Prudentópolis, by Levis Litz.
pROCESSo de GenÃ?ªse De Movimento/Momento Cultural onde transaparece o cÃ?³digo aberto que Ã?© a linguagem humana. Revisantando grandes MATRIX do cÃ?³digo humano como, IlÃ?Âada, o CorÃ?£o, Finnegans Wake, Biblia< TorÃ?¡, Livros dos Mortos, sua VidaLivro AAABertO, e o CATATAU ( em homenagem aas cidades Sem Contorno - Corpos sem OrgÃ?£os). Onde estÃ?¡ o homen Nu?
Prudentópolis, by Levis Litz.

Tapirus Terrestris, por ele mesmo.

eros e tanatos, erros e tantos

Busto de Tancredo Neves, Praça Osório,centro de Curitiba.
Uma larva de cigarra serve-lhe de brinco.
Emílio de Menezes =========================== Raul Menssing


L. C. Alves ============================== Domingos Nascimento
Fotos: Mathieu Bertrand Struck, 03/12/05.

Psicose, o filme, em Portugal chamava-se ” O Filho era a Mãe”. Quá! Quá Quá!

“SE MALANDRO SOUBESSE COMO É BOM SER HONESTO, SERIA HONESTO SÂ DE MALANDRAGEM”
Bezerra da Silva
foto: Roberto Price / Folha Imagem
É proibida a entrada de antas portuguesas em núcleos de fotografia, divinas criaturas, sossélas, betos batatas e guetos de mediocridade. Serão espantadas a vassouradas.
Um desconhecido baterista português, especializado
em cartões postais, em Prudentópolis, completamente sem rumo.
Um conhecido fotógrafo português admirando Prudentópolis.




Ilíada de Homero, Canto I (tradução de Odorico Mendes)
Monólogo: Claudete Pereira Jorge
Direção: Octávio Camargo
Consultoria: Sálvio Nienkí¶tter
Porão Loquax, Wonca Bar (especializado em Porco ao molho de Ostras/Pérolas aos Porcos), Curitiba-PR, 29/11/2005.
Fotos: Mathieu Bertrand Struck
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Canto I
O início.
Claudete foi coberta de palmas. O pequeno porão ressoou.
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Entracte
Claudete Pereira Jorge
Octávio Camargo
Do primeiro para o último plano: Claudete, Octávio e Sálvio. Triunvirato homérico.
Octávio e Maria Célia Camargo.
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Retomada
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Sálvio Nienkí¶tter
Agradou Gregos e Troianos
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A volta. Espectro de Páris ronda a Visconde de Nacar.
Texto de Rafael Carletto sobre retrato de Simone Spolladore














“Virgilio e um dos puros“, Brasília-DF.
por Frederico Mendes
é All rights reserved

Em sabatina, Autran critica Gilberto Gil
MARY PERSIA
da Folha Online

Arte: William Medeiros
Um apanhado da carreira, elogios a personalidades do teatro e críticas í política cultural. A sabatina da Folha realizada na tarde desta segunda-feira com Paulo Autran, 83, reuniu uma platéia que pôde conhecer um pouco mais da visão do ator e diretor de teatro sobre o mundo.
Entre histórias memoráveis e comentários sobre o mundo das artes cênicas, Autran não deixou de expressar sua opinião a respeito da atuação do ministro da Cultura. “O [Gilberto] Gil está ganhando muito dinheiro, tem cantado no mundo inteiro, encantado platéias. Mas, no Brasil, não sei o que ele fez. Pelo teatro, então, acho que ninguém sabe”, disparou o veterano.
A política cultural de um modo geral, e especialmente as leis de incentivo, também não foram poupadas. “Antes, quando eu fazia uma peça, ia ao banco e assinava dez notas promissórias. Pagava mês a mês, com o dinheiro da bilheteria, e ainda sobrava algum. Hoje em dia, as peças estão muito caras”, afirma Autran. “As leis de incentivo tiveram como efeito colateral o aumento do custo do teatro. Todo mundo [como equipe técnica e infra-estrutura] aumentou seu preço.”
Sua história com as artes cênicas é antiga. Autran contou que seu primeiro personagem foi encenado aos sete anos, em uma peça escrita pela irmã. “Fiz o diabo, com chifres de papelão, calção vermelho e tudo. Entrei mudo e saí calado”.
Cusparada
Ele, que cursou a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (Universidade de São Paulo) em 1945, estreou em um palco (ainda amador) em 1947. Em 1967 fez seu trabalho mais substancial para o cinema, “Terra em Transe”, de Glauber Rocha. Ele integra o elenco de “A Máquina”, de João Falcão, que estréia em breve nos cinemas brasileiros. Seu último trabalho na TV foi na minissérie “Hilda Furacão”, da Globo.
Da longa carreira, colheu boas histórias, como a vez em que deu uma cusparada em Paulo Francis em defesa da amiga Tônia Carrero.
“Juntei bastante cuspe e cuspi com prazer”, recorda ele. Em outra oportunidade, tentou dar um soco no crítico pelo mesmo motivo, mas não foi muito bem-sucedido. “Nunca havia dado um soco em ninguém. É difícil, sabe? O corpo se contrai, o braço fica sem força”, revelou, bem-humorado.
Para o futuro, Autran revelou que irá ensaiar “O Avarento”, de Molií¨re, a partir de julho de 2006. Sobre o teatro, diz que não vai deixá-lo tão cedo. “Vou largar o teatro quando a natureza me tirar a voz ou o movimento das pernas. Se bem que uma peça em cadeira de rodas eu faria. Vou trabalhar até não poder mais.”
Autran é o nono entrevistado da série de sabatinas da Folha. Participaram do evento o crítico da Folha, dramaturgo e professor de teatro Sergio Salvia Coelho, o diretor e dramaturgo Aimar Labaki e Lígia Cortez, atriz e diretora da escola de teatro Célia Helena. A mediação fica a cargo do jornalista Nelson de Sá, titular da coluna “Toda Mídia”, da Folha, e autor de “Divers/idade – Um Guia para o Teatro dos Anos 90” (ed. Hucitec).
“O fim do paganismo nos tempos de Teodósio, é talvez o único exemplo de erradicação completa de uma tradição popular ancestral, e deve portanto ser considerado como um evento unico na história da humanidade.”
Edward Gibbons – Declínio e Queda do Império Romano – Cap 38
(Abaixo), imagem de Vênus com uma cruz (século 2 a.d)
Vênus era uma das principais deusas do panteão romano
protetora de Roma e mãe do patriarca Enéas
Canto I da Iliada na tradução de Odorico Mendes
Monólogo com Claudete Pereira Jorge
Terça feira, 29/11/2005, í s 23h00
Porão Loquax – Wonca Bar – Rua Trajano Reis, 326