória dos araras atuais, é apenas esboçado: os ossos das mãos e dos pés, a pele do rosto, o escalpo, as ví­sceras. Descreve a ereção do poste, como os homens o descascam com pancadas e palavras agressivas, e como as mulheres o abraçam fortemente e nele esfregam sensualmente suas vulvas. A carne trazida pelos caçadores disposta em torno do poste, assim como uma panela com bebida fermentada colocada ao pé do mesmo, são como ofertas do Ieipari. E as mulheres, ao tomarem desta bebida, dizem reveladoramente que estão bebendo um filho.

Essa apresentação inicial, que constitui o primeiro capí­tulo, é em si mesma autônoma, não depende do que segue para ser compreendida. Dir-se-ia que o livro se compõe de partes que acrescentam mais sentido í  apresentação inicial, mas elas próprias também autônomas.

O capí­tulo referente í  cosmogonia e í  cosmologia aponta a origem de certos elementos integrantes do rito ou aspectos da condição humana que levam a sua realização: o instrumento de sopro que a divindade principal tocava para manter a calma e boa ordem no céu, onde a humanidade vivia de modo paradisí­aco, e que hoje faz a música de fundo das festas; a eclosão de um conflito que redundou na quebra da casca do céu, obrigando a humanidade a viver sobre os seus fragmentos, misturada aos seres maléficos até então mantidos do lado de fora; o ensino da festa, destinada a trazer novos filhos, pelo bicho-preguiça, que também deu aos humanos as flautas, a tecelagem em algodão e palha e povoou a mata de animais de caça; a recusa das mulheres em continuar a aplicar as técnicas destinadas a trazer de volta í  vida aqueles que morriam, como faziam antes da catástrofe, de modo que a morte se instalou definitivamente entre os humanos e serviu para que a divindade, agora transformada na vingativa onça preta, transformasse as partes em que divide os corpos dos defuntos numa série de seres danosos; a viabilização da caça por intermédio das relações de reciprocidade entre os xamãs e os espí­ritos donos de animais, em que estes dão í queles bichos para criar e por sua vez criam um certo tipo daqueles seres danosos oriundos dos mortos. Se o primeiro capí­tulo sublinha a ausência da vingança nas palavras que os araras dirigem ao inimigo, o segundo não trabalha o teor da vingança que atribui ao ser supremo.

A vingança ou sua ausência no conflito com o inimigo poderia ter sido um dos temas de discussão no terceiro capí­tulo, que se limita ao contato entre os araras e os brancos. Não tenta reconstituir as relações dos araras com outras etnias indí­genas, a não ser com os caiapós, mas estes apenas enquanto participantes das frentes de atração. Chama a atenção para o fato de os brancos não se contarem entre as ví­timas cujas cabeças serviam de centro ao rito arara, até o momento em que a construção da Transamazônica pressionou fortemente pelo estabelecimento do contacto. Que etnias indí­genas teriam sido alvo das incursões araras, que motivos os moviam contra elas, ou, ao contrário, que razões os faziam limitar-se í  defensiva são perguntas que talvez o Autor não tenha feito ou, se as fez, das respostas não tirou proveito.

No quarto capí­tulo examina a coexistência de uma classificação horizontal dos termos de parentesco, aplicada aos membros da própria unidade residencial, com uma oblí­qua, referente í s relações com outras unidades. Mostra como oferecimento ritual da bebida fermentada, que se faz entre a irmã (ou o marido dela) e o irmão, moradores de casas diferentes, é coerente com a classificação oblí­qua. Observa também que um homem, ao dar sua irmã em casamento, pode reivindicar em troca a filha daquele que a recebeu, que não precisa necessariamente ser filha dessa ou de outra irmã. E ainda, quando uma mulher, dentre aquelas com quem, pelo jogo das trocas, pode aspirar a ter como esposa, se casa com outro homem, este último passa a lhe dever uma irmã ou filha. Em outras palavras, uma esposa reivindicada que se torna cônjuge de outro gera dí­vida como se fosse uma irmã a este cedida. Sem dúvida tudo isso é muito convincente e feito com maestria, apesar de as trocas de mulheres examinadas nos casos concretos mais parecerem deduções das genealogias do que descritas em depoimentos dos araras. Mas tendo em vista o rito que constitui o tema do livro, este capí­tulo talvez fosse o lugar de examinar também certas relações como a dos amigos de guerra, que, ao sacrificarem juntos um inimigo, trocavam entre si temporariamente as esposas. Se, tal como a dos amigos de caça (recrutados entre os afins reais do mesmo grupo residencial), essa parceria tinha como protótipo genealógico a relação MB/ZS, mas escolhidos em outros grupos residenciais, no passado grupos locais distintos, ela poderia ter sido mais um motivo para o Autor examinar a guerra como um fator de articulação entre os vários grupos locais. Quem guardava o crânio do inimigo e o usava como instrumento musical? Quem guardava os ossos dos membros, a pele da face, o escalpo? Como se fazia a circulação desses troféus? Que importância teriam estes nos ritos de passagem relativos í  idade? São questões que poderiam ter sido exploradas neste capí­tulo.

O quinto capí­tulo na verdade abrange dois. Sua parte inicial (pp. 305-343) trata da relação entre os modos de dar, as coisas dadas e as relações sociais envolvidas, de um lado, e os valores morais, de outro. A classificação das formas de dar bens e prestar serviços mostra-se sobremodo complexa, a ponto de mal poder ser ilustrada pela clássica esfera que combina os diferentes tipos de troca com a distância social, desde o núcleo da reciprocidade generalizada caracterí­stica dos parentes próximos até a capa mais externa da reciprocidade negativa associada aos inimigos. Além disso, no caso dos araras, esse gradiente é distorcido pelos ideais de generosidade, gentileza, solidariedade, de maneira que a representação gráfica escolhida pelo Autor lembra os esquemas demonstrativos da influência do Sol e da Lua nas marés oceânicas (p. 337).

Na segunda metade do capí­tulo (pp. 343-385), o Autor retoma o grande rito anteriormente descrito e o analisa segundo três seqüências, paralelas: a sucessão de festas, a das músicas, que já apresentara anteriormente, e a ordem das fases (marcadas por tarefas ou deslocamentos dos participantes). Uma incursão na teoria da linguagem de Hjelmslev não nos parece ter trazido novas luzes para a compreensão do rito. Por outro lado, neste capí­tulo e na conclusão, que o segue, a idéia de “sacrifí­cio”, presente no tí­tulo do livro, é tratada de modo demasiado sumário; Hubert e Mauss não são convocados, e nem mesmo aquele que os seguiu no exame do mais discutido dos ritos de tratamento dos inimigos em nosso continente, Florestan Fernandes.

Tal como a classificação da bebidas de acordo com a altura das partes dos vegetais das quais são produzidas (figura da p. 62) ou tal como o poste Ieipari, centro do grande rito, poderí­amos dizer que a interpretação desenvolvida no livro passa do mais substancioso para o mais etéreo í  medida que se desloca da base para o topo. Muito de mistério ainda paira sobre a cabeça do inimigo. Mas certamente o Autor continuará a busca de mais sentido com a elaboração de outros trabalhos.

portunhol e criolo


Ciudad del Este es la tí­pica ciudad de frontera… Entre Paraguay y Brasil, es un poco hí­brida, pero al mismo tiempo, tiene su propio toque… El aroma de actividades ilegales y contrabando de todo tipo llena el aire… El calor, las calles abarrotadas, los miles y miles de objetos en venta…

Conversa chat 17/07/2005

Last Message 3 hours, 30 minutes ago

ler de baixo pra cima

* octavio : fui
* octavio : to no ar
* Lois Lancaster : Abraço a todos. FUI
* Lois Lancaster : Bom, então tá, conversamos outra hora.
* Lois Lancaster : É, mas aí­ não rola o processo de interação com o público, fica uma parada meio inerte.
* nillow : vc pode vir no final de semana.. e preparar com a gente e o resultado fica durante a semana
* Lois Lancaster : OK. Mas esse horário é bom. Pode ser em algum outro domingo.
* nillow : vamo marca um outro horario melhor.. esse chat ta dando creps!!
* Lois Lancaster : Em tempo – legal que dia 26 de agosto tem programação, é meu aniversário 😉
* Lois Lancaster : Não posso mais faltar ao trabalho, pra mim só dá fim-de-semana
* Lois Lancaster : PERGUNTA – é pra sacanear mesmo ou vocÃ?Å s estão colocando tudo durante a semana porque?
* glerm : da uma olha mais pra baixo naquele post com a foto do frenkeinstein. da uma lida e me pergunta.
* glerm : da uma olha mais pra baixo naquele post com a foto do frenkeinstein. da uma lida e me pergunta.
* Lois Lancaster : Qual o perí­odo da mostra mesmo?
* Lois Lancaster : Tem que ficar numa sala fechada. E por ironia, a última vez que apresentei ela usei um amp Ciclotron 🙁
* Lois Lancaster : O que? A performance? No formato da sala que a abrigar. Pode ficar rolando por 4 horas ou mais
* nillow : ta em q formato?
* lucio de araujo : tenho uma espeingarda de pressão e uns chumbinhos
* Lois Lancaster : Legal. Esse mês já gastei todas minhas economias, mas vamos ver um fim-de-semana em agosto, melhor mês do mundo
* nillow : melhor impossivel!!
* Lois Lancaster : Pode incorporar mais instrumentos do pessoal daí­
* Lois Lancaster : Eu tenho uma performance com baixo baseada numa velha piada, já apresentei por aqui na bienal de dança
* glerm : sim, claro. se voce quiser pintar aqui seria massa
* nillow : claro.. demoro
* Lois Lancaster : Ou tem que ser educativo/didático?
* Lois Lancaster : Essa mostra é pro que quiser rolar? Posso mandar algum trabalho?
* nillow : 3 canais um de voz, um de teclado e um pra guita… irado
* glerm : da ideia ae. pergunta alguma coisa. FALA SÉERIO
* Lois Lancaster : Não, vocês ficam mandando um monte de coisa que não vou poder aproveitar, pescar algo aí­ no neio é difí­cil.
* glerm : c leu a parada da mostra, lois?
* Lois Lancaster : Hahahah Ciclotron é muito sarapa.
* nillow : tem um ciclotron serve?
* Lois Lancaster : Vocês têm amp Gallien – Krueger de baixo aí­?
* glerm : irc
* Lois Lancaster : Isso! Nada

portu�±ol / portunhol

enviada pelo alexandre, mais farinha pro angú:

portuí±ol / portunhol

O que é o portunhol? Uma lí­ngua? Uma sí­ntese entre o português e o
espanhol? Um diálogo espontâneo entre idiomas parecidos? Uma
necessidade recí­proca de comunicação? Uma invenção de fronteiras? Uma
linguagem de viagem?

Partindo do uso do portunhol como cruzamento, como fusão, esta
convocatória o convida a pensar encontros, misturas, pontes,
sobreposições, confusões, erros, mal-entendidos, confluências,
interseções entre Brasil e Argentina.

Todos aqueles que desejarem participar da mostra portuí±ol / portunhol
poderão enviar:

objetos, palavras, fotos, desenhos, canções, ví­deos, poemas, mails,
contos, pinturas, instrumentos, diários, performances, tortas, filmes,
barulhos, passos de dança, cartas, páginas web, slides, drinques,
roupa, esculturas, revistas, crônicas, instalações, movimentos,
gravações, sons, esportes, artefatos, ensaios, blogs, danças, etc.,
etc”¦.

Enviar anexo: nome, endereço, e-mail, dados da obra e informação que
julgue necessária.

O material recebido será exposto no próximo mês de agosto na Fundación
Centro de Estudos Brasileiros.

Data de inscrição: de 15 de junho ao 22 de julho de 2005

Coordenação: Karina Granieri / Ivana M. Vollaro

Fundación Centro de Estudos Brasileiros

Esmeralda 969 / Buenos Aires, Argentina

Tel. 011 4313-6715 (de 15 a 19 hs.)

e-mail : galeria@funceb.org.ar

www.funceb.org.ar

O ESCUDO do Maleta

Tis we and you and ye and me and hymns and hurts and heels and shields
— speciMEN quando JOVEnnnn


DESCOBRI!!! DESCOBRI!!! O QUE É braZil!!!!!!!!

null

Enquanto isso diariamente as oito horas nas frente de uma televisão qualquer…

sticker nation: http://www.worldlingo.com/wl/translate?wl_url=http://www.guerrigliamarketing.it/&wl_srclang=it&wl_trglang=pt

ââ??¬i, ratzinger í¥,

tu puede cambiar tu ESCUDOS por SHILLINGS ??????
null

+Yelling halfviewed their harps. í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥í¥

cade a minha linguaí¿ cade a minha americaí¿ cade a minha europaí¿ QUEm FALO Euí¿ O muro caiuí¿ onde é o lesteí¿ o sal nasceuí¿


desculpe tLoquei alguns nomes e datas e peLdi as notas fiscais. mas é veLdade.