Esta no ar o blog coletivo do EmbapLab-Orquestra Eletroacústica Organismo, todos os usuarios do lab e desta lista podem publicar textos e imagens lá, e so cadastrar-se em http://www.organismo.art.br/blog
apareçam”¦
Esta no ar o blog coletivo do EmbapLab-Orquestra Eletroacústica Organismo, todos os usuarios do lab e desta lista podem publicar textos e imagens lá, e so cadastrar-se em http://www.organismo.art.br/blog
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Para facilitar a vida de quem não quer fazer um cadastro no yahoo e para aproximar mais o grupo da embap do *bastante* ativo grupo do ESTUDIO LIVRE, passaremos a utilizar a lista no dominio estudiolivre.org.
As pessoas que ja estão cadastradas não precisam fazer nada, apenas daqui pra frente passem enviar as mensagens deste grupo para:
************ embaplab@estudiolivre.org
pessoas que desejam cadastrar-se no lista devem mandar um email ( do email que desejam receber a lista) para:
embaplab-subscribe@estudiolivre.org
Assunto: subscribe
********* Aconselho aos interessados também assinarem a lista do estudio live em:
http://lists.riseup.net/www/info/estudiolivre
Fora isso, visitem o wiki do estudio livre em: http://www.estudiolivre.org
O projeto se vale da musica eletroacústica em torno de uma suposta “máquina” e da história de um aspirante a artista (e seu amigo imaginário), que decidem construir esta máquina “de fazer moedas”, uma obra “conceitual” e carregada da ingenuidade ambiciosa que quer criticar o valor na sociedade de consumo, produzindo moedas personalizadas que tem impressas em sua coroa a frase “Qual seu real valor?” e o símbolo matemático do infinito. Desde a concepção da obra e angústia do artista em tentar materializá-la até a sua decepção com a recepção desta pelo mercado da arte e sua rendição frente ao mercado e ao pragmatismo maquiavélico das massificações; o público participa e interage com a tal máquina e com a história, fazendo música e ao final recebendo a tal moeda, que subliminarmente propõe a tal reflexão.
A incrível máquina de fazer moedas é um projeto que pretende explorar o recurso estético do fetiche tecnológico para criar um ambiente ritualístico, que contrapõe o homem versus máquina, não apenas no sentido da engenharia que envolve as máquinas criadas pelo o homem, mas também no sentido da máquina “instituição”, este grande ser sem rosto que impõe o valor dos objetos (sejam pessoas, animais ou coisas). Utilizando a meta linguagem de uma obra que fala da produção dela própria, usando de sarcasmo, brinca com a questão do valor da arte e do real valor das “geringonças conceituais”. Com isso acaba por analisar o valor da própria ação do homem numa sociedade “mecanizada” da era pós-industrial.
Este processo de composição e performance da obra também serve de laboratório para empregos alternativos da tecnologia, usando pesquisa com hardware “reciclado” para criação de ferramentas como controladores gestuais de eventos sonoros e visuais gravados e sintetizados pelo computador. Para isso serão utilizados “softwares livres” fomentando um conhecimento numa área da computação onde é possível socializar e dividir muito melhor o conhecimento, alimentando uma cultura de inclusão e maior soberania científica.