Educação Moral e Cívica / Semana da Pátria

Aprenda a cantar o hino!

HIMNO NACIONAL BRASILEÂO
(música del silva de Francisco Manuel Da –
letra de duque Road de Joaquí­n Osório)
I
Habí­an oí­do hablar del Ipiranga los bordes apacibles
De una gente heroica el grito que truena
E el sol de la libertad, en rayos de los fúlgidos,
Brilló en el cielo de la tierra nativa en este instante.
Si el distrain de esta igualdad
Obtenemos para conquistar con el brazo fuerte,
En su seio, libertad del ó,
áDesafí­a nuestro pecho a la muerte apropiada!
Amó Â Nativo,
Idolatrada,
áAhorra! áAhorra!
El Brasil, de un sueí±o intenso, un rayo vivo
De amor y de esperanza a la tierra va abajo,
Si en su cielo del formoso, risonho lí­mpido y,
La imagen de los brillos de la travesí­a.
Gigante para la naturaleza apropiada,
Usted es hermoso, usted es fuerte, colossus audaz,
áE su espelha futuro este largeness!
Tierra adorada
Entre otros mil,
Usted es, El Brasil,
áAmó Â Nativo!
De los nií±os de esta tierra usted es madre gentile,
Amó la tierra nativa,
áEl Brasil!
II
Mentira perpetua en horquilla espléndida,
Al sonido del mar y a la luz del cielo profundo,
Fulguras, ó el Brasil, florão de América,
áIluminó el sol del mundo nuevo!
De eso la tierra del garrida más
Sus risonhos, los campos bonitos tienen más flores;
Nuestros bosques tienen más vida,
Nuestra vida en su seio más amors.
Amó Â Nativo,
Idolatrada
áAhorra! áAhorra!
El Brasil, del amor perpetuo es sí­mbolo
Lábaro que usted exhibe cubrió con la estrella,
E dice el verde-loro de este flammule:
áPaz en el futuro y gloria en el pasado!
Pero si usted aumento del clava de la justicia él fuerte,
Usted verá que un hijo que el tuyo no funciona lejos a la lucha,
áNi teme quién le adora la muerte apropiada!
Tierra adorada
Entre otros mil,
Usted es, El Brasil,
áAmó Â Nativo!
De los nií±os de esta tierra usted es madre gentile,
Amó la tierra nativa,
áEl Brasil!

quelux

A primeira fase de construção do jardim terminou em 1786. Oito anos depois, o palácio tornou-se oficialmente residência oficial da Famí­lia Real Portuguesa. Aquando da partida dos reis para o Brasil, em 1807, grande parte do recheio do palácio foi despojado. A partir desta data entrou em declí­nio, até que em 1908 o rei D. Manuel II o cedia í  Fazenda Nacional.

No ano de 1934 seria este palácio ví­tima de um violento incêndio que o destruiria parcialmente, entrando novamente em fase descendente. A 19 de Dezembro de 2001 reabriu ao público a Sala de Música com um recital de Christiano Holtz, no restaurado Pianoforte Muzio Clementi, pertencente í  colecção de instrumentos musicais do Palácio de Queluz.

Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon



Pedro abdicou de ambas as suas coroas: da de Portugal para a filha Maria da Glória e da do Brasil para o filho Pedro II. Pedro era filho mais velho do rei João VI de Portugal e de sua mulher, Carlota Joaquina de Bourbon, princesa de Espanha.

Bragança é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Bragança, Região Norte e subregião do Alto Trás-os-Montes, com cerca de 20 mil habitantes.

É sede de um dos maiores municí­pios portugueses, com 1 173,93 kmí² de área e 34 752 habitantes (2001), subdividido em 49 freguesias. O municí­pio é limitado a norte e leste por Espanha, a sueste pelo municí­pio de Vimioso, a sudoeste por Macedo de Cavaleiros e a oeste por Vinhais.

No Polavra

Empresto as palavras da linda Lí­gia…
Dedico-as í  amiga Cristiane Manne (*11/11/1965 – +01/09/2005).

E pelo exí­guo tempo que me resta,
E com as tantas mas tão poucas coisas que conheço
Só por si só e pelos mais desejos que desejo intensamente
Nas renúncias que povoam o meu dia a dia
Ano após ano
E sempre mais profundamente eu renuncio
Quem sabe um dia
Em total repouso
Fique eu apaziguada
E apaziguado o meu corpo.

No Polavra

Empresto as palavras da linda Lí­gia…
Dedico-as í  amiga Cristiane Manne (*11/11/1965 – +01/09/2005).

E pelo exí­guo tempo que me resta,
E com as tantas mas tão poucas coisas que conheço
Só por si só e pelos mais desejos que desejo intensamente
Nas renúncias que povoam o meu dia a dia
Ano após ano
E sempre mais profundamente eu renuncio
Quem sabe um dia
Em total repouso
Fique eu apaziguada
E apaziguado o meu corpo.

Lançamento de exposição de charges do SOLDA no Desafiatlux 02/setembro no SESC

Estaremos lançando no Desafiatlux, dentro da temática de arte polí­tica de ORGANISMO ( o recém denunciado “menSALÃO de charges polí­ticas” – onde segundo o bardo Retamozzo o prêmio vai para o cartunista eleito como mais Honesto ) , uma exposição de 150 charges recentes do cartunista ativo agitador destas redes: o
Solda
.

Invocamos também o espí­rito do Bando do Porco, que ao contrário do que diz a legenda, não foi extinto! 🙂

Massssssssssa!

E-mail é mais prejudicial a QI do que maconha, diz estudo

,

O QI (Quociente de Inteligência) de pessoas preocupadas com suas caixas de e-mails sofre perdas maiores do que o QI daqueles que fumam maconha, diz um estudo britânico.

A perda do quociente entre funcionários que tentam conciliar seu trabalho com a organização do webmail é de dez pontos, o que equivale a uma noite de insônia. Depois de fumar maconha, a perda é de quatro pontos, afirma a pesquisa do King’s College, da London University.

“Descobrimos que essa obsessão em checar mensagens, um fenômeno cada vez mais comum, pode prejudicar muito o desempenho do funcionário”, afirmou Glenn Wilson, psiquiatra responsável pela pesquisa, segundo a “CNN”.

O estudo acompanhou 1.100 britânicos e mostra que o principal problema dos e-mails são as constantes interrupções causadas pela ferramenta de comunicação. Elas reduzem a produtividade e fazem com que as pessoas sintam-se mais cansadas do que o normal.

Cerca de 66% dos entrevistados confessam checar seus e-mails fora do horário de trabalho e quando estão de férias. Além disso, 50% deles respondem as mensagens em menos de 60 minutos depois do recebimento. Um em cada cinco funcionários interrompem encontros de negócios ou sociais para responder e-mails.

E-mail é mais prejudicial a QI do que maconha, diz estudo

O QI (Quociente de Inteligência) de pessoas preocupadas com suas caixas de e-mails sofre perdas maiores do que o QI daqueles que fumam maconha, diz um estudo britânico.

A perda do quociente entre funcionários que tentam conciliar seu trabalho com a organização do webmail é de dez pontos, o que equivale a uma noite de insônia. Depois de fumar maconha, a perda é de quatro pontos, afirma a pesquisa do King’s College, da London University.

“Descobrimos que essa obsessão em checar mensagens, um fenômeno cada vez mais comum, pode prejudicar muito o desempenho do funcionário”, afirmou Glenn Wilson, psiquiatra responsável pela pesquisa, segundo a “CNN”.

O estudo acompanhou 1.100 britânicos e mostra que o principal problema dos e-mails são as constantes interrupções causadas pela ferramenta de comunicação. Elas reduzem a produtividade e fazem com que as pessoas sintam-se mais cansadas do que o normal.

Cerca de 66% dos entrevistados confessam checar seus e-mails fora do horário de trabalho e quando estão de férias. Além disso, 50% deles respondem as mensagens em menos de 60 minutos depois do recebimento. Um em cada cinco funcionários interrompem encontros de negócios ou sociais para responder e-mails.

DIVULGUEM: Ferramentas Livres – Cultura Livre – Software Livre

é um evento que acontece em Curitiba ( com conexão virtual no Rio no IP) durante setembro e o í­nicio de outubro, com palestras, oficinas e debates, explicando como é possí­vel ultilizar ferramentas de software livre para uma maior autonomia e articulação do artistas no meio digital. As palestras e um debate final estarão acontecendo na Escola de Belas Artes do Paraná (EMBAP) e a oficina estará ocorrendo no SESC simultaneamente e em conexão via rede com outro importantante evento de midiatática, o HackLabImmersion.

mais detalhes em:
http://www.organismo.art.br/culturalivre/

Arte Política no Desafiatlux 02/09 – 14h as 17 na EMBAP – a partir das 19hs no Sesc da Esquina

Karinna Bueno
to sul, minc
More options Aug 29 (1 day ago)

Oi
O pessoal da Celepar e outros estão realizando a Latinware nos dias 18
e 19 de Novembro em Curitiba e ofereceram um espaço para
participarmos. O que acha?
bjos
Kah


(…)

Seguem importantes discussões sobre corporativismo no Software Livre, modelos de gestão e Autogestão, na lista dos implementadores da ação Cultura Digital.

(…
)

Fabianne Balvedi
to minc

como se dará esta participação tendo em vista as
caracterí­sticas do evento. se minha idéia de subverter não é uma boa,
o que vcs sugerem então?

Glerm Soares
to minc

Autogestão não se aprende em MBA nem em livro da coleção ” Baderna”. Como já foi dito, é um impulso de coragem e equilí­brio de objetivos pessoais com consciência da responsabilidade do seus atos. Não é pelo “salário”, é pela tranformação dele em REAL VALOR.

Quanto ao Latinware ( e alguma tal ” subversão” necessária ): Eu já falei com a Fabs sobre isso e acho que fica aí­ pra vocês pensarem: Por que Curitiba, tendo mantenedores do Kernel na cidade, empresas pioneiras de SL, grupos organizadí­ssimos como PSL, MSL, e milhares de techs ultra competentes de SL, não tem um movimento CULTURAL forte em torno do Software Livre? Além dos berimbaus e hip hops todos, garanto a vocês que a resposta desta pergunta é uma das essenciais pra entender o “Brasil” ( s’il exist).
Sem querer dar uma de tadinho, mas “artista” aqui é sempre “entre aspas” ou Maldito (capital M). É a cultura das ” pessoas frias”, a “formiga e a cigarra” e outras estórinhas do bestiário.

Mas porque eu estou desviando o assunto? Ai é que tá. Não estou. Será que não é jogo para nós do “Brasil”, conseguirmos tirar estas “aspas” daqui onde está a maior concentração de nerds, organizadinhos, certinhos, fazendo SL funcionar por metro quadrado? Parece que fazer um lance ducaralho na LatinWare, integrando ativos artistas locais com com os techies ultracorporativos da região pode ser no mí­nimo um choque cultural. O que seria no mí­nimo importante. Mas acho que vai além: vizinhos podem se descobrir e inventar alguma festa inédita.

Quanto ao evento internacional paralelo: Acho importantí­ssimo a participação da Cultura Digital nisso, mas por questões de “Autogestão” ( com perdão das aspas), Eu sou um dos que se candidata a ficar no Brasil dando suporte pros kits dos pontos.

No mais, convido quem quiser pra passar um mês aqui em casa, só pra ver que não estou mentindo. 🙂

abraço

glerm

Leo germani
to minc
More options 7:48 pm (14 minutes ago)

Ha!!

Gostei da sua provocação Glerm.

E depois dela meu voto vai para que a LatinWare? entre para nosso calendário com força total: Mesma força q Piaui, Aracaju, LacFree e afins.

Leo,,

Leo germani
to minc
More options 7:49 pm (13 minutes ago)

Complementando…

ou seja. Fazer o LabLivre lá. Convidar pontos da região. Modelo de produção de software livre para cultura.. videos.. musicas… bagunça…

Arte Política no Desafiatlux 02/09 – Sesc da Esquina

http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/wp-images/homemnu.jpg

Karinna Bueno
to sul, minc
More options Aug 29 (1 day ago)
Oi
O pessoal da Celepar e outros estão realizando a Latinware nos dias 18
e 19 de Novembro em Curitiba e ofereceram um espaço para
participarmos. O que acha?
bjos
Kah

(…)

Seguem importantes discussões sobre corporativismo no Software Livre, modelos de gestão e Autogestão. ( Vale a pena buscar na lista)

(…)

Fabianne Balvedi

como se dará esta participação tendo em vista as
caracterí­sticas do evento. se minha idéia de subverter não é uma boa,
o que vcs sugerem então?

Glerm Soares

Autogestão não se aprende em MBA nem em livro da coleção ” Baderna”. Como já foi dito, é um impulso de coragem e equilí­brio de objetivos pessoais com consciência da responsabilidade do seus atos. Não é pelo “salário”, é pela tranformação dele em REAL VALOR.

Quanto ao Latinware ( e alguma tal ” subversão” necessária ): Eu já falei com a Fabs sobre isso e acho que fica aí­ pra vocês pensarem: Por que Curitiba, tendo mantenedores do Kernel na cidade, empresas pioneiras de SL, grupos organizadí­ssimos como PSL, MSL, e milhares de techs ultra competentes de SL, não tem um movimento CULTURAL forte em torno do Software Livre? Além dos berimbaus e hip hops todos, garanto a vocês que a resposta desta pergunta é uma das essenciais pra entender o “Brasil” ( s’il exist).
Sem querer dar uma de tadinho, mas “artista” aqui é sempre “entre aspas” ou Maldito (capital M). É a cultura das ” pessoas frias”, a “formiga e a cigarra” e outras estórinhas do bestiário.

Mas porque eu estou desviando o assunto? Ai é que tá. Não estou. Será que não é jogo para nós do “Brasil”, conseguirmos tirar estas “aspas” daqui onde está a maior concentração de nerds, organizadinhos, certinhos, fazendo SL funcionar por metro quadrado? Parece que fazer um lance ducaralho na LatinWare?, integrando ativos artistas locais com com os techies ultracorporativos da região pode ser no mí­nimo um choque cultural. O que seria no mí­nimo importante. Mas acho que vai além: vizinhos podem se descobrir e inventar alguma festa inédita.

Quanto ao evento internacional paralelo: Acho importantí­ssimo a participação da Cultura Digital nisso, mas por questões de “Autogestão” ( com perdão das aspas), Eu sou um dos que se candidata a ficar no Brasil dando suporte pros kits dos pontos.

No mais, convido quem quiser pra passar um mês aqui em casa, só pra ver que não estou mentindo. 🙂

abraço

glerm

Leo germani
to minc
More options 7:48 pm (14 minutes ago)
Ha!!

Gostei da sua provocação Glerm.

E depois dela meu voto vai para que a LatinWare? entre para nosso calendário com força total: Mesma força q Piaui, Aracaju, LacFree? e afins.

Leo,,

Leo germani
to minc
More options 7:49 pm (13 minutes ago)
Complementando…

ou seja. Fazer o LabLivre? lá. Convidar pontos da região. Modelo de produção de software livre para cultra.. videos.. musicas… bagunça…

nossa pátria patrais

bandeira

ORAÇÃO à BANDEIRA NACIONAL BRASILEIRA
(OLAVO BILAC)

Bendita seja, Bandeira do Brasil!

Bendita seja, pela tua beleza! És alegre e triunfal.

Quando te estendes e estalas í  viração, espalhas, sobre nós um canto e um perfume: porque a viração, que te agita, passou pelas nossas florestas, roçou as toalhas das nossas cataratas, rolou no fundo dos nossos grotões, beijou os pí­ncaros das nossas montanhas, e de lá trouxe o bulí­cio e a frescura que entrega ao teu seio carinhoso.

És formosa e clara, graciosa e sugestiva. O teu verde, côr da esperança, é a perpétua mocidade de nossa terra e a perpétua meiguice das ondas mansas que se espreguiçam sobre as nossas praias. O teu ouro, é o sol que nos alimenta e excita, pai das nossas searas e dos nossos sonhos, nume da fartura e do amor,fonte inesgotável de alento e de beleza. O teu azul é o céu que nos abençoa, inundando de soalheiras ofuscantes, de luares mágicos e de enxames de estrelas. E o teu Cruzeiro do Sul é a nossa história, as nossas tradições; viu a terra desconhecida e a terra descoberta, o nascer do povo indeciso, a inquieta alvorada da Pátria, o sofrimento das horas difí­cies e o delí­rio dos dias de vitória; para êle, para o seu fulgor divino ascenderam, numa escalada ansiosa, quatro séculos de beijos e de prreces; e, pelos séculos em fora irão para êle a veneração comovida e o culto feiticista da multidões de Brasileiros que hão de viver e lutar!

Bendita sejas, pela tua bondade! Cremos em ti; por esta crença, trabalhamos e pensamos. í tua sombra, viçam os nossos sertões, cavados em vales meigos, riçados em brenhas profundas, levantados em serras magestosas, em que escondem torvelins de existências e tesouros virgens, fluem as nossas águas vivas e vertentes, em que circulam a nossa soberania e o nosso comércio, agora derramadas em correntes generosas, agora precipitadas em rebojos esplêndidos, agora remansadas entre selvas e colinas; e sorriem os nossos campos, cheios de lavouras e de gados, cheios de casais modestos, felizes no suado labor e na honrada paz. E, sob a tua égide, rumorejam as nossas cidades, comeias magní­ficas, em que tumultuam ondas de povo, e em que se extenuam braços, e se esfalfam estaleiros, e vozeiam mercados, e soletram escolas, e rezam igrejas!

Bendita sejas, pela tua glória! Para que seja maior a tua glória, juntam-se, na mesma labuta, a enxada e o livro, a espada e o escropo, a espingarda …, o … e a pena. Para o teu regaço piedoso, elevam-se, como uma oblata, os aromas dos jardins e os rolos de fumo das chaminés; e sobe o hino sacro de todas as nossas almas, ressoando o nosso esforço, o nosso pensamento e a nossa dedicação, vozes altas concertadas, em que se casam o ranger dos arados, o chiar dos carros de bois, os silvos das locomotivas, o retumbar das máquinas, o ferver dos engenhos, o clamor dos sinos, o clamor dos clarins, dos quartéis, o esfuziar dos ventos, o remalhar das matas, o murmurejo dos rios, o regougo do mar, o gorjeio das aves, todas as músicas secretas da natureza, as cantigas inocentes do povo, a serena harmonia criadora das liras dos poetas.

Bendita sejas pelo teu poder; pela esperança que nos dás; pelo valor que nos inspira, quando, com os olhos postos em tua imagem, batalhamos a boa batalha, na campanha augusta em que estamos empenhados; e pela certeza da nossa vitória, que canta e chispa no frêmito e no lampejo das tuas dobras ao vento e ao sol!

Bendita sejas pelo teu influxo e pelo teu carinho, que inflamarão todas as almas, condensarão numa só força todas as forças dispersas no território imenso, abafarão as invejas e as rivalidades no seio da famí­lia brasileira, e darão coragem aos fracos, tolerância aos fortes, firmeza aos crentes, e estí­mulo aos desanimados! Benditas sejas!

E para todo o sempre, expande-te, e desfralda-te, palpita e resplandece, como uma grande asa, sobre a definitiva Pátria, que queremos criar forte e livre; pací­fica, mas armada; modesta, mas digna; dadivosa para os estranhos, mas antes de tudo maternal para os filhos, misericordiosa, suave, lí­rica, mas escudada de energia e de prudência, de instrução e de civismo, de disciplina e de coesão, de exército destro e de marinha aparelhada, para assegurar e defender a nossa honra, a nossa inteligência, o nosso trabalho, a nossa justiça e a nossa paz!

Bendita sejas para todo sempre, Bandeira do Brasil!

BANDEIRAS HIST�RICAS DO BRASIL

Nas
escolas, p�blicas ou particulares, � obrigat�rio o hasteamento solene
da Bandeira Nacional, durante o ano letivo, pelo menos uma vez por
semana.

BANDEIRAS
HIST�RICAS DO BRASIL


Bandeira
de Ordem de Cristo (1332 – 1651)

A Ordem de
Cristo, rica e poderosa, patrocinou as grandes navega��es
lusitanas e exerceu grande influ�ncia nos dois primeiros
s�culos da vida brasileira. A cruz de Cristo estava pintada nas
velas da frota cabralina e o estandarte da Ordem esteve presente
no descobrimento de nossa terra, participando das duas primeiras
missas. Os marcos traziam de um lado o escudo portugu�s e do
outro a Cruz de Cristo.


Bandeira
Real (1500 – 1521)

Era o pavilh�o
oficial do Reino Portugu�s na �poca do descobrimento do Brasil
e presidiu a todos os acontecimentos importantes havidos em
nossa terra at� 1521. Como inova��o apresenta, pela primeira
vez, o escudo de Portugal.


Bandeira
de D. Jo�o III (1521 – 1616)

O l�baro desse
soberano, cognominado o "Colonizador", tomou parte em
importantes eventos de nossa forma��o hist�rica, como as
expedi��es exploradoras e colonizadoras, a institui��o do
Governo Geral na Bahia em 1549 e a posterior divis�o do Brasil
em dois Governos, com a outra sede no Maranh�o.

Bandeira
do Dom�nio Espanhol (1616 – 1640)

Este pend�o,
criado em 1616, por Felipe II da Espanha, para Portugal e suas
col�nias, assistiu �s invas�es holandesas no Nordeste e ao
in�cio da expans�o bandeirante, propiciada, em parte, pela
"Uni�o Ib�rica".


Bandeira
da Restaura��o ( 1640 – 1683)

Tamb�m
conhecida como "Bandeira de D. Jo�o IV", foi
institu�da, logo ap�s o fim do dom�nio espanhol, para
caracterizar o ressurgimento do Reino Lusitano sob a Casa de
Bragan�a O fato mais importante que presidiu foi a expuls�o
dos holandeses de nosso territ�rio. A orla azul alia � id�ia
de P�tria o culto de Nossa Senhora da Concei��o, que passou a
ser a Padroeira de Portugal, no ano de 1646.


Bandeira
do Principado do Brasil (1645 – 1816)

O primeiro
pavilh�o elaborado especialmente para o Brasil. D Jo�o IV
conferiu a seu filho Teod�sio o t�tulo de "Pr�ncipe do
Brasil", distin��o transferida aos demais herdeiros
presuntivos da Coroa Lusa. A esfera armilar de ouro passou a ser
representada nas bandeiras de nosso Pa�s.


Bandeira
de D. Pedro II, de Portugal (1683 – 1706)

Esta bandeira
presenciou o apogeu de epop�ia bandeirante, que tanto
contribuiu para nossa expans�o territorial. � interessante
atentar para a inclus�o do campo em verde (ret�ngulo), que
voltaria a surgir na Bandeira Imperial e foi conservado na
Bandeira atual, adotada pela Rep�blica.


Bandeira
Real S�culo XVII (1600 – 1700)

Esta bandeira
foi usada como s�mbolo oficial do Reino ao lado dos tr�s
pavilh�es j� citados, a Bandeira da restaura��o, a do
Principado do Brasil e a Bandeira de D. Pedro II, de Portugal.


Bandeira
do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve (1816-1821)

Criada em
conseq��ncia da eleva��o do Brasil � categoria de Reino, em
1815, presidiu as lutas contra Artigas, a incorpora��o da
Cisplatina, a Revolu��o Pernambucana de 1817 e,
principalmente, a conscientiza��o de nossas lideran�as quanto
� necessidade e � urg�ncia de nossa emancipa��o pol�tica.
O Brasil est� representando nessa bandeira pela esfera armilar
de ouro, em campo azul, que passou a constituir as Armas do
Brasil Reino.


Bandeira
do Regime Constitucional ( 1821- 1822)

A Revolu��o
do Porto, de 1820, fez prevalecer em Portugal os ideais liberais
da Revolu��o Francesa, abolindo a monarquia absoluta e
instituindo o regime constitucional, cujo pavilh�o foi criado
em 21 de agosto de 1821. Foi a �ltima bandeira Lusa a tremular
no Brasil.


Bandeira
Imperial do Brasil (1822 – 1889)

Criada por
Decreto de 18 de setembro de 1822, era composta de um ret�ngulo
verde e nele, inscrito, um losango ouro, ficando no centro deste
o Escudo de Armas do Brasil. Assistiu ao nosso crescimento como
Na��o e a consolida��o da unidade nacional.


Bandeira
Provis�ria da Rep�blica (15 a 19 Nov 1889)

Esta bandeira
foi hasteada na reda��o do jornal "A Cidade do Rio",
ap�s a proclama��o da Rep�blica, e no navio
"Alagoas", que conduziu a fam�lia imperial ao
ex�lio.

AS ARMAS
NACIONAIS



� obrigat�rio o uso das Armas Nacionais:
No Pal�cio da Presid�ncia da Rep�blica e na resid�ncia do Presidente
da Rep�blica; nos edif�cios-sede dos Minist�rios; nas Casas do
Congresso Nacional; no Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais
Superiores e nos Tribunais Federais de Recursos; nos edif�cios-sede dos
poderes executivo, legislativo e judici�rio dos Estados, Territ�rios e
Distrito Federal; nas Prefeituras e C�maras Municipais; na frontaria
dos edif�cios das reparti��es p�blicas federais; nos quart�is das
for�as federais de terra, mar e ar e das pol�cias militares e corpos
de bombeiros militares, nos seus armamentos, bem como nas fortalezas e
nos navios de guerra; na frontaria ou no sal�o principal das escolas
p�blicas; nos pap�is de expediente, nos convites e nas publica��es
oficiais dos �rg�os federais.

O SELO
NACIONAL



O Selo Nacional ser� usado para autenticar os atos de governo, bem como
os diplomas e certificados emitidos pelos estabelecimentos de ensino
oficiais ou reconhecidos.

AS CORES
NACIONAIS


Considera-se
cores nacionais o verde e o amarelo. As cores nacionais podem ser usadas
sem quaisquer restri��es, inclusive associadas a azul e branco.

Fonte: Minist�rio do
Ex�rcito

http://www.aman.ensino.eb.br/histgeo/BandeiraNacional/Imperio.htm

http://www.on.br/glossario/alfabeto/b/bandeirabrasil.html

http://www.calendario.cnt.br/bandeirabrasileira.htm

Mario Domingues no Polavra

O professor de Latim e de Literatura Latina da UFPR Mario Domingues está confirmado para o evento Polavra. Mario Domingues obteve o Prêmio Menção Honrosa no Concurso Cruz e Sousa de Literatura, na categoria Poesia Nacional e o 1ú Concurso Nacional de Clipoemas, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba. É autor de Paisagem Transitória (Editora Ciência do Acidente, São Paulo/SP) além de muitas outras publicações autorais e de tradução direta do Latim.