HAckeandO CATATAU
pROCESSo de GenÃ?ªse De Movimento/Momento Cultural onde transaparece o cÃ?³digo aberto que Ã?© a linguagem humana. Revisantando grandes MATRIX do cÃ?³digo humano como, IlÃ?Âada, o CorÃ?£o, Finnegans Wake, Biblia< TorÃ?¡, Livros dos Mortos, sua VidaLivro AAABertO, e o CATATAU ( em homenagem aas cidades Sem Contorno - Corpos sem OrgÃ?£os). Onde estÃ?¡ o homen Nu?
ninboscopia
Rettraço de RTMZ

qual a diferença de linguas cheias de consoantesssssssssssss
e linguas cheias de v
oooooooooooooo
gais
Use as bandeiras ao lado pra traduzir os textos pra outros sintomas:

AS BANDEIRAS ALI EM CIMA NÃO ESSAS – EU NÃO TENHO UM DEDO PRA APONTAR – MAS SÃO AS BANDEIRAS QUE ESTÃO ALI ALI ALI DO LADO – EM CIMA A ESQUERDA… E NÃO SÃO ESSAS ACIMA MAS SÃO BEM PARECIDASSSSSSSSS. í¨ só clicarR nas bandeiras. As de cima
Cata tapuia Paulo
Não se abate a tapir.
Cata tapuia Paulo
Só teme fugir.salveO
enquanto isso nos bastidores do projeto A-atonal:

Mal tenho lapso de fugir pelas vias de fato, já se antecipam a minhas medidas de urgentes inseguranças, bananescamente, os predadores de mim! Cui haec pudet videre, omnia linces licet, nisso atento, atentado considere-se, pelo menos nos mínimos detalhes. Seja lá como fôr, faça por onde sê-lo, que é por aí que se passa ao que só narro se já souberes. Vai entrando milagros adentro da substância, cerimônias não quadram bem com as voltas que o assunto dá, nesta roda em que compadres dão o pão í s malvadezas dos companheiros de história, í reviravolta sua revelia faz girar a falta. De miudezas não se argua, que só se prezam por recheio e muito no entanto são por onde se conduz o ligeiro trânsito da vida. Quem nato em pecunha, leito de vicunha, trono de Polonha, desdenha cavalo a quem se ordena, vaca a que se ordenha sem comprar, por um tiro a êsmo no mapa em prol de qualquer Sardenha? Nenhuma outra vem sendo minha môsca. Gera quem não gala, joga quem nega que vai dizer lá fora.
catatau
Genêse de fetos bigodudos
go_to_goto
to listaleminski
More options Jul 12 (3 days ago)
acabei de achar aqui nos meus arquivos…
* (referência í areia posta a descoberto depois de levantados os paralelepípedos para fazer barricadas) /
[1] Essas frases de Maio de 68 foram retiradas das seguintes fontes: www.mai68.net ; http://www.dhnet.org.br/desejos/revoluc/maio68slg.htm ; e dos livros I.S Situacionista. Teoria e prática da revolução. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2002 ; I.S., BERENSTEIN JAQUES, Paola (org). Apologia da deriva. Escritos situacionistas sobre a cidade. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003 ; e COELHO, Teixeira. Guerras Culturais. São Paulo: Iluminuras, 2000.
..aperte o botão marrom…
sangue
o amor cego do morcego
aborto já
Mundo sem Portera(?)

Contra Informação… envenenando as redes…
leminskovitch, soldanovski e artichewski serão homenageados pelo clube de crianção do paraná. evoé, baco!
poorhappiness
Em nome de Annah a Allmissombrosa, a Sempreviva, a Portadora de Pluraridades, santificada seja em sua evigília, venha o reino de seu canto, ritmem suas rumas sem peias assim na terra como no céu!
Soldoyce
Soldenstein

Desafiatlux
Proposta de ocupação do espaço oferecido pelo SESC da Esquina, entre 15 de agosto a 30 de setembro de 2005, como obra-processo que discorre sobre a condição do artista ativista na era da informação total das redes globais autônomas.
Usando de um processo ritualístico que percorre todo o período da mostra, a obra propõe tornar-se uma métafora do “agenciamento coletivo” com o qual a Orquestra Organismo vem trabalhando desde sua formação. Para isto a obra discursa sobre o nascimento de um “ser-instalação” representado por uma entidade plástica-sonora: um conceito, uma escultura ou corpos conectados ao mundo externo, localizados num espaço de mostra artística. Como um “Frankeinstein” construído de fragmentos de máquinas, orgãos de animais (identidade da semelhança dos orgãos e tecidos), objetos do cotidianos e inessencialidades, sobretudo conexões com o mundo da informação em rede por meio da internet e outras mídias. O público da mostra tem datas cifradas durante a exposição para interagir num processo de socialização do Organismo, onde ele será influenciado pelas aspas a sua volta.
A Orquestra Organismo é um corpo semiótico agenciador de coletivos de arte. Este fluxo acontece em convergência com as ações de articulação entre os grupos: Matema, Museu do Poste, Embaplab, Dezenhistas, Epa, Interlux, Esqueleto Coletivo, Situação, Ruído/mm, Estúdio Livre, Debian-pr, Zumbi do Mato, na Listaleminski e na revista eletrônica Hackeando Catatau, por enquanto.
Agenda
15/08 – segunda – abertura da exposição – nascimento do ORGANISMO (ritual da pulsão de vida)
Video sobre a gênese do ORGANISMO
Concerto celebração com Matema
Primeiras palavras de ORGANISMO
Produção do álbum de fotos do nascimento de ORGANISMO
Ritual de conexão do ORGANISMO no “pleroma da sociedade”
Depoimentos
19/08 – sexta – batismo na instituição ARTE. (religião – rumo – crença – psiquê)
Missa-celebração de batismo de ORGANISMO na ARTE – Sincretismo de diversas missas e anti-missas. O estádio do espelho
Ferro de batismo, água benta, etc.
Invocações, promessas e oferendas
26/08 – sexta – perda da virgindade (sexo – sexualização – gênero – escolha)
Interação para acoplamento de “armas fálicas” do ORGANISMO
Interação para acoplamento de “úteros” do ORGANISMO
Obras, discursos e desconstruções sobre gênero e escolha
O anti-édipo
Sala para coleta de esperma (com freezer e cabine)
Rituais de acasalamento e troca de genes: primeiro convite a alguma continuidade fora do espaço do Sesc
02/09 – sexta – formatura (mercado – globalização – indústria)
Ação direta simultânea em cidades diferentes em Outdoors e Webdoors
Criação de manifestos sobre “papel do artista” em “mercado”
Ativismo e lucro
MenSALÃO de arte política. Exposição de cartuns políticos
Apresentação do happening “A Incrível Máquina de Fazer Moedas”
Saída para as ruas para colagem de stickers e intervenções urbanas
09/09 – sexta – casamento (aliança de clãs – patriarcado/matriarcado – estruturalismo e parentesco)
Ações com trocas e permutações de indíviduos
Filmes sobre encontros de “deriva” entre pessoas desconhecidas
Ritual de conexão do Organismo com algum outro ORGANISMO localizado e criado externamente ao espaço da mostra
Trabalho sobre a genealogia destes fluxos de coletividade
16/09 – sexta – reprodução (destino – impotência sobre o outro – responsabilidade)
Ritos de popularização do mito ORGANISMO pela cidade
Banalização e profanação do seu nome em manifesto
Criação e discussão de uma problemática sobre a identidade ORGANISMO e os futuros avatares
Festas simultanêas em locais distintos
22/09 – quinta – miniauditório – Teatro Guaíra – 21h00
Ação Secreta, Hackeando ORGANISMO
23/09 – sexta – julgamento (inscrição na história – visão do outro – espetacularização do mito)
Ritual Tribunal de Júri sobre o papel de ORGANISMO na arte contemporãnea
Julgamento sobre a ação de ORGANISMO
Início da semana de aplicação da pena
Jejum
Inscrição histórica do processo
30/09 – sexta – morte (desmonte – desmanche – inscrição no inconsciente coletivo)
Desafiatlux
Desmonte do projeto
Ritual de celebração em jam aberta
Registro final do “desencarnar” – ritual de Páscoa
Intervenções artísticas nos cemitérios da cidade
sobre o menSALÃO da ARTE

DESAFIATLUX
DESAFIATLUX

“Eu não estou ouvindo música, é outra coisa que está acontecendo. Signos evidentes por si mesmos, por incrível que cresça e apareça, multiplicai-vos! Creio em um sinal. Ei-lo. Não me lembro bem. Distraio-me. Perco os sentidos, ganho os dados. Deus não morreu. Perdeu os sentidos. Sempre que possível, o contemporâneo já passou. Perdeu-se no fim. (…) um segredo óbvio. Eu, contemporâneo do meu fantasma, olho-me no espelho e vejo nada. Submeto-me a isso. A percepção. (…) Atenção. Quero a liberdade de minha linguagem. Vire-se. Independência ou silêncio. As núpcias da Essência e da existência. Vir a ser é assim.” Paulo Leminski – Catatau.
Não deveríamos ter expectativa alguma do que fazemos, o que fazemos não é bom nem ruim, o que fazemos é nada. Os acontecimentos somente fazem parte de um coeficiente infinito: 0=0, pura redundância. Cúmplices de uma farsa, nossa lógica não é limpa, somos exorcizados a golpes inautênticos gerados pela cultura econômica dos excessos. Toda nova informação é formulada por uma expectativa frustrada, absoluta e que aponta para um único sentido/abismo.
Desvio ou catástrofe? Delirium tremens. Ser o tormento dos próprios pensamentos, perturbação da nossa própria ordem. O desafio como ruído.
tai o peixe do marcgrav

a vida na occam
Melzinho na chupeta!
salve, vitoriamario…
Olá Mundo!
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Occam
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Festatau na Karrinaaa
Selecionei algumas fotos da festa…
para saber mais acessar as fotos no link: http://www.organismo.art.br/festere
Lucida-me: f i m d e t a r d e e m k o s-a r a l

oh_sanity!
verdade sob luz fria, as cartas como gravuras…
destreza em função da aplicação
( dos PARENTEses)lucida: lucida-me.
Saci-Pinheiro
sacipinheiro
More options 6:55 pm (4 hours ago):
Há uns certos tipinhos curitibinhos que adoram falar mal das manifestações pagodísticas da cidade. Tratam com um certo desprezo de nariz empinado. Coisa de pobre, dizem.
Dificilmente alguém te liga nesta cidade natalina para dar uma sambadinha do porão do noel rosa. Curitiba ficou só com os presentes da Saturnália. Mesmo assim, o noel vive cheio de sereias com rabos longos. Verdadeiras cucas malumaders.
Mal sabe eles, estes tipinhos curitibanos, que o pagode, o balacobado, o samba no pé, é que realmente farão com que esta cidade solte a franga e deixe de ser pasmacenta. Mesmo que seja um samba melancólico. Viva os Sacis e Garibaldis!
Curitibinha quer enganar o saci mas não consegue. Sei que as curitibinhas, os curitibinhos, adoram um xaxá do xexé. Sei que este é grupo de forró, mas para quem gosta de anjinhos cantando músicas de natal, tá valendo.
Xaxá do xexé… hehehe…Curitiba é esse sabugo estéril que Dalton tanto fala. (Aliás, o Dalton está precisando de um pagodinho para desanuviar o pacová). Não há húmus cultural, verdadeiramente cultural, nesta cidade. Aqui cada um é uma herança de algum museu de alguma parte da europa. Falta povo. Povão. Povinho. Por isso proponho o tombamento ali do The Brothers no Largo da Ordem. Que casa Hoffman o quê!?
++

foto enviada por solda para a listaleminski@estudiolivre.org
toco vísceras
toco feridas
toco desafinado
esquecido
tudo o que toco
aprendi de ouvido
solda
