
Confirmado, a escritora Marina Ribatski estará no SESC dia 02 de setembro no evento Polavra, que acontence dentro do DesafiatLux, onde lançará texto inédito. Também fará a leitura do texto aos presentes.

Confirmado, a escritora Marina Ribatski estará no SESC dia 02 de setembro no evento Polavra, que acontence dentro do DesafiatLux, onde lançará texto inédito. Também fará a leitura do texto aos presentes.
Metamorfose da Gorda!
Não amanhece o dia enquanto estamos presos.
Confinado, não existem estrelas.
Se é que elas existem
Se não são apenas luzes viajando,
morrendo devagar e eternamente.
Quando se está preso,
Confinado, você olha a mão
relembra-a pequena…
e chora.
Por ver que esta não brinca mais.
Não há vida algemado
Ancorado, não vamos as Indias
É preciso ser livre de verdades
É preciso esquecer o homem para ser humano.
Rafael Carlleto
Por Gerson (Pereló)
Um dia eu vou morar numa América Saudita,
longinqua, cruzando o Golfo Lisérgico,
entre montanhas rochosas e mares de púrpura.
Deus queira que eu não morra
entre as armas e os sultões mancomunados,
na pressa de passar copacabana.
Caubói, coberto de um turbante,
com sorte, engenho, gana e arte,
haxixe, uísque, tamarindo e chocolate,
vou vasculhar por toda parte
a parte que me cabe
nesse rabo de boa esperança.
Entre cedros, sequóias e palmeiras,
quem sabe o sabiá ainda cantasse.
João Carlos Machado
inverno / 2005

eu pontuo,
o ponto está ausente,
você modera (luz), 2, 3, seriamente, ou 4, muito sério.
o eu pontuo se define claramente como “eu informo” e como conseqüência
um valor geral
fino
e muito figurativo.
o pauloleminski
é um cachorro louco
que deve ser morto
a pau a pedra
a fogo a pique
senão é bem capaz
o filhodaputa
de fazer chover
em nosso piquenique
o pauloleminski
é um cachorro louco
que deve ser morto
a pau a pedra
a fogo a pique
senão é bem capaz
o filhodaputa
de fazer chover
em nosso piquenique
Ohne worte/No words/Sin palabras
2005/dia 17- noite
Dilata-se o ar espaço que agora ouço:
Visível é a voz de um cão ao longe.
Dilata-se inda mais e treme
Aos sons que perfazendo o aproximar
Estendem-se e audivelmente se extinguem longe.
Os guturais motores dos passantes carros
Inocentemente
Desenhando em meus ouvidos
O espaço em que se movem
Ressoando superfícies.
Aparente inextinguível nada,
Infinito espaço que só reconheço
Pelo que o habita:
Coisas sólidas ou vaporosas,
Luzes e escuridões,
Sonidos e o mais profundo surdo nada.
Em algum lugar
Talvez
No infinito universo
Um não lugar.




desenho original: Serpieri
E na bunada, não vai dinha?
Credo, gentchi! Que coisa mais muderrrna!

17:45 Galeria Ritz
FOR PIPOCA POPCORN
Fonte: girls eater
Atenção, mocinhas da cidade: Ziraldo, 75 anos, diz que nunca brochou. Desafiat Lux!
17:45 Galeria Ritz





Fonte: Bondanime

Perda da virgindade: o que abunda não prejudica!

Manda brasa
amanhã
vai ter incêndio
lá em casa
Rettamozo