PIPOCA

Ação terceira:

PIPOCA

Seis tabuletas brancas auto-sustentáveis (que parem em pé sozinhas) com a singela inscrição (frente e verso) PIPOCA (em vermelho)
colocar uma por quadra em local apropriado (escolhido a dedo)

60 a 100 particpantes (ou quantos forem)

Perda da Virgindade.
de 10 a 16 para cada uma das 6 quadras da XV (distribuidos a olho de forma equidistante) local principal calçadão em frente ao antigo cine ritz
Duração: 01 hora
Material: 1 caixa de estalinhos (cada caixa vem com 100 unidades e custa $ 5 – pode ser adquirida em qualquer loja de fogos de artificio)

Ação: Andar em cí­rculos no local escolhido e acionar 1 estalinho por minuto
(com cara boa e sorriso de Buda)

Horário: 18h00 dia 26/09 sexta-feira
As 19h00 recolhimento das tabuletas em rumo ao Sesc para “Coleta de Espermas”
Depois, segue o baile”¦

leve seus estalinhos Pipoca

Nos muros da província.

Em 2003, em Teresina (cidade de Torquato Neto), Piauí­, encontrei um estagiário dôO Pasquim, Bruno Delacave, de uns 17 anos que sabia todos os poemas do Paulo Leminski de cor. Quando descobriu que eu fiz parte da história do velho Artychewski, tornou-se meu fã e até hoje trocamos e-mails. Hoje, é um grande poeta. (Solda)

Agosto

2005/dia 13- sábado – noite

Ao pretender assim torrencialmente todas as palavras,
Uma a uma ao fim somando muitas
Como se em direção a todas fosse em si possí­vel,
Como se muitas juntas em um belo dia,
De tantas acrescidas,
Uma só total verdade aparecesse.

Aí­ estão palavras mil e mais aquelas
Que de sopetão
E por justeza necessária aos fatos
Vão aparecendo
E mais aquelas que invocamos
E emprestamos aos que
Já por posse, por direito e invenção,
As escreveram e disseram.

Quem sabe assim
Com esse mais e mais exí­guo tempo que me resta
Também exí­guos possam ser os motes, os verbetes,
Os caprichos de uma lí­ngua que é falada
Pela só população de uma habitante.

E pelo exí­guo tempo que me resta,
E com as tantas mas tão poucas coisas que conheço
Só por si só e pelos mais desejos que desejo intensamente
Nas renúncias que povoam o meu dia a dia
Ano após ano
E sempre mais profundamente eu renuncio

Quem sabe um dia
Em total repouso
Fique eu apaziguada
E apaziguado o meu corpo.

DESAFIATLUX — Perda da virgindade


“pedra”

Evoe!

Ação terceira:

PIPOCA

Seis tabuletas brancas auto-sustentáveis (que parem em pé sozinhas) com a singela inscrição (frente e verso) PIPOCA (em vermelho)
colocar uma por quadra em local apropriado (escolhido a dedo)

60 a 100 particpantes (ou quantos forem)

Perda da Virgindade.
de 10 a 16 para cada uma das 6 quadras da XV (distribuidos a olho de forma equidistante) local principal calçadão em frente ao antigo cine ritz
Duração: 01 hora
Material: 1 caixa de estalinhos (cada caixa vem com 100 unidades e custa $ 5 – pode ser adquirida em qualquer loja de fogos de artificio)

Ação: Andar em cí­rculos no local escolhido e acionar 1 estalinho por minuto
(com cara boa e sorriso de Buda)

Horário: 18h00 dia 26/09 sexta-feira
As 19h00 recolhimento das tabuletas em rumo ao Sesc para “Coleta de Espermas”
Depois, segue o baile…

leve seus estalinhos

acabou a privacidade

Imagens extraí­das do google earth. Por alguns trocados qualquer um pode ter acesso a imagens aéreas (ou em 3d) do planeta Terra. Pergunta: Alguém (no caso o google) pode ter o direito de reprodução dessas imagens?


Plano Piloto de Brasí­lia


Congresso Nacional


Palácio do Alvorada – residência oficial do Presidente da República

enumeros

 

                                         
                                         
                                         
                                         
                                         
                                         
                                         
                                         
                                         
                                         
                                         
                                         
                                         

e
n u m e r o s

Harold Cohen, �«Aaron�», 1974

aaron

Harold Cohen “Aaron” “Aaron” é um programa de computador que possa pintar plantas e povos por se. É o trabalho do artista Harold Cohen de Califórnia, que programou a primeira parte traseira da versão em 1974. Entretanto, as potencialidades originais de “Aaron” não estenderam além dos cí­rculos e dos quadrados. Desde então, Cohen melhorou continuamente o sistema, fazendo lhe um dos sistemas com o desenvolvimento contí­nuo o mais longo no history do computador. Cohen ensinou “Aaron” mais e mais réguas sobre o perspective, o anatomy humano e as fundações óticas das plantas, para o exemplo, que as filiais se tornam cada vez mais por mais mais finas que começassem mais por muito tempo. No fim dos 1980s, uma série dos trabalhos foi criada em povos em um jardim botanical. No começo dos 1990s, “Aaron” aprendeu como usar cores. Desde então, foi capaz perpetually de criar originais originais dos povos e das plantas desde que o sistema pode combinar muitas réguas diferentes para extrair. Outros motifs são fora de seu repertoire.

í«Aaroní» is a computer program that can paint plants and people by itself. It is the work of the California artist Harold Cohen, who programmed the first version back in 1974. However, í«Aaron’sí» original capabilities did not extend beyond circles and squares. Since then, Cohen has continuously improved the system, making it one of the systems with the longest continuous development in computer history. Cohen taught í«Aaroní» more and more rules about perspective, human anatomy and the optical foundations of plants, for example, that branches become increasingly thinner as they get longer. At the end of the 1980s, a series of works was created on people in a botanical garden. At the beginning of the 1990s, í«Aaroní» learned how to use colors. Since then, it has been capable of perpetually creating unique originals of people and plants since the system can combine many different rules for drawing. Other motifs are outside of its repertoire.