Saci-Pinheiro

sacipinheiro
to embaplab
More options 6:55 pm (4 hours ago):

Há uns certos tipinhos curitibinhos que adoram falar mal das manifestações pagodí­sticas da cidade. Tratam com um certo desprezo de nariz empinado. Coisa de pobre, dizem.

Dificilmente alguém te liga nesta cidade natalina para dar uma sambadinha do porão do noel rosa. Curitiba ficou só com os presentes da Saturnália. Mesmo assim, o noel vive cheio de sereias com rabos longos. Verdadeiras cucas malumaders.

Mal sabe eles, estes tipinhos curitibanos, que o pagode, o balacobado, o samba no pé, é que realmente farão com que esta cidade solte a franga e deixe de ser pasmacenta. Mesmo que seja um samba melancólico. Viva os Sacis e Garibaldis!

Curitibinha quer enganar o saci mas não consegue. Sei que as curitibinhas, os curitibinhos, adoram um xaxá do xexé. Sei que este é grupo de forró, mas para quem gosta de anjinhos cantando músicas de natal, tá valendo.

Xaxá do xexé… hehehe…Curitiba é esse sabugo estéril que Dalton tanto fala. (Aliás, o Dalton está precisando de um pagodinho para desanuviar o pacová). Não há húmus cultural, verdadeiramente cultural, nesta cidade. Aqui cada um é uma herança de algum museu de alguma parte da europa. Falta povo. Povão. Povinho. Por isso proponho o tombamento ali do The Brothers no Largo da Ordem. Que casa Hoffman o quê!?

++


foto enviada por solda para a listaleminski@estudiolivre.org

Site Specific – Nomadismo Psíquico – Autofagia

museu do poste apresenta:

Espasssssssosz Autofágicosssssz

Conjuga um sistema arreverso, cultiva tudo que lhe tanja, convida tudo que fôr angênico, miasma, escória, diferença, rebotalho, carência insubsistente, os gnomos de Prestesjoão a cair sôbre os pigmeus, petranhas edificantes. O revérbero toma a forma que o torna um dilema equilátero. O revérbero: sí­stole do ser, diástole já produta de si própria pelo outro. Manter as últimas consequências dentro dos justos limites | Imparódias em falsete: o limite aonde tende o hiato deixado pelas elipses cuja razão de ser sua função já cumpriu a contentamento. Atrás da orelha: o pulgatório entresai.


(bin laden em performance site specific – em busca de seu green card )

Se eu, bazar provendo quermesse, não os tivesse tirado do esquecimento a que os votavam lendas e lendas, seu centro estava ausente, seu janeiro além do contrôle, a salvo de incêndios, de todo destino isento. Quis al. Num raio de dois olhares, nenhum lençol de fantasma para serenar meu gôsto por êsse tipo de espetáculo.


territorialização da energia elétrica no corpo sem orgãos – trocando o nome da cidade para “…”.
Por um mundo livre. Sem metáfora. Enquanto Argos É dionisio.

Eterno retorno do sintoma


(Ei
você,
ilíada_de_Ulisses_Wake_atatauC_orãoBibliaToráMacthub_AlephArt
czschwinkyChomsky__C++
)

Um grande vetor atualmente nesta busca é o destrinchar de
grandes MATRIX
dos códigos língua
portuguesa do Brasil e seus delírios em outras fontes
,
e abusando de uma metáfora do provinciano:
aquele
que não está no mapa e por isto está
em todos
.
Sem apelar a demais bairrismos e contornos pretendemos recompilar
códigos fonte desta angústia
sintática que é o delirio GLOBALIZANTE no meio da
simbólica selva tropical,
ou provar pra todos que somos
provincias-pensantes, justamente
por que sabemos que NÃO SOMOS
.




Somos nós. Ou melhor EU = VOCE = EU - o PRo_NOME-SUJEITO...
mAIS POESIA..cÓDIGO aBERtO.. hACKEANDo CATATAUSS...
registre-se..Compile..Flua por aqui...

venha <-- conquista de Espassssso

______enquanto isso em curitiba:

Sexta:

Festival-aniversário-Processo-mnfdosngonodsososdodsdgspds,,çv,dsdpog!

Casa da Karina (envelhecendo na cidade)
Travessa Bom Retiro, 27. Bom Retiro.
Curitiba/PR. fones: 41-3352-2927 e 99745493.
levem cervejas e instrumentos musicais

Sábado:

Domingo:

—– enquanto isso em Sp:

…….

AÇÃO COLETIVA CONTRA A REINTEGRAÇÃO DE POSSE
DO EDIFICIO PRESTES MAIA, MSTC

QUE LÂGICA É ESSA, QUE PRIORIZA O IMÂVEL E NÃO O HUMANO?!

O Movimento

O MSTC – Movimento Sem Teto do Centro é composto por cerca de 8 mil
pessoas lideradas por dez mulheres. Cada coordenação reside em um
prédio diferente, sendo que em cada um, além de um coordenador geral,
há uma segunda coordenação, eleita anualmente pelo movimento.

Mulheres, crianças, jovens e homens fazem parte desse movimento. São
trabalhadores na cidade de São Paulo, a maior parte mão de obra
formal, em empregos como cobradores de ônibus, catadores de papelão
para a reciclagem, são faxineiras, lavadeiras e costureiras que í 
noite vão para a ocupação e participam da vida interna e polí­tica do
movimento, para lutar por moradia. Além disso, atuam na organização de
propostas concretas para o centro de São Paulo, interferindo
diretamente nas polí­ticas públicas como, planejamentos de habitação,
criação de trabalhos cooperados, redes de produção educacional e
cultural.

O Edifí­cio Prestes Maia

O gigantesco edifí­cio modernista denominado Prestes Maia ficou ocioso
por 20 anos! As taxas de impostos não pagas, acumulou uma dí­vida
superior a 4 milhões de reais, ou seja, 2 milhões a menos que o valor
do prédio junto í  prefeitura de São Paulo. A Constituição brasileira
prevê em um dos seus artigos que, caso um imóvel se torne ocioso por
mais de cinco anos, passa a ser bem público. A presença do movimento
nesse imóvel público tensiona as desigualdades sociais e joga foco
para questões bastante urgentes que dizem respeito a todos nós
cidadãos.

Sua localização: Avenida Prestes Maia 911, centro de São Paulo, sobre
o Metrô da Estação da Luz, ao lado da Pinacoteca.

Integração sem posse X Reintegração de posse

Há três anos, 3 mil pessoas habitam esse edifí­cio. Crianças nasceram,
muitos morreram; juntos passaram por incêndio, suicí­dio, rearranjos
coletivos, comemorações…Essas famí­lias criaram ví­nculos
trabalhistas, cooperativos e afetivos a partir desse lugar que
habitam.

Agora estão prestes a serem despejados, pois os donos do edifí­cio,
Srs. Jorge Hamuche (Hamuche Jeans) e Eduardo Amorim, não abrem mão do
imóvel. Eles entraram com um pedido de reintegração de posse e este
foi aceito.

A lógica é, “o Judiciário se responsabiliza pela coisa e não pelo
pessoal “. Essas foram as palavras da representante do Judiciário na
reintegração de posse do Edifí­cio Guapira, no final do ano passado.

Se não for para moradia popular, que outra utilização pública terá
esse edifí­cio?Uma possí­vel negociação se torna inviável, a partir do
momento que é inegável a potencialidade econômica para esses senhores.

O MTSC opera na aceleração desse processo de passagem, pressionando a
compra do edifí­cio por parte das autoridades para transformá-la em
moradia popular. Em meio a essas tensas negociações, surgem
especulações bancárias e imobiliárias, jogos financeiros e geralmente,
despejo dos movimentos de ocupação.

Colaboração

Diagnosticada a situação, se faz urgente (pois a reintegração pode
acontecer a qualquer momento) divulgá-la, para que toda a sociedade
fique ciente dessa realidade. Queremos a inversão da lógica já
estabelecida, chamando a atenção das autoridades e mí­dias em geral
para o que está acontecendo nessa ocupação.

Somos provedores de cultura, mas antes somos, cidadãos. Apoiamos o
Movimento dos Sem Teto do Centro, a ocupação do edifí­cio Preste Maia,
legitimando sua autonomia, suas propostas públicas de, ocupação,
moradias populares, educação, projetos cooperados e suas, nossas,
manifestações.

FAZEM-SE NECESSíRIOS ESCÂNDALOS!!!

AÇÂO COLETIVA DE APOIO AO MSTC CONTRA A REINTEGRAÇÃO

Chamada para Ação Coletiva no Prestes Maia!

Em face da proximidade da reintegração do Prestes Maia e da urgência
mostrada pelo Movimento, decidimos realizar uma Ação Coletiva contra a

reintegração de posse neste sábado, dia 02/07, a partir das 14h.

A idéia é fazer ações nas calçadas em frente aos dois edifí­cios que
compõem a ocupação, na Av. Prestes Maia e na Rua Brigadeiro Tobias,
realizando inclusive intervenções nas fachadas dos dois prédios.

Algumas ações planejadas:

– montagem da exposição SPLAC, realizada neste domingo pelo EIA –
Experiência Imersiva Ambiental, de trabalhos que questionam a
especulação imobiliária.

– projeção de ví­deos do ACMSTC – Arte e Cultura no Movimento Sem Teto
do Centro, sobre a Reintegração da ocupação Guapira do Comunas Urbanas
e outros sobre movimentos populares e ocupações;

– lambe-lambes da Bijarí­ sobre a gentrificação;

– homens- placa e panfletagem;

– instalação de uma tira de pano vermelho na fachada;

– produção de ví­deos e documentação em fotografia;

– instalação de ilha de rede auto-sustentável para a circulação
simultânea de informações na Internet ;

– instalação sonora / DJs.

Outras ações estão sendo propostas. Pretendemos fazer o maior
escândalo possí­vel e contar com a participação de pessoas de diversas
áreas , cultural, polí­tica e intelectual, procurando mobilizar a
sociedade contra a reintegração. Precisamos de toda a força possí­vel
nas ações, contatos com aliados e divulgação na imprensa.

Para todos que queiram participar, haverá uma reunião com o MSTC
nesta quarta-feira í s 19:30 da noite na sede do Movimento, na Av. São
João 1495.

Confirmada a participação:

Catadores de Histórias, Esqueleto Coletivo, EIA, TEMP, A Revolução não
será televisionada, Elefante, Comunas Urbanas, Comunas da Terra / MST,
Nova Pasta, mm não é confete, Bijari, Cia. Cachorra, Ateliê Espaço
Coringa, Coletivo Tuxxx, CMI – Centro de Mí­dia Independente, Comunas
da Terra, Cena Dinâmica, Fórum Centro Vivo, Gavin Adans, Cristiane
Arenas, Os Bigodistas, Marcha
Mundial das Mulheres, Imagético, Cabeza Marginal, Iatã Cannabrava,
Letí­cia Rita, Base V, Mí­dia Tática, Instituto Polis, Fórum Centro
Vivo, Daniel Arrubio, Suely Rolnik, Peter Pelbart, Toni Venturi, Xico
Sá, Lucas Bambozzi, Grupo C.O.B.A.I.A, Rui Amaral, Artbr,
Radioatividade, Grupo Dragão da Gravura, Evaldo Mocarzel.

MANIFESTO DO MSTC- MOVIMENTO DOS SEM TETOS NO CENTRO- 2005 / retirado
do site do movimento: www.mstc.org.br

O que é o MSTC?
O Movimento Sem-Teto do Centro é uma articulação de grupos de base e
de Associações de Moradores das ocupações e projetos já conquistados.
É um espaço de formulação de propostas e de lutas por moradia ao mesmo
tempo em que procura se articular com outras lutas populares
organizadas pelo movimento social.

Quais são as orientações e princí­pios do que norteiam o MSTC?
1. incentivar a população que não tem moradia a pleitear recursos do
Estado e/ou dos beneficiários do modelo econômico para a realização de
projetos habitacionais e construção de moradias populares, que atendam
suas necessidades enquanto população excluí­da, possibilitando assim a
manutenção da estrutura familiar.

2. no processo de luta por moradia, organizar grupos e associações
populares autônomas e permanentes, que garantam a ampla participação
democrática das pessoas e famí­lias. A organização própria é um
instrumento para desenvolver as famí­lias e suas lideranças, garantindo
a continuidade da luta e transformando aquela população excluí­da em
agentes de sua própria história.

3. inter-relacionar-se, unir-se, o máximo possí­vel, prioritariamente
com o maior número de outros grupos populares de luta por moradia, e
também com outras lutas populares. Em primeiro lugar, para conseguir
seus objetivos especí­ficos. Em segundo lugar, de modo combinado com o
primeiro, para construir um movimento social forte que ataque as
causas da miséria, lutando por uma Reforma Urbana efetiva.

4. travar a luta permanente pelo direito í  moradia – nunca freá-la,
sob pretexto algum – porque somente através da luta é possí­vel colocar
na ordem do dia as reivindicações populares frente ao sistema de
exclusão que aí­ está. Serão implementadas todas as formas de luta e
ações, decididas pelo coletivo, desde iniciativas diretas,
negociações, intermediações, etc.

5. como perspectiva mais ampla, buscar o desenvolvimento fí­sico,
econômico, profissional e cultural das famí­lias sem-teto, tendo como
horizonte a construção de uma sociedade fraterna e igualitária,
socialista.

6. nas conjunturas eleitorais, incentivar para que o movimento se
engaje na eleição de candidatos efetivamente comprometidos com as
causas populares.

CARTA MANIFESTO EM APOIO AO MSTC

Tendo em vista que a ocupação Prestes Maia sofre reintegração de
posse, e que pode ser despejada a qualquer momento, nós artistas,
produtores, cineastas, video-makers, educadores, agentes de cultura em
geral, que desde o ano de 2003 estamos conectados ao MSTC, devido ao
encontro denominado Arte Contemporânea no Movimento dos Sem Teto do
Centro, ocorrido no edifí­cio Prestes Maia, assim como outros eventos
de igual porte, interamos nosso apoio ao projeto de ocupação do prédio
Prestes Maia, ocupação esta que existe desde o ano 2001.

Ao longo desses três anos, essa ocupação tem mostrado publicamente sua
capacidade de organização em projetos locais de educação, cultura,
formação de base, lideranças, cooperativas, tendo trazido notórias
mudanças tanto para os moradores do prédio, quanto para a comunidade
em torno.

Nós declaramos publicamente nosso apoio í s reivindicações do MSTC para
o edifí­cio Prestes Maia, e pedimos as autoridades competentes que com
urgência, revertam o quadro de reintegração de posse e despejo que
nesse momento ameaça o movimento. Pedimos também que o MSTC, assim
como toda a Frente de Luta por Moradia, sejam acolhidos em suas
propostas e projetos para o centro de São Paulo, no que diz respeito a
moradia, trabalho, educação e cultura.

Certos que seremos ouvidos em nosso apelo público, nessa lista assinam
abaixo pessoas fí­sicas, instituições e organizações formais ou
informais que endossam essa carta manifesto.

ergo sum ERGO


Vem vindo de longe um pensamento longo que todo mundo está pensando o tempo todo, e tem! Quem diria, hein? Oxalá isso aconteça, para a saúde da minha cabeça! Seja feliz, e escarneça dos santos sacramentos,

nem está batizado, e já bebe vinho.

A paisagem, maior que o sonho, padroeira das bestas feras, varada por uma flecha persa! Acocoroxar! Contamino tudo que conto com essa bôca cúmplice: culpas lavadas a lágrima, púrpura só se lava em sangue! Tusso, e vejo um eclipse. Presente, um prêso pronto se apresentando! Da alçada do coração, a laçada do pensamento, o laço!

. Nulo no ato. Ali. Não fôsse isso. Livre, o equilí­brio entre balanças vazias. De súbita presença fica uma certeza, uma dúvida a ficar: um mistério para variar, uma avaria só para constar. Quero durar; eu hei de haver.

Eis-me sendo: sou-o.

Libera um ser fora do tempo, contando para ninguém, consigo. Pode ser heresia, doença ou efeito das circunstâncias controversas que ora atravesso. O alvitre, livre. E, onde, agora, aquêle lugar? Aqui, nunca. Tem alguém por aí­ dizendo o que eu ando falando, respondão, senhor dos ecos e dos gestos! Extinção da vontade do eu, eco no apagar da vela, extinção do eu na extensão do mesmo, atenção para nada de si.

Não, êsse pensamento recuso, refuto e repilo! Constato crescerem em mim, contra o degas e em prol dessa joça. Você sabe de que está falando? Não? Estranho proceder!

Nada aqui onde apóies pensar, não é casa da sogra essa falta de estátuas nas tumbas, sarcófagos nos palácios, epitáfios nos obeliscos, triunfos nos arcos, estirpes nos nomes.

Fico feito um sí­sifo deixando insatisfeitas as voltas automáticas das hipóteses. Coordenadas em ordem, a própria, entregue í  própria sorte. A linha é o menor ponto entre dois caminhos: a bom, a meia, a mais ou menos uma. Ã?Å ste pensar permanente prossegue pesando no presente momento. Artiksewski me tirará pelo coração a tempo da via das minhas dúvidas. Unhas e lentes dum mecanismo de passarinhos operam desde milagres até metamorfoses. Omito.

Uma lei vai vigorar aqui. A lei é esta: assim não vale. A lei é estável. Qual o nome da lei? Um nome bem natural, a lei da máxima é múltipla. Faça o que te apetece, falte quando te fazem falta! Assim não vale. Ali está aquilo.

Afastamento dos fatos, isolamento silencioso. Aqui é isso. Isso sai por uma porta e entra por outra, isso é uma raridade no dia de hoje. Uma coisa rara é coisa notável. Isso houve hoje. Um olhar de Janus aboliu a atualidade. Cara e coroa, cara e máscara. Aquilo está feito. Algo não andou bem. Houve um negócio. O próprio. Uma manifestação monstro adentrou-se nas dobras do terreno e concentrou-se no óbvio. Passa o tempo, o monstro não se mostra, que demora para uma demonstração.

Queriam colocar-me aí­.
Quero ficar aqui, me respeitem. Eu assumo várias formas, ou arrumo vários casos. Caí­ em mim e nos que me equivocam, arranjem um outro eu mesmo que eu não dou mais para ser o próprio.

Ã?Å le mesmo reconhecendo isso, foi levado a efeito. Isso não serve, temos que apresentar exemplos. Acostume-se com isto. Conosco, conosco,

ei-lo

.

Enquanto isso a arvóre da santos Andrade encara o Guaíra em chamas

di-monólogo entre lois e glerm ( ou ROTEIRO FROM SCRATCH):

Hum. Tá. E daí­?

Pensando cá comigo: uma das coisas a se romper é justamente esse didatismo
de ter que “apresentar” o Catatau í s pessoas. Isso é quase “explicar” o
Catatau. Então ao menos dois formatos, pensando nesses termos, seriam
interessantes a meu ver:

não acho que está havendo didatismo. Só pra quem ta aqui pra ” aprender” alguma coisa. Dae é inevitáveR.

1 – A platéia já entra no teatro pelo palco. Na platéia estamos nós, os
organizadores. No palco elas têm que “pagar o ingresso”: tentar
convencer-nos de que acham de verdade o Catatau interessante. Se não
convencerem, polegar pra baixo, e elas são levadas í  porta de saí­da. Se
convencerem, polegar para cima e… elas são levadas í  porta de saí­da.

Concordo de que parece uma situação sarcásticamente engraçada… mas há um cuidado a se tomar: o chiste corre o risco de tornar-se potencialmente preconceituoso e de uma rebeldia infantil/insolente. Dae vira aquela coisa de” Fazer julgamento de deus”, se vingando do vizinho e fazendo a clássica interpretação pateta do Artaud. ” Acabar com o julgamento de Deus” – realmente, seria um bom começo…
Gostei da idéia das pessoas serem levadas pra fora de qualquer maneira… só acho que falta “uma brecha no sistema” para que elas possam “decidir ficar”… Acho que ela poderia por exemplo decidir ficar e “Ser contratada” – com toda a contradição que isto vai querer dizer… (essa sim pediu pra se explicar – se vire desde Jí)… deixando a brecha apenas para os realmente bravos… e deve haver uma outra situação fora que as deixe voltar dae sim PAGANDO. e consciente de que TODO MUNDO PAGA SEMPRE ( “If you ask a philostopher you will see that you pay – Time is off Affliction” )
só acho que isso tudo deve ser sutil, senão vira só aquele jogo de contrangimento “confronto de tribos” do tipo ” nós somos os palhaços do sistema, vocês só nos julgam e agora chegou a nossa vez”…
Acho que ir além disto neste chiste seria um bom começo…

Alias acho que AGORA MESMO o palco ta ali na frente… Fora eu e o Louis num di-mónologo ” sÉrio” , o Lucio tomando cerveja ( e pensando na aula que ele tem que preparar pra amanhão – aquela farsa), O Octavio agenciando TAPETES, o Solda mostrando o Albúm de famí­lia, O gilson TIRANDO FOTOS, os alunos da embap, o matema e a helena perplexos IMPROVISANDO fora da lista, o pessoal @estudiolivre e @organismo.art.br codando nos IPs, o Nillo fazendo uma inteligência artificial de OCCAM, temos alguns potenciaIS ” público” E/ou ” elenco” nos OLHANDO…
E então “público”, o que vocês estão fazendo nesse CATATAU??

ou

2 – Tudo que acontecer no teatro não terá RIGOROSAMENTE NADA A VER com
Leminski ou Catatau.

É obvio. Ao mesmo tempo impossí­vel. 🙂


gilson olha para “o público” no palco, que pede para fazer papel de araúcaria ou de UFPR, ou…

1 – A platéia já entra no teatro pelo palco. Na platéia estamos nós, os
> > organizadores. No palco elas têm que “pagar o ingresso”: tentar
> > convencer-nos de que acham de verdade o Catatau interessante. Se não
> > convencerem, polegar pra baixo, e elas são levadas í  porta de saí­da. Se
> > convencerem, polegar para cima e… elas são levadas í  porta de saí­da.
> >
>
> Concordo de que parece uma situação sarcásticamente engraçada… mas há um
> cuidado a se tomar: o chiste corre o risco de tornar-se potencialmente
> preconceituoso e de uma rebeldia infantil/insolente. Dae vira aquela coisa
> de” Fazer julgamento de deus”, se vingando do vizinho e fazendo a clássica
> interpretação pateta do Artaud. ” Acabar com o julgamento de Deus” –
> realmente, seria um bom começo…

Concordo que existe esse risco. O problema é que esse risco está latente em
qualquer tentativa de quebrar expectativas na relação performer/público. (“Eu
cedo meu tempo e paciência prum ator ficar jogando ví­sceras na minha cara?” ou
“Eu gasto minha atenção pra ver quadros que um chimpanzé pode pintar?”) E
expectativa é o “direito” do cliente que tem sempre razão. Prefiro correr o
risco a compactuar com o PROCOM, que nunca me ajudou quando meu Synth-echo
ficou uma merda.

> Gostei da idéia das pessoas serem levadas pra fora de qualquer maneira… só
> acho que falta “uma brecha no sistema” para que elas possam “decidir
> ficar”… Acho que ela poderia por exemplo decidir ficar e “Ser contratada”
> – com toda a contradição que isto vai querer dizer… (essa sim pediu pra se
> explicar – se vire desde Jí)… deixando a brecha apenas para os realmente
> bravos… e deve haver uma outra situação fora que as deixe voltar dae sim
> PAGANDO. e consciente de que TODO MUNDO PAGA SEMPRE ( “If you ask a
> philostopher you will see that you pay – Time is off Affliction” – Zappa)
> só acho que isso tudo deve ser sutil, senão vira só aquele jogo de
> contrangimento “confronto de tribos” do tipo ” nós somos os palhaços do
> sistema, vocês só nos julgam e agora chegou a nossa vez”…
> Acho que ir além disto neste chiste seria um bom começo…

Sim, a coisa se resolveria se gente “deles” pudesse se infiltrar em gente “da
organização” e vice-versa. Além de haver o polegar pra cima e o pra baixo, pode
haver a mãozinha palma-pra-cima, com os quatro dedos não-polegares unidos,
esticando e encolhendo. E essa pessoa que viesse ao nosso conví­vio ajudaria a
pensar, num bar ao lado do Guaí­ra (ESSE BAR Seria a verdadeira sede do
“espetáculo”)
, o espetáculo do dia seguinte, ou simplesmente bater um papo
qualquer, com todo mundo podendo passar e acompanhar – isso ajudaria a quebrar
a noção “um dia-um espetáculo-um lugar”.
E esses escolhidos ajudariam a pagar
nossa conta do bar, já que “todo mundo sempre paga” (não sei se concordo com
isso, mas… já que Quentin Robert deNameland cobrou, vambora). É óbvio que a
nossa parte seria paga pelo teatro, já que organizamos uma estrutura tão barata
no próprio Guaí­ra e vai sobrar dinheiro não gasto em cenografia, iluminação etc 😉

É tudo tão virtual!! Eu vou aparecer em Curitiba em julho, aí­ vocês vão ver o
que é TQSV*!!!
________________________
* – tudo que sempre viram

não é virtual… é METArelidade.
é ONTOLÂGICO e RITUAL.
Formando novos fluxos de discurso de novos festivais. REAIS.

Quem fizer trocadilho agora: PAGA A CERVEJA.
e eu BEBO leitE – minha vó paga – ela é a mais velha viva, dos mais reais mitos do MEU RIZOMA.
cada um podia desenhar arvores de rizoma, se é pra tornar real.
ESTRUTURALISMO-RETRrÃ?â?- deleuze-lacan-levi-strauss explica freud que explica TOPOLOGIAS…

Fridolientzche@matild_Eichwswsky

_____________________________________
enquanto A sonho acaba, minha vó prepara os cuques em:

A yoko sempre foi meu Beatle preferido


mãe é mãe. fluxus que flua…

atenção a todos envolvidos no riverrrrun:

Não sei o quanto disso é só uma maquiagem pra disponibilizar o Guaí­ra. Também
tem dessa: da distância de onde estou, e ainda mais sem informações
“transparentes” sendo postadas, só com comentários estilosos, fica difí­cil ver
onde está a ponta do tapete pra puxar, dentro desse projeto de ocupação. Qual a
situação mais potente pra ser combatida. Onde aplicar o terrorismo cultural com
mais sucesso.

Alencastro

assino em baixo

GUILHERME SOARES

Sr Luke Scarioquer favor comparecer logo ao tatame

Po Louis cadê sua


bababadalgharaghtakamminarronnkonnbronntonner- 15
ronntuonnthunntrovarrhounawnskawntoohoohoordenenthur- 16
nuk?

Cola o PDF ae e para de falar tantos merdacúporracaralhosifudemotnãotemcomoalguemémanéseráqueeusouseráqueelécagueifedeuperdimeutempofudeucuribaoquebandepreiboisifudecaraiporraessamerdafodassseilavamoae hahahahahahahaha LUKEIA logo ae
marcelancaster Daslu2 caiu no lago barigüi agora JA É. PT de CV é PonTo de macumba!
representa ae!

adorei a mesinha!

glerm

YES? não obrigado.

FAIXA PRETA

Hackeado de Arthur Ratton:

Em um velho galpão do rebouças,bem ao lado do CEFET , Countinho 54
anos,muito magro e com um jeito beatnick senta em uma escrivaninha da
academia de Judo Budokan fumando um cigarro e tomando um cafézinho. Ao seu
redor inumeras fotos em preto em branco com imagens de golpes e competiçoes
de judo.Alguns recortes de jornais se referem ao seu nome sempre noticias
polemicas envolvendo politica e judo.”Continho não concorda com federação e
decide levar atletas indiciados pelo Dops”.Continho diz que COB é pura
avacalhação” .Mestre continho se confraterniza com seus atletas vitoriosos
no brasileiro”. Continho apresenta as tecnicas do jiu-jitsu a judocas
curitibanos” Continho massageia sua boca como se tentasse aliviar uma dor de
dente. Veste um paleto de veludo pesado .Faz frio e o sol entra
vilolentamente pela janela revelando a dança da fumaça do seu cigarro. O
café esta frio.Entram os créditos: Merda Dream em portugues e japones.
Entra na sala um faixa preta japones em quimono e tudo .Anda apressado em
direcão ao vestiario.
FAIXA PRETA
Bom Dia Mestre Countinho!

MESTRE
COUNTINHO

Opa Sansei! Atrasadinho para
aula da criançada?

Cut to:

Crianças alinhadas e ajoelhadas vao fazendo a saudacão ao
Sansei.Todos os tipos fisicos de crianças saudam o mestre japones
morenos,polacos e alguns japorongos.

SANSEI

Hoje vamos ter entrega de faixa e o judoca que vai receber a faixa é um
grande exemplo para os que estão começando aqui na academia. A mae dele no

ano retrasado procurou a academia e falou com o mestre countinho por que o
nosso amiguinho estava doente e precisava exercicio .Ele começou aqui
devagar e se dedicou bastante logo conseguiu a faixa azul e depois logo a
faixa amarela depois de ter passado um verão inteiro aqui apenas comigo,o
Mestre continho e o Dalton.

Dalton é um pequeno faixa roxa japones com um sorrido permanente no
rosto.Ele tem doze anos mas usa um quimono grosso e reforçado como o do
mestre .Sua faixa roxa é desbotada

CUT to: CREDITO (DALTON)

Em uma rapida montagem vemos Dalton tomando cafe da manha/
resolvendo contas em uma prova de matematica e passando cola para os colegas
do fundão,as provas vao aparecendo dez dez dezContas sao feitas e golpes de
judos perfeitos sao realizados pelo pequeno notavel em uma tarde ensolarada
apenas com o Sansei,o garoto de faixa ainda azul e o mestre continho fumando
e aprovando tudo o que acontecia.O garoto é um polaquinho franzino e
narigudo .

SANSEi

E agora depois de ter lutado e conseguido um segundo lugar no ultimio
torneio entre academias eu gostaria de entregar a faixa laranja ao Ingo .

Ingo levanta-se e logo é aplaudido pelos colegas. Sansei amarra
nele a faixa e aos poucos e por poucos instantes tudo ao seu redor vai
tornando-se laranja.O quimono dos colegas ,o tatame,o paleto de veludo do
Mestre countinho .A faixa e amarrada com firmeza pelo sansei que olha com
carinho para o garoto que tem os olhos brilhando.A aula começa e todos estao
em armonia fazendo lindos rolamentos ,dando golpes certeiros .e fluindo com
suavidade e delicadeza pelo tatame

CUT TO

Um HI -FI com fanta laranja e vodka no preparado no balcão. Ingo e
Dalton sao homens,homens jovens 23 anos e estão em um buteco do centro de
curitiba com seus quimonos amarrados em trouxa em cima da mesa ao lado de
outros colegas que tomam cerveja ainda suados provavelmente do treino de
judo. Ao lado de Ingo PAULO LEMINSKI enche um copo de cerveja.

COUNTINHO VOICE OVER

O paulo leminsky tem um conhecimento do judo adimiravel.A poesia do
camarada parece tambem em seus golpes.O polaco é filha da puta.Tem uma
pegada boa e é bom de golpes de perna.



Mitriades, rei do Ponto Euxino, temeroso de venenos, habituou-se a tomá-los todos em doses homeopáticas, sempre crescentes, até se tornar imune até a peçonha.

HackEANDO CaTaTau!


(Ei
você,
ilíada_de_Ulisses_Wake_atatauC_orãoBibliaToráMacthub_AlephArt
czschwinkyChomsky__C++
)

Um grande vetor atualmente nesta busca é o destrinchar de
grandes MATRIX
dos códigos língua
portuguesa do Brasil e seus delírios em outras fontes
,
e abusando de uma metáfora do provinciano:
aquele
que não está no mapa e por isto está
em todos
.
Sem apelar a demais bairrismos e contornos pretendemos recompilar
códigos fonte desta angústia
sintática que é o delirio GLOBALIZANTE no meio da
simbólica selva tropical,
ou provar pra todos que somos
provincias-pensantes, justamente
por que sabemos que NÃO SOMOS
.




Somos nós. Ou melhor EU = VOCE = EU - o PRo_NOME-SUJEITO...
mAIS POESIA..cÓDIGO aBERtO.. hACKEANDo CATATAUSS...
registre-se..Compile..Flua por aqui...

Ã?  Gaia occan@COnSciênCia…PICTOgrafando letra… palavras sereifuisomos…

“E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: ââ?¬Ë?Esta vida, assim como tu a vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes; e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indizivelmente pequeno e de grande em tua vida há de retornar, e tudo na mesma ordem e sequênciaââ?¬â?¢ – […] Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasse assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal em que lhe responderias: ââ?¬Ë?Tu és um deus, e nunca ouvi nada mais divino!ââ?¬â?¢”
(Friedrich ARTYSCHEWNietzsche, A gaia ciência)

Você está muito sensata Acho bom consultar um psicopata

Soldando estou-lhes aqui o Solda, ArtEszhewskE, e +Occan, hackeando leminski: E como ARTYSCHEWSKY / Sãojoãobatavista / Vêm SÂBRIO, Artyshewsky SÂBRIO… SÂBRIO como polaco que é. LUCIDEZ, quem me compreenderá?”.
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Isso não é espetáculo – é METArealidade

Seqüelas do Alcoolismo
Paulo Leminski, Rogério Dias e Solda
1982
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poema meu (de)terminado pelo sujeito de arma zen

solda

A Janela Acesa.

Meu amigo Solda eu eu só temos uma diferença, tantas vezes discutida pelos bares da noite: eu acho o Professor Thimpor o maior humorista brasileiro vivo. Solda, não. Ele acha que é o próprio Professor Thimpor. Como distinguí­-los, afinal? Enfim, aqui está, depois de um longo silêncio meditativo, a volta do Professor Thimpor í s lides joco-filosóficas. Pelo estilo, Thimpor deve ter andado lendo Joyce ou Lennon, nestes dois últimos recentes anos no seu retiro no Tibet, onde o Dalai Lama costuma recebê-lo com o mesmo calor que Fidel Castro recebe Chico Buarque ou Gabriel Garcia Marques.

Atenção, revisores, aí­ vem o Solda, com tudo!

Paulo Leminski

Um Tarado no Tablado.

(í  maneira de um famoço musgo inglês assassinalado nos Estalos Uní­ssonos, num ano não muito pródigo em dezembros)

A janela acesa despintava no peitoril sinequanon. Eustáquio Teustáquio procurava um empalhador de palavras.

Eustáquio Teustáquio, sabem como é, o Nossostáquio, estava parafernaliando entre as postetutas da Rua Chuelo, aquela infestada de Mariaposas. Nostácio não andava bem do patí­bulo e enroscava o balaustre nas pérgulas do pároco. Parábolas mirabolantes lhe atravessavam o mirante desabotoado, empinando coitos nas páginas amarelecidas dos Alfa Rábius.

Não cabendo em si, entrol no barboteco e pediu dois dedos de cedilhas, ao alegrete.

O barçom estranhou o trigode que escondia metade do resto de Nostácius, mas acabou servindo o pratinho feio de cedilhas, das importadas, aos solavancos e solevantes.

– Por Tutatis! Barbituricou Bosstácius.

– Por Tutatis Homeopáticus!

Estas cedilhas cedilham esôfago abaixo saltitontas, como nas fábulas fantastibulosas de toldos os ambrosebierces e millôres da riodondeza!

Restros de luz enbelheciam o barboteco í quela hera da madrugadália. Foi quando entrol Heptandria, num vestido e havido como gerúndio, embora a desconfiança fosse geral do galvão ferraz, impávido na montanha de Fócida – dessas consagradas a Apolo, Parnaso, se me entendem – repartindo o cabelo entre o paroxismo e a rubrica mal desenvolvida.

Heptandria brilhava de posméticos e ledosivos. Saiu de trás do biombro e salcudiu o açúlcaro, como se pretendesse emporcalhar o chafé soçaite. Teustáquio abalroou uma mariaposa e desferiu-lhe o supersério, acenando-lhe bipétalo. A mariaposa, rubirosa, chamou dois esmagas que faziam a renda da rendondeza e correu para os braços de Morfeltro. Formou-se a Confuciozão. Heptandria fugiu para o bardel e truncou-se em ásdecopas, dando uma de joão-de-bruços. Uma cirene argentina desatou em marlombrandos, dos magros. E vieram as leziras e os lamarões de água parada e decomposta ao sol. Tonto, embora zorro e lúcido, Nostácius estendeu todos os tentáculos e desceu a Rua Chuelo e seguiu os padrões geraes da leiteratura brazilianista actual. Um empulhador de próstatas passava pelo logar – minto muito pra não dizer palavrório e para não dizer nada – e seguiu Nosvócius pelas imperí­cias guindadas í s bagatelas empasteladas de genialidade, entre veraneios lí­quidos irresponsáveis, fórmulas escravizadas, campos de estrobérri, nevralgias retrospectivas e demais desemlapeamentos.

Enquanto isso, num bardelima, dois hí­mens passam em revista as contradicções empostadas, os impasses, as artimanhãs do poder, a exportação do polvo e a injustiça na Nica Dââ?¬â?¢água.

Teustáquius passa numa biga. É o altista, criador de coisas belas, a antena da raça, a porcelândia chinesa, a madre tertúlia lutando contra a mesmice das Ruas Chuelos da Cruelritiba. Artychewski foi jogado na arehiena e devorado pelos leomansos paranistas.

A jaunela acesa depintava no peitoril sinedie

Bêbado, quem me compreenderá?

Prof. Thimpor (Solda)
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Winterlude

(Solda)


clique-me

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japonesa treinada desde jovem nas artes da dança, do canto e da conversação para entreter os fregueses de casas de chá, banquetes etc., esp. do sexo masculino

a gueixa lemisnkí­ada e o trocadalho do carilho
solda


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eu e ele e nós sem computador
solda

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o sonho acabou. mas ainda tem cuque
solda

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um poema que não se entende é digno de nota: a dignidade suprema de um navio perdendo a rota
solda

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livros enfileirados em estante, bonitinhos não servem para porra nenhuma. têm que ser lidos, relidos, emprestados, não devolvidos, desenvolvidos e mordidos, antes de mastigados

**14.64386…_…sigo Artiswschhackeeando…
Occam

Hackeando: TraBalhOzzz Sujozz

Copyleft do Matias:

“Cada paí­s esconde seus verdadeiros artistas em longe dos holofotes mas bem perto das engrenagens da indústria de entretenimento. São músicos, cinegrafistas, artistas plásticos, DJs, atores, estilistas, designers, escritores, programadores e outros pitaqueiros e tiradores de onda de plantão que sustentam o palco das celebridades profissionais em empregos de bastidor – e que se entrelaçam mutuamente criando uma cena bem mais interessante, inteligente, ágil e divertida do que a oficial. Mas os alternativos de outrora já podem se considerar parte de algo maior que um mero universo paralelo, í  medida em que as barreiras de gênero vão derrocando e as tribos vão se individualizando e especificando ao ponto de chegar ao ní­vel pessoal – “todo mundo é uma ilha” subsituí­do por “todo mundo é uma tribo”. Hoje o que nos referimos como a elite comercial do mercado artí­stico (em bom português: artista que dá grana) é só a carcaça de uma paródia do que já foi um paí­s com potencial para ter sua própria Hollywood (a Globo até o Collor). Não vai precisar ser derrubada: cai de podre.”


gilson olhando para seu irmão octavio sendo observados pelo mano Artischewski