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Kernel Hacking – (41)3223 6337 chamando 24 de agosto…

zero hora – dedicado ao lúmen que inspirou os bits iniciais por aqui… vivas de Artischewski, o velho.
Agosto
2005/dia 13- sábado – noite
Ao pretender assim torrencialmente todas as palavras,
Uma a uma ao fim somando muitas
Como se em direção a todas fosse em si possível,
Como se muitas juntas em um belo dia,
De tantas acrescidas,
Uma só total verdade aparecesse.
Aí estão palavras mil e mais aquelas
Que de sopetão
E por justeza necessária aos fatos
Vão aparecendo
E mais aquelas que invocamos
E emprestamos aos que
Já por posse, por direito e invenção,
As escreveram e disseram.
Quem sabe assim
Com esse mais e mais exíguo tempo que me resta
Também exíguos possam ser os motes, os verbetes,
Os caprichos de uma língua que é falada
Pela só população de uma habitante.
E pelo exíguo tempo que me resta,
E com as tantas mas tão poucas coisas que conheço
Só por si só e pelos mais desejos que desejo intensamente
Nas renúncias que povoam o meu dia a dia
Ano após ano
E sempre mais profundamente eu renuncio
Quem sabe um dia
Em total repouso
Fique eu apaziguada
E apaziguado o meu corpo.
DESAFIATLUX — Perda da virgindade

“pedra”
Evoe!
Ação terceira:
PIPOCA
Seis tabuletas brancas auto-sustentáveis (que parem em pé sozinhas) com a singela inscrição (frente e verso) PIPOCA (em vermelho)
colocar uma por quadra em local apropriado (escolhido a dedo)
60 a 100 particpantes (ou quantos forem)
Perda da Virgindade.
de 10 a 16 para cada uma das 6 quadras da XV (distribuidos a olho de forma equidistante) local principal calçadão em frente ao antigo cine ritz
Duração: 01 hora
Material: 1 caixa de estalinhos (cada caixa vem com 100 unidades e custa $ 5 – pode ser adquirida em qualquer loja de fogos de artificio)
Ação: Andar em círculos no local escolhido e acionar 1 estalinho por minuto
(com cara boa e sorriso de Buda)
Horário: 18h00 dia 26/09 sexta-feira
As 19h00 recolhimento das tabuletas em rumo ao Sesc para “Coleta de Espermas”
Depois, segue o baile…
leve seus estalinhos
acabou a privacidade
Imagens extraídas do google earth. Por alguns trocados qualquer um pode ter acesso a imagens aéreas (ou em 3d) do planeta Terra. Pergunta: Alguém (no caso o google) pode ter o direito de reprodução dessas imagens?

Plano Piloto de Brasília

Congresso Nacional

Palácio do Alvorada – residência oficial do Presidente da República
ossos olhos

da linguagem a muleta
ossos olhos
deus é o piloto
deus é
o piloto
enumeros
e
n u m e r o s
apocalisticos e integrados III
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apocalisticos e integrados II
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apocalipticos e integrados
Poorhappiness
Ogam
Blackout is Over!
Harold Cohen, �«Aaron�», 1974

Harold Cohen “Aaron” “Aaron” é um programa de computador que possa pintar plantas e povos por se. É o trabalho do artista Harold Cohen de Califórnia, que programou a primeira parte traseira da versão em 1974. Entretanto, as potencialidades originais de “Aaron” não estenderam além dos círculos e dos quadrados. Desde então, Cohen melhorou continuamente o sistema, fazendo lhe um dos sistemas com o desenvolvimento contínuo o mais longo no history do computador. Cohen ensinou “Aaron” mais e mais réguas sobre o perspective, o anatomy humano e as fundações óticas das plantas, para o exemplo, que as filiais se tornam cada vez mais por mais mais finas que começassem mais por muito tempo. No fim dos 1980s, uma série dos trabalhos foi criada em povos em um jardim botanical. No começo dos 1990s, “Aaron” aprendeu como usar cores. Desde então, foi capaz perpetually de criar originais originais dos povos e das plantas desde que o sistema pode combinar muitas réguas diferentes para extrair. Outros motifs são fora de seu repertoire.
í«Aaroní» is a computer program that can paint plants and people by itself. It is the work of the California artist Harold Cohen, who programmed the first version back in 1974. However, í«Aaron’sí» original capabilities did not extend beyond circles and squares. Since then, Cohen has continuously improved the system, making it one of the systems with the longest continuous development in computer history. Cohen taught í«Aaroní» more and more rules about perspective, human anatomy and the optical foundations of plants, for example, that branches become increasingly thinner as they get longer. At the end of the 1980s, a series of works was created on people in a botanical garden. At the beginning of the 1990s, í«Aaroní» learned how to use colors. Since then, it has been capable of perpetually creating unique originals of people and plants since the system can combine many different rules for drawing. Other motifs are outside of its repertoire.
Nam June Paik, �«Good Morning, Mr. Orwell�», 1984

Em “1984”, a novela que escreveu em 1948, George Orwell vê a televisão do futuro como um instrumento do controle nas mãos do big brother em um estado totalitarian. Direito no início do ano muito-antecipado de Orwellian, Paik eram afiados demonstrar a abilidade de tevê satellite de servir a extremidades positivas tais como a troca intercontinental de combinar da cultura highbrow e os elementos do entertainment. Uma transmissão viva compartilhada entre a tevê de WNET em york novo e no centro Pompidou em Paris e enganchar acima com os radiodifusores em Germany e em Coreia sul alcançou uma audiência worldwide sobre de 10 ou nivela (transmissões mais atrasadas including do repeat) 25 milhões. A transmissão carregou a videocassette ‘ bosque global ‘ de Paik para diante de 1973 – um adiantado, abrindo caminho a compreensão internacional visada conceito através do veículo da tevê – expandindo o conceito com as possibilidades de transmissão satellite no tempo real. Embora os engates técnicos abundantes rendessem í s vezes os resultados impredizíveis, Paik julgou que este servido meramente aumentar ‘ vive ‘ modo. A mistura de artes da tevê e do avant-garde do mainstream era um ato balançando típico de Paik e encontrado com com mais misgiving dos visores arte-orientados do que as audiências Paik denominaram “os jovens, peiple orientado meios, que jogam 20 canaletas de estações da tevê de york novo como o piano fecham í chave”. O artista invested pessoalmente uma soma grande no projeto a fim realizar sua visão. Pedido o que diria a St. Peter nas portas ao reino do heaven, Paik respondeu imediatamente que esta mostra viva era sua “contribuição direta í sobrevivência humana e me deixará dentro.”
In í«1984í», the novel he wrote in 1948, George Orwell sees the television of the future as a control instrument in the hands of Big Brother in a totalitarian state. Right at the start of the much-anticipated Orwellian year, Paik was keen to demonstrate satellite TV’s ability to serve positive ends such as the intercontinental exchange of culture combining both highbrow and entertainment elements. A live broadcast shared between WNET TV in New York and the Centre Pompidou in Paris and hooking up with broadcasters in Germany and South Korea reached a worldwide audience of over 10 or even (including the later repeat transmissions) 25 million. The broadcast carried forward Paik’s videotape ââ?¬Ë?Global Grove’ of 1973 – an early, pioneering concept aimed at international understanding through the vehicle of TV – by expanding the concept with the possibilities of satellite transmission in real time. Although abundant technical hitches sometimes rendered the results unpredictable, Paik deemed that this merely served to increase the ââ?¬Ë?live’ mood. The mixture of mainstream TV and avant-garde arts was a balancing act typical of Paik and met with more misgiving from art-oriented viewers than the audience Paik termed í«the young, media oriented peiple, who play 20 channels of New York TV stations like piano keysí». The artist personally invested a large sum in the project in order to realize his vision. Asked what he would say to St. Peter at the gates to the Kingdom of Heaven, Paik instantly replied that this live show was his í«direct contribution to human survival and he’ll let me in.í»
DD
Stelarc �«Ping Body�»

t the November 1995 Telepolis ‘Fractal Flesh’ event, Paris (the Pompidou Centre), Helsinki (The Media Lab) and Amsterdam (for the Doors of Perception Conference) were electronically linked through a performance website allowing the audience to remotely access, view and actuate Stelarc’s body via a computer-interfaced muscle-stimulation system based at the main performance site in Luxembourg.
Although the body’s movements were involuntary, it could respond by activating its robotic Third Hand and also trigger the upload of images to a website so that the performance could be monitored live on the Net. Web server statistics indicated the live event was watched worldwide.
During the Ping Body performances, what is being considered is a body moving not to the promptings of another body in another place, but rather to Internet activity itself – the body’s proprioception and musculature stimulated not by its internal nervous system but by the external ebb and flow of data.
By random pinging (or measuring the echo times) to Internet domains it is possible to map spatial distance and transmission time to body motion. Ping values from 0-2000 milliseconds (indicative of both distance and density levels of Internet activity) are used to activate a multiple muscle stimulator directing 0-60 volts to the body. Thus ping values that indicate spatial and time parameters of the Internet choreograph and compose the performances. A graphical interface of limb motions simulates and initiates the physical body’s movements. This, in turn, generates sounds mapped to proximity, positioning and bending of the arms and legs.
The Ping Body performances produce a powerful inversion of the usual interface of the body to the Net. Instead of collective bodies determining the operation of the Internet, collective Internet activity moves the body. The Internet becomes not merely a mode of information transmission, but also a transducer, effecting physical action.
The performance was carried out with the assistance of Gary Zebington (programming and graphics), Rainer Linz (sound design), Dmitri Aronov (Unix ping software), Mic Gruchy (video) and the Merlin crew in general. The artist has also consulted Adam Burns (Pegasus), Andrew Garton (Toy Satellite) and Andrew Pam (State Film Centre).
(Source: http://www.stelarc.va.com.au/pingbody/index.html)
Stelarc
BEAB� de Waldemar Cordeiro 1968

Este programa foi concebido como um primeiro passo para gerar “palavras” ao acaso. A forma mais simples de gerar “palavras” ao acaso, seria sortear conjuntos de letras de vários comprimentos (por ex., conjuntos de cinco letras). Os conjuntos gerados teriam pouca semelhança com palavras de uma língua, se bem que, por acaso algumas das “palavras” geradas poderiam existir. Para gerar “palavras” com sonoridade semelhante í de uma determinada língua, devemos descobrir algumas de suas regras características . No caso do português, definimos as seguintes regras para nossas primeiras tentativas:
a) As “palavras” teriam seis (6) letras .
b) As “palavras” alternariam vogais (v) e consoantes (c).
c) As probabilidades da escolha dos conjuntos vc e cv deveriam refletir as probabilidades com que estes conjuntos aparecem na língua portuguesa.
Assim as palavras seriam do tipo cvcvcv ou vcvcvc.
Para atribuir as probabilidades, deveriamos fazer um estudo detalhado das probabilidades com que, por ex., os vários pares cv e vc (ou tríades cvc e vcv) aparecem na língua purtuguesa, particularmente nas palavras com seis letras. Por simplicidade, verificamos num dicionário quantas linhas eram usadas para palavras que se iniciavam com os pares ab, ac, ad ….az,….eb,ec,…..ub, uc,…..uz,ba,be,…..zu.
De posse dessas probabilidades, sorteamos, usando uma rotina de números ao pseudo-acaso, séries de números que foram usados para escolher tríades de pares cv e vc.
Os conjuntos mais comuns na língua portuguesa, como CA, BO, AL, ES etc., apareciam mais freqüentemente do que os conjuntos raros como ZU, UX etc.
Assim, algumas possíveis palavras seriam por ex. CACETE, BOLADA, ACABAC etc. (não havia censura para possíveis “palavrões”!).
As palavras geradas tinham uma sonoridade claramente semelhante í sonoridade das palavras realmente existentes na língua portuguesa. Uma fração das “palavras” geradas existia realmente.
Posterirmente foi atribuido um número que indicava se a palavra era formada por conjuntos de alta ou baixa probabilidade de existir na língua portuguesa. Se verificou que se o número era grande (alta probabilidade), era de fato mais provável que a “palavra” realmente existia.
Foram realizadas algumas listagens de palavras e, por ocasião da Exposição de 1986 no MAC/USP, foi programado um micocomputador para reproduzir o “BEABí” e os visitantes podiam levar uma folha pessoal, com palavras geradas pelo micro, que era diferente de qualquer outra.
Waldemar Cordeiro / Giorgio Moscati, USP
Beabá, 1968
press out put, 10 páginas: 40 x 28 cm
cópia xerox
Coleção Família Cordeiro
lux!

Eureka!
Retta, o moço de Santa Maria, finalmente descobriu o seu boneco.
Momento Caras.
Salvio, no Castelo do Conde Drácula, fotografado por Gilson Camargo.