Umbará, entre Tijolos, Bruxas e Barricas

araucaria & sunset
All Photos in this post by: Mathieu Bertrand Struck
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UMBARí: História, histórias e particularidades

Em 29 de março de 1693, nasce oficialmente a Vila de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, hoje Curitiba. Acredita-se que a região era habitada por povos indí­genas, que utilizavam o barro extraí­do ao redor dos rios Barigui e Passaúna para a atividade cerâmica e, mais tarde, cresceria o bairro Umbará.

Os tropeiros utilizavam a região do Umbará como caminho entre os Campos Gerais e o litoral, constituindo o chamado Caminho do Arraial Grande. O Umbará tornou-se importante para dar vazão í  produção econômica.

Os tropeiros vindos dos Campos Gerais passavam por Araucária e pelo rio Barigui, depois seguiam o caminho das atuais ruas Delegado Bruno de Almeida, Vereador Ângelo Burbello, Luiz Nichele, Eduardo Pinto da Rocha, até chegar em São José dos Pinhais.

Na metade do século XIX, acentuou-se o tráfego pelo atalho ligando Umbará ao Campo Comprido. Foi nesses caminhos lamacentos que os primeiros caboclos se estabeleceram habitando pequenos ranchinhos.

Próximo aos anos de 1880, um grupo de italianos rebeldes estavam insatisfeitos com a polí­tica de imigração, fundaram a Colônia Dantas no atual bairro ígua Verde. Muitas destas famí­lias que já trabalhavam na agricultura resolveram procurar áreas para a lavoura. Dirigiram-se ao extremo sul da cidade, próximo a fazenda de João Santana Pinto, encontrando uma grande porção de terras. No final do século XIX, muitas famí­lias de origem italiana e polonesa deram um impulso no movimento agrí­cola da região.

Em maio de 1886 , o sacerdote Pietro Cobbalcchini inicia visitas periódicas e ajuda o povo a construir a primeira capelinha de madeira, situada um pouco a direita da atual matriz.

O nome do bairro surgiu por causa da grande quantidade de argila da região, que na época das chuvas formava grande quantidade de barro nos caminhos. Para a população era “um bará“, ou seja, um barro só.

são pedro do umbará

Paróquia de São Pedro
A paróquia está localizada no centro do bairro e o primeiro padre que chegou foi Padre Pietro Cobbalcchini, que foi o fundador da Colônia. Este padre fez de tudo para as comunidades italianas: foi sacerdote, pai, arquiteto, escultor, mestre de obras, pedreiro, carpinteiro e foi ele quem construiu as primitivas igrejas de Umbará e Rondinha.

Em 1895, o Bispo Dom José Camargo de Barros dava ordem para que fosse erguida uma nova Igreja, desde que fosse em um lugar alto e conveniente. Faziam parte da comissão da Igreja: Bortolo Pellanda, Francisco Bonato, Antonio Negrello e Valentim Gabardo. Em 29 de junho de 1897, a nova igreja foi abençoada pelo Padre Francisco Brescianini.

Em 10 de Fevereiro de 1897, foi abençado pelo Padre Faustino Consoni, o cemitério de Umbará. Em 15 de setembro de 1904, foi nomeado o primeiro Padre residente de Umbará que se chamava Matheus Francisco Bonato que atendeu a paróquia por dois anos. Mais tarde assume a Igreja o Padre Cláudio Morelli, que adquiriu sinos, novas imagens e abriu a velha escola paroquial confiada í s irmãs. Faleceu em 27 de junho de 1915 repentinamente.
A Igreja Matriz atual ficou pronta em 1938 e foi erguida pelo Padre Orestes Tardelli com a ajuda da comunidade de Umbará. Os tijolos foram doados pelas olarias de Umbará. Alguns executores da obra: João Parolin, Paulo de Conto, Domingos Baldan , Luiz Zonta, Hilário e Raimundo Gabardo.

Em 1952 o Padre Albino Vico construiu o prédio da escola paroquial atual Escola Estadual Padre Cláudio Morelli. Fundada em 1938, a Igreja matriz de Umbará continua sendo o principal ponto de referência do bairro. Sobre a construção da Igreja, Arestides Parolin lembra com entusiasmo: “…no tempo em que foi construí­da esta igreja, meu pai (João Parolin) era presidente da comissão; (…) as telhas para a construção da Igreja vieram da olaria do Alberto Klemtz, compradas em troco de lenha. Os tijolos foram doados pelas olarias de Umbará. Os vigamentos foi o meu pai que na própria serraria serrou e montou com a ajuda do Paulo Deconto, Domingos Baldan e Luiz Zonta. Cortaram lá, montaram lá, e trouxeram para cima da igreja, encaixaram, e pronto! Os pedreiros eram o Batista, o Hilário e o Raimundo Gabardo. Os serventes eram o pessoal da colônia. Era escolhido de uma e outra famí­lia e aí­ ajudava. Toda semana era um grupo.”

Economia
A economia era voltada para agricultura e í  extração de erva-mate e possuí­am pequenas criações, como suí­nos e aves. No iní­cio da década de 40 chegou ao fim o ciclo da erva-mate e das barricarias. Com a vinda dos imigrantes estimulou-se o comércio, a indústria e as atividades com carpintaria, celaria, sapataria, etc.

Comércio

Entre as pessoas era comum a troca de produtos como queijo, sal e farinha de mandioca. Os carroceiros, se deslocavam até o centro da cidade para vender seus produtos, tais como lenha, ovos, galinhas, porcos, queijo, leite, vinho, cereais e verduras.

umbará, curitiba

Benefí­cios
Em 1941 inaugurou-se a primeira linha de ônibus. As pessoas moravam longe e chegavam a pé ou í  cavalo até a Igreja(local do ponto de ônibus), onde lavavam os pés e calçavam sapatos para ir até a cidade. Com a chegada da luz elétrica, vieram os primeiros eletrodomésticos como a geladeira, onde as pessoas não precisavam mais ir aos armazéns todos os dias. O progresso trouxe melhorias para o Umbará, com a Rua Nicola Pelanda asfaltada, onde extinguiu-se a antiga estrada de terra por onde passavam os tropeiros.

A Indústria
Voltadas na década de 40 com a confecção de barricas para acondicionar a erva. Essa atividade tomava toda a mão-de-obra local, bem como a matéria-prima abundante na região.

Passado algum tempo, esta atividade entrou em decadência porque o custo das barricas passou a ser superior ao preço da erva a ser transportada.

Vitor Bobato instala a primeira olaria em 1938, parecendo que não teria muito sucesso, porém as condições foram melhorando e surgiram outras olarias com as da famí­lia Parolin, Ângelo Costa, Pedro Claudino, Francisco Segala. Em pouco tempo as olarias absorveram a facilidade da mão-de-obra e matéria-prima do local.

Nos anos 60 modificaram-se os hábitos com a chegada da luz elétrica. As olarias trocaram os motores a óleo pelos elétricos e as casas, dependendo da região também recebiam eletricidade.
Nessa época, as olarias, os areais, as grameiras e as lavouras se destacavam e proporcionavam bons negócios para quem sabia aproveitar as riquezas da região.

Lazer
As principais atividades de lazer eram o jogo de bocha, mora, jogo de cartas(truco e três sete), caçadas, pescarias, bailes de casamento e o entoar de saudosas canções italianas regadas a vinho, grappa, polenta e salame. Também existiam as rodas de chimarrão enriquecidas com as histórias de pescarias e caçadas, que permanecem vivos na memória e passam de geração para geração. Outro atrativo eram as festas de São Pedro e Santo Antônio que eram as duas principais festas do ano. Mais tarde surge o futebol e um dos primeiros times que se chamava Seleto que tinha alguns integrantes como: Angelim Gai, Braz Zonta, Antônio Gabardo, Antônio de Conto, Fiorindi de Conto. Em 1949, inaugurou-se o primeiro posto telefônico na casa de Francisco Gabardo. Nessa época surge uma nova alternativa de lazer: A Lagoa Azul na propriedade de Ângelo Segalla.
Em 1956 a sociedade Operária Beneficiente foi fundada por Reginaldo Wacheski e Ângelo Burbello com intuito de proporcionar o lazer através de bailes, bingos, jantares e locais para prática de esportes.

Educação

No dia 31 de dezembro de 1913, a convite do Padre Cláudio Morelli, as irmãs Zeladoras do Sagrado Coração de Jesus abriram a primeira escola propriamente dita, matriculando 60 alunos. Em 15 de novembro de 1953 foi inaugurada a escola paroquial de Nossa Senhora de Misericórdia, iniciando suas atividades em fevereiro do ano seguinte com 150 alunos matriculados. Em março de 1967 são iniciadas as aulas no Ginásio Paroquial Padre Cláudio Morelli, sendo esses dois colégios (primário e ginásio) unificados em 1972 com a administração passando para o governo. Em 1980 é criado o ensino de segundo grau nas áreas de magistério e de Técnica em Contabilidade. Nos tempos atuais a Escola Estadual Padre Cláudio Morelli oferece aos seus alunos ensinos de primeiro e segundo graus, sendo este último conhecido como Educação Geral
“.

Fonte: Portal Umbará

umbará, curitiba

No bairro curitibano de Umbará, em 1906, um benzedor de 85 anos teve sua casa atacada por colonos italianos, tendo sido espancado e suas vestes atirradas ao fogo. Posteriormente, uma senhora com 100 anos foi pelos mesmos colonos considerada uma bruxa, e para não ser morta mudou-se com a famí­lia para o centro da cidade. As bruxas são personagens sociais que permanecem toleradas durante algum tempo, sendo em determinada ocasião responsabilizadas pela grande maioria dos problemas vigentes na ocasião. Na Europa esse fenômeno era muito comum: “os processos da inquisição revelam uma acumulação de queixas aldeãs clássicas (…) revelam tensões internas dos camponeses” (Laura de Mello e Souza).

Segundo pesquisa de História oral que efetuamos no mesmo bairro de Umbará (1991), as crenças na feitiçaria são ainda muito comuns. Para grande parte dos moradores existe uma famí­lia de Umbará que perpetua tradições de bruxaria européia desde o Oitocentos: a avó ou mãe transmite os conhecimentos secretos para a filha. Em determinadas épocas do ano, principalmente em 22 de dezembro, as bruxas se reuniriam coletivamente para realizar um Sabbat em volta da Lagoa Azul, em uma área afastada do bairro. Infelizmente não conseguimos evidências concretas desse suposto fato“.

(continue a ler aqui – to foreign readers: the above text is about witchcraft rumors in Paraná – the brazilian state of wich Curitiba is the capital. This excerpt mentions witchcraft stories in the early 1900ôs specifically in Umbará, the neighbordhood where these shots were taken a few weeks ago).

umbará, curitiba

O nome Umbará surgiu em consequência da constituição argilosa do solo da região que, em tempos de chuva, formava grande quantidade de barro nos caminhos: “um barᔝ, ou seja, um barro só, segundo a tradição oral do povo. Segundo o historiador Marcos Affonso Zanon no seu livro “Oleiros do Umbará – História e Tecnologia (1935 – 2000)”, a origem do nome se deve porque “Umbará era a palavra que os indí­genas utilizavam para designar as pequenas frutas silvestres quando começavam a amadurecer”. Pág. 23 do livro. A localização do bairro, facilitando o escoamento da produção econômica e a exportação da erva-mate, proporcionou a chegada dos primeiros caboclos e mestiços brasileiros. Os colonos alemães, poloneses e, no final do século XIX, italianos, estabeleceram-se com o incentivo do governo provincial í  polí­tica migratória, visando a ocupação dos espaços vazios“.

Fonte: PMC

iguaçu
Iguaçu River, Curitiba, southern Brazil. It was taken in Umbará, a semi-rural neighborhood. 820 miles (1,320 km) later (E-W), this river joins the Paraná River at the point where Argentina, Brazil, and Paraguay meet, creating the world-known Iguaçu Falls.
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Rio Iguaçu, no bucólico bairro do Umbará, sul de Curitiba. 1320 km depois (sentido leste-oeste), esse rio se junta ao Rio Paraná e, nas fronteira entre Argentina, Paraguai e Brasil forma as Cataratas do Iguaçu.

Causos da Região do Umbará

Os Quatro Irmãos Maia
Eram tempos em que Curitiba mais parecia uma cidade de “faroeste”americano. Época brava. Os Santana já eram “donos” de toda a região atual do bairro e sua grande fazenda fazia divisa com as propriedades dos Maia, dos Cruz, dos Claudino e dos Calisto. Ainda antes do Paraná deixar de ser a 5ê Comarca de São Paulo, os Maia brigaram com os Santana. O motivo da briga foi um cavalo roubado. Como os Santana eram mais fortes politicamente, os Maia foram obrigados a fugir para o Rio Grande do Sul. Um ano depois, um deles voltou e preparou uma tocaia para um dos irmãos Santana. Um dia depois, durante o enterro do Santana, a cada 5 minutos o Maia interrompia as falas do padre e com uma faca na mão perguntava se alguém tinha alguma reclamação a fazer. Ninguém abriu a boca e o Maia voltou para o Rio Grande do Sul.

Hoje, Não!
Conta-se que os quatro irmãos Maia, certa vez, publicaram um anúncio em um jornal carioca desafiando qualquer homem a ser melhor do que eles em briga de faca. Algumas semanas se passaram até aparecerem quatro irmãos cariocas, justamente no dia 25 de maio, dia da Anunciação da Nossa Senhora. Quando a luta estava para começar, entrou na história a mãe dos Maia, mandando todo mundo para casa e dizendo que briga de faca no Dia da Anunciação era uma tremenda falta de respeito. Os cariocas pensaram bem e foram embora.

A Cantada
Certo dia, antes dos Maia irem embora para o Rio Grande do Sul, um tal de Chico Elias, rapaz novo na região, caminhava faceiro pelo Campo de Santana, quando viu uma moça trabalhando na roça. Muito educado, Chico Elias a cumprimentou:
– Dia, moça!
Essa moça era Leopoldina Maia.
Um dos irmãos Maia viu Chico Elias cumprimentando a irmã e entendeu aquilo como uma “cantada”. No mesmo dia, os irmãos Maia levaram o “casalzinho”para São José dos Pinhais e os obrigaram a casar. Contam que eles foram felizes para sempre.

A carona
Estavam voltando para o Capão Raso o falecido tio Jane e seus sobrinhos. A carroça seguia no ritmo do trote dos cavalos. Ao dobrar uma das curvas da estrada, viram a frente um tal de Zé que tinha fama na região de Lobisomem. Ressabiados, eles resolveram não parar para dar uma carona. A carroça continuou seguindo no trote cadenciado dos cavalos. A estrada estava vazia e, até chegar no Umbará eles não foram ultrapassados por ninguém. A maior surpresa aconteceu quando eles lá chegaram. Ao lado da Igreja estava o tal de Zé. Como ele chegou antes? Era mais uma comprovação de que ele era lobisomem.
Obs: Contam os antigos que pessoas mal batizadas tinham grandes chances de se tornarem lobisomens.

Cachorro de Três Patas
Dizem que o lobisomem, quando não quer ficar com a forma de um ser humano e precisa caçar, pode se transformar num cachorro de três patas. Sabendo disso, certa vez um grupo de moradores viu justamente um cachorro de três patas entrar num dos galinheiros do Umbará. Rapidamente eles foram até o local e trancaram o animal. No dia seguinte, pouco depois do raiar o sol, eles voltaram ao galinheiro e não viram o cachorro. No seu lugar estava dormindo, pelado, um antigo padre da região.

O Endereço do Boitatá
Foram tarrafear no Rio Iguaçu, Naldinho Wacheski, Henrique Kaminski, Ari Negrello, Faustino Scroccaro, Pedro Negrello e José Cavichiolo. Era noite. Choveu. O rio encheu em pouco e não se conseguia pescar nada. O luar era pardo. Os amigos proseavam. Um preparou um cigarro, outro encheu o caneco de pinga, outro foi ajeitar o fogo. Num momento, Naldinho viu algo agitando os capins na Várzea do rio. Era peixe? Naldinho jogou a tarrafa. Vieram umas traí­ras e uns carás. Jogaram outra vez, outra e mais outra. Sem explicação, em meia hora dois balaios de peixes.
Pra comemorar, cada um acendeu mais um palheiro. Enquanto fumavam, viram uma luz forte vindo em direção a eles. Ficaram todos quietos. A luz foi se aproximando a eles, que estavam afastados um dos outros, foram se juntando. A luz vinha. Não era avião. Ao se aproximar de uma casa que ficava na beira do rio, a luz parou. Ficou um tempo sobre a casa, foi diminuindo e entrou. No outro dia Umbará sabia qual era o endereço do boitatá.
Obs: Boitatá é palavra proveniente do tupi-guarani da junção das palavras mbôy, cobra e tatá, fogo. Para a mitologia brasileira o boitatá é uma entidade protetora dos campos e das matas.

umbará, curitiba

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(Embaixo do indiferente azul do céu)

Gnômon: dos Caldeus ao Leite Quente, passando pela Califórnia e pela Lua

gnomon
Relógio de Sol, Praça Tiradentes, Curitiba-PR. Casa da ‘Farmácia Allemã’, construí­da em 1857.
(Sun watch, Tiradentes Square, Curitiba, Brasil. ‘German Drugstore House’, built in 1857)

Photo: Mathieu Bertrand Struck
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A primeira drogaria de Curitiba foi a Farmácia Allemã, de 1857, fundada por Augusto Stellfeld. Inicialmente, funcionou na Santa Casa de Misericórdia, mas foi logo transferida para a Praça Tiradentes. A casa onde funcionou é até hoje um marco arquitetônico da cidade de Curitiba, com seu relógio de sol, sua escada em caracol e seu telhado (construí­do pelo carpinteiro Strobel), na época considerado inovador por ter tido seu madeirame armado sem um único prego. Um poço, localizado na cozinha, fornecia a água para a preparação das fórmulas magistrais.

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O Gnômon

The word “gauge” is a translation of the Chinese term biao, which literally means gnomon. A gnomon is one of the earliest astronomical instruments in many cultures. It is very simple, consisting of a straight stick planted perpendicular to the ground, but it provides a wealth of information. When the shadow is shortest, it is noon. The direction the shadow points at noon is North (as long as you are in the northern hemisphere). Furthermore, the direction of the shadow can provide information about the time of the day, and the length of the shadow can be used to determine the date, solstices, and equinoxes.

According to a myth recorded in the History, Sage King Yao ordered the Xi and He brothers to set the times of the seasons. Above is an illustration of one of the Xi brothers using a gnomon to perform this task. (For the story, see James Legge, trans., The Chinese Classics, Vol. 3, The Shoo King, pp. 18-22.)

The Mohists were pioneers in science and technology, so it is not surprising that they should use the Chinese word for gnomon as a metaphor for a rational standard. (Notice that these same three “gauges” are employed in the essay “On Ghosts.” This reflects the systematicity of the Mohist approach.) One major question raised by this text, however, is what the three guages are indicators of. Are all three tests of the truth (or falsity) of a doctrine? Or are all three simply pragmatic tests for the usefulness of accepting a doctrine? Or did the Mohists simply not see truth and pragmatic usefulness as separate?

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Le gnomon

Le gnomon est le premier instrument utilisé en astronomie. C’est une simple tige verticale (style) plantée sur un plan horizontal. Il est connu depuis la plus haute antiquité (égyptiens , chaldéens , grecs )

La longueur de l’ombre portée permet de mesurer la hauteur de l’astre , (soleil ou lune) ,l’angle alpha ;

la direction de l’ombre donne l’azimut de l’astre.

Le gnomon est l’ancêtre du cadran solaire.

Ératosthí¨ne savant grec (géomí¨tre de l’école d’Alexandrie) vers l’an 250 Av JC , mesura avec cet instrument rudimentaire le méridien terrestre avec une précision étonnante.

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Construção de um Gnomon e de um Relógio Solar

Profa. Thaisa Storchi Bergmann

Avaliação:
(1) Relatório escrito de acordo com instruções na homepage do curso e parte prática: (2) determinção da linha norte-sul usando Gnomon; (3) construção e demonstração do uso do relógio solar.

Material necessário:
(1) Uma base de isopor com espessura de cerca de 2,5cm e com cerca de 30cm x 30 cm de lado;
(2) Duas folhas de papel desenho ou dois pedaços de cartolina de 30cm x 30 cm;
(3) Uma haste vertical (que pode ser espetinho de madeira encontrados no supermercado – um aluno pode comprar para os demais colegas);
(4) Um esquadro com um ângulo de 30 graus;
(5) 2 taquinhos de madeira ou isopor ou uma caixa de uma fita cassete, para fazer dois “calços” entre os quais será encaixado o esquadro;
(6) Transferidor, cola, régua e lápis.

Instruções:

O Gnomon nada mais é do que uma haste vertical, e será construí­do colando uma das folhas de desenho em um dos lados do isopor e fincando o espetinho ou haste na vertical. Verificar, com o auxí­lio do esquadro, se a haste está realmente na vertical.

O Gnomon serve para várias aplicações:

1) Determinar a direção Norte-Sul (ou o meridiano local): para isto, mede-se a sombra do Gnomon ao longo de um dia; a direção Norte-Sul será aquela correspondente í  menor sombra. Para poder determinar bem esta direção é necessário se fazer várias medidas próximas í  passagem meridiana. Como o nosso Gnomon será portátil, é necessário orientá-lo em relação a algum marco local, uma vez que queremos determinar a direção Norte-Sul de determinado local.

2) Determinar a latitude do local;

3) Determinar a data do iní­cio das estações do ano.

Utilize o Gnomon para determinar a direção norte-sul na calçada entre os predios M e N medindo a sombra do espetinho entre as 11:00 horas da manhâ até í s 14:00 da tarde. Das 11:00h até as 12:15h faça medidas a cada 15 minutos; depois, a cada 2 minutos até as 12:35, depois de novo a cada 15 minutos:11:00,11:15,11:30,11:45,12:00, 12:15,12:17,12:19,12:21,12:23,12:25,12:27,12:29,12:31,12:33,12:35,12:50,13:05,13:20,13:35,13:50,14:05.

Faça a marcação na folha de desenho colada no verso do lado em que será construí­do o relógio solar. Registre a orientação da base de isopor em relação í  calçada, para poder utilizar a orientação da linha norte-sul marcada na base num outro dia, quando necessitarmos orientar o relógio solar.

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sundial-bridge
Sundial Bridge, Sacramento River, Redding, California, USA
(Designed by Santiago Calatrava)

Le gnomon fut d’abord un simple bâton planté dans la terre. En mesurant la longueur de l’ombre du bâton au long de la journée, on peut étudier les mouvements apparents du soleil.

Plus tard (environ 400 av. J.C.), le gnomon est perfectionné. On lui ajoute un socle d’abord creux puis horizontal avant de devenir une surface plane. On dispose alors d’un cadran solaire rudimentaire.

On trouve le gnomon partout : Amérique, Afrique, Bornéo, etc. Le gnomon sert surtout í  effectuer des mesures astronomiques.

sundial-bridge1

Vitoriamario DVD

Ya está. DVD vitoriamario en torrent. Listo para descarga a partir de las 7am GMT.
http://www.bitenova.nl/tt/dy1w3
If you can’t download, ask me for a seed.
Gracias
Thanks
Obrigado
Domo Arigato Gozaima shita
Merci

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“EM BREVE”

Gilson Camargo e Octavio Camargo
Guia de orientação urbana a partir da rosa dos ventos.
Mapeamento do corpo arquitetônico da cidade e seu desenho na linha do horizonte. Roteiro de observação paisagí­stica do “skyline” curitibano em clareiras acessí­veis ao olhar comum. Passeio pelos limites da cidade em seus sí­tios especí­ficos.
Exposição de fotografias de Curitiba no aniversário dos sete anos do Beto Batata, na Rua Professor Brandão 678, dia 29 de maio de 2006. A exposição revela Curitiba sob três perspectivas distintas: a cidade vista do centro a partir do terraço do edifí­cio Itatiaia, no Largo Bittencourt, em panorâmica de 360 graus; dos bairros, através do mapeamento do corpo arquitetônico dos edifí­cios; na linha do horizonte, a partir dos pontos cardeais, e o paisagismo ainda bucólico dos limites extremos da cidade.
A cidade nos seus pontos extremos apresenta ainda paisagens rurais.
Ao Norte, a colina do Abranches, ponto mais elevado da cidade, na Rua 1, divisa com o municí­pio de Almirante Tamandaré.
Ao Sul, o Aterro Sanitário da Caximba e a divisa do Rio Barigui com Araucária.
Ao Leste, as Cavas do Rio Iguaçu ao pé da Serra do Mar.
O encontro do Rio Passaúna com a BR 277 no Oeste.

Vista da Praça das Nações, bairro Alto da XV. Curitiba / PR. Sentido Leste – Oeste.

“EM BREVE”

Gilson Camargo e Octavio Camargo
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Exposição de fotografias de Curitiba no aniversário dos sete anos do Beto Batata, na Rua Professor Brandão 678, dia 29 de maio de 2006. A exposição revela Curitiba sob três perspectivas distintas: a cidade vista do centro a partir do terraço do edifí­cio Itatiaia, no Largo Bittencourt, em panorâmica de 360 graus; dos bairros, através do mapeamento do corpo arquitetônico dos edifí­cios; na linha do horizonte, a partir dos pontos cardeais, e o paisagismo ainda bucólico dos limites extremos da cidade.
A cidade nos seus pontos extremos apresenta ainda paisagens rurais.
Ao Norte, a colina do Abranches, ponto mais elevado da cidade, na Rua 1, divisa com o municí­pio de Almirante Tamandaré.
Ao Sul, o Aterro Sanitáro da Caximba e a divisa do Rio Barigui com Araucária.
Ao Leste, as Cavas do Rio Iguaçu ao pé da Serra do Mar.
O encontro do Rio Passaúna com a BR 277 no Oeste.


Vista da Praça das Nações, bairro Alto da XV, Curitiba / PR. Sentido Leste – Oeste.

Radio Organismo Podcast no sítio Odeo

Seguinte:
Criei uma radio Podcast no Odeo – sí­tio especializado no assunto, com folksonomia em cima disso e etc.
Eu vou passar a senha pra qualquer um que quiser programar a radio é só me mandar um email em
organismo arroba gmail ponto com.
A rádio basicamente redireciona pro podcast qualquer link que você encontra na Internet de mp3, e também tem um recurso muito massa pra gravar sua voz online, muito fácil de usar.
Pra quem quiser subir seus mp3, recomendo usar o archive.org, que é ducaralho da pra usar ftp e etc. Criei uma conta lá pra orquestra_organismo também, mas nesse caso não faz difereça você ter sua própria conta. (De qualquer forma reforço: qualquer link de mp3 que Jí ESTEJA disponí­vel na web EM QUALQUER SITE pode ser transmitido por aqui).

Então por enquanto é assim: o podcast do Odeo ta redirecionado pra cá (no já conhecido player cinza acima) , e quem quiser pegar a senha fale comigo. Agora qualquer colaborador consegue mexer na programação da rádio.

WildType BacterioPoetics:

Crystalpunks are those wildstyle geniuses learning how to program crystalline molecules, pixels and neurons simultaneously. Listen to this carefully! Mind and matter can be synthesised in one noisy stroke and the crystalpunk movement is here to prove it,we have crystal-pistols and we are not afraid to use them.

http://socialfiction.org/

“My proposal is to use bacteria as a form of crude neural networks.. such as to play a game of tic-tac-toe or perhaps classifying images or playing chess…

Theis will be a form of unsupervised learning where:
-we would culture a bacteria colony/ or many bacterial colonies simulataneously
-encode inputs as signals/chemicals understood by bacteria
-encode outputs as signals/chemicals excreted by colony
-provide food if the output of colony is correct that is the move made by bacteria is correct one
-provide toxins if output is incorrect or the move made is illegal
-provide a combination of both (propotionally) if the output is fuzzy
-if need arises introduce mutagens into the colony to accelerate evolution “


/*————————–*/void(){

The OnlyOneNativeSpeaker survey of Constructed Languages

Language is to reality what your lungs are to oxygen, but whereas growing a lung of ones own remains problematic, inventing a private language seems to be an option as viable as building your own backyard bunker to survive nuclear holocaust. Invented languages, implying a deep dissatisfaction with the world as-is, are grotesque creatures providing a unique instrument to create, understand, describe and manipulate private realities and dark sensibilities.

}

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Hacking insects for military uses
March 17, 2006, 9:40 pm
I don’t think it is ethical bit DARPA is planning to “create an army of cyber-insects that can be remotely controlled to check out explosives and send transmissions.”

They want to insert micro chips in the insects at their pupa stage and then when the insect grows up, they use it for their purposes such as monitoring, bomb detection, etc.

They plan to remote control the insect. Thus, essentially hacking them. There is no way insects could ever realize that they have been hacked for military purposes of humans..


Click here
to read the story.

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Finding New Functions for the Sun 0)))

While following a radiating pattern writ in golden sundust from cranium to neck in the luscious hair of a beautiful person a cipher system was suddenly revealed to me: the sun had surrendered its every secret, the moon had become my best friend and my destiny turned out to be on earth after all.

Overnight I had broken the code of Ra and I became him, I became solar energetic and pyrotechnic and everything ever seen was seen again in this abundant and sustainable and self-luminescent light of things and recent cosmic good hair day events. The superhero supernova finger of Ra boils water for tea in an instant for (all this means nothing to me if I can not drink this tea (and whiskey (and wine too) too) with you) you.

A sunspot is a shadow cast by lost souls digging for the sun under deserts and seas and tundra’s, refining it from black drab miles deep and barrelling it and ! O Morlockian shame ! selling it to the highest bidder. When sharing a secret with the sun you do not need to move as it will come all bright by day, giving cause to the trees and the birds and the retina and enabling one to find a teabag in the cupboard without giving the finger, radiating the lands and the buildings and the splendid times of drunkenness I will share with you in the evening, while at night with you leaving lovely imaginary messages on my imaginary phone in a lovely dream really happening Ra smiles to us approvingly a starry eyed symbolic language in a mirror desecrated by astronauts feet.

You shine without demand my dear and beside you I need nothing but more of you to keep me and the world around me alive.