
era uma vez um cara com piriri
quando voltava de santos não deu pra aguentar
e soltou um independencia ou morte…
josé bonifácio comentou:
QUE CAGADA


A PEDIDOS DO PAJÉ GÃ?Å
bolhas de sabão


era uma vez um cara com piriri
quando voltava de santos não deu pra aguentar
e soltou um independencia ou morte…
josé bonifácio comentou:


A PEDIDOS DO PAJÉ GÃ?Å


2005 – 1822 – 1781 – 1510
Canto I
Na primeira estrofe, o poeta introduz a terra a ser cantada e o herói – Filho do Trovão -, propondo narrar seus feitos (proposição). Na estrofe seguinte, pede a Deus que o auxilie na realização do intento (invocação), e da terceira í oitava estrofes, dedica o poema a D. José I, pedindo atenção para o Brasil, principalmente a seus habitantes primitivos, dignos e capazes de serem integrados í civilização cristã. Se isso for feito, prevê Portugal renascendo no Brasil. Da nona estrofe em diante, tem-se a narração. A caminho do Brasil, o navio de Diogo ílvares Correia naufraga. Ele e mais sete companheiros conseguem se salvar. Na praia, são acolhidos pelos nativos que ficam temerosos e desconfiados. Os náufragos, por sua vez, também temem aquelas criaturas antropófagas, vermelhas que, sem pudor, andam nuas. Assim que um dos marinheiros morre, retalham-no e comem-lhe, cruas mesmo, todas as partes. Sem saber o futuro, os sete são presos em uma gruta, perto do mar, e, para que engordem, são bem alimentados. Notando que os índios nada sabem de armas, Diogo, durante os passeios na praia, retira, do barco destroçado, toda pólvora e munições, guardando-as na gruta. Desde então, como vagaroso enfermo, passa a se utilizar de uma espingarda como cajado. Para entreter os amigos, Fernando, um dos náufragos, ao som da cítara, canta a lenda de uma estátua profética que, no ponto mais alto da ilha açoriana, aponta para o Brasil, indicando a futuros missionários o caminho a seguir.Um dia, excetuando-se Diogo, que ainda estava enfermo e fraco, os outros seis são encaminhados para os fossos em brasa. Todavia, quando iam matar os náufragos, a tribo do Tupinambá Gupeva é ferozmente atacada por Sergipe. Após sangrenta luta, muitos morrem ou fogem; outros se rendem ao vencedor que liberta os pobres homens que desaparecem, no meio da mata, sem deixar rastro.
Um fato curioso, ligado í Marquesa de Santos, ocorreu nos Outeirinhos, sítio que fora de José Bonifácio, o Patriarca da Independência, í beira-mar, fronteiro ao canal do Estuário. No local havia penhascos com risco de naufrágio aos navios veleiros que entravam e saíam do porto e nessa perigosa formação rochosa havia uma com estranhas características, mais parecendo “um símbolo de antigos cultos obcenos”, segundo observa Alberto Rangel (D. Pedro I e a Marquesa de Santos). E que o povo santista havia consagrado í marquesa aquele penhasco de forma esquisita, admitindo ainda que aquilo não passava de um “marco escandaloso”, pois representava, segundo os comentários da época, as “armas da Marquesa”. Concluindo, que os maudosos encontraram na coincidência e capricho do penhasco a celebração de mais um de seus “opróbios e chacotas”.
Tal penhasco foi totalmente arrasado por ocasião da construção do porto, naquele trecho. Posteriormente surgiu, um pouco mais além, para os lados da Bacia do Macuco, um bairro chamado de Pau Grande. (N.E.: o local, que não chegou a se tornar bairro, tem outra explicação para tal denominação: seria derivada de uma frondosa figueira ali existente).

“D. Pedro I viveu um dos romances mais famosos do século XIX com a Marquesa de Santos, e dessa relação de sete anos nasceram quatro filhos, dos quais duas filhas sobreviveram. O casamento de D. Pedro I com D. Amélia, em 1829, pôs fim a esta ligação, e a Marquesa retirou-se para São Paulo, onde casou-se com o brigadeiro Rafael Tobias, futuro presidente da província.
“D. Pedro escreveu numerosas cartas í Marquesa, muitas das quais encontram-se hoje em instituições públicas como o Instituto Histórico e a Biblioteca Nacional. A maior parte já foi publicada, mas alguns textos foram omitidos por pudor ou ainda censurados pelo historiador Alberto Rangel, que estudou a correspondência no começo do século.
“O imperador assinava de diversas maneiras, desde o mais formal Imperador até


hackeado de: www.novomilenio.inf.br
Pressionado pelas Cortes Constituintes de Lisboa para que voltasse a Portugal, o que significaria esvaziar o poder da monarquia no Brasil, D. Pedro I cedeu entretanto aos pedidos brasileiros para que ficasse no Brasil. Essa decisão foi anunciada em 9 de janeiro de 1822.
Um rascunho da carta com essa decisão, escrita pelo príncipe sob o pseudônimo de Simplício Maria das Necessidades (acima, a última folha, com essa assinatura) é conservada no Museu Imperial de Petrópolis/RJ:


“Desgraçado e miserável rapaz.” “Rapazinho.” Nas cortes de Lisboa, era assim que o chamavam. Corria o ano de 1822, e os dois Portugal, o de cima e o de baixo, o Portugal europeu e o outro, também chamado Brasil, eram sacudidos por idéias de reforma, agitação, impulsos contraditórios de libertarismo e autoritarismo, descentralização e centralismo. (…) Rapazinho, no sentido próprio, ele era mesmo – um menino de 23 anos, criado meio ao abandono, entre os escravos e as pessoas do povo do Rio de Janeiro.
No dia sete de setembro ele voltava de Santos para São Paulo, alvoroçado por dois motivos. Um era uma disenteria que lhe carcomia as entranhas. Outro era a pressa de encontrar dois emissários que sabia estarem chegando [sic] do Rio de Janeiro com más notícias. [Traziam papéis que] davam conta de resoluções das cortes que avançavam no propósito de fazer o Brasil regressar í condição de colônia.
O que se seguiu, (…) segundo Canto e Melo; o príncipe, depois de um “momento de reflexão”, afirmou: “É tempo! Independência ou morte! Estamos separados de Portugal!” Segundo Belchior, dom Pedro, terminada a leitura dos documentos, perguntou: “E agora, padre Belchior?” O padre respondeu que, se dom Pedro não se fizesse logo rei do Brasil, “seria prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas.” Dom Pedro caminhou alguns passos silenciosamente, prossegue Belchior, (…). De repente parou e disse: “Padre Belchior, eles o querem, terão a sua conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de ââ?¬Ë?Rapazinhoââ?¬â?¢ e ââ?¬Ë?Brasileiroââ?¬â?¢. Pois verão agora quanto vale o Rapazinho. De hoje em diante nada mais quero do governo português e proclamo o Brasil para sempre separado de Portugal.”
Roberto Pompeu de Toledo (Ataque ao sete de setembro, Veja, 13/09/95)
Na íntegra: http://www.doutrina.linear.nom.br/artigos/artigos.htm#ant
Aprenda a cantar o hino!
HIMNO NACIONAL BRASILEÂO
(música del silva de Francisco Manuel Da –
letra de duque Road de Joaquín Osório)
I
Habían oído hablar del Ipiranga los bordes apacibles
De una gente heroica el grito que truena
E el sol de la libertad, en rayos de los fúlgidos,
Brilló en el cielo de la tierra nativa en este instante.
Si el distrain de esta igualdad
Obtenemos para conquistar con el brazo fuerte,
En su seio, libertad del ó,
áDesafía nuestro pecho a la muerte apropiada!
Amó Â Nativo,
Idolatrada,
áAhorra! áAhorra!
El Brasil, de un sueí±o intenso, un rayo vivo
De amor y de esperanza a la tierra va abajo,
Si en su cielo del formoso, risonho límpido y,
La imagen de los brillos de la travesía.
Gigante para la naturaleza apropiada,
Usted es hermoso, usted es fuerte, colossus audaz,
áE su espelha futuro este largeness!
Tierra adorada
Entre otros mil,
Usted es, El Brasil,
áAmó Â Nativo!
De los nií±os de esta tierra usted es madre gentile,
Amó la tierra nativa,
áEl Brasil!
II
Mentira perpetua en horquilla espléndida,
Al sonido del mar y a la luz del cielo profundo,
Fulguras, ó el Brasil, florão de América,
áIluminó el sol del mundo nuevo!
De eso la tierra del garrida más
Sus risonhos, los campos bonitos tienen más flores;
Nuestros bosques tienen más vida,
Nuestra vida en su seio más amors.
Amó Â Nativo,
Idolatrada
áAhorra! áAhorra!
El Brasil, del amor perpetuo es símbolo
Lábaro que usted exhibe cubrió con la estrella,
E dice el verde-loro de este flammule:
áPaz en el futuro y gloria en el pasado!
Pero si usted aumento del clava de la justicia él fuerte,
Usted verá que un hijo que el tuyo no funciona lejos a la lucha,
áNi teme quién le adora la muerte apropiada!
Tierra adorada
Entre otros mil,
Usted es, El Brasil,
áAmó Â Nativo!
De los nií±os de esta tierra usted es madre gentile,
Amó la tierra nativa,
áEl Brasil!








deixa eu fazer uma pausaaqui.
antes de falar com o professor vou dar um tempo aqui.
fazer uma hora.
dizer que estou afiando um calo que pode matar a poesia
e que de qualquer forma estarei cada vez mais apta a falar sobre isso,
sobre como grito com ela todos os dias
preciso me concentrar
ela fala 8 3 25 72 44 13
preciso me concentrar
e ela se trai (e diz
que tem rido muito de mim
em conversas com a virgínia que fez a oitava comigo
e vai me munindo)
e começa a gritar também


encontro no sonho a filóloga que conta que o videogame não presta.
não presta ela fala enquanto dá a ré no carro que se não fosse hobbes freqüentar churrascos
“o homem ainda seria indeterminado”
e faz um convite
e nós aceitamos.
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ele acorda acima da língua
números razoáveis genuínos
todos os pontos querem que.
Esse playboy chamado ” kid” acaba de jogar 10.000 reais pela janela em São Paulo para promover seu blog: http://www.10anosa1000.com/
ele acaba de me dever algumas notas. use os comentários.


uando a península ibérica foi invadida pelos romanos, os lusitanos da Serra da Estrela se opuseram í dominação. Resistiram bravamente durante dez anos, liderados por Viriato, até que Roma envia Cipião, que suborna três embaixadores do chefe luso – Audax, Ditalkon e Minuros que, em 140 AC, o assassinam enquanto dormia.
Assim, décadas depois, em 61 AC, seria necessário o próprio Júlio César para submeter os povos do noroeste, transformando a região numa província romana, a Lusitânia.
A bandeira dos lusos, como se vê, é o que há de mais simples: um pano com o desenho do animal símbolo.
Para os primitivos, as cores não representavam os grupos, ao invés, pelo emblema – algum instrumento, vegetal, animal ou astro. O branco realçava o dragão verde.
O dragão dos lusos pode ter esta pauta de idéias: os pés do leão significam a fortaleza; as asas de águia, a sabedoria, a velocidade; a cauda da serpente a astúcia, a estratégia, a vigilância.
O verde foi inspirado na exuberante natureza da Lusitânia. Cabe ressaltar que o dragão é o elemento mais rico da simbologia.
Na batalha de Aljubarrota, em 14 de agosto de 1385, D João I, de Portugal, derrotou decisivamente o Rei de Castela e garantiu a independência de Portugal. Os cavaleiros da Ala dos Namorados, comandados pelo Condestável Nuno ílvares Pereira lutavam sob uma bandeira verde como o velho dragão lusitano.
O verde permanece na última bandeira portuguesa e na atual Bandeira do Brasil.
Não há nenhum registro escrito com a forma correta da Bandeira dos Lusos, surgindo divergência entre os autores sobre a forma do dragão e seu posicionamento na bandeira. A versão apresentada é a mais aceita.
Naturalmente, foi idéia do Grande Irmão, – acrescentou, í guisa de conclusão.
Jorge Orwell – 1984
