a quote Quoted .

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{
(…)
Conjugate deterritorialized flows. Follow the plants: you start by delimiting a first line consisting of circles of convergence around successive singularities; then you see whether inside that line new circles of convergence establish themselves, with new points located outside the limits and in other directions.(…)

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The map is open and connectable in all ot is dimensions; it is detachable, reversible, susceptible to constant modification. It can be torn, reversed, adapted to any kind of mounting, reworked by an individual, group, or social formation. It can be drawn on a wall, conceived of as a work of art, constructed as a political action or as a meditation.
(…)
}
Deleuze & Guattari in A Thousand Plateaus: Capitalism and Schizophrenia [University of Minnesota Press, 1987]

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Pontes de Safena

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Juramento de Hipócrates

” Eu juro, por Apolo médico, por Esculápio, Hí­gia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discí­pulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.
Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém.
A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.
Conservarei imaculada minha vida e minha arte. Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam.
Em toda a casa, aí­ entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.
àquilo que no exercí­cio ou fora do exercí­cio da profissão e no conví­vio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.
Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça.”

— DIALÉTICA —- ser ou não ser eis a questão:

Não ao ato médico

Sim ao ato médico

—->

O PLS no 25/2002 – A LEI DO ATO MÉDICO

O PLS no 25/2002 objetiva tão-somente regulamentar os atos médicos, fortalecendo o conceito de equipe de saúde e respeitando as esferas de competência de cada profissional. Em nenhuma linha encontraremos violações de direitos adquiridos, arrogância ou prepotência em relação aos demais membros da equipe. Ninguém trabalha pela saúde da população sozinho, e muito menos sem a presença do médico. A análise do conteúdo dos cinco artigos do Projeto mostra a relevância da matéria, permitindo maior compreensão acerca da importância de sua aprovação.

Artigo 1ú – A definição

Art. 1ú – Ato médico é todo procedimento técnico-profissional praticado por médico habilitado e dirigido para:

1. A prevenção primária, definida como a promoção da saúde e a prevenção da ocorrência de enfermidades ou profilaxia;

2. A prevenção secundária, definida como a prevenção da evolução das enfermidades ou execução de procedimentos diagnósticos ou terapêuticos;

3. A prevenção terciária, definida como a prevenção da invalidez ou reabilitação dos enfermos.

O Projeto tem como objetivo definir, em lei, o alcance e o limite do ato médico. Para tanto, este artigo 1ú expõe de maneira clara a definição adotada pela Organização Mundial da Saúde no tocante í s ações médicas que visam ao benefí­cio do indiví­duo e da coletividade, estabelecendo a prevenção, em seus diversos estágios, como parâmetro para a cura e o alí­vio do sofrimento humano.

A definição do ato médico foi elaborada com base nesta ordenação de idéias porque, na medida em que abrange todas as possibilidades de referir procedimentos profissionais na área da saúde, essa classificação pareceu ao autor a melhor maneira de sintetizar clara e lealmente os limites da atividade dos médicos. Com sua utilização, parece ser possí­vel diferenciar o que se deve considerar como atividade privativa dos médicos e quais os procedimentos sanitários que não o são.

Como se vê, o conceito de cura não se opõe ao de prevenção, vez que a cura, quer com o sentido de tratamento quer como resultado dele, está implí­cita na prevenção secundária. Razão pela qual não faz sentido opor a medicina curativa í  medicina preventiva, posto que aquela é parte integrante desta.

O inciso I trata da atenção primária, que cuida de prevenir a ocorrência de doenças, através de métodos profiláticos, e das ações que visem í  promoção da saúde para toda a população. A prevenção primária reúne um conjunto de ações que não são privativas dos médicos; ao contrário, para que obtenham êxito exigem a co-participação de outros profissionais de saúde e até mesmo da população envolvida.

O inciso II, por sua vez, estabelece os atos que são privativos dos médicos. São aqueles que envolvem o diagnóstico de doenças e as indicações terapêuticas, atributos que têm no médico o único profissional habilitado e preparado para exercê-los, além dos odontólogos em sua área de atuação.

Não se incluem, aqui, os diagnósticos fisiológicos (funcionais) e os psicológicos, que são compartilhados com outros profissionais da área de saúde, como os fisioterapeutas e os psicólogos. O diagnóstico fisiológico se refere ao reconhecimento de um estado do desenvolvimento somático ou da funcionalidade de algum órgão ou sistema corporal. O diagnóstico psicológico se refere ao reconhecimento de um estado do desenvolvimento psí­quico ou da situação de ajustamento de uma pessoa. No entanto, quanto se trata do diagnóstico de enfermidades e da indicação de condutas para o tratamento, somente o médico e o odontólogo, este em sua área especí­fica, possuem a habilitação exigida para tais ações. E os médicos veterinários, no que diz respeito aos animais.

O inciso III aborda as atividades de recuperação e reabilitação, também compartilhadas entre a equipe de saúde. Não são atos privativos dos médicos. Por medidas ou procedimentos de reabilitação devem ser entendidos os atos profissionais destinados a devolver a integridade estrutural ou funcional perdida ou prejudicada por uma enfermidade (com o sentido de qualquer condição patológica).

Os dois parágrafos que complementam este artigo explicitam quais os atos privativos dos médicos e os compartilhados com outros profissionais:

ç 1ú – As atividades de prevenção de que trata este artigo, que envolvam procedimentos diagnósticos de enfermidades ou impliquem em indicação terapêutica, são atos privativos do profissional médico.

ç 2ú – As atividades de prevenção primária e terciária que não impliquem na execução de diagnósticos e indicações terapêuticas podem ser atos profissionais compartilhados com outros profissionais da área da saúde, dentro dos limites impostos pela legislação pertinente.

Há um consenso indubitável acerca destes conceitos, estabelecidos há milênios pela prática da Medicina. Diante da estupefação de alguns pela inexistência, até hoje, de lei que afirmasse o óbvio, vale esclarecer que nunca houve tal necessidade antes, o que só agora se impõe em virtude do crescimento de outras profissões na área da saúde. Estabelecer limites e definir a abrangência do ato médico passou a constituir um assunto de extremo interesse de toda a sociedade, e não apenas dos médicos.

Artigo 2ú – Atribuições do CFM

Art. 2ú – Compete ao Conselho Federal de Medicina, nos termos do artigo anterior e respeitada a legislação pertinente, definir, por meio de resolução, os procedimentos médicos experimentais, os aceitos e os vedados, para utilização pelos profissionais médicos.

Este artigo estabelece a competência do Conselho Federal de Medicina em definir os atos médicos vedados, os aceitos e os experimentais, í  luz da ética e do conhecimento cientí­fico existente.

Vale ressaltar que o estabelecimento de atribuições em lei para os conselhos federais de fiscalização profissional não constitui inovação para o dos médicos. A análise das leis que regulamentam outras profissões da área de saúde assim o demonstra:

DECRETO no. 88.439/83 – Biomedicina

Art. 12ú – Compete ao Conselho Federal:

XVIII – Definir o limite de competência no exercí­cio profissional, conforme os currí­culos efetivamente realizados.

LEI no 3.820/60 – Farmácia

Art. 6ú – São atribuições do Conselho Federal:

g) expedir as resoluções que se tornarem necessárias para a fiel interpretação e execução da presente lei;

j) deliberar sobre questões oriundas do exercí­cio de atividades afins í s do farmacêutico;

l) ampliar o limite de competência do exercí­cio profissional, conforme o currí­culo escolar ou mediante curso ou prova de especialização realizado ou prestada em escola ou instituto oficial;

m) expedir resoluções, definindo ou modificando atribuições ou competência dos profissionais de Farmácia, conforme as necessidades futuras;

Parágrafo único – As questões referentes í s atividades afins com as outras profissões serão resolvidas através de entendimentos com as entidades reguladoras dessas profissões.

LEI no. 5.766/71 – Psicologia

Art. 6ú – São atribuições do Conselho Federal:

d) definir, nos termos legais, o limite de competência do exercí­cio profissional, conforme os cursos realizados ou provas de especialização prestadas em escolas ou institutos profissionais reconhecidos;

n) propor ao Poder Competente alterações da legislação relativa ao exercí­cio da profissão de Psicólogo;

Artigo 3ú – As atividades de direção e chefia médicas

Art. 3ú – As atividades de coordenação, direção, chefia, perí­cia, auditoria, supervisão, desde que vinculadas, de forma imediata e direta a procedimentos médicos e, ainda, as atividades de ensino dos procedimentos médicos privativos, incluem-se entre os atos médicos e devem ser unicamente exercidos por médicos.

Este artigo preconiza que os cargos de direção e chefia diretamente relacionados aos atos médicos sejam exercidos exclusivamente por médicos. Não há nada de extraordinário nisso. As leis que regulamentam as outras profissões da saúde sempre realçaram este quesito, garantindo-lhes as chefias de enfermagem, nutrição etc. Senão, vejamos:

LEI no. 8.234/91 – Nutrição

Art. 3í° – São atividades privativas dos nutricionistas:

I – direção, coordenação e supervisão de cursos de graduação em nutrição;

V – ensino das disciplinas de nutrição e alimentação nos cursos de graduação da área de saúde e outras afins;

VI – auditorias, consultorias e assessoria em nutrição e dietéticas;

DECRETO no 85.878/81 – Farmácia

Art 1ú – São atribuições privativas dos profissionais farmacêuticos:

II – assessoramento e responsabilidade técnica em:

a) estabelecimentos industriais farmacêuticos em que se fabriquem produtos que tenham indicações e/ou ações terapêuticas, anestésicos ou auxiliares de diagnóstico, ou capazes de criar dependência fí­sica ou psí­quica;

b) órgãos, laboratórios, setores ou estabelecimentos farmacêuticos em que se executem controle e/ou inspeção de qualidade, análise prévia, análise de controle e análise fiscal de produtos que tenham destinação terapêutica, anestésica ou auxiliar de diagnósticos ou capazes de determinar dependência fí­sica ou psí­quica;

IV – a elaboração de laudos técnicos e a realização de perí­cias técnico-legais relacionadas com atividades, produtos, fórmulas, processos e métodos farmacêuticos ou de natureza farmacêutica;

V – o magistério superior das matérias privativas constantes do currí­culo próprio do curso de formação farmacêutica, obedecida a legislação do ensino;

DECRETO no 53.464/64 – Psicologia

Art. 4ú – São funções do Psicólogo:

II – Dirigir serviços de Psicologia em órgãos e estabelecimentos públicos, autárquicos, paraestatais, de economia mista e particulares.

III – Ensinar as cadeiras ou disciplinas de Psicologia nos vários ní­veis de ensino, observadas as demais exigências da legislação em vigor.

VI – Realizar perí­cias e emitir pareceres sobre a matéria de Psicologia.

LEI no 6.965/81 – Fonoaudiologia

Art. 4ú – É da competência do Fonoaudiólogo e de profissionais habilitados na forma da legislação especí­fica:

g) Lecionar teoria e prática fonoaudiológicas;

h) Dirigir serviços de Fonoaudiologia em estabelecimentos públicos, privados, autárquicos e mistos;

LEI N. 7.498/86 – Enfermagem

Art. 11 – O Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem cabendo-lhe:

I – privativamente:

a) Direção do órgão de enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública e privada, e chefia de serviço e de unidade de enfermagem;

c) Planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistência de enfermagem;

h) Consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de enfermagem;

Com o intuito de aclarar essa intenção, o parágrafo único deste artigo dissipa todas as dúvidas que poderiam existir:

Parágrafo único – Excetuam-se da exclusividade médica prevista no caput deste artigo as funções de direção administrativa dos estabelecimentos de saúde e as demais atividades de direção, chefia, perí­cia, auditoria ou supervisão que dispensem formação médica como elemento essencial í  realização de seus objetivos ou exijam qualificação profissional de outra natureza.

Uma direção administrativa, uma secretaria ou até mesmo o Ministério da Saúde podem ser cargos exercidos por profissionais não-médicos desde que, em respeito í  lei, haja um responsável técnico médico para responder pelas questões técnicas e éticas que envolvam aquela instância administrativa. Nenhuma novidade neste passado recente de nosso paí­s. Os dois últimos titulares da Pasta da Saúde, por exemplo, foram economistas.
Artigo 4ú – O exercí­cio ilegal da Medicina

Art. 4ú – A infração aos dispositivos desta lei configura crime de exercí­cio ilegal da Medicina, nos termos do Código Penal Brasileiro.

O exercí­cio ilegal da Medicina é crime, tipificado no Código Penal Brasileiro em seu artigo 283. Ressalte-se que este artigo reforça o preceito legal, lembrando que a profissão médica requer habilitação, aqui entendida como a legalização de uma atividade social regulamentada.

Artigo 5ú – O respeito í s outras profissões regulamentadas

Art. 5ú – O disposto nesta lei não se aplica ao exercí­cio da Odontologia e da Medicina Veterinária, nem a outras profissões de saúde regulamentadas por lei, ressalvados os limites de atuação de cada uma delas.

Se alguma dúvida havia acerca da extrapolação de direitos, este artigo a desfaz completamente. O objetivo deste Projeto restringe-se simplesmente a definir a abrangência e os limites dos atos médicos, resguardando as prerrogativas definidas em lei para as outras profissões da área de saúde.

A arte está morta, vou buscar a pá.

Uma coisa é a coisa

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Outra é a palavra coisa

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voz1: O que a gente faz não é bom, não é ruim, não é NADA.
a gente não vai ser lembrado por isso(…)
(…)a gente não faz nada do que a gente ja não faz várias vezes(…)

voz2: será que não seria mais útil a gente gravar aquele barulho(…)

voz1: isso pode ser tão redundante quanto essa nossa conversa.

o que está na cara?
– OLHOS DA CARA


amanheceremos.

â$

Ã?â?Ã?â??Ã?â?¢Ã?¨Ã?â? hi-j-ra ÇÃ?¬Ã?±é

The Digital Artisans Manifesto by Richard Barbrook and Pit Schultz

European Digital Artisans Network 1st May 1997

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The Digital Artisans Manifesto

Making The Future

1. We are the digital artisans. We celebrate the Promethean power of our labour and imagination to shape the virtual world. By hacking, coding, designing and mixing, we build the wired future through our own efforts and inventiveness.

2. We are not the passive victims of uncontrollable market forces and technological changes. Without our daily work, there would be no goods or services to trade. Without our animating presence, information technologies would just be inert metal, plastic and silicon. Nothing can happen inside cyberspace without our creative labour. We are the only subjects of history.

3. The emergence of the Net signifies neither the final triumph of economic alienation nor the replacement of humanity by machines. On the contrary, the information revolution is the latest stage in the emancipatory project of modernity. History is nothing but the development of human freedom.

4. We will shape the new information technologies in our own interests. Although they were originally developed to reinforce hierarchical power, the full potential of the Net and computing can only be realised through our autonomous and creative labour. We will transform the machines of domination into the technologies of liberation.

5. We will contribute to the process of democratic emancipation. As digital artisans, we will come together to promote the development of our trade. As citizens, we will participate within republican politics. As Europeans, we will help to break down national and ethnic barriers both inside and outside of our continent.

The Present Moment

6. Freedom today is now often just the choice between commodities rather the ability to determine our own lives. Over the past two hundred years, the factory system has dramatically increased our material wealth at the cost of removing all meaningful participation in work. Even poorer members of European societies can now live better than the kings and aristocrats of earlier times. However the joys of consumerism are usually constrained by the boredom of most jobs.

7. Since 1968, the desire for increased monetary rewards has increasingly been supplemented by demands for increased autonomy at work. In the European Union and elsewhere, neo-liberals have tried to recuperate these aspirations through their policies of marketisation and privatisation. If we are talented workers in the ‘cutting-edge’ industries like hypermedia and computing, we are promised the possibility of becoming hip and rich entrepreneurs by the Californian ideologues. They want to recruit us as members of the ‘virtual class’ which seeks to dominate the hypermedia and computing industries.

8. Yet these neo-liberal panaceas provide no real solutions. Free market policies don’t just brutalise our societies and ignore environmental degradation. Above all, they cannot remove alienation within the workplace. Under neo- liberalism, individuals are only allowed to exercise their own autonomy in deal-making rather than through making things. We cannot express ourselves directly by constructing useful and beautiful virtual artifacts.

9. For those of us who want to be truly creative in hypermedia and computing, the only practical solution is to become digital artisans. The rapid spread of personal computing and now the Net are the technological expressions of this desire for autonomous work. Escaping from the petty controls of the shopfloor and the office, we can rediscover the individual independence enjoyed by craftspeople during proto-industrialism. We rejoice in the privilege of becoming digital artisans.

10. We create virtual artifacts for money and for fun. We work both in the money-commodity economy and in the gift economy of the Net. When we take a contract, we are happy to earn enough to pay for our necessities and luxuries through our labours as digital artisans. At the same time, we also enjoy exercising our abilities for our own amusement and for the wider community. Whether working for money or for fun, we always take pride in our craft skills. We take pleasure in pushing the cultural and technical limits as far forward as possible. We are the pioneers of the modern.

11. The revival of artisanship is not a return to a low-tech and impoverished past. Skilled workers are best able to assert their autonomy precisely within the most technologically advanced industries. The new artisans are better educated and can earn much more money. In earlier stages of modernity, factory labourers symbolised of the promise of industrialism. Today, as digital artisans, we now express the emancipatory potential of the information age. We are the promise of history.

12. We not only admire the individualism of our artisan forebears, but also we will learn from their sociability. We are not petit-bourgeois egoists. We live within the highly collective institutions of the market and the state. For many people, autonomy over their working lives has often also involved accepting the insecurity of short- term contracts and the withdrawal of welfare provisions. We can only mitigate these problems through our own collective action. As digital artisans, we need to come together to promote our common interests.

13. We believe that digital artisans within this continent now need to form their own craft organisation. In early modernity, artisans enhanced their individual autonomy by organising themselves into trade associations. We proclaim that the collective expression of our trade will be: the European Digital Artisans Network (EDAN).

The Aims of EDAN

14. We urge everyone who is working within hypermedia, computing and associated professions on this continent to join EDAN. We call on digital artisans to form branches of the network in each of the member states of the European Union and its associated countries. By forming EDAN, we will also be creating a means of forging links between European digital artisans and those from elsewhere in the world. We will strive for cooperation in work and in play with our fellow artisans in all countries.

15. We believe that the principal task of EDAN is to enhance the exercise of our craft skills. By collaborating together, we can protect ourselves against those who wish to impose their self- interests upon us. By having a strong collective identity, we will enjoy more individual autonomy over our own working lives.

16. EDAN will celebrate our creative genius as digital artisans. The network will act as the collective memory about the achievements of digital artisans within Europe. It will publicise outstanding ‘masterpieces’ of craft skill made by its members among the trade and to the wider public.

17. The network will be the social meeting-place for digital artisans from across Europe. EDAN will organise festivals, conferences and congresses where we can meet to organise, discuss and party. We believe that digital artisans should express their collective identity by regularly celebrating together in private and public.

18. EDAN will collect detailed knowledge about the trade in the different regions of Europe. It will aim to provide information about best practice in contracts, copyright agreements and other business arrangements to its members. The network will also be a source of contacts in each locality for digital artisans looking for work in different areas of Europe.

19. We believe that what cannot be organised by our own autonomous efforts can only be provided through democratic political institutions. The network will lobby for changes in local, national and European legislation which can enhance our working lives as digital artisans. As concerned citizens, we will also support the fullest development of public welfare services.

20. EDAN will campaign for European governments to put more resources into the theoretical and practical education of digital artisans in schools and universities. The network will facilitate links between educational institutions teaching hypermedia and computing across the continent. EDAN also believes that publicly-funded research is necessary for the fullest development of our industry.

21. EDAN will urge the European Union to launch a public works programme to build a broadband fibre- optic network linking all households and businesses. We believe in the principle of universal service: everyone should have Net access at the cheapest possible price. No society can call itself truly democratic until all citizens can directly exercise their right to media freedom over the Net.

22. We will campaign for the creation of ‘electronic public libraries’ where on-line educational and cultural resources are made accessible to everyone for free. Public investment in digital methods of delivering life-long learning is needed to create an information society. The Net should become the encyclopedia of all knowledge: the primary resource for the new Enlightenment.

23. We believe that the role of the hi-tech gift economy should be further enhanced. As the history of the Net has shown, d.i.y. culture is now an essential part of the process of social development. Without hacking, piracy, shareware and open architecture systems, the limitations of the money-commodity economy would have prevented the construction of the Net. EDAN also supports open access as means of people beginning to learn the skills of hypermedia and computing. The promotion of d.i.y. culture within the Net is now a precondition for the successful construction of cyberspace.

24. We are the digital artisans. We are building the information society of the future. We have come together to advance our collective interests and those of our fellow citizens. We are organised as the European Network of Digital Artisans. Join us.

Digital Artisans of Europe Unite!

CoÃ?â?¹trato

“Onde se fixa a imagem do eu ideal
E onde se determina em espelho o Eu
Em sua Função de rivalidade
de Maestria
de distinção”

( Jacques Lacan – “Estádio do Espelho”)

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GUARANI


foto por Mathieu Struck sob esta licença linkada.

Miniature wood statue sculpted in the late 17th century by the guarani indians and the jesuits, used in christian rites and for the decoration of the churches of the region. The museum of Santo Antonio das Missões (southern Brasil) has an impressive collection of indian-jesuit statuary.

Os gritos de qualquer paspalho como eu

video do Matema em concerto espetaculoso (no Rock de Inverno 5) em 2004 (por Marcelo Borges)

Trí¤ume dass du wach bist und trí¤umst
Trí¤ume dass du shalí¤fst und trí¤umst
Trí¤ume dass du aufwachst und zu trí¤umen

le_rêve_Q_vouz_REVEILLEZ_pour_rêve
..le rêve que vouz (REVELA!) AU DORT

/* Dream that I dream Awake
Dream that I wake up to dream */

O livro indecifrável na tua prateleira
Os gritos de qualquer paspalho como eu
Pedaços da mesma mentira
Servindo a Industria onde deus dormiu ((ou?)) DEUS MORREU

Pela manhã o sonho pelo ralo
O espelho Arranca o teu Nome Com Sabão
Te fizeram decorar TEUS NOMES
te fizeram {[(desenhar ])}um coração

A indústria da tua realidade te quer pra bater cartão
# -p -e -d -a -ç -o -s
da mesma mentira
pedaços da mesma

ilusão.

Album do Matema completo pra download (ouvir 12 vezes cada musica depois apagar):
http://www.organismo.art.br/matema/album.zip


http://www.organismo.art.br/matema/poemes.html

Eu sol
Me incendeio
Um ou dois fósforos bastam
Palavras não…Juntemos Todas elas…
Mais toda a nostalgia do passado.

[[ Fotos. Revelações.
E claro não se esqueça todos os SE
e os TAlvez…talvez… ]]

Sangro. Eu coração. Faço pela Lua aquela (…)
#)Ela me eclipsa
Sugiro Façamos disso tudo uma grande chama…
*)Fogueira. Incendio.
Pra nos aquecermos numa dessas noites frias
%)Me incinero no auge da minha alquimia

O organismo casulo é sobretudo uma experiência de aprendizado cientí­fico.
Uma nova proposta de acumulação do saber.
O organismo Casulo inicia-se como uma alternativa ao consumo do espetáculo alienante
produzido pelas máquinas corporativas e aos poucos vai tomando lugar como uma nova forma de espetáculo,
aonde a produção de auto conhecimento e reflexão sobre a condição humana é constantemente aprimorada.
O Organismo Casulo é espaço de acumulação e reprodução empí­rica do saber. Como no conceito deleuziano de máquina abstrata,
o casulo está sempre na linha tênue e inví­sivel de uma forma ainda não territorizada. E como o espaço de sua existência são as redes virtuais
sua forma será sempre mutável. Em fases mais avançadas de sua existência, o casulo torna-se um organismo auto sustentável pela própria
comunidade de células que ela vai gerar ao redor do mundo, que por sua vez estará gerando novos organismo casulo
trazendo um equilí­brio e auto-crí­tica no maquinário de exercí­cio de influências e no próprio conceito de organismo casulo.

Como aquilo que no organismo, dissolve e Coagula..
É a estrela que sangra..e dá a luz a tal estrela que dança… teu suor nos esquenta..
o que sangra o sol.. sangra a lua… o que segue o sol … segue a lua … o que cega o sol cega a lua…

Dissolve e C o a g u l a …

torço pra que o robô delete e/ou manchete sem foto, há cores.

simples se fosse só caospital
macaco puxando bugio lesado de volta pra espantar chuva
pra espantar ví­rus da gripe surtando que urro ou rabisco é penicilina
eloquencia da lesão do esforço repetitivo
banaliza eloquencia
dispensa a trema
aki. com ponto.

isso não é verso
e tua gramática que se molde no sono do ââ? Â

todas tuas subsâncias anestesicas

vetor

teu desespero servidão
se move se culpa por mascar o osso do morto
mente que viu o que pensa virar carne
liga a caixa dissimula o autismo

epifaniza o delí­rio da dicionária

multiplica os corpos
justifica os copos
cospe em silêncio os totens nomes-próprios a não-reler

acabou-se o fim do mundo

seios para um novo reino
genêros pra quem verte leite

tua culpa – tu que decidiu prover sentido

e do analfabeto ao rabisco, do rabisco ao gesto

do tropeço ao ââ? â??

sistema arreverso

matema

“(…) Conjuga um sistema arreverso, cultiva tudo que lhe tanja, convida tudo que fôr angênico, miasma, escória, diferença, rebotalho, carência insubsistente, os gnomos de Prestesjoão a cair sôbre os pigmeus, petranhas edificantes. O revérbero toma a forma que o torna um dilema equilátero. O revérbero: sí­stole do ser, diástole já produta de si própria pelo outro. Manter as últimas consequências dentro dos justos limites | Imparódias em falsete: o limite aonde tende o hiato deixado pelas elipses cuja razão de ser sua função já cumpriu a contentamento. Atrás da orelha: o pulgatório entresai. Salto mortal em curva de segundo grau, extremo onde se resolve voltar a ser normal, rentremos. Cabeça etérea, tronco fluido e membro sólido, da pedra ao vapor, o upa não passa por nenhum oásis, e também acho: que soslaiavanço representeia um encontrovelo, vim perguntando a um por nome, a cada outro através de diversos recursos. Trato-os de um jeito, de um jeito de molde a que se diga levantando meu ní­vel: fui primeiro a descobrir a propulsão dos projéteis a vazio contí­nuo, moléstia que pôs fora de foco muitos dos melhores; a indeterminação de certos limites e com licença da exatidão a santidade de solos até então classificados como meros flatos de voz. A margem de chances de ocorrência a uma certeza, sem ponto de referendum com as áreas precedentes, de cem a uma cai nula. Quem vive a favor da realidade?

Se eu, bazar provendo quermesse, não os tivesse tirado do esquecimento a que os votavam lendas e lendas, seu centro estava ausente, seu janeiro além do contrôle, a salvo de incêndios, de todo destino isento. Quis al. Num raio de dois olhares, nenhum lençol de fantasma para serenar meu gôsto por êsse tipo de espetáculo.

Onde tudo é bruma, o navio perdeu a ursa, aonde rumo? Aquendiospártia | Um encontrito dissipa oblí­qua queda, a luz na fresta em baixo da porta, ruí­nas maquinam malefí­cios, abismam planí­cies, trocam o dia dos palermas por uma noite de alarmes | Falta fé nas trajetórias, febo nas camélias, fogo na canjica, mão de macaco na velha cumbuca | Nova cai a luva uma ova na boa cova guardalupa – a bola obra, empecilho ante o espêlho, bácuo para a vastidão, o óbice cai como um óbolo no glóbulo das clemências suábias, não minimiza, não subestima, antepenáltima | Profeta anacrônico, sicofanta do devir, diga agora o que vai ser, o descortino dos noví­ssimos não te predispôs a adulterar utopí­adas? O velho poço, Tales filosofa e catrapum | (…)”

occam 1975

Submidialogia em Olinda-PE

data: 12, 13, 14 e 15 de Outubro de 2006.
locais:
– Mercado da Ribeira – Centro Luiz Freire – Casa do Turista / Olinda – Pernambuco

http://submidialogia.descentro.org/submidialogia.html

a idéia

mimoSa

+trazer diferentes experiências – teóricas e práticas – para contatarem-se;
+jogar, de um novo ponto de vista, articulações entre teoria e prática nos meios tecnológicos;
+incentivar teoria sobre as prááticas para que estas não anulem-se tornando-se utilitarismo;
+incentivar práticas sobre teoria, aplicando experiências em prol de uma (sub) concepção do aparato tecnológico midiático;
+criar um espaço tempo de subversão das prááticas e teorias sobre tecnologia.

Els Hommes passen con El Vent: eu e o meu gosto musical

domingo, 20 de agosto de 2006
o olho direito não focaliza
mas trepidaste
duque e mina os cachorros entediados
viraram o barco a esquina o lixo
visto deste eixo parece menos cálido
reitoria
tratado da

tripudiaste
me

assinado a azul

a vocês os mosquitinhos
odeio
o playmobil
de abajour
a andróide carcerária
com cara de pato
que entende tudo errado
tudo errado
e te rotula
– – – – – – – – –
de forma provisória
– – – – – – – – –
escrevo procuração
ah odiada
ah odiosa
manhã do vegetariano
acordar ganhando
uma espada de voz de pelúcia
lembro de ter me retirado
e ela havia se retirado mas foi
trapaça sobre a malha de hesitação que caracteriza-descaracteriza
sua minhoca de colégio
sua minhoca do senhor
três mangos pelo seu co-lapso
ou quem sabe eu
a gente vai precisar especular a percepção
constantemente informando os miolos através dos quais
o meu escopo a minha jurisdição o meu miosótis não comporta qualquer desvio misericórdia

eu tripudiavas

segue a lista
santa faltando
pé na nuvem
mila e o dinamismo
sem fim
japeri
araguaia
variável auditiva
duque&mina

loucos, funcionários e bobos –
riam amazonas

fazenda de tartarugas proibidas
libido e bí­lis e juntas
pedras preciosas
nervos macios e moí­dos
muito
fluidos
tecidos e miolos

enviado por lucida – lucida sans í s 23:02:14.

olho de corvo

Em qualquer tempoépoca o seu contemporanêo se desespera.
A desesperança gera artimanhas e as artimanhas o fazem desesperar novamente.

mesmo lá do outro lado da noite,
onde parece que não mais amanhecerá,
posta-se firme um sujeitinho
chamado amanhã.

A SOL,uberalles.

não disse a página 75

Encare com naturalidade

pdreceive 3600 udp | while read LINHA ; do

unset PDINTER_RESP
case $LINHA in
texto*)
PDINTER_RESP=”$(zenity –entry –window-icon= logo.png –text ‘Digite o nome do arquivo e suas tags, separados por virgulas:’)”

A vida aqi vira a via,

Monstros adulteram as vias a poder de rasuras.

Os bichos zombam dos sábios: montam uma peça mais perfeita<>*#(*!” troia caiu cairá Vrijburg

fabrico hipoteses

façamos uma hipótese

por exemplo, este livro.
não estou ouvindo música, é outra coisa que estáacontecendo.

perco os sentidos, ganho os dados. deus não morreu, perdeu os sentidos.
cá estou, o resto, salário do silêncio, o mistério

eu contemporanêo do meu fantasma, Cc no trédi, adicionar Cc, adicionar CCo, subject contemporanêo do fantasma do meu fantasma

NO HAY EDITORA NO NO HAY. É AQUI MESMO. SIM AS CAPS LOCK. SIM ERA CAPS LOCK. JA GRITAVA EM CAPS LOCK A MACHINA. JA ESTAVA ERA AQUI.

tags: thread, catatau, hacking, code party, RECOMPILANDO KERNEL, macumba, amanheceu, o dia vira, a noite é nada, playlist modal, violão, enendeu, leu, entendeu sim, achou-se, vire-se

!=occam 0 not equal não

ARTICSCHEWSY @ subject

controlccontrolvzaratustraedaí­”
e uma manhã, erguendo-se com a aurora, pôs-se em frente do sol e falou-lhe deste modo:

“Grande astro! Que seria da tua felicidade se te faltassem aqueles a quem iluminas? Faz dez anos que te abeiras da minha caverna, e, sem mim, sem a minha águia e a minha serpente, haver-te-ias cansado da tua luz e deste caminho.

era só mais um

mais um controc+v

só mais um amanhecer

7:41 pontal

cocinando

RAW IDEAS? Converge these recipies…we’re always ready to cook…

These ideas stem from recognizing that we live in an age of overloaded information and possibilities of connection over networks formed by shared speech that is beyond territorial and linguistics borders. On the other hand, the Cartesian and systematic organization of this DATA tends to be dissolved into the space where it takes form by institutionalized functions (from arts to engineering; from activism to social theory). Nevertheless, those flowing identities are touched by subjectivity before they lose strength – through this process of intervening within such functions and spaces they will produce contradictions even while acquiring an “institutional” meaning. Our effort is for all “DATA-processed-speeches” to be perceived as a chaotic dance of entities, sculpted into symbolic rituals, “cruelty theaters” aesthetics AND REAL PRESENCE of direct action, leading forms of practice and ethics to an immediate perception of human dimension. This is the ambition of “cooking” projects.

This “feed-back” and mirroring of data will cause the sensation of simultaneous presence and the kitchens will become a place passing through geographic borders taking the repertoires as a common database for reality constructions. This will influence direct action and relationships through the network. The processes caused by the “kitchen” should also be registered and reprocessed in new rituals and future ideas.

We stimulate the rhythmic use of the kitchen, spoken words, musicalization of cooking acts. We ask for the use of different languages and accents as you cook this data. After the dinner, one should digest the data and expend the consequent energy through direct actions in the streets.

circuitbending

Tropeçando lá e cá descobri uma tag muito legal: “circuitbending“.
É quase uma “cena cultural” ou “moda” se preferirem, mas não deixa de gerar umas idéias metarecicleiras, curiosas e etc…

Basicamente consiste em pegar brinquedinhos ou qualquer eletro eletronico que esteja largado e inventar alguns curto circuitos, amplificações, soldar novas peças, gerando uns instrumentos musicais malucos… isso dava uma oficina de pirar a gurizada… acho que é um jeito bem divertido de dismistificar a eletrônica (que como ja foi discutido aqui, é ainda vista como “magia”, “ferramenta do progresso” ou “fetiche consumista”)…

minidocumentario:

festivalzinho ta rolando:

wiki:
http://www.bendwiki.org/wiki/index.php?title=Main_Page

tags do youtube e delicious:
http://www.youtube.com/results?search=circuitbending&sort=relevance&page=1
http://del.icio.us/search/?all=circuitbending

Bife a milanesa de manhã de manhã, faz pra mim mãe.

As mães não querem mais filhos poetas.

A esterilidade dos poemas.
A vida velha que vivemos.
Os homens que nos esperam sem versos.
O amor que não chega.
As horas que não dormimos.
A ilusão que não temos.

As mães não querem mais filhos poetas.

deram o grito
desesperado
das mães do mundo.

Hilda Hilst, baladas, pg 55.