É isso mesmo! Ele era, e o outro também é. Preiboizinhos marketeiros de merda. Lamberão o cu de todos os poetas-processo. E tenho dito.
Provindia Curitiba


Mokoi kunha, ha’e irundy kyringue’i.
Pytu tei ogueraa tema mombyry, omoxã eravy.
Kyringue’i haxe ma okaruxevy tei, jurua kuery ndoikuaaxei.
Ha’eramo ixy kuery aipoe’i:
– Jajaru rive rãema!
– Nhandekuery aema Nhanderuvixa nhanemonguetaa nanhaendui vyma kova’e rã py nhavae.
“São duas mulheres presas carregando cinco crianças que estão chorando de fome, e mais dois soldados que estão acompanhando. Elas estão presas. Elas conversam:
– Puxa, a gente devia ter ouvido o cacique. Agora a gente está presa e nenhum parente nunca mais vai saber o que aconteceu com a gente.
– A gente está presa porque não ouviu o cacique.”
HackEANDO CaTaTau!
(Ei
você,
ilíada_de_Ulisses_Wake_atatauC_orãoBibliaToráMacthub_AlephArt
czschwinkyChomsky__C++
)

Um grande vetor atualmente nesta busca é o destrinchar de
grandes MATRIX
dos códigos língua
portuguesa do Brasil e seus delírios em outras fontes,
e abusando de uma metáfora do provinciano:
aquele
que não está no mapa e por isto está
em todos.
Sem apelar a demais bairrismos e contornos pretendemos recompilar
códigos fonte desta angústia
sintática que é o delirio GLOBALIZANTE no meio da
simbólica selva tropical,
ou provar pra todos que somos
provincias-pensantes, justamente
por que sabemos que NÃO SOMOS.

Somos nós. Ou melhor EU = VOCE = EU - o PRo_NOME-SUJEITO...
mAIS POESIA..cÓDIGO aBERtO.. hACKEANDo CATATAUSS...
registre-se..Compile..Flua por aqui...
Entrei nessa merda!!
E já sinto o cheiro bom de algo que esqueci na privada há muto tempo atrás… que saudade, que nostalgia! Queria conferir novamente a parceria do Yes com o Smiths com o Marcelo D2-mas-mantenha-o-respeito-around-the-lake.
Yumyum
Alcebíades
Solda, já deixo uma mensagem pra você/ele – acho teu trabalho foda desde pirralho, quando meu tio me deu de presente a Antologia Brasileira de Humor da L&PM.
Ã? Gaia occan@COnSciênCia…PICTOgrafando letra… palavras sereifuisomos…

“E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: ââ?¬Ë?Esta vida, assim como tu a vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes; e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indizivelmente pequeno e de grande em tua vida há de retornar, e tudo na mesma ordem e sequênciaââ?¬â?¢ – […] Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasse assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal em que lhe responderias: ââ?¬Ë?Tu és um deus, e nunca ouvi nada mais divino!ââ?¬â?¢”
(Friedrich ARTYSCHEWNietzsche, A gaia ciência)
Você está muito sensata Acho bom consultar um psicopata
Soldando estou-lhes aqui o Solda, ArtEszhewskE, e +Occan, hackeando leminski: E como ARTYSCHEWSKY / Sãojoãobatavista / Vêm SÂBRIO, Artyshewsky SÂBRIO… SÂBRIO como polaco que é. LUCIDEZ, quem me compreenderá?”.
——————————————————————–
Isso não é espetáculo – é METArealidade

Seqüelas do Alcoolismo
Paulo Leminski, Rogério Dias e Solda
1982
———————————————————————
poema meu (de)terminado pelo sujeito de arma zen
solda

A Janela Acesa.
Meu amigo Solda eu eu só temos uma diferença, tantas vezes discutida pelos bares da noite: eu acho o Professor Thimpor o maior humorista brasileiro vivo. Solda, não. Ele acha que é o próprio Professor Thimpor. Como distinguí-los, afinal? Enfim, aqui está, depois de um longo silêncio meditativo, a volta do Professor Thimpor í s lides joco-filosóficas. Pelo estilo, Thimpor deve ter andado lendo Joyce ou Lennon, nestes dois últimos recentes anos no seu retiro no Tibet, onde o Dalai Lama costuma recebê-lo com o mesmo calor que Fidel Castro recebe Chico Buarque ou Gabriel Garcia Marques.
Atenção, revisores, aí vem o Solda, com tudo!
Paulo Leminski
Um Tarado no Tablado.
(í maneira de um famoço musgo inglês assassinalado nos Estalos Uníssonos, num ano não muito pródigo em dezembros)
A janela acesa despintava no peitoril sinequanon. Eustáquio Teustáquio procurava um empalhador de palavras.
Eustáquio Teustáquio, sabem como é, o Nossostáquio, estava parafernaliando entre as postetutas da Rua Chuelo, aquela infestada de Mariaposas. Nostácio não andava bem do patíbulo e enroscava o balaustre nas pérgulas do pároco. Parábolas mirabolantes lhe atravessavam o mirante desabotoado, empinando coitos nas páginas amarelecidas dos Alfa Rábius.
Não cabendo em si, entrol no barboteco e pediu dois dedos de cedilhas, ao alegrete.
O barçom estranhou o trigode que escondia metade do resto de Nostácius, mas acabou servindo o pratinho feio de cedilhas, das importadas, aos solavancos e solevantes.
– Por Tutatis! Barbituricou Bosstácius.
– Por Tutatis Homeopáticus!
Estas cedilhas cedilham esôfago abaixo saltitontas, como nas fábulas fantastibulosas de toldos os ambrosebierces e millôres da riodondeza!
Restros de luz enbelheciam o barboteco í quela hera da madrugadália. Foi quando entrol Heptandria, num vestido e havido como gerúndio, embora a desconfiança fosse geral do galvão ferraz, impávido na montanha de Fócida – dessas consagradas a Apolo, Parnaso, se me entendem – repartindo o cabelo entre o paroxismo e a rubrica mal desenvolvida.
Heptandria brilhava de posméticos e ledosivos. Saiu de trás do biombro e salcudiu o açúlcaro, como se pretendesse emporcalhar o chafé soçaite. Teustáquio abalroou uma mariaposa e desferiu-lhe o supersério, acenando-lhe bipétalo. A mariaposa, rubirosa, chamou dois esmagas que faziam a renda da rendondeza e correu para os braços de Morfeltro. Formou-se a Confuciozão. Heptandria fugiu para o bardel e truncou-se em ásdecopas, dando uma de joão-de-bruços. Uma cirene argentina desatou em marlombrandos, dos magros. E vieram as leziras e os lamarões de água parada e decomposta ao sol. Tonto, embora zorro e lúcido, Nostácius estendeu todos os tentáculos e desceu a Rua Chuelo e seguiu os padrões geraes da leiteratura brazilianista actual. Um empulhador de próstatas passava pelo logar – minto muito pra não dizer palavrório e para não dizer nada – e seguiu Nosvócius pelas imperícias guindadas í s bagatelas empasteladas de genialidade, entre veraneios líquidos irresponsáveis, fórmulas escravizadas, campos de estrobérri, nevralgias retrospectivas e demais desemlapeamentos.
Enquanto isso, num bardelima, dois hímens passam em revista as contradicções empostadas, os impasses, as artimanhãs do poder, a exportação do polvo e a injustiça na Nica Dââ?¬â?¢água.
Teustáquius passa numa biga. É o altista, criador de coisas belas, a antena da raça, a porcelândia chinesa, a madre tertúlia lutando contra a mesmice das Ruas Chuelos da Cruelritiba. Artychewski foi jogado na arehiena e devorado pelos leomansos paranistas.
A jaunela acesa depintava no peitoril sinedie
Bêbado, quem me compreenderá?
Prof. Thimpor (Solda)
———————————————————————————
Winterlude
(Solda)

clique-me
_____________________________________________________
japonesa treinada desde jovem nas artes da dança, do canto e da conversação para entreter os fregueses de casas de chá, banquetes etc., esp. do sexo masculino
a gueixa lemisnkíada e o trocadalho do carilho
solda

____________________________________________________
eu e ele e nós sem computador
solda

___________________________
o sonho acabou. mas ainda tem cuque
solda

_________________________________________
um poema que não se entende é digno de nota: a dignidade suprema de um navio perdendo a rota
solda

____________________________________________
livros enfileirados em estante, bonitinhos não servem para porra nenhuma. têm que ser lidos, relidos, emprestados, não devolvidos, desenvolvidos e mordidos, antes de mastigados

**14.64386…_…sigo Artiswschhackeeando…
Occam
página errante
Hackeand< O_O > ccaM! galilei-TE!
Ego sum Renatus Cartesius, cá perdido, aqui presente, neste labirinto de enganos deleitáveis, - vejo o mar, vejo a baia e vejo as naus. Vejo mais (...) Do parque do príncipe, a lentes de luneta,
CONTEMPLO A CONSIDERAR O CAIS, O MAR, AS NUVENS, OS ENIGMAS E OS PRODíGIOS DE BRASíLIA.
Hackeando: TraBalhOzzz Sujozz
HackEANDO CaTaTau!
(Ei
você,
ilíada_de_Ulisses_Wake_atatauC_orãoBibliaToráMacthub_AlephArt
czschwinkyChomsky__C++
)

Um grande vetor atualmente nesta busca é o destrinchar de
grandes MATRIX
dos códigos língua
portuguesa do Brasil e seus delírios em outras fontes,
e abusando de uma metáfora do provinciano:
aquele
que não está no mapa e por isto está
em todos.
Sem apelar a demais bairrismos e contornos pretendemos recompilar
códigos fonte desta angústia
sintática que é o delirio GLOBALIZANTE no meio da
simbólica selva tropical,
ou provar pra todos que somos
provincias-pensantes, justamente
por que sabemos que NÃO SOMOS.

Somos nós. Ou melhor EU = VOCE = EU - o PRo_NOME-SUJEITO...
mAIS POESIA..cÓDIGO aBERtO.. hACKEANDo CATATAUSS...
registre-se..Compile..Flua por aqui...
Aqui a lógica
é outra. Faz metonímia, não faz
metáfora. Toma o efeito pela causa, a coisa pela
idéia, o lugar pelo agente. Não conversa com
Aristóteles. Não faz aritmética. O
pêndulo não
completa o seu percurso, a gravidade
não tem
aceleração constante. "Que a pura
percepção seja a
crítica da razão". Toma o efeito pela
causa, a parte
pelo todo, a coisa pela idéia. O giro do equinócio
reverte o fluxo
do silogismo. Faz as letras saltarem
das palavras e pularem umas sobre as outras
formando-se em comboios. A justa razão aqui delira. A
ordem de leitura das letras não
é respeitada.
octavio

Eckhout-o Brasil do europeu é holandês
mensagem na garrafa n01
CURITYBA
THE CITY OF THE I
C
H O W
L
E
S
K I
M
I N
W
E
Z
C
Y
T
R
A
Caro (a),
Leminskilink,
perhapsrap,
alhures
ou alheios, aliás,
evoco a memória do POETA e invito
os
aquiness presentes
a
miracionar
essa
lembrança,
incorporar
a situssintonia
cria-cole-tiva,
JÁ!
+:Nowounão,
in progress…
Penso,
pois, pois, in algo do além, spirit, sopro
de translíngua entorpecida,
da
vida e cultura re:he!INVENTIVA’s.
Sonhos dos quais “o bandido que sabia latim”
carregava consigo, comoumkoan.
céus,
fumaças, vapores, névoas, neblinas, no
blues / nublados paisagens
tortas,
gerundiando
concretudes nestenetnicho minifesto
acolhendo
occamsionais
obs
d’outras
inquietas almas.
Home(page)nagem,
dedicatória, offerRe:nda.
Ouautrecosa,
lógico.
Lança-se
a propdesincroleitura:
CATATAU.
Saudactions,
Artzschewski
24/08/2005
polapalavírus
(a),
Leminskilink, perhapsrap,
alhures ou alheios, aliás,
evoco o POETA e invito
os aquiness presentes
a miracionara lembrança,
em situssintonia cria-cole-tiva,
nowounão, in progress…
penso, logo além, spirit,
sopro de translíngua entorpecida,
sonho de vida he!INVENTIVA�s
comoumkoan by “bandido que sabia latim”.
Céus, fumaças, vapores,
névoas, neblinas, no blues / nublados
entortando paisagens,
gerundiando concretudes nestenetnicho minifesto
occamsionais obs d�outras inquietas almas.
Home(page)nagem, dedicatória, offerRe:nda.
Ouautrecosa
Lança-se a prop.sincroleitura: CATATAU.
mamelucovírus
Quem sou eu se este tamanduá existe?
músico, poeta, dançarino?
>LEMINSKI LINK LINK LINK POETA RICOCHETE
“…Queria saber quem havia inventado tão maravilhosas cousas proporcionadoras de alegria.
E veiu a saber. Um caiurucrê (da etnia caingangue) encontrou no mato um tamanduá-mirim (cakrekin) e o atacou com um cacete, quando o tamanduá se poz de pé a bailar os passos e a cantar os versos aprendidos pela tribu.
Emi no ti, vê, ê, ê, ê,
Ando chô caê voá, a
Há, há, há…
Emi no tin, vê, ê, ê, ê,
Emi no tin, vê, ê, ê
Dói cama vorô é
Que agnan kanan bang
Goyogda emi no tin.
Eââ?¬â?¢ qui matin…
Eââ?¬â?¢ qui matin…
Estava desvendado o mistério.
Fora o tamanduá o creador da música, da poesia e da dança. Os tamanduás são desde então considerados pelos caingangues os pais da humanidade. Sua antiguidade faz com que eles saibam muitas cousas que os homens atuais não sabem.”(1)
(e Cartesius nem se quer imaginava…)
(1) MARTINS, Romário. Paiquerê. Mitos e Lendas – Visões e Aspectos. Curitiba: Aqui!, 1940. P.24 e 25.
comecei essa brincadeira…
e o Octávio Camargo botou pilha…
http://www.organismo.art.br/descatatau
… .. moçada… preciso de mais dedos nessa idéia…
…..
http://www.organismo.art.br/descatatau
.
……….
…………………
………………………………………………….
O relógio do sol aqui é cera derretendo rejeitando a honra de marcar as
horas..
o esterco do preguiça nos soterra na areia movediça (…) Ao desertor..
os desertos!
Lugar onde / se faz / o que j* foi feito… eu te fiz / agora // sou
teu deus / para acabar em livro / e o acaso não existe / eu comento
hipóteses /
…………
nillow
riamba
pemba
gingongó
chibaba
jererê
monofa
charula
ou
pango
tabaqueação de tupinambaoults,
gês e negros minas, segundo Marcgravf
cttau-pg15sul
teste
ôpa!
Discussões estratégicas da segunda 16 de maio
Estaremos hoje conversando sobre algumas idéias para a implementação do laboratório, dentre elas de tornarmo-nos mirror do projeto agnula
agnula é a distribuição linux que estamos usando no laboratório, voltada especialmenter para a produção de áudio…
Pure Data
Esta no ar um link dos manuais do Pure Data, (ferramenta gráfica de programação “real-time” para áudio, video e processamento gráfico (software livre)), que começa a ser traduzido. Para mais informações veja www.organismo.art.br/puredata. Estão todos convidados….
