Como diz um amigo meu, Haroldo Viegas:
– Pra fotografar desse jeito nem precisava ser cego!

Como diz um amigo meu, Haroldo Viegas:
– Pra fotografar desse jeito nem precisava ser cego!

Mário, ascensorista do Edifício Everest (Downtown Curitiba), é cego.
É um homem de cerca de 40 anos, caucasiano, de estatura normal. Usa barba cerrada e suas maçãs-do-rosto são proeminentes. Uma figura simpática e, via de regra, risonha.
Os cegos olhos de Mário – ironia? – são castanhos e expressivos, muito diferente das entristecidas pupilas brancas do imaginário simbólico.

Édipo Rei
Para a maioria das pessoas, é preciso mais de um encontro para notar sua cegueira. Seus sentidos são tão aguçados a ponto deste adivinhar o andar do passageiro mesmo que este emita grunhidos.
Nunca vi Mário de óculos escuros. Uma vez, flagrei-o dobrando sua bengala antes de se instalar em seu posto, onde, durante seis ou sete horas a fio, iria, como todos os dias, apertar botões entre um “bom dia, senhor” ou um “bom dia, senhora”.
Mário está estudando para o vestibular de Direito. Acho que não é a primeira vez que tenta.
Seu método, segundo relata, consiste em digitar – sim, digitar – em um computador o texto das apostilas do cursinho (lidas por sua esposa). A máquina, equipada com um IBM voice ou congênere, cria mídia digital audível no ônibus, no descanso, na cama etc.

TALKING MACHINE, utopia recorrente nas invencionices humanas. Para quem NÃO PODE e para quem NÃO QUER ler.
Diferentemente dos cegos bem-lustrados da propaganda oficial, Mário pouco se lixa para as rubras e amarelas pistas taniguchianas que ligam o nada ao lugar algum, aqui na Lindacap. Tampouco se limita a fazer vassouras ou espanadores e vendê-los na Visconde de Guarapuava. Mário quer o mundo, e não se importa se puder apenas tocá-lo.

La canne.
Outro dia, Mário confessou ser um entusiasta do rock e heavy metal dos anos 70. Acha o rock de hoje alienado e pouco criativo. Compra apenas bolachões, em sebos variados. Não perguntei se ele examina a integridade dos seus sulcos ao comprá-los, mas não duvidaria.

Janela da Alma 4×4, fully equiped.
Falando em cegos, esse aí é hors-concours.
Sincronicidade ou não, acabo de notar que está a tocar “Canôt find my way home”, do Blind Faith. Parece brincadeira.

OS CEGOS
Contemplai-os minha alma; eis que são pavorosos!
São como manequins, vagamente risíveis;
E sonâmbulos são, singulares, terríveis;
E quem sabe aonde vão seus globos tenebrosos?
Seus olhos, donde a chama eterna é partida,
Como se olhassem longe estão no firmamento;
E não se vê jamais, por sobre o pavimento,
Inclinar vagamente a fronte sucumbida.
Atravessam assim a infinda escuridade,
Esta irmã do silencio imutável, cidade!
Enquanto em torno a nós é um lamento o teu canto
Que é tão atroz que chega a perder-se no orgasmo,
Vê que eu erro também e mais do que eles pasmo,
Digo: “O que pelos céus eles procuram tanto?”
Charles Baudelaire, em julgamento pouco sensível a respeito dos cegos. Original em http://rene.pommier.free.fr/Aveugles.htm)

Estudiosos das epopéias, a questão 4 (http://www.funtrivia.com/playquiz/quiz142895105db10.html) é com vocês.
Algum fotógrafo tem algo a dizer sobre o olhar?
Ciclopes também são bem-vindos. Não hesitem em expor seu, vamos dizer, ponto de vista ‘único’ sobre o olhar.

Não dava para esquecer o velho Ray.
A querida comunidade da Vila da Glória / SC, foi agraciada, por ocasião do quinto centenário da cidade de São Francisco do Sul, em 2004, com uma maravilhosa escultura em bronze e concreto, que, segundo o relato do ilustre artista, escrito nas placas de inauguração, é uma homenagem aos viajantes franceses que ali aportaram em 1842, com a idéia de estabelecer um falanstério em terras brasileiras.
O eminente escultor invocou os druidas ou Netuno (?, o barbudo em bronze) í frente de uma adorável coisa de concreto que simboliza a árvore da vida, com um espetacular globo terrestre entre seus galhos, simbolizando o conhecimento, junto com quatro prodigiosas máscaras que simbolizam os quatro elementos. Obra prima!
Parece um magnífico enfeite de carro alegórico de carnaval da Unidos da Vila Xurupita. Custou aos cofres da prefeitura 150 mil reais!
Pouca ou nenhuma importância tem o fato de a Vila não ter saneamento básico para os seus três mil habitantes, nem posto médico decente – o atual recebe a visita de um médico uma vez por semana, não tem remédios o suficiente e nem maca ou ambulância para remoção dos enfermos.
Fato é que nossa querida comunidade ganha com este regalo mais uma grande demonstração de carinho e bom gosto por parte de nossos governantes.
Arte é coisa rara. Valorizem o artista!




Salete Chimulera interpreta Villa lobos no Museu Oscar Niemeyer amanhã, terça-feira dia 13/09 í s 20:33
Performance com projeção de imagens de Wilson Bustolin e dos artistas da EMBAP. Interação mediada por ferramentas de software livre (Demudi / Linux, Pure Data).
::ação agenciamento por orquestra organismo::







penfield o cartógrafo – ”como uma síntese dos seus resultados, ele foi capaz de fazer mapas, que foram denominados de homúnculos corticais (tanto sensoriais quanto motores)- – entre as constatações de Penfield estão as relativas í s gravações neurológicas simultâneas de atos e emoções a eles associadas. Ao estimular o córtex temporal com impulsos elétricos, Penfield descobriu que as pessoas sentiam outra vez a emoção que a situação originalmente lhes havia produzido e que elas estavam conscientes das mesmas interpretações verdadeiras ou falsas que elas próprias deram í experiência pela primeira vez. Assim, a evocação de recordações pode não ser apenas uma reprodução fotográfica ou fonográfica de cenas e acontecimentos passados, mas a reprodução daquilo que a pessoa viu, ouviu, sentiu e compreendeu, não importa o tempo decorrido da gravação do episódio evocado (W.Penfield e L. Roberts, 1959). Penfield relata inúmeras operações cirúrgicas do cérebro em que pode constatar esse fenômeno, através da excitação elétrica do lobo temporal – – – “




benvindovenido mein robotzzzzzzzzzzz
1. soldenstein Says:
September 12th, 2005 at 9:43 amAí, meu velho amigo Censor:
Apanhei-te, cavaquinho!
2. glerm Says:
September 12th, 2005 at 11:23 amContinuo dizendo que a Yoko é minha Beatle Preferida.
3. glerm Says:
September 12th, 2005 at 11:24 amque papo é esse de Censor, com C maiúsculo?
Internet não tem dono não.
Qualquer coisa passa lá em casa.
4. glerm Says:
September 12th, 2005 at 11:25 ame mais + uma: eu sou o glerm sim, mas pra conferir vai ter que ser olhando no olho.
Benvindos a Internet.
5. Censor Says:
September 12th, 2005 at 11:25 amSolda, vide comentário abaixo, houve um mal entendido. Censura nunca mais!
Abraço fraterno,
Censorzinho.
6. not Censor == !=ceNsOR Says:
September 12th, 2005 at 11:29 am
!= em c quer dizer “não igual”
== em c quer dizer “igual” ( porque igual é usado para “atribuir valor a” )agora procurem lá o que quer dizer “peer to peer” ou “p2p”
só pra achar o QUALÉ da intençãoglerm:=Guilherme
7. not Censor == !=ceNsOR Says:
September 12th, 2005 at 11:30 am
;


Salete Chiamulera no MON 13/09/2005 as 20h33
Concerto de abertura do Festival Villa Lobos
Recital de piano com interfaces computacionais em ferramentas livres
Museu Oscar Niemeyer. Rua Marechal Hermes, 999

imagem:: Tatiana Angele
DISTRIBUIÇÃO DE MOEDAS DE UM CENTAVO – 200 unidades.
Ação deflagrada a partir de ORGANISMO 9/9/5
DADOS PESSOAIS DECLARADOS PELOS CONTEMPLADOS:
1. Moeda de 10 centavos;
2. Gravou e subverteu a distribuição de moedas, intensificou a tensão;
3. Estava ao lado do n.ú 2;
4. Quer viver em muitos lugares, declarou estar ao lado de sua namorada;
5. Estava ao lado do n.ú 4;
6. Estava do outro lado do n.ú 4;
7. Estava ao lado do nú 6;
8. Ruan;
9. Namorada de Ruan;
10. Questionou a perenidade da memória;
11. Ambrósio;
12. Foco da subversão do n.ú 5;
13. Descendente de polaco;
14. * Desenrolando fios;
15. Cláudio;
16. Jogamos cara ou coroa (ganhei);
17. * Barba longa;
18. Cartão de visitas 1;
19. Cartão de visitas 2;
20. Devolveu a moeda dizendo: Tenho que trabalhar…
21. Eu te conheço da algum lugar;
22. Signo de Sagitário;
23. Cabelo grisalho;
24. No momento não portava objetos pessoais;
25. Estava de mãos dadas com o n.ú 26;
26. 31;
27. Pablo;
28. Estava com o n.ú27;
29. Isto é uma ação artística? Que estranho!
30. O que é isto? ;
31. * Usava boné;
32. Gosta de roxo;
33. Gosta de vermelho, quer ajudar as pessoas do seu lugar, quer que sua namorada goste mais dele, pediu para ficar com o resto das moedas, Josias.
* Não lembro o que disseram.

O Conceito de Esclarecimento
No sentido mais amplo do progresso do pensamento, o esclarecimento tem perseguido sempre o objectivo de livrar os homens do medo e de investi-los na posição de senhores. Mas a terra totalmente esclarecida resplandece sob o signo de uma calamidade triunfal. O programa do esclarecimento era o desencantamento do mundo. Sua meta era dissolver os mitos e substituir a imaginação pelo saber . Bacon, “o pai da filosofia experimental”, já reunira seus diferentes temas. Ele desprezava os adeptos da tradição, que “primeiro acreditam que os outros sabem o que eles não sabem; e depois que eles próprios sabem o que não sabem. Contudo, a credulidade, a aversão í dúvida, a temeridade no responder, o vangloriar-se com o saber , a timidez no contradizer, o agir por interesse, a preguiça nas investigações pessoais, o fetichismo verbal, o deter-se em conhecimentos parciais: isto e coisas semelhantes impediram um casamento feliz do entendimento humano com a natureza das coisas e o acasalaram, em vez disso, a conceitos vãos e experimentos erráticos; o fruto e a posteridade de tão gloriosa união pode-se facilmente imaginar. A imprensa não passou de uma invenção grosseira; o canhão era uma invenção que já estava praticamente assegurada; a bússola já era, até certo ponto, conhecida…
Theodor W. Adorno
Sifu! Sifu! Sifu! Sifu! Sifu! Sifu! Sifu!

vamo lá! aplauso. 26 de maio, aplauso. começa aqui? ó o fiscal! já tem alguma coisa pra esquentá! um abraço.. é a borboleta 13, corre hoje! vocês são loucos! eu vou seguir vocês ate onde vocês forem. é ator!, é ator!. surdo você não é. péra aí, deixa eu ver se eu descubro alguma coisa, eu vou ficar junto,
.

não! quero saber! artistas vocês são para fazer isso! de curitiba? voces são de curitiba? eu tô bêbada! são paulo? você é do rio de janeiro? alguma coisa que vocês aplaudem? atores? algum tipo de artista? artista plástico? a gente bebe pra esquentar no frio. mas eu goxtei. vocês tão indo longe. eu vou bater palma também! Eu quero entender. aí sérgião, beleza? então voce é músico! sergião, tá dificil a situação aqui. eu já andei mais do que eu devia andar. punks da xv são gente também.

agora vocé, serginho. você vai me dizer se você é de curitiba ou não. eu sou do rio. você tem 27 anos? eu tô bêbada mas eu tenho consciência das coisas que eu tô fazendo. luta de classes. lutando contra o facismo, contra a guerra. eu tenho certeza que vocês tão fazendo isso por que eu estou bêbada demais. vou me despedir, assim. parabéns, tchau!

muito bem, muito bem, vamos ao cafézinho…
1 /* 2 * linux/init/main.c 3 * 4 * Copyright (C) 1991, 1992 Linus Torvalds 5 * 6 * GK 2/5/95 - Changed to support mounting root fs via NFS 7 * Added initrd & change_root: Werner Almesberger & Hans Lermen, Feb '96 8 * Moan early if gcc is old, avoiding bogus kernels - Paul Gortmaker, May '96 9 * Simplified starting of init: Michael A. Griffith <grif@acm.org> 10 */ 11 12 #define __KERNEL_SYSCALLS__ 13 14 #include <linux/config.h> 15 #include <linux/types.h> 16 #include <linux/module.h> 17 #include <linux/proc_fs.h> 18 #include <linux/devfs_fs_kernel.h> 19 #include <linux/kernel.h> 20 #include <linux/syscalls.h> 21 #include <linux/string.h> 22 #include <linux/ctype.h> 23 #include <linux/delay.h> 24 #include <linux/utsname.h> 25 #include <linux/ioport.h> 26 #include <linux/init.h> 27 #include <linux/smp_lock.h> 28 #include <linux/initrd.h> 29 #include <linux/hdreg.h> 30 #include <linux/bootmem.h> 31 #include <linux/tty.h> 32 #include <linux/gfp.h> 33 #include <linux/percpu.h> 34 #include <linux/kmod.h> 35 #include <linux/kernel_stat.h> 36 #include <linux/security.h> 37 #include <linux/workqueue.h> 38 #include <linux/profile.h> 39 #include <linux/rcupdate.h> 40 #include <linux/moduleparam.h> 41 #include <linux/kallsyms.h> 42 #include <linux/writeback.h> 43 #include <linux/cpu.h> 44 #include <linux/efi.h> 45 #include <linux/unistd.h> 46 #include <linux/rmap.h> 47 #include <linux/mempolicy.h> 48 #include <linux/key.h> 49 50 #include <asm/io.h> 51 #include <asm/bugs.h> 52 #include <asm/setup.h> 53 54 /* 55 * This is one of the first .c files built. Error out early 56 * if we have compiler trouble.. 57 */ 58 #if __GNUC__ == 2 && __GNUC_MINOR__ == 96 59 #ifdef CONFIG_FRAME_POINTER 60 #error This compiler cannot compile correctly with frame pointers enabled 61 #endif 62 #endif 63 64 #ifdef CONFIG_X86_LOCAL_APIC 65 #include <asm/smp.h> 66 #endif 67 68 /* 69 * Versions of gcc older than that listed below may actually compile 70 * and link okay, but the end product can have subtle run time bugs. 71 * To avoid associated bogus bug reports, we flatly refuse to compile 72 * with a gcc that is known to be too old from the very beginning. 73 */ 74 #if __GNUC__ < 2 || (__GNUC__ == 2 && __GNUC_MINOR__ < 95) 75 #error Sorry, your GCC is too old. It builds incorrect kernels. 76 #endif 77 78 static int init(void *); 79 80 extern void init_IRQ(void); 81 extern void sock_init(void); 82 extern void fork_init(unsigned long); 83 extern void mca_init(void); 84 extern void sbus_init(void); 85 extern void sysctl_init(void); 86 extern void signals_init(void); 87 extern void buffer_init(void); 88 extern void pidhash_init(void); 89 extern void pidmap_init(void); 90 extern void prio_tree_init(void); 91 extern void radix_tree_init(void); 92 extern void free_initmem(void); 93 extern void populate_rootfs(void); 94 extern void driver_init(void); 95 extern void prepare_namespace(void); 96 #ifdef CONFIG_ACPI 97 extern void acpi_early_init(void); 98 #else 99 static inline void acpi_early_init(void) { } 100 #endif 101 102 #ifdef CONFIG_TC 103 extern void tc_init(void); 104 #endif 105 106 enum system_states system_state; 107 EXPORT_SYMBOL(system_state); 108 109 /* 110 * Boot command-line arguments 111 */ 112 #define MAX_INIT_ARGS 32 113 #define MAX_INIT_ENVS 32 114 115 extern void time_init(void); 116 /* Default late time init is NULL. archs can override this later. */ 117 void (*late_time_init)(void); 118 extern void softirq_init(void); 119 120 /* Untouched command line (eg. for /proc) saved by arch-specific code. */ 121 char saved_command_line[COMMAND_LINE_SIZE]; 122 123 static char *execute_command; 124 125 /* Setup configured maximum number of CPUs to activate */ 126 static unsigned int max_cpus = NR_CPUS; 127 128 /* 129 * Setup routine for controlling SMP activation 130 * 131 * Command-line option of "nosmp" or "maxcpus=0" will disable SMP 132 * activation entirely (the MPS table probe still happens, though). 133 * 134 * Command-line option of "maxcpus=<NUM>", where <NUM> is an integer 135 * greater than 0, limits the maximum number of CPUs activated in 136 * SMP mode to <NUM>. 137 */ 138 static int __init nosmp(char *str) 139 { 140 max_cpus = 0; 141 return 1; 142 } 143 144 __setup("nosmp", nosmp); 145 146 static int __init maxcpus(char *str) 147 { 148 get_option(&str, &max_cpus); 149 return 1; 150 } 151 152 __setup("maxcpus=", maxcpus); 153 154 static char * argv_init[MAX_INIT_ARGS+2] = { "init", NULL, }; 155 char * envp_init[MAX_INIT_ENVS+2] = { "HOME=/", "TERM=linux", NULL, }; 156 static const char *panic_later, *panic_param; 157 158 extern struct obs_kernel_param __setup_start[], __setup_end[]; 159 160 static int __init obsolete_checksetup(char *line) 161 { 162 struct obs_kernel_param *p; 163 164 p = __setup_start; 165 do { 166 int n = strlen(p->str); 167 if (!strncmp(line, p->str, n)) { 168 if (p->early) { 169 /* Already done in parse_early_param? (Needs 170 * exact match on param part) */ 171 if (line[n] == '\0' || line[n] == '=') 172 return 1; 173 } else if (!p->setup_func) { 174 printk(KERN_WARNING "Parameter %s is obsolete," 175 " ignored\n", p->str); 176 return 1; 177 } else if (p->setup_func(line + n)) 178 return 1; 179 } 180 p++; 181 } while (p < __setup_end); 182 return 0; 183 } 184 185 /* 186 * This should be approx 2 Bo*oMips to start (note initial shift), and will 187 * still work even if initially too large, it will just take slightly longer 188 */ 189 unsigned long loops_per_jiffy = (1<<12); 190 191 EXPORT_SYMBOL(loops_per_jiffy); 192 193 static int __init debug_kernel(char *str) 194 { 195 if (*str) 196 return 0; 197 console_loglevel = 10; 198 return 1; 199 } 200 201 static int __init quiet_kernel(char *str) 202 { 203 if (*str) 204 return 0; 205 console_loglevel = 4; 206 return 1; 207 } 208 209 __setup("debug", debug_kernel); 210 __setup("quiet", quiet_kernel); 211 212 /* 213 * Unknown boot options get handed to init, unless they look like 214 * failed parameters 215 */ 216 static int __init unknown_bootoption(char *param, char *val) 217 { 218 /* Change NUL term back to "=", to make "param" the whole string. */ 219 if (val) { 220 /* param=val or param="val"? */ 221 if (val == param+strlen(param)+1) 222 val[-1] = '='; 223 else if (val == param+strlen(param)+2) { 224 val[-2] = '='; 225 memmove(val-1, val, strlen(val)+1); 226 val--; 227 } else 228 BUG(); 229 } 230 231 /* Handle obsolete-style parameters */ 232 if (obsolete_checksetup(param)) 233 return 0; 234 235 /* 236 * Preemptive maintenance for "why didn't my mispelled command 237 * line work?" 238 */ 239 if (strchr(param, '.') && (!val || strchr(param, '.') < val)) { 240 printk(KERN_ERR "Unknown boot option `%s': ignoring\n", param); 241 return 0; 242 } 243 244 if (panic_later) 245 return 0; 246 247 if (val) { 248 /* Environment option */ 249 unsigned int i; 250 for (i = 0; envp_init[i]; i++) { 251 if (i == MAX_INIT_ENVS) { 252 panic_later = "Too many boot env vars at `%s'"; 253 panic_param = param; 254 } 255 if (!strncmp(param, envp_init[i], val - param)) 256 break; 257 } 258 envp_init[i] = param; 259 } else { 260 /* Command line option */ 261 unsigned int i; 262 for (i = 0; argv_init[i]; i++) { 263 if (i == MAX_INIT_ARGS) { 264 panic_later = "Too many boot init vars at `%s'"; 265 panic_param = param; 266 } 267 } 268 argv_init[i] = param; 269 } 270 return 0; 271 } 272 273 static int __init init_setup(char *str) 274 { 275 unsigned int i; 276 277 execute_command = str; 278 /* 279 * In case LILO is going to boot us with default command line, 280 * it prepends "auto" before the whole cmdline which makes 281 * the shell think it should execute a script with such name. 282 * So we ignore all arguments entered _before_ init=... [MJ] 283 */ 284 for (i = 1; i < MAX_INIT_ARGS; i++) 285 argv_init[i] = NULL; 286 return 1; 287 } 288 __setup("init=", init_setup); 289 290 extern void setup_arch(char **); 291 292 #ifndef CONFIG_SMP 293 294 #ifdef CONFIG_X86_LOCAL_APIC 295 static void __init smp_init(void) 296 { 297 APIC_init_uniprocessor(); 298 } 299 #else 300 #define smp_init() do { } while (0) 301 #endif 302 303 static inline void setup_per_cpu_areas(void) { } 304 static inline void smp_prepare_cpus(unsigned int maxcpus) { } 305 306 #else 307 308 #ifdef __GENERIC_PER_CPU 309 unsigned long __per_cpu_offset[NR_CPUS]; 310 311 EXPORT_SYMBOL(__per_cpu_offset); 312 313 static void __init setup_per_cpu_areas(void) 314 { 315 unsigned long size, i; 316 char *ptr; 317 /* Created by linker magic */ 318 extern char __per_cpu_start[], __per_cpu_end[]; 319 320 /* Copy section for each CPU (we discard the original) */ 321 size = ALIGN(__per_cpu_end - __per_cpu_start, SMP_CACHE_BYTES); 322 #ifdef CONFIG_MODULES 323 if (size < PERCPU_ENOUGH_ROOM) 324 size = PERCPU_ENOUGH_ROOM; 325 #endif 326 327 ptr = alloc_bootmem(size * NR_CPUS); 328 329 for (i = 0; i < NR_CPUS; i++, ptr += size) { 330 __per_cpu_offset[i] = ptr - __per_cpu_start; 331 memcpy(ptr, __per_cpu_start, __per_cpu_end - __per_cpu_start); 332 } 333 } 334 #endif /* !__GENERIC_PER_CPU */ 335 336 /* Called by boot processor to activate the rest. */ 337 static void __init smp_init(void) 338 { 339 unsigned int i; 340 341 /* FIXME: This should be done in userspace --RR */ 342 for_each_present_cpu(i) { 343 if (num_online_cpus() >= max_cpus) 344 break; 345 if (!cpu_online(i)) 346 cpu_up(i); 347 } 348 349 /* Any cleanup work */ 350 printk("Brought up %ld CPUs\n", (long)num_online_cpus()); 351 smp_cpus_done(max_cpus); 352 #if 0 353 /* Get other processors into their bootup holding patterns. */ 354 355 smp_threads_ready=1; 356 smp_commence(); 357 #endif 358 } 359 360 #endif 361 362 /* 363 * We need to finalize in a non-__init function or else race conditions 364 * between the root thread and the init thread may cause start_kernel to 365 * be reaped by free_initmem before the root thread has proceeded to 366 * cpu_idle. 367 * 368 * gcc-3.4 accidentally inlines this function, so use noinline. 369 */ 370 371 static void noinline rest_init(void) 372 __releases(kernel_lock) 373 { 374 kernel_thread(init, NULL, CLONE_FS | CLONE_SIGHAND); 375 numa_default_policy(); 376 unlock_kernel(); 377 preempt_enable_no_resched(); 378 cpu_idle(); 379 } 380 381 /* Check for early params. */ 382 static int __init do_early_param(char *param, char *val) 383 { 384 struct obs_kernel_param *p; 385 386 for (p = __setup_start; p < __setup_end; p++) { 387 if (p->early && strcmp(param, p->str) == 0) { 388 if (p->setup_func(val) != 0) 389 printk(KERN_WARNING 390 "Malformed early option '%s'\n", param); 391 } 392 } 393 /* We accept everything at this stage. */ 394 return 0; 395 } 396 397 /* Arch code calls this early on, or if not, just before other parsing. */ 398 void __init parse_early_param(void) 399 { 400 static __initdata int done = 0; 401 static __initdata char tmp_cmdline[COMMAND_LINE_SIZE]; 402 403 if (done) 404 return; 405 406 /* All fall through to do_early_param. */ 407 strlcpy(tmp_cmdline, saved_command_line, COMMAND_LINE_SIZE); 408 parse_args("early options", tmp_cmdline, NULL, 0, do_early_param); 409 done = 1; 410 } 411 412 /* 413 * Activate the first processor. 414 */ 415 416 asmlinkage void __init start_kernel(void) 417 { 418 char * command_line; 419 extern struct kernel_param __start___param[], __stop___param[]; 420 /* 421 * Interrupts are still disabled. Do necessary setups, then 422 * enable them 423 */ 424 lock_kernel(); 425 page_address_init(); 426 printk(linux_banner); 427 setup_arch(&command_line); 428 setup_per_cpu_areas(); 429 430 /* 431 * Mark the boot cpu "online" so that it can call console drivers in 432 * printk() and can access its per-cpu storage. 433 */ 434 smp_prepare_boot_cpu(); 435 436 /* 437 * Set up the scheduler prior starting any interrupts (such as the 438 * timer interrupt). Full topology setup happens at smp_init() 439 * time - but meanwhile we still have a functioning scheduler. 440 */ 441 sched_init(); 442 /* 443 * Disable preemption - early bootup scheduling is extremely 444 * fragile until we cpu_idle() for the first time. 445 */ 446 preempt_disable(); 447 build_all_zonelists(); 448 page_alloc_init(); 449 printk("Kernel command line: %s\n", saved_command_line); 450 parse_early_param(); 451 parse_args("Booting kernel", command_line, __start___param, 452 __stop___param - __start___param, 453 &unknown_bootoption); 454 sort_main_extable(); 455 trap_init(); 456 rcu_init(); 457 init_IRQ(); 458 pidhash_init(); 459 init_timers(); 460 softirq_init(); 461 time_init(); 462 463 /* 464 * HACK ALERT! This is early. We're enabling the console before 465 * we've done PCI setups etc, and console_init() must be aware of 466 * this. But we do want output early, in case something goes wrong. 467 */ 468 console_init(); 469 if (panic_later) 470 panic(panic_later, panic_param); 471 profile_init(); 472 local_irq_enable(); 473 #ifdef CONFIG_BLK_DEV_INITRD 474 if (initrd_start && !initrd_below_start_ok && 475 initrd_start < min_low_pfn << PAGE_SHIFT) { 476 printk(KERN_CRIT "initrd overwritten (0x%08lx < 0x%08lx) - " 477 "disabling it.\n",initrd_start,min_low_pfn << PAGE_SHIFT); 478 initrd_start = 0; 479 } 480 #endif 481 vfs_caches_init_early(); 482 mem_init(); 483 kmem_cache_init(); 484 numa_policy_init(); 485 if (late_time_init) 486 late_time_init(); 487 calibrate_delay(); 488 pidmap_init(); 489 pgtable_cache_init(); 490 prio_tree_init(); 491 anon_vma_init(); 492 #ifdef CONFIG_X86 493 if (efi_enabled) 494 efi_enter_virtual_mode(); 495 #endif 496 fork_init(num_physpages); 497 proc_caches_init(); 498 buffer_init(); 499 unnamed_dev_init(); 500 security_init(); 501 vfs_caches_init(num_physpages); 502 radix_tree_init(); 503 signals_init(); 504 /* rootfs populating might need page-writeback */ 505 page_writeback_init(); 506 #ifdef CONFIG_PROC_FS 507 proc_root_init(); 508 #endif 509 check_bugs(); 510 511 acpi_early_init(); /* before LAPIC and SMP init */ 512 513 /* Do the rest non-__init'ed, we're now alive */ 514 rest_init(); 515 } 516 517 static int __initdata initcall_debug; 518 519 static int __init initcall_debug_setup(char *str) 520 { 521 initcall_debug = 1; 522 return 1; 523 } 524 __setup("initcall_debug", initcall_debug_setup); 525 526 struct task_struct *child_reaper = &init_task; 527 528 extern initcall_t __initcall_start[], __initcall_end[]; 529 530 static void __init do_initcalls(void) 531 { 532 initcall_t *call; 533 int count = preempt_count(); 534 535 for (call = __initcall_start; call < __initcall_end; call++) { 536 char *msg; 537 538 if (initcall_debug) { 539 printk(KERN_DEBUG "Calling initcall 0x%p", *call); 540 print_fn_descriptor_symbol(": %s()", (unsigned long) *call); 541 printk("\n"); 542 } 543 544 (*call)(); 545 546 msg = NULL; 547 if (preempt_count() != count) { 548 msg = "preemption imbalance"; 549 preempt_count() = count; 550 } 551 if (irqs_disabled()) { 552 msg = "disabled interrupts"; 553 local_irq_enable(); 554 } 555 if (msg) { 556 printk("error in initcall at 0x%p: " 557 "returned with %s\n", *call, msg); 558 } 559 } 560 561 /* Make sure there is no pending stuff from the initcall sequence */ 562 flush_scheduled_work(); 563 } 564 565 /* 566 * Ok, the machine is now initialized. None of the devices 567 * have been touched yet, but the CPU subsystem is up and 568 * running, and memory and process management works. 569 * 570 * Now we can finally start doing some real work.. 571 */ 572 static void __init do_basic_setup(void) 573 { 574 /* drivers will send hotplug events */ 575 init_workqueues(); 576 usermodehelper_init(); 577 key_init(); 578 driver_init(); 579 580 #ifdef CONFIG_SYSCTL 581 sysctl_init(); 582 #endif 583 584 /* Networking initialization needs a process context */ 585 sock_init(); 586 587 do_initcalls(); 588 } 589 590 static void do_pre_smp_initcalls(void) 591 { 592 extern int spawn_ksoftirqd(void); 593 #ifdef CONFIG_SMP 594 extern int migration_init(void); 595 596 migration_init(); 597 #endif 598 spawn_ksoftirqd(); 599 } 600 601 static void run_init_process(char *init_filename) 602 { 603 argv_init[0] = init_filename; 604 execve(init_filename, argv_init, envp_init); 605 } 606 607 static inline void fixup_cpu_present_map(void) 608 { 609 #ifdef CONFIG_SMP 610 int i; 611 612 /* 613 * If arch is not hotplug ready and did not populate 614 * cpu_present_map, just make cpu_present_map same as cpu_possible_map 615 * for other cpu bringup code to function as normal. e.g smp_init() etc. 616 */ 617 if (cpus_empty(cpu_present_map)) { 618 for_each_cpu(i) { 619 cpu_set(i, cpu_present_map); 620 } 621 } 622 #endif 623 } 624 625 static int init(void * unused) 626 { 627 lock_kernel(); 628 /* 629 * Tell the world that we're going to be the grim 630 * reaper of innocent orphaned children. 631 * 632 * We don't want people to have to make incorrect 633 * assumptions about where in the task array this 634 * can be found. 635 */ 636 child_reaper = current; 637 638 /* Sets up cpus_possible() */ 639 smp_prepare_cpus(max_cpus); 640 641 do_pre_smp_initcalls(); 642 643 fixup_cpu_present_map(); 644 smp_init(); 645 sched_init_smp(); 646 647 /* 648 * Do this before initcalls, because some drivers want to access 649 * firmware files. 650 */ 651 populate_rootfs(); 652 653 do_basic_setup(); 654 655 /* 656 * check if there is an early userspace init. If yes, let it do all 657 * the work 658 */ 659 if (sys_access((const char __user *) "/init", 0) == 0) 660 execute_command = "/init"; 661 else 662 prepare_namespace(); 663 664 /* 665 * Ok, we have completed the initial bootup, and 666 * we're essentially up and running. Get rid of the 667 * initmem segments and start the user-mode stuff.. 668 */ 669 free_initmem(); 670 unlock_kernel(); 671 system_state = SYSTEM_RUNNING; 672 numa_default_policy(); 673 674 if (sys_open((const char __user *) "/dev/console", O_RDWR, 0) < 0) 675 printk("Warning: unable to open an initial console.\n"); 676 677 (void) sys_dup(0); 678 (void) sys_dup(0); 679 680 /* 681 * We try each of these until one succeeds. 682 * 683 * The Bourne shell can be used instead of init if we are 684 * trying to recover a really broken machine. 685 */ 686 687 if (execute_command) 688 run_init_process(execute_command); 689 690 run_init_process("/sbin/init"); 691 run_init_process("/etc/init"); 692 run_init_process("/bin/init"); 693 run_init_process("/bin/sh"); 694 695 panic("No init found. Try passing init= option to kernel."); 696 } 697

Num dado momento da vida, células individuais não mais se separam, depois de terem se dividido. Assim surgiu um super ser que não é mais família de seres, (como algas, primeiras tentativas na direção apontada) mas um novo Eu. Dizem os biólogos que são processos bio-químicos que produzem essa ligação intercelular nova. Mas a nossa imaginação se recusa a imaginar processos “bioquímicos” que resultam, por assim dizer exotermicamente, em novo Eu. Na transição dos protozoários para os metazoários houve, evidentemente, um novo saldo de camada de realidade. As sociedades que assim surgiram estão em estado de equilíbrio ainda muito mais precário que os protozoários. São seres mortais, justamente poque é precário o equilíbrio no qual se encontram. As células que formam o organismo contribuem para o seu funcionamento na base de uma divisão de trabalho. Assumem papéis variados da economia do organismo. É por isto que épocas mais otimistas encararam o organismo como uma espécie de cooperativa. Mas o nosso conhecimento mais exato não admite essa descrição otimista. A divisão de trabalho entre as células no organismo é muito imprecisa, e há, além disso, uma constante luta entre elas. A inexatidão da divisão de trabalho, e a luta entre as células chama-se “doença”. Devemos portanto dizer que, mais que cooperativa, é o organismo um campo de luta. Quando o governo do organismo, a “alma” perde o controle da luta, surge a morte. Os organismos são portanto, pelo seu projeto, não somente seres mortais mas ainda seres doentes.
FLUSSER, Vilém. A história do diabo. São Paulo: Martins, 1965.
Célula-Colaborativa João Debs-Giselle
surface-interface-action


” Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higeia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.
Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.
Conservarei imaculada minha vida e minha arte.
Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam.
Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.
àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.
Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça.”
Hipócrates
Moto Contínuo — O que é?

Um moto-contínuo seria uma máquina que operaria indefinidamente, sem consumo de energia ou ação externa, apenas por conversões internas de energia, ou seja, uma máquina totalmente conservativa, o que segundo os físicos não poderia existir porque toda máquina sempre dissipa energia, por menor que seja, mas dissipa. E essa energia perdida pode ser liberada em forma de calor, som, luz e etc.