Cultura Digital

Em primeira mão aí­ pros beta-testers o que estará por vir com os Pontos de Cultura, e segue o baile…

Almanaque 01 (pdf 9.0MB)

Almanaque 02 (pdf 3.4MB)

Almanaque 03 (pdf 7.0MB)

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. Pensar Música (Produção Musical Autônoma)

Pensar música também é fazer música? Música como escultura? Música tem cor ou gosto? É foto no jornal, página na Internet? Música é pra dançar? Assobiar? Escrever?

O grande problema que nunca é discutido entre candidatos a músicos ou artistas é: o que é esta produção que eles querem tornar pública?

Seria muito querer que qualquer candidato a “rockstar” ou “astro da MPB” se envolvesse em questões estéticas ou sócio-polí­ticas? E será que aqueles que reclamam de falta de espaço sabem que espaço é esse que estão procurando?

O que pass
a despercebido é que, por trás de todo o aparelho da mí­dia corporativa que constrói a realidade espetacular do cotidiano, existe o ser humano –essa entidade determinada pela microdinâmica de seus relacionamentos mais próximos, com as pessoas com quem se importa e lugares em que vive e se movimenta.

Representar esta realidade com sinceridade pode tanto causar desconforto (que desperta reflexões essenciais) ou a catarse coletiva (por uma identificação dos sentimentos irreprimí­veis).

Na sociedade de consumo (em que a vida cotidiana e a simples contemplação do mundo perde espaço para desejos de pertencer ao status quo criado pela máquina institucionalizadora), a idéia de catarse coletiva tornou-se uma obsessão pela possibilidade de se produzir arte em escala industrial. É aí­ que se instalou um desejo de “vir-a-ser” que polui o imaginário do artista desde a infância e cria todo o fluxo de produção do artista frustrado (aquele que sucumbe í s regras do mercado ou considera sua produção um “hobby”).

O problema é que o tal indiví­duo não produz pela necessidade de dar voz aos seus pensamentos/sentimentos mais latentes. Este tipo de “função social” produz toda uma indústria í  sua volta: aquela que trata o artista como se estivesse fazendo um favor em ajudar e move o sujeito apenas pelo desejo de “fazer parte” de todo o jogo de vaidades. Já a indústria alimenta-se de subprodutos clonados dos poucos expoentes autênticos que surgem de tempos em tempos e que encontraram quase sem querer o cerne do imaginário coletivo de determinada geração, justamente por terem buscado uma personalidade através da espontaneidade que outros tentarão imitar a peso de investimentos em marketing, criando um ciclo eterno.

O que os candidatos ao fracasso não percebem é que, independentemente de se tornar um bem-sucedido í­dolo popular ou um satisfeito modelo de resistência cultural, o que produz qualquer tipo de arte (de elites ou massas) é a busca por novas formas de expressão.

Não adianta pensar “fulano fez assim e deu certo, então o jeito é fazer parecido”. É preciso construir o próprio rascunho, assumir riscos, surpreender. Você vai perceber que mesmo sem “dar certo” vai valer a pena. A partir disso, qualquer discussão sobre “fazer sucesso” praticamente perde todo o sentido.

E quanto ao fator “como vou ganhar dinheiro”? Mova-se, agite sua cena, crie um consumo inteligente e saudável em torno de sua idéia (fazendo com que ele gere novas idéias), envolva-se em pesquisa, crí­tica e divulgação. Crie alternativas. Você vai perceber que não está sozinho e o glamour da indústria custa muito mais caro do que o status que ela promete.

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Regina reina ma non troppo ( UNDERCOVER république parlementaire)

Les grandes dates

 


753 av.
JC
Fondation
de Rome
509 av.
JC
Début
de la République romaine
79 ap.
JC
Eruption
du Vésuve et ensevelissement de Pompei et d’Herculanum
476 Romulus
Augustule, dernier empereur d’Occident est déposé
827 Invasion
de la Sicile par les Arabes
1061-1091 Conquête
de la Sicile par les Normands
1494 Charles
VIII envahit l’Italie
1499 Louis XII
péní¨tre en Italie
1527 Sac de
Rome
1571 Bataille
de Lépante
1666 Fondation
de l’Académie de France í  Rome
1796-1797 Premií¨re
campagne d’Italie de Bonaparte
1800-1801 Seconde
campagne d’Italie de Napoléon
1815 L’Italie
est sous contrôle autrichien
1849 Expédition
victorieuse du général Oudinot pour libérer le Pape,
prisonnier de la république mazzinienne
1859 Campagne
d’Italie de Napoléon III et sanglantes victoires franco-sardes de
Magenta et Solférino. Armistice de Villafranca
1860 Expédition
victorieuse des Mille de Garibaldi pour libérer la Sicile
1870 Unification
de l’Italie. Rome devient la capitale du royaume d’Italie
1922 Marche
sur Rome et prise du pouvoir par Mussolini
1946 L’Italie
devient une république parlementaire

LEI Nú 4.737, DE 15 DE JULHO DE 1965.
CAPíTULO VI
Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do paí­s nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do municí­pio nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.

o fim dos 3 poderes e o que resta do QUARTO. Ou o cão trouxe seus chinelos e o jornal de domingo.

Enquete

(Use os comments): O que é mais relevante: a triste enésima constatação dos dados (com grande eloqüencia) ou a “reforma agrária” dos “satélites”? E o mais importante: O que dizem as aspas?


Recortado de Martelada ( Marcelo Trí¤sel):

Ontem, Duda Mendonça, que não é bobo não, abandonou o navio. Hoje, com três meses de atraso, Lula finalmente se pronuncia sobre a crise, em um discurso que teria ficado ótimo há três meses atrás. Agora, só rindo da cara de pau do presidente. Ainda que ele estivesse falando a verdade quando diz que não sabia de nada e foi traí­do por seus correligionários mais próximos, ninguém mais acreditaria a esta altura.

Lula, afinal, sabia de tudo.

Se este fosse um paí­s decente, como a Argentina, estarí­amos todos lotando ônibus em direção a Brasí­lia, para queimar o Congresso, o Planalto e, de quebra, o TSE. Como não é, teremos de suportar ao menos um ano e meio de agonia do governo e paralisação total do Congresso ââ?¬â? o que, pensando bem, pode ser uma boa, pois os parlamentares só fazem pegar nosso dinheiro e nos dão em troca um caralho enorme no rabo.

O impeachment seria a medida mais apropriada a esta altura. Motivos, há tantos quantos houve em 1992. No entanto, como José Alencar aparentemente sabia da compra do PL, não poderia assumir. O próximo na linha sucessória é Severino Cavalcanti. O Walter tinha razão.

O PT, ou o que restar dele após este governo, vai insistir que a má vontade das elites para com um governo do povo causou seu fracasso. Foi tudo uma conspiração. Os predadores da riqueza nacional não suportam ver um operário sem escolaridade no poder. É tudo verdade, mas infelizmente a culpa não é da elite. A culpa é do Partido dos Trabalhadores e, principalmente, de Lula, seu lí­der máximo. Lula trocou seus ideais por trinta dinheiros e uma faixa verde-amarela. É risí­vel vê-lo declarar que perdeu três eleições e ganhou a quarta mantendo seus ideais.

Toda essa lambança comprova teses que a militância combateu por 20 anos:

  • A primeira, evidentemente, é que um ignorante tem capacidade de governar o paí­s. Lula nunca foi burro e pensou-se que sua inteligência compensaria a falta de escolaridade. Pois é, não compensou.
  • A segunda tese comprovada é que o PT nunca teve projeto de governo. Tinha era projeto de poder. Os fatos atuais o ilustram muito bem.
  • Lula sempre teve um ranço autoritário tí­pico de sindicalistas. Acreditava-se que, uma vez presidente, abandonaria esta personalidade e agiria como um estadista. Não agiu. Neste quesito, aliás, é um dos piores presidentes até hoje. Grosso e intempestivo.
  • Finalmente, comprovou-se que o poder corrompe até as pessoas mais bem-intencionadas.
  • Agora, só resta o aeroporto ou o anarquismo.

    Millor Fernades no Estado de SP:

    Hoje dois publicitários estão no epicentro do escândalo – Marcos Valério e Duda Mendonça.

    Não é por acaso. O jornalismo é uma profissão cujo objetivo “filosófico” é trazer í  tona certas coisas que as pessoas não sabem. Tem um compromisso com a verdade. Agora, qual é o objetivo “filosófico” da publicidade? A mentira. É mentir sobre o sabonete, a maionese, a margarina, o polí­tico. Fazer anúncio sobre seguro médico é uma ofensa. Fico envergonhado ao ver que os bancos estão tomando dinheiro dos velhinhos e os atores da Globo anunciam isso. Os velhinhos pegam o dinheiro e pagam juro antecipado! É uma indecência. E por que o Estado tem de fazer publicidade? O que o Ministério da Saúde precisa é divulgar o calendário das vacinas, coisas assim. Não tenho respeito pela publicidade.

    Os caras ficam aí­ se gabando de que sabem fazer slogans e passam anos para criar coisas como “Coca-cola. É isso aí­”. De quantos slogans precisam? Faço dez agora.

    (Domingo, 14 de Agosto de 2005. Aliás; O Estado de S. Paulo)


    “epicentro” da confusão, santí­ssima trindade ou O puro algoritmo: um loop enterno de incestos, bigodes e icognitas…

    Sugestão pra cartum de jornal

    Dusseldorf

    A conta que diz ter aberto em 2004, nas Bahamas, tinha como representação o nome de Dusseldorf, disse. Zilmar da confirmou que a abertura da conta no exterior foi uma exigência do empresário Marcos Valério para receber os recursos de uma dí­vida que o partido dos trabalhadores mantinha o publicitário.

    http://www.estadao.com.br/nacional/noticias/2005/ago/11/119.htm



    “hay que visitar fidel pero sin perder las bahamas jamás…”

    Solda, desenha o Delúbio fumando charuto ali no lugar do globo terrestre e falando a frase acima e manda pro Clarí­n! 🙂

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    Control C + Control V pra presidente!


    copyleft: public domain!!!!!

    deusComplexob: controlC+V

    MetaReciclagem

    Reapropriação Tecnológica para Transformação Social

    MetaReciclagem é uma metodologia descentralizada de reapropriação tecnológica para a transformação social. Os principais focos da MetaReciclagem são a criação de centros de MetaReciclagem e a pesquisa e desenvolvimento de alternativas tecnológicas livres e flexí­veis. Os centros de MetaReciclagem tornam-se esporos descentralizados de logí­stica distribuí­da. Os metarecicleiros também promovem a criação de ConecTAZes, instâncias temporárias ou permanentes de uso de tecnologia metareciclada.

    O Espí­rito de Metarecicleiro vai estar puxando o pé d’ Organismo durante todo Desafiatlux. Dooem seus computadores antigos ( ou de entidades que vocês tem relação) e descubram do que aqueles velhos robôzinhos são capazes ainda (de 486 até pentium 500 e o que mais pintar, bootou nóis recruta!)…

    Beatniks & Sputniks & Meta reciclagem


    enquanto o Octavio lembrou que o Sputnik está ligado ao inicio da Arpa, que deu origem a Internet, lembro aqui que o termo Beatnik vem da corruptê-la de Beat (pagode)+ sputnik, e que este tipo de umbiguismo literário megalomaní­aco é uma das raí­zes do bloguismo. E outro fato despercebido geralmente: Willian Burroughs era herdeiro da IBM. Seu avô é um dos responsáveis pela industrialização da máquina de escrever. Apesar disso deve ter escrito em muito guardanapo e papel de seda na argélia, abastecido pelas colheitas britânico-sufis de papoula nos campos afegãos. Bahamas não é Triangulo das bermudas…

    Outra notí­cia. Hoje um Pentium 100 de visceras abertas recém batizado de C-lee-Z deu seu primeiros suspiros de sua bios e matutou em kernel 2.4 graças ao audioslack do Leonardo e algumas memórias Sdimm, inaugurando o esporo Desafiatlux de Metareciclagem.

    Jeany Mary Madalena

    Ex-sócio diz que contratou garotas de programa para festas de Valério

    http://www.estadao.com.br/nacional/noticias/2005/ago/08/195.htm

    Brasí­lia – O empresário Ricardo Machado, ex-sócio da empresa de promoção de eventos MultiAction, confirmou nesta segunda-feira í  Polí­cia Federal que selecionou, contratou e treinou garotas de programa para animarem pelo menos duas festas de embalo que o empresário Marcos Valério de Souza promoveu em Brasí­lia.

    A PF desconfia que as festas, que teriam contado com a participação de parlamentares, podem ter sido promovidas para comemorar grandes contratos obtidos pelas empresas. As garotas, conforme Machado, teriam sido encomendadas í  cafetina Jeany Mary Corner, antiga conhecida dos cí­rculos do poder em Brasí­lia.

    Ela será chamada para dar o nome das mulheres e dos participantes das festas. Isso porque Machado deu os dados gerais dos dois eventos, mas negou-se a fornecer detalhes. Ambas as festas foram realizadas í  noite, em 2003, no Hotel Gran Bittar, no Setor Hoteleiro Norte. Na primeira, em 9 de setembro, segundo o empresário, foram gastos R$ 8 mil e na segunda, R$ 10 mil com despesas de consumo, nas quais foi embutido o pagamento das seis moças. Com as diárias do hotel, o valor total chega a cerca de R$ 30 mil. Foram reservadas mais de vinte suí­tes na primeira e mais de 30 na segunda festa. Mas a comemoração de novembro, apesar de mais cara, acabou resultando em fracasso.

    Machado não explicou í  polí­cia o por que do fracasso, mas informações que chegaram í  CPI dão conta que, naquele dia, o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, avisado por um amigo, telefonou para um dos presentes e, aos gritos, mandou encerrar imediatamente a festa. A PF considerou o depoimento de Machado confuso.

    A PF considerou o depoimento de Machado confuso.
    A PF considerou o depoimento de Machado confuso.
    A PF considerou o depoimento de Machado confuso.
    A írvore

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    Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão
    A Abraão nasceu Isaque; a Isaque nasceu Jacó; a Jacó nasceram Judá e seus irmãos
    a Judá nasceram, de Tamar, Farés e Zará; a Farés nasceu Esrom; a Esrom nasceu Arão;
    a Arão nasceu Aminadabe; a Aminadabe nasceu Nasom; a Nasom nasceu Salmom
    a Salmom nasceu, de Raabe, Booz; a Booz nasceu, de Rute, Obede; a Obede nasceu Jessé
    e a Jessé nasceu o rei Davi. A Davi nasceu Salomão da que fora mulher de Urias;
    a Salomão nasceu Roboão; a Roboão nasceu Abias; a Abias nasceu Asafe
    a Asafe nasceu Josafá; a Josafá nasceu Jorão; a Jorão nasceu Ozias;
    a Ozias nasceu Joatão; a Joatão nasceu Acaz; a Acaz nasceu Ezequias
    a Ezequias nasceu Manassés; a Manassés nasceu Amom; a Amom nasceu Josias;
    a Josias nasceram Jeconias e seus irmãos, no tempo da deportação para Babilônia.
    Depois da deportação para Babilônia nasceu a Jeconias, Salatiel; a Salatiel nasceu Zorobabel;
    a Zorobabel nasceu Abiúde; a Abiúde nasceu Eliaquim; a Eliaquim nasceu Azor;
    a Azor nasceu Sadoque; a Sadoque nasceu Aquim; a Aquim nasceu Eliúde;
    a Eliúde nasceu Eleazar; a Eleazar nasceu Matã; a Matã nasceu Jacó;
    a Jacó nasceu José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama Cristo
    De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para Babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para Babilônia até o Cristo, catorze gerações.

    (evangélio segundo mateus)

    intimando número ZERO

    A partir do dia 09 – terça feira o SESC estará aberto para a simbiose.
    apareçam. inventem roteiros- partituras. juntem cacarecos.
    inundem a lista. BLEFEM . façam alguma coisa.
    SEGUNDA 15/08 O BICHO VAI PARIR-SE…

    cade o tal do cachorro loco DE AGOSTO?

    “Dentes guardados. Não acabam nunca se guardados. Na boca apodrecem” – Hilda Hilst.

    zero

    Notas históricas sobre a criação do zero

    Tendo em vista o problema na construção dos números como 31 e 301, os hindus criaram um símbolo para representar algo vazio (ausência de tudo) que foi denominado sunya (a letra s tem um acento agudo e a letra u tem um traço horizontal sobre ela).

    Dessa forma foi resolvido o problema da ausência de um algarismo para representar as dezenas no número 301 e assim passaram a escrever:

    301 = 1 + ? x 10 + 3 x 100
    301 = dasa sunya tri

    Os hindus tinham acabado de descobrir o zero.

    Porém, estas notações só serviam para as palavras e não para os números, mas reunindo essas idéias apareceram juntos o zero bem como o atual sistema de notação posicional.

    Um dos primeiros locais onde aparece a notação posicional é um tratado de cosmologia denominado: Lokavibhaga, publicado na data de 25 de agosto de 458 do calendário juliano, por um movimento religioso hindú para enaltecer as suas próprias qualidades científicas e religiosas. Neste texto, aparece o número 14.236.713 escrito claramente:

    triny ekam sapta sat trini dve catvary ekakam
    três um sete seis três dois quatro um

    Escrever tais números na ordem invertida, fornece:

    um quatro dois três seis sete um três
    1 4 2 3 6 7 1 3

    Números como 123.000 eram escritos como:

    sunya sunya sunya tri dvi dasa

    que significa:

    zero zero zero três dois um

    que escrito na ordem invertida fornece:

    um dois três zero zero zero

    No texto existe a palavra hindú sthanakramad que significa “por ordem de posição“.

    Observamos que tal notação posicional já era então conhecida no quinto século de nossa era por uma grande quantidade de cientistas e matemáticos.

    Para escrever este material, usamos alguns tópicos do excelente livro: “Os números: A história de uma grande invenção”, Georges Ifrah, Editora Globo, 3a.edição, 1985.

    Notação Posicional

    O sistema de numeração posicional indiano surgiu por volta do século V. Este princípio de numeração posicional já aparecia nos sistemas dos egípcios e chineses.

    No sistema de numeração indiana não posicional que aparece no século I não existia a necessidade do número zero.

    Notação (ou valor) posicional é quando representamos um número no sistema de numeração decimal, sendo que cada algarismo tem um determinado valor, de acordo com a posição relativa que ele ocupa na representação do numeral.

    Mudando a posição de um algarismo, estaremos alterando o valor do número. Por exemplo, tomemos o número 12. Mudando as posições dos algarismos teremos 21.

    12 = 1 × 10 + 2
    21 = 2 × 10 + 1

    O zero foi o último número a ser inventado e o seu uso matemático parece ter sido criado pelos babilônios. Os documentos mais antigos conhecidos onde aparece o número zero, não são anteriores ao século III antes de Cristo. Nesta época, os números continham no máximo três algarismos.

    Um dos grandes problemas do homem começou a ser a representação de grandes quantidades. A solução para isto foi instituir uma base para os sistemas de numeração. Os numerais indo-arábicos e a maioria dos outros sistemas de numeração usam a base dez, isto porque o princípio da contagem se deu em correspondência com os dedos das mãos de um indivíduo normal.

    Na base dez, cada dez unidades é representada por uma dezena, que é formada pelo número um e o número zero: 10.

    A base dez já aparecia no sistema de numeração chinês.

    Os sumérios e os babilônios usavam a base sessenta.

    Alguma vez você questionou sobre a razão pela qual há 360 graus em um círculo? Uma resposta razoável é que 360=6×60 e 60 é um dos menores números com grande quantidade de divisores, como por exemplo:

    D(60) = { 1, 2, 3, 4, 5, 6, 10, 12, 15, 20, 30, 60}

    Os indianos reuniram as diferentes características do princípio posicional e da base dez em um único sistema numérico. Este sistema decimal posicional foi assimilado e difundido pelos árabes e por isso, passou a ser conhecido como sistema indo-arábico.

    Nosso sistema de numeração retrata o ábaco. Em cada posição que um número se encontra seu valor é diferente.

    O Sistema Romano de Numeração

    O sistema de numeração Romano é um sistema decimal, ou seja, sua base é dez. Este sistema é utilizado até hoje em representações de séculos, capítulos de livros, mostradores de relógios antigos, nomes de reis e papas e outros tipos de representações oficiais em documentos. Estas eram as primeiras formas da grafia dos algarismos romanos.

    Tal sistema não permite que sejam feitos cálculos, não se destinavam a fazer operações aritméticas mas apenas representar quantidades. Com o passar do tempo, os símbolos utilizados pelos romanos eram sete letras, cada uma com um valor numérico:

    Letra I V X L C D M
    Valor 1 5 10 50 100 500 1000
    Leitura Um Cinco Dez Cinquenta Cem Quinhentos Mil

    Estas letras obedeciam aos três princípios:

    1. Todo símbolo numérico que possui valor menor do que o que está à sua esquerda, deve ser somado ao maior.

      VI = 5 + 1 = 6
      XII = 10 + 1 + 1 = 12
      CLIII = 100 + 50 + 3 = 153

    2. Todo símbolo numérico que possui valor menor ao que está à sua direita, deve ser subtraído do maior.

      IX = 10 – 1 = 9
      XL = 50 – 10 = 40
      VD = 500 – 5 = 495

    3. Todo símbolo numérico com um traço horizontal sobre ele representa milhar e o símbolo numérico que apresenta dois traços sobre ele representa milhão.


    Valid XHTML 1.0! Construída por Miriam Gongora e Ulysses Sodré.

    POTENCIA ZERO DE ZERO – o BUG da MATEMíTICA



    Cálculo: Quanto vale zero elevado a zero?

    A expressão matemática 0º é muitas vezes considerada como uma forma indeterminada em Matemática. Outras vezes esta expressão é considerada, por convenção, como sendo igual a 1. Por exemplo, ela aparece quando se calcula o limite:

    Lim f(x)g(x)

    quando x tende a 0 e Lim f(x)=Lim g(x)=0.

    Uma forma indeterminada é o valor numérico que pode ser atribuído ao limite de uma função h=h(x) quando se substitui a variável x pelo valor numérico onde o mesmo será calculado, sem haver um trabalho mais aprimorado com a expressão envolvida com a função h=h(x).

    As principais formas indeterminadas são:

    0/0,  0.inf,  inf/inf,  1inf,  inf-inf   e  0º

    onde inf significa “infinito”.

    Várias destas formas indeterminadas podem ser estudadas com o auxílio da Regra de L’Hôpital.

    A função real f(x)=xx possui uma descontinuidade em x=0, razão pela qual não é óbvio que se tenha que

    f(0) = Lim f(x) = Lim xx

    quando x tende a 0.

    Pode ser que, até mesmo este limite:

    1. seja determinado e igual a 1 (uma escolha natural),

    2. seja indeterminado, ou

    3. nem mesmo exista.

    Quando estamos calculando

    Lim f(x)g(x)

    com x tendendo a 0 e lim f(x)=Lim g(x)=0, devemos fazer algumas exigências sobre as funções f e g.

    Como a Regra de L’Hôpital tem íntima relação com o fato de uma f função ter desenvolvimento em série de potências (f ser analítica) em torno do ponto onde se calcula o limite, fica claro que quando esta propriedade é satisfeita nas vizinhanças deste ponto, então quase sempre é possível garantir que 0º=1.

    Sem esta propriedade sobre o fato que a função deve ser analítica, nada podemos afirmar.

    O fato citado acima pode ser observado se tomarmos a função definida por f(x)=exp(-1/x) se x>0 e f(x)=0 se x<0. (que não tem desenvolvimento em série de potências em torno de x=0) e g(x)=x.

    Lim f(x)=0 e Lim g(x)=0 quando x tende a 0, mas:

    Lim f(x)g(x) = Lim [exp(-1/x)]x = 1/e = 0,3679…

    que obviamente não é igual a 1.

    Substituindo o número e de Euler por 2, obteremos um resultado diferente, significando que poderemos obter o limite que desejarmos, assim, este limite é indeterminado.

    Concluímos que, se x tende a 0 e Lim f(x)=0=Lim g(x), o limite

    Lim f(x)g(x) é indeterminado

    e nem mesmo podemos afirmar que 0º possa ser 1.



    Valid XHTML 1.0!
    Construída por Ulysses Sodré.

    http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/fundam/naturais/naturais1.htm

    O fim da Segunda Feira está próximo

    como acordei esta segunda feira vomitando, isto é, não morri… Acredito que a pajelança tem funcionado, a onça espreita mas mantém a respeita e preciso logo tirar este monstro da minha pança. Portanto, Alguémukarãngmãiepari convida hoje as 19 e TRINTA E TRÃ?Å S:

    PARA mais um final de

    2a

    , afinal estamos TRABALHANDO:

    vomitei hoje

    Afastado da terra, o morto deve ir secando gradativamente, perdendo o que ainda lhe restava de substâncias vitais para o conjunto de seres metafí­sicos que passam a rondar os cadáveres, alimentando-se daquilo que antes dava vitalidade ao defunto. A funerária Ukarãngmã é, assim, uma espécie de devolução das substâncias vitais que os humanos extraem do mundo; uma troca ou reciprocidade escatológica para com os demais seres do mundo.

    Segunda Feira
    –>
    25/07/2005

    ECOGRAFIAS DE ORGANISMO

    Filmagens para uso na concepção de Organismo – Levem + cameras ( temos 2)

    Logí­stica para a festa de Crisma-Mitzvah-Ramadã-Iepari-PERDA DO CABAÇO de ORGANISMO NA SEQUENCIA…

    Local:
    ESTUDIO MATEMA
    Rua Marechal de ODORo ao lado da c and A – Prédio da Galeria Ritz

    2o andar – 207

    19:33
    dúvidas: 99889285 (glerm)


    e na sequencia:
    CELEBRAÇÃO DO FIM DE MOONDAY – O DIA DA LUA

    LOCAL:
    NOSSO POSTO ABANDONADO

    23:59hs
    R. Solimões esquina
     com Rua Tapajós

    Os Ukarãngmã não possuem um termo especí­fico para “aldeia”, reunião de casas em um espaço comum. A indistinção entre casa e aldeia aponta também para o fato de que, como no passado, e não muito remoto, uma única casa pode ser toda a extensão da moradia de um grupo local; sem o reconhecimento de uma “aldeia” propriamente dita, espaço de reunião de diferentes moradias, os Ukarãngmã vêem como co-extensivas, a casa e a aldeia.

    Mythologias: Eric Raymond

    What Is a Hacker?
    http://www.catb.org/~esr/faqs/hacker-howto.html

    The Jargon File contains a bunch of definitions of the term ââ?¬Ë?hackerââ?¬â?¢, most having to do with technical adeptness and a delight in solving problems and overcoming limits. If you want to know how to become a hacker, though, only two are really relevant.

    There is a community, a shared culture, of expert programmers and networking wizards that traces its history back through decades to the first time-sharing minicomputers and the earliest ARPAnet experiments. The members of this culture originated the term ââ?¬Ë?hackerââ?¬â?¢. Hackers built the Internet. Hackers made the Unix operating system what it is today. Hackers run Usenet. Hackers make the World Wide Web work. If you are part of this culture, if you have contributed to it and other people in it know who you are and call you a hacker, you’re a hacker.

    The hacker mind-set is not confined to this software-hacker culture. There are people who apply the hacker attitude to other things, like electronics or music ââ?¬â? actually, you can find it at the highest levels of any science or art. Software hackers recognize these kindred spirits elsewhere and may call them ââ?¬Ë?hackersââ?¬â?¢ too ââ?¬â? and some claim that the hacker nature is really independent of the particular medium the hacker works in. But in the rest of this document we will focus on the skills and attitudes of software hackers, and the traditions of the shared culture that originated the term ââ?¬Ë?hackerââ?¬â?¢.

    There is another group of people who loudly call themselves hackers, but aren’t. These are people (mainly adolescent males) who get a kick out of breaking into computers and phreaking the phone system. Real hackers call these people ââ?¬Ë?crackersââ?¬â?¢ and want nothing to do with them. Real hackers mostly think crackers are lazy, irresponsible, and not very bright, and object that being able to break security doesn’t make you a hacker any more than being able to hotwire cars makes you an automotive engineer. Unfortunately, many journalists and writers have been fooled into using the word ââ?¬Ë?hackerââ?¬â?¢ to describe crackers; this irritates real hackers no end.

    The basic difference is this: hackers build things, crackers break them.

    If you want to be a hacker, keep reading. If you want to be a cracker, go read the alt.2600 newsgroup and get ready to do five to ten in the slammer after finding out you aren’t as smart as you think you are. And that’s all I’m going to say about crackers.

    Porque vindo de você?

    Porque eu mantenho os documentos How
    To Become A Hacker
    , A Brief
    History of Hackerdom
    , o Jargon File,
    e sou mais ou menos o historiador resident dos hackers. É o meu trabalho
    pensar nessas coisas.

    Eric Raymond

    ——
    lembrando a todos que levi strauss ainda vive: http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss

    how to become: levi strauss ainda vive.

    hacker emblem

    # The glider graphic in PIC
    #
    # Designed by ESR, October 2003.
    # The only free parameters are the box width, the line width, and the
    # ratio of the dot diameter to the box width.
    #
    # Render with pic2graph(1) or similar tool.
    #
    define dot {circle filled 1}
    boxwid=boxht
    circlerad = 0.4 * boxht
    B1: box
    B2: box
    B3: box
    move to B1.s; down
    B4: box
    move to B4.e; right
    B5: box
    B6: box
    move to B4.s; down
    B7: box
    move to B7.e; right
    B8: box
    B9: box
    dot at B2
    dot at B6
    dot at B7
    dot at B8
    dot at B9

    Porque vindo de você?

    Porque eu mantenho oo documentos How
    To Become A Hacker
    , A Brief
    History of Hackerdom
    , o Jargon File,
    e sou mais ou menos o historiador resident dos hackers. É o meu trabalho
    pensar nessas coisas.

    Eric Raymond

    ——
    levi strauss ainda vive: http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss

    9. Conteúdo:
    O curso toma como fio condutor a história dos estudos de parentesco, iniciando com o autor que é pioneiro nessa área e considerado fundador da antropologia, L. H. Morgan. Em seguida, familiariza os alunos com as principais correntes teóricas que marcam o desenvolvimento desses estudos, conhecidas como “teoria da descendência” e “teoria da aliança”, através dos principais expoentes de cada uma. Uma vez familiarizados com as principais conceitos e abordagens dos estudos de parentesco, os alunos podem acompanhar seus desenvolvimentos mais recentes, nas “terras baixas” sul-americanas.

    http://www.fflch.usp.br/da/fla0326.html

    Orquestra Olho

    Jà Esta na rede a idéia raiz que vai dar origem a

    orquestra olho

    :
    uma instalação com olhos e cameras tocando instrumento musical com o movimento dos olhos.
    Por que você precisa VER a música?????? Faça se a luz – disse a palavra.
    Orquestra OLHO é uma das GOELAS de

    ORGANISMO

    ( clique no link pra fluir por ele…)

    veja alguns testes:

    ( se você não usa linux provavelmente precisará baixar e instalar o player VLC – http://videolan.org/vlc/ )

    http://www.organismo.art.br/orquestraolho/desafiatlux1.ogg
    http://www.organismo.art.br/orquestraolho/desafiatlux2.ogg
    http://www.organismo.art.br/orquestraolho/desafiatlux7.ogg


    (*)
    (-)
    (+)

    Mondo LIBRE

    Facilitando a vida dos humanos, os robôs gente-boa do futuro próximo mandam dica pra inserir todos os organismos-carne no mundo dos bits —>
    Seguem algumas opçoes livres MULTIPLATAFORMA ( o que quer dizer que roda em linux, win e mac no mí­nimo) pra vocês ja irem perderdendo o ví­cio nas interfaces fechadas da Nasdaq…

    Edição de í udio:
    Audacity: http://audacity.sourceforge.net/download/

    Edição de Imagens:
    Gimp: http://www.gimp.org/downloads/

    Editor HTML:
    Nvu: http://www.nvu.com/download.html

    Texto, Planilhas e Apresentações:
    Open Office: http://www.openoffice.org.br/saite/

    Cliente de Mensagens – Jogue fora seu lixo espião MSN
    Gaim: http://gaim.sourceforge.net/downloads.php

    Navegador de Internet:
    Mozilla: http://www.mozilla.org.br/

    Ciência e Arte em Estado BRUTO:
    Puredata: http://www-crca.ucsd.edu/~msp/software.html

    Este BLOG:
    WordPress: http://wordpress.org/

    e por fim, depois que estiver acostumado com as interfaces
    você não tem mais desculpa pra usar Sistema Operacional de PREGO.
    Instale algo que tem gente de verdade por trás ao invés de um monte de papel assinado:
    por exemplo: http://demudi.agnula.org/wiki/InstallCdRom

    foto por elefante

    [urgente]AÇÃ?â??O de GENÃ?Å SE E CONCEPÇÃO DE ORGANISMO – QUARTA 20/07 – 20:00


    Contamos com a presença de todos na ação de coleta e discussão dos gametas envolvidos em mais uma concepção de

    “ORGANISMO”

    “um corpo sem orgãos é uma linguagem sem estrutura –
    – Deleuze”
    “Corpo sem órgãos não tem nem sombra de organismo, mizifio!! Nem com aspas nem sem! 😉
    – Alencastro”

    ************1.
    CURITIBA
    Quarta 20/07/05 – 20hs
    Estudio Matema – Galeria Ritz
    2o andar – 207 – Entrada pela Marechal Deodoro
    (ao lado da c&a)

    ************2.
    AÇÃO NA REDE

    se você não mora em Curitiba entre la pelas 21:00 no IRC
    SERVIDOR freenode.irc.net #orquestraorganismo

    se você não tem cliente IRC instalado, instale o gaim:
    http://gaim.sourceforge.net/downloads.php

    se precisa mais informações sobre isso email para organismo@gmail.com

    ou tente o chat do blog neste mesmo horário: http://www.organismo.art.br/blog
    ( sujeito a congestionamento)

    ************3.
    Está avisado. Depois não reclame que perdeu a festa. você foi convidado.

    **********************************************


    í¿ qual seu real valor ?