HackEANDO CaTaTau!


(Ei
você,
ilíada_de_Ulisses_Wake_atatauC_orãoBibliaToráMacthub_AlephArt
czschwinkyChomsky__C++
)

Um grande vetor atualmente nesta busca é o destrinchar de
grandes MATRIX
dos códigos língua
portuguesa do Brasil e seus delírios em outras fontes
,
e abusando de uma metáfora do provinciano:
aquele
que não está no mapa e por isto está
em todos
.
Sem apelar a demais bairrismos e contornos pretendemos recompilar
códigos fonte desta angústia
sintática que é o delirio GLOBALIZANTE no meio da
simbólica selva tropical,
ou provar pra todos que somos
provincias-pensantes, justamente
por que sabemos que NÃO SOMOS
.




Somos nós. Ou melhor EU = VOCE = EU - o PRo_NOME-SUJEITO...
mAIS POESIA..cÓDIGO aBERtO.. hACKEANDo CATATAUSS...
registre-se..Compile..Flua por aqui...

mensagem na garrafa n01

CURITYBA
THE CITY OF THE I

               C
 H  O W

L
  E
                            S
 K  I

                  M
 I  N  

                        W

                     E

                  Z
 

               C

            Y
  

                   T
  

               R

            A
  


Caro (a),

Leminskilink,
perhapsrap
,
alhures

ou alheios, aliás,

evoco a memória do POETA e invito

os
aquiness presentes

a
miracionar
essa
lembrança,

incorporar
a
situssintonia
cria-cole-tiva
,

JÁ!
+:
Nowounão,
in progress…

Penso,
pois, pois, in algo do além, spirit,
sopro
de translíngua entorpecida
,

da
vida e cultura
re:he!INVENTIVA’s.
Sonhos dos quais “o bandido que sabia latim”
carregava consigo,
comoumkoan.

céus,
fumaças, vapores, névoas, neblinas,
no
blues / nublados
paisagens
tortas,

gerundiando
concretudes nestenetnicho minifesto

acolhendo
occamsionais
obs

d’outras
inquietas almas.

Home(page)nagem,
dedicatória,
offerRe:nda.

Ouautrecosa,
lógico.

Lança-se
a
propdesincroleitura:
CATATAU.

Saudactions,

Artzschewski

24/08/2005


polapalavírus

(a),

Leminskilink, perhapsrap,

alhures ou alheios, aliás,

evoco o POETA e invito

os aquiness presentes

a miracionara lembrança,

em situssintonia cria-cole-tiva,

nowounão, in progress…

penso, logo além, spirit,

sopro de translí­ngua entorpecida,

sonho de vida he!INVENTIVA�s

comoumkoan by “bandido que sabia latim”.

Céus, fumaças, vapores,

névoas, neblinas, no blues / nublados

entortando paisagens,

gerundiando concretudes nestenetnicho minifesto

occamsionais obs d�outras inquietas almas.

Home(page)nagem, dedicatória, offerRe:nda.

Ouautrecosa

Lança-se a prop.sincroleitura: CATATAU.

mamelucovírus

Quem sou eu se este tamanduá existe?

músico, poeta, dançarino?
>LEMINSKI LINK LINK LINK POETA RICOCHETE

“…Queria saber quem havia inventado tão maravilhosas cousas proporcionadoras de alegria.

E veiu a saber. Um caiurucrê (da etnia caingangue) encontrou no mato um tamanduá-mirim (cakrekin) e o atacou com um cacete, quando o tamanduá se poz de pé a bailar os passos e a cantar os versos aprendidos pela tribu.

Emi no ti, vê, ê, ê, ê,

Ando chô caê voá, a

Há, há, há…

Emi no tin, vê, ê, ê, ê,

Emi no tin, vê, ê, ê

Dói cama vorô é

Que agnan kanan bang

Goyogda emi no tin.

Eââ?¬â?¢ qui matin…

Eââ?¬â?¢ qui matin…

Estava desvendado o mistério.

Fora o tamanduá o creador da música, da poesia e da dança. Os tamanduás são desde então considerados pelos caingangues os pais da humanidade. Sua antiguidade faz com que eles saibam muitas cousas que os homens atuais não sabem.”(1)

(e Cartesius nem se quer imaginava…)

(1) MARTINS, Romário. Paiquerê. Mitos e Lendas – Visões e Aspectos. Curitiba: Aqui!, 1940. P.24 e 25.

comecei essa brincadeira…
e o Octávio Camargo botou pilha…

http://www.organismo.art.br/descatatau

… .. moçada… preciso de mais dedos nessa idéia…

…..
http://www.organismo.art.br/descatatau
.
……….
…………………
………………………………………………….
O relógio do sol aqui é cera derretendo rejeitando a honra de marcar as
horas..
o esterco do preguiça nos soterra na areia movediça (…) Ao desertor..
os desertos!
Lugar onde / se faz / o que j* foi feito… eu te fiz / agora // sou
teu deus / para acabar em livro / e o acaso não existe / eu comento
hipóteses /
…………
nillow

riamba

pemba

gingongó

chibaba

jererê

monofa

charula

ou

pango

tabaqueação de tupinambaoults,
gês e negros minas, segundo Marcgravf

cttau-pg15sul

Matema

Todo pessoal que esta frequntando o Lab e as Listas está convidado a ir visitar os ensaois do Matema e todo o nosso processo de pós produção. O estudio Matema fica na Galeria Ritz segundo andar ( 207) ali no calçadão da XV.

Esta no ar o blog coletivo do EmbapLab

Esta no ar o blog coletivo do EmbapLab-Orquestra Eletroacústica Organismo, todos os usuarios do lab e desta lista podem publicar textos e imagens lá, e so cadastrar-se em http://www.organismo.art.br/blog

apareçam”¦

Lista de Emails do LABORATÃ?â??RIO EMBAP

****************************************************

Para facilitar a vida de quem não quer fazer um cadastro no yahoo e para aproximar mais o grupo da embap do *bastante* ativo grupo do ESTUDIO LIVRE, passaremos a utilizar a lista no dominio estudiolivre.org.

As pessoas que ja estão cadastradas não precisam fazer nada, apenas daqui pra frente passem enviar as mensagens deste grupo para:

************ embaplab@estudiolivre.org

pessoas que desejam cadastrar-se no lista devem mandar um email ( do email que desejam receber a lista) para:

embaplab-subscribe@estudiolivre.org

Assunto: subscribe

********* Aconselho aos interessados também assinarem a lista do estudio live em:

http://lists.riseup.net/www/info/estudiolivre

Fora isso, visitem o wiki do estudio livre em: http://www.estudiolivre.org

– O QUE É ESTA MÃ?QUINA-ORGANISMO-MOEDA? —

O projeto se vale da musica eletroacústica em torno de uma suposta “máquina” e da história de um aspirante a artista (e seu amigo imaginário), que decidem construir esta máquina “de fazer moedas”, uma obra “conceitual” e carregada da ingenuidade ambiciosa que quer criticar o valor na sociedade de consumo, produzindo moedas personalizadas que tem impressas em sua coroa a frase “Qual seu real valor?” e o sí­mbolo matemático do infinito. Desde a concepção da obra e angústia do artista em tentar materializá-la até a sua decepção com a recepção desta pelo mercado da arte e sua rendição frente ao mercado e ao pragmatismo maquiavélico das massificações; o público participa e interage com a tal máquina e com a história, fazendo música e ao final recebendo a tal moeda, que subliminarmente propõe a tal reflexão.

A incrí­vel máquina de fazer moedas é um projeto que pretende explorar o recurso estético do fetiche tecnológico para criar um ambiente ritualí­stico, que contrapõe o homem versus máquina, não apenas no sentido da engenharia que envolve as máquinas criadas pelo o homem, mas também no sentido da máquina “instituição”, este grande ser sem rosto que impõe o valor dos objetos (sejam pessoas, animais ou coisas). Utilizando a meta linguagem de uma obra que fala da produção dela própria, usando de sarcasmo, brinca com a questão do valor da arte e do real valor das “geringonças conceituais”. Com isso acaba por analisar o valor da própria ação do homem numa sociedade “mecanizada” da era pós-industrial.

Este processo de composição e performance da obra também serve de laboratório para empregos alternativos da tecnologia, usando pesquisa com hardware “reciclado” para criação de ferramentas como controladores gestuais de eventos sonoros e visuais gravados e sintetizados pelo computador. Para isso serão utilizados “softwares livres” fomentando um conhecimento numa área da computação onde é possí­vel socializar e dividir muito melhor o conhecimento, alimentando uma cultura de inclusão e maior soberania cientí­fica.