É não é que a Regina Duarte, a ex-namoradinha do Brasil, estava certa quando disse que tinha medo do governo Lula?
pROCESSo de GenÃ?ªse De Movimento/Momento Cultural onde transaparece o cÃ?³digo aberto que Ã?© a linguagem humana. Revisantando grandes MATRIX do cÃ?³digo humano como, IlÃ?Âada, o CorÃ?£o, Finnegans Wake, Biblia< TorÃ?¡, Livros dos Mortos, sua VidaLivro AAABertO, e o CATATAU ( em homenagem aas cidades Sem Contorno - Corpos sem OrgÃ?£os). Onde estÃ?¡ o homen Nu?
É não é que a Regina Duarte, a ex-namoradinha do Brasil, estava certa quando disse que tinha medo do governo Lula?
Senhoras e senhores í bordo do planeta Terra, este ser, que parece ter saído do filme Alien, foi o que sobrou de quem fumou até o * fazer bico. Cuidem-se, rapaziada.

todos caminhos levam a nnnnnnnnnnnnnn… gaza.
…

Alô? Cante-me a cólera, í² deusa…
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sossegue coração
ainda não é agora
a confusão prossegue
sonhos aforacalma calma
logo mais a gente goza
perto do osso
a carne é mais gostosaPaulo Leminski

listaleminski@estudiolivre.org
Desafiatlux / Sesc / 15-08-2005 / segundo andar / 19h00
Programação:
Só para avisar que amanhã
SEGUNDA-FEIRA
DIA 15 DE AGOSTO DE 2005
A PARTIR DAS 19h00
DESAFIATLUX – RITUAL DE NASCIMENTO DO ORGANISMO.
COMPAREÇA!
LOCAL: SESC DA ESQUINA – 2ú ANDAR – GALERIA DO SESC – Curitiba
Atenção, cartunistas: domingo não é dia de enfiar o pé na jaca!
Camôes deu um jeito
de Colocar Judas Iscariótis
no Escudo de Portugal
“Contando duas vezes o do meio...”
Já fica vencedor o Lusitano,
Recolhendo os troféus e presa rica;
Desbaratado e roto o Mauro Hispano,
Três dias o grão Rei no campo fica.
Aqui pinta no branco escudo ufano,
Que agora esta vitória certifica,
Cinco escudos azuis esclarecidos,
Em sinal destes cinco Reis vencidos.“E nestes cinco escudos pinta os trinta
Dinheiros por que Deus fora vendido,
Escrevendo a memória, em vária tinta,
Daquele de Quem foi favorecido.
Em cada um dos cinco, cinco pinta,
Porque assi fica o número cumprido,
Contando duas vezes o do meio,
Dos cinco azuis que em cruz pintando veio.Lusiadas: Canto III
Dia 16 de agosto – 2005 – 19 hs.
Com participação de Pryscila Vieira (Cartunista
e Designer) e Luiz Felipe Cavalcanti, Diretor da Unitilia
Truncat Computação Gráfica 3D
Espaço Arte e Cultura Brasil Telecom
Av. Manoel Ribas 115, térreo – Mercês/CTBA

Pryscila Vieira (foto:Orlando Pedroso)
O pai traiçoeiro:
Baco era também o arqui-inimigo do Gama
Eis aqui, quase cume de cabeça
De Europa toda, o reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa
E onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floreça
Nas armas contra o torpe Mauritano,
Deitando-o de si fora; elá na ardente
ífrica estar quieto o não consente
Esta é a ditosa pátria minha amada
à qual se o Céu me dá que eu sem perigo
Torne, com esta empresa já acabada,
Acabe-se esta luz ali comigo.
Esta foi Lusitânia, derivada
De Luso ou Lira, que de Baco antigo
Filhos foram, parece, ou companheiros,
E nela antam os íncolas primeiros
Lusíadas: Canto III
Oscar Pereira da Silva (O Descobrimento do Brasil)
Ulisses Pona – Porto de Ulisses – Lisboa
ínclita Ulisséia (nos Lusíadas)
“E já no porto da ínclita Ulisseia,
Cum alvoroço nobre e cum desejo
(Onde o licor mistura e branca areia
Co salgado Neptuno o doce Tejo)”
Lusíadas: Canto IV
“O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo–
O corpo morto de Deus,Vivo e desnudo.
Este, que aqui aportou,
Foi por não ser existindo.
Sem existir nos bastou.Por não ter vindo foi vindo
E nos criou.
Assim a lenda se escorre
A entrar na realidade,E a fecundála decorre.
Em baixo, a vida, metade
De nada, morre”.Fernando Pessoa – Mensagem

Conversa entre papai Ulisses e o vidente Tirésias no Hades
Odisséia XI 93-105, O.M

Papai sabia de tudo!
Visite o Brasil antes que acabe.