Iliada na Fundação Biblioteca Nacional

Links da FBN sobre os Cantos da Iliada

http://www.bn.br/fbn/arquivos/doc/eventos/homero2.htm
http://www.bn.br/site/default.htm
http://www.bn.br/fbn/arquivos/doc/eventos/homero.htm

Release distribuido pela Coordenação de Eventos da FBN

Iliada na Fundação Biblioteca Nacional

A Fundação Bilbioteca Nacional convida o público carioca a assistir as apresentações dos cantos I e XVI da Ilí­ada de Homero na tradução de Odorico Mendes , um espetáculo produzido pela Companhia Iliadahomero de Teatro, Curitiba – Paraná. O espetáculo acontecerá no dia 29 de agosto de 2006, no Auditório Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional, í s 17h. As apresentações teatrais, realizadas pelos atores Claudete Pereira Jorge e Richard Rebello, vem itinerando por diversas bibliotecas do paí­s, divulgando a obra tradutória de Odorico Mendes num dos clássicos fundamentais da literatura ocidental. Odorico é, segundo Haroldo de Campos, o Pai da “Transcriação” no Brasil Influenciou todas as traduções posteriores de Homero e Virgí­lio para a lí­ngua portuguesa. Sua obra é pouco conhecida do grande público. Em parte pela complexidade e erudição do seu experimentalismo linguí­stico, que encantou autores como Souzândrade e Guimarães Rosa, em parte por estarem também esgotadas as edições do texto de sua Iliada.

A Companhia Iliadahomero de Teatro, dirigida por Octavio Camargo, tem por objetivo realizar uma apresentação integral dos cantos da Iliada na forma de monólogos teatrais. O grupo, fomado por 24 atores, estuda a obra de Odorico desde 1999. O texto é encenado sem cortes, ressaltando a diversidade imitativa e dramática da prática dos rapsodos. O espetáculo tem tido o apoio da Biblioteca Pública do Paraná, e foi apresentado no dia 17 de agosto na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, seguido por um debate sobre Homero com Antõnio Medina Rodrigues, professor de lí­ngua grega da USP e responsável pela reedição da Odisséia de Odorico Mendes.

Os Cantos I e XVI da iliada oferecem uma imagem sinóptica da “Ira de Aquiles”. A disputa entre Aquiles e Agamenon pela posse de Briseida no Canto I, motivo do rompimento de relações entre estes heróis e do afastamento de Aquiles do campo de batalha, e a morte de Patroclo no canto XVI, clí­max do conflito, num episódio de aventuras e façanhas, que ocasionará o retorno de Aquiles í  guerra.

Evento: A Ilí­ada de Homero – Cantos I e XVI. Local: Fundação Biblioteca Nacional. Rua México s/n. Centro – Rio de Janeiro (Acesso pelo Jardim)

Dia 29 de Agosto de 2006, í s 17h.

Entrada franca

Iliada na Biblioteca Mário de Andrade / 17 de agosto de 2006 / Ã? s 20h00

Apresentação da Iliada na tradução de Odorico Mendes na Biblioteca Mário de Andrade dia 17 de agosto de 2006 ás 20hoo, Entrada Franca
Canto I – Claudete Pereira Jorge / Canto XVI – Richard Rebello / direção: Octavio Camargo
Após a apresentação haverá debate sobre Odorico Mendes com Antonio Medina Rodrigues, Professor de Lí­ngua Grega da USP.
As imagens são da apresentação realizada na Casa do Saber no dia 12 de julho de 2006
fotos: Gilson Camargo


O texto abaixo foi produzido pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura de São Paulo e disponibilizado no site http://www6.prefeitura.sp.gov.br/noticias/sec/cultura/2006/08/0012

Biblioteca Mário de Andrade apresenta encenação da Ilí­ada de Homero

09/08/2006 – Cultura

Transformar a literatura clássica em algo atraente para o público da era digital é um desafio. No entanto, segundo Octavio Camargo, diretor da Companhia Iliadahomero, de Curitiba, os jovens de hoje são perfeitamente capazes de se interessar pelos clássicos, suas narrativas de aventuras e façanhas de heróis.

A dramatização do texto pode torná-lo acessí­vel a um número maior de pessoas, suavizando a erudição de um documento escrito há aproximadamente três mil anos. A partir dessa premissa, a Companhia Iliadahomero, irá encenar no próximo dia 17, na Biblioteca Mário de Andrade, dois cantos da Ilí­ada, obra-prima de Homero. A apresentação do grupo paranaense, que desde 1999, dedica-se ao trabalho com a obra do autor grego, será seguida por um debate com Antônio Medina, professor e pesquisador da USP, especialista em literatura grega.

O livro possui 24 cantos e relata os acontecimentos ocorridos durante 51 dias, entre o décimo e último ano da Guerra de Tróia. A narrativa é encerrada com o sepultamento de Heitor, herói e lí­der do exército troiano. A apresentação contemplará os cantos I e XVI.

No primeiro canto, encenado pela atriz Claudete Pereira Jorge, a obra situa o leitor no décimo ano da guerra de Tróia narrando o desentendimento ocorrido entre Aquiles e Agamenon por conta de uma jovem. A morte do guerreiro Pátroclo em duelo com Heitor, é o ponto alto do outro canto a ser apresentado pela companhia, ocasionando o retorno de Aquiles í  guerra.
A escolha pelos dois cantos deu-se, pois na opinião de Camargo, “eles fornecem uma sinopse da ira de Aquiles, protagonista da história”.

O propósito da companhia é, futuramente, realizar uma encenação integral do texto de Homero, a partir da tradução de Odorico Mendes. Para isso, eles contam com o apoio da Biblioteca Pública do Paraná, num esforço conjunto com a Biblioteca Mário de Andrade e a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. O grupo possui apresentações agendadas nas principais capitais do paí­s, entre elas Brasí­lia e São Luí­s, no Maranhão.

Serviço: A Ilí­ada de Homero – Cantos I e XVI (70 min). Biblioteca Mário de Andrade. Rua da Consolação, 94, Consolação, Centro – Tel.: 3256-5270. Próximo da estação Anhangabaú do metrô. Dia 17, í s 20h. Grátis


ARTE MARGINAL – a arte fora dos eixos

interlux
ação no posto – interlux arte livre, etc.

Pra quem quiser conhecer um pouco mais sobre ações artí­sticas realizadas em Curitiba nos últimos anos vai uma sugestão, a monografia de Juliano Antoceveiz apresentada í  EMBAP Escola de Belas Artes do Paraná no curso de pós-graduação em história da arte moderna e contemporanea ano 2005.



é só baixar o arquivo no link:

http://estudiolivre.org/el-download.php?arquivo=1790&action=download

cocinando

RAW IDEAS? Converge these recipies…we’re always ready to cook…

These ideas stem from recognizing that we live in an age of overloaded information and possibilities of connection over networks formed by shared speech that is beyond territorial and linguistics borders. On the other hand, the Cartesian and systematic organization of this DATA tends to be dissolved into the space where it takes form by institutionalized functions (from arts to engineering; from activism to social theory). Nevertheless, those flowing identities are touched by subjectivity before they lose strength – through this process of intervening within such functions and spaces they will produce contradictions even while acquiring an “institutional” meaning. Our effort is for all “DATA-processed-speeches” to be perceived as a chaotic dance of entities, sculpted into symbolic rituals, “cruelty theaters” aesthetics AND REAL PRESENCE of direct action, leading forms of practice and ethics to an immediate perception of human dimension. This is the ambition of “cooking” projects.

This “feed-back” and mirroring of data will cause the sensation of simultaneous presence and the kitchens will become a place passing through geographic borders taking the repertoires as a common database for reality constructions. This will influence direct action and relationships through the network. The processes caused by the “kitchen” should also be registered and reprocessed in new rituals and future ideas.

We stimulate the rhythmic use of the kitchen, spoken words, musicalization of cooking acts. We ask for the use of different languages and accents as you cook this data. After the dinner, one should digest the data and expend the consequent energy through direct actions in the streets.

circuitbending

Tropeçando lá e cá descobri uma tag muito legal: “circuitbending“.
É quase uma “cena cultural” ou “moda” se preferirem, mas não deixa de gerar umas idéias metarecicleiras, curiosas e etc…

Basicamente consiste em pegar brinquedinhos ou qualquer eletro eletronico que esteja largado e inventar alguns curto circuitos, amplificações, soldar novas peças, gerando uns instrumentos musicais malucos… isso dava uma oficina de pirar a gurizada… acho que é um jeito bem divertido de dismistificar a eletrônica (que como ja foi discutido aqui, é ainda vista como “magia”, “ferramenta do progresso” ou “fetiche consumista”)…

minidocumentario:

festivalzinho ta rolando:

wiki:
http://www.bendwiki.org/wiki/index.php?title=Main_Page

tags do youtube e delicious:
http://www.youtube.com/results?search=circuitbending&sort=relevance&page=1
http://del.icio.us/search/?all=circuitbending

Bife a milanesa de manhã de manhã, faz pra mim mãe.

As mães não querem mais filhos poetas.

A esterilidade dos poemas.
A vida velha que vivemos.
Os homens que nos esperam sem versos.
O amor que não chega.
As horas que não dormimos.
A ilusão que não temos.

As mães não querem mais filhos poetas.

deram o grito
desesperado
das mães do mundo.

Hilda Hilst, baladas, pg 55.

semi corpos


(16:44:48) glerm: oap
(16:44:54) glerm: entao
(16:44:56) glerm: contae
(16:44:59) palm: opa
(16:45:02) palm: comecei la no gmail
(16:45:07) palm: perai
(16:45:16) palm: direto do laboratorio.
ressaca domingueira, pos-pre-estreia do marreCo-mimoSa.
(16:45:23) palm: semi-corpos

uma balada no sesc pompeia. bocatto com seu trombone gritante toca enquanto estamos no camarim (grupo tempokala: marina reis, fernanda ferrari, ricardo palmieri + habib + priscila + juliana + marreCo-mimoSa). galera do SESC entra. marreCo funfando*, palm com figurino e semi-moicano, meninas se arrumando, jean com o set pronto.
(16:46:48) palm:
*marreCo funfando: o demudi 1.3 nao reconheceu minha placa de audio mic-in. nao rolava. como se tratava de um freak-show, e nao uma oficina mimoSa, resolvi de ultima hora convidar um windows XP pirata + NERO pirate + windows movie maker, q resolveu completamente o problema, gerando outro: arquivos em WMV, urgh!
(16:47:19) glerm: hahaha
(16:47:32) palm: enfim
(16:48:16) palm: na correria do entra agora q o bocatto vai acabar o show, e vcs precisam aparecer antes do igor cavaleira (aiii!) entrar como dj.
(16:48:32) palm: o marreCo tem um surto e..
(16:48:34) palm: CAI!
(16:48:37) palm: bum!
(16:48:42) glerm: carái
(16:48:49) glerm: quebrou tudo o robô?
(16:48:53) palm: entao.
(16:48:58) palm: na hora o aperto no coracao
(16:49:03) palm: nem quis olhar
(16:49:26) palm: as meninas levantaram, e o pessoal do sesc ficou completamente sem graca. eu gritei: acabou. nao vai rolar
(16:49:42) palm: boneco em peh, sangue frio, fui olhar o trem
(16:50:00) palm: reconectei camera usb, aperto em lacre dalli, outro aqui.
(16:50:03) palm: liguei!
(16:50:09) palm: grub pra mim!
(16:51:05) palm: desliguei o bicho.
(16:51:08) palm: deitei ele.
(16:51:25) palm: e desci para um cena inicial. eu, como perfomer
(16:51:29) palm: sozinho
(16:51:48) palm: com roupa de medico e uma torre de cd virgem na mao
(16:52:00) palm: na seq, entrariam as meninas levando o bonecCo
(16:52:04) palm: carai!
(16:52:09) palm: ai foi louco demais
(16:52:48) palm: boneco entra, ai eu escrevo as instrucoes do jogo-marreCo nas costas dele
(16:53:18) palm: e meu personagem nao falava. apenas no microfone, e a galera ouvia no fome de ouvido.
(16:53:25) palm: as meninas erasm:
(16:53:45) palm: marina+fernanda: gemeas xipofogas
(16:54:19) glerm: hehehe
(16:54:19) palm: priscila: rainha negra sadomasoca
(16:54:53) palm: juliana: a decapitada – noiva frankentein – a noiva do chuck
(16:55:29) palm: uns 40 depoimentos gravados na noite.
(16:55:37) palm: muita info sobre o q ta rolando em sampa
(16:55:37) glerm: que massa
(16:55:41) palm: muita gente bebda
(16:55:43) glerm: cade esse som
(16:55:46) glerm: ?
(16:55:58) palm: muita menina deixando o telefone pro victor frankenstein, hahaha
(16:56:11) palm: mas enfim
(16:56:15) palm: na volta, no carro….
(16:56:20) palm: aiai…
(16:56:30) palm: o bhoneco se reotrceu numa freada
(16:56:46) glerm: tava sem cino!
(16:56:50) glerm: cinto!
(16:56:53) palm: sin! sinto!
(16:57:38) palm: ai eu descobri um erro de engenharia de minha parte: a tela de LCD escorregou pro lado: o peso puxou um dos lacres e dobrou um pedaco do boneco: bem na entrada do teclado!
(16:58:13) palm: entortou o plug – ufa! – do teclado.
(16:58:21) palm: nenhum dano a plpaca-mes-flutuante
(16:58:26) glerm: tem mais fotos d@ mimos@rrec@ ???
(16:58:29) palm: placa-mae flutuante
(16:58:33) palm: sim
(16:58:37) palm: a aoife tirou muitas fotos
(16:58:41) palm: vou postar algumas la
(16:58:51) palm: eh q acordei agora e to meio preguicoso
(16:59:01) palm: mas foi um sucesso a maquina
(16:59:20) glerm: sa-sse-çi-ço-sssussesu
(16:59:42) palm: hahah
(16:59:45) glerm: mas voces sairam dar rolê na rua?
(16:59:45) palm: entao
(16:59:53) glerm: com el@
(16:59:55) glerm: ?
(17:00:05) palm: eu nao consigo tirar os videos de la pq nao tyenho uma porra dum teclado ps2 sobrando aqui
(17:00:11) palm: nao
(17:00:14) palm: foi pre-estreia ainda
(17:00:26) palm: estou querendo levar ele pra passear em PORTOALEGRE
(17:00:36) palm: na regional de la dos pontos de cultura
(17:01:06) palm: mas antes fazer beta-teste em sampa com ele na cadeira de rodas, ou seja la o q for
(17:01:28) glerm: a outra mimosa morreu?
(17:01:33) glerm: a primeira?
(17:01:37) palm: sim
(17:01:42) palm: death metal
(17:01:50) glerm: ta reencarnando por aí­
(17:02:05) palm: heheh
(17:02:05) glerm: aqui a gente quer fazer algo em torno da idéia de cidade cenográfica
(17:02:07) palm: entao
(17:02:13) glerm: cidade nao existe
(17:02:17) palm: sim!
(17:02:19) palm: isso eh bom!
(17:02:28) palm: chamem os novos arquitetos!
(17:02:36) glerm: psico-geográfos
(17:03:06) palm: eu conheci um psico-fisico outro dia
(17:03:10) palm: e ele eh cego!
(17:03:22) glerm: po
(17:03:30) glerm: mimos@ tem que entrevistar o cara
(17:03:41) palm: demoro!
(17:03:45) glerm: mas entao
(17:03:48) palm: acho q encontro ele em belem
(17:03:51) palm: semana outra
(17:04:03) glerm: isso aqui ja é uma entrevista pro hackenado catatau?
(17:04:09) palm: acho q sim neh?
(17:04:19) glerm: então explica pra quem chegou até aqui do que que a gente ta falando
(17:04:20) palm: vai pro turbulence tb
(17:04:21) glerm: hahahahahahaha
(17:04:35) glerm: o que é mimoS@?
(17:04:57) palm: explico: pega o mouse, abra seu firefox, e olhe daqui a 5 minutos em
(17:04:58) palm: http://turbulence.org/Works/mimoSa/blog/?p=35

(17:05:14) palm: hehe
(17:05:30) palm: entao, mas tem um lance legal de falar g
(17:05:47) palm: sobre a mimoSa ser um oficina e nao um produto-objeto-artwork
(17:06:05) palm: neste processo, fiz o marreCo-mimoSa como experimento de processo.
(17:06:35) palm: isto me abre agora uma competencia q eu nao tinha antes, q era a de recilar a cx branca / torre / desktop / notebook
(17:06:40) glerm: mimos@ é uma Universidae Gamb+i ambulante?
(17:06:51) palm: acho q eh uma disciplina la dentro!
(17:06:55) glerm: heheh
(17:06:59) palm: q tal?
(17:07:04) glerm: massa
(17:07:24) palm: disciplinas multidisciplinare
(17:07:26) glerm: Doutorado sui causa em Desfragmentação Psico-Geográfica
(17:07:40) palm: pos traumatica pccniana
(17:08:25) glerm: http://hackeandocatatau.arquiviagem.net/?p=1451
(17:08:36) palm: ja foi?
(17:08:56) glerm: só pra ilustrar o começo
(17:09:02) glerm: conta mais ae
(17:09:04) palm: louca imagem!
(17:09:05) palm: hahaha
(17:09:12) glerm: como foi essa semana loca ae
(17:09:16) palm: poe meu gif la embaixo
(17:09:20) glerm: tudo misturado
(17:09:23) palm: naop sei
(17:09:27) glerm: ja é
(17:09:31) palm: fiquei trancado depois de 4.a em casa
(17:09:37) palm: soh sai na 6.a a noite pra dar aula
(17:11:08) glerm: doidera
(17:11:24) glerm: cidades não exitem
(17:11:41) glerm: mas então
(17:11:56) glerm: vamo convergindo as Busca
(17:12:13) glerm: daqui a pouco colisão de mimos@s porae
(17:12:22) glerm: to colando ali no catatau
(17:12:43) glerm: comentem ae partí­culas do futuro!

buscA errante


A binary decision diagram (BDD) is a data structure that is used to represent a Boolean function. A Boolean function can be represented as a rooted, directed, acyclic graph, which consists of decision nodes and two terminal nodes called 0-terminal and 1-terminal. Each decision node is labeled by a Boolean variable and has two child nodes called low child and high child. The edge from a node to a low (high) child represents an assignment of the variable to 0 (1). Such graph is called BDD if the variables occur in the same ordering on all paths and it is reduced according to two rules:

* Merge any isomorphic subgraphs.
* Eliminate any node whose two children are isomorphic.

A path from the root node to the 1-terminal represents a variable assignment for which the represented Boolean function is true. If the path descends to a low child (high child) from a node, then the node’s variable is assigned to 0 (1).

desenho de 9li

PONTEIRA


Exemplo de um golpe mortal é a PONTEIRA, que se for aplicada com força na altura do estômago, causa uma hemorragia imediata, sem muito o que se fazer para socorrer o oponente.

É DE TIRO C3ERTE3IRO MEU IRMÃO