
Perda da virgindade: o que abunda não prejudica!
pROCESSo de GenÃ?ªse De Movimento/Momento Cultural onde transaparece o cÃ?³digo aberto que Ã?© a linguagem humana. Revisantando grandes MATRIX do cÃ?³digo humano como, IlÃ?Âada, o CorÃ?£o, Finnegans Wake, Biblia< TorÃ?¡, Livros dos Mortos, sua VidaLivro AAABertO, e o CATATAU ( em homenagem aas cidades Sem Contorno - Corpos sem OrgÃ?£os). Onde estÃ?¡ o homen Nu?

Perda da virgindade: o que abunda não prejudica!

Manda brasa
amanhã
vai ter incêndio
lá em casa
Rettamozo
O Faraó Ramsés II e o “descabaçador” Gengis Khan são os homenageados
do DESAFIATLUX – Perda da Virgindade, no Sesc 26/08/2005
As 17:45 na Galeria Ritz (concentração) para o evento PIPOCA
O Faraó do Egito Ramses II (1314 a.c / 1224 a.d) teve, nas palavras do escritor Terence Gray, 200 filhos e 200 filhas. Considerado como símbolo da fertilidade í s margens do Nilo, é referido por Heródoto como o mítico Sesóstris. Estudiosos mais recentes, porém, duvidando da potência do monarca, estabelecem um “record” um pouco menor. 90 filhos!

Um legado substancial do império mongólico foi descoberto por geneticistas em uma amostragem da população humana do Cáucaso.
Eles descobriram que 8 % dos homens, que vivem nos limites do antigo império mongólico, trazem cromossomas Y que são característicos da casa dos antigos imperadores. Se isto realmente for verdade, 16 milhões de homens (1/2 % da população masculina mundial) pode descender de Gengis Kahn!

O Escritor e Crítico Literário Lielson Zeni que é mestrando em letras na UFPR estará no dia 02 de setembro no SESC publicando obra inédita. Haverá no evento leitura performática do autor. O lançamento se dará dentro do evento Polavras (Poesia e palavras pro Polaco).

Dia 02 de setembro as oito da noite Patrícia Reis Braga é a convidada especial no evento – Polavras (onde será mostrada a última produção literária dos alunos e professores de Letras da UFPR) – que ocorre dentro do DesafiatLux – No SESC da Esquina.

Trecho de carta de Paulo Leminski a Régis Bonvicino,
página 100, do livro Uma carta uma brasa através (Iluminuras),
1992


Os 10ENHISTAS DE HUMOR, que aqui são 8. Marco Jacobsen, Solda, Paixão,
Marchesini, Dante e Benett. Atrás, Pryscila Vieira e Tiago Recchia.

foto: João Urban
Curitiba é o Pilarzinho do mundo.
Haroldo de Campos
O cartunista Solda, trabalhando árduamente na revista Idéias,
da Travessa dos Editores, de onde foi defenestrado por motivos
financeiros.

foto: Diego Singh
Thadeu Wojciechowski e Pryscila Vieira, a cartunista do Plim-Plim da Globo, no aniversário do cartunista Solda, que rolou no Café do Teatro, numa festa surpresa promovida por Pryscila.
Eu não canso de repetir: Curitiba tem muita puta
e pouco puteiro!
Prof. Thimpor
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Kernel panic
In Linux, a “panic” is an unrecoverable system error detected by the kernel as opposed to similar errors detected by user space code. It is possible for kernel code to indicate such a condition by calling the panic function located in the header file sys/system.h. However, most panics are the result of unhandled processor exceptions in kernel code, such as references to invalid memory addresses. These are typically indicative of a bug somewhere in the call chain leading to the panic.
1 /*
2 * linux/kernel/panic.c
3 *
4 * Copyright (C) 1991, 1992 Linus Torvalds
5 */
6
7 /*
8 * This function is used through-out the kernel (including mm and fs)
9 * to indicate a major problem.
10 */
11 #include
22 int panic_timeout;
23 int panic_on_oops;
24 int tainted;
25
26 EXPORT_SYMBOL(panic_timeout);
27
28 struct notifier_block *panic_notifier_list;
29
30 EXPORT_SYMBOL(panic_notifier_list);
31
32 static int __init panic_setup(char *str)
33 {
34 panic_timeout = simple_strtoul(str, NULL, 0);
35 return 1;
36 }
37 __setup(“panic=”, panic_setup);
38
39 static long no_blink(long time)
40 {
41 return 0;
42 }
43
44 /* Returns how long it waited in ms */
45 long (*panic_blink)(long time);
46 EXPORT_SYMBOL(panic_blink);
47
48 /**
49 * panic – halt the system
50 * @fmt: The text string to print
51 *
52 * Display a message, then perform cleanups. Functions in the panic
53 * notifier list are called after the filesystem cache is flushed (when possible).
54 *
55 * This function never returns.
56 */
57
58 NORET_TYPE void panic(const char * fmt, …)
59 {
60 long i;
61 static char buf[1024];
62 va_list args;
63 #if defined(CONFIG_ARCH_S390)
64 unsigned long caller = (unsigned long) __builtin_return_address(0);
65 #endif
66
67 bust_spinlocks(1);
68 va_start(args, fmt);
69 vsnprintf(buf, sizeof(buf), fmt, args);
70 va_end(args);
71 printk(KERN_EMERG “Kernel panic – not syncing: %s\n”,buf);
72 bust_spinlocks(0);
73
74 #ifdef CONFIG_SMP
75 smp_send_stop();
76 #endif
77
78 notifier_call_chain(&panic_notifier_list, 0, buf);
79
80 if (!panic_blink)
81 panic_blink = no_blink;
82
83 if (panic_timeout > 0)
84 {
85 /*
86 * Delay timeout seconds before rebooting the machine.
87 * We can’t use the “normal” timers since we just panicked..
88 */
89 printk(KERN_EMERG “Rebooting in %d seconds..”,panic_timeout);
90 for (i = 0; i < panic_timeout*1000; ) {
91 touch_nmi_watchdog();
92 i += panic_blink(i);
93 mdelay(1);
94 i++;
95 }
96 /*
97 * Should we run the reboot notifier. For the moment Im
98 * choosing not too. It might crash, be corrupt or do
99 * more harm than good for other reasons.
100 */
101 machine_restart(NULL);
102 }
103 #ifdef __sparc__
104 {
105 extern int stop_a_enabled;
106 /* Make sure the user can actually press L1-A */
107 stop_a_enabled = 1;
108 printk(KERN_EMERG "Press L1-A to return to the boot prom\n");
109 }
110 #endif
111 #if defined(CONFIG_ARCH_S390)
112 disabled_wait(caller);
113 #endif
114 local_irq_enable();
115 for (i = 0;;) {
116 i += panic_blink(i);
117 mdelay(1);
118 i++;
119 }
120 }
121
122 EXPORT_SYMBOL(panic);
123
124 /**
125 * print_tainted - return a string to represent the kernel taint state.
126 *
127 * 'P' - Proprietary module has been loaded.
128 * 'F' - Module has been forcibly loaded.
129 * 'S' - SMP with CPUs not designed for SMP.
130 * 'R' - User forced a module unload.
131 * 'M' - Machine had a machine check experience.
132 * 'B' - System has hit bad_page.
133 *
134 * The string is overwritten by the next call to print_taint().
135 */
136
137 const char *print_tainted(void)
138 {
139 static char buf[20];
140 if (tainted) {
141 snprintf(buf, sizeof(buf), "Tainted: %c%c%c%c%c%c",
142 tainted & TAINT_PROPRIETARY_MODULE ? 'P' : 'G',
143 tainted & TAINT_FORCED_MODULE ? 'F' : ' ',
144 tainted & TAINT_UNSAFE_SMP ? 'S' : ' ',
145 tainted & TAINT_FORCED_RMMOD ? 'R' : ' ',
146 tainted & TAINT_MACHINE_CHECK ? 'M' : ' ',
147 tainted & TAINT_BAD_PAGE ? 'B' : ' ');
148 }
149 else
150 snprintf(buf, sizeof(buf), "Not tainted");
151 return(buf);
152 }
153
154 void add_taint(unsigned flag)
155 {
156 tainted |= flag;
157 }
158 EXPORT_SYMBOL(add_taint);
159
Animai-vos!

XII [SONETO DO PRAZER MAIOR]
Amar dentro do peito uma donzela;
Jurar-lhe pelos céus a fé mais pura;
Falar-lhe, conseguindo alta ventura,
Depois da meia-noite na janela:
Fazê-la vir abaixo, e com cautela
Sentir abrir a porta, que murmura;
Entrar pé ante pé, e com ternura
Apertá-la nos braços casta e bela:
Beijar-lhe os vergonhosos, lindos olhos,
E a boca, com prazer o mais jucundo,
Apalpar-lhe de leve os dois pimpolhos:
Vê-la rendida enfim a Amor fecundo;
Ditoso levantar-lhe os brancos folhos;
É este o maior gosto que há no mundo.
Bocage
Animai-vos!
XII [SONETO DO PRAZER MAIOR]
Amar dentro do peito uma donzela;
Jurar-lhe pelos céus a fé mais pura;
Falar-lhe, conseguindo alta ventura,
Depois da meia-noite na janela:
Fazê-la vir abaixo, e com cautela
Sentir abrir a porta, que murmura;
Entrar pé ante pé, e com ternura
Apertá-la nos braços casta e bela:
Beijar-lhe os vergonhosos, lindos olhos,
E a boca, com prazer o mais jucundo,
Apalpar-lhe de leve os dois pimpolhos:
Vê-la rendida enfim a Amor fecundo;
Ditoso levantar-lhe os brancos folhos;
É este o maior gosto que há no mundo.
Bocage
Animai-vos!
XII [SONETO DO PRAZER MAIOR]
Amar dentro do peito uma donzela;
Jurar-lhe pelos céus a fé mais pura;
Falar-lhe, conseguindo alta ventura,
Depois da meia-noite na janela:
Fazê-la vir abaixo, e com cautela
Sentir abrir a porta, que murmura;
Entrar pé ante pé, e com ternura
Apertá-la nos braços casta e bela:
Beijar-lhe os vergonhosos, lindos olhos,
E a boca, com prazer o mais jucundo,
Apalpar-lhe de leve os dois pimpolhos:
Vê-la rendida enfim a Amor fecundo;
Ditoso levantar-lhe os brancos folhos;
É este o maior gosto que há no mundo.
Bocage

2005/dia 17- quarta feira – manhã
Eu, duas que sou
Aqui vou ao meu encontro
Alegre por rever a mim criança
Alma solta
Olhos olhantes que se espantam vendo,
Videntes cegos dos sentidos já e ainda
Como se tudo por de novo se fizesse ao mundo
Surpreendendo o reconhecível.
No alto das montanhas, rochas nuas
Despudoradamente
Se exibindo pââ?¬â?¢ra o eterno céu,
Platéia infinita em possibilidades de invenção de deuses
Protetores, desejosos.
Subir por seus caminhos suaves de subidas calmas
Entre árvores
E finalmente lá chegar
Aonde nada revestindo a rocha
Que de dentro í rocha,
Interior da terra
Veio,
Lá por onde o pulso, movimento,
Alma do planeta terra em fogo consumido,
Veias expostas
(as rochas mais que as águas).
Dessa mente confusa, dessa existência confusa, dessas mal-traçadas linhas de viver creio que só resta mesmo uma conclusão a que durante anos e anos me recusei por orgulho e vergonha – sou, por natureza e formação, um humorista.
Millôr Fernandes
Guimarães Rosa, doidim, doidim pra escrever Grande Sertão, Veredas.
“Essa promiscuidade política em que vivemos é definida perfeitamente por uma palavra grega. Pena que eu não saiba grego”
Millôr.