
Uma irreverência demolidora contra todos os conceitos preestabelecidos fazia parte de seu caráter, em certa medida complementando um espírito inquisidor que buscava incessantemente novas formas de expressão aceitando todos os tipos de desafios.
Aliado a esta inquietação criativa um humor mordaz e crítico permeava sua existência. Um senso de humor universal com uma base tipicamente judaica fundamentado no non sense mais absoluto.
Sua produção artística refletia fielmente sua personalidade, tendo como bases estéticas o grotesco e o absurdo, a chamada “mistura de níveis ontológicos”, ou seja, o humano integrado ao mecânico, o mineral ao orgânico, mas sempre em um contexto bem humorado e satírico.

























