Castatau – o grande o pequeno
81-82 – página arrancada – a viajante volátil –
aviãozinho
de papel
sue conteúdo – enigmático –
está decretado –
Ego sum Renatus Cartesius, cá perdido, aqui presente, neste labirinto de enganos deleitáveis, - vejo o mar, vejo a baia e vejo as naus. Vejo mais (...) Do parque do príncipe, a lentes de luneta,
CONTEMPLO A CONSIDERAR O CAIS, O MAR, AS NUVENS, OS ENIGMAS E OS PRODíGIOS DE BRASíLIA.
(Ei
você,
ilíada_de_Ulisses_Wake_atatauC_orãoBibliaToráMacthub_AlephArt
czschwinkyChomsky__C++
)

Um grande vetor atualmente nesta busca é o destrinchar de
grandes MATRIX
dos códigos língua
portuguesa do Brasil e seus delírios em outras fontes,
e abusando de uma metáfora do provinciano:
aquele
que não está no mapa e por isto está
em todos.
Sem apelar a demais bairrismos e contornos pretendemos recompilar
códigos fonte desta angústia
sintática que é o delirio GLOBALIZANTE no meio da
simbólica selva tropical,
ou provar pra todos que somos
provincias-pensantes, justamente
por que sabemos que NÃO SOMOS.

Somos nós. Ou melhor EU = VOCE = EU - o PRo_NOME-SUJEITO...
mAIS POESIA..cÓDIGO aBERtO.. hACKEANDo CATATAUSS...
registre-se..Compile..Flua por aqui...
Aqui a lógica
é outra. Faz metonímia, não faz
metáfora. Toma o efeito pela causa, a coisa pela
idéia, o lugar pelo agente. Não conversa com
Aristóteles. Não faz aritmética. O
pêndulo não
completa o seu percurso, a gravidade
não tem
aceleração constante. "Que a pura
percepção seja a
crítica da razão". Toma o efeito pela
causa, a parte
pelo todo, a coisa pela idéia. O giro do equinócio
reverte o fluxo
do silogismo. Faz as letras saltarem
das palavras e pularem umas sobre as outras
formando-se em comboios. A justa razão aqui delira. A
ordem de leitura das letras não
é respeitada.
octavio

Eckhout-o Brasil do europeu é holandês
CURITYBA
THE CITY OF THE I
C
H O W
L
E
S
K I
M
I N
W
E
Z
C
Y
T
R
A
Caro (a),
Leminskilink,
perhapsrap,
alhures
ou alheios, aliás,
evoco a memória do POETA e invito
os
aquiness presentes
a
miracionar
essa
lembrança,
incorporar
a situssintonia
cria-cole-tiva,
JÁ!
+:Nowounão,
in progress…
Penso,
pois, pois, in algo do além, spirit, sopro
de translíngua entorpecida,
da
vida e cultura re:he!INVENTIVA’s.
Sonhos dos quais “o bandido que sabia latim”
carregava consigo, comoumkoan.
céus,
fumaças, vapores, névoas, neblinas, no
blues / nublados paisagens
tortas,
gerundiando
concretudes nestenetnicho minifesto
acolhendo
occamsionais
obs
d’outras
inquietas almas.
Home(page)nagem,
dedicatória, offerRe:nda.
Ouautrecosa,
lógico.
Lança-se
a propdesincroleitura:
CATATAU.
Saudactions,
Artzschewski
24/08/2005
(a),
Leminskilink, perhapsrap,
alhures ou alheios, aliás,
evoco o POETA e invito
os aquiness presentes
a miracionara lembrança,
em situssintonia cria-cole-tiva,
nowounão, in progress…
penso, logo além, spirit,
sopro de translíngua entorpecida,
sonho de vida he!INVENTIVA�s
comoumkoan by “bandido que sabia latim”.
Céus, fumaças, vapores,
névoas, neblinas, no blues / nublados
entortando paisagens,
gerundiando concretudes nestenetnicho minifesto
occamsionais obs d�outras inquietas almas.
Home(page)nagem, dedicatória, offerRe:nda.
Ouautrecosa
Lança-se a prop.sincroleitura: CATATAU.
Quem sou eu se este tamanduá existe?
músico, poeta, dançarino?
>LEMINSKI LINK LINK LINK POETA RICOCHETE
“…Queria saber quem havia inventado tão maravilhosas cousas proporcionadoras de alegria.
E veiu a saber. Um caiurucrê (da etnia caingangue) encontrou no mato um tamanduá-mirim (cakrekin) e o atacou com um cacete, quando o tamanduá se poz de pé a bailar os passos e a cantar os versos aprendidos pela tribu.
Emi no ti, vê, ê, ê, ê,
Ando chô caê voá, a
Há, há, há…
Emi no tin, vê, ê, ê, ê,
Emi no tin, vê, ê, ê
Dói cama vorô é
Que agnan kanan bang
Goyogda emi no tin.
Eââ?¬â?¢ qui matin…
Eââ?¬â?¢ qui matin…
Estava desvendado o mistério.
Fora o tamanduá o creador da música, da poesia e da dança. Os tamanduás são desde então considerados pelos caingangues os pais da humanidade. Sua antiguidade faz com que eles saibam muitas cousas que os homens atuais não sabem.”(1)
(e Cartesius nem se quer imaginava…)
(1) MARTINS, Romário. Paiquerê. Mitos e Lendas – Visões e Aspectos. Curitiba: Aqui!, 1940. P.24 e 25.
comecei essa brincadeira…
e o Octávio Camargo botou pilha…
http://www.organismo.art.br/descatatau
… .. moçada… preciso de mais dedos nessa idéia…
…..
http://www.organismo.art.br/descatatau
.
……….
…………………
………………………………………………….
O relógio do sol aqui é cera derretendo rejeitando a honra de marcar as
horas..
o esterco do preguiça nos soterra na areia movediça (…) Ao desertor..
os desertos!
Lugar onde / se faz / o que j* foi feito… eu te fiz / agora // sou
teu deus / para acabar em livro / e o acaso não existe / eu comento
hipóteses /
…………
nillow
riamba
pemba
gingongó
chibaba
jererê
monofa
charula
ou
pango
tabaqueação de tupinambaoults,
gês e negros minas, segundo Marcgravf
cttau-pg15sul
ôpa!
Estaremos hoje conversando sobre algumas idéias para a implementação do laboratório, dentre elas de tornarmo-nos mirror do projeto agnula
agnula é a distribuição linux que estamos usando no laboratório, voltada especialmenter para a produção de áudio…
Esta no ar um link dos manuais do Pure Data, (ferramenta gráfica de programação “real-time” para áudio, video e processamento gráfico (software livre)), que começa a ser traduzido. Para mais informações veja www.organismo.art.br/puredata. Estão todos convidados….
Todo pessoal que esta frequntando o Lab e as Listas está convidado a ir visitar os ensaois do Matema e todo o nosso processo de pós produção. O estudio Matema fica na Galeria Ritz segundo andar ( 207) ali no calçadão da XV.
Esta no ar o blog coletivo do EmbapLab-Orquestra Eletroacústica Organismo, todos os usuarios do lab e desta lista podem publicar textos e imagens lá, e so cadastrar-se em http://www.organismo.art.br/blog
apareçam”¦
****************************************************
Para facilitar a vida de quem não quer fazer um cadastro no yahoo e para aproximar mais o grupo da embap do *bastante* ativo grupo do ESTUDIO LIVRE, passaremos a utilizar a lista no dominio estudiolivre.org.
As pessoas que ja estão cadastradas não precisam fazer nada, apenas daqui pra frente passem enviar as mensagens deste grupo para:
************ embaplab@estudiolivre.org
pessoas que desejam cadastrar-se no lista devem mandar um email ( do email que desejam receber a lista) para:
embaplab-subscribe@estudiolivre.org
Assunto: subscribe
********* Aconselho aos interessados também assinarem a lista do estudio live em:
http://lists.riseup.net/www/info/estudiolivre
Fora isso, visitem o wiki do estudio livre em: http://www.estudiolivre.org
O projeto se vale da musica eletroacústica em torno de uma suposta “máquina” e da história de um aspirante a artista (e seu amigo imaginário), que decidem construir esta máquina “de fazer moedas”, uma obra “conceitual” e carregada da ingenuidade ambiciosa que quer criticar o valor na sociedade de consumo, produzindo moedas personalizadas que tem impressas em sua coroa a frase “Qual seu real valor?” e o símbolo matemático do infinito. Desde a concepção da obra e angústia do artista em tentar materializá-la até a sua decepção com a recepção desta pelo mercado da arte e sua rendição frente ao mercado e ao pragmatismo maquiavélico das massificações; o público participa e interage com a tal máquina e com a história, fazendo música e ao final recebendo a tal moeda, que subliminarmente propõe a tal reflexão.
A incrível máquina de fazer moedas é um projeto que pretende explorar o recurso estético do fetiche tecnológico para criar um ambiente ritualístico, que contrapõe o homem versus máquina, não apenas no sentido da engenharia que envolve as máquinas criadas pelo o homem, mas também no sentido da máquina “instituição”, este grande ser sem rosto que impõe o valor dos objetos (sejam pessoas, animais ou coisas). Utilizando a meta linguagem de uma obra que fala da produção dela própria, usando de sarcasmo, brinca com a questão do valor da arte e do real valor das “geringonças conceituais”. Com isso acaba por analisar o valor da própria ação do homem numa sociedade “mecanizada” da era pós-industrial.
Este processo de composição e performance da obra também serve de laboratório para empregos alternativos da tecnologia, usando pesquisa com hardware “reciclado” para criação de ferramentas como controladores gestuais de eventos sonoros e visuais gravados e sintetizados pelo computador. Para isso serão utilizados “softwares livres” fomentando um conhecimento numa área da computação onde é possível socializar e dividir muito melhor o conhecimento, alimentando uma cultura de inclusão e maior soberania científica.