15 de Agosto / Nascimento / Organismo / Desafiatlux


1001 – Duncan I of Scotland
1171 – Alfonso IX of Leon,
1769 – Napoleon Bonaparte, Emperor of France (d. 1821)
1785 – Thomas De Quincey, English author (d. 1859)
1858 – E. Nesbit, author (d. 1924)
1872 – Sri Aurobindo, writer, nationalist, philosopher, and guru (d. 1950)
1879 – Ethel Barrymore, actress (d. 1959)
1887 – Edna Ferber, novelist (d. 1968)
1883 – Ivan MeátroviÇ, Croatian sculptor (d. 1962)
1890 – Jacques Ibert, French composer (d. 1962)
1892 – Louis, 7th duc de Broglie, French physicist, Nobel Prize (d. 1987)
1893 – Leslie Comrie, astronomer and computing pioneer (d. 1950)
1896 – Leon Theremin, inventor (d. 1993)
1900 – Jan Brzechwa, Polish poet (d. 1966)
1912 – Julia Child, American cook (d. 2004)
1912 – Dame Wendy Hiller, English actress (d. 2003)
1916 – Aleks Çaçi, Albanian writer
1919 – Huntz Hall, actor (d. 1999)
1922 – Lukas Foss, German-born composer
1923 – Rose Marie, actress
1924 – Robert Bolt, screenwriter (d. 1995)
1925 – Mike Connors, actor
1925 – Willie Jones, Major League Baseball player (d. 1983)
1925 – Oscar Peterson, Canadian jazz pianist
1928 – Nicolas Roeg, director
1933 – Jim Lange, game show host
1935 – Vernon Jordan Jr., U.S. Presidential advisor
1935 – Lionel Taylor, American football player
1938 – Janusz A. Zajdel, Polish science-fiction writer
1944 – Linda Ellerbee, journalist
1944 – Sylvie Vartan, French pop singer
1945 – Mahamandaleshwar Paramhans Swami Maheshwarananda, Hindu guru
1946 – Jimmy Webb, musician, composer
1947 – Raakhee Gulzar, Indian actress
1949 – Richard Deacon, sculptor
1950 – Princess Anne of the United Kingdom
1951 – Daba Diawara, Malian politician
1968 – Debra Messing, actress
1972 – Ben Affleck, American actor
1974 – Natasha Henstridge, actress
1977 – Igor Cassina, Italian gymnast
1975 – Kara Wolters, American basketball player
1978 – Timothy Foreman, Bassist ( Switchfoot )

Desafiatlux / Sesc / 15-08-2005 / segundo andar / 19h00
Programação:

DESAFIATLUX – O NASCIMENTO

Só para avisar que amanhã

SEGUNDA-FEIRA

DIA 15 DE AGOSTO DE 2005

A PARTIR DAS 19h00

DESAFIATLUX – RITUAL DE NASCIMENTO DO ORGANISMO.

COMPAREÇA!

LOCAL: SESC DA ESQUINA – 2ú ANDAR – GALERIA DO SESC – Curitiba

Judas Iscariótis e Papai

Camôes deu um jeito
de Colocar Judas Iscariótis
no Escudo de Portugal

“Contando duas vezes o do meio...”

Já fica vencedor o Lusitano,
Recolhendo os troféus e presa rica;
Desbaratado e roto o Mauro Hispano,
Três dias o grão Rei no campo fica.
Aqui pinta no branco escudo ufano,
Que agora esta vitória certifica,
Cinco escudos azuis esclarecidos,
Em sinal destes cinco Reis vencidos.

E nestes cinco escudos pinta os trinta
Dinheiros por que Deus fora vendido
,
Escrevendo a memória, em vária tinta,
Daquele de Quem foi favorecido.
Em cada um dos cinco, cinco pinta,
Porque assi fica o número cumprido,
Contando duas vezes o do meio,
Dos cinco azuis que em cruz pintando veio.

Lusiadas: Canto III

Debate Novas Mídias

Dia 16 de agosto – 2005 – 19 hs.
Com participação de Pryscila Vieira (Cartunista
e Designer) e Luiz Felipe Cavalcanti, Diretor da Unitilia
Truncat Computação Gráfica 3D

Espaço Arte e Cultura Brasil Telecom
Av. Manoel Ribas 115, térreo – Mercês/CTBA

Pryscila Vieira (foto:Orlando Pedroso)

Mamãe pulou a cerca / Papai 2 (o outro)

O pai traiçoeiro:
Baco era também o arqui-inimigo do Gama

Eis aqui, quase cume de cabeça
De Europa toda, o reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa
E onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floreça
Nas armas contra o torpe Mauritano,
Deitando-o de si fora; elá na ardente
ífrica estar quieto o não consente

Esta é a ditosa pátria minha amada
à qual se o Céu me dá que eu sem perigo
Torne, com esta empresa já acabada,
Acabe-se esta luz ali comigo.
Esta foi Lusitânia, derivada
De Luso ou Lira, que de Baco antigo
Filhos foram, parece
, ou companheiros,
E nela antam os í­ncolas primeiros

Lusí­adas: Canto III

A Metamorfose: Ulisses / Gama / Cabral

Oscar Pereira da Silva (O Descobrimento do Brasil)

Ulisses Pona – Porto de Ulisses – Lisboa
ínclita Ulisséia (nos Lusí­adas)
“E já no porto da í­nclita Ulisseia,
Cum alvoroço nobre e cum desejo
(Onde o licor mistura e branca areia
Co salgado Neptuno o doce Tejo)”

Lusí­adas: Canto IV

ULISSES

“O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo–
O corpo morto de Deus,

Vivo e desnudo.
Este, que aqui aportou,
Foi por não ser existindo.
Sem existir nos bastou.

Por não ter vindo foi vindo
E nos criou.
Assim a lenda se escorre
A entrar na realidade,

E a fecundála decorre.
Em baixo, a vida, metade
De nada, morre”.

Fernando Pessoa – Mensagem

Dia dos Pais (A Profecia)


Conversa entre papai Ulisses e o vidente Tirésias no Hades

“Depois toma ágil remo, a povos anda
Que o mar ignoram, nem com sal temperam
Que amuradas puní­ceas não conhecem,
Nem remos, asas de baixéis velozes.
Guarda o Sinal: assim que um viandante
Pá creia o remo ser que ao ombro tenhas,
Finca o no chão
; carneiro e touro imoles,
Varrão que inça a pocilga, ao rei Netuno;
Em Ã?Å?taca aos celí­colas por ordem
Hecatombes completas sacrifiques.
Ali do mar vir te á mais lenta a morte,
Feliz velho, entre gentes venturosas
,
Preenchidos serão meus vaticinios”.

Odisséia XI 93-105, O.M

o fim dos 3 poderes e o que resta do QUARTO. Ou o cão trouxe seus chinelos e o jornal de domingo.

Enquete

(Use os comments): O que é mais relevante: a triste enésima constatação dos dados (com grande eloqüencia) ou a “reforma agrária” dos “satélites”? E o mais importante: O que dizem as aspas?


Recortado de Martelada ( Marcelo Trí¤sel):

Ontem, Duda Mendonça, que não é bobo não, abandonou o navio. Hoje, com três meses de atraso, Lula finalmente se pronuncia sobre a crise, em um discurso que teria ficado ótimo há três meses atrás. Agora, só rindo da cara de pau do presidente. Ainda que ele estivesse falando a verdade quando diz que não sabia de nada e foi traí­do por seus correligionários mais próximos, ninguém mais acreditaria a esta altura.

Lula, afinal, sabia de tudo.

Se este fosse um paí­s decente, como a Argentina, estarí­amos todos lotando ônibus em direção a Brasí­lia, para queimar o Congresso, o Planalto e, de quebra, o TSE. Como não é, teremos de suportar ao menos um ano e meio de agonia do governo e paralisação total do Congresso ââ?¬â? o que, pensando bem, pode ser uma boa, pois os parlamentares só fazem pegar nosso dinheiro e nos dão em troca um caralho enorme no rabo.

O impeachment seria a medida mais apropriada a esta altura. Motivos, há tantos quantos houve em 1992. No entanto, como José Alencar aparentemente sabia da compra do PL, não poderia assumir. O próximo na linha sucessória é Severino Cavalcanti. O Walter tinha razão.

O PT, ou o que restar dele após este governo, vai insistir que a má vontade das elites para com um governo do povo causou seu fracasso. Foi tudo uma conspiração. Os predadores da riqueza nacional não suportam ver um operário sem escolaridade no poder. É tudo verdade, mas infelizmente a culpa não é da elite. A culpa é do Partido dos Trabalhadores e, principalmente, de Lula, seu lí­der máximo. Lula trocou seus ideais por trinta dinheiros e uma faixa verde-amarela. É risí­vel vê-lo declarar que perdeu três eleições e ganhou a quarta mantendo seus ideais.

Toda essa lambança comprova teses que a militância combateu por 20 anos:

  • A primeira, evidentemente, é que um ignorante tem capacidade de governar o paí­s. Lula nunca foi burro e pensou-se que sua inteligência compensaria a falta de escolaridade. Pois é, não compensou.
  • A segunda tese comprovada é que o PT nunca teve projeto de governo. Tinha era projeto de poder. Os fatos atuais o ilustram muito bem.
  • Lula sempre teve um ranço autoritário tí­pico de sindicalistas. Acreditava-se que, uma vez presidente, abandonaria esta personalidade e agiria como um estadista. Não agiu. Neste quesito, aliás, é um dos piores presidentes até hoje. Grosso e intempestivo.
  • Finalmente, comprovou-se que o poder corrompe até as pessoas mais bem-intencionadas.
  • Agora, só resta o aeroporto ou o anarquismo.

    Millor Fernades no Estado de SP:

    Hoje dois publicitários estão no epicentro do escândalo – Marcos Valério e Duda Mendonça.

    Não é por acaso. O jornalismo é uma profissão cujo objetivo “filosófico” é trazer í  tona certas coisas que as pessoas não sabem. Tem um compromisso com a verdade. Agora, qual é o objetivo “filosófico” da publicidade? A mentira. É mentir sobre o sabonete, a maionese, a margarina, o polí­tico. Fazer anúncio sobre seguro médico é uma ofensa. Fico envergonhado ao ver que os bancos estão tomando dinheiro dos velhinhos e os atores da Globo anunciam isso. Os velhinhos pegam o dinheiro e pagam juro antecipado! É uma indecência. E por que o Estado tem de fazer publicidade? O que o Ministério da Saúde precisa é divulgar o calendário das vacinas, coisas assim. Não tenho respeito pela publicidade.

    Os caras ficam aí­ se gabando de que sabem fazer slogans e passam anos para criar coisas como “Coca-cola. É isso aí­”. De quantos slogans precisam? Faço dez agora.

    (Domingo, 14 de Agosto de 2005. Aliás; O Estado de S. Paulo)


    “epicentro” da confusão, santí­ssima trindade ou O puro algoritmo: um loop enterno de incestos, bigodes e icognitas…

    Surface Tension Journal

    Surface Tension – Supplement No. 1
    Following the international success of Surface Tension: Problematics of Site in 2003, Errant Bodies Press announces Surface Tension – Supplements, a book series on site-based practices in art, architecture and performance.

    Identifying an intensified concern for place-based production in art and architecture, Surface Tension – Supplements addresses questions of site-specific art, public and architectural design, and location-based practice. With “Supplement No. 1” issues of design activism and the role of media in spatial experience are explored in critical essays by Jennifer Gabrys on Fresh Kills Landfill in New York, Michael Rakowitz on the projects of the Hungarian-based team Big Hope, and by Claudine Isé, curator of “Vanishing Point”, an exhibition at the Wexner Center for the Arts, which questions the role of photography and cinema in depictions of place. In addition field reports by Robin Wilson on new architecture in London, Octavio Camargo on the cultures of interventionist practice in Curitiba Brazil as conveyed through the work of Iliadahomero, Museu do Poste, Guilherme Soares and Goto, and Ken Ehrlich on the infrastructure of signage in Los Angeles as seen through the photographic works of Brandon Lattu. Complementing the articles, documentation of projects by the artist groups Simparch and e-Xplo will be presented, along with projects designed specifically for the book by Kristin Kreider and James O’Leary, London-based artists working with forms of “site-specific writing”.

    Surface Tension – Supplement No. 1 presents contemporary site-based practices through writing, documentation, and projects, and actively questions the role such practices might offer in defining contemporary culture and society. The publication aims to follow forms of design through site-specific moments, where artistic practice performs to actively discover, define, and re-create public space.

    Brandon Labelle 13/08/2005