mamelucovírus

Quem sou eu se este tamanduá existe?

músico, poeta, dançarino?
>LEMINSKI LINK LINK LINK POETA RICOCHETE

“…Queria saber quem havia inventado tão maravilhosas cousas proporcionadoras de alegria.

E veiu a saber. Um caiurucrê (da etnia caingangue) encontrou no mato um tamanduá-mirim (cakrekin) e o atacou com um cacete, quando o tamanduá se poz de pé a bailar os passos e a cantar os versos aprendidos pela tribu.

Emi no ti, vê, ê, ê, ê,

Ando chô caê voá, a

Há, há, há…

Emi no tin, vê, ê, ê, ê,

Emi no tin, vê, ê, ê

Dói cama vorô é

Que agnan kanan bang

Goyogda emi no tin.

Eââ?¬â?¢ qui matin…

Eââ?¬â?¢ qui matin…

Estava desvendado o mistério.

Fora o tamanduá o creador da música, da poesia e da dança. Os tamanduás são desde então considerados pelos caingangues os pais da humanidade. Sua antiguidade faz com que eles saibam muitas cousas que os homens atuais não sabem.”(1)

(e Cartesius nem se quer imaginava…)

(1) MARTINS, Romário. Paiquerê. Mitos e Lendas – Visões e Aspectos. Curitiba: Aqui!, 1940. P.24 e 25.

comecei essa brincadeira…
e o Octávio Camargo botou pilha…

http://www.organismo.art.br/descatatau

… .. moçada… preciso de mais dedos nessa idéia…

…..
http://www.organismo.art.br/descatatau
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………………………………………………….
O relógio do sol aqui é cera derretendo rejeitando a honra de marcar as
horas..
o esterco do preguiça nos soterra na areia movediça (…) Ao desertor..
os desertos!
Lugar onde / se faz / o que j* foi feito… eu te fiz / agora // sou
teu deus / para acabar em livro / e o acaso não existe / eu comento
hipóteses /
…………
nillow

riamba

pemba

gingongó

chibaba

jererê

monofa

charula

ou

pango

tabaqueação de tupinambaoults,
gês e negros minas, segundo Marcgravf

cttau-pg15sul

Pure Data

Esta no ar um link dos manuais do Pure Data, (ferramenta gráfica de programação “real-time” para áudio, video e processamento gráfico (software livre)), que começa a ser traduzido. Para mais informações veja www.organismo.art.br/puredata. Estão todos convidados….

Matema

Todo pessoal que esta frequntando o Lab e as Listas está convidado a ir visitar os ensaois do Matema e todo o nosso processo de pós produção. O estudio Matema fica na Galeria Ritz segundo andar ( 207) ali no calçadão da XV.

Esta no ar o blog coletivo do EmbapLab

Esta no ar o blog coletivo do EmbapLab-Orquestra Eletroacústica Organismo, todos os usuarios do lab e desta lista podem publicar textos e imagens lá, e so cadastrar-se em http://www.organismo.art.br/blog

apareçam”¦

Lista de Emails do LABORATÃ?â??RIO EMBAP

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Para facilitar a vida de quem não quer fazer um cadastro no yahoo e para aproximar mais o grupo da embap do *bastante* ativo grupo do ESTUDIO LIVRE, passaremos a utilizar a lista no dominio estudiolivre.org.

As pessoas que ja estão cadastradas não precisam fazer nada, apenas daqui pra frente passem enviar as mensagens deste grupo para:

************ embaplab@estudiolivre.org

pessoas que desejam cadastrar-se no lista devem mandar um email ( do email que desejam receber a lista) para:

embaplab-subscribe@estudiolivre.org

Assunto: subscribe

********* Aconselho aos interessados também assinarem a lista do estudio live em:

http://lists.riseup.net/www/info/estudiolivre

Fora isso, visitem o wiki do estudio livre em: http://www.estudiolivre.org

– O QUE É ESTA MÃ?QUINA-ORGANISMO-MOEDA? —

O projeto se vale da musica eletroacústica em torno de uma suposta “máquina” e da história de um aspirante a artista (e seu amigo imaginário), que decidem construir esta máquina “de fazer moedas”, uma obra “conceitual” e carregada da ingenuidade ambiciosa que quer criticar o valor na sociedade de consumo, produzindo moedas personalizadas que tem impressas em sua coroa a frase “Qual seu real valor?” e o sí­mbolo matemático do infinito. Desde a concepção da obra e angústia do artista em tentar materializá-la até a sua decepção com a recepção desta pelo mercado da arte e sua rendição frente ao mercado e ao pragmatismo maquiavélico das massificações; o público participa e interage com a tal máquina e com a história, fazendo música e ao final recebendo a tal moeda, que subliminarmente propõe a tal reflexão.

A incrí­vel máquina de fazer moedas é um projeto que pretende explorar o recurso estético do fetiche tecnológico para criar um ambiente ritualí­stico, que contrapõe o homem versus máquina, não apenas no sentido da engenharia que envolve as máquinas criadas pelo o homem, mas também no sentido da máquina “instituição”, este grande ser sem rosto que impõe o valor dos objetos (sejam pessoas, animais ou coisas). Utilizando a meta linguagem de uma obra que fala da produção dela própria, usando de sarcasmo, brinca com a questão do valor da arte e do real valor das “geringonças conceituais”. Com isso acaba por analisar o valor da própria ação do homem numa sociedade “mecanizada” da era pós-industrial.

Este processo de composição e performance da obra também serve de laboratório para empregos alternativos da tecnologia, usando pesquisa com hardware “reciclado” para criação de ferramentas como controladores gestuais de eventos sonoros e visuais gravados e sintetizados pelo computador. Para isso serão utilizados “softwares livres” fomentando um conhecimento numa área da computação onde é possí­vel socializar e dividir muito melhor o conhecimento, alimentando uma cultura de inclusão e maior soberania cientí­fica.